Consciência Nacional
"A verdade, a decisão, o empreendimento, saem do menor número; o assentimento, a aceitação, da maioria. É às minorias que pertencem a virtude, a audácia, a posse e a concepção." Charles Maurras
sábado, 18 de abril de 2026
25 de Abril, a farsa, a traição, o golpe de estado!!!
sexta-feira, 17 de abril de 2026
Salazar, o Homem.
Palavras que se aplicam na integra a Salazar, um homem do povo, um homem que nasceu no seio de uma família humilde, um homem sem vaidades que nunca esqueceu os seus pares, um grande ser humano, deu a sua vida a este país , viveu para a Nação, arrisco mesmo dizer, foi um pai da Nação...
"Ditosa Patria que tais filhos teve..."
Camões
«Devo à Providência a graça de ser pobre: sem bens que valham, por muito pouco estou preso à roda da fortuna nem falta me fizeram nunca lugares rendosos, riquezas, ostentações. E para ganhar, na modéstia a que me habituei e em que posso viver, o pão de cada dia, não tenho de enredar-me na trama dos negócios ou em comprometedoras solidariedades. Sou um homem independente.
Nunca tive os olhos postos em clientelas políticas nem procurei formar partido que me apoiasse mas em paga do seu apoio me definisse a orientação e os limites da acção governativa. Nunca lisonjeei os homens ou as massas, diante de quem tantos se curvam no Mundo de hoje, em subserviências que são uma hipocrisia ou uma abjecção. Se lhes defendo tenazmente os interesses, se me ocupo das reivindicações dos humildes, é pelo mérito próprio e imposição da minha consciência de governante, não por ligações partidárias ou compromissos eleitorais que me estorvem. Sou, tanto quanto se pode ser, um homem livre.
Jamais empreguei o insulto ou a agressão de modo que homens dignos se considerassem impossibilitados de colaborar. No exame dos tristes períodos que nos antecederam esforcei-me sempre por demonstrar como de pouco valiam as qualidades dos homens contra a força implacável dos erros que se viam obrigados a servir. E não é minha a culpa se, passados vinte anos de uma experiência luminosa, eles próprios continuam a apresentar-se como inteiramente responsáveis do anterior descalabro, visto teimarem em proclamar a bondade dos princípios e a sua correcta aplicação à Nação Portuguesa. Fui humano.
Penso ter ganho, graças a um trabalho sério, os meus graus académicos e o direito a desempenhar as minhas funções universitárias. Obrigado a perder o contacto com as ciências que cultivava, mas não com os métodos de trabalho, posso dizer que as reencontrei sob o ângulo da sua aplicação prática; e, folheando menos os livros, esforcei-me em anos de estudo, de meditação, de acção intensa, por compreender melhor os homens e a vida. Pude esclarecer-me.
Não tenho ambições. Não desejo subir mais alto e entendo que no momento oportuno deve outrem vir ocupar o meu lugar, para oferecer ao serviço da Nação maior capacidade de trabalho, rasgar novos horizontes e experimentar novas ideias ou métodos. Não posso envaidecer-me, pois que não realizei tudo o que desejava; mas realizei o suficiente para não se poder dizer que falhei na minha missão. Não sinto por isso a amargura dos que merecida ou imerecidamente não viram coroados os seus esforços e maldizem dos homens e da sorte. Nem sequer me lembro de ter recebido ofensas que em desagravo me induzam a ser menos justo ou imparcial. Pelo contrário: neste país, onde tão ligeiramente se apreciam e depreciam os homens públicos, gozo do raro privilégio do respeito geral. Pude servir.
Conheci Chefes de Estado e Príncipes e Reis e ouvi discretear homens eminentes de muitas nações, ideologias e feições diversas sobre as preocupações de governo, os problemas do Mundo ou as dificuldades dos negócios. Pude comparar.
E assim, sem ambições, sem ódios, sem parcialidades, na pura serenidade do espírito que procura a verdade e da consciência que busca o caminho da justiça, eu entendo que posso trazer ao debate um depoimento.»
António de Oliveira Salazar in «Discursos e Notas Políticas».
Na foto a campa do grande tirano e ditador, o "fachista"...
A simplicidade e a humildade, mesmo depois da sua morte, nem poderia ser de outra forma.
Requiescat in pace...
O assustador fantasma de Salazar
52 anos depois do 25 de Abril e 58 anos depois da queda da cadeira, ainda insistem em denegrir a figura de Salazar!!!
Salazar que foi exemplar, como estadista, como gestor, como politico, como ser humano, um ser imaculado ao qual a corja, afim de desviar a atenção, continua a assacar as culpas que nunca teve, desde assassino, de atrasar o pais, de manter o povo analfabeto e com fome, de promover a miséria e a repressão!
