sábado, 29 de dezembro de 2018

Agenda 21, a verdade!


Lançada na ECO-92 no Rio de Janeiro em 1992, baseada numa brutal campanha mediática, como “Sustentabilidade e Desenvolvimento do Meio Ambiente” lançou-se um programa para a redução da população mundial.
Os senhores do mundo com suas estratégias diabólicas querem responsabilizar o ser humano pela destruição do planeta,dos ecossistemas e do meio ambiente.
Entre os principais objetivos deste plano implantado pela ONU, estão a abolição da propriedade privada, a destruição e reestruturação da família, limitações de mobilidade e é claro, o controle absoluto dos alimentos e da água, fazendo-nos a nós que afinal somos vítimas os culpados desta situação…
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Querem-nos submeter, sendo reduzidos a condição de escravos e é claro, quem não seguir suas directrizes será eliminado.
Estão a mudar a população para lugares e pontos específicos determinados, onde o controle será massivo, não podendo cultivar nem gerar seus próprios alimentos, lembro que já estão a proibir guardar sementes orgânicas.
Bem sabemos o que se está a passar na Europa e em África…
Sob o disfarce e o pretexto de contaminação, querem eliminar o uso de veículos particulares e pretendem que todos se movam para estas áreas activadas por eles por meio de transporte público para estas zonas que estão interligadas, curiosamente querem proibir a utilização do veículo em grupo. Estamos portanto a falar de um controle total da nossa mobilidade e subsequentemente das nossas liberdades.
Em suma, a ONU, sob o abrigo da protecção do “Meio Ambiente” e o “Espaço Sustentável” decidiu implantar uma agenda genocida e escravizante para toda a humanidade, tornando-nos culpados pela contaminação e destruição do meio ambiente, quando na verdade são eles com sua ganância sem limites que estão a destruir o planeta.
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Querem-nos reduzir de 7 mil milhões para 500 mil, assim, eles têm uma árdua tarefa pela frente para eliminar a população restante e a restante será submetida a um regime totalitário de escravidão no mais puro estilo Orwelliano.
A Agenda 21 não é ficção... nem fantasia... é o que nos espera se não abrirmos os olhos. Informe-se!
Sejam pois bem-vindos ao mundo real, ou melhor a um mundo em que somos apenas dados estatísticos e unidades produtivas, maquinas portanto, se nada fizermos no imediato em breve todo este processo será irreversível.
Chem trails, vacinas, controle da água, alimentação genéticamente modificada e tantas outras merdas que nos metem no organismo, somos hoje completamente controlados pelos interesses das grandes famílias sionistas maçónicas, a máfia que domina este mundo...
Alexandre Sarmento

quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

O outro lado da revolução da liberdade, a verdade!


«Aventuras de um CAPITÃO DE ABRIL no País da Liberdade.

Em Ago73, era eu Capitão, fui convidado a tomar parte na 1ª reunião em Évora, que foi o ponto de partida do Movimento dos Capitães... aí foi decidido apresentarmos um abaixo assinado aos Presidente da República Américo Tomás e a Marcelo Caetano, para que fossem revogados dois decretos acabados de publicar, que prejudicavam as promoções dos oficiais do Exército, em benefício dos ex milicianos, que tinham ido á Academia Militar entretanto.
Fui encarregado de recolher assinaturas em Santa Margarida, Tancos, Torres Novas, etc.... e lá andei nessa peregrinação revolucionária... recolhi muitas assinaturas e nunca fui incomodado por Pides e afins... depois assisti a todas as reuniões do dito movimento.... a coisa foi evoluindo sempre no revoga e não revoga os decretos e, em Fev74, fui para a guerra de Moçambique.

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Algures no mato, já a comandar uma companhia de Para quedistas, na Gorongosa, Vila Paiva de Andrade, no dia 25Abr74 á tarde, chega o Administrador do Posto e diz-me:-
"Snr Capitão houve uma Revolução e o General Spínola é quem manda agora no País..."
Disse-lhe que tinha uma ideia do que teria acontecido, agradeci , formei a Companhia (120 homens), informei-os da revolução e, numa exibição de puro e inocente analfabetismo político, disse aos meus homens:-
"Meus senhores, agora com o General Spínola à frente do País, vamos fazer esta guerra a sério, e acabar com isto rapidamente"
Entretanto em Portugal, a revolução seguiu o seu percurso e o que lá me chegava, às profundezas do mato, eram as apoteóticas manifestações em Lisboa e País fora, mergulhadas em abraços, beijos e lágrimas dos povinhos incensando a Liberdade, o fim do Fascismo, a Democracia.... havia cravos a rodos por todo o lado.... o povo andava nas ruas aos gritos de Viva a Liberdade em exultações de alegrias, entusiasmos e, em verdadeiras orgias e orgasmos de felicidades máximas...
Tendo sido eu sempre um aluno brilhante, passe a falta de modéstia, dei comigo absolutamente ignorante e a pensar ... mas que Liberdade é que estes gajos vitoriam, que merda é essa do fascismo e da democracia ... puro analfabetismo político, tal como a de todos os 99% dos Capitães que fizeram a revolução e que tinham, exactamente, a mesma formação académica que eu...
Perguntei a quem sabia da coisa, acerca da tal de Liberdade, e disseram-me:-
"Eh pá, é a Liberdade Política, de podermos pensar e expressar o que quisermos contra o que quer que seja, em particular as políticas... é a liberdade de podermos falar porra, sem a Pide nos prender..."
 Fiquei meio confuso, eu sempre tinha dito o que queria, nunca tinha visto a Pide a prender ninguém, antes pelo contrário lutavam connosco matos fora em defesa de Portugal... repito, eu era analfabeto político... de políticas só sabia a organização política de Portugal e de cor.
Mas enfim, eu era um Capitão ignorante, aliás éramos todos... alguns depois leram uns livros de bolso sobre essas coisas e ficaram mais espertos.. e botavam faladura como quem percebia de filosofias políticas e de ideologias, utopias e outras mitologias...
Depois fui indo revolução fora e um dia, em Moçambique, Clube de Oficiais, criticava eu ligeiramente o processo em curso, e um outro Capitão, como eu, mas de Administração, que tinha ido numa comissão do MFA a Moçambique para nos dinamizar como se dizia então, advertiu-me:-
"Tem cuidado com a língua, que tu tens uma cruz de guerra, és um criminoso de guerra, e se não te calas és saneado... seja expulso das Forças Armadas.."
Fui assim de repente, e inopinadamente, confrontado com a tal de Liberdade, que eu não sabia o que era.. pois ali estava ela, em toda a sua plenitude, a apresentar-se em termos pujantes e afirmativos... 3 semanas depois de Abril...
Aqui então fiquei mais esperto, e pensei, alto que a Liberdade de poder falar, afinal, é isto... só se pode falar o que estiver de acordo com a política em curso... e pensei, bem, isto começa a ficar pior que antes, nunca ninguém me tinha ameaçado... na Ditadura Salazarista e Marcelista, mas que puta de Liberdade é esta afinal?!
Interroguei-me... e não me encontrei respostas.

