quarta-feira, 30 de dezembro de 2020

Uma pequena mensagem de Ano Novo.


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É mesmo nos que estão para nascer que reside o futuro deste planeta, espero que saiam melhores do que os anteriores, cabe-nos fazer por isso, mudanças radicais são necessárias, uma profunda revisão à nossa forma de estar e de pensar.

Esperemos que o próximo ano nos traga mudanças, espero que o sofrimento e os problemas do passado tenham surtido algum efeito, que nos tenham merecido uma franca reflexão, oxalá tenhamos aprendido algo.

Aproveito para desejar a todos os leitores e amigos deste blog um bom ano, que seja o ano da mudança, que seja um ponto de viragem.


Humanizar a humanidade é urgente!!!!

Beijos e abraços.

Alexandre Sarmento




Salazar e a maçã podre do comunismo!!!

 




Venham lá agora os detractores de Salazar, aqueles que o apelidam de campónio e de vistas curtas, dizer Salazar era parvo ou que não sabia na perfeição como funcionavam os meandros da política internacional e da alta finança no seu tempo!!!


Só mesmo alimárias imbecilizadas pelo regime vigente poderão fazer tal juízo, a quem interessa ou interessou o devassar da imagem de Salazar e do estado novo?
A maçã da foto era mesmo a imagem do mundo e não a imagem do nosso império, fomos mesmo nós durante décadas o travão à instauração de uma nova ordem mundial, para quê continuar em negação do óbvio?

«A Rússia de hoje nasceu da revolução soviética mas não é filha do comunismo. Quero dizer com isto o seguinte. Não nego que os factores da revolução tivessem o intento de criar uma sociedade comunista. Tendo porém as realidades mostrado que o comunismo é uma doutrina antinatural e irrealizável na prática, os dirigentes aproveitaram a força e engrenagem da revolução para dar o impulso que se verifica em muitos sectores da vida russa. Com bom aproveitamento das circunstâncias favoráveis e também da inabilidade alheia, a Rússia pôde constituir-se no que é hoje - grande potência militar, política, industrial que desafia e a largos passos intenta aproximar-se das maiores potências económicas do Ocidente.

Sem se poder negar a existência de muitas conquistas de ordem social, a revolução mostrou-se porém nas suas realizações e métodos esvaziada daquilo que seria a sua própria essência e fins. Na verdade as populações têm pago em sofrimentos indizíveis, em dominações cruéis, em exterminações catastróficas, em fomes ou restrições de vida o poderio russo. Se o movimento nasceu para servir o homem, desenvolveu-se afinal para servir e engrandecer o Estado. O comunismo-doutrina continua a ser erguido como bandeira, expressão ou esperança de uma revolução social a fazer, sobretudo em países estrangeiros distanciados da verificação local do fenómeno. Mas a inaplicabilidade dos princípios e as experiências, nos países satélites, do domínio dos partidos filiados parece ter diminuído muito senão esgotado a sua capacidade de expansão.

Assim nem a vitória militar e a inteligente exploração dessa vitória, nem o desenvolvimento das indústrias de base ou de guerra, nem a actividade política do Estado russo e o seu alargamento territorial me parece terem nada que ver com o comunismo; mas tem muito que ver com a gente que se apoderou do poder, as suas ideias de governo e o regime político em que lhe foi dado trabalhar. A superioridade da orgânica estadual, traduzida na unidade de direcção, e no poder de decisão ou de realização não podem os mais Estados transplantá-la fielmente por motivos diversos para as suas próprias constituições que outras superioridades apresentam; mas não pode ser negada e há-de ter-se sempre presente como lição.

Se já não estamos, pois, segundo penso, em face de um credo que se expande, estamos em face de um Império em fase de crescimento, fase como outras que tem atravessado na História. Ora um poder em via de expansão não se limita a si próprio, e só é limitado pelo jogo de forças exteriores que se lhe oponham.

Foi em obediência a esta concepção que grande número de países largamente apoiados pelos Estados Unidos resolveram unir as suas forças para se opor à expansão russa. Apesar das muitas deficiências das organizações, tornou-se visível que o avanço se encontrava barrado no caminho do Atlântico. Vemos agora que a torrente o evita e, aproveitando as dificuldades ou fraquezas do Médio-Oriente, aí se instala e daí tentará prosseguir os seus avanços. A desintegração afro-asiática, em que os pretendentes à África negra se associam aos esforços russos, com mira na herança africana, trabalha no mesmo sentido. Verificam-se muitos protestos de fidelidade ao Ocidente e não há que tê-los em suspeição. O que se deve ter presente é que tudo o que a Rússia não puder conquistar, representa um ganho se o fizer perder aos outros».

Oliveira Salazar («A Atmosfera Mundial e os Problemas Nacionais», SNI, 1957).

terça-feira, 29 de dezembro de 2020

Os Ciganos.

 


Os ciganos antigamente andavam em carroças e viviam em tendas, agora andam de Mercedes e Porsche e vivem em casas pagas por todos nós!!!
Os Portugueses honestos, antigamente viviam em casas, não tinham os Porsche nem os Mercedes, tinham o que podiam, mas não tardará muito, estarão a andar de carroça e a viver em tendas!!!
É só isto que tenho a dizer, agradeçam a este regime, dizem que temos uma democracia e que somos racistas, xenófobos e intolerantes!!!
Puta que pariu o regime, os tolerantes e mais quem alinha na farsa!!!

Desmerdifiquem-se, porra!!!

Alexandre Sarmento





O que faz falta!!!

 


A Política ao Sabor dos Humores Pessoais e Colectivos

Bem quero, mas não consigo alhear-me da comédia democrática que substituiu a tragédia autocrática no palco do país. Só nós! Dá vontade de chorar, ver tanta irreflexão. Não aprendemos nenhuma lição política, por mais eloquente que seja. Cinquenta anos a suspirar sem glória pelo fim de um jugo humilhante, e quando temos a oportunidade de ser verdadeiramente livres escravizamo-nos às nossas obsessões. Ninguém aqui entende outra voz que não seja a dos seus humores.

