Consciência Nacional
"A verdade, a decisão, o empreendimento, saem do menor número; o assentimento, a aceitação, da maioria. É às minorias que pertencem a virtude, a audácia, a posse e a concepção." Charles Maurras
domingo, 2 de agosto de 2026
Subversão e Terrorismo em África.
sábado, 1 de agosto de 2026
O dia de S. Traidor - António José de Brito
Em nome da verdade - o PREC.
sexta-feira, 31 de julho de 2026
As vergonhosas prisões arbitrárias durante o PREC.
«(...) Foi preso pelo “crime” de grau de parentesco? Alguma vez lhe disseram que foi esse o motivo?
terça-feira, 28 de julho de 2026
Salazar, o homem e a obra.
HOMENAGEM A SALAZAR E AOS SEUS 25 ANOS DE GOVERNAÇÃO, PRESTADA PELA CÂMARA MUNICIPAL DO PORTO, EM 1953.
( EXCERTOS DO DISCURSO PROFERIDO PELO ESCRITOR , CONDE D' AURORA)
" ESTE HOMEM DE GÉNIO, ESPANTO DO MUNDO ACTUAL, INVEJA DE TODOS OS POVOS, QUE MESTRES TERIA TIDO? "
" ESSA A GRANDE RENÚNCIA, O MAIOR VALOR DE SALAZAR.
SALAZAR VALOR DE PORTUGAL E DO MUNDO, JÁ PERTENÇA DA HISTÓRIA DE PORTUGAL E DO MUNDO. "
"Não é sem a mais alta emoção que uso da palavra neste soleníssimo momento. Comovido, como não posso deixar de me sentir, pequenino e esmagado, tal um minúsculo comparsa em recuado travelling de grande espectaculosidade histórica, pelo ambiente e pelo assunto: discorrer sobre Salazar e no Salão Nobre dos Paços do Concelho do mais representativo, do mais tradicional, do mais opulento município de Portugal.
(...)
Vinte e cinco anos da estadia de Salazar no poder, do estadista de maior nome mundial da actualidade.
Tentarei traçar ante a retina da vossa imaginativa, culta e inteligente, com minhas mãos inábeis, em acelerada retrospectiva panorâmica, a infra-estrutura material da obra por ele realizada; mostrando, depois, a superstrutura que a timbra, sua maior obra, sua grande obra, a reedificação espiritual; e finalmente tentar, quase em quiromância, descrever as linhas de força, as ideias mestras, os antecedentes, a explicação de Salazar, tanto quanto é possível explicar qualquer caso humano, especialmente este que extravasa todas as medidas normais e representa, no Tempo e no Espaço, um tipo extra - série, como disse de Monzie.
É já um slogan adoptado pelo nosso espírito, ainda relapso no conservantismo passivo e derrotista, bom condutor das forças do mal, considerar de mau gosto repisar os benefícios de ordem material dos últimos vinte e cinco anos. Mas a realidade é bem outra: é o nunca ser demais relembrar tais factos, deleitando-nos no orgulho como na usufruição de tais verdades. Circuitêmo-las rapidamente. Relembremos como Salazar, quando nem os homens do 28 de Maio conseguiam estancar uma derrocada financeira que vinha dos tempos da Monarquia Liberal, e tão pavorosamente se agravara no período da República Demagógica ( e V.V.Ex.ªs poupar- me -ão os números que todos conhecem e ninguém nega), lembremos como Salazar restaurou o equilíbrio orçamental; extinguiu o déficit crónico ( caso único nos tempos actuais da Europa! ) ; como se pagou integralmente a dívida flutuante e a taxa de juro baixou de 13% para 2.5% ; como se restabeleceu o crédito e se restaurou a moeda que passou de uma situação risível a ser uma das mais fortes do mundo.
(...)
Apetrecharam -se os portos, de aquém e de além mar. E renovou -se totalmente a grande rede de estradas por todo o país, num esforço de grandeza colossal. O repovoamento silvícola dos nossos escalvados montes, em centenas de milhares de hectares, só tem par na história com a obra do Pinhal de el- Rei.
