terça-feira, 29 de janeiro de 2019

Sangue oculto...

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Na verdade fomos vitimas da nossa grandiosidade, humanidade, história, acção evangelizadora e humanista, bem como povo, pátria e nação...
Por nos temerem, por temerem um mundo de seres humanos livres e com vontade própria, tentaram mataram-nos o sonho de fazer um mundo melhor!!!
Resta-nos a vontade, resta-nos o espírito dos nossos antepassados, resta-nos a raça e alma lusitana, poderemos ser hoje em termos materiais e territoriais, pequenos, mas somos grandes, muito grandes, na verdade está na hora de despertar de novo o nosso espírito guerreiro e conquistador, ressuscitar a energia, coragem, querer e garra dos nossos ancestrais...
Aqui dentro, corre um sangue vermelho,
Um murmúrio ancestral, 
Missão divina, manter a chama acesa,
Pleno de coragem e força para lutar,
Um coração guerreiro que bate incessantemente.
Cheio de vontade e sonhos para alcançar
Que mesmo sendo pequeno aos olhos do mundo,
Com a certeza de que, nesta existência, uma marca quer deixar...

Alexandre Sarmento





...pintura de Roberto Ferri.

domingo, 20 de janeiro de 2019

44 anos depois...





Eis o grande responsável, segundo as Sagradas Escrituras Abrileiras-Grandoleiras, segundo um grupo ou seita que tomou de assalto o corredor do poder neste país, os traidores e social-parasitas que se dedicam a denegrir Salazar e o nosso passado!

Oliveira Salazar's Life magazine series of pictures -  c.1960
Quem foram afinal os responsáveis por esta pequena lista de atrocidades cometidas contra o povo português, vão agora dizer-me que foi Salazar, senão vejamos, quem foram os responsáveis por:
Fogo de Pedrógão.
Pela queda da árvore na Madeira.
Pelo fogo de Monchique.
Pela derrocada de Borba.
Pela queda da ponte de Entre os Rios.
Pela impagável divida soberana.
Pela farsa dos Kamov, submarinos e Pandur.
Pelo colapso da Banca.
Pelo atraso deste povo depois de 44 anos de "democracia".
Por morrer gente em macas nos corredores dos hospitais.
Por não termos um verdadeiro sistema de educação.
Por termos perdido a soberania(vendida barata).
Por termos perdido a auto-suficiência.
Por termos regredido brutalmente em termos de desenvolvimento humano.
Por sermos hoje o esgoto e caixote do lixo da Europa.
Por termos um governo parasita.
Por termos uma justiça para ricos e outra para pobres(cadeias de luxo para ricos e cadeias de lixo para pobres).
Por termos preguiçosos de luxo,com todos os direitos e mordomias garantidos e gente que trabalha todos os dias na mais completa miséria.
Por termos os nossos idosos a morrer miseravelmente abandonados pelo sistema.
Por termos um país desertificado e abandonado.
Por não sabermos sequer quem somos hoje, nem aquilo que somos, por termos perdido a identidade.
Pois, foi este senhor o responsável por tudo isso, disso não duvido, pois se não tivesse existido, este país, há muito teria deixado de ser um Estado Soberano, não sei o que seriamos hoje, certamente poderíamos ser muita coisa, muita coisa, menos portugueses, teríamos hoje uma cultura diferente e quem sabe até uma língua diferente!!!Resultado de imagem para corrupção portugal