É humoralmente que elegemos, que legislamos, que governamos. E somos uma comunidade de solidões impulsivas a todos os níveis da cidadania. Com oitocentos anos de História, parecemos crianças sociais. Jogamos às escondidas nos corredores das instituições.

Miguel Torga, in "Diário (1978)"

No Reino da Fantasial!!!

 



Imaginemos que se acabava a treta do Covid, como diria o outro, "é só um suponhamos"!!!

Não tardaria teríamos o Primeiro Ministro Costa a falar de austeridade, e parece-me que já adivinho qual seria o seu discurso, depois de 46 anos, o ouro evaporou-se(culpa do Salazar), os milhões da CEE(culpa do Cavaco), idem! 

Não produzimos sequer para pagar os juros de uma dívida monumental(culpa do Passos Coelho), até hoje continua a dar para tudo, mas não para todos, uns vivem na opulência com o produto do saque, os outros trabalham sem saber como enfrentar o dia de amanhã, vão esticando os salários, cada vez sobra mais mês depois do salário se ter evaporado(culpa do Covid).
Uns comem os figos, aos outros rebenta-lhes a boca, é assim desde o 25 de Abril de 1974.

Malditos, maldito Afonso Henriques, maldito Infante, malditos, deixaram uma bela herança, pobres dos governantes pós 25 de Abril encontraram um país na idade da pedra, um país de analfabetos, um país no qual tudo fazia falta, tudo era vedado a este pobre povo mantido na obscuridade, impressionante, é que nem os PC(nada de confusão, estou a referir-me aos computadores pessoais), nem os iPhones, nem os plasmas e pasme-se, nem a internet tinha direito à vida no tempo da outra senhora!!!

Malditos, sobretudo aquele campónio de Santa Comba que tudo proibiu!!!

Mas que belo país teria sido este se não tivesse existido antes do 25 de Abril, ao que parece deve ser mesmo isso, um Viriato que em vez de pastor, deveria ter sido um hacker, um Afonso Henriques incarnado no Ronaldo, e quiçá um Salazar na figura de um Centeno, arre que é demais, somos os maiores...

"Não te chega para o bife? Antes no talho do que na farmácia. Não te chega para a farmácia? Antes na farmácia do que no tribunal. Não te chega para o tribunal? Antes a multa do que a morte. Não te chega para o cangalheiro? Antes para a cova do que para não sei quê que há de vir."


Mais palavras para quê, os portugueses até gostam e votam neste circo, quanto pior melhor, adoramos ser o grande exemplo, jogamos sempre para negativos, triste paradigma!!!

Apontem-me um só governante honesto e eu vos apresentarei uma "puta virgem"!!!

Viva a ignorância.


Alexandre Sarmento

segunda-feira, 28 de dezembro de 2020

A Teta!!!

 


Dizem...

Numa ditadura o intelectual não pode falar para abrir os olhos do povo e é perseguido. Num um governo democrático, escolhido por imbecis e interesseiros, o intelectual pode falar à vontade, mas não lhe dão ouvidos porque estão fascinados com a imbecilidade do governo, que por ser imbecil sabe comunicar bem com os imbecis, ou então não querem deixar de mamar nas tetas que em geral tal governo oferece a quem lhe dá suporte!!!

...e até é bem verdade!!!

Alexandre Sarmento


domingo, 27 de dezembro de 2020

O Presépio Marxista!!!

 


Para a cambada esquerdófila e já que adoram a sua religião faço aqui a analogia do comuno-socialismo com o nascimento de cristo!!!


Para os ditos comuno-dependentes fanáticos religiosos aqui fica então a reconstituição do presépio!!!
Comecemos pelo menino Jesus, para eles já nasceu com barbas, claro que só podia ser Karl Marx...um puto mimado que nunca fez um cu!!!
A Virgem Maria pelo que vejo deve ter sido o Trotsky com a mala dos 15 milhões de dólares "doados" pela cambada sionista de Wall Street...
No lugar de S. José temos o Josef Staline, um belo exemplo de pai de família, um verdadeiro educador, um verdadeiro doutrinador, ou seja, ou se portavam em ordem ou iam de férias picar pedra para os Montes Urais, isto quando estava bem disposto, mas como estamos a falar de um presépio, poupemo-nos a pormenores...
Ora bem vamos agora falar dos animais, o burro e a vaca, como burro penso ser de todo justo que essa imagem caiba a Mao Tsé Tung, um distorcido mental que para marcar o seu nome na história promoveu uma Revolução Cultural, um espectáculo emburrecedor em que morreram seguramente mais de 80 milhões de chineses, isto fora o brutal banho de cultura passado ao seu povo, pasme-se, até lhes deu lições de economia doméstica, ensinou que não se deve desperdiçar bens alimentares, nem sequer os cadáveres dos vizinhos, portanto foram milhões os condenados à fome e miséria, tanto material como intelectual...
...a vaca para mim creio ser uma boa imagem para o Pol Pot, pois era ou é com vacas que se trabalham os campos de arroz no Cambodja, é com vacas que ainda hoje se desenterram os restos mortais ainda vestidos de trapos nos campos da morte, o solo em vez de riquezas vai parindo uns esqueletos, típico de um país vermelho...
Vamos agora falar dos Reis Magos, vamos começar pelo Fidel, o portador do ouro, neste caso o saqueador mor, aquele que em nome da liberdade e do socialismo andou a saquear países africanos que nós tão bem conhecemos, um verdadeiro herói, um genocída um verdadeiro libertador!!!
Ora bem, outro Rei Mago, o camarada Che Guevara, um rapaz bem parecido, com bom humor, um verdadeiro monarca, quando algo lhe desagradava, sacava da pistola e pimbas, acabavam-se as lamentações, nada de elitismos não fazia distinção entre homens mulheres ou crianças, nisso tiro-lhe o chapéu era realmente um mestre quando se trata de igualdade de direito, um verdadeiro humanista...
Falta ainda um dos Reis Magos, outro iluminado socialista um tipo inteligentíssimo que tratou tão bem de um país riquíssimo que acabou pelo ter levado à falência, deu tudo, com nada ficou, bem ficou a filha que ficou dona e senhora das chaves de uma das maiores fortunas do mundo, paga povo, se é assim que gostas, vontade te seja feita!!!
Ora muito bem, apenas nos falta falar do rebanho, e esses são tantos, Lulas, Dilmas, Maduros, Ceausescus, Mandelas, Eduardos dos Santos, Guebuzas, e como não pode deixar de ser temos que falar de alguns portugueses, os geringonços e uma miríade de auto-imbecilizados à procura das rodas triangulares, dos Leões que comem alface e da religião da paz e do amor da qual reza a cartilha comunista, a paz é uma bala na nuca, o amor é a escravatura mental e intelectual, o caminho para a indigência, o caminho da escravidão, quiçá o da vala comum!!!

