sábado, 18 de abril de 2026

25 de Abril, a farsa, a traição, o golpe de estado!!!

 



“O 25 DE ABRIL E A HISTÓRIA”
(António José Saraiva, Diário de Notícias, 26 de Janeiro de 1979)
“Se alguém quisesse acusar OS PORTUGUESES de cobardes, destituídos de DIGNIDADE ou de qualquer forma de brio, de inconscientes e de RUFIAS, encontraria um bom argumento nos acontecimentos desencadeados pelo 25 de Abril.
Na perspectiva de então havia dois problemas principais a resolver com urgência. Eram eles a DESCOLONIZAÇÃO e a LIQUIDAÇÃO DO ANTIGO REGIME.
Quanto à descolonização havia trunfos para a realizar em boa ordem e com a vantagem para ambas as partes: o exército português não fora batido em campo de batalha; não havia ódio generalizado das populações nativas contra os colonos; os chefes dos movimentos de guerrilha eram em grande parte homens de cultura portuguesa; havia uma doutrina, a exposta no livro Portugal e o Futuro do general Spínola, que tivera a aceitação nacional, e poderia servir de ponto de partida para uma base maleável de negociações. As possibilidades eram ou um acordo entre as duas partes, ou, no caso de este não se concretizar, uma retirada em boa ordem, isto é, escalonada e honrosa.
Todavia, o acordo não se realizou, e retirada não houve, mas sim uma debandada em pânico, um salve-se-quem-puder. Os militares portugueses, sem nenhum motivo para isso, fugiram como pardais, largando armas e calçado, ABANDONANDO OS PORTUGUESES E AFRICANOS que confiavam neles. FOI A MAIOR VERGONHA DE QUE HÁ MEMÓRIA DESDE ALCÁCER QUIBIR. Pelo que agora se conhece, este comportamento inesquecível e inqualificável deve-se a duas causas. Uma foi que O PCP, INFILTRADO NO EXÉRCITO, NÃO ESTAVA INTERESSADO NUM ACORDO NEM NUMA RETIRADA EM ORDEM, MAS NUM COLAPSO IMEDIATO QUE FIZESSE CAIR ESTA PARTE DE ÁFRICA NA ZONA SOVIÉTICA.
O essencial era não dar tempo de resposta às potências ocidentais. De facto, o que aconteceu nas antigas colónias portuguesas insere-se na estratégia africana da URSS, como os acontecimentos subsequentes vieram mostrar. Outra causa foi a desintegração da hierarquia militar a que a insurreição dos capitães deu início e que o MFA explorou ao máximo, quer por cálculo partidário, quer por demagogia, para recrutar adeptos no interior das Forças Armadas. Era natural que os capitães quisessem voltar depressa para casa. Os agentes do MFA exploraram e deram cobertura ideológica a esse instinto das tropas, justificaram honrosamente a cobardia que se lhe seguiu. Um bando de lebres espantadas recebeu o nome respeitável de «revolucionários». E nisso foram ajudados por homens políticos altamente responsáveis, que lançaram palavras de ordem de capitulação e desmobilização num momento em que era indispensável manter a coesão e o moral do exército para que a retirada em ordem ou o acordo fossem possíveis. A operação militar mais difícil é a retirada; exige em grau elevadíssimo o moral da tropa. Neste caso a tropa foi atraiçoada pelo seu próprio comando e por um certo número de políticos inconscientes ou fanáticos, e em qualquer caso destituídos de sentimento nacional. Não é ao soldadinho que se deve imputar esta fuga vergonhosa, mas dos que desorganizaram conscientemente a cadeia de comando, aos que lançaram palavras de ordem que nas circunstâncias do momento eram puramente criminosas.
Isto quanto à descolonização, que na realidade não houve. O outro problema era da liquidação do regime deposto. Os políticos aceitaram e aplaudiram a insurreição dos capitães, que vinha derrubar um governo, que segundo eles, era um pântano de corrupção e que se mantinha graças ao terror policial: impunha-se, portanto, fazer o seu julgamento, determinar as responsabilidades, discriminar entre o são e o podre, para que a nação pudesse começar uma vida nova. Julgamento dentro das normas justas, segundo um critério rigoroso e valores definidos.
