sábado, 12 de setembro de 2026

11 de Setembro, a grande farsa!!!

 


Como Refutar a Termite no 11 de Setembro

[Nota minha: Eis um interessante e bem documentado artigo acerca do 11 de Setembro. Com esta publicação encerro o tema, pelo menos até ao próximo ano em que, sem qualquer dúvida, voltarão a manifestar-se milhares de crédulos.]

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As provas da presença de termite no World Trade Center (WTC) em 11 de Setembro são extensas e convincentes. Estas provas acumularam-se a tal ponto que podemos dizer que a presença de termite no WTC já não é uma hipótese, mas sim uma teoria testada e comprovada.

Por conseguinte, não é fácil refutá-la. Mas a maneira de o fazer não é difícil de compreender.

Para refutar a teoria da termite, é preciso, em primeiro lugar, compreender as provas que a sustentam e, em seguida, demonstrar como todas essas provas estão erradas ou podem ser explicadas por outros fenómenos. Aqui estão as dez principais categorias de provas da presença de termite no WTC.

1. Metal fundido: Existem numerosas fotografias e testemunhos oculares da presença de metal fundido no WTC [1º comentário], tanto nos edifícios como nos escombros [2º comentário]. Não foi apresentada qualquer explicação legítima para estas provas, para além da reacção exotérmica da termite que gera as temperaturas requeridas e produz ferro fundido como produto.

2. Os incêndios no Ground Zero não puderam ser extintos durante vários meses. Apesar da aplicação de milhões de galões de água à pilha de escombros, de vários episódios de chuva no local e da utilização de um agente químico de extinção de incêndios, os incêndios não se extinguiam. Imagens térmicas captadas por satélite mostraram que as temperaturas na pilha de escombros estavam muito acima das esperadas nos escombros de um incêndio típico numa estrutura. Só a termite, que contém o seu próprio oxidante e, portanto, não pode ser extinta por abafamento, pode explicar esta evidência.

3. Numerosas testemunhas oculares que fugiam da zona descreveram a massa de ar como um vento quente cheio de partículas em chamas.[1] Esta evidência está de acordo com a presença de grandes quantidades de subprodutos da termite no ar, incluindo microesferas metálicas quentes e aglomerados de termite ainda em reacção.

4. Numerosos veículos ficaram chamuscados ou incendiados na área. As provas fotográficas mostram que os carros estacionados nas áreas de garagem dos pisos inferiores do complexo do WTC arderam como se tivessem sido atingidos por um vento extremamente quente, tal como o descrito pelas testemunhas oculares. Todas as peças não metálicas dos carros, incluindo o plástico, a borracha e o vidro, foram completamente queimadas por uma rajada de calor.

5. Estava presente um «fumo branco» diferente — claramente diferente do fumo causado por um incêndio estrutural normal —, conforme indicado pelas testemunhas oculares e pelas provas fotográficas.[2] O segundo produto principal da reacção da termite é o óxido de alumínio, que é emitido como um sólido branco pouco depois da reacção.

6. Investigações científicas revistas por pares confirmaram a presença de temperaturas extremamente elevadas no WTC [3º comentário]. As altas temperaturas foram comprovadas pela presença de microesferas metálicas e de outro tipo, juntamente com metais e silicatos evaporados. Estas conclusões foram confirmadas pelos investigadores do 11 de Setembro e por cientistas de uma empresa independente e do United States Geologic Survey.

7. A composição elementar das microesferas metálicas [4º comentário] provenientes do pó do WTC corresponde à das microesferas metálicas produzidas pela reação da termite.

8. Os dados ambientais recolhidos no Ground Zero nos meses que se seguiram ao 11 de Setembro indicam que ocorreram incêndios violentos, como os produzidos pela termite, em datas específicas. Análises científicas revistas por pares [5º comentário] destes dados mostram que os componentes da termite atingiram níveis extraordinários em datas específicas, tanto no ar como nas emissões de aerossóis no Ground Zero.


