terça-feira, 30 de junho de 2020

Ponte Salazar, o nome da discórdia, a verdade!!!


6 de Agosto de 1966: Inaugurada a Ponte 25 de Abril - Efemérides ...
Sabemos hoje que a atribuição do nome à ponte sobre o Tejo não foi um processo simples, pois já em 1952 tinha sido sugerido dar-lhe o nome de Ponte Salazar. 
Mais perto da data de inauguração, o Eng. Arantes e Oliveira, na altura ministro das Obras Públicas, voltou a dar a mesma sugestão, e numa reunião de ministros em que Salazar não estava presente, essa solução reuniu o maior número de adeptos, como se poderá ler nas memórias do almirante Américo Thomaz, a decisão não agradou ao presidente do Conselho de Ministros, que por sua vez sugeriu o nome de Ponte de Lisboa.

Salazar, contrariado lá acabou por aceitar a decisão, não deixando de expressar uma verdadeira profecia, tal como consta no livro de Franco Nogueira, "Salazar, o último combate(1960-1970)", consta do mesmo este pequenos trecho bem elucidativo da humildade e inteligência, e quiçá do poder divinatório de Salazar:

«E no final, pela própria declaração do chefe de Estado e nas lápides dos padrões, sempre a ponte ficou designada por Ponte Salazar. “Teimosia do Presidente e do Ministro”, comenta Salazar, “mas é um erro”. Explica: “Acreditem: os nomes de políticos só devem ser dados a monumentos e obras públicas cem ou duzentos anos depois da sua morte. Salvo nos casos de Chefes de Estado, sobretudo se estes forem reis, porque então se está a consagrar um símbolo da Nação. Mas se se trata de figuras políticas, como é o meu caso, então há que esperar, há que deixar sedimentar, se ao fim de cem ou duzentos anos ainda houver na memória dos homens algum traço do seu nome ou da sua obra, então é até justo que se lhe preste tal homenagem”. Salazar reflecte, aponta o indicador num gesto de quem avisa, deixa cair uma frase: “O meu nome ainda há-de ser retirado da ponte, e por causa do que agora se fez, os senhores vão ter problemas”: Repete: “Os senhores vão ter problemas”.»

Ordem dos Engenheiros

Talvez seja por esta e outras atitudes que ainda hoje, muitos dos "inimigos" de Salazar e de Portugal, não gostem, ou mesmo entrem em pânico a cada vez que se pronuncia o nome do grande estadista.
A grande verdade, é que, Salazar morreu apenas fisicamente, deixou a sua obra, e, mais do que a obra deixou um grande exemplo de altruísmo, viver para a Nação, viveu por Portugal, como tal, tanto a obra, como a memória prevalecerá ao longo dos séculos, justiça lhe será feita, será um dia reposta a verdade histórica, pois, nunca ninguém neste país fez tanto, com tão pouco em tão pouco tempo!!!
Figuras destas aparecem uma vez na história de um país, e, já que não temos um Salazar, pelo menos temos a obrigação de seguir os seus ensinamentos de manter a chama acesa e de continuar a sua obra.

Foto

Bem sei que está difícil, mas contra ventos e marés, imbuídos do espírito de Salazar, vamos conseguir, nada, nem ninguém nos deterá, resiliência, um dos grandes atributos do Mestre, é esse o caminho a seguir.

Alexandre Sarmento

segunda-feira, 29 de junho de 2020

Já vem de longe!!!




4 Reis de Portugal - Museu do Dinheiro - Banco de Portugal


Como podemos comprovar, a atitude passiva do povo português mantém-se inalterada há varias gerações, isto para não dizer, há que séculos!!!
Poderemos então dizer que o povo sempre teve esta atitude, tivemos sem duvida uma verdadeira elite que soube desempenhar o seu papel, que soube galvanizar esta nação em torno de um grande projecto, elite essa que entretanto se esfumou, tal como os cravos que candidamente haviam sido tomados como símbolo de primavera, quando de um lamentável episódio da nossa historia recente, pois esfumaram-se sobre um monte de esterco!!!

«Muito individualista, o português é cioso em reivindicar o direito a opiniões próprias, sem que se vergue à autoridade como imposição, especialmente de teóricos, em relação aos quais arranja sempre forma de se superiorizar. Ou deixa aos teorizadores uma autoridade meramente espacial, fora das órbitas do mundo. Nem segue politicamente os intelectuais. Cioso é também na reserva de um domínio irredutível onde seja senhor.

Vem a propósito a altivez dos transmontanos, expressa em "para cá do Marão, mandam os que cá estão", atitude que Miguel Torga como escritor e pessoa interpreta. Evoque-se a Lusitânia de Viriato num longo processo histórico, dos caudilhos da guerrilha aos caudilhos da política, legitimamente representada pela Beira. Já o individualismo atlântico-marítimo revela-se outro, menos aberto, mais dissimulado, feito de teimosia aquosa e corrosiva. Não se denuncia tão ostensivo em mostrar-se independente, basta-lhe sentir que o é na sua pequena esfera; se o molestam agrega-se, ganha presa como cimento debaixo de água. Sabe unir-se na revolta ou apaixonar-se por uma causa. O Porto, cujo habitante reflecte na alma o velho burgo soberbo das suas prerrogativas, depois "cidade invicta", é a cristalização burguesa e a cidadela reivindicativa do povo que fez e deu nome a Portugal. De granito sobre a sapata de granito, representa o povo sofredor e tenaz, estuante de força gregária, desde que determinantemente queira.

De modo geral custa ao português sacrificar o foro individual às exigências da colaboração, a não ser em parcela ínfima para ocasional defesa de vitais interesses comuns ou da sobrevivência ameaçada. Une-se com o entusiasmo e o perigo, para desagravo ou empreitada colectiva. E tende a retomar o desfrute ou abuso do que julga liberdades individuais, logo que tais determinativos enfraqueçam. Em circunstâncias normais e a frio, é pouco associativo. Custa-lhe trabalhar em conjunto ainda que bom profissional. Não se esqueça que dispõe de um infinitivo pessoal».

Francisco da Cunha Leão («Ensaio de Psicologia Portuguesa»).

sexta-feira, 26 de junho de 2020

A hipocrisia e o cinismo da nossa descolonização!

Um retrato fiel do carácter dos portugueses e da mentira e hipocrisia por trás de uma descolonização, forçada por ideais apenas ilusórios, em suma um embuste com contornos de crime cultural contra a humanidade, além do genocídio cometido contra os povos autóctones, que por sinal e sem sombra de dúvida eram também eles cidadãos portugueses de pleno direito.
Na verdade, no fim do processo foi uma troca de soberania, antes, os povos das colónias tinham apesar de tudo soberania, desenvolvimento e sobretudo direitos e qualidade de vida, todos os factores de desenvolvimento humano o confirmam.
Hoje, como todos sabemos, pelo menos aqueles que não têm uma visão obtusa por diversas razões, mas sobretudo pelo preconceito ou ideologia, constatamos, sem dúvida que todos os territórios anteriormente colonizados pelos povos europeus, e em especial, e, é o que nos interessa neste caso, os seus povos vivem hoje na mais completa miséria, em verdadeiras ditaduras, com ditadores que não passam de corruptos pigmeus ao serviço das grandes potências e das grandes corporações.
Esses povos vivem hoje, oprimidos, miseráveis, sem habitação condigna, sem educação, sem cuidados de saúde, e pior que tudo, sem esperança no futuro, o futuro que a comunidade internacional hipocritamente lhes roubou, debaixo do capote do politicamente correto, ao abrigo dos tais ideais de democracia e liberdade, um logro, uma farsa e ao mesmo tempo um genocídio, o resultado da verdadeira associação de malfeitores patrocinada pela ONU!!!

Alexandre Sarmento

Há cada vez mais pessoas com fome no mundo - Mundo - SÁBADO

«Para nós, Portugueses, nascidos no século XII, iniciadores, com os Descobrimentos, no século XV, da Idade Moderna, universalizadores conscientes da civilização ocidental (até aí reduzida aos limites europeus) - para nós, Portugueses, discriminação racial, descolonização e autodeterminação são, portanto, palavras cínicas, injuriosas, que afrontam a nossa inteligência e magoam profundamente a alma desta velha e nobre Nação cuja carne e cujo sangue se fundiram, amorosamente, cristãmente, nas cinco partes do mundo, como todas as raças e cores, naquela liberdade, igualdade e fraternidade que só o tálamo conjugal realiza e a família consagra a sublima.

Suprema hipocrisia! Monstruosa afronta - ouvirem, calados, injuriar e difamar Portugal, países que nunca deixaram os pretos e os vermelhos entrar onde estivessem brancos e que os conservaram, até hoje, isolados, como gado!

(...) Isto, quanto à discriminação e à descolonização. Mas o espectáculo é mais degradante ainda no que toca à chamada autodeterminação, porque na África negra nunca houve Nações nem Estados subjugados por forças estrangeiras como sucede, por exemplo, em nossos dias, na Hungria e na Roménia; quando lá estávamos, no século XV, havia apenas vastíssimos territórios despovoados, aves do céu e animais do mato e, nalguns pontos, tribos selvagens coabitando com os gados, submersas na mais triste barbaria, sem a menor ideia de Estado ou de Nação.

