quinta-feira, 27 de fevereiro de 2020

A verdade da mentira!!!



Afirmou Chris Gupta:

"A constituição de uma «Democracia Representativa» "consiste na fundação e financiamento pela elite do poder de dois partidos políticos que surgem aos olhos do eleitorado como antagónicos, mas que, de facto, constituem um partido único. O objectivo é fornecer aos eleitores a ilusão de liberdade de escolha política e serenar possíveis sentimentos de revolta..."


...agradar a gregos e a troianos, é disso que se trata!!!

O povo é sereno, e manso!!!


Alexandre Sarmento


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quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

Do "orgulhosamente sós" ao "democraticamente lixados"



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Do "orgulhosamente sós" ao "democraticamente lixados", evidentemente, lixados com efe!!!

Outrora fizemos frente ao mundo, a um mundo cego de paixões baixas, despertado pela ideia do assalto que julgou fácil, enlouquecido pela ambição da rapina e do domínio ou estupidificado pela ignorância do que somos, do que valemos e do que queremos.


Depois fomos nós, o mesmo povo de outrora "democraticamente unido", a permitir que esse mundo cego pela cobiça dos bens alheios, pelo domínio e pelo controle total, entrasse em nossa casa e se servisse, levando tudo, as jóias, o território, os nossos irmãos, a nossa identidade e até a nossa dignidade, e nós,  sempre, quase 50 anos depois, a assistir impávida e serenamente, tanto tempo depois, ainda continuamos embriagados com o perfume dos cravos da democracia.


Na verdade só houve um período ou um interregno nos últimos dois séculos, em que nos pudemos sentir orgulhosos daquilo que fomos e somos, infelizmente esse tempo já não volta, e a esse tempo dizem alguns iluminados, fomos atrasados e vimos o nosso povo ser explorado e maltratado, a esse tempo uns clamam com saudade, outros com ressentimento, com o ódio dos ignorantes, e sem sequer saberem o porquê, esse foi o tempo do salazarismo!!!

Nesse tempo podíamos ter o orgulho de termos um império, de termos mostrado ao mundo que era possível ter uma Nação em territórios espalhados pelo mundo, um Nação multi-étnica, uma Nação multi-religiosa, uma Nação multi-cultural, e exactamente por termos conseguido provar que seria possível uma aproximação à sociedade perfeita, onde cada qual tinha a sua quota parte de responsabilidade e de liberdade, os donos do mundo assim não o entenderam, e vimos a vil traição dos outrora nossos aliados e companheiros de armas, assim assistimos à morte daquilo que tanto custou a construir, com sangue, suor e lágrimas, assistimos à morte do nosso Portugal, e ao mesmo tempo feriram de morte a Nação Portuguesa.
Fomos vitimas da inveja e da cobiça dos nossos inimigos, alguns deles nossos parceiros durante séculos, e pior, fomos culpados porque o permitimos, somos culpados pela covardia, pela conivência, pela apatia com a qual assistimos a todo este processo, e por este andar, num futuro próximo, este ainda jardim à beira mar plantado deixará de ser a nossa Pátria, a nossa casa.

Só que desta vez, já não temos as caravelas e já não há mais mundo para descobrir, seremos nós os escravos na nossa própria terra.

Desculpem o desabafo, mas pelo que vejo, este povo não passa de um reles resquício daquilo que foi outrora, quiçá, os bons, os verdadeiros portugueses, tenham mesmo partido nas caravelas...

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«— (...) Uma civilização que renuncia à possibilidade de recorrer à violência nos seus pensamentos e acções destrói-se a si mesma. Transforma-se num rebanho de carneiros a degolar pelo primeiro que passe. O mesmo acontece com os homens.»
Arturo Pérez-Reverte

Alexandre Sarmento

Eutanásia, ou no futuro, o fim do prazo de Validade!!!

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Se tivéssemos uma sociedade mais consciente e menos normativas, menos leis, teríamos sem duvida uma sociedade muito mais justa, humana e funcional!!!

...e neste caso, deveria haver liberdade, cada indivíduo deveria ter o poder de decidir sobre o seu futuro, neste caso a morte, e desde que não envolvesse fisicamente nesse processo, terceiros, pois é ingrato da forma como está a ser posta a questão para aqueles que ministram cuidados de saúde.