Quanto aos escândalos da corrupção, de que tanto se falava, o julgamento simplesmente não foi feito. O povo português ficou sem saber se as acusações que se faziam nos comícios e nos jornais correspondiam a factos ou eram simplesmente atoardas. O princípio da corrupção não foi responsavelmente denunciado, nem na consciência pública se instituiu o seu repúdio. Não admira por isso que alguns homens políticos se sentissem encorajados a seguir pelo mesmo caminho, como se a corrupção impune tivesse tido a consagração oficial. Em qualquer caso já hoje não é possível fazer a condenação dos escândalos do antigo regime, porque outras talvez piores os vieram desculpar.
Quanto ao terror policial, estabeleceu-se uma confusão total.
Durante longos meses, esperou-se uma lei que permitisse levar a tribunal a PIDE-DGS. Ela chegou, enfim, quando uma parte dos eventuais acusados tinha desaparecido e estabelecia um número surpreendentemente longo de atenuantes, que se aplicavam praticamente a todos os casos. A maior parte dos julgados saiu em liberdade. O público não chegou a saber, claramente, as responsabilidades que cabiam a cada um. Nem os acusadores ficaram livres da suspeita de conluio com os acusados, antes e depois do 25 de Abril.
Havia, também, um malefício imputado ao antigo regímen, que era o dos crimes de guerra, cometidos nas operações militares do Ultramar. Sobre isto lançou--se um véu de esquecimento. As Forças Armadas Portuguesas foram alvo de suspeitas que ninguém quis esclarecer e que, por isso, se transformaram em pensamentos recalcados. Em resumo, não se fez a liquidação do antigo regímen, como não se fez a descolonização. Uns homens substituíram outros, quando os homens não substituíram os mesmos; a um regímen monopartidário substituiu-se um regímen pluripartidário. Mas não se estabeleceu uma fronteira entre o passado e o presente. Os nossos homens públicos contentaram-se com uma figura de retórica: «a longa noite fascista». Com estes começos e fundamentos, falta ao regime que nasceu do 25 de Abril um mínimo de credibilidade moral. A cobardia, a traição, a irresponsabilidade, a confusão, foram as taras que presidiram ao seu parto e, com esses fundamentos, nada é possível edificar. O actual estado de coisas, em Portugal, nasceu podre nas suas raízes. Herdou todos os podres da anterior; mais a vergonha da deserção. E com este começo tudo foi possível depois, como num exército em debandada: vieram as passagens administrativas, sob capa de democratização do ensino; vieram «saneamentos» oportunistas e iníquos, a substituir o julgamento das responsabilidades; vieram os bandos militares, resultado da traição do comando, no campo das operações; vieram os contrabandistas e os falsificadores de moeda em lugares de confiança política ou administrativa; veio o compadrio quase declarado, nos partidos e no Governo; veio o controlo da Imprensa e da Radiotelevisão, pelo Governo e pêlos partidos, depois de se ter declarado a abolição da censura; veio a impossibilidade de se distinguir o interesse geral dos interesses dos grupos de pressão, chamados partidos, a impossibilidade de esclarecer um critério que joeirasse os patriotas e os oportunistas, a verdade e a mentira; veio o considerar-se o endividamento como um meio honesto de viver. Os cravos do 25 de Abril, que muitos, candidamente, tomaram por símbolo de uma Primavera, fanaram-se sobre um monte de esterco.
Ao contrário das esperanças de alguns, não se começou vida nova, mas rasgou-se um véu que encubra uma realidade insuportável. Para começar, escreveu-se na nossa história uma página ignominiosa de cobardia e irresponsabilidade, página que, se não for resgatada, anula, por si só todo o heroísmo e altura moral que possa ter havido noutros momentos da nossa história e que nos classifica como um bando de rufias indignos do nome de nação. Está escrita e não pode ser arrancada do livro. É preciso lê-la com lágrimas de raiva e tirar dela as conclusões, por mais que nos custe. Começa por aí o nosso resgate. Portugal está hipotecado por esse débito moral, enquanto não demonstrar que não é aquilo que o 25 de Abril revelou. As nossas dificuldades presentes, que vão agravar-se no futuro próximo, merecemo-las, moralmente Mas elas são uma prova e uma oportunidade. Se formos capazes do sacrifício necessário para as superar, então poderemos considerar-nos desipotecados e dignos do nome de povo livre e de nação independente.”
ANTÓNIO JOSÉ SARAIVA
(Leiria, 31.12.1917 - Lisboa, 17.3.1993)

