quinta-feira, 25 de abril de 2019

25 de Abril, a verdade....

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ESTARIA ENTORPECIDO e APÁTICO PASSAR por este TEXTO de FORMA INCÓLUME e COBARDE...
(felizes os que não calam gargantas que outros querem emudecer)
Devemos comemorar o 25 de Abril porque antes havia eleições onde o resultado só podia ser um e depois passou a haver eleições onde o resultado não vale nenhum.
Devemos comemorar o 25 de Abril porque antes mandava-se a PIDE recolher informação sobre os cidadãos e depois passou-se a mandar a ASAE recolher a base de dados.
Devemos comemorar o 25 de Abril porque antes achava-se que os comunistas deviam ser presos e depois passou-se a ter a certeza.
Devemos comemorar o 25 de Abril porque antes vivíamos um regime de partido único e depois passamos a ter um regime unicamente de um Partido.
Devemos comemorar o 25 de Abril porque antes quem não era das famílias de bem não era ninguém perante o estado e depois quem não era ninguém passou a ter uma família inteira dentro do estado.
Devemos comemorar o 25 de Abril porque antes havia uma assembleia composta por deputados que não representavam o povo e depois passou a haver uma assembleia composta por deputados que não representam ninguém.
Devemos comemorar o 25 de Abril porque antes o povo não podia decidir nada e depois também não.
Devemos comemorar o 25 de Abril porque antes o regime era dominado por professores universitários e depois passou a ser dominado por alunos universitários que nunca ninguém viu lá.
Dom Miguel de Baumgartner
Visconde de Valpaços

terça-feira, 23 de abril de 2019

O dia das mentiras!!!


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Falam de Salazar.
Falam de Estado Novo.
Falam de atraso.
Falam de miséria.
Falam de analfabetismo.
Falam de repressão.
Falam de desigualdades.
Falam de racismo.
Falam de colonialismo.
Falam de falta de cuidados de saúde.
Falam de 48 anos de um regime tirânico e fascista!
Falam, falam, falam, mas pergunto, em 44 anos de um regime fabuloso, de liberdade, igualdade e fraternidade, em que melhoraram o que quer que fosse?
Rebentaram com o Estado Social, rebentaram com o verdadeiro sistema nacional de saúde, implementado por Salazar.
Rebentaram com a educação, rebentaram com os grémios, rebentaram com o associativismo agrícola, rebentaram com a floresta, rebentaram com a industria, rebentaram com as pescas, rebentaram com os territórios ultramarinos e foram cúmplices num genocídio...
Pior que tudo, mataram a nação portuguesa, retiraram-nos a dignidade, fizeram de nós um povo submisso, um povo de pedintes, um povo de capachos humanos dos grandes interesses corporativos e da alta finança!!!
Expliquem-me por favor, como se eu fosse muito burro, em que aspecto houve alguma evolução notória neste país, em que aspecto convergimos com os países mais desenvolvidos, em que aspecto em termos de desenvolvimento humano demos um passo em frente, sinceramente, 44 anos depois, vejo um país e uma nação em derrocada total, um povo a viver no limiar da indigência e uma elite ligada ao sistema politico detendo todo o capital e benesses que o mesmo lhes proporciona!!!
Vejo um povo triste, apático, amorfo e conformado e desligado da realidade, drogado pela comunicação social, drogado pelo futebol, drogado pela politica do sistema, um povo fracturado e sem vida própria, um povo que renega o seu valoroso passado, farrapos humanos sem dignidade, sem identidade.
Posto isto, custa-me dizer, mas não melhoramos em nenhum aspecto, na verdade fomos merdificados, esse sim, o verdadeiro fruto do 25 de Abril!!!
Parafraseando uma frase do saudoso António José Saraiva...
"Os cravos do 25 de Abril, que muitos, candidamente, tomaram por símbolo de uma Primavera, fanaram-se sobre um monte de esterco”.
A bem da nação
Alexandre Sarmento

terça-feira, 16 de abril de 2019

Consciência...


