domingo, 29 de dezembro de 2019

A bem da verdade.


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A bem da verdade...
O que dizer de um regime baseado em embustes e falsidades, um regime em que a verdade factual ficou relegada a um lugar inexistente, para mim então vivemos um não regime, uma farsa.
Uma farsa montada com o objectivo de denegrir a figura de Salazar e ocultar o excepcional trabalho da diplomacia portuguesa nos tempos da segunda grande guerra.
Revisionismo histórico, montar embustes e falsidades, tal como o fizeram em tantos outros assuntos, com um único objectivo, defender o actual regime, também ele todo montado sobre uma pilha de mentiras do tamanho do Everest.
Na sequência da polémica suscitada pela entrevista realizada no semanário O Diabo (2 de Julho de 2013) ao autor de O Cônsul Aristides de Sousa Mendes. A Verdade e a Mentira, veio, no número imediatamente seguinte (9 de Julho de 2013), este trecho deveras significativo:
«O Professor José Hermano Saraiva revela no volume 6.º das suas Memórias, publicadas pelo semanário “Sol”, uma conversa com o Professor Leite Pinto: “Fala, a propósito, na operação de salvamento dos refugiados republicanos espanhóis e dos judeus que, no início da Segunda Guerra Mundial, se acumulavam na fronteira de Irun, na ânsia de salvar as vidas. Vieram embarcados nos vagões da Companhia dos Caminhos de Ferro da Beira Alta, que iam até Irun carregados de Volfrâmio, e voltavam a Vilar Formoso carregados de fugitivos. (…) Segundo um protocolo firmado pelas autoridades ferroviárias dos dois países, os vagões deviam circular selados, quer à ida quer à vinda. Um dos que assim salvaram a vida foi o Barão de Rothschild. O embaixador Teixeira de Sampaio confirmou-me, mais tarde, esses factos. O salvamento de 30.000 refugiados deu-se ao mesmo tempo que o cônsul de Portugal em Bordéus, em cumplicidade com dois funcionários da PIDE, falsificava algumas centenas de vistos, que vendia por bom preço a emigrantes com dinheiro. Um dos que utilizaram esta via supôs que todos os outros vieram do mesmo modo – e assim nasceu a versão, hoje oficialmente consagrada, de que a operação de salvamento se deve ao cônsul de Bordéus, Aristides de Sousa Mendes. Este, homem muito afecto ao Estado Novo, nem sequer foi demitido, mas sim colocado na situação de aguardar aposentação. Os seus cúmplices da PIDE foram julgados, condenados e demitidos”».
José Hermano Saraiva

O homem livre.


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«Uma perspectivação biológica do comportamento humano do nosso tempo só pode contrariar as doutrinas de repercussão mundial. E a doutrina simplificada dos reflexos condicionados faz tudo o que pode para destruir as adversas. Esta doutrina — chamo-lhe pseudodemocrática — tem profundas raízes e é muito perigosa. De facto, uma teoria que postula que o homem não é mais que o produto do meio é confortável para toda a gente. Os cidadãos assim igualizados são tão bem-vindos ao capitalismo americano, que procura o consumidor padrão, como ao totalitarismo vermelho que quer um cidadão sem ideias.
Se, segundo Freud, estudarmos com atenção as reacções mentais e emocionais que os behavioristas têm contra tudo o que não seja reflexos condicionados, descobriremos a ideologia subjacente a todas as doutrinas políticas da actualidade. O tratamento e controlo de largas massas assentam na presunção errónea de que não há programa psicogenético. Este ponto de vista igualitário é completamente contrário a toda a evidência biológica.


Nas sociedades humanas a divisão do trabalho é fundada numa diferença, numa desigualdade dos membros da sociedade, que por si só pressupõe uma tentativa de demonstrar a justiça de uma sociedade composta por elementos manipuláveis e intermutáveis. Por outras palavra: o melhor dos mundos possíveis para tiranos russos ou monopolistas americanos. Os adversários da Etologia acusam-nos muitas vezes de ser antidemocratas, já para não dizer racistas, e rodeiam a sua própria doutrina com o halo da democracia. Ora, o fenómeno foi analisado por um escritor americano, Philip Wylie. Ele afirma que a doutrina pseudodemocrática frui a sua força de uma verdade que foi transformada numa mentira. A verdade é que todos os homens devem ter as mesmas possibilidades para desenvolver cabalmente as suas capacidades. Mas quem é que jamais negou isto? Esta verdade indisputável é torcida um pouco e eles proclamam: "se todos os homens têm as mesmas possibilidades, todos os homens serão seguramente iguais". E isto não é verdade. É absolutamente falso, porque todos os homens são desiguais desde o momento da concepção. Porém há a pretensão de que a igualdade é uma chave, o sine qua non da vida colectiva — o que também é falso. Tanto quanto diz respeito aos manipuladores de massas, o cão de Pavlov ainda é o cidadão ideal.
Hoje em dia já se sente uma certa hostilidade contra a elite intelectual em certos estudantes contestatários. Ora, o igualitarismo — não tenhamos dúvidas — que proíbe um homem de ser mais inteligente que a média, é a morte de todo o desenvolvimento intelectual.»

Konrad Lorenz

terça-feira, 24 de dezembro de 2019

Estamos a cometer um suicídio colectivo!

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Nós, os portugueses, estamos, não nas vésperas, mas em plena fase de perdermos toda a riqueza do passado.
Se não corrermos rapidamente a salvar o que resta, seremos amargamente acusados pelas gerações vindouras, pelo crime indesculpável de termos deixado perder o nosso património cultural e tradicional, dando mostras de absoluta incúria e ignorância.
Se o não fizermos, daqui a duas gerações, seremos sem dúvida, um povo descaracterizado e profundamente pobre, um povo esquecido, aparecendo apenas em breves relatos dos livros de história, ou seja, havia um povo que depois de nove séculos, envergonhou-se do seu passado, esqueceu as suas raízes e deixou-se morrer, uma espécie de suicídio colectivo.

Triste, mas verdadeiro.

Alexandre Sarmento

domingo, 22 de dezembro de 2019

Este país não é para pobres!!!

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Queremos serviços de saúde, não temos, tarda, e, é caro, ou temos dinheiro para alinhar no sector privado ou muitas vezes morre gente à espera de exames e operações, uma simples consulta chega a ser marcada para daqui a um par de anos, mais uma vez estamos esquecidos, melhorias, onde e em quê, no privado, claro, nas clínicas que acomodam os médicos e técnicos do serviço público, mais uma situação feita por medida pelos senhores do regime!!!

Queremos educação, e, na verdade, não existe, a que existe não tem qualidade e quando a tem é demasiado cara, apenas para uma elite, os filhos do português médio não têm condições nas escolas, escolas que de inverno mais parecem piscinas e no verão são autênticos fornos!!!