E não se pode esquecer a obra de hidráulica - agrícola apenas porque o aproveitamento hidro - eléctrico atinge cifras astronómicas. E construiram -se milhares de escolas, de edifícios públicos, de tribunais, de casas para magistrados, correios e telégrafos com sua vasta rede de ligações telefónicas a todo o país. Centenares de pontes! E porque faltou o << brasileiro>> a construí - los, também se ergueram hospitais, realistas estes e obedecendo a planos. E restauraram -se por todo o País os nossos mais notáveis monumentos nacionais que se esboroavam e desapareciam sem deixar vestígios.
Por todo o Mundo Português se estendeu a obra de construção, integrando o Ultramar no seu verdadeiro conceito de Províncias de Portugal; e tudo lá se fez como na metrópole, resgatando até os caminhos de ferro e os portos; construindo estradas, saneando as finanças, organizando os quadros, fomentando então de um modo ingente a agricultura ultramarina.(...)
E tanta, tanta coisa ainda, em todos os mais pequenos recantos da vida portuguesa. E passarei em claro, por falta de tempo, vastos sectores inteiros. Mas se a infra-estrutura é notável, como já verificamos, muito mais importante é a obra de renovação dos espíritos: a Superstrutura. Essa é a consciência da nossa dignidade nacional, a nossa consciência imperial, o orgulho legítimo de sermos portugueses, que no dessoramento do último século e meio havíamos quase totalmente perdido. E também a paz nas ruas, nos espíritos, nas almas. (...) É o restabelecimento das potências do Espírito. É o primado da Inteligência e da Razão. É, numa palavra, a certeza que os portugueses adquiriram de que a Nação é uma realidade presente com projecção no futuro, e não apenas um passado de museu, morto, glorioso embora. E se alguns outros homens eram também dotados de tais sentimentos, não exclusivos de Salazar, faça -se -lhe a justiça que só ele conseguiu, com seu exemplo de abnegação e trabalho, votando à tarefa a própria vida - só ele conseguiu a generalização de tal espírito, de tal disciplina, de tal convicção.
(...)
Suavemente, lentamente, persuasivamente, dentro das nossas fronteiras vai-se a pouco e pouco vivendo de novo habitualmente, vítimas já quase apenas dos males do século, porque não podemos esquecer que Salazar não tem o condão de desligar -nos do Tempo e do Espaço, nem dar solução, como tantos rabugentamente pretendem, aos grandes danos do presente, existindo com muito maior intensidade nos outros países, esses mais ricos que o nosso ainda sem subsolo nem grande indústria.
(...)
Este homem de génio, espanto do mundo actual, inveja de todos os povos, que mestres teria tido? Estudemos as linhas de força da sua personalidade. Quando digo mestres eu quero lembrar essencialmente três de quem hauriu mais profundamente aquela sua vasta preparação de estadista que o faz dominar os acontecimentos, tão ao contrário dos<< políticos - políticos>> dominados, esses, pelos acontecimentos. Aquela clareza dos seus discursos, álgida embora quanta vez, mas clara e álgida como a demonstração de um teorema. Que só pelos discursos fica Salazar indelèvelmente inscrito entre os grandes clássicos da língua. (...)
Ora quando digo Mestre eu quero significar em primeiro lugar o Povo de Portugal, esse Volk, tão marcado na actual personalidade de Salazar, embora Salazar mais propriamente herói nacional de que herói popular. Povo da nossa terra, em toda ela igual e como ele: arca do bom senso, do carácter, de todas as nossas virtudes atávicas e tradicionais. (...)
A seguir é a admirável já cultura e não apenas instrução do curso teológico (...)
É depois a velha, a grande Universidade de Coimbra. Mas até essa, quintacolunizada pelo espírito destruidor do mal, abastardada ao ponto de tentar expulsar de seu seio o futuro estadista, apenas porque ele tinha o autêntico, o tradicional, o verdadeiro espírito de escolar coimbrão. É a Mestra Coimbra, mais o burgo que a Universidade; mais o meio, o ambiente, a república estudantil.
Ah! São esses os três grandes mestres de Salazar.
(...)