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As nossas escolhas não podem ser apenas intuitivas, elas têm que reflectir o que somos. Logo, devemos ponderar as decisões e trocar de caminho, fazer um novo e mudar de paradigma, ninguém é o mesmo para sempre.
Sinais de inteligência e consciência, somos humanos, não somos objectos e por isso mesmo podemos modelar-nos a nós mesmos!!!
...o passado é uma lição para reflectir, não para repetir.
Alexandre Sarmento

segunda-feira, 8 de abril de 2019

Um país, uma nação, ou uma perfeita bandalheira?



Noutros tempos para se ser governante havia uma serie de requisitos a preencher, honestidade, honra, palavra, conhecimento, competência, entrega total ao serviço da nação, espírito de sacrifício, em suma, gente de verdade, seres humanos de verdade, cidadãos modelo.
Hoje os tempos mudaram, hoje são escolhidos entre os que melhor conseguem contornar a lei, hoje são criminosos e mafiosos escolhidos pelas suas lojas maçónicas, corporações e associações mafiosas, são a perfeita antítese do modelo do verdadeiro governante ou seja, vigaristas, criminosos, incompetentes, falsificadores, assassinos e traidores.
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Posto isto, pergunto, como inverter a calamitosa situação em que nos encontramos, como repor a ordem natural das coisas se metemos a raposa dentro do galinheiro, com a agravante de sermos coniventes com a situação, votamos e participamos no banquete em que nos mesmos somos a iguaria a devorar, desculpem, mas apenas tenho um comentário a fazer, seremos nós hoje um povo de imbecis, masoquistas, conformados, anestesiados, drogados, ou inconscientes, claro que sim, sem duvida alguma, digo-o sem problema algum de consciência, pois não há possibilidade de mudança, ganhe quem ganhar o "tacho", pois o problema não está na força politica A, B, C ou D, o problema está no sistema, ganhe quem ganhar, ganham sempre os mesmos...
Arrisco mesmo dizer que TODOS os partidos são farinha do mesmo saco, sem excepção, uns por serem cúmplices e culpados da situação deste país, os outros, os que ainda não tiveram hipótese de chegar ao "tacho", por pretenderem ser mais do mesmo, portanto, comunistas, socialistas, social democratas e agora mesmo os ditos nacionalistas, não passam de farsantes a quem o único objectivo é alcançar o poder e roer a sua quota parte no bolo, pois, bem sabemos que quem esta no poder, come, quem não está, cheira!!!
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A farsa da democracia, a farsa que muitos ainda não entenderam ou não querem entender, uns por estupidez, por ignorância, ou mesmo porque há interesses pessoais ou corporativos em jogo, no fundo temos uma sociedade de corruptos a imagem dos nossos governantes e gestores, temos uma sociedade decadente e incapaz de se auto-regular e sem vontade própria, não temos hoje referencias vivas, falta-nos uma verdadeira elite, um escol, na verdade temos como referencias aquilo que o sistema permite e suporta, os boys, os apparatchick, os que orbitam o poder e as mordomias que o mesmo pode proporcionar, uma perfeita simbiose que convém a muito boa gente, os tais social-parasitas!!!
Somos hoje um povo esquecido, temos um pais a duas três ou mais velocidades, temos um interior, um Portugal profundo abandonado e cada vez mais empobrecido e despovoado, na verdade apenas servimos, nós os habitantes desse Portugal verdadeiro como suportes, contribuintes, escravos do sistema, não temos os mesmos direitos de cidadania, não temos acesso a uma, cultura, saúde, transportes, serviços sociais e nem mesmo estradas ou escolas como as que existem e nos moldes em que existem nos grandes centros, sabem porquê, porque somos poucos, somos poucos eleitores, somos marginais e o sistema assim o pretende, posso arriscar dizer, que os três maiores distritos elegem metade dos deputados da nação, assim sendo, para quê fazer justiça ou investir onde não estão os eleitores, onde estão as massas?
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Por alma de quem somos nós os habitantes do interior a suportar as mordomias dos grandes centros quando não temos sequer acesso a elas, não temos vias de comunicação nem transportes públicos, mas pagamos como se os tivéssemos, um facto, injusto, uma aberração termos que sustentar um sistema que no fundo não defende nem a igualdade, nem a liberdade, nem a fraternidade, um sistema que não passa da ditadura do numero, a fraude democrática, a ditadura partidária, ou melhor dizer, a escravatura consentida.
Pensem um pouco, muito mais haveria a dizer, mas deixo para futura oportunidade, mesmo assim já me alonguei demais, reflictam, ponderem e depois retirem as vossa próprias conclusões de forma consciente e sem preconceitos.
...até quando vamos permitir isto?