sexta-feira, 17 de abril de 2026

Salazar, o Homem.

 





"Se servistes à pátria, que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis, ela o que costuma."

Palavras que se aplicam na integra a Salazar, um homem do povo, um homem que nasceu no seio de uma família humilde, um homem sem vaidades que nunca esqueceu os seus pares, um grande ser humano, deu a sua vida a este país , viveu para a Nação, arrisco mesmo dizer, foi um pai da Nação...

"Ditosa Patria que tais filhos teve..."

Camões

«Devo à Providência a graça de ser pobre: sem bens que valham, por muito pouco estou preso à roda da fortuna nem falta me fizeram nunca lugares rendosos, riquezas, ostentações. E para ganhar, na modéstia a que me habituei e em que posso viver, o pão de cada dia, não tenho de enredar-me na trama dos negócios ou em comprometedoras solidariedades. Sou um homem independente.
Nunca tive os olhos postos em clientelas políticas nem procurei formar partido que me apoiasse mas em paga do seu apoio me definisse a orientação e os limites da acção governativa. Nunca lisonjeei os homens ou as massas, diante de quem tantos se curvam no Mundo de hoje, em subserviências que são uma hipocrisia ou uma abjecção. Se lhes defendo tenazmente os interesses, se me ocupo das reivindicações dos humildes, é pelo mérito próprio e imposição da minha consciência de governante, não por ligações partidárias ou compromissos eleitorais que me estorvem. Sou, tanto quanto se pode ser, um homem livre.
Jamais empreguei o insulto ou a agressão de modo que homens dignos se considerassem impossibilitados de colaborar. No exame dos tristes períodos que nos antecederam esforcei-me sempre por demonstrar como de pouco valiam as qualidades dos homens contra a força implacável dos erros que se viam obrigados a servir. E não é minha a culpa se, passados vinte anos de uma experiência luminosa, eles próprios continuam a apresentar-se como inteiramente responsáveis do anterior descalabro, visto teimarem em proclamar a bondade dos princípios e a sua correcta aplicação à Nação Portuguesa. Fui humano.
Penso ter ganho, graças a um trabalho sério, os meus graus académicos e o direito a desempenhar as minhas funções universitárias. Obrigado a perder o contacto com as ciências que cultivava, mas não com os métodos de trabalho, posso dizer que as reencontrei sob o ângulo da sua aplicação prática; e, folheando menos os livros, esforcei-me em anos de estudo, de meditação, de acção intensa, por compreender melhor os homens e a vida. Pude esclarecer-me.
Não tenho ambições. Não desejo subir mais alto e entendo que no momento oportuno deve outrem vir ocupar o meu lugar, para oferecer ao serviço da Nação maior capacidade de trabalho, rasgar novos horizontes e experimentar novas ideias ou métodos. Não posso envaidecer-me, pois que não realizei tudo o que desejava; mas realizei o suficiente para não se poder dizer que falhei na minha missão. Não sinto por isso a amargura dos que merecida ou imerecidamente não viram coroados os seus esforços e maldizem dos homens e da sorte. Nem sequer me lembro de ter recebido ofensas que em desagravo me induzam a ser menos justo ou imparcial. Pelo contrário: neste país, onde tão ligeiramente se apreciam e depreciam os homens públicos, gozo do raro privilégio do respeito geral. Pude servir.
Conheci Chefes de Estado e Príncipes e Reis e ouvi discretear homens eminentes de muitas nações, ideologias e feições diversas sobre as preocupações de governo, os problemas do Mundo ou as dificuldades dos negócios. Pude comparar.
E assim, sem ambições, sem ódios, sem parcialidades, na pura serenidade do espírito que procura a verdade e da consciência que busca o caminho da justiça, eu entendo que posso trazer ao debate um depoimento.»

António de Oliveira Salazar in «Discursos e Notas Políticas».

Na foto a campa do grande tirano e ditador, o "fachista"...
A simplicidade e a humildade, mesmo depois da sua morte, nem poderia ser de outra forma.

Requiescat in pace...

Alexandre Sarmento

O assustador fantasma de Salazar

 





O fantasma de Salazar.

52 anos depois do 25 de Abril e 58 anos depois da queda da cadeira, ainda insistem em denegrir a figura de Salazar!!!
Salazar que foi exemplar, como estadista, como gestor, como politico, como ser humano, um ser imaculado ao qual a corja, afim de desviar a atenção, continua a assacar as culpas que nunca teve, desde assassino, de atrasar o pais, de manter o povo analfabeto e com fome, de promover a miséria e a repressão!
Salazar nunca foi nem será um fantasma certo é que desde o 25 de Abril que o regime em vigor tentou fazer e com sucesso, pelo menos até hoje, diabolizar a figura de Salazar. Desgraçadamente muitos houve que ao abraçarem a versão/aversão comuno-socialista à própria existência de Portugal (tudo pelo Partido nada contra o Partido) tornaram-se cúmplices numa paródia que só não tem piada porque tem conseguido afastar de Portugal e dos portugueses o seu líder mais inteligente e sério, o pai da Nação.
Qualquer país tem interesse em aproveitar erros e virtudes do passado, Portugal não o faz, nem fez por mero seguidismo e racismo políticos, pois há que branquear este regime manchando tudo aquilo que desmonte a farsa abrileira-grandoleira, neste caso o período em que este pais mais cresceu a todos os níveis nos últimos dois séculos.
Salazar foi o responsável por trazer Portugal ao século XX, mitigando um atraso estrutural de dois séculos, essa é a verdade que ninguém pode negar, pois nem a monarquia constitucional, nem a Primeira Republica tiveram capacidade nem vontade de o fazer!!!
Salazar não ressuscitou mas ainda assim causa angústia a muitos social-parasitas ou parasitas sociais que por aí andam!!!
...não ressuscitou, mas seria muito bom que ressuscitasse!!!