Gélida casa a sua, gabinete oficial e burocrático sem alma, objectivo como um volume de carneira do<< Diário do Governo>>. Gélida casa sem lume, sem o calor, o colorido, a consolação, o conforto de aquilo a que Fradique shakespereanamente chamava<< o leite da bondade humana>>.
Essa a grande renúncia, o maior valor de Salazar. Salazar valor de Portugal e do Mundo, já pertença da História de Portugal e do Mundo."
( SALAZAR , pintura a óleo da autoria de Henrique Medina)
Ana Mandim
segunda-feira, 27 de julho de 2026
A colossal fortuna de Salazar.
Para calar a boca dos que muito falam sem saber!!!
"Pensei de interesse procurar saber quais os haveres de Salazar à data da sua morte. Julgo que possuía na altura apenas uma conta bancária: na Caixa Geral de Depósitos, Crédito e Previdência – Caixa Económica Portuguesa. Fora o depositante n.º 84 840. Extraviara a sua caderneta. Fora-lhe atribuído em 1965 um novo número: 95 450. Em 31 de Dezembro de 1969, a sua conta apresentava um saldo positivo de 274 892$00. Creio que durante a doença, e além do vencimento que lhe era directamente pago pelo Ministério das Finanças, alguns levantamentos terão sido feitos, por cheques que o doente ainda assinara, nos primeiros meses de 1970. Quando Salazar morre, o saldo na Caixa, numa ordem de grandeza aproximada, não deveria exceder os 50 000$00. Quanto às suas «propriedades» em Santa Comba e no Vimieiro: em 19 de Outubro de 1970, foi feita uma escritura de habilitação de herdeiros no notário Fernando dos Santos Manata, tendo outorgado João Manuel Alves (ulteriormente presidente da Câmara de Santa Comba), José Pinto de Matos e José Maurício de Gouveia; o «falecido não fez qualquer disposição de última vontade»; e deixou como únicas herdeiras suas irmãs Marta, Maria Leopoldina e Laura (esta última viúva de Pais de Sousa). À herança foi atribuído um «valor provável» de 50 000$00. Este quantitativo deve ter sido calculado por baixo. Pode presumir-se que os terrenos e a casa de Salazar deveriam valer em 1970 cerca de cem contos. Nestes termos, o património pessoal de Salazar, no total e à sua morte, deveria oscilar entre cento e cinquenta a duzentos contos."
Franco Nogueira in «Salazar – Volume VI – O último combate (1964-1970)», 1985.
quarta-feira, 22 de julho de 2026
África e Salazar.
Palavras de Salazar sobre o problema africano, sempre de uma suprema lucidez e completamente objectivo.
«... As aspirações dos povos africanos não diferem das que ainda hoje constituem os anseios da maioria das sociedades espalhadas por esse mundo fora, e que anseiam libertar-se do ciclo de subdesenvolvimento em que se encontram. Os seus objectivos coincidem, assim, com os problemas de governo dos respectivos países ou territórios; e, como acontece em toda a parte, quando tais problemas não encontram solução, ou quando esta se processa em ritmo mais lento do que aquele que revelam as aspirações dos povos, logo se põem em dúvida, ou seja politicamente em crise, quer as instituições quer a competência da administração. Este fenómeno é tanto mais frequente quanto menor é o grau de cultura da sociedade em questão, o qual, por sua vez, deriva essencialmente do grau de desenvolvimento da economia territorial, pois que a educação e a cultura não as produz a terra nem se colhem das árvores, como fruto espontâneo: conquistam-se pelo trabalho. Parece, assim, que não haverá outra saída do ciclo de subdesenvolvimento que não seja pela via do trabalho dos povos interessados, pois que os programas de educação em massa impostos de fora e oferecidos como dádiva não conseguirão ultrapassar os escolhos de ordem material que se lhes antepõem e que impedem resultados espectaculares. Se esta noção é exacta - e não vejo que nalguma parte do Globo ou nalgum tempo da História tenha sido rebatida - afigura-se que o critério que havia de presidir à evolução africana não deveria desprender-se da necessidade de as responsabilidades da administração estarem entregues aos elementos mais qualificados para as assumirem, com o apoio de uma soberania interessada no progresso do conjunto.