Alexandre Sarmento

sábado, 6 de abril de 2019

O que é ser nacionalista?



O que é ser nacionalista?

Para falar do que é ser nacionalista, é necessário definir o que é nacionalismo. E, antes disso, é preciso definir o conceito de nação.
Nações são grupos humanos culturalmente homogéneos, maiores do que uma tribo ou uma comunidade, que partilham as mesmas línguas, instituições, religiões e experiências históricas, ou seja, nação é um grupo de indivíduos que se sentem unidos pela origem comum, pelos interesses comuns e, principalmente, por ideais e aspirações comuns.
Nação é uma entidade moral no sentido rigoroso da palavra. Nação é muita coisa mais do que povo, é uma comunidade de consciência e identidade unidas por um sentimento complexo, indefinível e extremamente poderoso: o patriotismo.
A nação é, portanto, algo abstrato, mas isso não faz dela algo irreal, ilusório. A nação é a alma coletiva de um povo, uma identidade construída ao longo de séculos de experiências históricas, de conflitos, de vitórias, de derrotas e de reviravoltas ou seja, a nação,tal como o indivíduo, é o resultado de um longo processo de esforços, de sacrifícios e de devotamentos, a nação é formada pelos antepassados e pelas gerações futuras. O sentimento patriótico é o que dá melhor forma à nação, que lhe dá os contrastes mais discerníveis. Nação e pátria são, pois, conceitos com uma relação muito intensa.
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O nacionalismo é o sentimento de exaltação da nação. Ressalvo aqui que nação nada tem a ver com Estado, portanto, essa exaltação à nação refere-se ao povo, à população; os interesses nacionais defendidos nesse processo são, pois, interesses da coletividade nacional, e dão das estruturas oficiais (ou oficiosas) de poder.
As raízes do nacionalismo encontram-se firmemente enterradas na antiguidade oriental: mesopotâmicos, persas e egípcios apresentavam, em suas culturas, traços nacionalistas primitivos. O nacionalismo como o conhecemos surgiu na Idade Moderna e foi demonstrado de modo bastante claro em movimentos como a Revolução Francesa(infelizmente de cariz maçónico), a Guerra da Independência dos EUA e as reunificações alemã e italiana. Durante o período da Segunda Guerra, foi reiteradamente usado de maneira deturpada como bandeira pelos ideários totalitários, notadamente o nacional-socialismo e o fascismo, bem como as doutrinas políticas neles inspiradas. Ainda hoje, o nacionalismo é visto como uma característica específica de movimentos neo-nazis, fascistas e análogos, o que gera algumas contradições e confusões
Tendo exposto tudo isso, posso chegar ao cerne do texto: o que é ser nacionalista? Respondo: é, primordialmente, cultivar o sentimento do nacionalismo. Ser nacionalista é amar a pátria e a nação; é conhecer e respeitar os símbolos nacionais; procurar conhecer cada vez mais a trajetória da nação ao longo dos anos; e é, principalmente, defender os interesses nacionais não somente com palavras, mas com atitudes.
O verdadeiro sentimento nacionalista não se constrói nem se alimenta de injustiças, xenofobia, racismo, supremacismos e outros venenos dessa categoria apenas destroem a nação e contribuem para fomentar a diferença de maneira prejudicial e desviam perigosamente o foco de toda a questão, o verdadeiro nacionalismo deve promover o desenvolvimento da nação com bom senso, sem excessos nem precipitações.
Portugal precisa de gente que arregace as mangas, que lute por ele e que o construa forte, firme e digno.

