terça-feira, 1 de setembro de 2026

A verdade politicamente correcta!!!

 

Não há paralelo em qualquer outro país no mundo, nunca em outro país houve uma evolução tão rápida da taxa de alfabetização.

Contra factos, não há argumentos, palavras para quê?

Só mesmo os idiotizados pela cartilha abrileira o não querem entender, os do costume, os que se negam a ver que este regime fez regredir Portugal ao marasmo da Primeira República,


O caso do “BATALHÃO DE PÉS DESCALÇOS, DESARMADOS E EM CUECAS"

 



DOIS INCIDENTES VERGONHOSOS, POR MIM TESTEMUNHADOS IN LOCO, COM TROPAS PORTUGUESAS, NO DECURSO DA DESCOLONIZAÇÃO DE ANGOLA, NOVA LISBOA, CULPA EXCLUSIVA DOS DESCOLONIZADORES DOS GABINETES POLÍTICOS E VERMELHOS DA LISBOA DE ENTÃO, FILIAL DA URSS.

1º Incidente – O caso do “BATALHÃO DE PÉS DESCALÇOS, DESARMADOS E EM CUECAS", ocorrido em Nova Lisboa, DESCOLONIZAÇÃO, AGOSTO DE 1975

O último Batalhão de Infantaria do Exército português, que guarneceu a cidade do Luso, hoje Luena, com um efectivo de cerca de 600 homens, estava a retirar-se definitivamente para Luanda, com todo o seu armamento e equipamento, via Caminho de Ferro de Benguela e, quando o combóio na estação mais próxima de Nova Lisboa, foi cercado por centos de milícias da UNITA, de armas apontadas e, tiveram de lhes render todo o material de guerra e até o fardamento:

- 4000 armas G3, dezenas de milhares de munições, rádios, material cripto de transmissões, cinturões, fardas e botas.

Como de costume, nesse dia de Agosto de 1975, manhã cedo, ia eu para o quartel de Nova lisboa onde, a 3ª Companhia de Paraquedistas que eu comandava, garantia a segurança de 2.000 refugiados do MPLA, ameaçados de morte pela UNITA e fui, casualmente, ...

... das primeiras testemunhas militares a ver chegar a Nova Lisboa o apodado “Batalhão dos pés descalços e em cuecas”, vindo pela estrada de Silva Porto, disperso em pequenos grupos, apeados, sem armas, sem cinturões, sem botas e, muitos deles sem algumas peças das fardas, por ex. alguns vinham só com roupa interior, abaixo da cintura.

Ter visto um Batalhão de militares de Portugal assim, a retirarem de Angola, em trajes menores, desarmados, sem cinturões, sem botas e, uns poucos sem calças, foi triste, muito triste.

A esse Batalhão pertencia um Capitão do meu Curso da Academia Militar, que eu sempre muito respeitei e admirei como profissional, e que me explicou tudo o que se tinha passado, com detalhes, permitindo-me concluir que não tinham tido outra alternativa.

“Se foram culpados?! Não, de modo nenhum”.

Foram vítimas sim, os culpados, esses estavam lá bem longe, no “Puto”, em Lisboa, nos centros de recepção e transmissão das decisões político militares, vindas de Moscovo/ PCP/Lisboa para Angola e não só.

Foi o 2º Cmdt Militar da UNITA, de nome Chiwale, que ordenou esta acção de represália contra a tropa portuguesa, por actos de favorecimentos ao MPLA, anti acordos do Alvor, cometidos pelo Exército português, em Sá da Bandeira.

Esta humilhação militar e nacional, ficou conhecida pelo caso do “Batalhão dos Pés Descalços”, ou do “Batalhão em Cuecas”; ambas as alusões foram factos concretos ocorridos no terreno, tal como testemunhei em Nova Lisboa.

