Consciência Nacional
"A verdade, a decisão, o empreendimento, saem do menor número; o assentimento, a aceitação, da maioria. É às minorias que pertencem a virtude, a audácia, a posse e a concepção." Charles Maurras
sexta-feira, 1 de maio de 2026
O verdadeiro capitalismo monopolista de estado, vulgo comunismo!!!
O povo português, teimosamente imóvel!!!
"A nossa gente não aguenta a nossa política. Se em lugar de governarmos este país, governássemos outro, conseguia-se mais. Neste, a gente puxa, puxa, mas como não dá, temos a tendência para nos nivelarmos à massa".
António de Oliveira Salazar
Meu rico Salazar, como conhecias este povinho, esta cambada só com pão numa mão e pau na outra, mudam-se os tempos as gentes continuam iguais.
Triste sina a nossa...um povo ignorante acabará na mão dos seus carrascos, ou já lá estará, alegres e felizes na sua condição de escravos, valha-nos a televisão a bola e umas quantas datas festivas...
quinta-feira, 30 de abril de 2026
Salazar Recusou Milhões Pela Independência das Ex-Colónias...
António Oliveira Salazar rejeitou uma proposta dos Estados Unidos para a independência das ex-colónias portuguesas a troco de mil milhões de dólares (782 milhões de euros), porque "Portugal não estava à venda", revela um ex-responsável norte-americano no seu livro "Engaging Africa: Washington and the Fall of Portugal's Colonial Empire".
Segundo o secretário de Estado adjunto para os Assuntos Africanos durante a administração Clinton, Witney Schneider, o ex-presidente do Conselho rejeitou a proposta americana em 1963, durante um encontro com um enviado da Casa Branca.
O livro detalha minuciosamente, com base em documentos oficiais e entrevistas com personalidades norte-americanas e portuguesas, as relações dos Estados Unidos com Portugal e com os movimentos independentistas das ex-colónias portuguesas, em particular Angola e Moçambique, desde o início dos anos 60 até à independência de Angola, em 1975.
De acordo com o autor, em 1962, o assistente do director adjunto de planeamento da CIA, Paul Sakwa, elaborou um plano denominado "Commonwealth Plan", que visava convencer as autoridades portuguesas a aceitar o que a CIA considerava ser a inevitabilidade da independência das colónias portuguesas.
O plano previa que Portugal concedesse a auto-determinação a Angola e Moçambique após um período de transição de oito anos. Enquanto isso, seria organizado um referendo nas duas colónias para se determinar que tipo de relacionamento seria mantido entre os dois territórios e Portugal após a independência.
Durante esse período, os dirigentes nacionalistas angolano Holden Roberto e moçambicano Eduardo Mondlane receberiam "o estatuto de consultores assalariados" e seriam preparados para a liderança dos novos países.
"Para ajudar Salazar a engolir a pílula amarga da descolonização, Sakwa propôs [ainda em 1962] que a NATO oferecesse a Portugal 500 milhões de dólares [391 milhões de euros] para modernizar a sua economia", escreve Schneider.
Um ano depois a proposta daquele funcionário da CIA foi ampliada pelo diplomata Chester Bowles, que duplicou a ajuda a oferecer a Portugal, propondo que os Estados Unidos concedessem mais 500 milhões de dólares durante um período de cinco anos, ou seja um total de mil milhões de dólares durante o período de transição.
Documentos oficiais mostram que Bowles argumentou que seria "um bom negócio diplomático" se os esforços norte-americanos conseguissem resolver "o feio dilema" de Portugal a um custo de cem milhões de dólares (78 milhões de euros) por ano.
O plano dos Estados Unidos esbarrou, contudo, na inflexibilidade de Salazar.
"Portugal não está a venda", foi a resposta do ditador português quando a proposta lhe foi apresentada, em Agosto de 1963 - ainda durante a administração Kennedy - pelo secretário de Estado adjunto norte-americano, George Ball.