Ressalvando ainda, alguns poucos casos, em que um ser humano objecto de eutanásia seja portador de enfermidade mental, permanente ou temporária, nesse caso sem capacidade intelectual para tomar uma decisão desta responsabilidade, pois é incapaz de medir as consequências e decidir por si próprio, e por isso mesmo deverá ser impedido, neste caso legalmente de tomar esta decisão que é, permanente e irreversível, só se morre uma vez.

Nenhum ser humano deveria ter poder para decidir se o seu próximo deve morrer, mas, é claro que o sistema pugna por razões as quais bem sabemos, pretende reduzir drasticamente os custos com todos aqueles que já não são capazes de produzir e de contribuir, o grande problema neste caso será o abrir de um precedente, deixando a particularidade neste caso das enfermidade e passar a ser o modus operandi de forma geral, assim uma coisa estilo fim do prazo de validade.

A verdade que muitos teimam em não ver, é que, o sistema pretende impor quotas, pretende diminuir a população do planeta de forma drástica e vale-se de tudo aquilo que tem ao seu alcance, juntando a isto os já conhecidos acéfalos, os tais ditos vanguardistas, os inteligentes, ou para ser verdadeiro, um bando de suicidas, inconscientes e inconsequentes.
Infelizmente temos uma sociedade ausente, isenta de valores e desprovida de sentimentos, meramente materialista, que neste momento olha para este assunto por uma óptica meramente economicista, e quando as coisas assim acontecem, os legisladores e os políticos tiram vantagem, legislam de forma arbitrária ou fazem verdadeiras campanhas de formatação da opinião pública com um fim que não será difícil de adivinhar...

Também não devemos reduzir este assunto a uma questão religiosa ou política, creio nem ser sequer ser assunto para debate publico neste momento, pois, da forma que vemos mediatizar este assunto, e quando sabemos ter um povo ignorante, imbecilizado e conformado com tudo aquilo que outros decidem por si, o tal risco da representatividade por parte de gente sem escrúpulos e sem princípios!

Bom seria um despertar da sociedade para estas assuntos, assuntos complexos e muito do foro pessoal, individual, pois, não se trata aqui de maiorias ou minorias, trata-se de consciência individual e colectiva, trata-se de um assunto que mexe e muito com as liberdades individuais e com valores que deveriam ser intocáveis e imutáveis, um deles o conceito de família, afinal somos seres humanos, não somos meros objectos descartáveis.

Portanto, temos exactamente o fruto daquilo que semeámos, deve ser isto a tal democracia, a ditadura do número, e sem dúvida que a grande maioria é formada por imbecis, e corremos o risco de nos submeter à vontade daqueles que nem sequer têm noção dos assuntos em que decidem ou opinam!!!

Alexandre Sarmento

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020

Envelhecimento, ou morte assistida de uma Nação?

Estamos a morrer.

As razões para o nosso envelhecimento e no limite, as razões do nosso desaparecimento como Nação, como povo, como clã, como tribo e como família.


Viveremos nós mais felizes do que outrora?


Viveremos nós melhor do que outrora?


Viveremos mais confortáveis do que outrora?


Vivemos para quê afinal, qual o sentido da vida actualmente?


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Uma das questões na ordem do dia é a do decrescimento demográfico e do envelhecimento da população nacional, juntando a esses dois factores a desertificação do interior, do Portugal profundo.