E é, por isso, espantosa a hipocrisia e o cinismo com que hoje, volvidos cinco séculos, se finge que os Portugueses interromperam, em Angola e Moçambique, o curso histórico de duas Nações de pretos que é preciso deixar, agora, autodeterminarem-se democraticamente, pela via do sufrágio universal, libertando-lhes a Pátria oprimida e enriquecendo o Mundo e a ONU com mais duas Nações livres...

Mas ainda quando se abstivesse, para efeitos de discussão, da nossa franca política de assimilação que faz dos pretos e brancos de Angola e Moçambique portugueses tão lídimos como os da Europa, ficaria lugar à pergunta decisiva: onde está a Nação? No conjunto das tribos rivais, que lá fomos encontrar, há quinhentos anos, guerreando-se, por natureza, mutuamente, como está sucedendo, ainda agora, no chamado Congo Belga? Na diversidade infinda de línguas, dialectos, feiticismos e raças?

Não, meus senhores! A única noção de território nacional, unidade de língua e religião, de Estado e de Nação, que existe em Angola e Moçambique é aquela que nessas Províncias criaram, no decurso de cinco séculos, tal qual como em todas as outras, os Portugueses de sempre. De modo que quando os nossos inimigos falam em libertar as Nações de Angola e Moçambique pretendem, apenas, esbulhar Portugal, com a colaboração de meia dúzia de pretos assoldadados no estrangeiro, de duas das suas Províncias ultramarinas.

Aumenta número de deslocados em Moçambique

Autodeterminação! Mas autodeterminação de quem? De uma dúzia de negros, mais ou menos bacharéis, "membros do Partido", "democratas" sem concidadãos? Deixemo-nos de hipocrisias: noventa e tantos por cento dos pretos de toda a África não estão em condições de se autodeterminarem e nem sequer pensam nisso. Sucede-lhes precisamente o mesmo que acontece aos índios americanos e aos párias da Índia do Sr. Nehru, sem que ninguém tenha visto, até agora, sinais de que os filantropos, tão preocupados com os negros de África, estejam dispostos a deixá-los autodeterminarem-se, organizando-se em Nações independentes...

(...) Descolonização e autodeterminação são expressões políticas que tanto o grupo de Nações ocidentais como o das que alinham com a Rússia proclamam por sinónimos de libertação de todos os povos e estados oprimidos pela força imperialista das Nações colonizadoras. Posta assim a questão, não há homem bem formado nem país civilizado que não adira logo à beleza do princípio e à justiça dos seus objectivos. Mas como tanto do lado da Rússia como entre nações ocidentais há práticas e factos que desmentem, na realidade e em absoluto, conforme atrás dissemos, a exactidão dos princípios, segue-se que temos de procurar, para além das aparências ilusórias, o fio condutor das realidades dolorosas. E essas conduzem-nos à conclusão de que descolonização e autodeterminação são apenas a cínica e hipócrita cobertura doutrinária do pavoroso neocolonialismo materialista e económico, que se propõe partilhar o Mundo à sombra da bomba atómica...».

Costa Brochado («Teoria da Unidade Nacional e realidades da África Portuguesa», conferência proferida no salão nobre da Câmara Municipal de Braga, na noite de 30 de Novembro de 1961, a convite daquele Município e da delegação bracarense da Sociedade Histórica da Independência).


O tempo livre, por Agostinho da Silva.


É Realizações | Agostinho da Silva


Excerto de uma entrevista de Victor Mendanha ao Prof.Agostinho da Silva, muito interessante a visão deste grande pensador.

A.S. – As pessoas julgam irem ser pagas as grandes dívidas internacionais deste país àquele ou daquele ao outro?

Se o Brasil deve 3 biliões e não sei quê e os Estados Unidos da América 5 biliões e não sei quanto, quem vai pagar as dívidas a quem?
Haverá uma altura em que já nem se saberá quem é o credor e quem é o devedor.

Só então o problema se irá resolver.

V.M. – Irá resolver-se politicamente?

A.S. – Por política, por pensamento político? Não creio muito nisso, sabe?

A situação é tão complicada como a textura da Terra, com as suas placas tectónicas que, de vez em quando, chocam umas com as outras, provocando um terramoto.

Então, poderíamos censurar o mundo dos engenheiros por não terem encontrado, ainda, as máquinas suficientes para evitar os terramotos, não deixando chocar umas placas com as outras.

Não fazemos essa censura por pensar tratar-se de uma atitude idiota, no entanto continuamos a censurar os políticos porque eles não arranjam as máquinas necessárias para evitar os terramotos políticos.

Os actuais problemas do Mundo são de tal ordem que excedem toda a capacidade humana de os pensar.

Não sabemos, por exemplo, como iremos resolver o problema de manter vivos os desempregados já que serão cada vez mais por uma razão muito simples: eles não são desempregados, o que desapareceu no Mundo foi o emprego.

Não poderei dizer não estar o meu casaco pendurado se não houver cabides, sucedendo a mesma coisa com o desemprego: se não existe emprego como pode o desgraçado estar desempregado?

V.M. – Qual vai ser a saída desse impasse?

A.S. – O Mundo vai ter de os matar, deixando-os morrer, ou vai ter de os alimentar.

Quando optar pela segunda solução, o Mundo entrará num tipo de Economia completamente diferente. Já não se trata de uma economia de produção organizada mas, isso sim, de uma economia de distribuição organizada. Curiosamente, aquela que os portugueses criaram, na Idade Média, com o culto do Espírito Santo: o banquete gratuito na vida.

V.M. – Essas mudanças provocarão situações surpreendentes.

A.S. – Pois provocarão.

Por que é que os pais mandam os filhos para a escola? Porque sabem não haver outra forma de lhes arranjar emprego, que os empregos serão muito difíceis sem isso.

Mas se, agora, milhões de meninos já nascem reformados como passará a ser isso da instrução obrigatória e da escolaridade, tal como a temos, para preparar os meninos para as profissões?

O pensamento do Ministro da Educação Roberto Carneiro, quanto à necessidade de haver escolas que, ao mesmo tempo, possam dar capacidade de emprego para uns e liberdade para outros, através da instrução nas artes de que eles gostam – pode ser a agricultura, pode ser a pintura, pode ser a modelagem – é um pensamento certo.

V.M. – Não concorda com os tempos livres?

A.S. – Toda a gente sabe ser, o tempo livre, o pior presente que um homem pode receber.

Suponhamos que se conseguia que todos os meninos tivessem, como agora se diz, sucesso escolar mas, amanhã, não encontrando emprego, apenas lhes restava o tempo livre.

Não possuindo nada para preencher esse tempo livre, fariam toda a espécie de disparates, desde o suicídio até o assassínio dos outros.

V.M. – O tempo livre é assim tão pernicioso?

A.S. – O tempo livre, quando não se enche com coisa nenhuma, torna-se absolutamente insuportável, destruindo o indivíduo por completo.

É a razão porque morre tanto reformado já que, deixando de ter o seu emprego, se não encontrar novos objectivos na vida, a morte seguir-se-á rapidamente.

O facto de haver desemprego no Mundo é como o fermento que entrou na massa e faz o verdadeiro pão comido hoje por todos nós. A existência de desempregados irá obrigar o Mundo a prover os indivíduos das artes e das ciências de forma a permitir-lhes serem livres e criadores no tempo livre, assumindo na vida uma atitude completamente diferente, seja qual for a especialidade escolhida.

As coisas vão mudar nesse sentido.

quinta-feira, 25 de junho de 2020

A sociedade dos delicadinhos!!!