Caso para dizer, phoda-se, mas que grande presépio...

Fiquem bem, e sigam a estrela!!!

Alexandre Sarmento

É só fumaça, é só fumaça, o povo é sereno!!!

 

A imagem pode conter: texto que diz "BARDAMERDA! ERDA!"

Metam de vez uma coisa na cabeça, detesto abrileiros e aventaleiros, o que lamento é alguns e algumas amigas ditas nacionalistas, patriotas ou algo conotado com direita, defenderem de forma tão acirrada algumas figuras criadas pelo próprio sistema a fim de entreter os descontentes e aos que até agora não encontraram no espectro político quem reúna as condições necessárias e suficientes para os representar!!!
Temos portanto uma série de crentes e seguidores da cartilha que nos tem tramado a vida há 46 anos, ou seja, dizem-se todos anti-sistema, mas na hora da verdade lá estão todos a defender aqueles que o próprio sistema fabricou por medida para os satisfazer, para os manter entretidos e para gerar a já conhecida forma de manter o povo entretido, a polémica e os assuntos menores, o já tradicional circo mediático, a já por demais conhecida farsa do sistema político partidário, não tarda teremos o parlamento a discutir os penaltys e as caneladas, penso eu de que!!!
O país dos hipócritas e idiotas úteis, uns de esquerda e outros ditos de direita, porque os há, assim fica composto o ramalhete, as diferenças são apenas de pormenor, assim uma coisa do estilo, a merda é a mesma e apenas o cheiro difere.
Em poucas palavras, o sistema provou mais uma vez que está atento, que está bem vivo e recomenda-se, morte ao socialismo, viva o socialismo!
É só fumaça, é só fumaça, o povo é sereno!!!

Vão bardamerda.


Alexandre Sarmento

Fez-se Justiça em Portugal, finalmente!!!

 



Fez-se Justiça em Portugal, finalmente!!!

 

 

     A justiça portuguesa está de parabéns!

 


* Depois de anos e anos a batalhar eis que surgem os primeiros resultados.
· Desde a morte de Francisco Sá Carneiro e do eterno mistério que a rodeia,
· Ao desaparecimento de Madeleine McCann· Ao caso Casa Pia.
À saída do processo de Paulo Pedroso, sem sequer chegar a julgamento.
· Do caso Portucale
· Da compra dos Submarinos
· Às escutas ao primeiro-ministro
. Ao caso Freeport
. Ao curso tirado a um domingo
- Caso TVI
- Caso Figo - Tagus Park
. À Falência da Empresa de que Sócrates era sócio com Armando Vara.
. À licenciatura de Armando Vara e ascenção meteórica até vice-presidente da CGD e Millennium
· Do caso da Universidade Independente· Ao caso da Universidade  Moderna  ·
- Do Futebol Clube do Porto
· Ao Apito Dourado (Azulado?)
· Da corrupção dos árbitros
· À corrupção dos autarcas
· De Fátima Felgueiras
· A Isaltino Morais
· Da Braga Parques
· Ao grande empresário Bibi
· Das queixas tardias de Catalina Pestana· Às de João Cravinho .
  Aos doentes infectados por acidente e negligência de Leonor Beleza com o vírus da sida.
. Do processo Costa Freire / Zézé Beleza (quem não se lembra ?)
· Do miúdo electrocutado no semáforo
· Do outro afogado num parque aquático · Das crianças assassinadas na Madeira
. Do mistério dos crimes imputados ao padre Frederico
· Do autarca alentejano queimado no seu carro e cuja cabeça foi roubada do Instituto de Medicina Legal
· A miúda desaparecida em Figueira,
· As famosas fotografias de Teresa Costa Macedo. Aquelas em  que ela reconheceu imensa gente 'importante',  jogadores de futebol, milionários, políticos.
· Os crimes de evasão fiscal de Artur Albarran · Os negócios escuros do grupo Carlyle do senhor Carlucci em Portugal.
· O mesmo grupo Carlyle onde labora o ex-ministro Martins  da Cruz, apeado por causa de um pequeno crime sem  importância: o da cunha para a sua filha.
· E aquele médico do Hospital de Santa Maria, suspeito de ter assassinado doentes por negligência
- O caso BPN e os inefáveis Dias Loureiro, Oliveira e Costa,

- Os Vistos Gold.
- A Operação Marquês, etc etc..
Pois é... a justiça portuguesa está de Parabéns!
Depois de anos e anos a batalhar eis que surgem os primeiros resultados:

Leia com atenção, por favor.
MULTADO POR GUIAR BURRA, EMBRIAGADO.
O agricultor que há uma semana foi apanhado a conduzir embriagado uma carroça puxada por um  burra,
na EN 17, em Celorico da Beira, foi condenado, em processo sumário, a pagar 450 euros de multa, pena que pode ser substituída por trabalho comunitário (pois este sr. trabalha e não vive com qualquer subsidio do governo).
Foi-lhe ainda aplicada, como pena acessória, a inibição de conduzir qualquer veículo motorizado por um período de sete meses.
A pena exclui a proibição de o arguido guiar a carroça puxada pela burra, o meio de transporte que mais utiliza, pese embora ter licença, segundo o próprio, para conduzir tractores e motociclos.
Até que enfim.... e em tempo recorde: 8 dias depois julgado e condenado !!!!!!!!!!!!!!


YEAAAAAAAAH!...
Agora sim, sinto-me mais seguro!


             Texto encontrado algures por aí!!! 

sexta-feira, 25 de dezembro de 2020

Eu quero lá saber!!!

