Consciência Nacional
"A verdade, a decisão, o empreendimento, saem do menor número; o assentimento, a aceitação, da maioria. É às minorias que pertencem a virtude, a audácia, a posse e a concepção." Charles Maurras
domingo, 1 de março de 2026
Uma África sem rumo...
Crónicas de uma morte anunciada da Nova África pós-colonial.
terça-feira, 24 de fevereiro de 2026
Razões Para Permanecermos em África - Henrique Galvão.
Salazar e o Ataque dos Americanos ao Império Português.
domingo, 22 de fevereiro de 2026
O PCP e a Pide no caso Humberto Delgado!!!
O PCP Assassinou Humberto Delgado.
sábado, 21 de fevereiro de 2026
Franco Nogueira e Morte Anunciada da Nação Portuguesa.
«Para além de tudo, paira o problema mais grave. Assume maior seriedade (...) a crise moral que os Portugueses atravessam. Como se manifesta? Por mil modos: pela recusa de ver os múltiplos perigos que os ameaçam; pela aceitação e procura constante da opção mais fácil; pela indiferença perante valores nacionais, sejam a língua ou as fronteiras, sejam a cultura ou a história, sejam a própria soberania e a independência; pela convicção generalizada de que é irreversível e inevitável (como se em história houvesse o que quer que fosse de irreversível ou de inevitável, salvo o que depender de uma vontade firme) fazer o que os outros pretendem, ou legislam, ou recomendam; pela aplicação de conceitos que os grandes países imaginam ou propõem (mas que não aceitam para si mesmos); pela submissão passiva e inconsciente, e até alegre e eufórica, aos interesses de terceiros (como se já fossem também os dos Portugueses); pela insensibilidade perante quanto destrói ou pode destruir a raiz portuguesa e põe em causa o próprio cerne da nacionalidade; e enfim pela euforia, tão pueril quanto oportunista, tão crédula quanto materialista, com que se deixa arrastar na onda do internacionalismo, do integracionismo, na suposição de que os outros também o fazem, e sobretudo na crença de uma vida fácil e rica, que o será sempre e sem esforço, e seja qual for a origem da riqueza, seja qual for a subordinação criada. E neste transe os Portugueses parecem esquecer três aspectos fundamentais: Portugal não tem tipicidade suficiente para enfrentar sem defesa forças que atingem o seu cerne, e resistir-lhes, e sobreviver, continuando a ser Portugal; tem uma vulnerabilidade de interesses vitais que lhe consente apenas muito reduzido espaço de manobra, pelo que o seu comportamento perante terceiros tem de ser cauteloso e não pode sofrer desvios de monta; e não pode por isso cometer erros históricos, sob pena de ser esmagado e absorvido pelo turbilhão de forças exteriores. Tudo quanto Portugal perder, ou alienar, ou lhe for tomado, é irrecuperável: em termos territoriais, políticos ou económicos. Por outro lado, tanto que se prolonga esta viragem, de que se ocupam os Portugueses – na sua vida colectiva e na sua intervenção política? Afigura-se exacta esta síntese: empenhando-se com o que é imediato ou pessoal, ou de grupo, ou de partido; e transformando em problemas nacionais o que não passa de subtileza adjectiva. E deste modo parece de dizer que ou retornamos às raízes e retomamos a linha segura do nosso destino – ou seguimos pelo caminho de Bizâncio – substituindo os factos nossos pelos mitos dos outros.»
Franco Nogueira («Juízo Final»).
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026
Um Povo de Suicidas.
“Portugal é um povo triste, e é-o até quando sorri. A sua literatura, incluindo a sua literatura cómica e jocosa, é uma literatura triste.
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Portugal é um povo de suicidas, talvez um povo suicida. A vida não tem para ele sentido transcendente. Desejam talvez viver, sim, mas para quê? Mais vale não viver.
(...)