Vou repetir as palavras de Churchil, "mal empregado estadista para um país tão pequeno", não era o país que era pequeno, na verdade quem sempre foi este povo acarneirado, manso e submisso, este povo imbecilizado e macambúzio das "Farpas" do nosso Ramalho Ortigão, este povo mal agradecido e vaidoso, este povo ignorante e arrogante, este povo de memorias curtas que esqueceu até o porquê de ser português, um povo que renega as suas figuras, a sua grandeza do passado, os grandes feitos e conquistas que estiveram na origem da consolidação da sua nação, é um povo condenado ao insucesso, condenado a ser capacho e escravo de outrem, é um povo, ou melhor, uma nação ferida de morte, uma nação em extinção, um aglomerado amorfo de escoria humana que em vez de seres humanos passaram a ser meros objectos sem vida ou vontade própria.
Na verdade somos um povo de suicidas pois em vez de lutarmos pelos nossos ideais e pelos nossos interesses fazemos exactamente o contrario, fazemos o jogo do inimigo, o jogo que os nossos Migueis de Vasconcellos, ou seja, os nossos governantes nos impõem, votamos e escolhemos, não os bons, não os honestos, não os que merecem a nossa confiança, escolhemos na verdade, aquele que julgamos que nos rouba menos, deixamos de ser exigentes, nivelamos por baixo, portanto, de que nos queixamos?
Tivemos tudo, tivemos uma verdadeira elite, um escol, hoje temos o quê?
Corruptos, traidores, genocidas, bandalhos como elite, e porquê, muito simples meus caros, perdemos a identidade e os valores, deixamos de ser exigentes connosco próprios, vendemo-nos ao facilitismo, perdemos a nossa espiritualidade e rendemo-nos a um novo Deus, o Capital e a tudo o que esse capital representa, nem que para tal tenhamos perdido ou vendido a alma ao Diabo e com essa atitude tenhamos destruído o futuro das gerações vindouras, condenamos os nossos filhos e netos a uma condição nada dignificante de escravos, passamos de senhores a escravos, essa é a verdade, o pior é que o fizemos de forma voluntária, por omissão talvez, quem sabe inconscientemente, somos na verdade um povo de inconsequentes...
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Portanto, não atirem nem assaquem as responsabilidades para quem afinal tudo fez, tudo deu por esta nação, país e outrora império, na verdade deu a sua vida pela defesa dos seus ideais e honrou de sobremaneira o sangue, suor e lágrimas dos nossos ancestrais, na verdade levantou um estado e devolveu-nos a dignidade entretanto perdida...
Não culpem Salazar, culpem-se a vós próprios, pois quando interesses partidários, clubisticos e corporativos se sobrepõem aos da nação, está tudo explicado...
Termino com alguma frases de Salazar, espero que as entendam.
«Deus, Pátria, Família».
«O grau das liberdades públicas efectivas depende da capacidade dos cidadãos, não da concessão magnânima do Estado».
«Pois é preciso que gritemos tão alto a verdade, que demos tal relevo à verdade que os surdos a ouçam e os próprios cegos a vejam».
«Instrução aos mais capazes, lugar aos mais competentes, trabalho a todos, eis o essencial».
«A Nação não se confunde com um partido, um partido não se identifica com um Estado».