As 10 melhores maneiras de parecer mais inteligente

Antigamente na escola

havia os ... ‘burros’ ... ‘gordos’ ... ‘caixa de óculos’ ... ‘sem sal’ ... ‘pretos’ ... ‘chineses’ ... ‘indianos’ ... ‘artolas’ ... ‘maricas’ ... etc.
Os ‘burros’ chumbavam !
Não se tornavam doutores como hoje em dia.
Mas a fasquia era definida pelo marrão da turma !
Não era nivelada por baixo como agora.
Somos todos iguais ... diz-se !!
Antes não parecia que fossemos !
Mas o ‘gordo’ também tinha notas brutais e ninguém sabia como !
Talvez porque não jogasse à bola !
O ‘caixa de óculos’ tinha um sentido de humor inigualável mas não fazia corridas pois tinha medo de cair !
O ‘preto’ jogava à bola como ninguém e fazia umas fintas inimagináveis !
Tinha um físico fora do comum !
O ‘chinês’ tinha vindo de outra escola, sabia à brava inglês, e tinha histórias que não lembravam a ninguém.
Cada um tinha um «defeito», até uma alcunha !
Mas tinha ou lutava por ter também outras qualidades.
Hoje não.
Dizem que somos todos iguais.
Agora, tudo ou é bullying ... ou racismo ... ou xenofobia ... ou opressão ... ou assédio ... ou violência !
Antigamente, quando se era mesmo racista, levava-se um "chapadão" na tromba e aprendia-se logo que o ‘preto’ era como nós outros !
Apenas tinha cor diferente.
E não era bullying ! ... Era ‘aprendizagem on job’.
Aprender assim era duro pois dói e não se esquece mais.
E às vezes em casa com os pais também se ‘aprendia’.
O menino ou menina ‘sem sal’ passava despercebido(a) e sentia-se sozinho(a).
Ter uma alcunha diferente era fixe.
A diferença era vista com bons olhos.
E aprendia-se uma coisa importante:
- rirmos de nós próprios.
E não "chorarmos" porque alguém nos chamou isto ou aquilo.
Assumia-se a gordura ... o ‘esquelético’ ... a ‘caixa de óculos’... e tudo o mais que viesse.
Mas quando não se estava bem, quando não se gostava da alcunha, fazia-se uma coisa importante:
- mudava-se, lutava-se por acabar com ela.
Não se culpava os outros nem a sociedade.
Não se faziam ‘queixinhas’ !
E falhava-se ... Muitas vezes !
Mas cada vez que se falhava ficava-se mais forte.
E sabíamos que era assim. Que havia uns que conseguiam, outros ficavam para trás, que havia quem vencia e quem falhava.
Agora não.
Todos somos iguais, há mesmo a chamada igualdade de género !
Todos somos bons ... todos merecemos ... todos temos as mesmas oportunidades ... todos devemos até ganhar o mesmo ... todos somos vítimas ... todos somos oprimidos ... e todos somos parvos …. porque aceitamos este ambiente do ‘politicamente correcto’ sem dizer nada….. e até devemos dizer que somos ‘normais’.
Segundo o novo paradigma social, devem ter muito cuidado comigo, porque:
- Sou velho ou quase ... tenho mais de 50 anos ...e quando chegar à reforma, se chegar a tê-la, o que vai fazer de mim um tolo ...improdutivo ... que gasta estupidamente os recursos do Estado;
- Nasci branco, o que me torna racista;
- Não voto na esquerda radical, o que me torna fascista;
- Sou hetero, o que me torna um homofóbico;
- Possuo casa própria, o que me torna um proprietário rico (ou talvez mesmo um latifundiário);
- Gosto de cordeiro de leite, ... o que me torna um abusador de animais;
- Sou cristão e, embora não praticante, sou um infiel aos olhos de milhões de muçulmanos;
- Não concordo com tudo o que o Governo faz, o que me torna um reaccionário;
- Gosto de ver mulheres bonitas bem vestidas (ou despidas), ou super decotadas, o que me torna um tipo capaz de assediar;
- Valorizo a minha identidade portuguesa e a minha cultura europeia e ocidental, o que me torna um xenófobo;
- Gostaria de viver em segurança e ver os infractores na prisão, o que me torna um desrespeitador dos direitos "fundamentais" protegidos;
- Conduzo um carro a diesel, o que me torna um poluidor, contribuindo para o aumento de CO2;
Apesar de estes defeitos todos, acho que ainda sou feliz …era mais antes da pandemia…. mas mesmo assim ... considero-me um ‘gajo normal’!!
(texto enviado por um amigo)

terça-feira, 23 de junho de 2020

Um perdão e um remorso perfeitamente hipócrita e descabido!!!


Um perdão e um remorso perfeitamente hipócrita e descabido!!!
Não tarda teremos que pedir perdão por ter nascido humanos, ou brancos, ou pretos, ou cor de rosa!!!

Para sermos politicamente correctos, lá teremos que nos penitenciar por termos praticado o bem e da melhor forma que sabíamos, enfim, às tantas teremos que nos inculpar até de termos nascido, como diria o outro, ó Balhamedeuse, num havia nexessidade!!!
Mais abaixo deixo um texto de António Barreto, o qual subscrevo na íntegra.

Alexandre Sarmento


 O Festival da Juventude assinalava o fim das aulas em Moçambique e coincidia com o feriado de 10 de     Junho. Nele colaboravam estudantes da maior parte das escolas.(1971)

"A moção aprovada há dias pelo Parlamento Europeu e apenas contrariada, ao que parece, por simpatizantes do comunismo e do fascismo, condena um e outro, quase os equipara, de ambos diz que massacraram milhões, o que é verdade, mas cuja equiparação é absolutamente inútil e patética. Sabe-se hoje que, sem contar as vítimas da guerra, o Nazismo alemão causou a morte de dez milhões de pessoas e o comunismo russo perto de vinte. Fazer um “ranking” destas mortandades é ridículo. Estabelecer qual deles é pior é obtuso. Ambos são hediondos, ponto final. Equipará-los é inculto. São muito diferentes nos seus propósitos, mas são ambos medonhos nos meios e nos resultados. Declarar que o capitalismo é muito pior, pois desde há trezentos anos já morreram, nas fábricas e na guerra, com a indústria e a escravatura, muitas centenas de milhões de pessoas, é ignorante. E também não nos ajuda a compreender o mundo, mas tão só a odiá-lo e a descrer da humanidade. Anunciar que são iguais é tão idiota quanto afirmar que são radicalmente diferentes.
Julgar e condenar ou absolver a história parece inútil. Mas não é. Há sempre uma “agenda oculta” e um propósito implícito. Aqueles que, hoje, em Portugal e no mundo, lutam para culpar os homens, os brancos, os adultos, os ocidentais, os cristãos, os ricos, os heterossexuais, os democratas, os capitalistas e os militares estão evidentemente a tentar criar uma ortodoxia, uma cultura predominante e, sobretudo, a construir um “credo” que permita condenar e proibir, assim como limitar a liberdade de expressão. Fazem-no com a mesma intolerância e o mesmo preconceito com que outros, há bem pouco tempo, desprezavam os negros, consideravam as mulheres inferiores, garantiam que os jovens eram estúpidos, que os pobres eram culpados da sua condição, que os homossexuais eram doentes, que os chineses cheiravam mal, que os árabes matavam e que os ciganos roubavam.
Julgar a história, condenar o passado e condicionar o pensamento: eis três objectivos dos virtuosos do presente. A discussão sobre o alegado Museu Salazar foi, à nossa escala, um tema que permitiu exibir os mesmos reflexos condicionados. As polémicas à volta do Museu dos Descobrimentos tiveram o mesmo sentido. Curiosamente, nestes dois casos, tal como no resto do mundo e para outras matérias, os intolerantes estão a levar a melhor.
Decretar que não houve massacre de Arménios perpetrado por Turcos, proibir que se diga que o Holocausto não foi assim tão mau como dizem, culpar os Judeus pela morte de Jesus Cristo, garantir que não houve na Polónia massacres de comunistas e de Judeus e negar que tenha existido o Gulag na União Soviética são gestos prepotentes, mas muito em voga. Proibir o estudo de Darwin revela estupidez, mas é o que se faz em várias latitudes. Substituir o estudo, o debate público e a liberdade de expressão pelo decreto-lei é atitude hoje louvada por muitos, sempre com intuito oportunista de estabelecimento de um poder autoritário.
Ao mesmo tempo que os decretos que definem o que foi e não foi na história, surgiu também, nas últimas décadas, o imperativo do pedido de perdão. Pessoas, povos, Estados, políticos e Igrejas pedem perdão. Pedem perdão por todos os males e por factos de há dez, cem ou mil anos. Reinterpretam a história, inventam culpados, identificam os maus e as vítimas e pedem perdão a quem lhes convém.

CCIPV | Portugal e Vietname

Papas já pediram perdão aos Judeus. Alemães também, mas por outras razões. Muitos europeus pediram perdão aos árabes, aos muçulmanos e aos negros pelo colonialismo e pela escravatura. Americanos pediram perdão aos Índios. Espanhóis pediram perdão aos Incas, aos Azetecas e aos Maias. Portugueses ainda não pediram perdão aos Africanos, aos Indianos e aos Índios, mas vai acontecer em breve. Já houve Portugueses que pediram perdão aos Judeus. Franceses pedem perdão aos africanos, aos árabes e aos vietnamitas. Há Ingleses que se preparam para pedir perdão ao mundo inteiro, dos Índios aos Indianos, dos Negros aos Muçulmanos.

Já se pede perdão aos negros pela escravatura, aos índios pela conquista, aos indianos pelas descobertas, aos chineses pelas guerras, aos mouros pelas expulsões e aos árabes pelos massacres. E também está nas cartas que se vai pedir perdão aos republicanos pela monarquia e aos socialistas e comunistas pelo Estado Novo.
Por que diabo hei-de pedir perdão aos escravos, aos Índios, aos Indianos, aos Egípcios, aos Judeus e aos Mouros? É que se as culpas não forem minhas, são objectivas e históricas. Se não foste tu, foram os teus avós. Ou tetravós. Se não foste tu, foram os cristãos. Ou os brancos. Ou os Portugueses. Ou os europeus. Ou quem quer que seja. Mas de uma coisa podes estar seguro: és culpado, deves ter remorsos, tens de pedir perdão e, eventualmente, pagar reparações, conceder privilégios, bater no peito, deixar passar à frente e recolher-te à tua insignificância dado que alguém, algures e em qualquer tempo, maltratou, roubou, oprimiu e torturou. Evidentemente, as culpas têm momentos históricos e objectos precisos. Hoje, por exemplo, pedir-se-á perdão aos negros africanos e aos muçulmanos (desde que não sejam ricos…), mas não aos retornados, aos repatriados, aos frades, aos monges, aos aristocratas e aos proprietários.
Decretar o bem e o mal, condenar a história com cem ou mil anos, culpar por lei acontecimentos históricos e pedir perdão por factos longínquos: é estúpido, mas é moda. Vai ser difícil afastar esta praga: estabelecida uma ortodoxia do pensamento, dura sempre anos. Pena é que o pluralismo e a liberdade fiquem a perder. Mas ganha a moda que é a de pedir perdão pelo que outros fizeram. Pedir perdão pelo que antepassados, não importa quão remotos, fizeram ou beneficiaram com o mal e o sofrimento de outros. Pedir perdão a escravos que serviram mestres, a negros usados pelos brancos, a soldados que obedeceram a oficiais, a trabalhadores explorados por patrões, a mulheres batidas pelos homens, a jovens frustrados por adultos, a judeus queimados por arianos, a árabes humilhados pelos cristãos, a alunos dominados por professores…
Aos espíritos intolerantes não interessa saber que a culpa, o castigo e o perdão se dirigem aos indivíduos, por vezes associações ou grupos, nunca povos ou etnias.
Fernão Lopes garante que Álvaro Pais disse ao Mestre de Avis que uma das receitas para se ser rei e exercer o poder consistia em “perdoar a quem nunca te fez mal”! Esta agora é uma nova versão: “peço perdão a quem nunca fiz mal”!"