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11 Mar75..... eu estava em Moçambique, em Portugal houve um célebre incidente revolucionário, o 11Mar75, em que os paraquedistas foram ludibriados para atacaram o quartel do Ralis, com uma mentira idiota, e nesse mesmo dia, prenderam a maior parte dos meus camaradas Oficiais para quedistas, em Caxias, acusados de pensarem contra a revolução... incluindo o Exmo Coronel Rafael Durão, Cmdt do Regimento de Paraquedistas, um herói de Portugal na guerra...
E acusaram-nos também de serem contra revolucionários, e quererem reverter as fabulosas conquistas de Abril... foram presos sem mandados de prisão, e lá permaneceram cerca de um ano, enjaulados em Caxias, como criminosos comuns, sem acusação formada, sem vencimentos, sem julgamentos e depois postos nas ruas sem mais explicações... como cães... enxotados para casa... assim.. tal e qual...
Nessa noite do 11 de Março 75, o célebre MFA, Movimento das FA´s... fez uma reunião para discutir o destino dos oficiais presos e, por proposta do Coronel V. Gomes, o fuzilamento dos mesmos foi posto a votação entre os oficiais presentes da Comissão do MFA, e o resultado, a maioria, foi a favor da execução do fuzilamento.... dos seus camaradas... isto define o povo que somos, em situações desta natureza... cuidado pois...
Não houve fuzilamentos, porque o General Costa Gomes e o Capitão Vasco Lourenço sabiam que o 11Mar75 não passava duma armadilha pré planeada e política da revolução, e opuseram-se com cadeiras no ar e tudo (o Vasco..) .... foi uma marosca do PCP... com objectivo de prenderem aqueles Oficiais e alguns civis... por se oporem à descolonizção... foram mais tarde libertados depois da última descolonização., um ano depois.

Sabendo disto, pensava eu que, afinal, a Liberdade, o fim do Fascismo, a Democracia... não passavam de fantasias, palavras para enganar tolos... porque as realidades que vivia... eram exactamente as opostas daqueles chavões... e nunca tão horrorosos atentados, contra a Liberdade dos meus camaradas de armas ou outros , tinham antes sido cometidos... isto sim, foi fascismo, tirania, loucura...
Enfim, depois a coisa foi andando.... podia escrever vários livros sobre isto.... eu e todos os outros oficiais e sargentos, vivemos sempre com a espada suspensa do terror de sermos saneados.. seja, expulso das FA´s... isto, caso usássemos da Liberdade Política de Expressar (conquista de Abril), de dizer o que pensávamos de facto, e caso isso fosse entendido como contra revolucionário...
Era uma Liberdade complicada, era unilateral, apenas para os pró soviéticos e seus querubins... muitos colegas meus foram liminarmente saneados... por razões várias e até por oportunismos de terceiros, que lhes queriam as vagas para as suas promoções... capitães mais novos, mais ambiciosos, mais manipuláveis revolucionariamente... e, para o efeito, eram então acusados, pelas Comissões de Saneamento dos Oficiais e dos Sargentos, de qualquer coisa... tipo serem contra revolucionários, anti conquistas de Abril, prepotentes, ditadores, incompetentes, salazaristas, sei lá, disparates... .. um deles, meu amigo, foi saneado porque a esposa seria desonesta.. e tal o tornava indigno como oficial.. segundo afirmaram. .. e deu uma vaga de major.

 

Enfim, a coisa foi andando... a democracia consolidou-se ... os seus valores melhoraram... e entramos no Clube dos Ricos da UE e no Euro.... e esse Clube dos Ricos fez de nós gente grande, e somos agora, graças a Deus e â Liberdade, a 2ª maior Dívida Soberana da Europa, a 3ª maior do Mundo, com todos os nossos descendentes obrigados a pagarem tais dívidas, eternamente; é a herança e os custos que as liberdades lhes conquistaram...
Qual não foi o meu espanto agora, quando a 17 de Novembro de 2018 a União Europeia... aprovou uma qualquer Resolução, que diz o seguinte:-
"Criticar minimamente o Islão ou os Gays (LGBT) é crime; quem o fizer será objecto dum processo criminal e será preso... e os órgãos de comunicação social, que o fizerem, serão fechados"
Tal como no dia seguinte ao 25Abr74, quando eu não sabia de que puta de Liberdade falavam.... eu agora ainda sei menos... então a tal de Liberdade.... não era para podermos pensar e expressar livremente o que pensássemos, sobre questões políticas e correlativas, islão ou não islãos, comunistas ou não comunistas ??!!
Então eu não posso falar sequer, em termos de crítica, nas vacas sagradas da UE, que são os muçulmanos e os Gays...?! Se o fizer, sou preso?!
Continuo pois analfabeto político, não percebo a Liberdade, estou confuso e concluo que sou burro, nada a fazer... vou-me inscrever no género asinino, deixo definitivamente os humanos, muito mais evoluídos que eu; sinto dentro de mim um Burro, de acordo com as teorias do Género ou da espécie, e assumo-me como tal, saindo do armário.

José Luís da Costa Sousa.»

Deixo aqui um agradecimento ao caríssimo amigo, Comandante José Luíz da Costa Sousa pela partilha deste seu inestimável testemunho.
Parafraseando António José Saraiva,
"Os cravos que candidamente tomámos como símbolo de Primavera, esfumaram-se sobre um monte de esterco."

Alexandre Sarmento

segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

Um país à deriva!