Onde para o dinheiro que todos pagámos para os melhoramento, o dinheiro da Parque Escolar, quem são os responsáveis pela fiscalização dos trabalhos de cosmética que se fizeram nas escolas e que custaram mais caros do que construir as mesmas de raiz, mais uma PPP, pois claro, mais uma vez haver educação de qualidade até há, no privado claro, mas quem são os pais dos meninos que podem pagar milhares de euros por mês para que os seus filhos tenham acesso a uma educação de qualidade?


Queremos habitação condigna, mas isso é só para minorias étnicas e refugiados, pois a habitação com um mínimo de condições não está ao alcance da grande parte dos portugueses que trabalham, de resto e bem vemos nas aldeias e vilas do interior que muita gente vive em verdadeiros galinheiros em condições indignas, dizem-nos que antigamente é que era mau, e agora???...


Queremos justiça, mas afinal a justiça neste país só serve a alguns, os senhores do dinheiro e as suas manobras fraudulentas, mas legais, pois as leis são feitas por medida, uma justiça para ricos e outra para pobres, quem rouba um pão tem pena de prisão, quem rouba milhões fica a salvo do sistema e ainda é condecorado, justiça neste país é uma mera farsa, uma falácia!


Queremos protecção social e auxilio na doença, apoio aos mais desfavorecidos, bem sabemos como funciona, milhares a dormir nas ruas, a viver como indigentes, idosos abandonados especialmente nas aldeias do Portugal profundo, completamente abandonados à sua sorte, outros despejados nos corredores dos hospitais, pois também neste caso o estado se furta ao seu papel, lares só para aqueles com rendimentos acima da média e para as classes mais abastadas.


Queremos vias de comunicação, pois, mais uma, no interior temos estradas lunares cheias de crateras ou auto-estradas com preços proibitivos para quem tenha que as usar diariamente, em vez de estradas andamos a financiar negócios verdadeiramente pornográficos, as tais PPP´s que financiam a cambada política e nos rapam tudo do bolso.
Será isto um país democrático ou um antro em que apenas os ricos e a classe política têm direitos, um país em que os pobres estão cada vez mais pobres e esquecidos, além de que muitos têm mais do que um trabalho para conseguir fazer face às dificuldades do dia a dia, para conseguirem andar de cara levantada!!!


São estes "pobres" os que sustentam a máquina do estado, são estes os grandes pagadores de impostos, os que em vez de direitos, apenas têm obrigações, escravos do sistema portanto!!!


Um país a várias velocidades, um país feito por medida para uma elite de intocáveis, uma elite de protegidos do sistema, uma elite de sanguessugas dos dinheiros públicos, e os outros os párias, os "pretos", os mouros de trabalho, os merdas, nós!!!

Definitivamente este país não é para pobres!!!


Viva o regime, viva a liberdade, mas pergunto eu, alguém come liberdade, alguém come comuno-socialismo, pelos vistos até comem, comem os do costume, os do sistema!!!

Alexandre Sarmento

terça-feira, 10 de dezembro de 2019

Este país não é o nosso!!!


Portugal, o Reino da fantasia.

Por vezes, dou comigo a pensar se os meus ouvidos me traem, é que oiço os nossos políticos a falarem de que tudo vai bem, que tudo está a melhorar, de tantas maravilhas no Reino, que acabo por ter dúvidas naquilo que vejo e no que me contam.
Nunca tivemos um crescimento tão bom, o défice está a baixar, as exportações aumentam, a dívida publica diminui, etc., etc.


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Isto não passa do Nacional Pacovismo que nos tentam impingir, na realidade, a dívida pública aumenta, morrem pessoas nos corredores dos hospitais, muitos nem sequer chegam aos hospitais, gente a passar fome, gente a passar privações, idosos abandonados, pessoas a dormir na rua, milhões a viver no limite, milhões a fazer um esforço sobre humanos para manter um mínimo de dignidade, uma larga franja da sociedade a roçar os limites da indigência, um país abandonado e que vive de crédito externo, um país destruído por dezenas de anos de políticas absolutamente erradas e nas quais o factor humano ou melhor, as condições de vida dos humanos foram relegadas para segundo plano, deixámos de ser humanos e passámos a ser meros dados estatísticos, ganhámos o estatuto de meros contribuintes!!!

O nosso melhor capital, os jovens, resta-lhe ir trabalhar ou para os supermercados (quando conseguem) ou emigrar, justifica-se andar a estudar até tarde, com a consequente carga económica para os pais e para o país para esse desfecho???
Falo com muitos jovens e vejo bem o desânimo de muitos, criaram-lhes sonhos, e no fim espera-os a desilusão e frustração, que homens e mulheres vão ser esta gente ressentida com o seu país?
Culpa de quem?
Quem é que incentiva estudar com falsas perspectivas de emprego para no fim se obterem resultados insatisfatórios??? Os nossos amados políticos, claro, com a sua habitual ratice, incentivam os jovens a estudar, sabendo de antemão, que muitos deles não vão ter emprego, mas dá-lhes jeito nas estatísticas, porque quem estuda nas Universidades ou nos cursos dos Centros de Emprego, não faz parte da lista dos desempregados e como muitos vão embora, melhor ainda, assim se obtém taxas de desemprego mais baixas que as reais, é uma maravilha, é só progresso!...


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Passando rapidamente para o mito das exportações. Nos últimos dados vindos a público, realmente houve um aumento das exportações, mas as importações também crescem, e a um ritmo superior ao da exportações, taxas de juro, equilíbrio orçamental, produtividade, tudo uma maravilha, para os nossos governantes e políticos nunca estivemos tão bem, vivemos de e para estatísticas, mas eu pergunto, não terão olhos na cara, não terão vergonha do estado miserável em que colocaram a grande maioria da população deste país?

Falam de combate à pobreza e exclusão, falam de ensino, falam de uma sociedade mais igual, mais equilibrada, falam em mitigar o fosso existente entre os mais ricos e os mais necessitados, mas o que vejo mesmo, é tudo a entrar numa espiral de recessão, tudo a entrar num processo sem retorno à vista, vejo o país cada vez mais parado, cada vez mais esquecido, cada vez mais abandonado e absolutamente improdutivo entregue ao poderio das grandes corporações e entidades financeiras internacionais, pergunto, teremos nós sido alvo de um negócio e fomos vendidos como de gado se tivesse tratado?


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Para finalizar, anda o Professor Marcelo a tirar selfies e a beijarocar toda a gente numa operação de charme, no entanto, o que acontece é que ao invés de se contar e incentivar os portugueses a trabalharem, a gostarem e terem orgulho no seu país, anda-se a isentar os reformados estrangeiros de IRS (quando os portugueses com uma miserável reforma de 750 Euros tem de o pagar),e nalguns casos de isenção ou redução de IMI, quanto aos profissionais liberais estrangeiros, apenas se e exige 20% de IRS em contraponto com as altas taxas exigidas aos portugueses (não percebo porque se incentivam os tais profissionais de "alto valor" enquanto nós exportamos a nossa massa cinzenta, enfim), já não falando no paraíso dos vistos Gold e outras benesses para os amigos do costume...