António Barreto, in Público, 27.10.2019

segunda-feira, 22 de junho de 2020

Aldous Huxley e a corruptolândia democrática!!!


Não votem em corruptos!: "Corruptos são apanhados se forem ...

Todos os dias em Portugal ouvimos falar ou vemos notícias sobre corrupção, não há mesmo jornal que se preze que não apresente em todas as suas edições, notícias sobre este flagelo que há muito vai consumindo este país!!! 
Pelos vistos a gamela é apetecível, os corruptos multiplicam-se como ratos neste regime, uns levam uma bela fatia do bolo e a maior parte contenta-se com umas migalhitas, mas certo é que, o sistema vai-se aguentando, pelo menos enquanto houver alguma coisa no pote, quando a teta secar, alguém vai ter que suar a camisa, e esse alguém, escusado será dizer, somos nós!!!

Pelos vistos, o poder, o dinheiro e a ostentação subiram à cabeça desta gente, não resistem à tentação, é mais forte do que eles...

Reencontros: MALDITA CORRUPÇÃO !!!

Sobre esse fenómeno, Aldous Huxley, assim o pensou e o escreveu:

Os homens são atormentados pelo pecado original dos seus instintos anti-sociais, que permanecem mais ou menos uniformes através dos tempos. A tendência para a corrupção está implantada na natureza humana desde o princípio. Alguns homens têm força suficiente para resistir a essa tendência, outros não a têm. Tem havido corrupção sob todo o sistema de governo. A corrupção sob o sistema democrático não é pior, nos casos individuais, do que a corrupção sob a autocracia. Há meramente mais, pela simples razão de que onde o governo é popular, mais gente tem oportunidade para agir corruptamente à custa do Estado do que nos países onde o governo é autocrático. Nos estados autocraticamente organizados, o espólio do governo é compartilhado entre poucos. Nos estados democráticos há muito mais pretendentes, que só podem ser satisfeitos com uma quantidade muito maior de espólio que seria necessário para satisfazer os poucos aristocratas. A experiência demonstrou que o governo democrático é geralmente muito mais dispendioso do que o governo por poucos.

(In “Sobre a Democracia e Outros Estudos”)


Alexandre Sarmento

Crónica de um genocídio!!!



Testemunho real e impressionante de um homem íntegro, honesto e extremamente humano, um amigo que muito prezo, um homem de família, um homem de coragem ímpar e ao qual muito agradeço o fazer parte das suas amizades. 
Aqui fica o meu agradecimento pela disponibilização deste verdadeiro documento, deste relato, que é ao mesmo tempo, um grito de revolta, mas também um grito de alerta, para aquilo que teimosamente recusamos aceitar ou assumir como sendo a realidade, estou a a falar do plano de desintegração das, cultura e civilização europeia tal como hoje a conhecemos!
Estamos a ser vítimas do plano de mestiçagem promovido pelas elites sionistas, pelos senhores do capital, pelos donos do mundo, falo como é óbvio para alguns já conhecedores e também para aqueles que ainda desconhecem em absoluto o Plano Kalergi.
Aliás, objecto de alguns artigos neste mesmo blog, se alguém tiver interesse em se inteirar sobre este premente tema, basta fazer a devida busca desses artigos.
Este relato que vos disponibilizo abaixo, já era do meu conhecimento, pois presenciei o mesmo num debate/palestra nos quais figuravam o autor do mesmo, o meu caríssimo amigo Costa Sousa, e por oposição alguém que não me merece respeito algum, o embaixador Seixas da Costa, reconhecido traste ao serviço das elites mundialistas, uma personagem que sem respeito pelo povo do seu país, faz o jogo do inimigo, para mim e para muitos outros verdadeiros portugueses, não passa de um traidor e genocida!
Meus caros leitores, peço que leiam com atenção este relato, e reflictam sobre o mesmo, pois, seremos as próximas vítimas, infelizmente andamos entretidos com assuntos menores e descuramos os assuntos essenciais, posso mesmo dizer, andamos distraídos enquanto nos vão montando o cerco, enquanto nos vão retirando a capacidade de resistência, enquanto se preparam para nos neutralizar ou no extremo, exterminar!

Alexandre Sarmento




«Histórias minhas da guerra da Jugoslávia.... trágicas... mas exemplares e ilustrativas da aceitação fatalista e incompreensível pelos homens, do fim da sua História, das suas culturas, civilizações e vidas...


Na guerra da Jugoslávia servi a ONU dois anos numa cidade chamada KNIN, como 2º e 1º Cmdt da Polícia da ONU, na parte sul da Krajina... na Croácia, onde viviam 750.000 Sérvios em terras suas, desde havia séculos... de acordo com os censos oficiais.

A guerra da Jugoslávia foi intencionalmente pré planeada e induzida pela Alemanha e pelos EUA que, para o efeito, exploraram as contradições étnico religiosas, os existentes nacionalismos entre os seus vários povos e também alguns antecedentes históricos (andei por lá 14 anos de 92 a 2012).

Tudo isto para pulverizarem a Jugoslávia nos 7 diferentes micro Países dela resultantes e hoje, todos eles, pela sua insignificância política e territorial, são simples colonatos dos Países acima referidos; a Sérvia não tanto.

O Governo da Bósnia permanece hoje ainda sob a tutela / autoridade política de um Governador Geral (o OHR), sediado em Sarajevo, e que a "governa" em nome da Comunidade Internacional.

Começada a guerra em 91 na Croácia, entre Sérvios e Croatas, por meras razões de sobrevivência física e defesa das suas terras, os Sérvios (da Croácia) organizaram-se política e militarmente numa auto proclamada República Sérvia da Krajina... sediada em KNIN, e lutaram pelas suas terras e vidas.



O inimigo principal dos Sérvios na Krajina não foram os Croatas, mas sim os EUA e a Alemanha, que manipularam os políticos Croatas (incluindo milionárias ajudas financeiras), para declararem a Independência e limparem etnicamente a Croácia de Sérvios… por razões políticas, na perspectiva do domínio permanente dos Balcãs, que hoje de facto detêm.

Os Croatas queriam também o seu país etnicamente puro, o que já tinham tentado na 2ª GM com o apoio de Hitler, chacinando no campo de concentração de Jasenovac, na Croácia, 700.000 sérvios, 80.000 judeus e 20.000 ciganos, de acordo com os registos históricos oficiais.

Com algum apoio de Belgrado, embora pouco, os Sérvios da Krajina resistiram 4 anos à sua exterminação e ou limpeza étnica.

Dadas as minhas funções, convivi com os Sérvios diariamente, pessoal e profissionalmente, aprendi-lhes a língua, admirei-os nos seus usos, costumes e humanismo, respeitei-os e consegui-lhes a amizade e igual respeito; os Sérvios em geral são seres humanos notáveis.

Percebi as razões daquela guerra e quem eram os vilões e as vítimas... e percebi-as nos anos de experiência no terreno, que eu vivia dia a dia... não as li nos jornais... esses diziam e dizem o oposto... o politicamente correcto, que nada tem a ver com a realidade verdadeira, do que foram as guerras da Jugoslávia.

Em 1995, estando eu em Mostar, numa outra missão, não ONU mas da UEO/ UE, eu visitava regularmente amigos e um filho meu colocado em Knin na ONU; nessa época e, por força das minhas funções, eu conhecia todos os muitos e complexos desenvolvimentos da guerra, na Croácia e na Bósnia.

E concluí, claramente, que a NATO estava na iminência de lançar e apoiar uma Ofensiva militar final do Exército da Croácia contra os Sérvios, para recuperarem o controle da Krajina... foi a operação STORM.. era o fim para os Sérvios da Krajina... restava-lhes a fuga... ou a morte.

Soube ainda que tal operação ia ter lugar nos primeiros dias de Agosto de 95, isto, uns oito dias antes.

A amizade e o respeito que os Sérvios me mereceram e, por solidariedade para com a sua razão e justa luta pela sobrevivência nas suas terras… fizeram me esquecer da minha própria sobrevivência e segurança e decidi ir a KNIN, a 150 kms... informar o meu filho e amigos meus muito especiais e não só, para fugirem de imediato para Belgrado... pois não tinham alternativas; ficar, seria a morte.

Chegado a KNIN, a 2 de Agosto de 95, fui falar com o meu amigo VOIKO, Comandante da Polícia Sérvia na Krajina, e pedi-lhe primeiro que garantisse para o dia seguinte vagas nos autocarros para Belgrado (foram os últimos) a uma família Sérvia minha amiga... e disse-lhe que o Exército Croata, apoiado pela NATO, iria atacar nos dias imediatos... que não tinham chances militares nenhumas e que deveriam ir embora, para a Sérvia, para sobreviverem fisicamente.