2º INCIDENTE - Naqueles dias, Agosto de 1975, chegou também a Nova Lisboa, uma companhia do exército comandada por um Capitão, também ele meu camarada da Academia Militar e que, na sua retirada final descolonizadora para Luanda, teve de pernoitar num antigo quartel do exército, em Quibala Sul, já entregue à UNITA, que eu tinha usado várias vezes para pernoita na minha 1ª missão, 70/73.

Por alegadas razões de segurança, a UNITA solicitou que colocassem todas as armas da Companhia do Exército, na arrecadação de material de guerra, o que de boa-fé fizeram..

... durante a noite, enquanto dormiam, a UNITA levou todo o arma-mento e material de guerra da companhia do Exército, sem que ninguém desse conta e sumiram-se com tudo…

... mas, deixaram uma nota escrita, que o Capitão me deu a ler, na qual assumiam a responsabilidade do material, com sublime ironia, dizendo textualmente:

- “Capitão, nós precisou mêmo dos teus arma, rádios e munições, sério, para ir atacar os MPLA lá longe nos mata, nós não sabe quando vai voltar, mas tu não tens problema, quando agora fores no Luanda e passares no cidade do Dondo, tu páras lá, vais no quartel dos MPLA e pedes as armas que eles roubaram dos UNITA, que eles vão te dar”

De facto, o MPLA tinha expulso de Luanda a UNITA na semana de 09Ago75 a 15Ago75; os sobreviventes organizaram-se numa coluna para Nova Lisboa e, ao passarem no Dondo, ocupado pelo MPLA, a coluna foi emboscada e detida, os UNITAS armados foram presos e mortos, e todo o armamento e equipamento foi-lhes apreendido pelo MPLA.

Ia eu a sair da Messe de Oficiais do Exército em Nova Lisboa, (centrada na parte superior da foto anexa), manhã cedo como sempre e estava esta companhia, montada em viaturas, ali paradas, em espera, mesmo em frente da Messe, em torno desta rotunda DA FOTO, com o moral totalmente destruído.

“Se foram culpados, não, não foram“; os culpados estavam no “Puto”, em Lisboa, nos seus gabinetes de vermelhuscos cravos enfeitados, gozando as mordomias da Revolução, sobre dezenas de milhares de cadáveres das vítimas da descolonização, a acontecerem diariamente, provocados pela obediência de Lisboa a Moscovo.

JOSÉ LUIZ DA COSTA E SOUSA
CAPITÃO PARAQUEDSITA À DATA DESTES INCIDENTES

MESSE DE OFICIAIS E ROTUNDA REFERIDA NESTES INCIDENTES EM NOVA LISBOA(IMAGEM)

domingo, 30 de agosto de 2026

Como apareceram os socialistas.

 


COMO APARECERAM OS SOCIALISTAS

Originalmente os humanos começaram a organizar-se em pequenos grupos de caçadores/recolectores nómadas.

No verão habitavam as montanhas e alimentavam-se de veados e outros animais; no inverno desciam até à costa e viviam à base de peixe e marisco.

Os dois mais importantes marcos no desenvolvimento primitivo foram a invenção da cerveja e da roda.

A roda foi inventada com o propósito de conduzir o homem até à cerveja.

Estes dois progressos tecnológicos formaram a estrutura para a fundação da civilização moderna e juntos foram o catalisador da divisão dos humanos em dois subgrupos distintos:
1- Socialistas, e
2- Conservadores.

Assim que foi descoberta a cerveja a necessidade de enormes quantidades de grão para a sua produção levou ao surgimento da agricultura.

Mas nem o vidro nem o alumínio tinham sido ainda descobertos. Por isso os nossos antepassados passavam muito tempo sentados à porta das cervejarias à espera do momento da sua produção.

Esse facto está na origem da formação das aldeias e cidades.

Alguns homens passavam o dia a caçar e a preparar a carne dos animais para a consumirem à noite, no barbecue, enquanto bebiam cerveja.

Este foi o início daquilo que é hoje conhecido como movimento Conservador.