Suicidaram-se Antero e Soares dos Reis. Suicidou-se também Camilo Castelo Branco, o grande Camilo, o escritor mais popular desta terra, o dos terríveis sarcasmos, o que viveu e lutou sozinho, mantendo contra todos levantada a bandeira do ultra-romantismo. Num artigo que Camilo escreveu para ilustrar o retrato de Laura de Valclusa, depois de falar na morte dela, refere que Petrarca teve a insolência de lhe sobreviver vinte anos, acrescentando que os sonetos são um grande purgante das paixões excessivas, pois é sabido que um ou outro sonetista morreu de fome, mas de amor, nenhum. E isto que em outro que não fosse português e, sobretudo, que não fosse Camilo— mesmo em Eça de Queiroz, entre os seus patrícios, não passaria de uma “boutade”, uma habilidade, em Camilo é algo mais. Como que a dizer: este Petrarca, ao saber da morte da inspiradora dos seus sonetos, devia matar-se; não o fez? É um farsante!”
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— MIGUEL DE UNAMUNO (Bilbau, 29 de Setembro de 1864 – Salamanca, 31 de Dezembro de 1936), poeta, ensaísta, romancista, dramaturgo e filósofo basco, in “Portugal Povo de Suicidas”, tradução, apresentação e selecção dos textos por Rui Caeiro, 4.ª ed. portuguesa, Letra Livre, 2012.
A organização que verdadeiramente domina a humanidade.
«(...) o judeu começa de repente a ser liberal, começando a sonhar com a necessidade do progresso humano. Pouco a pouco transforma-se no arauto de uma nova época. Porém, ele está é a destruir cada vez mais os fundamentos de uma economia verdadeiramente útil ao povo. Pelo processo das sociedades de acções, vai penetrando nos círculos da produção nacional, faz desta um objecto mais susceptível de compra e traficância, roubando assim às empresas a base da propriedade pessoal. Por isso, surge entre o patrão e o empregado aquele distanciamento que origina a ulterior luta política de classes.
Cresce assim a influência dos judeus em matéria económica, além da bolsa, e isso com assombrosa rapidez. Torna-se proprietário ou controlador das forças de trabalho do país.
Para consolidar a sua posição política, tenta destruir as barreiras raciais e de cidadania, que mais do que tudo o embaraçam a cada passo. Para atingir tal fim, luta com a sua resistência típica pela tolerância religiosa, encontrando na franco-maçonaria, que caiu inteiramente em seu poder, um excelente instrumento para combater o que não lhe convém e realizar as suas aspirações. Os círculos governamentais, assim como as camadas superiores da burguesia política e económica caem nas suas armadilhas, guiados por fios maçónicos, porém mal se apercebem disso.
Só o verdadeiro povo, ou melhor, a classe que, despertando, luta pelos seus próprios direitos e pela sua liberdade, não pode ser conquistado por esse meio, principalmente nas suas camadas mais profundas. Essa, porém, é a conquista mais indispensável. O judeu sente que a sua ascensão a uma posição dominadora só se tornará possível quando existir à sua frente um “precursor”, e este pensa ele descobrir não entre a burguesia mas nas camadas populares. Não se pode, entretanto, conquistar fabricantes de luvas e tecelões com os frágeis processos da franco-maçonaria, tornando-se obrigatório introduzir, nesse caso, meios mais rudes e grosseiros, porém não menos enérgicos. Como segunda arma ao serviço do judaísmo, existe, além da franco-maçonaria, a imprensa. Com muito afinco e muita habilidade, ele apodera-se deste orgão de propaganda e começa lentamente a enlaçar toda a vida oficial, a dirigi-la, a empurrá-la, tendo a facilidade de criar e superintender aquela potência que, sob a denominação de “opinião pública”, é hoje mais bem conhecida do que há algumas décadas. Com isso tudo, apresenta-se sempre como animado por uma infinita sede de saber, elogia todo o progresso, sobretudo aquele que acarreta a ruína dos outros, pois só julga todo o saber e toda a evolução na medida em que lhe facilitam a propaganda da sua raça. Quando falta esse objectivo, torna-se inimigo encarniçado de toda a luz e de toda a verdadeira civilização. Desse modo, utiliza todo o saber adquirido nas escolas alheias, única e simplesmente ao serviço da sua raça.»