Já agora, gostava de saber qual a opinião dos "defensores" dos trabalhadores sobre esta situação, calam-se claro, não se lhes
vá fechar a gamela...

Será que somos assim tão desqualificados e inábeis, que precisamos que os estrangeiros venham para cá com condições de luxo, para endireitar o país com os seus consumos???
Esta é a conclusão que se pode tirar do fabuloso pensamento que os nossos queridos políticos tem de nós, para eles somos lixo!!!

Ao que parece, eu devo estar a delirar e tudo afinal vai bem neste pequeno jardim à beira mar plantado, até temos futebol, telemóveis e ainda bebemos umas cervejolas!!!

Somos uns sortudos, imaginem se não tivéssemos políticos e governantes tão bons e tão zelosos pelo nosso bem estar!!!


Alexandre Sarmento

quarta-feira, 4 de dezembro de 2019


Um mundo ao contrário!!!



Um mundo de mentiras e imoralidades!!!

Juízes corruptos no activo e apadrinhados pelo sistema, enquanto, gente, séria, honrada e trabalhadora, é explorada, torturada e espoliada e humilhada por uma avassaladora máquina fiscal, por um sistema perfeitamente ditatorial, opressivo-repressivo e castrador de todo o tipo de direitos, liberdades e garantias, um sistema montado por medida a fim de beneficiar um punhado de pulhas criminosos elitistas, verdadeiros vampiros e parasitas sociais.



Temos outra vergonha num tal de Sócrates, um democrata socialista, já sobejamente conhecido do grande público, já, e por sinal, bem julgado em praça pública por todos aqueles que se sentem roubados e enganados neste sistema em que deixou de haver equidade e igualdade!
Um sistema fabricado com o objectivo de permitir a exploração da Nação por um pequeno grupo de criminosos imunes às leis que eles próprios criaram, defendidos ao abrigo de uma Constituição cozinhada, não para defesa dos interesses da Nação em geral, mas sim, os de uma pequena elite corrupta, depravada, sem princípios e que vive à margem da lei.

Somos então julgados por corruptos, governados por ladrões e dominados por várias instituições, autoridade tributária, ASAE, segurança social, tribunais e comunicação social, estamos aferrolhados pela liberdade de uma coisa a que chamam de democracia, uma espécie de regime em que o povo julga ter voz activa, onde o povo julga ter opinião, onde o povo julga ter soberania, nada mais falso e enganador, pois na verdade só nos assiste o ónus e a obrigação de sustentar esta farsa, um verdadeiro sistema totalitário comuno-marxista, no qual todas, note-se, todas as forças políticas são ou foram coniventes, uma verdadeira associação mafiosa e criminosa que se entreteve candidamente a delapidar a coisa pública com a permissão e cumplicidade de um povo ignorante, letárgico, apático e resignado, desconhecedor dos irreversíveis efeitos de tanto tempo neste paradigma.



Uma farsa total, senão vejamos, temos hoje o problema do ambiente nas parangonas dos jornais, o lítio, as emissões de carbono, os resíduos e o aquecimento global. Quanto ao lítio, mais uma vez fica provado que nada resiste ao poder do capital, nada resiste à avareza desenfreada, nada resiste aos interesses de um bando de pulhas.
Pergunto, onde está a defesa do ambiente, onde está a defesa da biodiversidade, onde está a defesa da qualidade de vida das populações, onde está a defesa dos interesses da Nação, e por fim, pergunto, de que forma os nossos governantes defendem a qualidade de vida das gerações futuras?

Relativamente a às emissões de carbono, é fácil de ver, apenas servem, e, mais uma vez para roubar os mais fracos, dos que usufruem de menores recursos, dos que vivem de forma mais sustentável, mais em comunhão com a natureza, no fundo aqueles que desde sempre respeitaram o meio ambiente, os que de qualquer forma viveram fora do sistema, fora da sociedade de consumo, desta sociedade sem respeito, sem valores e que na verdade não olha para o futuro, uma sociedade na qual se preza o imediatismo e o consumismo desenfreado, uma sociedade perfeitamente materialista, apenas voltada para o ter, em detrimento do ser, a sociedade da ostentação, mentira, inveja e que, apesar de tecnologicamente avançada, com uma miríade de meios de informação ao serviço de uma grande maioria, acabamos por constatar que, deveremos ter hoje uma sociedade mais ignorante do que nos tempos passados, deixámos de comunicar, deixámos de pensar, deixámos de reflectir, deixámos de fazer uso das nossas capacidades mentais, perdemos o espírito de família, de clã, de tribo ou nação, vivemos estupidificados nesta sociedade individualista e apática, uma sociedade amorfa na qual os bens de consumo são amados , e, as pessoas são usadas, onde o individuo se tornou descartável, mero objecto com prazo de validade e objectivo já definido antes de ter nascido...



Bem que tentam retirar-nos a pouca autonomia, ou vontade própria que ainda nos resta, bem tentam fazer-nos ajoelhar ao sistema misto de capitalismo e comunismo, ou melhor dizendo, temos hoje o culminar de um processo que nos está a encaminhar a passos largos para o tal capitalismo monopolista de estado, vulgo comunismo, é isto, é este o triste paradigma que hoje estamos a viver, conseguiram fracturar a sociedade com questões ideológicas, raciais, culturais, religiosas e dessa forma conseguiram cimentar esta ditadura, este verdadeiro governo global.

Impõem-nos regras, obrigações, vivemos num mundo absolutamente normalizado no qual todo o individuo não alinhado com o sistema, de uma forma ou de outra acaba por sofrer consequências, desde o ser ostracizado, perseguido e sob permanente controle.

Bem tentam por todos os meios retirar-nos a independência e a auto-suficiência, basta olhar para quem impões as regras, ou seja, os mesmos que nos falam de aquecimento global, os senhores, os promotores destas regras desumanas e desiguais, os que pretendem retirar-nos liberdades que a tecnologia nos permitiu nos últimos séculos, a titulo de exemplo a mobilidade, o direito a termos meios de transporte próprios, usando como argumento a poluição libertada por esses mesmos meios de transporte, pergunto, como se deslocam, que meios usam, e de que forma?

Falam-nos de mobilidade eléctrica, mas, investigando um pouco, chegamos à conclusão que não passa de mais uma jogada, de mais um negócio, pois por incrível que pareça um automóvel eléctrico deixa uma pegada ecológica muito superior ao de um automóvel convencional!



Que moral têm os legisladores, ou melhor, os impostores que legislam, quando eles mesmos se deslocam em automóveis topo de gama, jactos particulares, iates com motores de explosão com milhares de cavalos, fazendo ou vivendo de uma forma diametralmente oposta ao que exigem à população em geral!