Nem sei se se poderá chamar a isto que se nos apresenta um país, diria antes, um antro muito mal frequentado, sem homem do leme e com um povo a condizer!!!

Falência de bancos sem que haja culpabilização de algum dos administradores, claro nós pagámos o buraco, ou estamos a pagar, e como nunca me engano e raramente tenho duvidas, tal como sempre, a culpa morrerá solteira, pergunto, onde estava a entidade reguladora e fiscalizadora?
Pois, além de não regular porra nenhuma, o responsável máximo pela entidae fiscalizadora foi mesmo promovido a vice-presidente do BCE, impressionante a forma como se sancionam os incompetentes ou cumplices num verdadeiro assalto ao bolso dos portugueses.
Onde está a justiça neste país, onde está um dos pilares de uma sociedade justa e equilibrada, não sei ao certo, mas suspeito que do lado dos prevaricadores, ou seja, conivente com o crime e com os criminosos, portanto uma justiça fraca com os fortes e forte com os fracos, ou haverá melhores exemplos do que gente detida por roubar um pão para comer, enquanto os que provavelmente levaram essa pessoa a cometer esse hediondo crime, sacaram milhões e ficam impunes, triste, muito triste e revoltante esta realidade.
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Um país com centenas de milhar de pessoas a sobreviver com poucas centenas de euros por mês enquanto uma elite de políticos e gestores auferem salários e reformas milionárias ou mesmo pornográficas, será este o tal estado que tanto nos prometeram, onde estão a igualdade, a protecção social e o verdadeiro papel da figura que tem por nome Estado, uma entidade que deveria cumprir o seu papel de gestor do país, gestor da coisa pública, servidores da nação, deveria ser esse o seu papel, papel esse infelizmente invertido, pois temos hoje uma instituição que em vez de servir, serve-se do povo, cerceando-lhe os direitos, alimentando-se do pouco que ainda vamos produzindo, aliás, por completa inoperancia dos organismos estatais que deveriam pugnar pela organização da estrutura produtiva, que deveriam prever e preparar o pais e as suas gentes para eventualidades e desafios que esta sociedade moderno nos apresenta.
Temos assim uma miríade de organismos, observatórios e instituições que no papel seriam os verdadeiros defensores dos interesses da nação e do país, mas, mais uma vez e infelizmente constatamos que não passam de meros sorvedouros dos dinheiros públicos, isto, além de serem essas instituições autênticos antros onde se pavoneiam e vivem de parasitismo os boys do sistema partidário e a cambada do "avental", os tais dos cursos forjados nas universidades criadas para esse mesmo efeito, além de alimentar egos, certificam uma cambada de incompetentes e criminosos protegidos pelo sistema, uma cambada que não sabe o que é mérito e muito menos responsabilidade, temos por isso mesmo os lamentáveis exemplos de eventos sucedidos num passado recente e com umas centenas de vítimas mortais por pura incúria, por falta de preparação, desconhecimento, descoordenação ou mesmo por uma actividade criminosa, a fraude da apropriação dos dinheiros públicos que deveriam servir para proteger, zelar ou precaver situações críticas no país.
Fogos florestais em que morrem centenas de pessoas e não há responsáveis nem houve dispositivos de combate eficazes, sabendo nos hoje que nunca se gastou tanto com esses mesmos dispositivos ou instituições.
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Falta de meios ou desvio de fundos para o bolso de privados?
Basta estarmos um pouco atentos, não é preciso sermos uns expert na matéria para constatar que tudo ou quase tudo está a rebentar pelas costuras, a falta de manutenção é notável, estradas, pontes, viadutos, matas, margens dos rios, edificios do estado, equipamentos e instalações hospitalares, escolas e tantos outros exemplos. O azar e que no meio disto tudo, morre gente impunemente, vemos gente sofrer impunemente, vemos um país abandonado, vemos um povo triste e saturado de fazer tantos sacrifícios sem que veja resultado ou melhoria de condições de vida, temos hoje um grave processo de desertificação no interior, no Portugal profundo, outrora tínhamos escolas nas freguesias, hospitais concelhios, correios e serviços na próximidade das populações, hoje tudo nos foi retirado, como querem fixar gente no interior se temos toda uma população desse mesmo interior completamente abandonada e por sua própria conta?
Não esquecendo que os habitantes do Portugal profundo pagam impostos como todos os outros, mas, há um mas complicado, pagam para aquilo que não usufruem, pagam os transportes públicos, os museus, os teatros, os cinemas e uma panóplia de equipamentos dos quais nunca usufruirão, muita desta gente nem posses tem para se deslocar, para comer ou vestir-se condignamente, muitas vezes a dormir e a viver em casebres sem as condições mínimas de habitabilidade.
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Vivemos no reino da hipocrisia, vivemos num país a varias velocidades, vivemos num país assíncrono onde uma pequena elite vive de parasitismo de uma maioria pobre e abandonada, explorada e escravizada, o fruto de um logro que teve por nome revolução, mas pergunto eu, revolução de quê, revolucionaram alguma coisa por acaso, evoluíram, melhoraram, acrescentaram alguma coisa a este país ou a esta nação, claro que não, fizeram exactamente o inverso, destruíram quase tudo de positivo que se tinha feito no passado, desde equipamentos, organização e estrutura produtiva, talvez uma tentativa de apagar o nosso passado e a nossa identidade, quem sabe seja esse mesmo o objectivo, matar a nação portuguesa, apagar-nos do mapa e da história como a outrora mui nobre raça que deu novos mundos ao mundo, a verdade é que fomos donos de meio mundo, hoje infelizmente estamos reduzidos a um resquício daquilo que fomos, hoje estamos reduzidos à indigência, estamos condenados a andar com a mão esticada à espera que nos dêem uma esmola, somos hoje mais uma vez o exemplo pela negativa, lembro-me de uma entrevista de Agostinho da Silva a referir-se à triste condição de trafulhas e caloteiros da Europa no final da Primeira República, quando no estrageiro quando algo não funcionava, usavam o termo "à la portugaise" ou "portugalisé", portanto meus caros, mais uma vez estamos na mesma situação e quanto a responsabilidades apenas posso apontar as mesmas ao povo português, somos muito "poucochinhos", somos pouco bairristas, o dos outros é que é bom, estamos resignados e merdificados, absolutamente dominados pelo sistema, coniventes e participantes.
Portanto, palavras para quê, acabamos por ter aquilo que escolhemos, temos o que permitimos, pagamos hoje o preço da ignorância, do facilitismo, da preguiça, da inveja e de uma miríade de predicados aos quais me vou escusar...

