quinta-feira, 25 de novembro de 2021

A quem teme o sistema?

 



De quem tem medo o Sistema?

Começa a ser notório que os donos do sistema temem que uma nova consciência renasça no corpo e alma deste povo, quando isso acontecer, tudo muda, pois, não será o aparecer de um D. Sebastião numa manhã de nevoeiro que irá mudar o que quer que seja, só acontecerá uma real mudança quando este povo se unir sob a batuta dos ensinamentos dos nossos ancestrais e se revoltar contra o jugo da cambada maçónica que nos corrói a Nação e nos tem destruído nos últimos séculos.
Será esse o ponto de viragem, o cumprir do V Império do Padre António Vieira, de Fernando Pessoa, ou do nosso mui grande Agostinho da Silva, a continuação da Revolução iniciada por Salazar e pelo seu Estado Novo, a reconquista do nosso lugar na História do Universo, a reconquista da nossa dignidade e a reconquista do nosso lugar como Nação civilizadora e portadora de espiritualidade!!!
Um regresso às origens, um regresso à originalidade e o deixar para trás o copiar de atitudes, de formas de estar e experiências governativas e de domínio que se comprovaram absolutamente desumanas, desiguais e castradoras das verdadeiras liberdades individuais, atitudes que provaram levar ao caos e apenas promoveram atraso civilizacional, regimes e políticas apenas focadas numa melhoria aparente e materialista, políticas que aos poucos foram desumanizando a sociedade, políticas que aos poucos fracturaram a sociedade acabaram com a família e destruíram o espírito de Nação, reduzindo-nos a meros objectos ao serviço de uma pequena elite sem valores, uma elite para a qual só um valor conta, o Capital!!!
Portanto, esqueçam as figuras que o sistema vai fabricando para nós manter alheados da realidade, a saída para este marasmo não está em Venturas, não está em Costas, não está em Rios, nem em qualquer outro pré-fabricado pelos senhores do sistema, os tais fabricos made in Lojas Maçónicas.
Está na altura de cada um assumir uma atitude consciente, de cada um buscar em si mesmo o melhor de si próprio, de buscar a unanimidade no grupo, já é tempo do retorno ao comunalismo, à família, ao clã, à tribo e à Nação, olhemos para aquilo que nos une, para aquilo que temos em comum e não para aquilo em que divergimos, não somos apenas portugueses quando joga a Selecção Nacional, não somos portugueses apenas quando se comemora uma efeméride, não devemos ser portugueses de forma intermitente, mas sim, devemos ser portugueses de corpo e alma, todos os dias, a todas as horas e a todos os segundos da nossa vida, Portugal Sempre.
Podemos e devemos, aliás, temos a obrigação de defender a nossa identidade, temos a obrigação de entender que só com o espírito daqueles que partiram nas caravelas, daqueles que desbravaram novos territórios, só com a coragem, só com a fé daqueles que partiram em rumo a um mundo novo e desconhecido poderemos vencer o desafio que se nos coloca, está na hora, antes tarde do que nunca, despertem e seja cada um de vós um dos motores de mudança, que seja cada um de vós um verdadeiro de foco de consciência, espiritualidade e humanidade, foi a fé que nos moveu no passado, terá que ser a fé aquilo que nos levará a bom porto de novo.

A bem da Nação.

Alexandre Sarmento

segunda-feira, 22 de novembro de 2021

Verdades...

 

"Há uma coisa que eu nunca poderei perdoar aos políticos: é deixarem sistematicamente sem argumentos a minha esperança", escreveu Torga em 1985. Mesmo assim, aceitou presidir ao primeiro comício do PS em Coimbra, realizado em 1 de Junho de 1974: Manuel Alegre lembra-se de ter conseguido convencê-lo após quase se terem zangado. E discursou noutro comício socialista, desta vez em Lisboa, na campanha eleitoral para a Assembleia Constituinte, em 20 de Abril de 1975. Na primeira destas ocasiões, o escritor revelaria a sua original concepção de socialismo, inspirada na "sabedoria ancestral do comunitarismo agrário e pastoril" que lhe corria nas veias. No segundo comício, reafirmou-se socialista mas "sem nome possível numa ficha partidária", alertando cada cidadão para o "perigo de se anular na massa".