 



Passaram-se 50 anos sobre a morte de Salazar, e, muito sinceramente, creio que desde os tempos da corrupção dos cravos nunca se falou tanto dessa marcante figura do século XX português e do mundo!!!
Uma figura que tem sido atacada, vilipendiada, achincalhada, sendo-lhe assacada a culpa de todos os males e atrasos da Nação portuguesa, mais uma vez, volto a dizer, são-lhe imputados, o atraso, a fome, a iliteracia, a repressão por parte de uma policia de estado, o ter esquecido a protecção social, o ter mantido o povo na obscuridade e ter empobrecido o povo com o objectivo de encher os cofres do Estado com ouro!!!
-Eu quero lá saber dos palermas que lhe imputam o atraso, então, em que situação estaríamos quando da monarquia constitucional e da Primeira Republica, são cegos, ou analfabetos funcionais, para que desconheçam o atraso estrutural de dois séculos que este país padecia na época?
-Eu quero lá saber dos palermas que lhe imputam a culpa da fome, quem sabe desconheçam que houve uma crise mundial com o crash da bolsa de Nova Iorque, que houve uma guerra civil no país vizinho e como se não bastasse tivemos a Europa completamente destruída pela segunda guerra mundial, será que essa gente desconhece esses eventos aos quais saímos incólumes?
-Eu quero lá saber dos palermas que imputam a iliteracia e o analfabetismo a Salazar, nem vamos sequer falar de números ou estatística, pois, nunca na historia deste país se construiu tanto estabelecimento de ensino, escolas primarias, liceus, e e escolas comercias e industriais, podemos também falar de estabelecimentos de ensino superior, perante estes factos, porque razão será, que uma miríade de empenados mentais esquerdofilos tentam a toda a força inverter, manipular ou reescrever o passado?
-Eu quero lá saber dos palermas que dizem termos tido uma policia de estado, a PIDE, dizem ter sido uma policia assassina criada por Salazar, mais outra incongruência, então essa policia de estado não tinha sido criada por Sidónio Pais, durante a Primeira Republica, e os milhares de mortos e vitimas imputados a essa mesma policia durante o Estado Novo, afinal quantos foram? Onde estão os documentos que o comprovem, e pior, porque razão levaram os ficheiros da PIDE para Moscovo, um caso interessante a debater, pois, segundo a cronista do regime, uma comunista, acabou por confirmar que teriam morrido à guarda da PIDE cerca de 15 pessoas, pergunto, não havia problemas de saúde, ou hoje não morre ninguém no cárcere, ou esqueceram que nos países ditos de liberdade morreram milhões em prisões, campos de trabalho sendo grande parte dessa gente assassinada a sangue frio?
-Eu quero lá saber dos palermas que dizem que o Estado Social, cuidados de saúde para todos e sindicatos, foram montados pela cambada abrileira!
E então, quem construiu centros de saúde em todos os concelhos, quem construiu os grandes hospitais, alguns ainda hoje são referencia após muitos anos de serviço prestado, e então, os sindicatos e os grémios, foram instituídos quando e por quem?
-Eu quero la saber da historia da carochinha que contam em relação a proveniência do ouro em depósito no Banco de Portugal, não o roubámos, foi todo fruto do trabalho dos portugueses, continentais e ultramarinos, portanto quanto à sua origem estamos esclarecidos, quanto a razões para termos essa quantidade, relembro, tínhamos efectivamente um padrão moeda, esse ouro era a garantia da moeda em circulação, quem não se lembra de um escrito nas notas da época, "vale ouro", foi dessa forma que depois da falência e insolvência do estado português conseguimos retomamos o rumo, ganhámos de novo o respeito internacional e a dignidade, chegando mesmo a ter a terceira moeda mais forte a nível mundial!
Pergunto aos iluminados, hoje temos o quê?
Que eu saiba temos um monumental buraco de 750 mil milhões de euros, uma divida externa impagável da qual somos hoje escravos!
Então como ficamos, estamos melhor, ou estamos pior?
Portanto, só para relembrar uns quantos ignorantes, malformados, mentirosos, traidores, ignorantes e imbecis, quando pretenderem imputar injustamente responsabilidades a Salazar e ao Estado Novo, pensem duas vezes, olhem bem para vós mesmos, estudem, tirem as palas e guardem a cassete marxista fedorenta na gaveta, pois a mentira já não cola, a verdade começa a ser do domínio publico.
Podem ter ocultado e deturpado a verdade durante muito tempo, mas nunca a conseguirão ocultar e deturpar o tempo todo, portanto, doravante, quando quiserem denegrir a ilustre figura de Salazar, será bom que estejam munidos de fortes argumentos, senão nem valera a pena entrar em debate, pois como sabemos, quem ganha sempre será o que argumenta com a verdade e a verdade é só uma, Salazar foi um dos maiores estadistas e diplomatas do século XX, foi um grande humanista, pode não ter sido perfeito, mas a verdade é que, até hoje ainda não houve quem provasse ter sido melhor e que deixasse obra!!!
Aqui fica expresso mais uma vez o meu agradecimento em nome da Nação Portuguesa a tão ilustre e singular figura.

-Eu quero lá saber de gente que fala, fala e não diz nada, de conversa estou eu farto, de facto Salazar deixou obra feita, e paga!!!

Obrigado Salazar.

Alexandre Sarmento

Perguntas com resposta na ponta da língua!!!

 



E este comentário de uma amiga a esta imagem numa publicação minha no Facebook, há já algum tempo!!!


"E a mim o que acham? Vivo no Barreiro. 

Há uns anos, na época do PREC, fui ao quiosque comprar 2 jornais. Acho que um era "O Dia" e o outro seria o "Diário de Notícias", Estava sempre um comuna a observar os jornais que pedíamos. 

Disse ele: ( fascista logo 2 jornais? 1 para cada olho!) respondi eu:

 já agora tem aí o Avante? Também quero um, que é para o outro olho! "


Escusado será dizer, que a resposta foi de mestre, melhor seria impossível.


Alexandre Sarmento

O Quinto Império de Agostinho da Silva.