Na minha óptica, são problemas que vêm de longa data, dizem os estupidamente inteligentes que é fruto de políticas erradas e do atraso do país no Estado Novo, erros de Salazar e dos seus colaboradores.
Dizem eles que, tudo se deve ao baixo nível de escolaridade, da problemática do não trabalho fora de casa das nossas mulheres, da política de família do regime de então, do atraso estrutural, da falta de cuidados de saúde e mais alguns factores como descreverei adiante.
Só para relembrar aos mais esquecidos, pergunto, em alguma fase da nossa história houve maior convergência em termos de desenvolvimento humano com os países mais desenvolvidos, do que no tempo que mediou desde o fim da Primeira Republica até uma coisa a que deram o nome de Revolução dos Cravos?
Quando foram construídas as escolas primárias que hoje vemos a servir de equipamentos sociais com outros fins e outras votadas ao abandono?
Quando foram construídos os ainda hoje hospitais de referência, por exemplo, o Hospital de Santa Maria em Lisboa, ou o Hospital de São João no Porto?
Quando se construíram as pequenas unidades de saúde em todos os concelhos deste país, quando se construíram as instalações de apoio a mães solteiras, orfãos, infantários e outras tais como as maternidades?
Pergunto, no contexto da época estaríamos assim tão atrasados em relação aos outros países?
O que se fez no pós 25 de Abril tendendo a contribuir para a normalidade em termos de crescimento demográfico?
Falam de baixos salários, de condições de vida primárias e indignas, pergunto, se assim era, hoje, 45 anos volvidos o que mudou então para melhor, a meu ver, nada, absolutamente nada, o Estado investiu milhares de milhões pretensamente para melhorar os serviços e as condições de vida e subsistência das populações, mas, há um grande problema, todos esses milhões foram utilizados, onde e como?
Pois, dizem, reitero, dizem que montaram o Sistema Nacional de Saúde, mas montaram mesmo, ou não passou de uma brutal campanha de propaganda socialista apenas com o fim de justificar o valente rombo, ou roubo e o assalto aos cofres públicos, abrindo dessa forma a porta para que a máfia do sistema, vulgo cambada maçónica e seus acólitos se beneficiassem do brutal esforço financeiro dos contribuintes para os cofres do Estado? 
Foi sem dúvida isso, mais uma golpada do gang do avental, mais um golpe da cambada dita democrática e democrata, os amigos do povo, ou, a meu ver, os verdadeiros amigos do alheio, os criminosos de colarinho branco que se apoderaram do controle do país, os senhores, ou os vigaristas que desenharam uma Constituição e um Código Penal por medida, para dessa forma ficarem imunes e impunes pelos crimes por eles mesmos perpetrados e pelos seus cúmplices na actividade criminosa de gestão danosa e apropriação indevida de bens e equipamentos pertencentes à Nação!

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Passando adiante, afinal qual a razão para os portugueses terem deixado de ter filhos, qual a razão para que os portugueses tenham abandonado o interior do país, qual a razão de terem desaparecido as famílias numerosas?


Como é óbvio, a primeira razão é de cariz monetário, a verdade é que hoje ganhamos menos do que há 45 ou 50 anos, a carga fiscal é exorbitante, é um verdadeiro saque, trabalhamos, não para viver condignamente com um pouco de conforto, mas sim, para sustentar uma brutal máquina fiscal, somando a isso as brutais assimetrias dentro do território e entre os salários dos mais variados sectores, ou seja, temos os sectores das massas, dos sobreviventes, daqueles que vivem no limiar ou abaixo do limiar da pobreza e os sectores dos tecnocratas, burocratas, políticos e demais parasitas sociais, esses extremamente organizados e com as suas ordens e associações bem representadas por parte daqueles que ocupam hoje os corredores do poder, os boys do sistema!!!


Na prática sucede que, os salários não acompanham nem acompanharam o desenvolvimento da economia desde a tal dita de Revolução, pois em vez de convergirmos com outros países, vamos ficando cada vez mais um exemplo de regressão em termos sócio-económicos a todos os níveis, ou seja, estamos cada vez mais pobres e em contrapartida, temos uma pequena elite de cada vez mais ricos, se isto é democracia, se isto é a tal, liberdade, igualdade e fraternidade, sinceramente, só se for mesmo a de um sistema comuno-socialista ou no limite a de um verdadeiro sistema capitalista, o que no fundo vai dar ao mesmo, pois bem sabemos que num sistema socialista quem detém o poder, detém o capital, e num sistema capitalista, quem detém o capital, detém o poder, portanto creio ser uma boa altura para rever aquilo que tínhamos como conceitos, pois como e muito bem disse Salazar num dos seus discursos...


"Não há regimes eternos, não há regimes perfeitos, não há regimes universais. Não há regimes eternos mas há regimes estáveis e instáveis; não há regimes perfeitos mas há-os que servem e os que desservem as Nações; não há regimes universais, mas há os que consideram e outros que desconhecem a particularidade das circunstâncias e a universalidade do factor humano".


Mas isto acontecia antigamente, quando tínhamos governantes e uma nação valente, quando cada um sabia o lugar que lhe cabia na sociedade, quando havia controle, havia vontade e havia espírito de sacrifício, hoje, o que acontece, é que nos tornámos um feudo de interesses obscuros, somos alimento para os senhores do capital e servimos os lacaios, vulgo governantes que por sinal, inconscientemente vamos elegendo!!!