9. Foram encontrados nanotubos de carbono na poeira do WTC e nos pulmões dos socorristas do 11 de Setembro [6º comentário]. A formação de nanotubos de carbono requer temperaturas extremamente elevadas, catalisadores metálicos específicos e compostos de carbono exactamente iguais aos encontrados nas formulações de nanotermite. Os investigadores descobriram que a nanotermite produz os mesmos tipos de nanotubos de carbono [7º comentário]. Essa descoberta foi confirmada por uma análise independente realizada num laboratório comercial contratado.

10. Uma publicação científica revista por pares identificou a presença de nanotermite [8º comentário] no pó do WTC. Um dos aspectos fundamentais desse artigo foi confirmado por um cientista independente [9º comentário]. A comparação visual entre os resíduos de nanotermite e as partículas encontradas [10º comentário] no pó do WTC é notável.

Há também muitas provas indirectas a favor da teoria da termite. Estas incluem as tentativas da agência governamental NIST de minimizar as provas a favor da termite. Incluem também coisas como o fraco esforço do National Geographic Channel, de Rupert Murdoch, para desacreditar a capacidade da termite de cortar aço estrutural, o que foi, por sua vez, categoricamente refutado por um investigador independente [11º comentário]. É agora inquestionável que a termite pode cortar aço estrutural, tal como necessário para uma demolição.

Por conseguinte, refutar a teoria da termite no WTC não é fácil, mas é muito simples. Fazê-lo requer, simplesmente, abordar as provas acima enumeradas ponto por ponto e demonstrar, em cada caso, como uma hipótese alternativa pode explicar melhor essas provas. Dada a base científica da teoria da termite, o uso do método científico, incluindo experiências e publicações revistas por pares, seria essencial para qualquer esforço de refutação.

É quase certo que é por isso que não vimos essa refutação. Em vez disso, as pessoas que trabalham para refutar a teoria da termite no WTC recorreram ao que poderia chamar-se um estudo de caso sobre como NÃO responder a provas científicas.

Os refutadores fracassados da teoria da termite produziram:

• Milhares de comentários em salas de chat e outras publicações, mas nem um único artigo científico revisto por pares.
• Hipóteses alternativas que têm pouca ou nenhuma evidência que as sustente. Por exemplo, a hipótese da mini-bomba nuclear [12º comentário] e a hipótese do «Raio da Guerra das Estrelas».
• Cientistas do governo a declarar [13º comentário] que as evidências simplesmente não existem.
• Tentativas de exagerar o significado das evidências, por exemplo, afirmando que a termite ou a nanotermite não poderiam ter causado todos os efeitos observados no WTC.
• Esforços enganosos para apresentar os contratados do governo [14º comentário] que elaboraram os relatos oficiais como cientistas independentes.

O último destes métodos tem sido o mais popular. Na tentativa de refutar a décima prova da presença de termite no WTC, o contratado do NIST, James Millette, elaborou um artigo não revisto que alega replicar a descoberta de nanotermite no pó do WTC. Aparentemente, isto foi organizado na esperança de que tal acção pudesse desacreditar todas as provas da presença de termite no WTC.

Millette é muito conhecido por ter ajudado a elaborar os relatórios oficiais sobre a análise do pó do WTC [15º comentário]. Foi responsável pela elaboração do formulário usado para a triagem prévia de todos os materiais encontrados na poeira, antes de qualquer análise por parte dos investigadores oficiais. Esses relatórios oficiais não mencionaram nenhuma das provas acima enumeradas, em particular não referindo as abundantes microesferas de ferro espalhadas pela poeira do WTC. Além disso, a equipa do relatório oficial de Millette não encontrou quaisquer lascas vermelho-acinzentadas, muito menos nanotermite.

Enquanto trabalhava para refutar a investigação sobre a termite no WTC, Millette continuava sem conseguir encontrar quaisquer microesferas de ferro. No entanto, afirmou ter finalmente encontrado as lascas de cor vermelho-acinzentada. Curiosamente, não tentou replicar os testes que iriam determinar se essas lascas eram de natureza termítica.