Outros homens, mais fracos e menos dotados para a caça, aprenderam a viver à custa dos conservadores aparecendo à noitinha, agachando-se perto do barbecue e oferecendo serviços de costura, de fretes e de barbeiro.

Este foi o inicio do movimento Socialista.

Alguns destes homens Socialistas desenvolveram um gosto efeminado e tornaram-se conhecidos por "maricas".

Entre outros desenvolvimentos dos Socialistas que merecem menção encontram-se a domesticação dos gatos, a invenção da terapia de grupo, os abraços em grupo e em público e o conceito de Democracia, para decidir através do voto como deveria ser dividida a carne e a cerveja que os Conservadores providenciavam.

Com o passar dos anos os Conservadores passaram a ter como símbolo o maior e mais poderoso de todos os animais: o elefante.

Os Socialistas ficaram simbolizados pela pega-rabuda, por razões óbvias.

Os Socialistas modernos gostam de cerveja misturada com Seven-Up, vinho branco adamado e água francesa engarrafada. Comem peixe quase crú mas preferem a carne bem passada. Suchi, tofu e comida francesa constituem a imagem de marca destes Socialistas.

Outros aspectos interessantes: a maioria das mulheres dos Socialistas possuem níveis mais elevados de testosterona que os seus maridos e quase todos os trabalhadores sociais, gays, artistas, jornalistas e poetas são Socialistas.

À medida que o seu número aumentava os Socialistas inventaram os impostos progressivos para que cada vez um numero maior de Socialistas pudesse viver à custa de um numero menor de Conservadores.

Os Conservadores preferem cerveja nacional. Comem carne mal passada e providenciam a alimentação das suas mulheres e filhos. Os Conservadores são bons caçadores, toureiros, operários de construção, bombeiros, médicos, polícias, engenheiros, administradores, atletas, militares, pilotos e, em geral, distinguem-se em todos os ofícios produtivos.

Os Conservadores que administram as suas próprias empresas apreciam contratar outros Conservadores que fazem do trabalho a sua forma de vida.

Os Socialistas produzem pouco ou nada. Mas gostam de governar os produtores Conservadores e decidir para quem eles devem produzir. Os Socialistas acreditam que os Europeus são mais desenvolvidos que os Americanos. Esta é a razão pela qual a maioria dos Socialistas permaneceu na Europa enquanto os Conservadores viajaram para a América.

Os Socialistas só acabaram por aparecer na América depois de o Far-West estar completamente seguro e estabeleceram-se com negócios da treta, a tentar iludir os incautos.

E por hoje chega de história da humanidade.

Deve realçar-se que, ao ler isto, qualquer Socialista pode ter um sentimento momentâneo de fúria e não reencaminhar esta mensagem.

Um Conservador simplesmente dará uma boa gargalhada e, convencido da absoluta verdade desta história, reenviá-la-á imediatamente para outros verdadeiros crentes; e também para outros Socialistas, só para os chatear."

Autor desconhecido, mas assertivo!!!

sábado, 29 de agosto de 2026

O desenvolvimento das Províncias Ultramarinas - Contra factos não há argumentos.

 



«Acentue-se que, antes de 1961, a imigração de portugueses da Métropole insuflara o incremento da agricultura, da indústria e do comércio. As zonas urbanas de Luanda e de outras cidades cresceram muito para além das previsões mais espectaculares. Sem exagero, um gigantismo quase assustado.

O terrorismo pouco fez paralisar - e menos ainda retroceder - essa febril actividade, de que nasceram as fábricas, aumentaram as áreas cultivadas, abriram lojas de perfeito cariz europeu. Dia a dia, mês a mês, a paz retomava os seus direitos. Voltou-se aos tempos antigos, de trabalho e lazer. Muitíssimo mais de trabalho, valha a verdade, pois cerca de setenta mil militares destacados para Angola implicavam esforços suplementares, que não eram regateados, ao invés, se aceitavam com alegria.