Viva Salazar.

Viva Portugal.

A bem da Nação.

Alexandre Sarmento 


Salazar e a farsa dos partidos políticos.

 



O sistema partidário e a sua inoperância vista por Salazar, por
sinal partilho integralmente do seu pensamento, basta olhar o
mal que a partidocracia fez a este país, o clientelismo e a
corrupção instaladas e os danos causados à nação.
Claro que estamos a falar de uma máfia que dá pelo nome de
maçonaria...

«... Em numerosos países, e em Portugal sem dúvida, a noção, o espírito, a finalidade dos partidos corromperam-se e as agremiações partidárias converteram-se em clientelas, sucessiva ou conjuntamente alimentadas pelo Tesouro. Findo o período romântico, ou até antes disso, que se segue às revoluções ditas liberais do começo do século XIX e em que os debates parlamentares revelavam com erudição e eloquência preferência pelas grandes aspirações nacionais, a realização partidarista começou a envilecer-se. Duvido se alguma vez representou o que se esperava; desde os meados do século passado até 1926 - em monarquia e em república - a vida partidária tem seus altos e baixos mas deixa de corresponder aos interesses políticos e distancia-se cada vez mais do interesse nacional. A fusão ou desagregação de partidos, as combinações políticas são fruto de conflitos e de paixões, compromissos entre facções concorrentes, mas nada têm que ver com o País e os seus problemas.

Aqui e além tenta-se regulamentar, moralizar, constitucionalizar a vida partidária. Tudo embalde. Um partido, vários partidos dispõem do poder - são governo; mas não se encontra, como poderia supor-se, relação concreta nem entre os actos de governo e os programas partidários nem entre os programas e as exigências da Nação. Nós chegámos aos últimos extremos na república parlamentar com 52 governos em menos de 16 anos de regime.

A única conclusão possível é que a fórmula partidária faliu e de tal modo que apregoá-la como solução para o problema político português não oferece o mínimo de base experimental que permita admiti-la à discussão. Mas pode ir-se mais longe e invocar para contra-prova a experiência de mais de vinte anos de política sem partidos, de política nacional simplesmente.

O espírito de partido corrompe ou desvirtua o poder, deforma a visão dos problemas de governo, sacrifica a ordem natural das soluções, sobrepõe-se ao interesse nacional, dificulta, se não impede completamente, a utilização dos valores nacionais para o bem comum. Este aspecto é para mim dos mais graves».

Oliveira Salazar («O Meu Depoimento», Discurso de S. Ex.ª o Presidente do Conselho, na Sessão Inaugural da II Conferência da União Nacional, no Porto, em 7 de Janeiro de 1949). 

quinta-feira, 16 de abril de 2026

Salazar e os Fascistas

 





SALAZAR E OS FASCISTAS
Alguns jovens excessivamente entusiastas
É já mais que sabido que Galvão, Humberto Delgado e Rolão Preto foram simpatizantes do fascismo e fervorosos admiradores do III Reich.
O que se não lhes pode levar a mal, na medida em que admiravam o valor da vigorosa defesa contra a ameaça soviética que o Eixo protagonizou. Mas não foram moderados..
Em Fevº. 1938 Salazar recebe Henri Massis com quem troca impressões e fundamenta assim a doutrina do verdadeiro nacionalismo:
«Porque o nacionalismo não é uma vontade desregrada de poder, é sim pelo contrário, a vontade de manter e de desenvolver numa nação o que é necessário à sua vida habitual, à sua vida comum»
E refere as críticas de que é alvo, por parte de alguns jovens excessivamente entusiastas:
« Eles queriam viver uma vida intensa e frenética.
As demonstrações grandiosas e tumultuosas, o estilo de Hitler e de Mussolini, fascinam-lhes a imaginação.
Desejam que eu os inflame com uma espécie de ódio secreto, que os conduza furiosamente contra os inimigos!
Não é esse o meu objectivo; apenas desejo normalizar a nação»

Pedro Torres de Castro

quarta-feira, 15 de abril de 2026

Os portugueses não mereceram Salazar.