É hora de reflectir, é hora de fazer um acto de contrição.


Alexandre Sarmento





domingo, 9 de dezembro de 2018

Grupo Bilderberg, quem são, quais os objectivos?


Uma pequena amostra do que na realidade se passa na esfera de poder a nivel mundial, ou seja o que esta na base da construção de um governo unico global!!!

«Na primeira reunião dos Bilderberg, os fundadores estabeleceram a sua missão e objectivos. Segundo um observador, continuaram na mesma linha: "A intenção subjacente a toda e qualquer reunião Bilderberg era criar uma "Aristocracia de finalidades" entre a Europa e os Estados Unidos, e chegar a acordo sobre questões políticas, económicas e estratégicas ao governar o mundo em conjunção. A aliança da NATO foi a base de operação e subversão crucial porque lhes dava um substrato para os seus planos de "guerra perpétua", ou pelo menos para a sua "política de "chantagem nuclear".

(...) Na sua newsletter de Outubro de 1967, Les Documents, Politiques, Diplomatiques et Financiers, o investigador político Roger Mennevée analisou a relação dos Bilderberg com De Gaulle. Começou o seu relatório com uma observação espantosa em como "todas as personalidades que se associaram ao Clube Bilderberg como, por exemplo, Georges Pompidou, Antoine Pinay e Guy Mollet, também eram os opositores mais denodados à política de Charles de Gaulle", conhecida como force de frappe. Pompidou era Primeiro-Ministro. Pinay e Mollet, ministros do governo francês.



Porquê esta aliança? Porque um dos principais objectivos do Clube era submeter a soberania das nações livres da Europa a um Governo Único Mundial britânico e americano, controlado pelos Bilderberg, mediante ameaça nuclear como aríete contra o resto do mundo pertinaz. Ora, para controlar a Europa, era vital eliminar o dissuasor nuclear francês, mesmo que esse dissuasor fosse vital para conter a ameaça nuclear soviética. Jean Lacouture, biógrafo do General de Gaulle, disse: "de Gaulle teve de marcar uma posição de força indisputável na Europa contra a orientação britânica de livre mercado para uma Nova Ordem Imperial Mundial. Por isso é que a França teve de ser um dos três pilares do mundo livre, ao contrário de uma das colunas do Templo Europeu".

Se analisarmos os pontos da ordem de trabalhos das reuniões Bilderberg desde 1954, o que mais se destaca é a tentativa de gerir e controlar diferenças de ideologia entre as aristocracias americanas e europeias, no que toca ao modo como estes dois grupos devem saquear o planeta. Por exemplo, na página sete do Relatório Geral da reunião Bilderberg de 1995, temos a "remoção de incompreensões e possíveis suspeitas entre os países da Europa Ocidental e os EUA perante perigos, que assolam o mundo".

Desde 1954, os Bilderberg têm representado a elite e a riqueza absoluta de todas as nações ocidentais - banqueiros, industriais, políticos, líderes empresariais de multinacionais, presidentes, primeiro-ministros, ministros das finanças, secretários de estado, representantes do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional, presidentes de conglomerados de comunicação social mundial, e líderes mundiais.

Em Setembro de 2005, num gesto que visava contrariar acusações de conspiração por parte do Clube Bilderberg, e que abriria um precedente, o presidente do Clube, Visconde Étienne Davignon, de setenta e três anos, deu uma entrevista a Bill Hayton da BBC. Apresentou uma finalidade mais benigna para as reuniões privadas do grupo: "Parece-me simplesmente que são pessoas influentes interessadas em falar com outras pessoas influentes, num fórum que lhes permita falar livremente e examinar as suas diferenças de opinião sem críticas e debates públicos sobre as suas opiniões". Davignon negou que os Bilderberg quisessem estabelecer uma classe dirigente global, "porque não me parece que exista tal coisa, uma classe dirigente global". Em contrapartida, alegou que: "Os negócios influenciaram a sociedade, e a política influencia a sociedade - trata-se de bom senso. Não é que os negócios contestem o direito de líderes democraticamente eleitos de liderar".

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Têm-se travado guerras pela expansão do território, mas nesta nova era de globalização, em que os negócios e a política dependem um do outro para sobreviver, domina o controlo económico. Independentemente das alegações do presidente Bilderberg, não há dúvida de que o Clube exerce controlo económico sobre o comércio mundial. O facto é que o público não tem conhecimento das suas reuniões anuais. Encontram-se em segredo para debater estratégias globais e chegar a consenso sobre um vasto leque de assuntos. Tal sigilo é suspeito, e o meu objectivo é desvendar o segredo dos Bilderberg e demonstrar como este clube privado de líderes mundiais e agências interligadas continua a tentar subjugar todas as nações livres ao seu jugo mediante leis internacionais que manipulam e ordenam às Nações Unidas que administrem.

Os Bilderberg "mandam" nos bancos centrais e estão, por conseguinte, em posição de determinar taxas de desconto, níveis de disponibilidade de dinheiro, taxas de juro, o preço do ouro, bem como quais os países que recebem empréstimos. Ao manipularem o dinheiro acima e abaixo na cadeia empresarial, os Bilderberg criam milhões de dólares para si próprios. A ideologia de dinheiro e desejo de poder impele-os.

Todos os presidentes americanos desde Eisenhower pertencem ao Clube Bilderberg, embora nem todos tenham estado pessoalmente nas reuniões, mas todos mandaram representantes. Outro membro é o agora ex-Primeiro-Ministro Tony Blair, bem como a maioria dos principais membros do governo britânico. Até o anterior e prestigiado Primeiro-Ministro canadiano, Pierre Trudeau, foi membro. Dentre os anteriores convidados do Clube Bilderberg encontram-se Alan Greenspan, antigo presidente da Reserva Federal; Hillary e Bill Clinton; John Kerry; e Melinda e Bill Gates; e Richard Perle.