Repare-se na tão mediatizada Greta Thunberg, na forma como o tal veleiro, o catamarã chegou a Lisboa, alguém viu as velas do barco desfraldadas, que eu saiba o barco navegava recorrendo ao seu motor a gasóleo, parece anedota, mas é mesmo isto que temos pela frente, um negócio disfarçado de questão ambiental, a hipocrisia desta sociedade moderna, tudo muito bem estudado, tudo devidamente promovido nos media, tudo manipulado de forma a enganar e condicionar a opinião pública, gerando ou promovendo mais uma forma de onerar mediante impostos ambientais a já difícil tarefa de conseguirmos dignamente sobreviver nesta sociedade na qual passámos a ter como papel principal o de pagadores de impostos, ou melhor dizendo, escravos a trabalhar para o sistema!!!


Alexandre Sarmento

segunda-feira, 25 de novembro de 2019

Estamos a cometer um suicídio colectivo.



"Esta nova esquerda, convertida ao capitalismo, defende com garra um socialismo virtual e uma imigração real. Neste cocktail é difícil adivinhar que parte é imbecilidade, altruísmo alucinado, snobismo anti-racista, etnomasoquismo e (o pior todavia) estratégia política. O sentimento que domina entre os colaboradores imigracionistas é o mesmo que dominou as elites decadentes de Roma no séc. III: a mediocridade e a cobardia, (...) e um egoísmo indiferente ao seu próprio povo e às suas gerações futuras. A história dirá que os europeus e concretamente as suas burguesias decadentes foram os primeiros responsáveis da colonização da Europa e da sua submersão demográfica. Para resolver o problema, problema do qual resultará o caos, não há outra solução, por um meio ou outro, que reduzir ao silêncio os colaboradores, os lobbies imigracionistas, que são a primeira causa desde há 30 anos da nossa colonização. O inimigo colonizador é um inimigo estimável, que joga o seu jogo, mas os colaboradores que atentam contra o seu próprio lado não merecem, como dizia De Gaulle e o imperador Diocleciano, condescendência alguma."
Guillaume Faye
in "La Colonisation de l'Europe".


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sábado, 23 de novembro de 2019

Bandalheira total!!!


Mais uma vez vou ser politicamente incorrecto, maldizente e venenoso!!! 

Comprámos submarinos e alguém se beneficiou nesse negócio, paga tuga desgraçado!!! 
Comprámos os Pandur, mais uma vez nos tramámos, além de terem custado uma fortuna, vinham defeituosos e portanto mais uma vez alguém mamou na teta!!! 
Comprámos os Kamov na sucata a preço de saldo e alguém se abotoou com uma fortuna, além do custo, estão inoperacionais pois antes de o ser já o eram, sucata!!! 
Comprámos um sistema de transmissões e segurança, o SIRESP, um sistema que teria como desígnio manter as comunicações em tempo de crise ou calamidade mas espante-se, faz parte do seu contrato uma clausula, a qual prevê a isenção de culpas em caso de falhas durante uma qualquer calamidade, um sistema que deveria ter custado 80 milhões de euros em "ordem de marcha", mas que nunca funcionou, e no final nos custou a módica quantia de 600 milhões de euros, mais uma vez lá entrámos pela madeira dentro, desta vez com centenas de vítimas, numero que foi "martelado", para defender a face dos nossos (des)governantes limpa e cintilante!!! 
O mesmo se passa com quase tudo aquilo que é contratado com o estado, primeiro estão os interesses da maçonaria, das corporações, classe política, e no fim aparece o povinho português, como sempre a cumprir o seu papel, a pagar a factura e a sofrer no corpo as consequências do enriquecimento ilícito e da ganância descontrolada de uma elite de ricos e políticos sem escrúpulos. 
Estamos bem entregues, realmente, pergunto eu, até quando? 
Milhões, milhões e mais milhões, é o que ouvimos diáriamente na comunicação social, ouvimos falar de milhões enquanto contamos tostões, agora deixo uma questão?

A culpa é de quem?


Pensem nisto!!! 


 Alexandre Sarmento


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quinta-feira, 21 de novembro de 2019

O bom português.


«O bom português deve cultivar em si o patriota, que abrange o indivíduo, o pai e o munícipe e os excede, criando um novo ser espiritual mais complexo, caracterizado por uma profunda lembrança étnica e histórica e um profundo desejo concordante, que é a repercussão sublimada no Futuro da voz secular daquela herança ou lembrança...
É já grande o homem que subordina à Pátria, sem os destruir, os seus interesses individuais, familiares e municipais.
Por isso, o viver como patriota não é fácil, principalmente num meio em que as almas, incolores, duvidosas da sua existência, materializadas, não atingem a vida da Pátria, rastejando cá em baixo, entretido em mesquinhas questões individuais e partidárias. Mas para Portugal continuar a ser, precisamos de elevar até ele a nossa pessoa e conhecê-lo na sua lembrança e na sua esperança, na sua alma, enfim.
Não podemos amar o que ignoramos.
Impõe-se, portanto, o conhecimento da alma pátria, nos seus caracteres essenciais. Por ela, devemos moldar a nossa própria, dando-lhe actividade moral e força representativa, o que será de grande alcance para a obra que empreenderemos, como patriotas, no campo social e político.
O político estranho à sua Raça não saberá orientar nem satisfazer as aspirações nacionais. É preciso que ele encarne o sonho popular e lhe dê concreta realidade. Do contrário, fará obra artificial, transitória e nociva, por contrariar e mesmo comprometer o destino superior de uma Pátria.
Sim: o bom português necessita de conhecer e comungar a alma pátria, a fim de se guiar por ela, no seu labor. Depois legislará, reformará ou criará literária e artisticamente uma obra duradoura e útil.»

Teixeira de Pascoaes
in «Arte de Ser Português», Assírio & Alvim (2007).

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Portugal amordaçado!!!



Mas que raio de país este!

Um país onde se endeusam verdadeiros parasitas sociais e traidores, e, os nossos heróis e verdadeiros patriotas são tratados com desprezo e relegados para a galeria da escória da nossa história, cabe-nos manter a ordem natural das coisas, pugnar pela defesa da verdade histórica, basta de revisionismo e de revisionistas, basta de mentiras.


Está na hora de dizer basta, está na hora de desmontar este regime comuno-marxista, está na hora de por fim a uma farsa que já dura há 45 anos.
Traidores e farsantes nunca passarão disso mesmo, escória, que a história se encarregará de colocar no seu devido lugar...