 



Este país é uma autentica anedota!

Salazar podia ter mau feitio, podia ser, sovina, ditador, autoritário, teimoso... mas nunca se ouviu dizer que tivesse ficado milionário à custa do povo e do governo, o que não é o caso dos nossos governantes no pós 25 de Abril!!!
Afinal, a fome continua, a miséria continua, o povo continua amordaçado e os "grandes" continuam ditadores, mas camuflados!

Salazar foi Presidente do Conselho(Primeiro Ministro) durante quarenta anos e morreu pobre, facto.

Salazar ajudou a construir os Estados Angolanos e Moçambicanos, tornando-os os mais prósperos de África até 1974, facto.

Salazar manteve a nossa neutralidade na Segunda Grande Guerra, se assim não fosse, hoje Portugal muito provavelmente seria apenas uma região de um qualquer outro estado, facto.

Salazar selou um bom contrato com o estado da África do Sul e os Mineiros Moçambicanos, acumulou ouro no Banco de Portugal, facto.

Salazar montou um paradigma administrativo indispensável para administrar o Império, facto.

Salazar trouxe Portugal ao século XX, colmatando um atraso estrutural de dois séculos, facto.

Mas afinal, porque é que os democratas se preocupam tanto com as evocações a Salazar?

Salazar, infelizmente não vai ressuscitar, mas os ditos "democratas", mal se fala o seu nome até tremem, porque será, o que receiam?

Evoquemos pois Salazar em termos históricos, ou a Juventude irá aos poucos constatar por si própria o Portugal que os pais receberam e o Portugal que agora lhes deixamos.

Enfim quando a ignorância impera, a maledicência é palavra de ordem, e se seguem religiosamente as cartilhas dos partidos políticos, pouco, ou nada há a esperar...

A verdade é que Salazar deixou obra, e que obra!!!

Salazar poderia ter sido mau, muito mau, mas, a verdade é que, até hoje, ninguém deu provas de ser e fazer melhor!!!

Alexandre Sarmento

Inconseguimentos da cambada de Abril!!!

 


«(...) A aranha tece a teia
Tudo era contestado, tudo devia mudar. A febre partidária tinha-se instalado na vida nacional. Organizações como a CIC, LUAR, CBS, LCI, URML, lançavam a mais completa desordem e anarquia nas instituições. A 23 de Maio anunciaram um comício para o dia seguinte e uma manifestação para o dia 25 a fim de afirmarem que o único caminho para impedir a restauração do fascismo era liquidar imediatamente a criminosa guerra de agressão nas colónias.
Mas não eram só os grupelhos que, logo após o 25 de Abril, começaram a fervilhar por todo o lado que condenavam a guerra no Ultramar. Ao lado deles alinhavam igualmente os futuros senhores do poder, a classe política civil mais proeminente, constituída em grande parte por exilados, fugitivos, desertores e oportunistas, que não perdiam o ensejo para se pronunciarem contra a "aviltante", criminosa, opressora, desonrosa, cruel, despótica, desumana" e outros epítetos com que qualificavam aquilo que chamavam de "guerra colonial". No fundo, apenas pretendiam autopromover-se, explorando em proveito próprio algum cansaço e insatisfação pelo arrastar de uma guerra de cuja justeza a maioria dos portugueses não tinha dúvidas. Foi uma desenfreada corrida para a conquista do poder ou simplesmente a busca duma notoriedade que nunca tinham conseguido por outros meios, pelo seu valor, pelo seu saber e, muito menos, pelo seu patriotismo. Importa referir que entre os militares, mesmo os "abrilistas" não se ouviram vozes de condenação da guerra onde participaram, mas tão só a necessidade de se encontrar uma solução política para o problema que ameaçava eternizar-se, pela inexistência duma estratégia global a nível nacional que ninguém teve a coragem de definir [???]. Cada qual fazia a sua política regional, segundo as suas convicções pessoais sem estar minimamente inserida em objectivos estratégicos claros dentro do todo nacional. "Ia-se fazendo a guerra" ao sabor e vontade de cada um, dentro de todo um conjunto de carências e insuficiências que com determinação e grande empenhamento se procuravam ultrapassar com grandes custos mas também com patriotismo. Conhecia a guerra por dentro e por fora. Desde o seu início até ao seu termo embora num único teatro de operações: o de Angola. Hoje, quando este país e o seu povo continuam passando os piores momentos de toda a sua existência, interrogo-me de quem é a responsabilidade? Para uns, aqueles que Camões referiu ao dizer: entre os portugueses, traidores também os houve algumas vezes, a responsabilidade continua a caber aos protagonistas do fascismo e da ditadura, à escumalha da PIDE, aos exploradores monopolistas, aos cabecilhas da União Nacional e a todos os que contribuíram para a manutenção de Salazar no poder. Para outros, eventualmente mais esclarecidos e bem informados, terá sido somente a grande riqueza daquela terra e toda a apetência que provocava nos mais poderosos. Para a grande maioria, apenas interessava sobreviver ao vendaval. Ontem, a luta desenvolveu-se entre os dois "grandes jogadores" dentro dos princípios da estratégia indirecta. Hoje, com o declínio dum deles, a luta desenrola-se entre o petróleo e os diamantes, sacrificando mais uma vez o povo angolano. Salazar, com a sua grande capacidade de análise, quando lhe comunicaram que tinham sido descobertas, em Angola, grandes jazidas de petróleo, terá afirmado "mais uma desgraça se vai abater sobre essa boa gente".
Mas nada disto importava à nova classe dirigente do País no pós-25 de Abril, quando defendiam a imediata e total independência para as colónias, quando sabiam ou deviam saber que estavam colaborando num projecto da entrega da tutela daqueles territórios a um dos jogadores que tinha perdido no terreno, no confronto armado com os portugueses.
Iniciava-se uma página nova da história naquela terra africana, desconhecendo-se quase tudo, mas não restando grandes dúvidas quanto aos seus promotores, uns operando nos bastidores, outros por ambição ou simples protagonismo e, ainda alguns, tão-somente instrumentalizados ou usados (tinham a oportunidade de se tornarem importantes).
Naquela altura só importava gerar a confusão, a anarquia, a agitação que absorvia a atenção dos principais responsáveis pelo poder, eliminando os que tentassem opor-se à nova ordem, deixando assim o terreno livre para que uns tantos, bem poucos, pudessem levar a efeito um dos principais objectivos do 25 de Abril: entregar os novos países, resultantes da independência das províncias ultramarinas, aos senhores do Kremlin».
General Silva Cardoso («ANGOLA: Anatomia de uma Tragédia»).