Alegando ter encontrado as lascas, Millette realizou uma análise XEDS para determinar a composição elementar, mas não realizou nenhum dos outros testes, incluindo BSE, DSC, o teste da chama, o teste MEK ou a medição da resistividade das lascas. Tendo inexplicavelmente «incinerado» as lascas a 400 °C num forno de mufla, provando assim que não se tratavam dos materiais em questão (que se inflamam a 430 °C), Millette ignorou o restante do estudo que se tinha proposto replicar.

Como não realizou o teste DSC, não pôde efectuar a análise XEDS das esferas formadas a partir das lascas. Uma vez que ainda não tinha encontrado esferas no pó, não pôde testá-las, o que lhe permitiu ignorar a análise das esferas resultantes da reacção da termite.

Millette baseou a sua argumentação na FTIR, análise que eu também realizei em pedaços do pó do WTC, mas com um resultado muito diferente. Tal como o artigo de Millette, o meu trabalho de FTIR ainda não faz parte de uma publicação revista por pares e, por conseguinte, não deve ser considerado como prova conclusiva. Tem havido menos urgência neste trabalho complementar porque o que foi feito até à data não recebeu qualquer resposta legítima por parte do governo ou de grande parte da comunidade científica. Esse facto lamentável deveria ser o ponto central de debate hoje em dia.

Em todo o caso, Millette tentou realizar apenas um décimo dos testes na sua tentativa de replicar (ou refutar) um décimo das provas da presença de termite no WTC. A sua «abordagem de um por cento», não revista por pares foi, não obstante, muito convincente para muitas pessoas, incluindo algumas das que elaboraram os relatórios oficiais [16º comentário] sobre o 11 de Setembro. Mas é óbvio para outros que o trabalho de Millette não erau uma replicação em nenhum sentido da palavra.

Aguardo com expectativa o artigo científico revisto por pares que finalmente reproduza o artigo sobre a nanotermite ou qualquer um dos outros artigos científicos revistos por pares que documentem as provas da presença de termite no WTC. Esperemos poder abordar esses esforços sem preocupações quanto às fontes e sem recordar todo o engano e manipulação que os precederam.

Até lá, é importante reconhecer a diferença entre a aparência superficial da ciência e a verdadeira prática da ciência. Ignorar 90 por cento das provas não é científico. E a replicação dos 10 por cento significa, na verdade, repetir o trabalho.

Se os refutadores da termite e os defensores de hipóteses alternativas conseguirem encontrar a coragem e o empenho para enfrentar esse desafio, talvez possam começar a contribuir para o debate.

Kevin Ryan
(Químico, antigo director de laboratório e voz de destaque no movimento pela Verdade sobre o 11 de Setembro. Pode ler mais sobre o seu trabalho no seu blogue [17º comentário]. Pode também ver o seu testemunho nas Audiências de Toronto sobre o 11 de Setembro aqui [18º comentário], o seu vídeo sobre os paralelos entre o 11 de Setembro e a Covid aqui [19º comentário] e a sua entrevista no âmbito da nossa série Covid19/11 aqui [20º comentário].)

29.Setembro.2022

(Tradução de Isabel Conde) 