Ouviu-me, nada comentou, fez-me o favor pedido.... de imediato e pelo telefone... e pareceu-me não acreditar no que eu lhe dizia, ou já sabia... os meus amigos saíram para Belgrado de facto a 3 de Agosto, eu regressei a Mostar nessa noite já alta, de viatura e sozinho, temendo até que a ofensiva pudesse estar já em marcha, pois a minha estrada coincidia, em sentido oposto, com o eixo de aproximação principal da ofensiva, em 60 kms... até Sibenik... mas não aconteceu nessa noite, já 4 de Agosto... aconteceu ás 5 da manhã do dia seguinte, 5 de Agosto… sortes minhas.



O meu filho, na Polícia da ONU, estava e permaneceu em KNIN, viveu o ataque massivo contra KNIN, começado às 05:00 da manhã de 05Ago95, primeiro com aviões NATO (alemães e dos EUA), seguido do mais intenso bombardeamento de artilharia ocorrido na Europa pós 2ª GM, granadas de 150mms ... bem, escapou, graças a Deus...

E foi-me contando tudo, por telefone... acerca dos massacres cometidos pelo Exército Croata contra os sérvios… ocorridos no decurso da ofensiva, no trajecto de Sibenik/ Dernis para Knin e, em Knin.

O 1º escalão da ofensiva Croata, a linha da frente, era comandada por um americano, com quem falou, e de quem o meu filho disse não falar uma única palavra croata... língua que ele falava bem; comuniquei com ele nesses dias, pelos telefones da ONU.

E relatou-me que, depois dos bombardeamentos dos aviões e da artilharia…. o exército Croata avançou com uma rápida ofensiva terrestre.... no eixo que referi, Sibenik para Knin, ao longo do qual havia incontáveis pequenos aglomerados de meia dúzia de casas com Sérvios aqui e ali, onde só os mais idosos ficaram por se recusarem a fugir, pensando que não seriam mortos... foram todos chacinados, casa a casa!

Os militares da ONU, que se encontravam nesta área do eixo principal da ofensiva, nada fizeram e foram, naturalmente e por estatuto da ONU poupados; recolheram ao quartel de Knin, onde se sediava a ONU, e reportaram ao meu filho o que testemunharam, conforme se segue:

Que o 1º escalão da Ofensiva era constituída pelas tropas especiais Croatas, os Ustashas, que chacinavam tudo e todos que encontravam no percurso, limpeza étnica total; depois um 2º escalão agrupava os corpos mortos em pontos do percurso e a seguir e, finalmente, um 3º escalão, regava-os com gasolina e incinerava-os.

Chegados a Knin, concentraram todo o pessoal da ONU numas instalações militares, onde eu tinha trabalhado quase dois anos, proibiram todo esse pessoal da ONU de saírem do quartel que cercaram permanentemente com viaturas blindadas… e andaram na cidade, de casa em casa, a assassinarem os sérvios que não tinham fugido… depois incendiavam as casas onde havia mortos… o meu filho ouvia os tiros e via os fumos e os incêndios… foi-me relatando tudo, á medida que ia acontecendo, pelo telefone da ONU... muitos outros corpos foram queimados numa igreja ortodoxa dos sérvios e outros enterrados no cemitério local, em valas comuns…

Srebrenica: 20 anos depois. Das comemorações às interpretações ...

Entretanto, assim que começou o bombardeamento de KNIN, os Sérvios face à morte iminente, fugiram em debandada estradas fora, em direcção à Bósnia, que tinham de atravessar para atingirem a Sérvia… foram em carros, tractores, carroças e a pé; foram mais de 250.000 pessoas em fuga da morte e busca da vida… eram kms e kms de colunas de sérvios fugindo em pânico, com a morte atrás.

Os Croatas, não contentes com a fuga e limpeza étnica em curso… ainda foram bombardear a coluna dos aterrorizados sérvios com aviões … já estavam estes dentro da Bósnia; de Knin à fronteira com a Bósnia, em Stermica, eram apenas 7 kms..

Por solidariedade assassina e de limpeza étnica, os bósnios muçulmanos, mais um Batalhão de jihadistas do Médio Oriente, terroristas facilitados à Bósnia por Bin Laden… que esteve em Sarajevo para o efeito em 92, no aeroporto… emboscaram a coluna dos refugiados em fuga e chacinaram umas centenas…

Os sobreviventes a tamanha limpeza étnica e chacina, esta apoiada pela Comunidade Internacional, a ONU por omissão e a Nato por acção… finalmente chegaram à Sérvia e á República Sérvia da Bósnia… e lá ficaram a salvo até hoje.

Todos os censos oficiais da Jugoslávia referem 750.000 Sérvios, como residentes permanentemente na Croácia, maioritariamente na Krajina e Eslavónia… no inicio desta guerra, seja, até 91.

À data desta ofensiva, já só lá havia 300.000 sérvios remanescentes… os outros tinham já fugido, perceberam em tempo, o que vinha lá.

Depois desta limpeza étnica… já em 1997, dois anos depois, sendo eu então 2º Comandante Regional da Polícia da ONU em Tuzla/ Bósnia… e tendo eu estado em 92, 93 e 94 em Knin, onde conhecia toda a gente, era uma cidade pequena… fui lá visitar a cidade … para ver quantos sérvios lá viviam ainda e tentar encontrar alguns amigos… caso lá estivessem.

Encontrei uma cidade fantasma, sem ninguém, excepto uns croatas, entretanto para ali deslocados… senti um vazio e uma dor indefinidas, bem dentro de mim, sentimentos de revolta humana e até de culpa por ter colaborado em tudo aquilo, embora tivesse procurado ajudar... não encontrei ninguém, sérvios zero… nenhum tinha voltado... e eu retornei lá depois e depois, todos os anos até 2012… nunca mais lá encontrei um sérvio… dizem-me que agora há lá meia dúzia deles.

Os censos actuais oficiais da Croácia referem, hoje em dia, apenas a existência de 40.000 Sérvios em toda a Croácia…. dos 750.000 que viviam antes da guerra…. foram mortos e limpos etnicamente 700.000 sérvios.

Depois da descolonização portuguesa, que limpou etnicamente 1 Milhão de portugueses Brancos de África, a limpeza étnica dos Sérvios da Croácia foi a maior de todas no Mundo pós 2ª GM, nas circunstâncias que referi… 700.000 vítimas.

De olho na História: A Guerra da Bósnia | Curso Enem Play | Guia ...

Mas como ambas são politicamente incorrectas… ninguém no mundo fala ou pode falar delas como limpezas étnicas, foram "retornos voluntários" dos colonos e dos sérvios a novas e estranhas terras.

Um mês depois desta ofensiva militar da NATO e do Exército Croata contra a Krajina, eu fui a Belgrado para falar com os amigos meus sérvios que tinham fugido… incluindo o Voiko, o Comandante da Polícia da Krajina, com quem eu tinha falado dois dias antes da ofensiva Croata.

Perguntei-lhe, ao Voiko, porque é que não tinham saído antecipadamente de Knin, depois da minha informação; disse-me que acreditaram até ao fim que poderiam ficar, tinha sido a terra deles durante séculos, tinham lá tudo incluindo os seus ancestrais nos cemitérios... e, afinal tinham vivido integrados com os Croatas toda a vida da Jugoslávia… eram irmãos de sangue, todos eslavos, falavam a mesma língua, nem sequer se diferenciavam entre si etnicamente…

E, disse-me também, que tinham sido enganados por Belgrado, porque o Chefe de Estado Maior do Exército da Sérvia, tinha estado na Krajina uns meses, (de Fev a Ago 95), facto que eu conhecia, e que quando partiu tinha deixado uma carta lacrada, secreta, distribuída nas unidades militares sérvias da Krajina, para ser aberta á ordem, posteriormente, o que aconteceu ás 00:00 horas do dia 5 Ago95, o dia da ofensiva militar Croata contra a Krajina.

A mensagem dizia que: - “A ofensiva croata iria acontecer na manhã desse dia, 5Ago95, e que os militares da República Sérvia da Krajina não deviam oferecer qualquer resistência, para garantirem que as populações sérvias pudessem ficar e para que não fossem exercidas represálias contra elas."

De facto não ofereceram resistência nenhuma, excepto casos isolados; mas foram todos ou mortos ou limpos etnicamente, pela fuga em terror.

A natureza humana, nestas circunstância dramáticas de fim dos seus mundos, acredita em sonhos, e foge das realidades, para continuarem a viver nesses sonhos as sua simples vidas de sempre… na espera inocente que tudo seja apenas um pesadelo que passe... e vitimam-se nesses sonhos, foi o caso... é o avestruzismo mental dos humanos... igual ao que os europeus vivem agora com as imigrações em massa de muçulmanos para a Europa... .

As tristes lembranças da Guerra da Bósnia - Jornal O Globo

Soube então, que o Presidente da Sérvia, Slobodan Milosevic, sem outras alternativas e em desespero de causa, tinha negociado com o Presidente Trudjman da Croácia a aceitação passiva da recuperação da Krajina pela Croácia, com a condição deste deixar lá permanecer os Sérvios e em troca ainda da Eslavónia Oriental, a reverter para a Sérvia.

Os Croatas e a Comunidade Internacional enganaram a boa fé do Presidente Milosevic e dos sérvios… e nada cumpriram; o costume; a Eslavónia Oriental permaneceu na Croácia.