Salazar nunca foi nem será um fantasma certo é que desde o 25 de Abril que o regime em vigor tentou fazer e com sucesso, pelo menos até hoje, diabolizar a figura de Salazar. Desgraçadamente muitos houve que ao abraçarem a versão/aversão comuno-socialista à própria existência de Portugal (tudo pelo Partido nada contra o Partido) tornaram-se cúmplices numa paródia que só não tem piada porque tem conseguido afastar de Portugal e dos portugueses o seu líder mais inteligente e sério, o pai da Nação.
Qualquer país tem interesse em aproveitar erros e virtudes do passado, Portugal não o faz, nem fez por mero seguidismo e racismo políticos, pois há que branquear este regime manchando tudo aquilo que desmonte a farsa abrileira-grandoleira, neste caso o período em que este pais mais cresceu a todos os níveis nos últimos dois séculos.
Salazar foi o responsável por trazer Portugal ao século XX, mitigando um atraso estrutural de dois séculos, essa é a verdade que ninguém pode negar, pois nem a monarquia constitucional, nem a Primeira Republica tiveram capacidade nem vontade de o fazer!!!
Salazar não ressuscitou mas ainda assim causa angústia a muitos social-parasitas ou parasitas sociais que por aí andam!!!
...não ressuscitou, mas seria muito bom que ressuscitasse!!!
Viva Salazar.
Viva Portugal.
A bem da Nação.
Alexandre Sarmento
Salazar e a farsa dos partidos políticos.
O sistema partidário e a sua inoperância vista por Salazar, por
sinal partilho integralmente do seu pensamento, basta olhar o
mal que a partidocracia fez a este país, o clientelismo e a
corrupção instaladas e os danos causados à nação.
Claro que estamos a falar de uma máfia que dá pelo nome de
maçonaria...
«... Em numerosos países, e em Portugal sem dúvida, a noção, o espírito, a finalidade dos partidos corromperam-se e as agremiações partidárias converteram-se em clientelas, sucessiva ou conjuntamente alimentadas pelo Tesouro. Findo o período romântico, ou até antes disso, que se segue às revoluções ditas liberais do começo do século XIX e em que os debates parlamentares revelavam com erudição e eloquência preferência pelas grandes aspirações nacionais, a realização partidarista começou a envilecer-se. Duvido se alguma vez representou o que se esperava; desde os meados do século passado até 1926 - em monarquia e em república - a vida partidária tem seus altos e baixos mas deixa de corresponder aos interesses políticos e distancia-se cada vez mais do interesse nacional. A fusão ou desagregação de partidos, as combinações políticas são fruto de conflitos e de paixões, compromissos entre facções concorrentes, mas nada têm que ver com o País e os seus problemas.
Aqui e além tenta-se regulamentar, moralizar, constitucionalizar a vida partidária. Tudo embalde. Um partido, vários partidos dispõem do poder - são governo; mas não se encontra, como poderia supor-se, relação concreta nem entre os actos de governo e os programas partidários nem entre os programas e as exigências da Nação. Nós chegámos aos últimos extremos na república parlamentar com 52 governos em menos de 16 anos de regime.
A única conclusão possível é que a fórmula partidária faliu e de tal modo que apregoá-la como solução para o problema político português não oferece o mínimo de base experimental que permita admiti-la à discussão. Mas pode ir-se mais longe e invocar para contra-prova a experiência de mais de vinte anos de política sem partidos, de política nacional simplesmente.
O espírito de partido corrompe ou desvirtua o poder, deforma a visão dos problemas de governo, sacrifica a ordem natural das soluções, sobrepõe-se ao interesse nacional, dificulta, se não impede completamente, a utilização dos valores nacionais para o bem comum. Este aspecto é para mim dos mais graves».
Oliveira Salazar («O Meu Depoimento», Discurso de S. Ex.ª o Presidente do Conselho, na Sessão Inaugural da II Conferência da União Nacional, no Porto, em 7 de Janeiro de 1949).
quinta-feira, 16 de abril de 2026
Salazar e os Fascistas
quarta-feira, 15 de abril de 2026
Os portugueses não mereceram Salazar.
Este país é uma autentica anedota!
Salazar podia ter mau feitio, podia ser, sovina, ditador, autoritário, teimoso... mas nunca se ouviu dizer que tivesse ficado milionário à custa do povo e do governo, o que não é o caso dos nossos governantes no pós 25 de Abril!!!
Afinal, a fome continua, a miséria continua, o povo continua amordaçado e os "grandes" continuam ditadores, mas camuflados!
Salazar foi Presidente do Conselho(Primeiro Ministro) durante quarenta anos e morreu pobre, facto.
Salazar ajudou a construir os Estados Angolanos e Moçambicanos, tornando-os os mais prósperos de África até 1974, facto.