Outros membros são aqueles que controlam o que vemos e lemos - barões da comunicação social como David Rockefeller, Conrad Black (o agora caído em desgraça ex-proprietário de mais de 440 publicações periódicas em todo o mundo, doJerusalém Post ao mais recente diário canadiano, The National Post), Edgar Bronfman, Rupert Murdoch e Sumner Redstone, e CEO da Viacom, conglomerado de comunicação social internacional que toca praticamente em todos os principais segmentos da indústria. Protegeram o segredo desta sociedade secreta, e pode ser por isso que o nome "Bilderberg" é novo para o leitor.

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Para onde quer que se olhe - governo, grandes empresas e qualquer outra instituição em busca de poder -, a chave de controlo é o segredo. Reuniões como, por exemplo, da Organização de Cooperação e de Desenvolvimento Económico (OCDE), G8, Organização Mundial do Comércio, Fórum Económico Mundial, Bancos Centrais, Conselho de Ministros da União Europeia e Comissão Europeia, cimeiras da UE, gabinetes de governo, inúmeros grupos de reflexão, etc., são sempre conduzidas à porta fechada. A única razão possível para isso é que "eles" não querem que nós saibamos de que falam. A desculpa esfarrapada para encobrir as coisas - "não é do interesse público" - significa na verdade que não é do interesse das instituições no poder que o público saiba o que debatem e decidem.

Além desta relutância comum em revelar os trâmites das reuniões, o princípio do segredo estende-se aos fóruns e às reuniões propriamente ditas; ou seja, e regra geral, nem sequer sabemos que as ditas reuniões se realizam, quanto mais o que se planeia e discute nelas. "Há o Fórum Económico Mundial em Davos em Janeiro/Fevereiro, as reuniões Bilderberg e G8 em Abril/Maio, e a conferência anual do Fundo Monetário Internacional/Banco Mundial em Setembro. Surge uma espécie de consenso internacional que se passa de uma reunião a outra, mas não há ninguém a conduzi-lo. Este consenso torna-se no pano de fundo para os comunicados económicos do G8; passa a ser o que condiciona o Fundo Monetário Internacional quando este impõe um programa de ajuste à Argentina, e redunda naquilo que o Presidente americano propõe ao Congresso".

Segundo o projecto de documento Bilderberg de 1989, a primeira reunião "nasceu da preocupação, expressa por muitos cidadãos de topo em ambos os lados do Atlântico, de que a Europa Ocidental e a América do Norte não trabalhavam tão estreitamente quanto deveriam, em matérias de importância vital. Sentia-se que a existência de debates regulares e oficiosos ajudaria a criar um entendimento melhor das forças complexas e principais tendências que afectam as nações ocidentais no difícil período do pós-guerra".

Lord Rothschild e Laurance Rockefeller, membros fulcrais de duas das mais poderosas famílias do mundo, escolheram a dedo 100 pessoas da elite mundial para o objectivo secreto de regionalizar a Europa, segundo Giovanni Agnelli, falecido presidente da Fiat, que também disse: "A integração europeia é a nossa meta, e onde os políticos falharam, nós industriais contamos triunfar".

"Aqui não se faz política; são tudo conversas, algumas banais e vulgares", disse Will Hutton, editor londrino do Observer, que participou na reunião Bilderberg de 1997. "Mas o consenso alcançado é o cenário em que se faz política no mundo inteiro".

Segundo o fundador, Príncipe Bernardo da Holanda, citado na biografia autorizada de Alden Hatch, cada participante Bilderberg é "magicamente despojado do seu cargo" quando entra numa reunião, e torna-se "um simples cidadão do seu país durante toda a conferência". O Príncipe Bernardo, que faleceu em 2004, era pai da Rainha Beatriz da Holanda e amigo íntimo e colega do Príncipe Filipe da Grã-Bretanha. "Quando estes representantes do establishment ocidental saem de uma reunião Bilderberg", disse ele, "levam o consenso do Clube com eles". Os energéticos debates Bilderberg destinam-se a edificar a união por resolução das diferenças, e como tal certamente que têm influência nos participantes".

Deveras, desde o momento em que a Conferência Bilderberg é encerrada, o que parece acontecer - "quase por acaso" - é que o consenso a que se chegou em diversas áreas de discussão na reunião anual Bilderberg é denodadamente fomentado por esses interesses políticos e comerciais todo-poderosos, pela imprensa instituída, enquanto se tornam política comum para as forças internacionais governantes de sensibilidades aparentemente diferentes».

Daniel Estulin («Toda a Verdade sobre o Clube Bilderberg»).

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«O Bilderberg Group, também conhecido como Bilderbergconferentie ou Clube de Bilderberg (BG). Pertenciam ao CFR os elementos do núcleo que criou o BG por meio do jesuíta Joseph Retinger, nascido em Cracóvia em 1887 numa família de origem judaico-austríaca. Grau 33 na maçonaria sueca, assumiu a secretaria permanente do BG até à sua morte, em 1960. O nome deste grupo provém do Hotel Bilderberg, situado na localidade holandesa de Oosterbeek, local da sua assembleia constitutiva em Maio de 1954 sob a presidência do príncipe consorte Bernard de Lippe, também mação. É um grupo "privado", que assenta no talento pessoal, no dinheiro individual e familiar e na discrição ou, se se preferir, no segredo. O financiamento do BG está a cargo do grupo Rockefeller, da casa Rothschild, dos bancos Dillon Read, Warburg e Lehman e de duas instituições muito ligadas ao mundialismo: o Fundo Monetário Internacional e o Banco Mundial. A abastada família sueca Wallenberg tem financiado, até agora, as suas reuniões. Uma das suas filhas é a mulher de Kofi Annan, que foi membro do BG antes de ser secretário-geral da ONU.

Como aponta Martín Lorenzo em El Nuevo Orden Mundial, até 1976, o Bilderberg Group foi presidido pelo príncipe Bernard da Holanda. Os laços da casa real holandesa (titular de uma das maiores fortunas do planeta) com a alta finança são velhos e bem conhecidos, pelo que se torna desnecessário detalhá-los aqui. Por causa do escândalo suscitado pelos subornos da companhia Lockheed, em que se viu envolvido como principal implicado, o príncipe Bernard deixou a presidência do grupo, tendo sido substituído por Douglas Home, ministro dos Negócios Estrangeiros britânico, que permaneceu no cargo até 1980. A Home sucedeu Walter Scheel, ministro dos Negócios Estrangeiros e, posteriormente, Presidente da República Federal Alemã, que assumiu a chefia até 1985, ano em que foi substituído pelo britânico Eric Roll, presidente do grupo bancário S. G. Warburg. Este último, em 1989, deu lugar ao actual presidente Peter Rupert, mais conhecido como Lord Carrington, ex-secretário-geral da NATO, ex-ministro de vários Governos britânicos e membro destacado da Fabian Society e do Royal Institute on International Affairs.