Se contextualizarmos, notaremos que houve uma efectiva regressão nos serviços prestados pelo estado à nação, seja em termos de cuidados de saúde, educação ou apoios sociais, este ultimo ponto, tem contornos bastante caricatos, pois, e mais uma vez vou colocar o dedo na ferida, bem sabemos que há todo o tipo de apoios para as minorias étnicas, particularmente para aqueles de etnia cigana, apoios de todo o género, que vão desde a habitação, cuidados de saúde, educação e a já, mais do que revoltante protecção ou o fechar de olhos por parte da justiça.


Pergunto, por alma de quem terão estes indivíduos direitos aos quais os "portugueses" não têm acesso, estranho, serão os direitos diferenciados consoante a origem ou cor da pele?

Já vimos que o problema do decrescimento demográfico se deve principalmente a questões monetárias, mas algo não bate certo, criaram-se condições para migrantes, os tais ditos, refugiados, que, como bem sabemos, são prioritários em termos de apoios sociais e bem estar, eu pergunto, porque não criar então condições para que os casais portugueses possam ter filhos, ou será que, se os portugueses tivessem acesso às subvenções, aos subsídios e outras mordomias que são dadas a ciganos, refugiados e outras espécies de parasitas da coisa pública, não procriariam?
Não voltaríamos a ter famílias numerosas como outrora?

Não se trata de uma questão cultural, trata-se sim de uma questão de sobrevivência, trata-se de uma situação completamente lógica, se temos uma sociedade em que o custo de vida é altíssimo, ao nível do dos povos mais ricos, e os salários ou rendimentos são dos mais baixos da Europa, como pretender que os portugueses tenham famílias numerosas e contribuam para o crescimento demográfico, como?

Como podemos constatar, o salário médio dos portugueses está a anos luz dos salários dos deputados ou governantes, saberão os nossos políticos, ou terão a real noção das dificuldades das famílias para sobreviver com os parcos rendimentos do trabalho que actualmente auferem? 

Há um par de anos um destacado político e sindicalista afirmou que o salário mínimo neste país, olhando para o crescimento económico e para o desenvolvimento do país, o valor do salário deveria estar acima dos 1200 euros, bem sabemos que o custo de vida subiu para um patamar consentâneo com um rendimento dessa monta, mas também sabemos que o tal salário mínimo ronda metade do valor que seria expectável, portanto, há por aqui uma falha, de quê, e de quem, e porquê?


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Os portugueses têm que suportar despesas infinitas, habitação, saúde, educação, transportes, alimentação, água, luz, rendas e impostos com o seus parcos rendimentos, muito acima das suas capacidades, somos uns ginastas, pois conseguimos esticar os salários e para o rendimento que auferimos ainda conseguimos viver com um mínimo de dignidade, à custa de enorme contenção e sacrifícios, bem o sentimos na pele, e porquê ser desta forma, eu respondo, fazendo uma questão, porque razão não se importam os nossos governantes com a morte anunciada de uma nação, a sua escravatura ou a perda da sua identidade?


Bem sei que há situações que não se mudam por decreto, nem de uma dia para o outro, mas também sei que há quase cinco décadas, não existem neste país políticas de apoio à natalidade, falta de cuidados de saúde, o encerramento de maternidades, posso dizer que este povo está abandonado à sua sorte, um povo que tem pela frente um custo de vida altíssimo e ao mesmo tempo os salários mais baixos da Europa, ou seja, somos cidadãos europeus enquanto contribuintes e somos cidadãos do terceiro ou quarto mundo em termos de direitos, e continuamos a assistir sem contestação à retirada dos parcos direitos que ainda nos assistem, falam-nos do atraso de antigamente, falam de uma agricultura de subsistência, falam de famílias numerosas a viver sem condições de conforto à luz dos padrões de hoje, mas na verdade havia espírito de família, havia entreajuda, havia uma sociedade funcional e desprovida do materialismo e consumismo exacerbado a que hoje assistimos, éramos muito mais felizes com muito menos, essa é a verdade.


Hoje falam de muitos factores, impõem-nos regras e mais regras, uniformizaram-nos e retiraram-nos a identidade, perdemos a noção de família, clã ou tribo, individualizaram-nos e tornaram-nos desprovidos de sentimentos, outrora houve um rumo, houve o culto da família, e hoje?