Franco Nogueira considerou a proposta americana uma "idiotice
O autor diz ainda que o então ministro dos Negócios Estrangeiros português, Franco Nogueira, considerou a proposta americana uma "idiotice", porque revelava que Washington acreditava poder determinar ou garantir acontecimentos a longo prazo.
Segundo Nogueira, o plano dos Estados Unidos seria o primeiro passo para a inevitabilidade do caos nas colónias portuguesas em África.
Um dos aspectos mais curiosos do livro é a exactidão com que a CIA e vários diplomatas norte-americanos fazem, com muitos anos de antecedência e em documentos oficiais, a previsão da derrota militar portuguesa em África e o derrube da ditadura.
"A derrota militar portuguesa é uma conclusão inevitável se se permitir que a revolta em Angola ganhe volume e continuidade", adverte o documento da CIA que acompanhava a proposta inicial elaborada por Paul Sakwa, pouco depois do começo da guerra em Angola.
Sakwa questiona-se mesmo se os Estados Unidos poderiam permitir que Portugal "cometesse suicídio, arrastando os seus amigos na mesma via".
O então embaixador dos Estados Unidos em Lisboa, Burke Elbrick, considerado em Washington como um simpatizante das autoridades portuguesas, enviou um telegrama às autoridades norte-americanas em 1963 em que dizia que Portugal estava "debaixo da espada de Dâmocles", pois não era "nem suficientemente grande nem suficientemente rico" para fazer frente a uma guerra de guerrilha em três frentes.
As guerras em África poderiam significar "o fim do império lusitano" e do regime de Salazar, escreveu ainda o diplomata, advertindo que o fim do regime poderia resultar na subida ao poder de um Governo "consideravelmente mais esquerdista ou neutral".
Em 1964 - dez anos antes da revolução do 25 de Abril -, a CIA advertiu que as guerras em África levariam ao aumento do descontentamento interno e que esse "aumento do descontentamento poderá convencer os militares da necessidade de substituírem Salazar".
Nesse mesmo ano, o Conselho de Segurança Nacional advertiu o Presidente Lyndon B. Johnson - que sucedeu a John F. Kennedy - de que as perspectivas de Portugal em África eram péssimas.
"Já não se trata de uma questão de saber se Angola se tornará independente ou não, pois a única questão é saber quando e como, tal como aconteceu na Argélia. Do mesmo modo, é uma certeza que quanto mais a luta durar, mais violenta, racista e infiltrada pelos comunistas se tornará, mais grave será a crise final a que os Estados Unidos terão de fazer face e mais caótica, radical e anti-ocidental será uma Angola independente", diz o documento.
Durante os anos 60, e face a estes avisos, muitos funcionários norte-americanos deram conta em documentos do seu desespero face à inflexibilidade do Governo de Salazar em mudar a política colonial.
Paul Sakwa, o funcionário da CIA que elaborou o "Commonwealth Plan", desesperado com a inflexibilidade de Salazar, terá chegado, ironicamente, a manifestar dúvidas de que o ditador português pudesse aceitar o plano americano "sem o benefício de uma lobotomia".
Para o secretário de Estado adjunto de então, George Ball, Salazar elaborava a política externa de Portugal "como se o Infante D. Henrique, Vasco da Gama e Fernão de Magalhães fossem os seus conselheiros mais próximos".
quarta-feira, 29 de abril de 2026
O SUPOSTO ISOLAMENTO INTERNACIONAL DE PORTUGAL
Do que acaba de considerar-se, poderia inferir-se que Portugal se encontrava internacionalmente isolado por força do seu regime metropolitano autoritário, e por força da sua política ultramarina, única no Mundo. Tal não correspondia à realidade.
Portugal pertencia à NATO, como membro fundador - 1949 -, e ingressou plenamente na EFTA - 1959. Estes dois factos constituíram o reconhecimento, post-II Grande Guerra, do regime português e da sua política.