A celebrada frase de que se deveria erguer um "monumento ao terrorismo" teve o seu quê de realístico, face à atenção com que a Metrópole se viu obrigada a olhar o Ultramar. É justo, porém, reconhecer que, se o terrorismo, paradoxalmente, incrementou o progresso de Angola, também Portugal recolheu benefícios, porque, ao enviar tropas para África, houve que modificar e ampliar estruturas, que foram desde o vestuário, à alimentação e ao material de guerra.

Inevitavelmente, esquece-se o lado positivo do conflito, agora designado, em termos pejorativos, de "guerra colonial". Apontam-se-lhe atrasos na economia da Metrópole. Creio que, em termos de fria contabilidade, não se fizeram contas. Se assim tivesse acontecido, talvez o saldo fosse lucrativo para os portugueses da Europa.

De qualquer modo, a questão parece-me iníqua. Entre cidadãos da mesma Pátria que falavam uma só língua, que se abrigavam à sombra de uma única bandeira, que seguiam idênticos costumes, que respeitavam e se orgulhavam de tradições comuns, em suma, que formavam uma Nação, os prós e os contras não se podem computar nas colunas do "deve" e do "haver", como vulgar balanço comercial. O que estava em causa eram os sentimentos, era a integridade territorial do País.

Entretanto, doa a quem doer, a economia da colónia sustentou as necessidades da guerra e ainda sobraram divisas que aproveitaram à Metrópole.

Escuso-me a citar estatísticas, porque elas são como os fatos de banho: escondem o que mais interessa. E as estatísticas da Metrópole sempre pecaram por defeito. Nós, os angolanos, jamais compreendemos as motivações dos governantes para esconderem valores e números; até a densidade da etnia branca, fácil de balancear através dos elementos significativos fornecidos pelos centros urbanos».

Pompílio da Cruz («Angola: Os Vivos e os Mortos»).

sexta-feira, 21 de agosto de 2026

Guerra de África e a vergonhosa descolonização, a verdade politicamente incorrecta!!!

 



«Relativamente à pergunta colocada sobre se a guerra que travámos em África entre 1961 e 1974, estava militarmente perdida, quando se deu o golpe de estado ocorrido em 25/4/1974, a resposta é não.

Os postulados seguintes - e vou referir apenas os menos falados - servem de suporte a esta afirmação.



"Quando um Exército deixa de querer combater, os militares passam a dizer que a guerra era injusta".
Max Weber


1. O inimigo não conquistou a população.

Neste tipo de guerra a conquista das populações é fundamental, sob pena de quem a desencadeia perder a legitimidade.

Como é que se sabia de que lado é que a população estava? Em 1973 sentia que a população não estava do lado do inimigo.

O General Spínola pediu-me para organizar as comemorações do primeiro 10 de Junho, após o 25 de Abril.

Foram organizadas duas manifestações com o objectivo de apoiar o general e evitar a Descolonização. A palavra de ordem era "Referendo sim, independência não".

Logo se ouviram vozes, na Metrópole dizendo: "e se eles disserem que sim, depois temos que os aturar?!"

Estive a almoçar, na altura, com o então Coronel Lemos Pires e alguns oficiais da sua equipa, no Instituto de Altos Estudos Militares, antes de ele embarcar para Timor, e tentei convencê-lo da necessidade de se fazer um referendo naquele território. Ninguém fez comentários...

Anos mais tarde, Ramos Horta, em entrevista, a propósito do referendo que ia ser feito no âmbito da ONU, disse que não deviam ser apenas colocadas duas perguntas, mas três, sendo a terceira, se a população queria manter-se ligada a Portugal. Sorriu e acrescentou: "não era a minha opção, mas estou convencido que a maioria ia optar por essa terceira hipótese".