Entre os mais destacados membros da secção europeia do Bilderberg Group, é habitual a pertença simultânea à Comissão Trilateral, pertença que se estende ao Conselho de Relações Exteriores no caso dos membros mais destacados da secção norte-americana do grupo. Destes últimos poderia fazer-se uma breve relação de nomes que militam nos três organismos, como David Rockefeller, George Bush, Zbigniew Brzezinski, Robert McNamara, Henry Kissinger, Caspar Weinberger, Bill Clinton – todos eles dispensando apresentações -, George Ball, associado do banco Lehman Brothers, Cyrus Sulzberger, editorialista do New York Times, e Heddy Donovan, redactor-chefe da revista Time.

O Bilderberg Group está estruturado em três círculos concêntricos:

1. Em primeiro lugar, o círculo mais reduzido, decisivo e interno, o mais fechado de todos. Chama-se Bilderberg Advisory Committee ("comité consultivo"). O seu secretário-geral para os Estados Unidos é David Rockefeller; os membros pertencem todos ao CFR e, ao mesmo tempo, ao círculo seguinte. Serão todos mações?

2. Um círculo mais amplo, mas interno, o Steering Committee ("comité de direcção"), composto por 24 europeus e 15 americanos (Estados Unidos). Os 15 americanos pertencem quase todos ao CFR e todos são membros permanentes, e não meros convidados para uma ou mais assembleias.

3. O círculo mais exterior e numeroso. É composto por convidados ocasionais e por filiados permanentes. Segundo Lesta-Pedrero, reúnem-se geralmente cerca de 120 pessoas. Cerca de 70% são membros fixos ou permanentes, os restantes 30% são convidados circunstanciais. Todos são cidadãos prestigiados e influentes, com ou sem actividade oficial nos Governos dos respectivos países. Uma vez por ano, durante quatro dias, expõem de maneira informal os seus pontos de vista sobre os assuntos económicos e políticos internacionais para, com a sua experiência pessoal, chegarem a um entendimento acerca desses problemas e das suas implicações. Embora tratando-se de uma reunião (Conferentie) em que, segundo se diz, não se tomam decisões nem se publicam conclusões, as discussões influenciam tomadas de posição posteriores. De resto, consta que foram tomadas decisões importantes, como por exemplo em relação à Guerra das Malvinas, ao estabelecimento de relações com a China por parte de Nixon, à autorização para a Rússia bombardear a Chechénia, à formação de um Estado albanês independente e ao desmembramento da Jugoslávia (com a entrega da sua província mais setentrional à Hungria).

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(…) A escolha dos convidados costuma fazer-se em Março. O comité directivo indica a data do encontro quatro meses antes da sua realização. O nome e a morada do hotel onde irá realizar-se a reunião só são comunicados uma semana antes. Os debates e conclusões são mantidos em rigoroso segredo. Surpreendentemente, os meios de comunicação não parecem interessar-se pelas assembleias do BG. A título de exemplo, nos arquivos do jornal El País desde a sua criação, em 1976, a palavra "Bilderberg" aparece escrita apenas 11 vezes neste diário "independente", uma num título e duas num subtítulo em 1977. Nos últimos 17 anos (1989, realização da reunião do BG em La Toja, Espanha) figura uma única vez e isto apesar do Juan Luis Celebrián, conselheiro delegado do grupo Prisa, ser membro assíduo do BG desde 2001. Os mesmos que não deixam os "famosos" do mundo cor-de-rosa dar um passo em sossego não se atrevem a incomodar de modo algum as personagens mais influentes da política, da banca e do comércio mundiais. Ninguém arrisca publicar o programa, as informações e os resultados das suas reuniões. O juramento de confidencialidade absoluta é feito pelos participantes e pelos jornalistas. Os directores dos principais jornais, bem como das mais influentes cadeias de rádio e televisão, são simultaneamente profissionais do jornalismo e convidados. A revista norte-americana The Spotlight é a excepção permanente nesta questão. Um ou mais dos seus enviados conseguiram infiltrar-se nas diferentes reuniões anuais do BG. Por ser considerada um perigo para a globalização, o Governo conseguiu que ela fosse encerrada por meio de um processo judicial. Mas ressurgiu com um novo nome, expressivo das suas intenções de liberdade: American Free Press. Graças às suas informações, sabe-se que os objectivos do BG convergem no enfraquecimento progressivo das soberanias nacionais e na sua transferência para as instituições de índole oligárquica e supranacional. 

O interesse dos meios concentra-se na lista de participantes. Os convidados assistem sozinhos (sem mulheres/maridos, amantes, etc.). Os guarda-costas vigiam mas nunca entram na sala da conferência e comem num local separado. O BG é "uma sala secreta, satélite do CFR. Nada sabemos sobre os critérios utilizados para o recrutamento e o convite dos membros, que dizem que não assistem às reuniões a título privado, mas sim em virtude dos seus altos cargos… O BG, tal como a sua matriz, o CFR, é uma promoção maçónica" (R. de la Cierva, op. cit., p. 618). É verdade, embora digam que "assistem na qualidade de cidadãos privados e não como representantes oficiais" (D. Estulin, op. cit., p. 33).