Morre um traidor, morre um vendido, e, tem direito a mediatismo, tem direito a todo o tipo de homenagens, tem direito a todo o tipo de defesas, há até, um grande número de democratas que ficaram muito agastados pela forma como, nós, os verdadeiros defensores da nossa identidade e soberania nos indignámos com este circo mediático, mas esquecem-se esses sectários, formatados e ignorantes marxistas, democratas, comunistas, socialistas ou outra porcaria qualquer de, quando, e, apenas para exemplificar, vêm a este espaço com todo o tipo de provocações e ameaças, típico, a típica hipocrisia e a estratégia da vitimização a trabalhar, tal e qual aquilo que aprenderam na cartilha dos seus partidos!!!


O mais triste, é que 45 anos depois, e, depois de vermos o triste resultado da maldade e inconsciência que nos trouxe ao marasmo, miséria intelectual e material em que nos encontramos hoje, ainda haja gente a participar na farsa, serão cegos, terão problemas cognitivos, ou já estarão mesmo num estado avançado de imbecilidade?
Uma cambada, uma cambada de masoquistas, corruptos e hipócritas...

É o que temos, infelizmente!!!

Falta-nos consciência, falta-nos inteligência, falta-nos bom senso, em suma, a verdade é que estamos sem rumo, estamos abandonados à nossa sorte, e, pior, estamos condicionados a tudo aquilo que caracteriza um regime comuno-socialista, estamos a viver num gulag, num campo de concentração, para já, sem barreiras nem arame farpado, resta-nos saber, até quando!!!

Hoje, estamos controlados e rotulados, somos os, fascistas, os neo-nazis, os reaccionários, ou mesmo os terroristas, e porquê, só porque raciocinamos, só porque pugnamos pela verdade, só porque defendemos a nossa identidade, só porque gostamos de ser portugueses e nos orgulhamos do nosso passado e das nossas grandes figuras?


Negamo-nos a morrer e a deixar morrer a nossa Nação, negamo-nos a morrer e a deixar morrer ou a reescreverem a nossa história, negamo-nos a morrer ou a deixar morrer os nossos ideais e o legado que temos por obrigação deixar às gerações futuras.


Só tem Pátria quem sabe lutar
Só tem Pátria quem sabe morrer...


A bem da Nação.

Alexandre Sarmento


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segunda-feira, 18 de novembro de 2019

Partidos políticos e a farsa da democracia!!!



Os objectivos políticos, e não só, dos partidos, e, sublinho, de todos os partidos!!!

O primeiro objectivo de um político, e por inerência, de um partido político, é chegar ao poder e manter-se por lá o maior tempo que for possível, portanto, qualquer noção séria de interesse nacional não existe nos partidos, apenas existem interesses pecuniários, pessoais e corporativos.


Enquadra-se dentro deste objectivo, e na lógica de funcionamento de um partido, a perfeita inépcia dos seus chefes, pessoas notoriamente mal preparadas, mal formadas, incompetentes, sem capacidade sequer para gerir uma mercearia ou mesmo um comum lar, tal como fazem milhões de portugueses, os que esticam os seus parcos recursos, quando com muito pouco conseguem fazer muito, contráriamente aos nossos políticos e governantes, que conseguem fazer desaparecer milhares de milhões, sem apresentar obra e se deixar rasto!
Somos portanto, vítimas da ardilosa forma de estar, da avareza e sede de poder dos senhores da política, e, subentenda-se, vítimas da cambada de vampiros e parasitas sociais, os dirigentes dos partidos políticos, toda a máquina partidária, vítimas dos social-parasitas!!!

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O segundo objectivo político é pugnar por satisfazer, por mostrar interesse, por ser subserviente, por ser beneplácito e simpático para com as vontades das poderosas elites e com os pessoas que detêm muito dinheiro e poder, os senhores do capital, os que mexem os cordelinhos na alta finança, entenda-se, plutocratas, milionários e empresas do regime, mais as respectivas famílias, amigos e interesses mutuamente partilhados.

Enquadra-se neste objectivo a satisfação de sistematicamente fazer favores a interesses particulares, muitas vezes aos promotores ou patrocinadores dos partidos, arrisco mesmo dizer, aos seus verdadeiros donos, que por sinal em Portugal são as já sobejamente conhecidas da opinião publica, as organizações mafiosas que dão pelo nome de, lojas maçónicas. 
Sistematicamente trabalham para desmantelar ou dominar o aparelho do Estado e a sua autoridade, provando mais uma vez que o partido é perfeitamente irresponsável, permeável, corruptível, demagógico e submisso a interesses obscuros de contornos bastante duvidosos.

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O terceiro objectivo político consiste em enganar as pessoas.
Na ausência de qualquer discurso político que faça sentido, torna-se necessário produzir um discurso falso de esquerda, ou direita, visando convencer quem está distraído que o partido seja ele de esquerda ou direita, se preocupa com causas, com necessidades básicas, assincronias sociais, com os pobres ou os que passam dificuldades, ou que se preocupam com o estado do país, coisa que nunca aconteceu, nem acontecerá.

Enquadra-se neste objectivo, o pedir aos portugueses que deixem de pensar de forma critica, responsável e autónoma e confiem no partido, o partido substitui-se a uma consciência pessoal ou colectiva, o partido pensa pela sociedade civil, poupando-nos ao trabalho de raciocinar ou mesmo o termos vontade e vida própria, retirando-nos desta forma a capacidade reivindicativa!
Por norma os partidos pedem sempre aos seus eleitores e aos portugueses que lhes passem cheques em branco, e bem sabemos que assim acontece, pois grande parte do eleitorado vota no partido, A, B, C ou D, como se de um clube de futebol do coração se tratasse, o tal fruto da formatação e da ignorância da qual vimos a ser vítimas há décadas.

Quando um partido político está desprovido de qualquer programa político sério, aliás, o que acontece quase sempre, consequente, resta-lhe apenas uma opção, ser falso e produzir um discurso que aparenta ser de esquerda, ou direita para assim melhor enganar as pessoas e convence-las que está genuinamente preocupado com elas, manter as aparências no jogo combinado que é esta nossa dita, democracia, a farsa da democracia, que no fundo, não passa do totalitarismo de uma ditadura partidária!

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Os partidos nunca se preocupam com pessoas pobres ou remediadas, ou com o bem estar geral, apenas se preocupam em alinhar no circo mediático, muitas vezes para desviar atenções dos assuntos verdadeiramente importantes, muitas das vezes assuntos em que os interesses gerais ou da Nação estão a ser gravemente ameaçados, tal como assistimos hoje em termos de direitos liberdades  e garantias, ou mesmo em questões de soberania ou identidade nacional, está bem à vista de todos o estado miserável do sector da saúde, da educação, da cultura.

O quarto objectivo político consiste em apelar a uma democracia como conceito e como sistema ao propor-se a mesma como factor de união e coesão nacional, totalmente falso e antagónico à etimologia e filosofia de partido, ou seja, um partido etimologicamente, é parte, é instrumento de cisão, de fractura e de divisão, portanto, mais uma vez estamos a assistir a demagogia barata que apenas  tem como objectivos últimos e definitivos a manipulação e a propagação de clivagens ou mesmo ódios entre simpatizantes ou militantes dos mais diversos partidos.