Militares que envergonharam a Nação!!

 


Com a coragem que o caracteriza, o prof. António José Saraiva escreveu um artigo publicado no Diário de Notícias de 26/1/79:

«Os militares, sem nenhum motivo para isso, fugiram como pardais, largando as armas e calçado, abandonando portugueses e africanos que confiavam neles. Foi a maior vergonha de que há memória desde Alcácer-Quibir».

No dia anterior, na televisão, classificara a descolonização como «debandada em pé descalço».

Muitos foram os actos vergonhosos no Ultramar após o «25 de Abril», sobretudo a partir da nomeação dos «Altos-Comissários» (com excepção para Silva Cardoso dado que por isso foi chamado a Lisboa e substituído por Rosa Coutinho, para este fazer o jogo do MPLA) [Correcção: quem foi chamado a Lisboa foi Silvino Silvério Marques e não Silva Cardoso - este é que, por sua vez, sucederia o Almirante Vermelho].

E a esses homens deu-se-lhes o mesmo título de «Altos-Comissários» que fora tão prestigiado por ilustres Portugueses defensores do Ultramar...

Mas têm surgido livros com relatos vividos de actos de vergonha e traição, que é preciso recordar e que convém ler. Por exemplo:

O de Clotilde Mesquitela, Moçambique; 7 de Setembro; sobre Timor já citámos alguns; em relação a Angola vários também já foram publicados, além da obra de Pompílio da Cruz já referida, e apareceu recentemente o livro de Rebelo Cotta Não lhes perdoais, Senhor. Mas faltam obras que narrem o que se passou na Guiné, em Cabo Verde e em São Tomé e Príncipe. Recordaremos ainda o livro de Melo Machado Aviltados e Traídos e o de Neves Anacleto A Iventona do 28 de Setembro. Mas eis alguns casos especiais:

- Guiné. Centenas de «comandos» fulas foram desarmados e entregues ao PAIGC, sabendo-se perfeitamente que iriam ser trucidados por terem defendido a pátria comum, sob o comando de Carlos Fabião - o próprio que depois os entregou à morte, sendo Encarregado do Governo!

- Angola. Ainda a província era Portugal e já estava ocupada por soldados cubanos. Veja-se o prefácio do tenente-coronel comando Santos e Castro ao livro Angola - Comandos Especiais contra Cubanos, de Pedro Silva, Francisco Esteves e Valdemar Moreira. A independência deu-se a 11 de Novembro de 1975, e no Verão desse ano o exército cubano desembarcou em Angola. Quem autorizou esse desembarque? Quem autorizou que os aviões escalassem as Lajes? Quais os responsáveis que colaboraram com os cubanos em Angola e os apoiaram? Costa Gomes negou o facto numa entrevista - mas O Diabo replicou: «Costa Gomes mente».