Notas:
[1] Aqui estão apenas alguns exemplos do vento quente:
«Então, a nuvem de poeira atingiu-nos. Depois ficou mesmo muito quente. Parecia que ia quase incendiar-se.» — Thomas Spinard, FDNY Engine 7
«Uma onda — uma onda de calor quente, densa e negra — atirou-me para o fundo do quarteirão.» — David Handschuh, Daily News de Nova Iorque
«Enquanto corria, algo quente atingiu-me nas costas, porque não tive tempo de voltar a vestir o casaco, e fiquei com algumas — bem, acho que foram queimaduras de primeiro e segundo graus nas costas.» — Marcel Claes, bombeiro do FDNY
«E depois fomos engolidos pelo fumo, o que foi horrível. Uma coisa de que me lembro é que era quente. O fumo era quente e isso assustou-me” – Paramédico Manuel Delgado
“Lembro-me de ter entrado no túnel e de haver uma quantidade incrível de vento, detritos, calor…” – Brian Fitzpatrick, bombeiro do FDNY
“Uma enorme, enorme rajada de vento quente, fumo, poeira e todo o tipo de detritos atingiu-me” – Bombeiro Louis Giaconelli
“Soprou aquele vento extremamente quente e ficou escuro como a noite, e não se conseguia respirar» — Bombeiro Todd Heaney
[2] Por exemplo, ver Joel Meyerowitz, Aftermath: World Trade Center archive. Phaldon Publishing, Londres, p. 178. Ver fotografia do acontecimento de 08/11/01 que mostra uma mudança impressionante e imediata das emissões semelhantes a nuvens provenientes da pilha de escombros, passando de fumo escuro para uma nuvem branca.




quarta-feira, 9 de setembro de 2026

A verdadeira razão da guerra Rússia/Ucrânia.

 

Muitos falam daquilo de que não fazem a menor ideia.

Para que se possa opinar de forma imparcial e verdadeira é necessário conhecer os factos, sem isso não há lugar, nem a consensos nem forma de sequer debater os assuntos. 

Abaixo está o link de um artigo que considero imprescindível para que se tenha uma ideia fiel daquilo que está na origem do conflito, depois tirem as vossas conclusões e se não for pedir muito deixem um comentário.

Alexandre Sarmento








A dramática descolonização

 



Os Que Vieram de África: uma história de regresso, ruptura e recomeço.

A descolonização portuguesa, iniciada na sequência do 25 de Abril de 1974 e concretizada com as independências dos antigos territórios africanos, provocou uma das maiores deslocações populacionais da história contemporânea de Portugal. Entre 1974 e os anos seguintes, centenas de milhares de pessoas deixaram Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe, dirigindo-se sobretudo para Portugal.

É neste contexto histórico que se insere o livro “Os Que Vieram de África”, da jornalista e escritora Rita Garcia, publicado em 2012. A obra recupera histórias de famílias que, perante a instabilidade política, a guerra e o processo de descolonização, foram obrigadas a abandonar em pouco tempo as vidas que tinham construído em África.

O regresso não significou, para muitos, voltar a uma terra verdadeiramente conhecida. Apesar de uma parte significativa ter nascido em Portugal, muitos dos que chegaram tinham nascido em África ou vivido ali durante grande parte da vida. Por isso, a palavra “retornado”, que rapidamente entrou no vocabulário português, nem sempre traduzia a realidade dessas pessoas.

Uma chegada marcada pela incerteza

Os números ajudam a compreender a dimensão do fenómeno. Dados dos Censos de 1981 apontam para 471 427 pessoas provenientes das ex-colónias africanas, sendo cerca de 290 mil de Angola e 159 mil de Moçambique. Outras estimativas académicas colocam o número global de pessoas que abandonaram as suas residências em África entre 1974 e 1979 entre 500 mil e 800 mil.

Angola assumiu uma posição central neste movimento. Com o agravamento da situação política e militar em 1975, milhares de pessoas procuraram sair do território. A chamada ponte aérea entre Angola e Portugal tornou-se uma das imagens mais marcantes daquele período. Entre Agosto e Outubro de 1975, foram transportados por essa operação mais de 228 mil passageiros.

Em Portugal, porém, o desembarque representava apenas o início de outra viagem: a da adaptação. Muitas famílias chegaram sem casa, emprego ou meios suficientes para reconstruir imediatamente a sua existência. O Estado criou, em Março de 1975, o Instituto de Apoio ao Retorno de Nacionais (IARN), destinado a apoiar o alojamento, a alimentação, a instalação e a integração dos recém-chegados.

Hotéis, pensões, residenciais e outras instalações foram utilizados para acolher milhares de pessoas. Segundo documentação histórica divulgada pela RTP, em determinado momento mais de 71 mil desalojados encontravam-se alojados através de estruturas apoiadas pelo IARN.