Enquadra-se dentro do quarto objectivo político a promoção de uma política sistemática de divisão dos portugueses que o partido produz sempre e consistentemente.

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Em declarações públicas defendem os serviços de saúde e de educação, mas assistimos a uma realidade que é absolutamente diversa, apenas se tenta, capturar e amaciar as pessoas, a opinião pública e por inerência o eleitorado. 
Quantas vezes em  declarações publicas declaram que algo é negro, mas em votações parlamentares votam em algo que é branco. Declaram publicamente o seu discurso de ódio aos desempregados, da discriminação sobre minorias, de temas fracturantes, de divisão sistemática dos portugueses,  coesão social e nacional, mas que no fundo pretendem fazer exactamente o oposto, facto que qualquer pessoa que use de um pouco de inteligência distingue à primeira vista, tal a forma e discurso a rasar a infantilidade da argumentação apresentada pelos nosso excelsos políticos , quantos deles formados à la minute em universidades montadas exactamente para fabricar em série, demagogos e mentirosos profissionais!!!

Concluindo, a confusão e a promiscuidade latente no seio dos partidos, estende-se para fora do próprio partido, pois apercebemo-nos de cisões, de dissidências e trocas de membros entre partidos, nada de espantar num país onde já se viu, comunistas passar para partidos de direita, gente de partidos de direita ou da dita, e, hoje tão em voga chamada extrema direita, falsa, por sinal passarem para partidos marxistas ou socialistas, o teatro, ou melhor, fazer pela vida e trabalhar para quem paga melhor!!! 

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No partido apenas se pretende que exista uma situação em que todas as pessoas achem o mesmo e pensem o mesmo, está vedada a divergência de opiniões e está excluída nesta ideia de como o mundo deve ser, de como estamos todos unidos e todos a dizer a mesma coisa e todos bem comportados, todos estamos, ou estaremos debaixo da mesma ideia de sociedade, a isto chama-se totalitarismo.
É também nos partidos e de forma transversal que o fenómeno da corrupção e do compadrio se desenrola, um antro de más práticas, um antro de inconsistências e manipulação, inclusive do sistema judiciário, pois, bem sabemos, quando se tem o poder de legislar em causa própria, um mão lava a outra, nesse campo temos a verdadeira máfia partidária em acto de verdadeira prostituição, hoje comes tu, amanhã como eu!!!
Só assim se podem entender casos como o de Sócrates, Berardo, Espírito Santo e tantos outros, tudo muito bem cozinhado nos corredores do poder, com a cumplicidade ou anuência do sistema judiciário, quem cala, consente, ou então tem parte no bolo, infelizmente, temos hoje uma sociedade sem valores éticos e morais, na qual se vive o regime do salve-se quem puder, a sociedade do materialismo, da inveja e da ostentação!!!

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Quem são afinal os beneficiados com o circo partidário?

Muitos, mas não o serão certamente, o país, ou os portugueses, ou a política como arte supostamente nobre, ou mesmo a tal democracia, bem sabemos, quem e quais são os interesses, económicos ou outros que gravitam e absorvem o aparelho partidário, absorvem ao mesmo tempo tudo o que lhes cheire a dinheiro, poder ou propriedade, sempre os mesmos, sempre para os mesmos, seja qual for a cor política ou o regime, os amigos, os boys, ou os amigos de um regime com tendências totalitárias, o verdadeiro fascismo, definição que hoje falsa e deturpadamente está tão em voga!
Eu remato, estamos a caminho de um regime já sobejamente conhecido, aliás, deixou marcas indeléveis na humanidade do século XX, o que temos hoje, é, um Capitalismo Monopolista de Estado, vulgo, comunismo, está então na hora de reflectir, muito e bem, qual o futuro que pretendemos, qual o caminho a seguir, o da liberdade, ou o da escravatura?

E, lembrem-se, não há almoços grátis!!!


Alexandre Sarmento

sexta-feira, 15 de novembro de 2019

Querem matar um paraíso!!!


A cambada de inconscientes que se apoderou deste país, vendeu os territórios ultramarinos, entregou o nosso mar imenso a uma organização terrorista que tem por nome, União Europeia, fizeram-nos escravos de uma dívida impagável e agora para finalizar, querem acabar com o pouco que nos resta deste pequeno e belo país!!!
Um atentado não só contra o ambiente, mas um grande atentado à nossa identidade e tradição, mais uma tentativa de nos apagarem os laços que ainda mantemos com o passado.

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A questão do Lítio em Barroso, não é uma questão de política, é uma questão de bom senso, uma questão ambiental grave, pois, trata-se da morte de um paraíso e de uma mudança radical no modo de vida da população, um verdadeiro atentado a um dos últimos bastiões da cultura popular portuguesa, dos usos e costumes de outrora, da tradição e daquilo que fomos outrora e da forma como nos defendemos das agruras do clima e um belo exemplo de sobrevivência para esta sociedade podre e decadente!!!

As gentes de Barroso, adaptaram-se, lutaram, e criaram um modo de vida único, na mais completa cumplicidade com a natureza, uma simbiose quase perfeita, na qual sempre houve um enorme respeito pelo ambiente, sim, falamos de ambiente, nada das tretas modernas, da farsa do ambientalismo populista, que nos pretendem vender, o falso ambientalismo montado pelos senhores do sistema, os parasitas sociais, aos quais tudo serve, desde que haja benefício em termos financeiros, os hipócritas burocratas, tecnocratas que ocupam os corredores do poder, a corrupção nas mais altas esferas!!!  

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Água, ar e solos contaminados por milénios, um grave ataque ao ambiente e à biodiversidade, e ao mesmo tempo um ataque contra a saúde pública, um crime, portanto!!!
Bem sabemos que apenas um punhado de burocratas e tecnocratas irão encher os bolsos, e será, toda a população de Barroso e pela inerência da proximidade, todo o norte do país irá sofrer também as graves consequências deste acto, inconsciente e criminoso.

Na verdade, nós, habitantes do Portugal profundo, pouco ou nenhum interesse despertamos nos corredores do poder, estamos longe dos centros de decisão e somos poucos, num sistema em que o número impera, basta estarmos atentos e fazermos as contas, quando apenas três dos distritos deste país são responsáveis pela eleição de metade dos deputados à Assembleia da República, muita coisa fica explicada, ou seja, esquecem-se da população deste nosso interior, hoje, votado ao abandono, em processo de desertificação e em franco processo de despovoamento, por falta de condições várias, ou apoios, na verdade, nunca como hoje, existiu um tão grande fosso, entre as condições de vida nos grandes centros e as do nosso Portugal profundo, saúde, ensino, acessibilidades, comunicações, tudo relegado para segundo plano, fomos esquecidos!!!