Após o regresso do então Major Otelo, de Moçambique, onde tinha participado em negociações, perguntei-lhe, na Messe de Caxias: "então o que vamos fazer em Moçambique?" Respondeu-me, "independência imediata para a Frelimo".

Disse-lhe: "independência, mas tu sabes perfeitamente que eles nem 10% são!"

- "10%", respondeu o Otelo - "nem sete";

- "Mas isso é traição à Pátria";

- "Mas é o que eles querem". E assim terminou a conversa com ele.

Creio que Mário Soares ainda falou ao Samora Machel em fazer um referendo, apenas para o ouvir dizer, "referendo? Mas vocês perderam a guerra" (contado pelo então Major Manuel Monge).

Ora tudo isto prova que ninguém envolvido nas negociações (nem a maioria dos restantes países) queria fazer um referendo pois todos sabiam que o resultado do mesmo, em cada parcela ultramarina, teria como resultado que a maioria da população iria querer manter-se portuguesa.

E se tivéssemos feito o referendo na Metrópole?

2. A guerrilha à medida que ganha força, tende a passar para operações do tipo convencional. Ora "eles" nunca passaram de uma guerrilha ordinária, que nunca dispôs do controlo do Mar ou do Ar.

3. Nunca houve ocupação permanente por parte da guerrilha, de qualquer parte do território. Nós íamos a todo o lado e duas companhias, por norma, chegavam; só não íamos quando não havia interesse militar ou político.

4. Não houve guerrilha urbana, pois nunca tiveram capacidade para tal.

5. Existiam unidades inteiras quase só constituídas por africanos, tendo-se registado casos mínimos de deserção; não se conhecem casos de traição, tão pouco desapareceram armas!

Nós perdemos a guerra, psicologicamente, na retaguarda; o estado moral do IN era muito pior que o nosso - no final da guerra eles queriam quase todos entregar-se.

6. Constituíram-se e auto organizaram-se, desde o início da guerrilha, unidades de voluntários, juntando brancos e negros, para combater a subversão. A primeira foi a Brigada Salazar, em Angola, que até utilizaram armas gentílicas.

7. Não se concebe um território em guerra, com o desenvolvimento económico e social, registado.

A guerrilha era tão fraca que nunca conseguiu travar o desenvolvimento, mesmo nas zonas onde havia operações de contra-subversão.

Uma vez um dirigente da Frelimo que foi à ONU, quando Cabora Bassa estava a ser construída, dizia com indignação, que Portugal estava a fazer o maior crime em África que era conseguir que as populações que não eram portuguesas se sentissem portuguesas.

8. Por exemplo, ainda, a maioria dos cozinheiros das unidades militares, eram autóctones, mas nunca se registou um caso de envenenamento; não há memória de um soldado ter sido assassinado, ou de ter ocorrido um rapto de um familiar de um militar.

Os militares movimentavam-se por todo o lado, à vontade, mesmo nos bairros tidos por mais problemáticos. Nem lhes passava pela cabeça que lhes fizessem mal.

Em conclusão, e face aos exemplos apontados - muitos outros se poderiam dar - não tenho dúvidas em afirmar que a guerra que travámos em África em defesa da soberania dos nossos territórios ultramarinos, à data do 25 de Abril, não estava militarmente perdida».

Coronel José Caçorino Dias (in Humberto Nuno de Oliveira e João José Brandão Ferreira, «Guerra d'África 1961-1974: Estava a Guerra Perdida?»).

quinta-feira, 20 de agosto de 2026

O Ocidente empalado até à morte.

 


O OCIDENTE FOI EMPALADO ATÉ À MORTE.

No passado dia 16 de agosto, na cidade francesa de Cherbourg, um indivíduo de 18 anos que não come fiambre e que dá pelo nome de Oumar, um homem com cadastro policial aberto por anteriores acções de beneficência, assalta a casa de uma mulher branca de 29 anos, viola-a, tortura-a e acaba por empalá-la com uma vassoura. O empalamento perfura-lhe a vagina, o cólon, o intestino delgado, o peritoneu e o diafragma. Também lhe provoca o colapso do pulmão e fracturas em duas costelas.