Miguel Torga  


Mais um a quem a farsa democrática pós-revolução não convenceu, e este era um dos principais detractores do antigo regime, o que na prática se traduz em, trocaram um regime que servia uma maioria por outro que apenas serve uns quantos, um antro, o antro maçónico, o antro do compadrio, o antro da corrupção e do cartão da trampa partidária!!!

Alexandre Sarmento

Jogos de Poder.

 

"Permito-me escrever estas notas para quem me ler possa melhor entender os eventuais porquês e objectivos das alegações de tráfico de diamantes contra os militares portugueses na República Centro Africana.
Nunca estive na RCA, nem sequer faço ideia do que de facto se passa no terreno, estou cansado de todas essas histórias, mas 14 anos ao serviço da ONU e da União Europeia em missões de paz, nas mais altas funções de Comando e Direcção, deram-me saber do terreno e autoridade bastante, para pensar que o contingente militar português está a ser vítima dum processo de descredibilização, por terceiros contingentes ou entidades, por razões que desconheço, mas mais ou menos transparentes.
Esqueça tudo o que julga saber sobre a ONU, a sua missão e as suas mil e uma responsabilidades oficiais, são máscaras, meras hipocrisias e utopias que escondem as suas reais missões e objectivos.
A ONU em termos do seu “místico” mandato é suposta servir exclusivamente a Humanidade, a Paz entre Nações, os Direitos Humanos, a ajuda humanitária global, o Direito Internacional… a Carta da ONU, etc… etc… mas não, serviu e serve apenas um Senhor, os EUA, e estes apenas e só, enquanto testas de ferro das Corporações Económico Financeiras globais. Ponto final.
Limitar-me-ei a contar um “caso miserável e pessoal” da minha missão de Timor, a UNTAET, anos 2000 e 2001, o qual, por si só e por analogia, mostra o que, quem e porque é que se “fabricam” alegações "levianas" do tipo que vitimaram os militares portugueses na RCA.
O meu caso pessoal em questão foi planeado para atingirem o Português e Comandante Geral da Polícia Civil da ONU em Timor, que eu era, e não a pessoa do Superintendente Chefe Costa e Sousa … com o objectivo de removerem Portugal, que eu representava, naquela função, a qual era obcessivamente desejada, por razões políticas, pelos países anglo saxónicos, em particular a dupla EUA/Austrália, para usarem a Polícia Civil da ONU no processo em curso de neocolonização de Timor, sob cobertura e apoio da ONU.
Tomei posse das funções de Comissário da UNCIVPOL em Timor no dia 05Jun2000; e logo um dos vários assessores desse meu cargo, o Ken, me informou que o Embaixador Australiano gostava de se encontrar comigo na Embaixada e acrescentou, fique ciente que tudo será gravado, sem seu conhecimento.
Estranhei, mas assim foi; o embaixador era uma figura agradável, as questões que me colocou de forma subtil, giravam em torno dos porquês de Portugal estar a investir tantos meios financeiros e humanos num lugar do outro lado do mundo; disse-lhe serem apenas razões históricas e ocasional exploração político partidária do caso em Portugal, e nada mais.
Rapidamente se me tornou flagrantemente óbvio, com base num sem números de factos concretos, que os australianos não queriam de todo a presença de Portugal em Timor; viam-nos como um mal que tinham de suportar e como o maior obstáculo às suas intenções neocolonizadoras, dado o amor inquestionável do povo Timorense pelas lusas gentes.
Timor era muito relevante para os EUA e Austrália por razões geoestratégicas, é uma cabeça de ponte marítima e aérea entre a Austrália e a Indonésia, o país muçulmano mais populoso do mundo e tem enormes reservas de petróleo e gás natural no Mar de Timor e em terra, o único petróleo da Austrália.
Entendi de imediato que ou eu fazia o jogo dos interesses políticos da Austrália no âmbito das responsabilidades da Polícia Civil da ONU que eu comandava, ou seria removido da função, com uma “mentira“ qualquer, valeu-me a experiência de quatro missões na ex Jugoslávia na ONU e na WEO.
O que é que os Australianos queriam da Polícia da ONU em Timor?
1º Não queriam que a Polícia de Timor fosse rapidamente formada e empossada nas suas funções, responsabilidade da missão da CIVPOL ONU.