Entre a memória e a integração

A chegada dos retornados também revelou tensões numa sociedade portuguesa que atravessava uma profunda transformação política, económica e social. Houve dificuldades de habitação e emprego e, em determinados sectores, os recém-chegados foram recebidos com desconfiança e associados injustamente a privilégios coloniais.

A investigação da socióloga Elsa Peralta demonstra que a experiência dos retornados não pode ser reduzida a uma história única. As memórias, identidades e formas de integração foram diversas e, em muitos casos, marcadas pela necessidade de esconder ou reformular a própria condição de “retornado”.

É precisamente essa dimensão humana que torna “Os Que Vieram de África” uma obra relevante para compreender um dos capítulos mais complexos da história portuguesa recente. Mais do que números, estatísticas ou operações de transporte, existe uma sucessão de vidas interrompidas: casas deixadas para trás, fotografias, amizades, negócios, escolas, bairros e paisagens africanas que permaneceram na memória de quem partiu.

A história dos que vieram de África é, assim, também uma história sobre identidade. Para muitos, Portugal era simultaneamente o país de origem e um lugar desconhecido. África, por seu lado, deixara de ser apenas um território onde tinham vivido: transformara-se numa memória, numa referência afectiva e, em muitos casos, numa parte inseparável da sua identidade.

Décadas depois, o tema continua a suscitar debate e investigação. Instituições como o Museu do Aljube têm procurado preservar a memória do colonialismo, das lutas de libertação, da descolonização e das experiências humanas que acompanharam a transformação política de Portugal e dos países africanos.

“Os Que Vieram de África” recorda, por isso, que a descolonização não terminou no momento em que foram proclamadas as independências. Para centenas de milhares de pessoas, começava então uma outra história: a de perder uma vida, chegar a uma sociedade diferente e tentar reconstruir, em Portugal, aquilo que o tempo e a história tinham interrompido.

Fontes consultadas: RTP – Descolonização Portuguesa e Memórias da Revolução; Elsa Peralta, A integração dos “retornados” na sociedade portuguesa, revista Análise Social; Museu do Aljube – Resistência e Liberdade; Portal Português de Arquivos; Rita Garcia, Os Que Vieram de África.

REAT, Rádio Estudantil Angolana de Transmissões

domingo, 6 de setembro de 2026

O socialismo na prática é um desastre!!!

 


"Um professor de economia da universidade Texas Tech disse que raramente reprovava um aluno, mas tinha reprovado, uma vez, uma turma inteira.

Esta turma em particular tinha insistido que o socialismo realmente funcionava: ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário
e "justo".

O professor então disse, "Ok, vamos fazer uma experiência socialista nesta turma.

Ao invés de dinheiro, usaremos as vossas notas dos exames."

Todas as notas seriam concedidas com base na média da turma e, portanto seriam "justas".

Isto quis dizer que todos receberiam as mesmas notas, o que significou que ninguém chumbaria.

Isso também quis dizer, claro, que ninguém receberia 20 valores...

Logo que a média dos primeiros exames foi calculada, todos receberam 12 valores.

Quem estudou com dedicação ficou indignado, pois achou que merecia mais, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado!

Quando o segundo teste foi aplicado, os preguiçosos estudaram ainda menos -
eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma.

Aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que também eles se deviam aproveitar da média das notas.

Portanto, agindo contra os seus princípios, eles copiaram os hábitos dos preguiçosos.

O resultado, a segunda média dos testes foi 10.

Ninguém gostou.

Depois do terceiro teste, a média geral foi um 5.

As notas nunca mais voltaram a patamares mais altos, mas as desavenças entre os alunos, à procura de culpados e palavrões passaram a fazer parte da
atmosfera das aulas daquela turma.

A busca por 'justiça' dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma.

No fim de contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar os outros.

Portanto, todos os alunos chumbaram...