Na actualidade e numa propaganda intencionalmente falsa, pretende-se convencer o povo português de que só a abertura democrática e a descolonização, verificadas com o "25 de Abril", permitiram o acesso de Portugal à CEE. A verdade é que foi o Governo Português, após ponderação cuidada e acertada, que decidiu, em 1958/1959, a não participação, então, de Portugal na CEE. Isto porque o Tratado de Roma, que a criou, lhe conferia poderes supra-nacionais, potencialmente lesivos da política ultramarina portuguesa. E preferiu, o mesmo Governo, que Portugal ingressasse na EFTA - 1959 -, cujo Tratado de Estocolmo, que a formou, apenas admitia decisões por unanimidade. Nesta EFTA, Portugal ficou a par, por exemplo, com as democratíssimas Inglaterra e Suécia. Só muito mais tarde, em 1966, pelo Compromisso de Luxemburgo, forçado pelo General De Gaulle, bem à revelia do Tratado de Roma, a CEE estabeleceu a regra da unanimidade, agora restringida pelo "Acto Único", que apenas fez ou fará regressar a CEE aos seus princípios iniciais.
Por outro lado e especificamente no relativo à África, alguns significativos países, como se citou, simpatizavam e ajudavam, embora mais ou menos implicitamente, a causa portuguesa, e grandes firmas de nações como a Alemanha Federal, a França e a Itália, apesar da atitude de sectores esquerdistas desta última, além de igualmente grandes firmas sul-africanas, cooperavam, oficial e abertamente, no empreendimento de Cabora Bassa, quer nos planos financeiro e técnico, quer no fornecimento de equipamento e na execução de trabalhos. Assim, o Ocidente, apesar de tudo, colaborava, em certos aspectos importantes, com Portugal, na própria África Portuguesa.
Quando se construíram super petroleiros em Portugal.
terça-feira, 28 de abril de 2026
Salazar e o futuro de Portugal.
O ataque nas Nações Unidas contra os direitos legítimos de Portugal.
Vasco Garin e Franco Nogueira.
segunda-feira, 27 de abril de 2026
Salazar, a verdade que desmonta a narrativa dos cretinos de Abril!!!
Um desabafo perante a argumentação e ignomínia de canalhas contra a figura de Salazar e do seu Estado Novo.
Salazar foi, apesar da sua grande capacidade intelectual, da sua formação académica, um homem simples que amou o seu país, amou a sua Nação e mostrou o quanto era patriota pela forma como governou e defendeu o país, sempre se alheando de manifestações de patriotismo bacoco e pedante, tão do agrado dos políticos actuais que se apresentam com grande notoriedade pelas suas inúmeras práticas canalhas e circo mediático.
Onde poderia ter falhado a política de Salazar, na sua simplicidade, na sua honestidade, no método de trabalho que utilizou para libertar o país do caos em que outros o lançaram, na forma como entendia que os portugueses deviam viver em consequência dos parcos recursos existentes no país que tinham, e que não eram susceptíveis de proporcionar a realização de sonhos absurdos de quem primava por viver a utopia materialista?
Não se diz hoje, que em consequência dos desvarios da canalha deste socialismo de merda, que os portugueses andaram a viver acima das suas possibilidades, não seria isso que Salazar pugnou por evitar que acontecesse?
A abrilada e o que veio depois, mostraram bem a visão e a qualidade dos que lhe apontavam a miopia.
Deixou os cofres do Estado bem abastecidos de ouro, os que o criticavam e ainda criticam agora, foram mesmo os que acabaram com o ouro e as divisas em depósito no BdP, transformaram o país num pântano e, numa demonstração de incapacidade, por falta da tal miopia política, puseram nas mãos do FMI a resolução da crise que provocaram, ou melhor, puseram todo um país no prego!!!
Outro dos disparates é a afirmação de que Salazar impôs um fascismo à italiana, é caso para perguntar, saberão os Otelos, os Costas e toda a cambada que vive faustosamente do parasitismo da coisa pública neste país o que foi o fascismo?