Alexandre Sarmento.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Bilderberg, quem são afinal?


Mais umas verdadezinhas daquelas que nos ocultam, ou daquelas que teimamos em não querer ver...
«Na primeira reunião dos Bilderberg, os fundadores estabeleceram a sua missão e objectivos. Segundo um observador, continuaram na mesma linha: "A intenção subjacente a toda e qualquer reunião Bilderberg era criar uma "Aristocracia de finalidades" entre a Europa e os Estados Unidos, e chegar a acordo sobre questões políticas, económicas e estratégicas ao governar o mundo em conjunção. A aliança da NATO foi a base de operação e subversão crucial porque lhes dava um substrato para os seus planos de "guerra perpétua", ou pelo menos para a sua "política de "chantagem nuclear"!Resultado de imagem para guerra nuclear
(...) Na sua newsletter de Outubro de 1967, Les Documents, Politiques, Diplomatiques et Financiers, o investigador político Roger Mennevée analisou a relação dos Bilderberg com De Gaulle. Começou o seu relatório com uma observação espantosa em como "todas as personalidades que se associaram ao Clube Bilderberg como, por exemplo, Georges Pompidou, Antoine Pinay e Guy Mollet, também eram os opositores mais denodados à política de Charles de Gaulle", conhecida como force de frappe. Pompidou era Primeiro-Ministro. Pinay e Mollet, ministros do governo francês.
Porquê esta aliança? Porque um dos principais objectivos do Clube era submeter a soberania das nações livres da Europa a um Governo Único Mundial britânico e americano, controlado pelos Bilderberg, mediante ameaça nuclear como aríete contra o resto do mundo pertinaz. Ora, para controlar a Europa, era vital eliminar o dissuasor nuclear francês, mesmo que esse dissuasor fosse vital para conter a ameaça nuclear soviética. Jean Lacouture, biógrafo do General de Gaulle, disse: "de Gaulle teve de marcar uma posição de força indisputável na Europa contra a orientação britânica de livre mercado para uma Nova Ordem Imperial Mundial. Por isso é que a França teve de ser um dos três pilares do mundo livre, ao contrário de uma das colunas do Templo Europeu".
Se analisarmos os pontos da ordem de trabalhos das reuniões Bilderberg desde 1954, o que mais se destaca é a tentativa de gerir e controlar diferenças de ideologia entre as aristocracias americanas e europeias, no que toca ao modo como estes dois grupos devem saquear o planeta. Por exemplo, na página sete do Relatório Geral da reunião Bilderberg de 1995, temos a "remoção de incompreensões e possíveis suspeitas entre os países da Europa Ocidental e os EUA perante perigos, que assolam o mundo".
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Desde 1954, os Bilderberg têm representado a elite e a riqueza absoluta de todas as nações ocidentais - banqueiros, industriais, políticos, líderes empresariais de multinacionais, presidentes, primeiro-ministros, ministros das finanças, secretários de estado, representantes do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional, presidentes de conglomerados de comunicação social mundial, e líderes mundiais.
Em Setembro de 2005, num gesto que visava contrariar acusações de conspiração por parte do Clube Bilderberg, e que abriria um precedente, o presidente do Clube, Visconde Étienne Davignon, de setenta e três anos, deu uma entrevista a Bill Hayton da BBC. Apresentou uma finalidade mais benigna para as reuniões privadas do grupo: "Parece-me simplesmente que são pessoas influentes interessadas em falar com outras pessoas influentes, num fórum que lhes permita falar livremente e examinar as suas diferenças de opinião sem críticas e debates públicos sobre as suas opiniões". Davignon negou que os Bilderberg quisessem estabelecer uma classe dirigente global, "porque não me parece que exista tal coisa, uma classe dirigente global". Em contrapartida, alegou que: "Os negócios influenciaram a sociedade, e a política influencia a sociedade - trata-se de bom senso. Não é que os negócios contestem o direito de líderes democraticamente eleitos de liderar".
Têm-se travado guerras pela expansão do território, mas nesta nova era de globalização, em que os negócios e a política dependem um do outro para sobreviver, domina o controlo económico. Independentemente das alegações do presidente Bilderberg, não há dúvida de que o Clube exerce controlo económico sobre o comércio mundial. O facto é que o público não tem conhecimento das suas reuniões anuais. Encontram-se em segredo para debater estratégias globais e chegar a consenso sobre um vasto leque de assuntos. Tal sigilo é suspeito, e o meu objectivo é desvendar o segredo dos Bilderberg e demonstrar como este clube privado de líderes mundiais e agências interligadas continua a tentar subjugar todas as nações livres ao seu jugo mediante leis internacionais que manipulam e ordenam às Nações Unidas que administrem.
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Os Bilderberg "mandam" nos bancos centrais e estão, por conseguinte, em posição de determinar taxas de desconto, níveis de disponibilidade de dinheiro, taxas de juro, o preço do ouro, bem como quais os países que recebem empréstimos. Ao manipularem o dinheiro acima e abaixo na cadeia empresarial, os Bilderberg criam milhões de dólares para si próprios. A ideologia de dinheiro e desejo de poder impele-os.