Para sua total surpresa.

O professor explicou que a experiência socialista tinha falhado porque ela era baseada no menor esforço possível da parte de seus participantes.

Preguiça e mágoas foi o seu resultado.

Sempre haveria fracasso na situação a partir da qual a experiência tinha começado.

"Quando a recompensa é grande", disse, o professor, "o esforço pelo sucesso é grande, pelo menos para alguns de nós."

Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros sem o seu consentimento para dar a outros que não lutaram por elas, então o fracasso é inevitável."

O pensamento abaixo foi escrito em 1931.

"É impossível levar o pobre à prosperidade através de leis que punem os ricos pela sua prosperidade.

Por cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa tem de trabalhar recebendo menos.

O governo só pode dar a alguém aquilo que tira de outro alguém.

Quando metade da população descobre de que não precisa de trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade,
então chegamos ao começo do fim de uma nação.

"É impossível multiplicar riqueza dividindo-a."

Adrian Rogers, 1931 

As escolas de Salazar.



Contrariando a narrativa pós Abril, Salazar fez mais pela extinção do analfabetismo do que todo o trabalho dos governantes anteriores, mais, desconheço outro país no mundo em que tenha havido um esforço e resultado comparável e com os resultados que tivemos em Portugal.
Foi um esforço hercúleo que deu frutos, pegar num país cuja taxa de analfabetismo constava entre as mais altas da Europa, a uma distância abissal dos países mais alfabetizados, não esquecendo que muitos deles no princípio do século XX já ostentavam taxas de analfabetismo inferior a 10%, o estado Novo de Salazar encontrou um país com uma taxa de analfabetismo efectiva de quase 80%. Facto curioso é ainda hoje e face a inúmeros registos e estatísticas que demonstram cabalmente o sucesso da gestão do sistema de ensino em Portugal, muitos, e vá-se lá saber por que razão, continuam a acusar Salazar pelo atraso em termos de alfabetização da nação portuguesa. Mais uma vez, os dados e a estatística não mentem, a taxa de analfabetismo em 1974 rondava os 22%, portanto podemos afirmar que houve uma efectiva redução da taxa de analfabetismo em Portugal próxima dos 50%. Feito notável tendo em conta o contexto internacional e os parcos recursos do país.
A grande aposta na educação, especialmente na ensino primário começou pouco depois da Revolução de 1926, por volta de 1930, com a construção de cerca de três mil salas de aula de ensino primário, este processo durou até à posta em prática do Plano dos Centenários.

O Plano dos Centenários

O Plano dos Centenários constituiu um projeto de construção de escolas em larga escala, levado a cabo pelo Estado Novo em Portugal, entre 1941 e 1969. O Plano deve o seu nome ao terceiro centenário da Restauração da Independência e ao oitavo centenário da Independência de Portugal. O Plano tinha como objetivo abranger a organização e a instalação condigna de todos os estabelecimentos de ensino primário, de modo a que nenhuma criança deixasse de ter uma escola ao seu alcance, debelando a iliteracia decorrente das fracas políticas de escolarização que vinham do passado, não só do tempo da monarquia mas sobretudo de um esforço falhado de escolarização pela Primeira República. 

Arquitectura e planeamento dos edifícios.

A construção foi levada a cabo pela Delegação para as Obras de Construção de Escolas Primárias, criada junto da Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais. O previsto no Plano compreendia cerca de 11 458 salas de aula a que correspondiam 6 809 edifícios, a construir em várias fases. Com a experiência, a Delegação englobou na sua orgânica as áreas de arquitetura, engenharia e fiscalização de obras, constituindo-se assim um serviço técnico-administrativo, com implantação regional, cuja atividade abrangia todo o Continente, os Açores e a Madeira. As escolas do Plano dos Centenários foram construídas com base em projetos-tipo regionalizados, aprovados pela Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais em 1935 e elaborados pelos arquitetos Raul Lino e Rogério de Azevedo. As escolas foram construídas em série, mas cada escola foi adaptada às características da arquitetura local, tendo em conta os materiais aplicados e as condições climatéricas. Para aplicação do Plano dos Centenários, os projetos de Raul Lino e de Rogério de Azevedo foram revistos pelos arquitetos Manuel Fernandes de Sá (região Norte), Joaquim Areal (região Centro), Eduardo Moreira dos Santos (Lisboa), Alberto Braga de Sousa (região Sul), Luís de Melo (Açores) e Fernando Peres (Madeira). O plano quando concluído contabilizou a construção de mais de 7000 estabelecimentos de ensino, totalizando mais de 12400 salas de aulas. De ressalvar que durante o período de vigência do Estado Novo no total foram construídas cerca de 15 mil salas de aulas de ensino primário.