 


A história de Portugal é como uma roda, com os seus raios. Um raio representa a era dos reis, outro a dos sacerdotes, o outro do clero, e o outro da plebe. O Quinto Império é o centro da roda, e o quinto tem de começar por cada um de nós. Deixamos de ter uma vida descentrada, temos de passar a dançar à volta de um centro - esse centro é um centro secreto, é onde está Deus. Se cada homem fizer isto, nasce o nacionalismo místico. E isso não tem nada a ver com qualquer ideia de ditadura, é um lugar onde todos nos entenderemos.

Agostinho da Silva


quinta-feira, 24 de dezembro de 2020

Fugir da Matrix, urgentemente.

 

Quadro,... Roberto Ferri, La Profezia, 2012

Sinto-me cada vez mais um outsider nesta sociedade em que todos os valores éticos e morais foram completamente invertidos, apagados ou subvertidos, temos uma sociedade uma sociedade invertida e de invertidos, uma sociedade absolutamente materialista e desumana, castradora e impostora, a sociedade do ter, em vez da sociedade do ser, temos hoje coisas a ser amadas e pessoas a ser usadas, quando, a ordem natural e lógica seria, as pessoas existirem para ser amadas e as coisas para ser usadas.

O motivo do mundo estar neste caos é porque as pessoas estão sendo usadas e as coisas estão sendo amadas, vivemos hoje uma sociedade do espectáculo, a sociedade do individualismo inconsciente, mas não do individual, não a sociedade do individuo, não a sociedade da diferença em que cada ser humano é único e com vontade e capacidade de raciocínio autónomo, inconscientemente estamos a desumanizar-nos, estamos a isolar-nos, estamos a fazer o jogo do sistema, estamos a ser manipulados em direcção a um stardard satânico no qual perdemos a nossa capacidade reivindicativa e todas as nossos direitos, liberdades e garantias, perdemos o rumo de forma acelerada, muito devido a uma verdadeira era da informação, ou melhor, uma era de desinformação atroz, a era da formatação em vez de formação, na verdade estamos a cair numa matrix.

Parafraseando Agostinho da Silva, "Tu podes, com certeza, conviver com os outros, mas nunca seres os outros. Eles podem ser muito bons, mas tu és sempre melhor porque és diferente e o único com as tuas características."

Por muitos apelos que façam à tolerância, à boa convivência entre diferentes etnias, entre as mais diversas culturas ou religiões, será impossível de um modo espontâneo ou natural inverter tendências ou atitudes que nos são intrínsecas há séculos ou mesmo milénios, temos uma memória, não só genética mas também cultural, muitas marcas, cataclismos, fome, dificuldades, conflitos do passado, vitórias, derrotas, traições, tudo isso nos modelou, tudo isso faz parte da massa da qual hoje somos feitos!!!

Na minha modesta opinião não poderemos nunca misturar o imiscível, nunca poderemos ter a pretensão de fazer uma sociedade mestiça, descurando as características intrínsecas de cada individuo, ou de cada grupo, sem que se percam a identidade cultural e as características que nos tornaram naquilo que hoje somos, a nossa historia, os nossos hábitos, a nossa tradição.

Por alma de quem haveremos de ser todos iguais, seremos nós meras cabeças de gado para termos que obedecer a standards ou estalões, sou determinante contra, absolutamente contra!!!

Temos uma identidade, usos, costumes, culturas e línguas próprias, temos riqueza cultural e intelectual a defender, para quê rumarmos a uma sociedade cinzenta quando na realidade o que nos fez evoluir foi exactamente o contraste, foram as diferenças ambientais foram as formas de viver diversas, foi a capacidade de adaptação ao meio, foi a busca de pontos de convergência e lá vem de novo a identidade e a forma como nos identificamos com os nossos semelhantes, sim a identidade que comprovadamente nos fez agrupar e agregar dando-nos o espírito de nação, o orgulho de sermos quem somos, mais uma vez ressalvo, vencemos e ultrapassámos no passado grandes barreiras e obstáculos, desde doenças, cataclismos, guerras ou outras situações.

Uma nação e a sua identidade funcionam num espírito de família, num espírito de grupo, temos várias coisas que nos identificam tais como a religião, a língua e até a nossa forma de interagir, a forma como interagimos, a forma como aceitamos as diferenças culturais, mas isso não quer dizer que nos deixemos arrastar para a tal sociedade amorfa e cinzenta, temos uma consciência colectiva, somos um todo, somos uma nação, é esse espírito que nunca poderemos esquecer, se tal acontecer estaremos irremediávelmente condenados ao fracasso, seremos apenas números e dados estatísticos, meros objectos ao serviço do sistema, serviremos um sistema que nos manipula e inibe de quaisquer liberdades individuais, inclusivamente a liberdade de pensamento, portanto meus caros, se querem continuar esta empresa de séculos ou milénios, está na hora de mudar de atitude, de mudar de paradigma, puxem pela cabeça, raciocinem, usem o cérebro, afinal é por isso mesmo que nos consideramos inteligentes, será que o somos realmente?

Alexandre Sarmento

Eu estou aqui, pai!

 


" Há uma quebra na história familiar onde as idades se acumulam e se sobrepõem e a ordem natural não tem sentido: é quando o filho se torna pai de seu pai.

É quando o pai envelhece e começa a trotear como se estivesse dentro de uma névoa. Lento, devagar, impreciso.

É quando aquele pai que segurava com força nossa mão já não tem como se levantar sozinho. É quando aquele pai, outrora firme e intransponível, enfraquece de vez e demora o dobro da respiração para sair de seu lugar.

É quando aquele pai, que antigamente mandava e ordenava, hoje só suspira, só geme, só procura onde é a porta e onde é a janela - tudo é corredor, tudo é longe.

É quando aquele pai, antes disposto e trabalhador, fracassa ao tirar sua própria roupa e não lembrará de seus remédios.

E nós, como filhos, não faremos outra coisa senão trocar de papel e aceitar que somos responsáveis por aquela vida. Aquela vida que nos gerou depende de nossa vida para morrer em paz.

Todo filho é pai da morte de seu pai.