Alexandre Sarmento

quinta-feira, 4 de abril de 2019

Grito de revolta, agora ou nunca!!!


Temos tecnologia, temos recursos, precisamos de trazer a humanidade de novo a este planeta, basta termos a vontade de o fazer, criar de novo uma verdadeira consciência colectiva, dar o salto, partir as correntes que há muito nos castram física e mentalmente.
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Todos os dias acordamos no mesmo quarto, fazemos as mesmas coisas, falamos com as mesmas pessoas, vemos os mesmos programas e seguimos o mesmo caminho decalcando o mesmo dia que vivemos ontem.
Hoje os nossos dias são programados, a nossa vida é programada.
É isso que significa ser evoluído e livre?
Seremos nós realmente livres?
Nós obedecemos as regras, somos aquilo que o sistema nos permite que sejamos, somos meros instrumentos ou objectos do mesmo, fomos ensinados não para fazer a diferença neste mundo, mas para não ser diferente.
Somos inteligentes o suficiente para fazer o nosso trabalho, mas não o somos para questionar aquilo que fazemos.
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Desde que nascemos somos formatados, somos manipulados, somos inibidos de reagir e de pensar de forma autónoma, deixamos de ter vontade própria ou mesmo consciência daquilo que somos e das nossa reais capacidades, na verdade fomos transformados em meros dados estatísticos, se fugimos do standard somos apelidados de radicais, de inadaptados, de terroristas, ou modernamente de fascistas.
Nós trabalhamos, mas o trabalho deixou-nos sem tempo para viver a vida para a qual trabalhamos, buscamos o inalcançavel, somos uns eternamente descontentes, insaciáveis, queremos sempre mais, foi isto o que fizeram desta sociedade desumanizada, perdemos o nosso lado, o lado humano, sentimentos, afectos, relacionamentos, espiritualidade, tudo foi reduzido a uma mera faceta consumista nesta sociedade na qual o capital e os bens materiais são reis e senhores, adoramos a nossa condição de escravos, existimos porque consumimos e não o inverso, o que seria mais natural, consumimos porque existimos.
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Hoje temos um prazo de validade, somos preparados com o fito de produzirmos, de contribuirmos, de podermos aceder a bens e a uma imagem que nos permita almejar um lugar ao sol nesta sociedade de consumo desenfreado, uma sociedade da aparência, uma sociedade do espectáculo, uma sociedade da hipocrisia, na verdade passamos pela vida sem nunca verdadeiramente termos vivido, apenas existimos, vivemos em função de um sistema, vivemos em função da aparência, da vaidade e da inveja.
Vivemos com um mínimo de condições de conforto, segurança e saúde, isto até que chega o dia que estamos demasiado velhos para trabalhar, deixamos de contribuir e passamos a ser um fardo para o sistema, nessa altura somos abandonados pelo sistema e depositados em lares ou camas de hospital, arrisco mesmo dizer que somos vitimas da eutanásia do sistema.
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Onde haviam árvores que limpavam o nosso ar e onde tudo se passava ao sabor das estações do ano, agora há fábricas que o envenenam.
Onde havia água para beber, há lixo tóxico.
Onde os animais viviam livres, há explorações industriais e agrícolas onde eles nascem e vivem em condições barbaras ate serem abatidos afim de nos servirem de alimento.
Desperdiçamos diariamente milhões de toneladas de alimentos, enquanto mais de mil milhões de pessoas estão a morrer de fome, apesar de haver comida suficiente para todos, a quem beneficia esta atitude desumana?
Para onde vai tudo isso, a quem serve toda esse desperdício e a quem convém a miséria humana que poderia ser mitigada se para tal houvesse vontade?