Filipe González foi convidado para a reunião realizada em 1976 em Torquay, na Inglaterra, mas declinou o convite. Assistiu Manuel Fraga Iribarne. O novo PSOE, que conseguiu afastar o tradicional – o do exílio -, encabeçado pelo mação Rodolfo Llopis, não estava preparado para uma tão chamativa saída da clandestinidade fora de Espanha. Na reunião, realizada em Palma de Maiorca em Setembro de 1975, dois meses antes da morte de Franco, foram abordados três assuntos. Um deles foi "a necessidade de contar em Espanha com um grupo de Homens Novos capazes de assegurar a substituição do franquismo sem traumatismos". Abria-se o caminho a Felipe González, Adolfo Suárez e suas equipas. "Partido Socialista: o Partido da Maçonaria" é o título de um dos capítulos da obra citada de Manuel Bonilla Sauras. Assim foi e assim continua a ser. Na mesa redonda sobre a maçonaria na Universidade Ceu-San Pablo (Novembro de 2005), Ricardo de la Cierva respondeu a uma pergunta reconhecendo que, durante a Segunda República, não houve nenhum mação nos partidos de direita (CEDA de Gil Robles). Mas o mesmo não se pode afirmar acerca do actual Partido Popular.

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Segundo parece, dos participantes ocasionais – alguns por apenas uma vez -, 30% são convidados porque, atendendo às circunstâncias sociopolíticas e económicas mundiais, servem os interesses dos círculos mais restritos e dos membros permanentes. O convite pressupõe uma excelente promoção dos convidados ocasionais. Deram-se "coincidências" curiosas. Bill Clinton, Tony Blair, George Robertson, Romano Prodi e Loyola de Palacios foram convidados pela primeira vez em 1991, 1993, 1998, 1999 e 2005, respectivamente. Presidente dos Estados Unidos, presidente do Partido Trabalhista e nas eleições seguintes (1997) primeiro-ministro, secretário-geral da NATO e presidente da Comissão Europeia, membro do European Advisory Council de Rothschild, o banco comprovadamente mais influente da Europa. A irmã de Loyola de Palacios, Ana Palacio, ocuparia o cargo de vice-presidente do Banco Mundial». 

Manuel Guerra («A Trama Maçónica»).

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«O principal medo do Clube Bilderberg é a resistência organizada. Os membros não querem que o povo descubra o que estão a arquitectar para o futuro do mundo; principalmente, um Governo Mundial Único (Empresa Mundial), com um único mercado global, policiado por um único exército mundial, e financeiramente regulado por um único "Banco Mundial" mediante moeda global única.

Segue-se uma lista das intenções dos Bilderberg para alcançarem a sua visão de Um Só Mundo. Querem eles:

Uma Identidade Internacional. Ao dar poder a organismos internacionais para destruírem completamente toda a identidade nacional mediante subversão a partir de dentro, eles tencionam estabelecer um único conjunto de valores universais. Não poderá haver outros no futuro.

Controlo Centralizado do Povo. Mediante controlo da mente, eles tencionam ordenar a toda a humanidade que obedeça à sua vontade. O plano encontra-se descrito de modo arrepiante no livro Between Two Ages: America's Role in the Technotronic Era, de Zbigniew Brzezinski. Doutorado em Harvard em 1953 e fundador da Comissão Trilateral controlada por Rockefeller, Brzezinski tem um currículo impressionante. Foi National Security Advisor Board de Ronald Reagan, e co-presidente da National Security Task Force de George H.W. Bush em 1988. Além disso, é sócio de Henry Kissinger e conhecido pelas apresentações que faz em várias conferências Bilderberg. Na Nova Ordem Mundial, não prevê lugar para qualquer classe média, apenas governantes e servos.

Sociedade Crescimento Zero. Num período pós-industrial, será necessário crescimento zero para destruir quaisquer vestígios de prosperidade. Quando há prosperidade, há progresso. A prosperidade e o progresso impossibilitam a implementação da repressão, e é preciso repressão quando se espera dividir a sociedade em donos e escravos. O final da prosperidade trará o final da produção de energia eléctrica nuclear e de toda a industrialização (excepto para as indústrias informática e de serviços). As restantes indústrias canadianas e americanas serão exportadas para países pobres como, por exemplo, Bolívia, Peru, Equador, Nicarágua, onde o trabalho escravo é barato. Um dos principais objectivos da NAFTA será então concretizado.

Estado de Desequilíbrio Perpétuo. Ao orquestrarem artificialmente crises que sujeitam as pessoas a dificuldades contínuas - física, mental e emocionalmente -, é possível mantê-las num estado de desequilíbrio perpétuo. Demasiado cansadas e perturbadas para decidirem do seu destino, as populações ficarão confusas e desmoralizadas, a ponto de "confrontadas com demasiadas escolhas, [redundarem] numa apatia em massa".

Controlo Centralizado de Toda a Educação. Uma das razões para a União Europeia, a "União Americana" e a futura União Asiática procurarem mais controlo sobre a educação em geral traduz-se em deixar os globalistas do Único Mundo esterilizarem o verdadeiro passado do mundo. Os esforços deles estão a dar frutos "fantásticos". A juventude de hoje é praticamente ignorante quanto às lições da história, liberdades individuais e o significado da liberdade. Da perspectiva dos globalistas, este estado de coisas simplifica o programa.

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Controlo Centralizado de Todas as Políticas Externas e Internas. O que os Estados Unidos fazem afecta o mundo inteiro. (...) O Canadá, porquanto pareça reter soberania, marcha segundo as exigências dos EUA. A Europa, claro, agora é influenciada pelo consenso da União Europeia.

Poder para a ONU. Com a estrutura que as Nações Unidas já têm implementada, eles tencionam moldá-la num governo mundial de jure, e depois de facto, e cobrar um imposto directo aos "cidadãos do mundo".

Bloco de Comércio Ocidental. Ao expandir a NAFTA por todo o Hemisfério Ocidental e até à América do Sul, formar-se-á uma "União Americana", semelhante à União Europeia.

Expansão da NATO. À medida que a ONU intervém globalmente em mais pontos de conflito, como acontece no Afeganistão agora, a NATO torna-se no exército mundial das Nações Unidas.

Um Sistema Jurídico. O Tribunal Internacional de Justiça será o único sistema jurídico do mundo.

Um Estado Providência Socialista. Os Bilderberg prevêem um estado providência socialista, em que os escravos obedientes serão recompensados e os inconformistas isolados para extermínio.

O Clube Bilderberg tem o poder e a influência de impor as suas políticas a qualquer nação do mundo. Já vimos aonde chegam os seus tentáculos - tentando controlar o Presidente dos EUA, o Primeiro-ministro do Canadá, todos os principais orgãos de comunicação social no mundo livre, todos os políticos e banqueiros mais importantes, bem como todos os banqueiros centrais em cada grande país do mundo, a Reserva Federal dos EUA, e como tal esse dinheiro, o FMI, o Banco Mundial, e até a ONU».