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E vêm agora atentar contra o pouco que nos resta, o ainda limpo ambiente da província, a água, o ar puro, as florestas, os pastos e por inerência todos os produtos gerados neste nosso ainda paraíso, um território que se manteve auto-suficiente ao longo dos séculos, com os seus modos de vida, quase primários, mas verdadeiros, o viver ao sabor do tempo, ao ritmo das estações do ano, modos de vida reais, contrariamente à forma de vida virtual e superficial em que vivem os habitantes das nossas urbes.
Pergunto, será este ataque ao nosso modo de vida motivado pela raiva ou inveja, causados pela forma, ainda pura e verdadeira em que vivemos, ou, quiçá, por termos ainda, contrariamente a eles, mantido, e sabido manter um modo de vida semelhante ao que os nossos ancestrais viveram. Relembro, quem na cidade tem o privilégio de poder beber água num qualquer regato de montanha, sem correr o risco de contrair alguma doença, qual dos habitantes desses grandes centros tem acesso a bens alimentares verdadeiramente biológicos e isentos de agro-tóxicos e pesticidas,...e a nossa carne, os nossos presuntos, o nosso vinho, as batatas das "cavadas", é mesmo por isso tudo que nos tentam retirar o nosso paraíso, quem sabe, tornar-nos dependentes.


Pura hipocrisia, quando uma das bandeiras destes governos progressistas, é, o ambiente, pergunto, qual então o valor do ambiente contra os milhões de euros dos grandes grupos industriais, pois, corrupção total, somos olhados como meros números e dados estatísticos, esqueceram-se que somos humanos e temos vontade própria, direitos, liberdades e garantias, só com união de todos poderemos derrotar este sistema criminoso, desumano e atentador contra a qualidade de vida das geração actual e das futuras...

Negócios obscuros, jogo rasteiro, políticos, e governantes corruptos, leis feitas à la minute e à medida do expediente, trapalhadas, muita mentira e manipulação pelo meio, creio, já não haver dúvida alguma neste momento que um tal de Galamba, um dos boys do sistema está metido na porcaria até às orelhas, mais um prostituto, mais um que se dedica a defender os interesses dos seus donos e parceiros de crime, desconhecendo em absoluto e desrespeitando o seu papel como mandatário daqueles que nele votaram, poderá haver outra leitura, mas esta, é a minha e de muitos outros, os que não se deixam embalar pelo discurso de demagogos e populistas.
Uma nota de repúdio em relação aos autarcas, neste caso o de Montalegre, vive na área, conhece o território, conhece as gentes, sabe a forma como vivem, como preservam e como respeitam a sua terra, pergunto, será este homem insensível à vontade popular, será este homem insensível ao grave crime ambiental ao qual está a dar cobertura, ou, em última análise, será também ele um dos beneficiados neste negócio criminoso?

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Está na hora de reflectir e agir, mostrar que "O povo é quem mais ordena", esse era o slogan que nos venderam no pós 25 de Abril, então, está na hora de pelo menos, desta vez começarmos a mostrar quem somos, afinal, quem manda, há que repor a ordem e acabar com estes verdadeiros fascistas que se apoderaram do poder e usam desse mesmo poder para proveito próprio, esquecendo-se do seu real papel, gerir a coisa publica, defender os nossos interesses, pois, somos nós quem lhes paga o salário, são nossos funcionários, esse é o seu papel, e como dizem vivermos em democracia, só têm que pugnar pelo interesses de todos, pelo futuro de todos, caso contrário, além de desonestos, criminosos, hipócritas, são também ditadores e verdadeiros fascistas!!!

Não vejo outro objectivo senão correr com os portugueses daqui para fora e transformar Portugal na lixeira e aterro sanitário da Europa, desde que haja uns milhões envolvidos, os nossos políticos, tal como diz o adágio; "Dão o cu e cinco tostões!"
Desculpem o vernáculo, mas não tinha forma mais contundente de o fazer!!!
Parem com a destruição deste país, deixem a natureza em paz, deixem o ambiente limpo, deixem um futuro para as gerações vindouras, deixem de retalhar e destruir o nosso país...

Uma década ou duas de exploração, muitos milhões para engordar a carteira de uns poucos e no fim, nós, povo ficamos com um deserto, nada mais, depois de toda esta destruição;
Comemos, o quê?
Bebemos, o quê?
Que ar respiramos?
Onde habitamos?
Quais os riscos para a nossa saúde?
Onde cultivamos os nossos alimentos?
Onde pastam os nossos animais?
...e por fim, pergunto, que qualidade de vida terão os nossos filhos e netos?
Estamos a cometer um suicídio colectivo, urge tomar medidas no imediato, não podemos calar a nossa voz, a nossa indignação e o nosso repúdio a mais um crime ambiental a coberto de leis criminosas!!!

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Basta de sermos espezinhados, basta de roermos os ossos depois dos outros terem comido a carne, somos gente, somos pessoas, temos os nossos direitos, como tal, há que gritar bem alto, quem manda aqui somos nós, queremos e temos o direito e a obrigação de entregar a nossa terra aos nossos vindouros da forma que a recebemos, limpa, linda e sustentável!!!

Alexandre Sarmento



O colonialismo anti-colonialista português.


«Anticolonialismo! Não será anticolonialismo do mais puro o que está implícito em todo o comportamento do português em África, desde o aportar do primeiro barco até aos nossos dias de hoje?

Não explorámos, não dominámos, não negámos aos autóctones o direito à posse das suas terras nem ao uso dos seus costumes. Chegámos, convivemos e fizemo-nos também africanos, identificando os nossos sentimentos com os nativos a quem sempre nos igualámos em benefícios e obrigações.

Descolonização! Não foram os portugueses quem, mais cedo do que outrem, trouxeram a descolonização implícita no seu conceito de estar no Mundo?

E isto porque nunca se consideram como fazendo parte de uma maioria sociológica cristalizada e egoísta, sempre consentindo a maior mobilidade social e política aos autóctones, dentro do espaço pluricontinental da Comunidade Lusíada, a fim de que todas as diferenças e contradições se esbatessem e se conciliassem em vocações e interesses solidários.


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E nem sequer importa discutir o tempo e o substrato político da descolonização assim entendida e praticada.

Não podemos considerar, do ponto de vista humano, completamente descolonizadas Cabo Verde, a Índia e Timor?

Não demos a independência ao Brasil e o Estatuto de estado à Índia Portuguesa?

Tudo não é novidade nem pode ser combatido ou considerado aberrante.

Novidade - para aqueles que com cega teimosia não nos compreendem - poderá ser o facto de termos criado uma só nação que, representando a consciência de destinos afins a realizarem-se na História, nem mesmo implica uma fórmula político-administrativa estática e uniformizada.