Conto esta história, por mim vivida no terreno, para mostrar como é que a natureza humana reage às situações limite… quando está em causa o tudo ou nada para as pessoas… seja, a vida que sempre tiveram e têm, vinda já até de muitas gerações anteriores, em terras suas… face a situações inopinadas de acontecimentos imprevistos… sejam a guerra, revoluções, ou imigrações e islamizações em massa contra as nossas terras e gentes… situações estas que implicam o fim de tudo, teres e haveres, vidas, pátrias, história, tradições, isto é, a perda total de pé neste mundo… o cair no abismo do nada…

Pois, nessas situações limite, que eu vivi nas descolonizações de Angola, de Moçambique e na Jugoslávia… os povos por elas afectados… agarraram-se até ao último segundo á vida que era a deles… a única que tinham, e não acreditavam que alguém lhas pudesse roubar… até ao dia da morte ou fuga...

E por mais que os homens sejam informados, avisados, esclarecidos, confrontados com a realidade que os envolve, não acreditam, até que um dia o céu lhes cai em cima… e só depois, os sobreviventes fogem…

É isto que está e vai acontecer na Europa… o apocalipse negro e islâmico das imigrações em massa, comandadas pelas elites globalistas, vai extinguir brancos e cristãos até 2040 na Europa, UE.

Nós estamos hoje na pele das vítimas, tal como os Sérvios na história que relatei, todos vemos o apocalipse islâmico a instalar-se… e achamos que não… por mais que alguém ou o que quer que seja, informe, esclareça, diga… nada a fazer…

2009: Enterro dos restos mortais de vítimas de Srebrenica | Fatos ...

Não somos suficientemente grandes, para nos erguermos do chão onde rastejamos.. perante o inimigo e fazer-lhe face, preferimos que eles nos esmaguem, sob os seus tacões assassinos; os fortes Capitães já não existem, a solução seria todo o colectivo nacional levantar-se e dizer não; mas falta coluna vertebral e cabeça, em seu ligar só há cobardia, medo, fuga á realidade, embora haja também muitos e bons patriotas.


Enfim, até ao dia do Juízo final ainda vão umas luas, gozemo-las.


José Luiz da Costa Sousa.


OFICIAL SUPERIOR DA PSP 13 ANOS EM SERVIÇO NA GUERRA E PÓS GUERRA DA JUGOSLÁVIA, EM FUNÇÕES RELEVANTES»

sexta-feira, 19 de junho de 2020

O antes e o depois de Abril, descubra as diferenças!!!



A imagem pode conter: uma ou mais pessoas e texto


«ANTES: – Não havia liberdade para dizer mal do governo.
DEPOIS: – Foi dada essa liberdade. Mas a quem serve?

ANTES: – Não havia direito à greve. Mas havia uma defesa rigorosa dos direitos do trabalhador, com uma fiscalização activa, que incidia sobre as condições de trabalho, classificação, remuneração, horário e idade.
DEPOIS: – Foi dado esse direito. Mas quem é que tem tirado partido da greve?

ANTES: – Qualquer trabalhador podia construir casa através de empréstimo da caixa de previdência, bastando para isso, que tivesse terreno. O montante do empréstimo era amortizado em suaves prestações, diluídas no tempo.
DEPOIS: – Acabou esta facilidade.

ANTES: – Havia um país unido, solidário e pacífico.
DEPOIS: – Tivemos um país desunido (com desavenças entre amigos e familiares, incluindo pais e filhos), sem solidariedade e aterrorizado, onde o poder constituído prendia pessoas de bem e tomava à força empresas e propriedades, em nome do socialismo.

ANTES: – Havia um país com ordem, com respeito e sem criminalidade.
DEPOIS: – É o que se sabe: Sem ordem, sem respeito e onde o crime se vulgarizou e o criminoso é protegido e bem tratado. Isto, segundo se diz, em defesa dos direitos humanos. Até parece que os direitos humanos são só para os criminosos e não para o povo.

ANTES: – Só iam para o governo as pessoas mais competentes. Eram governantes responsáveis pelos bens e dinheiro públicos. O país era bem governado e a despesa pública era mínima. Não havia excesso de funcionários públicos e os ordenados eram baixos, não superiores aos dos privados. Não havia viagens frequentes dos políticos, não havia dinheiro público mal gasto.
Assim, havia confiança, os impostos eram pequenos e o máximo de capital era encaminhado para o investimento.
DEPOIS: – É o que se sabe… A despesa pública é um “monstro” insustentável e não há impostos que cheguem. Coitado do povo!

ANTES: – Não havia incêndios florestais.
DEPOIS: – É o que se sabe…, uma calamidade.

Dicas de prevenção e proteção contra Incêndios Florestais

ANTES: – Tínhamos uma economia forte e saudável, com um crescimento sustentado dos maiores do mundo, senão o maior. Os trabalhadores aumentavam o seu poder de compra mais de 20% ao ano. E não havia desempregados.
DEPOIS: – Foi desbaratada a economia, aniquilado o crescimento e o desemprego aumenta progressivamente. O país caminha, assim, para a penúria.

ANTES: – As pessoas poupavam e amealhavam.
DEPOIS: – As pessoas gastam tudo e endividam-se.

Inflação:

Até 1974 – Diminuta.

De 1974 a 1995 – Aumento superior a 25 vezes. Há um disparo desordenado da inflação.

De 1974 a 2005 – Aumento superior a 30 vezes (Exemplo: – Apartamento e automóvel aumentaram mais de 50 vezes; gás e electricidade – cerca de 40 vezes; pão, carne, peixe, bacalhau e massa – cerca de 30 vezes; arroz e açúcar – cerca de 25 vezes; iogurte – cerca de 35 vezes; sandes, pastéis e café – cerca de 100 vezes).

Conclusão:

Antes do 25 de Abril, por cada período de 5 anos, os trabalhadores duplicavam o seu salário e aproximadamente o seu poder de compra. Este aumento verificou-se no período de 1970 a 1974, apenas 4 anos, querendo dizer que estávamos, então, no período mais alto de crescimento.

De 1960 a 1974 – 14 anos – os trabalhadores aumentaram aproximadamente 7 vezes o seu salário, a que corresponde um aumento pelo menos de 5 vezes o seu poder de compra. É impressionante! Mas é verdade, facilmente comprovável.

Quer queiramos, quer não, era o crescimento que tínhamos em Portugal, talvez o maior do mundo, que permitia uma aproximação rápida aos maiores níveis da Europa, então no auge das convulsões sociais, logo que chegou o desafogo do pós-guerra.

O período de ouro do crescimento de Portugal

E não havia desemprego, nem mesmo para os deficientes. Uma parte da mão de obra era absorvida pela agricultura, pescas e turismo, sectores, infelizmente, estrangulados após o 25 de Abril. A outra parte não chegava para o comércio e indústria. O pessoal que se ia deslocando das zonas serranas e terras mais interiorizadas era insuficiente para as necessidades. Pelo menos, assim acontecia na zona centro, a que pertence a empresa referenciada.

Foi esta situação que o 25 de Abril veio inverter, como adiante se verá. Mas se quisermos parar um momento para pensar…, o que é que se podia esperar de pessoas há tanto tempo exiladas ou na cadeia, que não podiam viver livres no país, dentro do regime existente? Eram pessoas capazes de pisar a bandeira nacional, cheias de ódio ao país e a tudo o que era produto do regime que não os tolerava. Eram, por isso mesmo, pessoas com uma profunda sede de vingança.

Pensando bem, até acabamos por não estranhar o mal que fizeram a este país. Um país até então crescente, pacífico, social e solidário. Um país governado por gente competente e de bem, que não explorava o povo e que tinha responsabilidade pela coisa pública. Um país onde dava prazer e alegria viver.

Após o 25 de Abril de 1974, os trabalhadores privados perderam o ritmo de crescimento, não conservaram sequer o que ganhavam, em termos reais, e perderam poder de compra. Para que conservassem o mesmo poder de compra, era preciso que o salário de 1974 tivesse aumentado pelo menos 25 vezes em 1995 e pelo menos 30 vezes em 2005, o que não aconteceu.

Em 1974 um trabalhador precisava de 11 meses de salário para comprar um automóvel.

Em 2005 este trabalhador precisava de 22 meses de salário para comprar um automóvel equivalente.

Lisnave. Memórias da empresa que até nas greves era referência - DN

Depois de 1974, saciada que foi a sede de vingança, com a destruição generalizada da estrutura industrial e comercial, dos fundos públicos, dos bons costumes e propósitos, e de outros valores nacionais, cria-se uma despesa pública escandalosa, imoral e incomportável, que está a asfixiar o país e a arrastá-lo para uma situação desesperada, cujas consequências não serão certamente boas.»

Agradeço de antemão ao autor do texto, que ao que parece quis manter-se incógnito.
Este texto já não é novo, mas podemos constatar desde que foi escrito, muita coisa se agravou ainda mais, enfim, é o Portugal demo-crático em acção, infelizmente este povo continua a alinhar nas hostes do inimigo, participam activamente e contribuem para o suicídio desta nação, enfim, há quem diga que virámos um povo de masoquistas, facto que, se reflectirmos um pouco, não andará muito longe da realidade!!!

Alexandre Sarmento

Decadência, perda de identidade!!!