2º Não queriam que a Polícia de Timor tivesse uma componente de Polícia Marítima/ Guarda Costeira, para os timorenses não poderem controlar as suas fronteiras e alfandegas marítimas … nem a ZEE do Mar de Timor, onde residiam as reservas de petróleo de Timor, para o poderem explorar livremente. (mandato da CIVPOL ONU); hoje é a Austrália que faz o policiamento da ZEE de Timor , e o controle das fronteiras e alfândegas marítimas.
3º Não queriam uma componente de Polícia de Intervenção Rápida timorense, para poderem criar e manipular incidentes de segurança pública à vontade, incidentes que usavam para justificarem em Nova York, a extensão da missão ONU em Timor, pelos anos necessários à montagem do sistema neocolonizador de Timor. (Responsabilidade da CIVPOL ONU)
Etc…
E começou o jogo do gato e do rato…
Como eu mantive todos os objectivos do mandato da Polícia Civil, em particular a formação da Polícia Marítima/ Guarda Costeira… a formação da Polícia de Intervenção Rápida e a Implementação operacional da polícia timorense…. tornei-me num alvo a remover com urgência.
Como Comissário eu tinha dois “Deputies”, Vices, um Canadiano e outro Inglês, um para operações e outro administrativo logístico, ambos manipulados para me fazerem a vida difícil …
Sendo impossível relatar todas as malfeitorias que me fizeram para, eles e outros, me fazerem sair da função… vou-me limitar à mais grave…
Do meu tempo disponível diariamente para o trabalho, 24 horas, eu passava 75% desse tempo a defender-me e a tentar adivinhar as várias sacanices que se foram sucedendo, quase diariamente e chegámos a esta última…
O meu mandato como Comissário da CIVPOL ONU em Timor era renovável por períodos de 6 meses; fui informado que seria renovado, e logo no dia seguinte, foi-me dito ter sido endereçada uma carta ao Dr. Sérgio Vieira de Mello, Chefe da Missão UNTAET em Timor, que me acusava de assédio sexual contra uma minha assessora.
Uma acusação de assédio sexual na ONU é uma sentença de remoção imediata da função, mesmo que nada se prove, porque as feministas da organização são todo poderosas: na dúvida o ónus e a culpa é sempre do homem.
Esperava tudo menos tal ataque… chamei o meu assessor jurídico… redigimos a defesa… os fundamentos das alegações eram vagos… removi de imediato a senhora das funções e expulsei-a das instalações do comando para outro local, instaurei-lhe um processo disciplinar… e foi proibida de entrar no comando, definitivamente…
Fui falar com o Dr Sérgio Vieira de Mello, a carta tinha vindo na altura da assinatura da renovação do meu contracto, exactamente, para que tal não se efectivasse… era óbvia a intenção, mas o contracto foi renovado…
Passaram mais seis meses e mil e uma outras peripécias organizadas pelos mesmos do costume para me removerem do comando da CIVPOL, sobrevivi e, em determinado altura, fui chamado a Nova York para fazer o ponto da situação da Missão da CIVPOL em Timor, dirigido a todos os Embaixadores da e na ONU, a qual no fim, curiosamente, foi ovacionada de pé pelos embaixadores presentes, muitos.
Terminada esta exposição, recebo um telefonema de Timor, dum oficial da PSP, que me disse “meu Comandante a mesma fulana, mandou outra carta, agora aí para NY e outras entidades, com as mesmas alegações de assédio sexual”.
Regressado a Timor, reuni com o assessor jurídico, o dos direitos humanos, etc… e determinei que fosse organizada por escrito a minha defesa num documento que reportasse factualmente quem era a senhora, em termos profissionais e comportamentais, e que explicasse todas as alegações feitas contra mim…
A referida senhora tinha vários processos disciplinares a correrem contra ela e a serem investigados na ONU mas fora da CIVPOL, todos eles instaurados pela CIVPOL pelas mais diversas faltas e até crimes, que mandei anexar ao processo da minha defesa.
Processos contra a “assediada”:-
1º Roubou 1 telemóvel ao assessor Jurídico, o Ken, facto testemunhado por dois agentes da polícia internacional, quando o Ken, na presença dos mesmos, chamou o seu número doutro telemóvel e o dele tocou dentro da carteira da senhora…
2º Difamou, indo de gabinete em gabinete do Comando da ONU em Timor, o meu assessor dos direitos humanos, o Ali, alegando que o mesmo era homossexual, o qual participou por escrito contra ela estes factos, alegando ter sido uma vingança pessoal dela, depois de ela lhe ter solicitado favores sexuais e ele ter dito que não.