Se o sabem, são velhacos e impostores quando fazem semelhante acusação, se não sabem, seria bom que antes de ingressar na carreira política, ou pulhítica, pelo menos se preocupassem em adquirir algumas noções sobre o tema, pois pode um analfabeto com a quarta classe do tempo do "glorioso fascismo" dar-lhes um baile de cultura, política e não só, pois evitaria que voltassem a proferir asneiras e a demonstrar e a ostentar publicamente a sua ignorância!!!
Salazar, não será demais repeti-lo, sucedeu a uma ditadura imposta por Gomes da Costa e Carmona, instaurou um novo regime, impôs regras porque a sua miopia política de há muito lhe dizia que o país só se salvaria se as quadrilhas de verdadeiro parasitas políticos fossem postas de lado, e foi com tal política que salvou o país, resgatou-o, devolveu-nos o respeito e a dignidade e libertou-o da grande porcaria feita pelos homens da primeira república.
Mas ditadura, Otelos e Costas deste país, metam bem firme nas vossas cabeças, não é fascismo, nem mesmo a existência duma censura prévia e de uma polícia política possibilita a alguém a estultícia de a considerar fascismo.
Censura também há agora, e que se saiba anda por aí, ainda que bem encapotada, uma ou várias polícias políticas.
A palavra fascismo, bem como a palavra socialismo, foram palavras de ordem muito utilizadas pelo chamado patriarcado deste socialismo de merda para captar, cativar e manipular pessoas incultas e ignorantes para o seu bando.
Pelo que constatamos, a moda do fascismo pegou, a do socialismo não, até porque, este, incapaz já de satisfazer os interesses do seus principais propagandistas, foi por eles mesmos metido na gaveta.
Tenho dito.
A bem da Nação.
Alexandre Sarmento
Nota: No título eu disse cretinos para não dizer, filhos da puta!!!
sábado, 25 de abril de 2026
Memórias que convém não deixar morrer.
Houve quem tivesse morrido com o silêncio dos outros.
Entre 1961 e 1974, milhares de africanos lutaram ao lado de Portugal na Guerra do Ultramar. Uns por lealdade, outros por necessidade, muitos apenas para sobreviver. Quando a guerra acabou, ficaram para trás — sem proteção, sem voz, sem nome.
Esta é a memória daqueles que a História preferiu esquecer
Escrevo porque tenho memória.
E porque esquecer seria matar duas vezes — primeiro os homens, depois a verdade.
Servi em África e, como tantos outros, aprendi cedo que a guerra não acaba quando se ouve o último tiro. Quando as comissões terminaram, milhares de portugueses regressaram à metrópole e foram colocados na disponibilidade, como peças que já não servem, guardadas num canto escuro ou simplesmente descartadas. Ao longo dos anos, quase ninguém quis saber das cicatrizes que trouxemos — algumas no corpo, outras mais fundas, escondidas na alma.
Muitos morreram lá, outros voltaram mutilados. Mas o que mais me marca são os que regressaram vivos e, no entanto, nunca voltaram verdadeiramente. E hoje não quero falar só desses. Quero falar de outros, ainda mais esquecidos: os africanos que combateram ao nosso lado.
Não se usava a palavra “colaboracionista” nas nossas fileiras, mas foi assim que passaram a ser vistos. Entre 1961 e 1974, milhares de homens locais — soldados regulares recrutados na terra ou integrados em unidades especiais como os Comandos Africanos, os Grupos Especiais Paraquedistas (GEP), os GE ou os Flechas — lutaram sob bandeira portuguesa.
As razões variavam: um soldo que punha pão na mesa, rivalidades tribais ou políticas com os movimentos de libertação, ou simplesmente a lei mais crua de todas — a de sobreviver. Naquele tempo, “ficar neutro” era um luxo que se pagava com a vida.
Mas quando chegou a independência, a história virou-se contra eles. Em Angola, Moçambique e Guiné-Bissau, repetiu-se o guião cruel que tantas guerras já escreveram: aqueles que combateram ao lado da potência colonial foram marcados como traidores. Seguiram-se perseguições, prisões, execuções sumárias. Só uma pequena parte conseguiu escapar.