Salazar manteve a nossa neutralidade na Segunda Grande Guerra, se assim não fosse, hoje Portugal muito provavelmente seria apenas uma região de um qualquer outro estado, facto.
Salazar selou um bom contrato com o estado da África do Sul e os Mineiros Moçambicanos, acumulou ouro no Banco de Portugal, facto.
Salazar montou um paradigma administrativo indispensável para administrar o Império, facto.
Salazar trouxe Portugal ao século XX, colmatando um atraso estrutural de dois séculos, facto.
Mas afinal, porque é que os democratas se preocupam tanto com as evocações a Salazar?
Salazar, infelizmente não vai ressuscitar, mas os ditos "democratas", mal se fala o seu nome até tremem, porque será, o que receiam?
Evoquemos pois Salazar em termos históricos, ou a Juventude irá aos poucos constatar por si própria o Portugal que os pais receberam e o Portugal que agora lhes deixamos.
Enfim quando a ignorância impera, a maledicência é palavra de ordem, e se seguem religiosamente as cartilhas dos partidos políticos, pouco, ou nada há a esperar...
A verdade é que Salazar deixou obra, e que obra!!!
Salazar poderia ter sido mau, muito mau, mas, a verdade é que, até hoje, ninguém deu provas de ser e fazer melhor!!!
Alexandre Sarmento
Inconseguimentos da cambada de Abril!!!
Militares que envergonharam a Nação!!
Com a coragem que o caracteriza, o prof. António José Saraiva escreveu um artigo publicado no Diário de Notícias de 26/1/79:
«Os militares, sem nenhum motivo para isso, fugiram como pardais, largando as armas e calçado, abandonando portugueses e africanos que confiavam neles. Foi a maior vergonha de que há memória desde Alcácer-Quibir».
No dia anterior, na televisão, classificara a descolonização como «debandada em pé descalço».
Muitos foram os actos vergonhosos no Ultramar após o «25 de Abril», sobretudo a partir da nomeação dos «Altos-Comissários» (com excepção para Silva Cardoso dado que por isso foi chamado a Lisboa e substituído por Rosa Coutinho, para este fazer o jogo do MPLA) [Correcção: quem foi chamado a Lisboa foi Silvino Silvério Marques e não Silva Cardoso - este é que, por sua vez, sucederia o Almirante Vermelho].
E a esses homens deu-se-lhes o mesmo título de «Altos-Comissários» que fora tão prestigiado por ilustres Portugueses defensores do Ultramar...
Mas têm surgido livros com relatos vividos de actos de vergonha e traição, que é preciso recordar e que convém ler. Por exemplo:
O de Clotilde Mesquitela, Moçambique; 7 de Setembro; sobre Timor já citámos alguns; em relação a Angola vários também já foram publicados, além da obra de Pompílio da Cruz já referida, e apareceu recentemente o livro de Rebelo Cotta Não lhes perdoais, Senhor. Mas faltam obras que narrem o que se passou na Guiné, em Cabo Verde e em São Tomé e Príncipe. Recordaremos ainda o livro de Melo Machado Aviltados e Traídos e o de Neves Anacleto A Iventona do 28 de Setembro. Mas eis alguns casos especiais:
- Guiné. Centenas de «comandos» fulas foram desarmados e entregues ao PAIGC, sabendo-se perfeitamente que iriam ser trucidados por terem defendido a pátria comum, sob o comando de Carlos Fabião - o próprio que depois os entregou à morte, sendo Encarregado do Governo!
- Angola. Ainda a província era Portugal e já estava ocupada por soldados cubanos. Veja-se o prefácio do tenente-coronel comando Santos e Castro ao livro Angola - Comandos Especiais contra Cubanos, de Pedro Silva, Francisco Esteves e Valdemar Moreira. A independência deu-se a 11 de Novembro de 1975, e no Verão desse ano o exército cubano desembarcou em Angola. Quem autorizou esse desembarque? Quem autorizou que os aviões escalassem as Lajes? Quais os responsáveis que colaboraram com os cubanos em Angola e os apoiaram? Costa Gomes negou o facto numa entrevista - mas O Diabo replicou: «Costa Gomes mente».
- Moçambique. Disse Samora Machel em Nampula, ainda antes da independência:
«Enfrentámos generais portugueses corajosos como Caeiro Carrasco e Kaúlza de Arriaga, que nos teriam derrotado.
Mas não queremos em Moçambique, depois da independência, esses oficiais e soldados que se renderam cobardemente, nem sequer defenderam aquilo por que morreram tantos dos seus».