A mulher, mais morta do que viva, conseguiu chamar os serviços de emergência e foi levada para a sala de operações de um hospital em Cherbourg. Aí, a sua vida foi salva, embora continuasse em estado muito grave na UCI. Vários cirurgiões, enfermeiros e assistentes que a operaram estão a receber tratamento psicológico, pois nunca se depararam com algo semelhante na sua vida profissional. Algo que enlouqueceria até a pessoa mais sã.

Até agora, esta é uma história que teve pouco impacto nos meios de comunicação social, nem provocou quaisquer protestos em França.

Duas semanas antes, um polícia francês branco tinha morto a tiro um jovem de 18 anos (um jovem que também não comia fiambre e que também tinha cadastro na polícia). Depois, metade da França, aplaudida pelo equivalente francês do Podemos, por esse Melenchon que agora é próximo de Yolanda e Sumar, saiu à rua atacando presidentes de câmara e funcionários eleitos em França, incendiando câmaras municipais e esquadras de polícia, destruindo mobiliário público e bloqueando estradas, numa orgia destrutiva que se está a tornar comum em França. Melenchon, esse estadista francês primo-irmão do Podemos, numa manifestação patriótica que já entrou para a história, enquanto a sua França ardia e o governo legítimo de Macron ponderava trazer o exército para as ruas, chegou a dizer o seguinte: <<não recebemos o suficiente pelo que merecemos>>.

Lá se vai a outra notícia de França, aquela que todos conhecemos.

E agora vou referir-me ao beijo de Rubiales: um escândalo classificado como agressão sexual que mobilizou metade de Espanha e que trouxe para o debate um alto funcionário da ONU. Sim, sim. Da ONU. Para não falar da FIFA, FAFE, FEFA, FOFÓ, MILIKI e FOFITO.

O que é que faz com que uma mulher violada e depois empalada por um homem, uma rapariga que se debate entre a vida e a morte, seja tão menos importante a nível nacional e internacional do que o beijinho de Rubiales? Para mim, há duas razões:

1-Em primeiro lugar, nós, europeus, temos um bloqueio mental tal que já não distinguimos o grave do menos grave; a urgência do urgente; o grave do disparatado no Telecinco, por el culo te la hinco. Será que o leitor acha aceitável que tratemos com mais respeito e benevolência o filho de um ator que assassinou e desmembrou o namorado na Tailândia do que o careca que roubou um beijo a uma jogadora de futebol? Será normal que os meus leitores não conheçam o caso da empalação francesa, mas que até a ONU se tenha pronunciado sobre o beijo de Rubiales?

2-Em segundo lugar, o Ocidente está prestes a morrer de sucesso. E isso está a ser tratado, com todo o interesse, por um exército de idiotas suicidas liderados pela velha esquerda europeia: aquela que se preocupava com os direitos dos trabalhadores e que agora se dedica a fazer-nos usar vibradores vaginais em vez do coito tradicional, a aceitar as burkas como progressistas e a dizer "todos, todas e todes" para mencionar alguém.

O leitor acredita que, se a empalação de Cherbourg tivesse sido efectuada por um homem branco numa mulher chamada Khalifa, teria tido as mesmas repercussões sociais, mediáticas e políticas que teve a empalação desta rapariga branca de 29 anos? Certamente que não. As ruas de França continuariam a arder, e os Belarras, as Irenes, os Werstrynges, os Pam, os Echeniques, os Iglesias, as Yolandas, os Monederos e os Melenchones estariam a atiçar o fogo até colocarem o Estado francês na posição de trazer o exército para as ruas, como tentaram fazer há um mês com o assassinato de um rapaz por um polícia.