Somos como uma praga varrendo a terra, destruindo o próprio ambiente em que vivemos. Vemos tudo como algo a ser vendido, como um objecto a ser possuído. Mas o que acontecerá quando tivermos poluído o último rio e envenenado a última brisa de ar?
Não estamos a destruir o planeta, estamos a destruir toda a vida nele. Anualmente, milhares de espécies são extintas, o tempo foge e está a esgotar-se, quem sabe seremos os próximos. Olhamos para nossa tecnologia e dizemos que somos os melhores e mais inteligentes. Mas os computadores, os carros e fábricas realmente mostram o quão inteligente somos ou será que eles mostram o quão preguiçosos e ignorantes em relação ao mundo que nos rodeia nos tornamos?
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Agimos como se soubéssemos tudo, mas há muito ainda que não conseguimos ver. Andamos pela rua ignorando todas as pequenas coisas, vivemos numa sociedade dita da informação e do conhecimento, mas aquilo que se nos apresenta é uma sociedade cada vez mais ignorante e mais desfasada da realidade, deram-nos redes sociais que nos permitem contactar em tempo real com gente a milhares de quilómetros de nós, mas desconhecemos as pessoas com as quais trabalhamos ou com as quais partilhamos espaços comuns, dizem ser isto a globalização, o grande beneficio da globalização, uma sociedade de zombies, de gente apática, de gente que perdeu o Espírito de família, clã, tribo ou nação, somos hoje apenas coisas sem ligações e sem afectividade.
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Será que estamos realmente felizes com nossos "iPhones", as nossas grandes casas, os nossos carros de luxo e mais uma panóplia de coisas perfeitamente supérfluas?
Desligamos da sociedade, tornamo-nos individualistas e egoístas, idolatramos pessoas que nunca conhecemos, vivemos virtualmente vidas que afinal nos são incutidas, somos voluntariamente manipulados, estamos drogados e viciados pelos gadgets que o sistema nos proporciona.
Esperamos que sejam os outros a dar inicio a mudanças, sem pensar em mudarmos a nós mesmos.
A mudança tem que começar por nós mesmos, temos que tomar consciência que somos um flash no tempo, somos efémeros mas o nosso impacto é para sempre. Podemos usar a tecnologia para nos unirmos para interagirmos de forma positiva, de forma a que possamos como indivíduos, como seres conscientes, induzir uma nova consciência colectiva, seres humanos completos e perfeitamente integrados neste gigante ecossistema., respeitando o planeta e todos os seres vivos que connosco o partilham este espaço comum.
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Para melhor ou o pior serão as gerações actuais quem vai determinar o futuro da vida no planeta.
Ou continuamos a servir este sistema, este processo de auto-destruição até que nenhuma memória da nossa existência permaneça, ou então podemos despertar e perceber que não estamos a evoluir, mas sim em queda livre como espécie e como sociedade.
Agora é a nossa vez, podemos escolher o nosso próprio caminho ou seguir aquela que nos trouxe ao que hoje somos, a este marasmo, a esta sociedade disfuncional, a esta barbárie consentida.
Está na hora de trazer de novo a humanidade a este planeta, se temos tecnologia, temos inteligência, temos recursos, porque razão não mudamos de paradigma, porquê tanto comodismo, conformismo ou subserviência?
Basta de mentiras, basta de cegueira ideológica, basta de individualismo...só avançámos como civilização quando fomos unidos, quando fomos uma verdadeira sociedade consciente...

Alexandre Sarmento

O repugnante mundo novo!

  Aldous Huxley, autor de ‘Admirável Mundo Novo’, enviou carta para o aluno George Orwell após ler ‘1984’ Por Vitor Paiva Quando um autor la...