Ainda quanto a Moçambique, Jaime dos Santos Teixeira (de Moscavide), em O Diabo de 17/5/77, conta ter visto na África do Sul:
«...um filme (por um português de nome Ramos) intitulado Moçambique - um documento vivo»; e resume assim o filme:
«Vê-se o acordo de Lusaca a ser celebrado. E aparece também o ministro Almeida Santos a discursar e a afirmar que agora, sim, é que iria existir paz e sossego em Moçambique. Também se vê Álvaro Cunhal sorrindo, em grande plano, na altura em que uma bandeira portuguesa era substituída pela da Frelimo. E vê-se e ouve-se Mário Soares. E Samora a discursar - o que só por si é espectáculo incrível - afirmando ter terminado o fascismo e o colonialismo. E, logo a seguir, o casamento de Samora com a sua 5.ª mulher e companheira de militância, numa cerimónia absolutamente ao estilo fascista e colonialista, desde as alianças ao banquete, às indumentárias e ao beijo na boca.
O povo em bichas para água, para pão, e esgaravatando o lixo.
E vê-se - suprema vergonha - soldados tanzanianos a ser transportados para Lourenço Marques, em barcos de guerra portugueses, e a desembarcarem naquilo que é hoje o Maputo.
É bem um documento vivo. Não permitirão certas forças que ele seja projectado em Portugal, para maior e melhor elucidação dos portugueses».
- Timor. Muitos foram os actos de vergonha ali cometidos, designadamente o abandono de um grupo de soldados portugueses. Ver o livro de um deles, arq.º Rui Palma Carlos, Eu fui ao fim de Portugal.
E as ofensas à bandeira nacional e aos monumentos públicos, a mulheres, crianças, na presença de soldados metropolitanos?
Quando serão elaborados relatórios oficiais sobre o que verdadeiramente se passou em cada um dos antigos territórios do Ultramar? Quando será dado a conhecer o relatório há bastante tempo concluído sobre Timor?
terça-feira, 14 de abril de 2026
Salazar e o flagelo dos partidos políticos!!!
segunda-feira, 13 de abril de 2026
Social-parasitismo à la carte!!!
Quando num pseudo-regime o voto de um sábio tem o mesmo valor do que o de um idiota, compreenderão que algo não esta correcto!
Quando o voto de um social-parasita vale o mesmo que o de um cidadão exemplar que sempre trabalhou, contribuiu e tudo cumpriu em prol da sociedade, meus caros, algo não está bem...
Entendem agora o porquê de tanta protecção de algumas ditas minorias, entendem agora a forma populista como são tratados os parasitas que orbitam os grandes centros urbanos, entendem agora o porquê do sistema promover o funcionalismo público, o garantir de rendimentos e condições de vida a uma grande franja da população que nada contribui, nada produz e ainda por cima se dedica ao crime organizado, estando perfeitamente inertes a sanções por parte da nossa justiça?
Somos hoje, nós os verdadeiros cidadãos, os cidadãos que vivem com dificuldades, aqueles que muitas vezes trabalham dia e noite, aqueles que com extrema dificuldade esticam os rendimentos do seu trabalho para que consigam de forma digna chegar ao fim do mês, somos na verdade os escravos deste sistema, os cidadãos de segunda, ostracizados, esquecidos e perseguidos pelo sistema, pois no fundo temos a obrigação de tudo suportar, desde pagar o buraco monumental da banca, sustentar todos os que vivem de parasitismo do sistema, corruptos, ladrões, parasitas e criminosos de colarinho branco.
Votar neste sistema é eternizar o mesmo, é legitimar o mesmo, é participar e ser conivente com todo o tipo de atrocidades anteriormente descritas, infelizmente temos hoje bastantes daqueles que antes se diziam anti-sistema, anti fraude democrática, a militar ou a apoiar em novos partidos, sinceramente não entendo, onde estará a coerência em tempos tão apregoada, onde estará a honestidade que outrora defendiam?
Meus caros, tudo se resume a estas breves palavras ou denominações, temos hoje um grave caso de social-parasitismo, seja ele de "esquerda", "direita" ou mesmo "nacionalista", o certo é que todos procuram um lugar ao sol, todos procuram as mordomias que o sistema lhes pode proporcionar, temos então e sem duvida alguma, uma sociedade de prostitutos, mentirosos e social-parasitas!!!
Caso para seria reflexão, como mudar um país quando a sua população não o deseja, sabem o que vos digo muito sinceramente, temos o que merecemos, ou melhor ainda estamos longe de ter o que merecemos....
Alexandre Sarmento
quinta-feira, 9 de abril de 2026
Salazar, pela ordem e progresso da Nação.
terça-feira, 7 de abril de 2026
A decapitação da Nação Portuguesa.
Continuamos a ser o mesmo povo pobre e mal agradecido!!!
Salazar
25 de Abril, a farsa, a traição, o golpe de estado!!!
“O 25 DE ABRIL E A HISTÓRIA” (António José Saraiva, Diário de Notícias, 26 de Janeiro de 1979) “Se alguém quisesse acusar OS PORTUGUESES...