- Moçambique. Disse Samora Machel em Nampula, ainda antes da independência:

«Enfrentámos generais portugueses corajosos como Caeiro Carrasco e Kaúlza de Arriaga, que nos teriam derrotado.

Mas não queremos em Moçambique, depois da independência, esses oficiais e soldados que se renderam cobardemente, nem sequer defenderam aquilo por que morreram tantos dos seus».

Ainda quanto a Moçambique, Jaime dos Santos Teixeira (de Moscavide), em O Diabo de 17/5/77, conta ter visto na África do Sul:

«...um filme (por um português de nome Ramos) intitulado Moçambique - um documento vivo»; e resume assim o filme:

«Vê-se o acordo de Lusaca a ser celebrado. E aparece também o ministro Almeida Santos a discursar e a afirmar que agora, sim, é que iria existir paz e sossego em Moçambique. Também se vê Álvaro Cunhal sorrindo, em grande plano, na altura em que uma bandeira portuguesa era substituída pela da Frelimo. E vê-se e ouve-se Mário Soares. E Samora a discursar - o que só por si é espectáculo incrível - afirmando ter terminado o fascismo e o colonialismo. E, logo a seguir, o casamento de Samora com a sua 5.ª mulher e companheira de militância, numa cerimónia absolutamente ao estilo fascista e colonialista, desde as alianças ao banquete, às indumentárias e ao beijo na boca.

O povo em bichas para água, para pão, e esgaravatando o lixo.

E vê-se - suprema vergonha - soldados tanzanianos a ser transportados para Lourenço Marques, em barcos de guerra portugueses, e a desembarcarem naquilo que é hoje o Maputo.

É bem um documento vivo. Não permitirão certas forças que ele seja projectado em Portugal, para maior e melhor elucidação dos portugueses».

- Timor. Muitos foram os actos de vergonha ali cometidos, designadamente o abandono de um grupo de soldados portugueses. Ver o livro de um deles, arq.º Rui Palma Carlos, Eu fui ao fim de Portugal.

E as ofensas à bandeira nacional e aos monumentos públicos, a mulheres, crianças, na presença de soldados metropolitanos?

Quando serão elaborados relatórios oficiais sobre o que verdadeiramente se passou em cada um dos antigos territórios do Ultramar? Quando será dado a conhecer o relatório há bastante tempo concluído sobre Timor? 

terça-feira, 14 de abril de 2026

Salazar e o flagelo dos partidos políticos!!!

 


Será assim tão difícil de compreender...
«Quem se coloca no terreno nacional não tem partidos, nem grupos, nem escolas...»
António de oliveira Salazar
Discursos (1935)

segunda-feira, 13 de abril de 2026

Social-parasitismo à la carte!!!

 


Quando num pseudo-regime o voto de um sábio tem o mesmo valor do que o de um idiota, compreenderão que algo não esta correcto!
Quando o voto de um social-parasita vale o mesmo que o de um cidadão exemplar que sempre trabalhou, contribuiu e tudo cumpriu em prol da sociedade, meus caros, algo não está bem...
Entendem agora o porquê de tanta protecção de algumas ditas minorias, entendem agora a forma populista como são tratados os parasitas que orbitam os grandes centros urbanos, entendem agora o porquê do sistema promover o funcionalismo público, o garantir de rendimentos e condições de vida a uma grande franja da população que nada contribui, nada produz e ainda por cima se dedica ao crime organizado, estando perfeitamente inertes a sanções por parte da nossa justiça?
Somos hoje, nós os verdadeiros cidadãos, os cidadãos que vivem com dificuldades, aqueles que muitas vezes trabalham dia e noite, aqueles que com extrema dificuldade esticam os rendimentos do seu trabalho para que consigam de forma digna chegar ao fim do mês, somos na verdade os escravos deste sistema, os cidadãos de segunda, ostracizados, esquecidos e perseguidos pelo sistema, pois no fundo temos a obrigação de tudo suportar, desde pagar o buraco monumental da banca, sustentar todos os que vivem de parasitismo do sistema, corruptos, ladrões, parasitas e criminosos de colarinho branco.
Votar neste sistema é eternizar o mesmo, é legitimar o mesmo, é participar e ser conivente com todo o tipo de atrocidades anteriormente descritas, infelizmente temos hoje bastantes daqueles que antes se diziam anti-sistema, anti fraude democrática, a militar ou a apoiar em novos partidos, sinceramente não entendo, onde estará a coerência em tempos tão apregoada, onde estará a honestidade que outrora defendiam?
Meus caros, tudo se resume a estas breves palavras ou denominações, temos hoje um grave caso de social-parasitismo, seja ele de "esquerda", "direita" ou mesmo "nacionalista", o certo é que todos procuram um lugar ao sol, todos procuram as mordomias que o sistema lhes pode proporcionar, temos então e sem duvida alguma, uma sociedade de prostitutos, mentirosos e social-parasitas!!!
Caso para seria reflexão, como mudar um país quando a sua população não o deseja, sabem o que vos digo muito sinceramente, temos o que merecemos, ou melhor ainda estamos longe de ter o que merecemos....