Adolf Hitler («Meín Kampf»).
terça-feira, 17 de fevereiro de 2026
R.I.P. Dominique Venner
Esta foi a última mensagem que o escritor e historiador Dominique Venner deixou antes de se suicidar, na Catedral de Notre-Dame, em Paris.
Um homem com espinha dorsal, vertical um verdadeiro nacionalista, aqui fica a minha homenagem.
Estou são de corpo e alma, cheio de amor para com a minha mulher e os meus filhos. Amo a vida e não espero nada para além dela, a não ser a perpetuação da minha raça e do meu espírito. Portanto, na noite da minha vida, perante os imensos perigos para com minha pátria francesa e europeia, sinto-me no dever de agir enquanto ainda tenho forças.
Penso ser necessário sacrificar-me para romper a letargia que nos abate. Ofereço o que ainda resta da minha vida numa intenção de protesto e de fundação. Escolho um lugar altamente simbólico, a catedral Notre Dame de Paris que eu respeito e admiro, edificada pelo génio dos meus antepassados sobre locais de cultos mais antigos, recordando as nossas origens imemoriais.
Enquanto tantos homens são escravos das suas vidas, o meu gesto encarna uma ética da vontade. Entrego-me à morte a fim de despertar as consciências adormecidas. Insurjo-me contra a fatalidade.
Insurjo-me contra os venenos da alma e contra os desejos individuais invasores que destroem as nossas âncoras identitárias, nomeadamente a família, alicerce íntimo da nossa civilização multimilenar. Tal como defendo a identidade de todos os povos em suas casas, insurjo-me também contra o crime que visa a substituição das nossas populações.
Como o discurso dominante não pode sair das suas ambiguidades tóxicas, cabe aos europeus tirar as suas conclusões. Não havendo uma religião identitária à qual nos possamos amarrar, partilhamos desde Homero uma memória própria, repositório de todos os valores sobre os quais refundaremos o nosso futuro renascimento em ruptura com a metafísica do ilimitado, a fonte nefasta de todos os desvios modernos.
Peço antecipadamente perdão a todos aqueles a quem a minha morte fará sofrer, primeiro à minha mulher, aos meus filhos e netos, bem como aos meus amigos e seguidores. Mas, uma vez esbatido o choque e a dor, não duvido que tanto uns como outros compreenderão o sentido do meu gesto e transformarão o seu sofrimento em orgulho. Desejo que estes se entendam para resistir. Encontrarão nos meus escritos recentes a prefiguração e a explicação do meu gesto.
Para qualquer informação, podem dirigir-se ao meu editor, Pierre-Guillaume de Roux. Ele não estava informado da minha decisão, mas conhece-me há muito tempo.
Dominique Venner
Dominique Venner (1935–2013) foi um influente historiador, ensaísta e ativista francês de extrema-direita, especializado em história militar e política europeia. Ex-paraquedista na Guerra da Argélia e membro da OAS, foi fundador do grupo Europe-Action. Em 21 de maio de 2013, suicidou-se na Catedral de Notre-Dame, em Paris, como protesto político contra o casamento homossexual e a imigração.
As Premonições de Natália Correia.
"A nossa entrada (na CEE) vai provocar gravíssimos retrocessos no país, a Europa não é solidária com ninguém, explorar-nos-á miseravelmente como grande agiota que nunca deixou de ser. A sua vocação é ser colonialista".
"Portugal vai entrar num tempo de subcultura, de retrocesso cultural, como toda a Europa, todo o Ocidente".
"Mais de oitenta por cento do que fazemos não serve para nada. E ainda querem que trabalhemos mais. Para quê? Além disso, a produtividade hoje não depende já do esforço humano, mas da sofisticação tecnológica".