Não exporei aqui certas dúvidas, a primeira das quais seria se tal doutrina terá levado suficientemente em conta, na sua aplicação, o que nos parece deveria ter sido a sua principal razão de ser, ou seja, os interesses dos povos; tão-pouco procurarei responder a certas interrogações, tais como as de saber a quem melhor vem aproveitando o vento da mudança e se a doutrina tem sido sempre aplicada ou se a comunidade internacional, pelo contrário, tem assistido inerte a gritantes derrogações do princípio. Limitar-me-ei a expor a nossa opinião.
Nós conhecemos, por contacto directo de longa tradição, o nível e as possibilidades de certas elites africanas e não duvidamos por isso da sua capacidade como elementos dirigentes que, no caso português, o são e têm sido através da História. Mas não julgamos, e a experiência vem confirmando a nossa convicção, que essas elites sejam numericamente suficientes em todos os domínios e em todos os escalões, quer da administração quer da actividade privada - sem a qual aquela não teria objecto nem sentido - para assumir inteiramente sós as complexas funções de um Estado moderno. Que assim é parece pela circunstância de, em certos casos, se estar fazendo uma experiência que a nós se nos afigura contrariar a independência real dos povos: enquanto o governo é entregue aos elementos locais, as empresas e iniciativas de valor económico básico continuam - e é esta a melhor hipótese - a cargo dos que, embora nacionais da antiga potência soberana, passaram agora a ser estrangeiros no país onde servem. Quer-nos parecer, quando despidas das aparências e reduzidas as coisas à sua essência, que estes novos Estados se arriscam a criar por este processo sujeições mais graves do que aquelas de que pretendem libertar-se. Mas por outro lado, onde tal experiência não esteja sendo executada, temos assistido, e receio que viremos a assistir com maior frequência, a retrocessos da vida económica e social e ao retorno de certas práticas incompatíveis com a prosperidade e progresso desejados.
Deve ter-se como incontroverso que tais inconvenientes não resultam da vontade dos nossos dirigentes africanos; e se, como se faz crer, esses são, em todos os casos, os mais habilitados, também não deve provir tal estado de coisas da deficiência das suas qualificações. A justificação, parece-nos, residirá na falta de elementos de apoio com que essas elites contam. E é natural que assim seja, porque um Estado não é constituído apenas por governantes. Um Ministro da Economia, por exemplo, não poderá governar, se não tiver, ao nível dos serviços públicos, os engenheiros, os economistas, os agrónomos, os veterinários, os funcionários de carteira e de campo; e, tendo-os todos, nada terá a dirigir se lhe faltarem os chefes de empresa, os técnicos, os comercialistas e os operários especializados, que na esfera privada mantêm em funcionamento as actividades económicas, isto é, os homens que organizam e dirigem o trabalho. A existência de todas estas camadas populacionais não foi considerada essencial para a formação das novas nações africanas; nós entendemos, porém, que será indispensável para o seu funcionamento e para a sua independência. E como uma economia nacional não se inventa nem improvisa e a preparação profissional é extremamente morosa (como estão a reconhecer mesmo os países economicamente fortes relativamente aos seus planos de desenvolvimento) parece que aos povos considerados se indicou um caminho pelo qual não conseguirão progredir a ritmo compatível com o resto do mundo e, assim, radicarão o seu atraso e comprometerão a sua independência nacional.
A independência das nações africanas tem-se processado, na generalidade dos casos, sobre dois erros que as prejudicarão: o racismo contra o branco e a suposta unidade dos seus povos naquele continente. Esta última suposição tenderá a subordinar o negro ao árabe; o racismo negro tenderá a prescindir de tudo quanto o branco mais progressivo pode levar-lhe em capital, trabalho e cultura. Seria mais assisado substituir o exclusivismo rácico pela colaboração que vimos ser imprescindível. É por isso que nós entendemos que o progresso económico, social e político daqueles territórios só será possível numa base multirracial em que as responsabilidades de direcção em todos os domínios caibam aos mais qualificados e não aos desta ou daquela cor.