Ou, quem sabe, a velhice do pai e da mãe seja curiosamente nossa última gravidez. Nosso último ensinamento. Fase para devolver os cuidados que nos foram confiados ao longo de décadas, de retribuir o amor com a amizade da escolta.

E assim como mudamos a casa para atender nossos bebês, tapando tomadas e colocando cercadinhos, vamos alterar a rotina dos móveis para criar os nossos pais.

Uma das primeiras transformações acontece no banheiro.

Seremos pais de nossos pais na hora de pôr uma barra no box do chuveiro.

A barra é emblemática. A barra é simbólica. A barra é inaugurar um cotovelo das águas.

Porque o chuveiro, simples e refrescante, agora é um temporal para os pés idosos de nossos protetores. Não podemos abandoná-los em nenhum momento, inventaremos nossos braços nas paredes.

A casa de quem cuida dos pais tem braços dos filhos pelas paredes. Nossos braços estarão espalhados, sob a forma de corrimões.

Pois envelhecer é andar de mãos dadas com os objetos, envelhecer é subir escada mesmo sem degraus.

Seremos estranhos em nossa residência. Observaremos cada detalhe com pavor e desconhecimento, com dúvida e preocupação. Seremos arquitetos, decoradores, engenheiros frustrados. Como não previmos que os pais adoecem e precisariam da gente?

Nos arrependeremos dos sofás, das estátuas e do acesso caracol, nos arrependeremos de cada obstáculo e tapete.

E feliz do filho que é pai de seu pai antes da morte, e triste do filho que aparece somente no enterro e não se despede um pouco por dia.

Meu amigo José Klein acompanhou o pai até seus derradeiros minutos.

No hospital, a enfermeira fazia a manobra da cama para a maca, buscando repor os lençóis, quando Zé gritou de sua cadeira:

— Deixa que eu ajudo.

Reuniu suas forças e pegou pela primeira vez seu pai no colo.

Colocou o rosto de seu pai contra seu peito.

Ajeitou em seus ombros o pai consumido pelo câncer: pequeno, enrugado, frágil, tremendo.

Ficou segurando um bom tempo, um tempo equivalente à sua infância, um tempo equivalente à sua adolescência, um bom tempo, um tempo interminável.

Embalou o pai de um lado para o outro.

Aninhou o pai.

Acalmou o pai.

E apenas dizia, sussurrado:

— Estou aqui, estou aqui, pai!

O que um pai quer apenas ouvir no fim de sua vida é que seu filho está ali. "

(autor desconhecido)

quarta-feira, 23 de dezembro de 2020

Miguel Torga, uma outra abordagem.



Em relação a uma publicação de minha autoria na página União Nacional.

Resposta a uns quantos pseudo-esquerdistas, que há um par de dias se indignaram e reagiram contra uma publicação de minha autoria nesta página, na qual se utilizava um texto de Miguel Torga, como tal resolvi por bem mostrar-lhes o quanto desfasados e alienados andam em relação aos grandes vultos da nossa cultura. Não será porém que, por em tempos alguns desses grandes vultos e individualidades terem terem militado ou simpatizado nas hostes da dita "esquerda", que lhes dará o direito de se apoderarem e usarem a figura dos mesmos, como se eles não tivessem mudado radicalmente de opinião, o que no caso em epígrafe, demonstra o quão honesto e consciente foi o nosso grande Miguel Torga.
Para terminar, esta é apenas mais uma razão para considerar a grande maioria dos complexados de esquerda verdadeiros empenados mentais e gente incapaz de fazer leitura diversa daquela que o partido lhes impõe, as tais "cassete", posto isto, temos pena...
Miguel Torga não pertence à "esquerda", nem à "direita", Miguel Torga pertence ao património imaterial da Nação Portuguesa.

Alexandre Sarmento




«Eleições sérias, finalmente. E foi nestes cinquenta anos de exílio na pátria a maior consolação cívica que tive. Era comovedor ver a convicção, a compostura, o aprumo, a dignidade assumida pela multidão de eleitores a caminhar para as urnas, cada qual compenetrado de ser portador de uma riqueza preciosa e vulnerável: o seu voto, a sua opinião, a sua determinação. Parecia um povo transfigurado, ao mesmo tempo consciente da transcendência do acto que ia praticar e ciente da ambiguidade circunstancial que o permitia. O que faz o aceno da liberdade, e como é angustioso o risco de a perder! Assim os nossos corifeus saibam tirar do facto as devidas conclusões. Mas duvido. Nunca aqui os dirigentes respeitaram a vontade popular, mesmo quando aparentam promovê-la. No fundo, não querem governar uma sociedade de homens livres, mas uma sociedade de cúmplices que não desminta a degradação deles.»
Coimbra, 25 de Abril de 1975



«O que são as vidas! Chegado ao termo da minha, é que vejo como gastei os anos a correr atrás de foguetes doutra romaria. O que eu me desesperei por coisas perfeitamente vãs, a energia que gastei a cumprir deveres absurdos! Escrever era fundamentalmente o que me importava. E foi à escrita que dei menos horas e as mais cansadas. A maior parte do tempo perdi-o a ser médico, chefe de família, cidadão. Um médico apenas escrupuloso, um chefe de família apenas cumpridor, um cidadão apenas honrado. Em cursivo é que punha a paixão e a esperança. Mas roubei à caneta os melhores momentos, e fiz os versos quase às escondidas, como quem pratica vícios secretos. Em vez de me entregar de corpo e alma à vocação, servi-a como Deus é servido. E agora pego-lhe com um trapo quente. Nem posso voltar atrás, nem arrepiar caminho. É tarde demais para tudo. Até para morrer.»
Coimbra, 25 de Abril 1977



«A pátria assiste pasmada, com a epiderme coberta de chavões, a esta orgia verbal, a ver cada um apenas ocupado em conferir o seu radicalismo pelo do vizinho. Quem se desvia do rigor sumário da cartilha fica logo excomungado»
«Apetece fugir, deixar de vez esta pátria que mais ninguém sabe reconhecer gramatical, cívica e humanamente...»
Miguel Torga (pensamentos decorrentes do estado da nação a seguir ao 25 de Abril)



«Há uma coisa que eu nunca poderei perdoar aos políticos: é deixarem sistematicamente sem argumentos a minha esperança»
Miguel Torga em 1985


«A liberdade é uma penosa conquista da solidão.»