Fizemos o que outros não foram capazes de fazer e, por isso, podemo-nos considerar, com orgulho, dos mais progressistas e aptos para - a partir daquela realidade imutável - aceitarmos o binómio «desafio-resposta» a que já fizemos referência.

Ao "desafio" da autodeterminação estamos a responder com a afirmação peremptória de uma unidade que de forma alguma é incompatível com a mais ampla autonomia institucional dos territórios e com o mais aberto participar dos representantes válidos das populações nos orgãos do governo de cada um e de todos.


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Ao "desafio" da desordem e do genocídio aí está a resposta dada pelos colonos e pelos autóctones nos primeiros dias do terrorismo desencadeado em Angola e que, por via disso e da actuação das nossas tropas, recuou em toda a linha.

Ao «desafio» da dialéctica anticolonialista e pan-africanista o nosso Presidente do Conselho e os seus mais directos colaboradores têm dado a resposta lúcida e adequada.

Mas o mais importante e o que avulta é o "desafio" do futuro: o "desafio" da evolução global e, por vezes, explosiva de todos e cada um dos territórios da Comunidade Portuguesa. Este exige "resposta" colectiva, expressa em capacidade de realizar, de imaginar e de predispor a alma para realçar, sempre e cada vez mais, a promoção, a justiça e o enquadramento de que o homem está ávido para se projectar integralmente e não se frustrar como indivíduo e como cidadão.

É com a consciência desse "desafio" que o técnico e o educador hão-de transpor as portas dos territórios que fazem constante apelo à sua presença.

O técnico para planificar e executar os programas de desenvolvimento económico - condição indispensável para o aproveitamento pleno dos recursos que o solo e o subsolo ainda escondem.

O educador para ministrar conhecimento e formar almas, radicando o portuguesismo nas crianças que passarem pelas suas mãos, ensinando-as a amar a Deus e ao próximo como a si mesmas - como Cristo amou os homens para salvar a Humanidade da corrupção. Este último será o atributo específico do missionário, ao qual o ultramar português já tanto deve.

Tarefa ingente e honrosa que os educadores devem realizar com dádiva total, com sacrifício se for necessário e com renúncia temporal, respondendo ao "desafio" com o vigor da sua vontade e da sua competência.

Mas, como Toynbee previne, "o crescimento surge com a resposta a um desafio, o que provoca novo e diferente desafio".

Pois saibamos, governantes, e governados, portugueses do Minho ou de Timor, dar, no porvir, com maior arrojo se for preciso, a "resposta" decorrente do "desafio" provocado pelo crescimento económico e social e pela maturidade política que hão-de resultar inevitavelmente do nosso esforço e trabalho presentes.

De dois perigos teremos de nos prevenir a tempo, com inteligência e com vigor: a formação de quadros que sejam desproporcionados à procura no mercado de trabalho, que, por seu turno, terá de ser consideravelmente aumentado pela criação de novas actividades produtivas e rentáveis; o excessivo regionalismo das elites, que deverão circular entre todas as parcelas da Comunidade Lusíada, em sistema rotativo de vasos comunicantes, a fim de se evitar uma contraproducente anquilose de mentalidade e de sentimentos».

Oliveira e Castro («A Nova África»)
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sexta-feira, 8 de novembro de 2019

A Pátria Sagrada.

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(...) A pátria prende o homem com o vínculo sagrado. 

É preciso amá-la como se ama a religião, obedecer-lhe como se obedece a Deus. 
«É preciso dar-mo-nos inteiramente a ela, tudo lhe entregar, votar-lhe tudo». 
É preciso amá-la gloriosa, ou obscura, próspera ou desgraçada. 
É preciso amá-la como Abrãao amou o seu Deus, até lhe sacrificar o seu próprio filho. 
O grego ou o romano, não morrem apenas por dedicação a um homem, ou por gestão de honra, mas dão a sua vida pela pátria. 
Na verdade, se esta é atacada, é a religião que é agredida. 
Verdadeiramente, a pátria combate pelos seus altares, pelos seus fogos, pro aris et focis, e isto porque, se o inimigo se apoderar de sua urbe, os seus altares serão derrubados, os fogos extintos, os sepulcros profanados, os seus deuses destruídos e o culto para sempre olvidado. 
No amor da pátria está a piedade dos antigos.
A posse da pátria devia ser muito preciosa, porque os antigos não imaginavam castigo mais cruel que privar um homem dela. A punição ordinária, pelos grandes crimes, era o exílio».
Fustel de Coulanges («A Cidade Antiga»).

São Martinho e as castanhas.

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São Martinho foi um cavaleiro, um monge e um santo. 
Foi capaz de trazer o verão ao outono, o tal Verão de S. Martinho.

Martinho, nascido na Hungria por volta do ano 316, foi um soldado romano que, depois de receber o baptismo e renunciar a milícia, fundou um mosteiro em LigugéFrança, onde viveu uma vida monástica.

Reza a lenda que no ano de 337, no século IV, num outono duro e frio, regressava a casa quando encontrou no seu caminho, a meio de uma tempestade, um mendigo que lhe pediu uma esmola, o cavaleiro, que não tinha mais nada consigo, retirou das suas costas o manto que o aquecia, cortou-o ao meio com a espada, e deu-o ao mendigo, nesse exacto momento, a tempestade desapareceu e um sol radioso começou a brilhar.
Nessa mesma noite, Martinho sonhou com Jesus vestido com a metade da sua capa e que, apontando para um grupo de anjos, lhe disse: "Foi São Martinho catecúmeno quem me agasalhou".
O milagre ficou conhecido como "o verão de São Martinho". Desde então, por altura de Novembro, o ríspido tempo de outono vai embora e o sol brilha no céu, replicando aquilo que aconteceu quando o cavaleiro ofereceu o seu manto ao mendigo.
É por causa desta lenda que, todos os anos, festejamos o Dia de São Martinho a 11 de Novembro.
Esse hoje, famoso cavaleiro da história, era um militar do exército romano que abandonou a guerra para se tornar num monge católico e fazer o bem.
São Martinho foi um dos principais religiosos a espalhar a fé cristã na Gália (a actual França) e tornou-se num dos santos mais populares da Europa, diz-se que protege os alfaiates, os soldados e cavaleiros, os pedintes e os produtores de vinho!
Foi a 11 de Novembro que São Martinho foi sepultado na cidade francesa de Tours, e é por esse motivo que a data foi a escolhida para celebrar o Dia de São Martinho.
Além de Portugal, também outros países festejam este dia.
Em França e Itália, à semelhança de Portugal,comem-se castanhas assadas, já em Espanha, faz-se a matança de um porco, e na Alemanha acendem-se fogueiras e organizam-se procissões.

Alexandre Sarmento

O repugnante mundo novo!

  Aldous Huxley, autor de ‘Admirável Mundo Novo’, enviou carta para o aluno George Orwell após ler ‘1984’ Por Vitor Paiva Quando um autor la...