Porque é disso que trata o programa da referida tropa: fazer explodir um Estado em que não acreditam, uma Constituição que abominam, uma Europa com valores que lhes são estranhos e uma democracia que lhes é demasiado estreita, a fim de imporem a sua ditadura.

É isso que está em causa nesta quadrilha. É com estas cartas que temos de jogar e com estes postigos que temos de construir a Europa.

Assinado:

Juan Manuel Jimenez Muñoz.
Médico e escritor de Málaga.
(Texto de 2023) 

Desmistificar o 25 de Abril!!!

 


«(...) Importa desmistificar o 25 de Abril, em relação ao que poderia ter oferecido ao Ultramar português - e não ofereceu. Importa denegar a promessa contida no primeiro comunicado do Movimento das Forças Armadas, pelo qual tudo se faria por via política, que se respeitaria a unidade territorial do Ultramar, e que, naturalmente, se encontraria uma solução para a luta, à data, branda e de quase nulos efeitos na vida normal das populações, que continuava nas terras angolanas.

Importa desmistificar um 25 de Abril que entrou em nossas casas com a alegria de uma libertação, com o engano de que encerrara um doloroso período em que até o pensar era subversivo. Um 25 de Abril florido (que mau presságio foi a cor dos cravos...) abrindo as portas da democracia aos portugueses e fechando-lhes as das perseguições, as das inimizades ideológicas, as dos compadrios. Um 25 de Abril que substituísse, para bem de todos nós, as estruturas políticas da ditadura, que impedisse a destruição do património nacional, que trilhasse a estrada larga da harmonia, que se opusesse a prisões arbitrárias, à opressão, aos favores para alguns, dando lugar à justiça para todos.

Importa desmistificar o 25 de Abril, trágico logro em que caíram os de boa-fé, vazadouro de invejas, ambições, vinganças pessoais, incompetências, crueldades, ódios e cobardias.

Importa desmistificar a revolução dos cravos (vermelhos), que sangrou o País dos seus técnicos, da sua inteligência, do seu equilíbrio emocional. Um 25 de Abril talhado à medida dos medíocres, dos falhados, dos senhores com alma de lacaios».

Pompílio da Cruz («Angola: Os Vivos e os Mortos»).

quarta-feira, 19 de agosto de 2026

Serviços de saúde do Estado Novo de Salazar.

 


Serviços de Saúde do Estado Novo.

Começando pelo acesso aos mesmos, sendo que eram universais e gratuitos.
1954-serviam 10% da população.
1960-serviam 16% da população.
1965-serviam 30% da população.
1970-serviam 60% da população.
1975-serviam 78% da população.
(Dados oficiais do INE, atente-se que até lá, grande parte dos cuidados de saúde eram inerentemente prestados pelas Misericórdias e outras instituições perante acordos com o Estado, no caso das Misericórdias e não só havia isenções de impostos exactamente para compensar o serviço público.

Não adianta estar com grandes dissertações, pois a verdade e os factos, a obra falam por si mesmos!!!

Construção do Hospital Escolar de Santa Maria.
Construção do actual Edifício do Instituto Ricardo Jorge.
(Incluindo o arranjo paisagístico da área envolvente).
Construção do Instituto de Oncologia.
Construção do Hospital Egas Moniz.
Construção de centros de saúde por todos os concelhos do país.
Maternidades, entre as quais a Maternidade Alfredo da Costa.
Assistência Nacional aos Tuberculosos.
(Criada ainda na época da Monarquia e com sede em Lisboa foi, durante o Estado Novo muito ampliada, pela instalação de vários Sanatórios e criação de dezenas de Postos de atendimento espalhados por todo o território; alguns feitos de raiz e todos equipados com os meios humanos e materiais adequados; tornaram assim possível, a obrigatoriedade do rastreio anual às populações do Comércio, da Função Pública e Estudantil. Daqui resultou uma forte e efectiva regressão, para valores mínimos, do número de pessoas infectadas pelo bacilo).
Construção do Hospital Escolar de S. João.
(No Porto; Edifício idêntico ao do Hospital Escolar de Santa Maria, em Lisboa).
Criação das Casas do Povo e das Casas dos Pescadores.
(Incluindo a construção de centenas dos respectivos edifícios).
Construção de novos Hospitais e Sanatórios e beneficiação dos antigos.
(Apenas dois exemplos, dos muitos construídos por todo o País: a construção do Hospital Rovisco Pais – Leprosaria - na Tocha com dezenas de edificações espalhadas por uma área total de 110 ha, aproveitando integralmente uma doação do grande benemérito; construção do Hospital Psiquiátrico de Sobral Cid - próximo de Coimbra - com 15 edifícios espalhados por uma área de 10 ha).
Instituição do ABONO DE FAMÍLIA, para todos os filhos de pais assalariados.
Instituição da ADSE.