Vasco Marcial (@marcial_vasco) | Twitter


Uma abordagem e forma diferente de olhar o fenómeno das migrações, ou neste caso dos migrantes, se bem eu mesmo seja um objector desse mesmo fenómeno, pois sei bem o que está na sua génese, sou obrigado a concordar com Alain de Benoist quando afirma que este mesmo fenómeno é apenas o resultado da nossa decadência e perda de identidade como civilização ou como nações.
Um caso a reflectir...

«(...) Os partidos políticos especializados na denúncia anti-imigração não são mais que partidos ideológicos pequeno-burgueses, que tentam capitalizar sobre os medos e as misérias do mundo actual praticando a política do bode expiatório. A experiência histórica mostrou-nos ao que conduzem tais tocadores de flauta! É necessário distinguir aqui a imigração dos imigrantes. A imigração é um fenómeno negativo, pois é ela própria fruto da miséria e da necessidade e os problemas sérios que coloca são bem conhecidos. É assim preciso tentar, se não suprimi-la, que o carácter demasiado rápido e maciço que a caracteriza hoje em dia seja o menor possível. É bem evidente que não resolveremos os problemas do Terceiro Mundo convidando as suas populações a vir em massa instalar-se nos países ocidentais! Ao mesmo tempo, temos que ter uma visão mais global dos problemas. Crer que é a imigração que atenta principalmente contra a identidade colectiva dos países de acolhimento é um erro. O que atenta contra as identidades colectivas é, em primeiro lugar, a forma de existência que prevalece hoje em dia nos países ocidentais e que ameaça estender-se progressivamente ao mundo inteiro. Os imigrantes não têm culpa que os europeus já não sejam capazes de dar ao mundo o exemplo de um modo de vida que lhes seja próprio! A imigração, deste ponto de vista, é uma consequência antes de ser uma causa: ela constitui um problema porque, face aos imigrantes que normalmente conservam as suas tradições, os ocidentais já decidiram renunciar às suas. A americanização do mundo, homogeneidade dos modos de produção e de consumo, o reino da mercadoria, a extensão do mercado planetário, a erosão sistemática das culturas pelo efeito da mundialização corroem a identidade dos povos muito mais que a imigração. (...)»


Alain de Benoist

terça-feira, 16 de junho de 2020

Democracia-Processo Revolucionário de Destruição em Curso.




O grande problema deste povo com o tal Processo Revolucionário de Destruição em Curso pós 25, foi ter confundido a Liberdade com Democracia, e a democracia com libertinagem e total ausência de valores!!! 

Estamos como estamos, e continuamos a caminhar para o caos, para o colapso daquilo que somos ou fomos, como país, como Nação e até como civilização, insistimos na receita, sempre mais do mesmo, continuamos a crer nesta farsa que, com meras acções de cosmética nos vai manipulando, dão-nos aquilo que julgamos querer, dizem-nos aquilo que queremos ouvir, na verdade somos mantidos neste estado letárgico, adormecidos e manietados pelas campanhas dos media, pelo sistema de ensino absolutamente marxizante, pelos discursos populistas de uma classe política absolutamente corrompida e ao serviço de interesses hostis ao país e à nação.

Hoje é notícia: Injeção final no Novo Banco; Aulas das 9 às 17 horas

Na verdade esquerdas e direitas neste país são mera questão de semântica, pois servem exactamente os mesmos objectivos, o sistema é todo ele socialista, foi montado como tal e todos os actores, reitero, todos, juram defender o sistema, estamos portanto, nós, o povo, a Nação ao alinharmos com o sistema, estamos a ir contra os nossos próprios interesses, estamos portanto sozinhos, somos nós contra o sistema, somos nós contra o Estado, estamos por nossa conta e sem nada, nem ninguém que nos proteja, sendo que, o sistema blindou-se, criou medidas de protecção que o mantenham imune à vontade popular, basta lançar um olhar critico à Constituição da Republica Portuguesa, fabricaram as leis de forma, não a defender a Nação contra os abusos do Estado e dos seus agentes, mas sim, protegeram toda a classe política, governantes, gestores públicos, magistrados, agentes da autoridade de toda e qualquer acção que pudesse vir a ser interposta pela sociedade civil!!!

Atendendo a este panorama, vivemos numa verdadeira ditadura, numa ditadura partidária, uma oligarquia maçónica, um verdadeiro estado totalitário, um regime castrador de todas as liberdades individuais que começa a mostrar a sua verdadeira face, pois na prática começamos a aperceber-nos que estamos a viver o Estado Total, na prática o regime comuno-socialista de má memória da antiga URSS, o tal Capitalismo Monopolista de Estado.

Suecos mais pobres ganham tanto como os portugueses mais ricos ...

Perdemos o direito à propriedade privada, passámos a ser propriedade do Estado e na pratica deixámos de ter direitos e apenas passámos a ter deveres, o dever de alimentar a brutal máquina do Estado Parasita, nós, aqueles que vivem as dificuldade, aqueles que esticam os parcos salários e/ou rendimentos para que se consiga viver condignamente no dia a dia, e grave, muito grave e revoltante, é mesmo termos que sustentar também uma miríade de parasitas sociais, as ténias e as sanguessugas do sistema, a cambada que vive faustosamente e à margem da lei, sem que tenha que trabalhar, sem que tenha que cumprir com as suas obrigações morais e materiais para com a sociedade em que se inserem.

No fundo, os escravos e os estrangeiros neste país somos mesmo nós, aqueles que trabalham, aqueles que contribuem, aqueles que a muito custo vão cumprindo com as suas obrigações, muitas vezes sacrificando a saúde e a própria família, falam de Estado Social, mas pergunto, para quem, a quem serve na verdade o tal Estado Social?

Um país no qual a miséria é notória, mais de 20% da população a viver abaixo do limiar da pobreza, se retirássemos os apoios sociais, teríamos quase 50% dos portugueses a viver abaixo do limiar da pobreza, pergunto, como foi possível, 46 anos depois daquela data em prometeram um mar de rosas e uma sociedade equilibrada, termos chegado a este ponto!!!

Dizem que vivemos em liberdade e neste regime não nos podem vir buscar à noite para uma esquadra de polícia, mas outros cidadãos podem votar para nos tirar tudo numa noite, a tal ditadura do número e dos pobres de espírito, aí temos Democracia total, ou por outras palavras a corrupção e o populismo. 

Relativamente ao passado, mais concretamente a 1974, altura em que havia uma enorme esperança e confiança no futuro, tudo se esfumou sobre um monte de esterco, tal como os cravos que candidamente tomámos como símbolo de Primavera, como disse e muito o saudoso António José Saraiva, e agora, em 2020, passados 46 anos dos alvores da Liberdade, não há confiança no futuro, pois os políticos e seus companheiros de crime, destruíram tudo o que havia para destruir, temos um estado para-totalitário, parasitário, que tudo controla e nada produz.


Conclusão

A ausência de liberdade é hoje uma realidade, na teoria, a Lei está do lado do cidadão, assegura-lhe direitos e o regime, é oficialmente uma democracia, a prática, a dura realidade, desmente tudo isso!
O comum cidadão também tem a sua quota parte de responsabilidade, pois a sua conduta e modo de vida minam as fundações do edifício, o funcionário, em número e espécie largamente maioritária, sempre que pode defrauda o sistema, lesando o Estado que o alimenta e lhe dá trabalho.
Mas há mais, há mais gente imune à justiça, bem sabemos como os grandes empresários, os plutocratas viciam os dados e manipulam, fazendo eleger as marionetas que temos como governantes, pugnando para que a curto e médio prazo o dinheirinho rápido e fácil lhes vá parar à mão, foi isto que levou a que o Estado, poluído e abusado por várias entidades e indivíduos e  transformasse neste monstro informe, impessoal e implacável, mas também,incomunicável, injusto, ilógico, ineficiente, inimigo e irracional. 

Chumbado (também) por falta

Neste ambiente apenas sobrevivemos, já não existem os infames tribunais-plenários do PREC, mas existe a infame farsa dos tribunais fantasmas, hoje ninguém é detido para entrevistas na PIDE com duração de 1 semana, mas também ninguém é julgado e condenado por crimes violentos e sádicos, pobrezinhos dos delinquentes têm de ser reinseridos, os pobres coitados são umas vítimas da sociedade, pergunto, e nós somos o quê?
Na prática e pelo que se pode constatar ninguém quer ser livre, afinal o que quase todos pretendem é uma rotina segura, pelo menos materialmente pois relegaram para segundo plano tudo aquilo que nos caracterizou no passado e até na longa noite fascista, os valores, a educação, a instrução, a dignidade, os princípios, hoje nada disto interessa.

Só uma revolução que envie para a latrina o actual sistema e os seus protagonistas, é que nos poderia salvar da miséria e da irrelevância histórica ao qual estamos condenados...

Alexandre Sarmento



segunda-feira, 15 de junho de 2020

Sionismo e semitismo, quais as diferenças?


Não há piores anti-semitas do que os sionistas. Ninguém conspira ...


Para que se possa desfazer alguma confusão...


Muitos judeus são, ou foram peões, com ou sem conhecimento, profundamente alheados da verdade. Eles são os objectos de arremesso e ao mesmo tempo também vitimas de um diabólico complot multi-geracional para destruir a Civilização Cristã.

KHAZARES

Como é amplamente sabido, judeus do Leste Europeu ou Askhenazi (90% do total) foram descedentes dos khazares, um povo turco que se converteu ao Judaísmo no século VIII.