"Os neoliberais vão tentar destruir os sistemas sociais existentes, sobretudo os dirigidos aos idosos. Só me espanta que perante esta realidade ainda haja pessoas a pôr gente neste desgraçado mundo e votos neste reaccionário centrão".
"Há a cultura, a fé, o amor, a solidariedade. Que será, porém, de Portugal quando deixar de ter dirigentes que acreditem nestes valores?"
"As primeiras décadas do próximo milénio serão terríveis. Miséria, fome, corrupção, desemprego, violência, abater-se-ão aqui por muito tempo. A Comunidade Europeia vai ser um logro. O Serviço Nacional de Saúde, a maior conquista do 25 de Abril, e Estado Social e a independência nacional sofrerão gravíssimas rupturas. Abandonados, os idosos vão definhar, morrer, por falta de assistência e de comida. Espoliada, a classe média declinará, só haverá muito ricos e muito pobres. A indiferença que se observa ante, por exemplo, o desmoronar das cidades e o incêndio das florestas é uma antecipação disso, de outras derrocadas a vir".
Natália Correia
Lisboa, 16 de Março de 1993.
Este texto é hoje uma realidade consumada!
A Refutação do Marxismo.
"Um professor de economia da universidade Texas Tech disse que raramente reprovava um aluno, mas tinha reprovado, uma vez, uma turma inteira.
Esta turma em particular tinha insistido que o socialismo realmente funcionava: ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário
e "justo".
O professor então disse, "Ok, vamos fazer uma experiência socialista nesta turma.
Ao invés de dinheiro, usaremos as vossas notas dos exames."
Todas as notas seriam concedidas com base na média da turma e, portanto seriam "justas".
Isto quis dizer que todos receberiam as mesmas notas, o que significou que ninguém chumbaria.
Isso também quis dizer, claro, que ninguém receberia 20 valores...
Logo que a média dos primeiros exames foi calculada, todos receberam 12 valores.
Quem estudou com dedicação ficou indignado, pois achou que merecia mais, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado!
Quando o segundo teste foi aplicado, os preguiçosos estudaram ainda menos -
eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma.
Aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que também eles se deviam aproveitar da média das notas.
Portanto, agindo contra os seus princípios, eles copiaram os hábitos dos preguiçosos.
O resultado, a segunda média dos testes foi 10.
Ninguém gostou.
Depois do terceiro teste, a média geral foi um 5.
As notas nunca mais voltaram a patamares mais altos, mas as desavenças entre os alunos, à procura de culpados e palavrões passaram a fazer parte da
atmosfera das aulas daquela turma.
A busca por 'justiça' dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma.
No fim de contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar os outros.
Portanto, todos os alunos chumbaram...
Para sua total surpresa.
O professor explicou que a experiência socialista tinha falhado porque ela era baseada no menor esforço possível da parte de seus participantes.
Preguiça e mágoas foi o seu resultado.
Sempre haveria fracasso na situação a partir da qual a experiência tinha começado.
"Quando a recompensa é grande", disse, o professor, "o esforço pelo sucesso é grande, pelo menos para alguns de nós."
Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros sem o seu consentimento para dar a outros que não lutaram por elas, então o fracasso é inevitável."
O pensamento abaixo foi escrito em 1931.
"É impossível levar o pobre à prosperidade através de leis que punem os ricos pela sua prosperidade.
Por cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa tem de trabalhar recebendo menos.
O governo só pode dar a alguém aquilo que tira de outro alguém.
Quando metade da população descobre de que não precisa de trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade,
então chegamos ao começo do fim de uma nação.
"É impossível multiplicar riqueza dividindo-a."
Adrian Rogers, 1931
Uma África sem rumo...
«A independência das nações africanas tem-se processado, na generalidade dos casos, sobre dois erros que as prejudicarão: o racismo contra...