Portugal, atolado em crises políticas e na pressa de fechar o capítulo colonial, não os retirou todos. E, no silêncio que se instalou depois, a sua memória ficou órfã. Nas antigas colónias, eram inimigos; aqui, eram incómodos.
Não foi um caso único. Penso nos harkis argelinos deixados à própria sorte pela França, nos montagnards aliados dos americanos no Vietname, nos intérpretes afegãos abandonados após a retirada de 2021. O padrão repete-se: quem ajuda numa guerra arrisca-se a morrer no dia seguinte à paz.
A Guerra de África foi também uma guerra de corações e mentes. Mas o 25 de Abril cortou o fio de forma brusca. Negociações rápidas, independências reconhecidas, retirada das tropas — e milhares de africanos que haviam combatido connosco ficaram expostos ao acerto de contas.
Em Angola, a 11 de novembro de 1975, poucos conseguiram lugar nos últimos navios e aviões para Lisboa. Muitos ficaram e pagaram com a vida ou com anos de fuga e medo.
Em Moçambique, a 25 de junho de 1975, a FRELIMO não escondeu o rancor: antigos aliados foram enviados para campos de reeducação; outros desapareceram para sempre.
Na Guiné-Bissau, em setembro de 1974, a vingança foi rápida e pública. O PAIGC tinha listas, e as execuções serviram de aviso.
E aqui, quem chegou encontrou um país que já queria virar a página. Não houve integração digna, nem reconhecimento. Apenas silêncio e esquecimento.
Mas a história não se apaga.
Porque enquanto houver alguém para lembrar, eles não estarão totalmente perdidos. E recordar é, também, um ato de justiça — sobretudo para um país que tantas vezes se esquece dos seus melhores filhos.
*Texto de Joaquim Moreira. Primeiro Cabo Pára-quedista com uma comissão em Angola
*Foto: Militares dos GEP (Grupos Especiais Pára-quedistas) em Moçambique.
Salazar deu uma bela lição de socialismo e democracia aos cretinos que lhe sucederam!!!
A verdade é que Salazar deu umas aulas de socialismo e democracia à cambada que hoje se diz democrata e socialista. Se falarmos de direitos e bem estar social, o que é hoje a falsa bandeira deste regime, Salazar foi o mentor e foi ele mesmo e o seu regime quem implementou o verdadeiro Estado Social, só os enviesados pela cartilha deste regime ladrão e escravizador o negam.
Factos são factos, contra factos não há argumentos.
Salazar foi o motor do Portugal moderno, de uma sociedade funcional e humana, o que, infelizmente a cambada dita democrática matou, mataram Portugal e a nação portuguesa, vilipendiaram o território e o povo português, criminosos, bandidos, traidores, corruptos, pedófilos, pilha-galinhas e parasitas do erário público.
Os grandes responsáveis são os políticos e os governantes que temos há mais de 50 anos.
Portanto, Salazar queiram ou não, foi bem mais socialista e democrata que o bando de incompetentes corruptos que tomou o poder de assalto quando da revolução das sopeiras.
Reflitam, pensem, investiguem e digam de vossa justiça.
Salazar foi o último verdadeiro estadista, patriota, nacionalista e político a governar Portugal, depois dele é só ver o que resta de Portugal, um farrapo, um resquício putrefacto daquilo que foi outrora.
Alexandre Sarmento
sexta-feira, 24 de abril de 2026
O episódio mais vergonhoso de toda a nossa História!!!
O princípio da união!!!
Marcello Caetano, profético!!!
Sobre o 25 de Abril, disse Marcello Caetano, último presidente do conselho do anterior regime, deposto pelas armas no golpe militar de há 52 anos:
terça-feira, 21 de abril de 2026
O Caso dos Ballets Roses
O verdadeiro capitalismo monopolista de estado, vulgo comunismo!!!
Querem melhor exemplo do que este, mais um exemplo do regime comuno-socialista instituído após o golpe de estado corporativo de 25 de Abri...