apenas um exemplo...
"(...)Por conseguinte, era essencial criar e valorizar os organismos indispensáveis a uma
coordenação conjunta e fiscalização acrescida. Deste modo, foi publicado o Decreto-lei
n.º 31666 de 22 de novembro de 1942, que previa a divisão da assistência em três ramos,
a ser:
a) Assistência à vida no seu nascimento e primeira infância (consultas pré-natais, maternidades, lactários, parques e dispensários);
b) Assistência à vida na sua formação e preparação física, intelectual e moral (preventórios, colónias de férias, orfanatos e patronatos);
c) Defesa da vida ameaçada por infeções físicas, mentais ou morais (hospitais, casa de saúde, dispensários, manicómios e casas de regeneração);
d) Assistência à vida diminuída pela miséria económica ou pela incapacidade física, mental ou moral (cozinhas económicas, recolhimentos, hospícios, asilos ou albergues). (Decreto-lei n.º31666, 1941, preâmbulo, ponto 1)
procedeu-se à reorganização dos serviços da Misericórdia de Lisboa,
pelo Decreto-lei n.º 32255, de 12 de Setembro de 1942. Esta entidade era considerada
como a “mãe de todas as outras que há nas cidades e vilas de Portugal” (Decreto-lei n.º32255, 1942, preâmbulo), ou seja, era a entidade de Previdência Social essencial para o
bom funcionamento de todas as outras, sendo, por isso, o modelo de assistência a seguir.
Para o legislador e toda a Assembleia Nacional, estava expresso, nesta organização, todo o espírito cristão, atingindo todas as finalidades propostas e contribuía, todos os dias, para o aperfeiçoamento dos serviços sociais da época."
Perante os factos, nunca se fez tanto, com tão pouco, em tão pouco tempo, infelizmente as cabecinhas pensadoras e empenados mentais apologistas deste regime marxista assim não o entendem, quem sabe sejam ainda hoje eles mesmos apologistas de regimes nos quais todos os inválidos para o trabalho não havia outra alternativa senão ficar empilhado numa vala comum, é triste, mas é a mais pura verdade!!!

Alexandre Sarmento

Mais um episódio da vergonhosa descolonização.

 




«Em Moçambique, a descolonização dita "exemplar" levou para as cadeias centenas de portugueses, homens, mulheres e crianças. Acusavam-nos de "crimes contra a descolonização". Três meses antes da independência, as forças portuguesas às ordens do comandante Vítor Crespo, Alto-Comissário em Moçambique, entregou um grupo de sete desses prisioneiros à FRELIMO, para serem mortos. Mantiveram-nos, contudo, durante mais de um ano e meio, em campos de "reeducação". As restantes centenas foram sendo progressivamente libertadas e, em Novembro de 1976, ainda havia cerca de vinte prisioneiros brancos».

Pompílio da Cruz («Angola: Os Vivos e os Mortos»).

A verdade politicamente correcta!!!

  Não há paralelo em qualquer outro país no mundo, nunca em outro país houve uma evolução tão rápida da taxa de alfabetização. Contra factos...