Sei sermos acusados de, com esta doutrina, estarmos tentando assegurar o predomínio da raça branca em África, com base, sobretudo, no facto de o nosso multirracialismo não ter ainda reflexo bastante lato na distribuição de responsabilidades nas províncias ultramarinas em África. É certo que estamos ainda longe de atingir o ponto em que poderíamos estar plenamente satisfeitos com as nossas realizações. Mas não pode negar-se que não só é o mais seguro caminho que trilhamos como o progresso dos territórios tende a cobrir a totalidade das respectivas populações, e não sectores privilegiados. Esse progresso é impossível negá-lo, pois que as realizações podem comparar-se, e com vantagem em muitos pontos, às dos outros países africanos. E se os nossos críticos estão seguros de que não é assim, mal se compreende que não tenham aceite a ideia de ser feito um estudo por individualidades de relevo internacional, e sob a égide da Organização das Nações Unidas. Foram infelizmente preferidos os discursos ao exame desapaixonado das realidades em debate, que tinha o nosso apoio.
Uma palavra sobre Angola. Estamos sendo vítimas ali de ataques que a princípio pretenderam acobertar-se sob a capa de sublevação das populações ansiosas por não continuarem integradas na Nação Portuguesa. O entusiasmo dos libertadores africanos porém não permitiu ocultar senão por pouco tempo a sua intervenção no recrutamento, financiamento e treino dos elementos estrangeiros que através de Estados limítrofres penetram em Angola. De modo que hoje não pode já afirmar-se que há ali uma revolta de carácter mais ou menos nacionalista, mas que uma guerra é conduzida por vários Estados contra Portugal, num dos seus territórios ultramarinos. Ora, duas coisas se devem ter por certas: a primeira é que, ao atacar-se Angola, não se ataca só Portugal, mas se está pretendendo enfraquecer as posições, e não só estratégicas, de todo o mundo ocidental; a segunda é que os que atacam, os que apoiam, os que ajudam com a sua indiferença, estão a agir contra os verdadeiros interesses das populações de Angola, só com retardar-lhes o desenvolvimento pacífico e com levar ali a semente do antagonismo racial que não existia e é hoje (...) o principal obstáculo ao progresso e bem-estar do continente africano».
Oliveira Salazar («Realidades da Política Portuguesa»).
Tugalândia, o paraíso dos ignorantes!!!
Mas curiosamente ainda anda por aí muito cretino a dizer que hoje se vive muito melhor, a esses eu rebato, vivem melhor porquê, quantos são e à custa de quê e de quem?
Não me phodam, hoje há por aí muito boa gente a viver muito bem, mas eu sei o porquê, um cavalgaram este regime de merda, outros viveram dos esquemas que o regime lhes permitiu, outros, vivem mesmo à pala do regime, um regime feito por medida para acobertar vigaristas, incompetentes, ladrões, pederastas, pedófilos e outras bichezas que num regime são e sério estariam completamente manietados, presos ou postos no lugar que lhes compete, ostracizados e apontados a dedo pelo sistema de justiça e pela sociedade em geral. Hoje, infelizmente, são agraciados, recebem comendas, são aplaudidos por uma sociedade tão corrupta e venal quanto eles, um país que mete nojo com gente que não vale uma merda!!!
Estou farto disto, eu sei bom como resolver isto, mas não o posso escrever pois poderia ser alvo da Justiça que neste país também não é séria, não é imparcial e não é para todos, este país é só para alguns, os cretinos do costume...
Abram os olhos e comecem a pensar numa verdadeira revolução, desta vez sem a merda dos cravos. Eles comeram tudo e não deixaram nada, portanto por mim bem podem meter a merda da vossa democracia nas nalgas, cambada de imbecis!!!
Não se esqueçam, nunca outro regime foi tanto o regime da sardinha para três como este!!!
Saturei.
Meu rico Salazar.
Alexandre Sarmento
Subversão e Terrorismo em África.
«A URSS, a Checoslováquia, a Jugoslávia e Cuba são os países do bloco leste que maior dinamismo irão mostrar em África durante os anos ses...