Daniel Estulin («Toda a Verdade sobre o Clube Bilderberg»).

terça-feira, 4 de dezembro de 2018

Até quando ocultar do povo português a razão deste atentado?


Um país de mistérios em que muita coisa está ainda por explicar, ora vamos lá falar de um caso em particular, um caso cuja resolução muito teria contribuído para a derrocada do sistema cleptocrático, se não todo o sistema pelo menos teria trazido uma brisa de honestidade ao sistema desmontando pelo menos uma parte do circo em que se tornou a política neste pequeno rectângulo.
Refiro-me a um caso em particular, a morte de Amaro da Costa e Sá Carneiro, sim a morte destas duas individualidades, não é que seja grande admirador da figura de Sá Carneiro, pois não teve tempo de mostrar as suas virtudes, mas pela linha seguida pelos seus comparsas da ala liberal, fica-me no mínimo a suspeita que seria apenas mais um igual a tantos outros que navegam actualmente nas águas turvas da política, mas adiante...
Quanto a Amaro da Costa é do domínio público que tinha nas mãos dois processos,um o da passagem das armas para o Irão, outro o do "fundo do ultramar", um fundo milionário do qual pouco se sabe, sabe-se sim que estamos a falar de muitos milhões de contos, a quem serviram esses milhões?
Alguém se perguntou pelo que e quem esteve realmente por trás deste lamentável acontecimento?, quais os autores?, quem beneficiou?
Porquê sermos nós a fazer o trabalho sujo dos EUA, porquê serem eles a fornecer as armas ao Irão, quando tinham um embargo em curso, porquê sermos nós a servir de testas de ferro, que beneficiámos com essa situação, ou melhor, quem se beneficiou com essa situação?
Creio não ser muito difícil chegar a uma conclusão, afinal quando todos comem da mesma gamela é sempre mais fácil eliminar o delator, creio não estar muito longe da verdade, com uma cajadada mataram dois coelhos, abafaram o processo do Fundo do Ultramar e ao mesmo tempo calaram a opinião publica mundial, deixando perdurar o politicamente correcto ao ocultar a passagem por Portugal das armas para o Irão!!!

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Uma outra questão está por explicar, o que foi feito das testemunhas, o que lhes aconteceu?
Como é do domínio, senão público, pelo menos de alguns mais informados, muitas casas de alto luxo foram compradas e construídas na zona de Sintra sem haver investigação à origem do capital que permitiu a sua aquisição, por que terá sido essa a forma de actuar da justiça ou das autoridades, furtando-se ao seu dever, quem protegiam, e porquê?
Por que razão tanto secretismo sobre o dito fundo?
Por que razão os governantes nos anos que sucederam o acidente não aprofundaram a questão?
Por que razão, desde os presidentes da republica, até aos chefes de governo ou da magistratura nunca pugnaram por trazer a verdade à luz do dia?
Só me ocorre uma situação, um pensamento, este regime já nasceu inquinado, um regime que mais não é do que uma farsa em que apenas se governa o país com o objectivo de depauperação do povo bem como o assalto legalmente autorizado à coisa publica.
Este regime de democracia só tem mesmo o nome, e mesmo esse está completamente deturpado se tomarmos como exemplo este mesmo país, onde tudo de positivo foi arrumado na gaveta ou então então definitivamente enterrado, o regime do mal, o regime em que perdemos tudo, desde os territórios ultramarinos, a nossa soberania, a nossa autonomia financeira, a nossa paz no seio das nossas famílias e sobretudo a esperança no futuro, um país em que a juventude vive apenas o dia de hoje pois o amanhã está completamente envolto numa nublina indissipável, uma juventude apática e pouco ou nada interventiva, lamento mas este é o retrato que faço da situação actual.
Para quando a reposição da verdade e da justiça neste país?, enquanto o não fizermos, nada feito, nunca se conseguirá construir um Portugal novo sem os erros do passado serem esmiuçados ou resolvidos, urge trazer à luz do dia a verdade,enquanto o não fizermos, nada feito!!!

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Como vemos, temos um verdadeiro terrorismo contra a verdade, fazemos o jeito à cambada sionista a quem a corja que nos governa há 44 anos se vendeu, lamentável e vergonhoso a ocultação da verdade, vivemos uma mentira, obrigaram-nos a engolir uma mentira acerca do passado recente deste país, fomos traídos pela cambada que se beneficiou com o negócio da traição ao povo português, essa é a mais pura das verdades.
Pensem nisto.
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Alexandre Sarmento

sábado, 1 de dezembro de 2018

Figuras imortais e únicas!


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Os meus "Mestres", dois "Monstros", dois super-humanos, dois seres perfeitamente fora do estalão, um must, outra dimensão!!!
Dois grandes seres humanos cada um com características únicas, inimitáveis, exemplares sem par, figuras sem par, pena nos dias de hoje não termos sequer uma aproximação a seres com esta forma de ser, estar e que tanto nos deram nas mais variadas áreas, fomos grandes porque tivemos homens grandes, hoje estamos reduzidos em muitos aspectos, especialmente a nível intelectual, urge surgirem de novo figuras que se destaquem de alguma forma e pela positiva.
Lamento dizê-lo, mas figuras desta craveira, nunca mais, foram exemplares únicos e infelizmente esquecidos, triste atitude a deste povo que venera a mediocridade e a ignorância...
Aqui fica a minha singela homenagem a dois homens de uma simplicidade e humildade brutais, gente sem peneiras, sem vaidades, sem preconceito, verdadeiros seres humanos completos, com corpo e alma...
...e que alma!!!
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Obrigado aos dois por terem existido, Prof.Doutor António de Oliveira Salazar e o meu querido mestre George Agostinho Baptista da Silva.
Descansem em paz os seus corpos terrenos...pois as suas almas são eternas...

«As Pátrias só morrem quando querem morrer ou quando o seu escol, por erro, por negligência ou por cobardia, não está à altura das suas responsabilidades».

Alexandre Sarmento

O repugnante mundo novo!

  Aldous Huxley, autor de ‘Admirável Mundo Novo’, enviou carta para o aluno George Orwell após ler ‘1984’ Por Vitor Paiva Quando um autor la...