O império da Khazaria estendia-se entre os Mares Negro e Cáspio, estendendo-se desde os Urais até a Roménia. "Que os khazares são os ancestrais lineares da Judiaria do Leste Europeu é um facto histórico", escreve o historiador judeu Alfred M. Lilienthal no seu ensaio, "Judaísmo: Religião ou Raça".

"Muitos cristãos podem ter muito mais sangue hebraico-israelita nas suas veias do que a grande maioria dos seus vizinhos judeus", segundo relato do mesmo.


FALSA CONSCIÊNCIA

Em "Esau's Tears: Modern Anti Semitism and the Rise of the Jews" (1997), Albert Lindemann escreveu que: "os judeus foram capazes como nenhum outro grupo de provocar hostilidades", "realmente não querem entender seu passado, ou pelo menos aqueles aspectos do seu passado que têm a ver com o ódio que lhes é dirigido, na medida em que entendendo podem ameaçar outros aspectos de seu complexo e de frequentes identidades contraditórias".

Os judeus imaginam ou querem fazer crer que são descendentes dos israelitas, irracionalmente perseguidos pela crucificação, pessoas moralmente superiores e um farol para a humanidade, mas a verdade é que estão muito desfasados da sua própria realidade.

Na medida em que o judaísmo é principalmente um credo racial, os judeus são tentados a infiltrar e dominar outras religiões, como está bem patente nas seitas que se multiplicam como cogumelos um pouco por todo o globo. Infelizmente, essa utopia, a farsa humanista é uma fraude, pois é financiada pelas elites da alta finança satânica que deseja estabelecer um claramente disfarçado governo mundial totalitário, uma Nova Ordem Mundial.

Ao longo da história, alguns judeus estimularam inimizades servindo como peões e intermediários das elites. 

Muitos de forma consciente, outros inconscientemente, assumiram esse papel nos tempos modernos, dominaram vários sectores da cultura e media, cinema, media, grupos de pensadores, universidades e até nos governos, legitimando dessa forma a elite, fomentando o desprezo pelos saudáveis e humanos ideais cristãos, são estas  as reminiscências daquele grupo de judeus que projectaram a Revolução Bolchevique e o comunismo, com todas as consequências que bem conhecemos.

Grande trapalhada entre Semitismo e Sionismo, as convenções iludem ...

Antissemitismo, é descrito como sendo o preconceito ou hostilidade contra judeus baseada em ódio contra seu histórico étnico, cultural ou religioso. Apesar de ser essa a definição usada e abusada desde a idade média, a mesma encontra-se errada mas aceite por convenções.

O antissemitismo por convenção, refere-se especificamente ao preconceito contra judeus em geral, apesar do fato de existirem outros falantes de idiomas semitas (isto é, árabes, etíopes ou assírios) e de nem todos os judeus empregarem linguagem semita.

Considerando a etimologia da palavra, antissemitismo significaria aversão aos semitas – segundo a Bíblia, os descendentes de Sem, filho mais velho de Noé – grupo étnico e linguístico que compreende os hebreus, os assírios, os arameus, os fenícios e os árabes.

Assim sendo e baseado no acima descrito, percebe-se que as palavras semitismo e antissemitismo, têm sido mal utilizadas. E quando os árabes se assumem como antissemitas, não se assumem só como anti-judeus, mas igualmente como anti-árabes.

A maioria das pessoas confunde semitismo com sionismo.




O Sionismo é um movimento político e filosófico que defende o direito à autodeterminação do povo judeu e à existência de um Estado judaico independente e soberano no território onde historicamente existiu o antigo Reino de Israel (Eretz Israel).

O Sionismo é também chamado de nacionalismo judaico e historicamente se propõe à erradicação da Diáspora Judaica com o retorno da totalidade dos judeus ao actual Estado de Israel.

Hoje em dia o Sionismo extremista e muito ligado à extrema-direita judaica, com fortes relações com os Neo-Conservadores Norte-Americanos e aos Judeus Ashkenazi da Banca. Estes membros de topo de Sociedades Secretas Negras (interessante será ver o controlo dos média e do cinema feito por estes personagens), nunca se importaram, nem se importaram com o povo judeu, basta ver o que aconteceu com Jesus Cristo os seus e com o Holocausto da 2ª Grande Guerra, em que a alta finança sionista ashkenazi (herdeira da Nobreza Negra de Veneza), financiou os Aliados, o Comunismo e também esteve intimamente ligada à criação e financiamento do Nacional-Socialismo Alemão.


Crimes de guerra e crimes contra a humanidade cometidos por Israel ...

Tendo estes Judeus extremistas lucrado com o Holocausto, na medida em que puderam criar o estado de Israel actual, entenda-se agora o porquê de não nos permitirem sequer questionar o Holocausto e a farsa dos seis milhões de vítimas do mesmo!!!

“…Judaísmo é uma religião; mas Sionismo é um movimento político iniciado principalmente pelos judeus da Europa Oriental (Ashkenazi) que por séculos tem sido a principal força por trás do comunismo/socialismo. O principal objectivo do Sionismo é um governo mundial sob o controle dos Sionistas e banqueiros internacionais judeus de orientação Sionista”

“Na Alemanha, os judeus comuns foram vítimas da elite Sionista que trabalhou de mãos dadas com os Nazistas. Muitos daqueles mesmos judeus Sionistas que, na Alemanha trabalharam com os Nazistas, vieram para Israel e deram as mãos aos judeus Sionistas/Comunistas da Polónia e Rússia. É o estilo duas-caras do comunismo e fascismo estilo Nazista que comanda Israel. Democracia é meramente uma ilusão”


Jack Bernstein – The Life of an American Jew in Marxist Racist Israel

Alexandre Sarmento


domingo, 14 de junho de 2020

A tal liberdade da cambada marxista!!!


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A tal liberdade tão propalada pela cambada marxista!!!

A acreditando em Máximo Gorki, escritor, dramaturgo, activista político, testemunha e intérprete da miséria russa anterior a 1917, esta violência emanava da própria sociedade. Em 1922, ao mesmo tempo em que reprovava os métodos bolcheviques, redigiu este texto premonitório:

"A crueldade - eis o que toda a minha vida me espantou e atormentou. Onde se encontra a origem da crueldade humana? Reflecti muito a este respeito e não compreendi, nem nunca hei-de compreender. [...] Hoje, depois da terrível demência da guerra na Europa e dos acontecimentos sangrentos da revolução, [...] devo salientar que a crueldade russa não parece ter diminuído; dir-se-ia que as suas formas não se alteram. Um analista do princípio do século XVII conta que no seu tempo se praticavam estas torturas: 'A uns, enchiam-lhes a boca de pólvora e deitavam-lhe fogo; a outros, introduziam-lhes a pólvora por baixo. Furavam os seios das mulheres e, passando cordas através das feridas, penduravam-nas'. Em 1918 e 1919, fazia-se o mesmo no Don e no Ural: introduziam no ânus de um homem um cartucho de dinamite e faziam-no explodir. Julgo ser exclusivo do povo russo - como o sentido de humor o é dos ingleses - o sentido de uma crueldade especial, uma crueldade de sangue-frio, como que desejosa de experimentar os limites da resistência humana ao sofrimento e de estudar a persistência e a estabilidade da vida. Sente-se na crueldade russa um refinamento diabólico; há nela qualquer coisa de subtil, de requintado. Não é possível explicar esta particularidade usando palavras como psicose ou sadismo, palavras que, no fundo, nada explicam. [...] Se estes actos de crueldade fossem apenas a expressão da psicologia pervertida dos indivíduos, poderíamos nem sequer falar dela: seria da alçada do psiquiatra e não do moralista. Mas aqui refiro-me apenas ao divertimento colectivo pelo sofrimento. [...] Quais são os mais cruéis? Os Brancos ou os Vermelhos? Provavelmente, tanto uns como os outros, porque todos são russos. De resto, nesta questão de grau de crueldade, a história responde claramente: o mais activo, é o mais cruel".

White Terror (Russia) - Wikiwand

[...] A Guerra Mundial e a tradicional violência russa permitem, é certo, compreender melhor o contexto no qual os bolcheviques chegaram ao poder; não explicam, no entanto, o caminho extremamente brutal que adoptaram logo de início e que contrastava singularmente com a revolução iniciada a 17 de Fevereiro, a qual tinha nos seus começos um carácter largamente pacífico e democrático. O homem que impôs esta violência, assim como impôs ao seu Partido a tomada do poder, foi Lenine.

Lenine instaurou uma ditadura que depressa se revelou terrorista e sanguinária. A violência revolucionária deixou então de aparecer como uma violência reactiva, reflexo de defesa contra as forças czaristas desaparecidas havia meses, mas como uma violência activa, que despertou o velho hábito russo da brutalidade e da crueldade e atiçou a violência latente da revolução social. Embora o Terror Vermelho só tenha sido "oficialmente"inaugurado a 2 de Setembro de 1918, existiu um "terror antes do terror"; e a partir de Novembro de 1917, Lenine dedicou-se a organizar o terror, e isto na ausência total de qualquer manifestação de oposição por parte dos outros partidos ou das diferentes componentes da sociedade. No dia 4 de Janeiro, dissolveu a Constituição, eleita por sufrágio universal - pela primeira vez na história da Rússia -, e mandou disparar sobre os seus defensores que protestavam na rua.

Alexandre Sarmento

O repugnante mundo novo!

  Aldous Huxley, autor de ‘Admirável Mundo Novo’, enviou carta para o aluno George Orwell após ler ‘1984’ Por Vitor Paiva Quando um autor la...