Alexandre Sarmento

quinta-feira, 9 de abril de 2026

Salazar, pela ordem e progresso da Nação.

 



«Dentro das linhas gerais da nossa ordem constitucional está este pensamento: juntar-se ao progresso económico indispensável a restauração e desenvolvimento de valores espirituais.

Durante longas décadas, que abrangem as primeiras do presente século, o materialismo teórico ou prático pôs a política, a administração, a ciência, os inventos, a escola, a vida individual e colectiva preferentemente ao serviço das preocupações ligadas às riquezas e às sensações. Se não pôde eliminar toda a influência das preocupações que tradicionalmente prendiam a evolução do indivíduo, da família e da sociedade aos bens do espírito e à solidariedade de fins superiores, não foi porque não tendesse à sua destruição, hostilizando-as e desviando todas as atenções para o que exclusivamente se refere à existência física. Mostrou a experiência, dolorosamente, ser esse caminho o melhor para fazer surgir multidões de egoísmos mais fortes que a providência de governos normais, para desencadear lutas internas e externas, convulsões de violência nunca vista, que ameaçam sepultar os homens em nova barbaria.

(...) Temos de trabalhar e de favorecer a acção dos que trabalham para a justa compreensão da vida humana com os deveres, sentimentos e esperanças derivados dos seus fins superiores, com todas as forças de coesão e de progresso que nascem do sacrifício, da dedicação desinteressada, da fraternidade, da arte, da ciência, da moral, libertando-nos definitivamente duma filosofia materialista condenada pelos próprios males que desencadeou. É aí que está a verdade, o belo e o bem - vida do espírito. Não só isso: está aí a garantia suprema da ordem política, do equilíbrio social e do progresso digno deste nome» (26 de Maio de 1934).

«Não nos seduz nem satisfaz a riqueza, nem o luxo da técnica, nem a aparelhagem que diminua o homem, nem o delírio da mecânica, nem o colossal, o imenso, o único, a força bruta, se a asa do espírito os não toca e submete ao serviço de uma vida cada vez mais bela, mais elevada e nobre. Sem nos distrair da actividade que a todos proporcione maior porção de bens e com eles mais conforto material, o ideal é fugir ao materialismo do tempo: levar a ser mais fecundo o campo, sem emudecer nele as alegres canções das raparigas; tecer o algodão ou a lã no mais moderno tear, sem entrelaçar no fio o ódio das classes nem expulsar da oficina ou da fábrica o nosso velho espírito patriarcal.

Duma civilização que regressa cientificamente à selva separa-nos sem remissão o espiritualismo - fonte, alma, vida da nossa História. Fugimos a alimentar os pobres de ilusões, mas queremos a todo o transe preservar da onda que cresce no mundo a simplicidade da vida, a pureza dos costumes, a doçura dos sentimentos, o equilíbrio das relações sociais, esse ar familiar, modesto mas digno da vida portuguesa - e, através dessas conquistas ou reconquistas das nossas tradições, a paz social» (15 de Abril de 1937).

Oliveira Salazar

terça-feira, 7 de abril de 2026

A decapitação da Nação Portuguesa.

 





Após a revolução, não decapitaram apenas uma estátua, decapitaram a Nação portuguesa!!!

Alexandre Sarmento

Continuamos a ser o mesmo povo pobre e mal agradecido!!!

 






«Para cada braço uma enxada, para cada família o seu lar, para cada boca o seu pão»

Salazar

Dizem os idiotas abrileiros e grande parte da cambada democrata que este santo homem era um tirano, apresentem-me provas de que tenha havido um só estadista mais humanos do que Salazar no contexto da sua época.
A verdade é que Salazar foi o Pai da Nação, deu tudo e nada recebeu em troca, temos curiosamente um povo que na sua grande maioria não passa de imbecis e mal agradecidos!!!

Alexandre Sarmento

25 de Abril, a farsa, a traição, o golpe de estado!!!

  “O 25 DE ABRIL E A HISTÓRIA” (António José Saraiva, Diário de Notícias, 26 de Janeiro de 1979) “Se alguém quisesse acusar OS PORTUGUESES...