Todos os presidentes americanos desde Eisenhower pertencem ao Clube Bilderberg, embora nem todos tenham estado pessoalmente nas reuniões, mas todos mandaram representantes. Outro membro é o agora ex-Primeiro-Ministro Tony Blair, bem como a maioria dos principais membros do governo britânico. Até o anterior e prestigiado Primeiro-Ministro canadiano, Pierre Trudeau, foi membro. Dentre os anteriores convidados do Clube Bilderberg encontram-se Alan Greenspan, antigo presidente da Reserva Federal; Hillary e Bill Clinton; John Kerry; e Melinda e Bill Gates; e Richard Perle.
Outros membros são aqueles que controlam o que vemos e lemos - barões da comunicação social como David Rockefeller, Conrad Black (o agora caído em desgraça ex-proprietário de mais de 440 publicações periódicas em todo o mundo, do Jerusalém Post ao mais recente diário canadiano, The National Post), Edgar Bronfman, Rupert Murdoch e Sumner Redstone, e CEO da Viacom, conglomerado de comunicação social internacional que toca praticamente em todos os principais segmentos da indústria. Protegeram o segredo desta sociedade secreta, e pode ser por isso que o nome "Bilderberg" é novo para o leitor.
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Para onde quer que se olhe - governo, grandes empresas e qualquer outra instituição em busca de poder -, a chave de controlo é o segredo. Reuniões como, por exemplo, da Organização de Cooperação e de Desenvolvimento Económico (OCDE), G8, Organização Mundial do Comércio, Fórum Económico Mundial, Bancos Centrais, Conselho de Ministros da União Europeia e Comissão Europeia, cimeiras da UE, gabinetes de governo, inúmeros grupos de reflexão, etc., são sempre conduzidas à porta fechada. A única razão possível para isso é que "eles" não querem que nós saibamos de que falam. A desculpa esfarrapada para encobrir as coisas - "não é do interesse público" - significa na verdade que não é do interesse das instituições no poder que o público saiba o que debatem e decidem.
Além desta relutância comum em revelar os trâmites das reuniões, o princípio do segredo estende-se aos fóruns e às reuniões propriamente ditas; ou seja, e regra geral, nem sequer sabemos que as ditas reuniões se realizam, quanto mais o que se planeia e discute nelas. "Há o Fórum Económico Mundial em Davos em Janeiro/Fevereiro, as reuniões Bilderberg e G8 em Abril/Maio, e a conferência anual do Fundo Monetário Internacional/Banco Mundial em Setembro. Surge uma espécie de consenso internacional que se passa de uma reunião a outra, mas não há ninguém a conduzi-lo. Este consenso torna-se no pano de fundo para os comunicados económicos do G8; passa a ser o que condiciona o Fundo Monetário Internacional quando este impõe um programa de ajuste à Argentina, e redunda naquilo que o Presidente americano propõe ao Congresso".
Segundo o projecto de documento Bilderberg de 1989, a primeira reunião "nasceu da preocupação, expressa por muitos cidadãos de topo em ambos os lados do Atlântico, de que a Europa Ocidental e a América do Norte não trabalhavam tão estreitamente quanto deveriam, em matérias de importância vital. Sentia-se que a existência de debates regulares e oficiosos ajudaria a criar um entendimento melhor das forças complexas e principais tendências que afectam as nações ocidentais no difícil período do pós-guerra".
Lord Rothschild e Laurance Rockefeller, membros fulcrais de duas das mais poderosas famílias do mundo, escolheram a dedo 100 pessoas da elite mundial para o objectivo secreto de regionalizar a Europa, segundo Giovanni Agnelli, falecido presidente da Fiat, que também disse: "A integração europeia é a nossa meta, e onde os políticos falharam, nós industriais contamos triunfar".
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"Aqui não se faz política; são tudo conversas, algumas banais e vulgares", disse Will Hutton, editor londrino do Observer, que participou na reunião Bilderberg de 1997. "Mas o consenso alcançado é o cenário em que se faz política no mundo inteiro".
Segundo o fundador, Príncipe Bernardo da Holanda, citado na biografia autorizada de Alden Hatch, cada participante Bilderberg é "magicamente despojado do seu cargo" quando entra numa reunião, e torna-se "um simples cidadão do seu país durante toda a conferência". O Príncipe Bernardo, que faleceu em 2004, era pai da Rainha Beatriz da Holanda e amigo íntimo e colega do Príncipe Filipe da Grã-Bretanha. "Quando estes representantes do establishment ocidental saem de uma reunião Bilderberg", disse ele, "levam o consenso do Clube com eles". Os energéticos debates Bilderberg destinam-se a edificar a união por resolução das diferenças, e como tal certamente que têm influência nos participantes".
Deveras, desde o momento em que a Conferência Bilderberg é encerrada, o que parece acontecer - "quase por acaso" - é que o consenso a que se chegou em diversas áreas de discussão na reunião anual Bilderberg é denodadamente fomentado por esses interesses políticos e comerciais todo-poderosos, pela imprensa instituída, enquanto se tornam política comum para as forças internacionais governantes de sensibilidades aparentemente diferentes».
Daniel Estulin («Toda a Verdade sobre o Clube Bilderberg»).

O repugnante mundo novo!

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