Os Liceus, as Escolas Comerciais e Industriais

 A expansão e a construção de liceus e escolas comerciais e industriais (ensino técnico) foram fortemente planeadas pelo regime do estado Novo através de diferentes fases e planos ministeriais, com destaque para a atuação da Junta das Construções para o Ensino Técnico e Secundário.

Plano de 1938 (Duarte Pacheco):Lançou um programa modernizador focado na uniformização arquitetónica que resultou na construção de 11 grandes liceus de raiz. 

Plano de 1958: Previa inicialmente a construção de 16 novos edifícios liceais (número alargado posteriormente) para dar resposta ao crescimento urbano.

 Antes de de 1974, abriram-se em cerca de dois anos 79 liceus ou secções de ensino liceal.

Escolas Comerciais e industriais
O ensino técnico foi a grande aposta do Estado Novo a partir da década de 1940 e 1950 para responder às necessidades industriais e de fomento económico do país, No início do Regime do Estado Novo, Portugal contava com cerca de 50 escolas industriais e comerciais dispersas pelo território nacional. Durante as décadas de 60 e 70, deu-se a expansão, a rede escolar foi reforçada com mais 51 escolas de ensino técnico. decorreu um forte surto de construções escolares de raiz bem providas de equipamentos modernos, expandindo massivamente a oferta técnico-profissional pelo país, atendendo assim à procura de mão de obra qualificada para um mercado de trabalho em crescendo, sendo o período de maior pujança do nosso sector industrial.
Universidades

Durante o Estado Novo foram fundadas ou erigidas duas universidades públicas principais do Estado: a Universidade Técnica de Lisboa (em 1930) e, no final do regime, as primeiras bases e a criação formal das novas universidades de 1973 (incluindo a Universidade Nova de Lisboa, Aveiro, Évora e Minho, no âmbito da reforma de Veiga Simão). 

Antes destas criações, existiam apenas as Universidades de Coimbra, do Porto e a Clássica de Lisboa.

A actual Cidade Universitária de Coimbra é também uma obra do regime de Salazar, pois foi ele quem idealizou a remodelação da zona histórica para criar uma cidade universitária monumental e moderna.
O espaço foi desenhado para ser dedicado exclusivamente ao estudo. Surgiram assim os imponentes edifícios faculdade (como as Matemáticas e Letras) em redor do núcleo histórico do Paço das Escolas, recordando que o próprio Salazar tinha sido um docente desta Universidade e chegando mesmo a ter sido convidado para ocupar o lugar de reitor desta Universidade.













Contra factos não há argumentos, rebater a mentira dos detractores do regime do Estado Novo e de Salazar, não será certamente com o argumento do analfabetismo que conseguirão denegrir o regime e a figura do estadista que mais fizeram pela educação em Portugal, os resultados estão á vista, as obras também, muitas dessas obras estão hoje abandonadas, estão em ruínas, estão votadas ao esquecimento. Há hoje por parte do regime uma vontade intestinal de apagar toda a boa obra do passado, quiçá para que a percepção da incapacidade e da incompetência do actual regime face ao regime anterior não seja tão perceptível!!!

Que falta faz um Salazar!!!

Alexandre Sarmento






11 de Setembro, a grande farsa!!!

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