«Para que uma ditadura não desse lugar a outra ditadura». Enfrentou, na altura, os intelectuais pró-comunistas que preferiam a "construção do socialismo" à edificação da democracia. «É necessário interromper, sem demora, esta corrida leviana que nos leva à perdição.»
Miguel Torga, in A Capital, a 6 de Março de 1975.


«É uma tristeza verificar que a política se faz na praça pública com demagogia e nos bastidores com maquinações.»
 Miguel Torga, in Diário (14 de Setembro de 1977).



«Miguel Torga publicou mais um belo volume, o XII, do seu Diário. Abrange ele o período precedeu e sucedeu ao 25 de Abril de 1974.
As observações e comentários que o compõem são o espelho de uma profunda decepção. Homem que sempre foi da "esquerda", da "velha esquerda", alimentou até àquela data a ilusão de que a "esquerda" continha os valores e princípios de liberdade e de individualismo que prestigiaram, justamente, a esquerda liberal do século passado. Com o 25 de Abril e o que se lhe seguiu, Miguel Torga, como muito mais gente, verificou com amargura e espanto que a "nova esquerda" ou, simplesmente, a "esquerda" nada tinha que ver com os princípios da liberdade: é uma organização de "massas" com uma doutrina totalitária, demagógica, terrivelmente estatista e censória, poderosamente controladora de toda a vida pública e privada, eleitoralmente esmagadora e profundamente injusta.»
Orlando Vitorino in "Manual de Teoria Política Aplicada"

terça-feira, 22 de dezembro de 2020

A ditadura perfeita!!!

 



A imagem pode conter: 1 pessoa, texto que diz ""A ditadura perfeita terá as aparências da democracia, uma prisão sem muros na qual os prisioneiros não sonharão sequer com a fuga. Um sistema de escravatura onde, graças ao consumo e ao divertimento, os escravos terão Aldous Huxley amor à sua escravidão""


"O que se deve antes salientar é que se houve alguma vez uma civilização de escravos em grande escala, foi exactamente a civilização moderna. Nenhuma civilização tradicional viu alguma vez massas tão numerosas serem condenadas a um trabalho obscuro, sem alma, automatizado, a uma escravatura que nem sequer tem como contrapartida a elevada estatura e a realidade tangível das figuras de senhores e de dominadores, mas que é imposta de maneira aparentemente inofensiva pela tirania do factor económico e pelas estruturas absurdas de uma sociedade mais ou menos colectivizada. E como a visão moderna da vida, no seu materialismo, retirou ao indivíduo todas as possibilidades de conferir ao seu próprio destino um elemento de transfiguração, de ver nele um sinal e um símbolo, assim a escravidão de hoje em dia é a mais tenebrosa e a mais desesperada de todas as que foram alguma vez conhecidas."

Julius Evola 

O racismo dos hipócritas!!!

 


...e o racista sou eu???

Mais uma vez vou ser politicamente incorrecto, mas como certos assuntos me causam, repulsa, revolta e mesmo nojo, note-se que sou absolutamente anti-racista e anti-xenófobo.

Não posso é pactuar com injustiças, não posso pactuar com instituições que apenas servem para se auto-promover, parasitar os dinheiros públicos, mas que no fundo apenas promovem revolta, desigualdade e fracturas na população. Estou a falar de organismos apadrinhados pelas mesmas instituições que promovem guerras, subdesenvolvimento, miséria humana e no limite milhões de mortes...

Falo instituições tais como Amnistia Internacional, SOS Racismo e outras, não passam de instituições que promovem a hipocrisia, promovem uma falsa politica de integração de minorias em sociedades funcionais...

De acordo com as notícias com as quais todos os dias somos bombardeados, eles são os pobres coitados dos ciganinhos e dos pretinhos, refugiados e quejandos, estão com dificuldades e vivem em condições degradantes, pergunto eu, e que tenho eu a haver com isso, pergunto, em que medida serei eu responsável para com essas gentes, em que contribuí para que eles estejam nessas condições?

E os portugueses, viverão num paraíso, ao que parece já somos perto de três milhões a viver abaixo do limiar da pobreza, e quem se preocupa connosco? Quantos passam fome e frio, quantos não têm condições de habitação condigna?


Não me lixem, eu trabalho todos os dias, eu cumpro as minhas obrigações, eu tenho as minhas dificuldades, eu e muitos milhões de portugueses, para ser mais concreto, temos três milhões de portugueses, note-se, três milhões de portugueses que trabalham, que contribuem, que se esforçam, que passam dificuldades, que são um exemplo, esses sim, merecedores de atenção pois são esses que sustentam o sistema, no fundo são esses o sustentáculo do sistema, melhor dizendo, os que apenas têm deveres enquanto outros apenas têm direitos, é sem duvida revoltante.

Revolta-me ir à urgência de um hospital e ter que ser relegado para segundo plano porque estão uns ciganos para ser atendidos, pergunto, desde quando raça ou etnia é condição para atendimento prioritário, desde quando a raça é condição para haver benesses, quer dizer, chegámos a um ponto que nós os verdadeiros portugueses passámos a ser portugueses de segunda, grande merda, nem na nossa terra podemos viver e ter a atenção e respeito que merecemos, e vêm falar-nos de igualdade, mera demagogia de verdadeiros vendedores da banha da cobra!!!

Como disse anteriormente, não sou de todo racista, mas há coisas que não admito, porque carga de água, quem não trabalha, quem não produz, quem vive fora da lei, quem trafica armas, drogas e vive de crimes tem direito a mais protecção por parte do sistema do que o comum cidadão, seremos nós uma cambada de bananas na mão do sistema, seremos nós apenas contribuintes sem direitos alguns, de quem é este país, quem são os nossos afinal?