Hoje cultivamos estupidamente materialismo, o culto do conforto e do bem estar imediato, esquecendo o futuro, esquecendo que se não nos multiplicarmos iremos num futuro próximo sofrer na pele, ainda na nossa geração, pois se não tivermos gente que nos substitua no trabalho, que substitua o nosso espaço como mão de obra, não haverá quem contribua na hora em que deixemos de ser produtivos, na altura da nossa reforma, na altura de nossa velhice.

Talvez seja por isso mesmo que, os iluminados, os nossos governantes se debrucem tanto sobre o tema da eutanásia, ou seja, a promoção da nossa morte assim que deixemos de ter forças para trabalhar, ou para ser mais objectivo, para quando deixarmos de contribuir com impostos para a manutenção do sistema, somos descartados, pois seremos ou já somos olhados pelos governantes como um fardo, como despesa, como algo sem préstimo.

O que estamos a ver num futuro próximo, ao o permitirmos, é passarmos a ter prazo de validade, tal como um mercadoria, esquecendo o tal factor humano.

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Dizem os entendidos, os inteligentes do sistema que estamos neste processo de decrescimento demográfico porque evoluímos, porque a vida moderna não instiga a que os casais se reproduzam, porque as mulheres hoje trabalham e são mais cultas, mas, pergunto, que raio de argumentação é esta, como assim?

Então vão dizer-me que os outros países desenvolvidos estão também em processo de regressão demográfica, pura mentira, dizer que nós estamos a avançar em termos de desenvolvimento humano e a regredir em número e os outros evoluem em termos demográficos, algo não bate certo! 
Sabendo nós que, estamos a um passo de ser os campeões no envelhecimento da população, portanto, não adianta ir buscar justificações sem nexo, sem fundamento, absolutamente descabidas e hipócritas, pois, em duas frases defino aquilo a que hoje assistimos, ou temos governantes incompetentes, que os temos, não tenho a mínima duvida, ou estamos a ser vítimas de um programa de extermínio programado, da morte anunciada de uma nação, por parte de quem e porque razão, também não será difícil desvendar quem está por trás de tudo isto!

Portanto, não é uma questão espontânea, é mesmo parte de um plano, a mestiçagem, um assassinato de um povo, de uma identidade e de uma cultura, é disso que se trata, mais uma vez vou mencionar o Plano Kalergi, por sinal seguido à risca pelos nossos governantes, pois bem sabemos que hoje nada mais importa do que cumprir integralmente os ditames dos donos do mundo, resumindo, deixámos de ser pessoas, seres humanos, e passámos a ser números e dados estatísticos, fomos uniformizados, manipulados, e induzidos numa sensação de felicidade virtual, cumprimos agendas, e perdemos todos os nossos direitos liberdades e garantias,...


Não nos proibiram de ter bebés, mas retiraram-nos as condições para os termos, retiraram-nos a vontade de os termos, temos hoje uma série de gadgets para nos entreter e muitos de nós têm como companhia e como família um animal de estimação, e no futuro pelo que posso constatar, veremos humanos a viver maritalmente com esses mesmos animais, o sistema está a tratar de nos levar nessa direcção, portanto, se isto é a evolução da humanidade, estaremos sem duvida à beira do apocalipse, deixámos de ser homens e mulheres e passámos a bestas, animais, mas, com a agravante que até os nossos instintos básicos foram absolutamente corrompidos, hoje a noção de casal, condição sine qua non para a procriação deixou de existir, e, creio, num futuro não muito distante, deixaremos de ter os caracteres que nos definem como homens, ou mulheres, dizem que é isto um grande passo para a humanidade, eu eu digo, não é um grande passo para a humanidade, é o caminho para o controle demográfico, só restarão no planeta os seres humanos necessários para servir uma pequena elite, é disto que se trata, acordem, reflictam, busquem a verdade e tomem medidas, desliguem do sistema, tentem reaver a auto-suficiência e a capacidade de auto-critica e de raciocinar individualmente.


Alexandre Sarmento





O Elogio da Ignorância.

«Infelizmente, não há fome de saber como há fome de alimentos, e ao contrário do esfomeado que até ao último alento ainda procura a nutrição...