Falam de exclusão, mas afinal quem é que se auto-exclui, quem é que vive à margem, quem é que se recusa a inserir-se, já pensaram?
Para mim quem não contribui de forma a poder viver numa verdadeira sociedade não deve ter os mesmos direitos do cidadão comum, se querem ser diferentes que o sejam, mas que não importunem nem conspurquem a restante sociedade, acantonem-se, vivam em reservas o vão viver para os territórios de onde são originários ou pelos quais lutaram, por mim sou português e quem vive na minha terra terá que cingir-se às minhas, às nossas regras, terá que contribuir de forma positiva terá que saber ocupar o seu lugar, terá que respeitar as regras  da nação de acolhimento, afinal, eles são apenas hóspedes...


Bem sei que há por aí uns tipos ditos de esquerda a fazer destas aberrações a sua bandeira, por sinal são os mesmos que defendem a bela merda de descolonização dos nosso territórios ultramarinos, eram territórios dos pretinhos, dizem, então agora pergunto eu, de quem é então este território, não vejo de todo a lógica, temos dois pesos e duas medidas, mudamos de atitude em função do expediente ou é apenas pura hipocrisia'

SOS racismos e outras organizações sem algum préstimo são meros tentáculos de partidos, servem agendas e organizações que se dedicam a desconstruir a sociedade, não passam de antros de parasitas, organizações que vivem de parasitismo da coisa publica, vão mas é trabalhar, promovam politicas positivas e não discriminatórias, deixem-se de merdas, esqueçam essas politicas de inserção e comuno-socialismos, esqueçam estas pseudo-tolerâncias, esqueçam esta aberração, olhem para as dificuldades de um país, olhem para as dificuldades crescentes de um povo, em suma vão mas é trabalhar como as pessoas, cambada de parasitas...

Viver em comunidade implica ter direitos, mas não se esqueçam, que para ter direitos há que cumprir com deveres, há a obrigação de cumprir regras, sem isso, desculpem meus caros, mas esqueçam a trampa da igualdade de direitos!!!


Sou português, estou na minha terra e mereço ter os cuidados e direitos para os quais trabalho e contribuo, essa é a verdade!!!
Quem se auto-exclui, siga o seu caminho, regressem aos seus países, regressem aos seus territórios, quem está mal, muda-se!

Para terminar, faço uma pergunta, se um de nós for para um território estrangeiro faz o quê, trabalha, insere-se, morre de fome ou é expulso???

Será uma pergunta pertinente, ou estarei a delirar?

Alexandre Sarmento

O princípio da União.

O principio da União...para uma grande maioria, difícil de entender!!!

Enquanto alinharmos no jogo do sistema e andarmos a discutir esquerdas e direitas, nada mudará, apenas assistiremos impotentes ao galvanizar de um sistema castrador das liberdades individuais e exponencialmente repressivo/opressivo, com o discurso demagógico de figurões destacados neste circo ao qual apelam de democracia.

Alexandre Sarmento

"Nem na direita, nem na esquerda esta o remédio, a vitoria de qualquer uma delas implica a derrota e humilhação da outra. Não pode haver vida nacional numa pátria repartida por duas metades inconciliáveis: a dos vencidos, rancorosos pela sua derrota e a dos vencedores embriagados com o seu triunfo."

Jose Antonio Primo de Rivera

domingo, 20 de dezembro de 2020

A educação por Agostinho da Silva.

 


É Realizações | Agostinho da Silva

O poder de esmagar de tal forma o que fora a Nação mais original do Ocidente e a de mais larga e profunda missão em todo o mundo [Portugal] só poderia ter sido dado à Europa por um grande acerto ou por uma grande tentação; (…) Essa tentação não podia ter deixado de ser a da eficiência, e a da eficiência vista não como serviço prestado aos outros, mas como uma afirmação da própria superioridade (…).

O golpe essencial a favor da eficiência tinha sido o de ver a sociedade como uma máquina de produção, em que cada qual tem de ocupar o seu lugar e de se desempenhar de suas tarefas com o máximo de obediência a uma organização central; para que isso se conseguisse tinham-se apurado as instituições estatais, eclesiásticas e escolares pondo-as, no máximo que era possível, ao serviço dos produtores. De todas elas, as que porventura tinham causado maior mal eram exactamente as escolares, porque a sua missão consistia em fazer durar o menos possível a criança, de modo a ter, para produzir, um maior número de adultos: é por isso que é inteiramente errado dizer-se que, na época de sua revolução industrial tinha a Inglaterra no serviço das minhas crianças de cinco anos; o que ela tinha trabalhando era uma coisa muito mais monstruosa: eram adultos de cinco anos de idade.
De então para diante em nada mais se mudou, na grande massa de educação, senão nas técnicas de fabricar adultos pelo assassínio das crianças; a humanidade de jeito ocidental pratica em grande escala o infanticídio de espírito, apenas o punindo quando é físico porque isso lhe rouba definitivamente a matéria prima do adulto. (…) diariamente as sacrificam nas nossas escolas, diariamente as crucificam, diariamente as imolam nas aras da Eficiência. (…)
Não haverá salvação para o mundo enquanto não entendermos e fizermos penetrar em nossas consciências este facto basilar, e enquanto as nossas escolas, transformando-se inteiramente, não forem, em lugar de máquinas de fabricar adultos, viveiros de conservar crianças; enquanto não forem as crianças que nos levem, não pelo caminho que uma ciência fáustica previu, mas pelo que houver, dando a mão, ao mesmo tempo, a nós e às coisas: enquanto não for o Menino Jesus nosso Deus verdadeiro. (…)
Pensam eles, os pobres, que pode jamais haver no mundo alguma forma satisfatória de governo organizado, de economia organizada ou de discurso do sobrenatural, a não ser que os pensemos sempre dentro de um mundo de adultos: fora dele, num universo de qualidades infantis, num Paraíso – e é por isso, porque os adultos aí eram crianças que não havia crianças com Adão e Eva, e só as houve depois que, para podermos comer e se vestir, principiaram eles a ser adultos, - num Paraíso, todo o governo que não for amar será absurdo, toda a economia que não for colher será absurda, toda a teologia que não for contemplar será absurda.
Agostinho da Silva
in «Um Fernando Pessoa»

O repugnante mundo novo!

  Aldous Huxley, autor de ‘Admirável Mundo Novo’, enviou carta para o aluno George Orwell após ler ‘1984’ Por Vitor Paiva Quando um autor la...