3º Difamou igualmente por igual processo um Inspector da Polícia da Nova Zelândia e um Major da Polícia da Jordânia por iguais razões, seja, solicitou-lhes abertamente relações sexuais, e ambos se negaram… essas difamações deram origem a mais dois processos…
4º Havia dois outros processos a correrem por ela ir de férias e regressar uma e duas semanas depois de terminarem, sem justificação.
5º Difamou toda a polícia da Jordânia presente na Missão de Timor, alegando que os jordanos tinham no seu acampamento cabras para fins sexuais, isto na seqüência de ter solicitado favores sexuais ao Major referido no nr 3 e este ter recusado.
Etc… etc… etc… etc… etc..
Esta senhora, civil da ONU, francesa, apresentava-se sempre vestida com as mesmas roupas, umas botas da tropa, umas calças camufladas, um T Shirt castanha debotada e encardida e o cabelo sempre tipo afro carapinha… mas era branca; à cintura usava um cinturão da tropa e trazia sempre nele dependurado, 1 lanterna, algemas, um bastão telescópico, enfim… era o retrato vivo da debilidade ou infantilidade mental…
Na minha defesa anexei cópias de todos estes processos, para descredibilizar as suas alegações contra mim.
Curioso, muito curioso foi que, lembrei-me de confrontar as assinaturas dela nas cartas e em documentos por ela escritos e assinados que tínhamos em arquivo, e embora ela não negasse que as cartas eram dela, as assinaturas eram notoriamente falsificadas, significando, que as cartas tinham sido enviadas contra vontade ou até sem conhecimento dela.
Os factos que a senhora me apontava como passíveis de serem considerados assédio sexual foram os seguintes:-
1º Ter eu dito “Clara hoje está com um ar diferente e mais bonita”, quando apareceu no serviço, com uma blusa com flores, em vez da imunda T Shirt do costume.
2º Ter eu dito, outra vez, “Clara está com um ar mais feminino hoje”, um dia que apareceu com uma saia em vez das calças camufladas que usava sempre.
3º Que eu a beijei num dia que tinha chegado de férias, quando foi o vice versa, chegou, estávamos na minha secretaria mais dois portugueses e o Ken, ela beijou na cara a todos, um a um, incluindo-me a mim, coisa que eu por norma recuso, mas aceitei por educação.
Mesmo assim, que eu saiba a ONU, Departamento de Pessoal, a quem competia puni-la, nunca o terá feito e manteve-a no sistema, anos mais tarde soube ter sido colocada noutras missões, significando isto, que quem a usou para me acusar de assédio sexual, a protegeu na ONU, e foram pois pessoas com algum poder dentro da mesma.
Em contrapartida, eu fui ouvido por uma Comissão em Timor, sobre as alegações de assédio, COMISSÃO constituída por um Procurador holandês, uma senhora Moçambicana, Ministra da Justiça no Governo de Transição da UNTAET e a Chefe do Pessoal da ONU em Timor, Laura London.
Perguntou-me o Procurador o que se me oferecia dizer sobre as alegações e limitei-me a dizer:-
1º Relativamente às alegações de assédio são nulas, não passaram de cumprimentos com a intenção de a motivar a apresentar-se no serviço como uma pessoa civilizada e adulta em oposição às infantilidades por ela usadas sempre… que conflituavam com a dignidade da sua função de assessora…
2º Mostrei-lhes cópias das duas cartas por ela enviadas e assinadas com assinaturas falsificadas, não eram dela, e como tal nulificavam todas as alegações, nelas constantes.
3º Que a Clara tinha sido manipulada, as assinaturas falsas assim o provavam, por quem tinha interesse em remover Portugal da função de Comissário, para avançarem com outra nacionalidade mais flexível aos interesses da Austrália.
O caso ficou arrumado....
Entretanto a minha missão foi-se cumprindo, houve muitos mais sobressaltos, mas é o dia a dia daquela instituição e das nacionalidades menores que nela trabalham… em quaisquer missões.
O caso das tropas portugueses na RCA parece-me um clássico da ONU, um intérprete INSTRUÍDO POR TERCEIROS ESCONDIDOS POR TRÁS DELE, aparece a oferecer diamantes clandestinos a um militar português, um ingênuo claramente, que terá pago 10.000 euros ao vendedor, pensando serem diamantes a sério, eram apenas escórias que só servem para fins industriais, valem 290 euros.
A intenção era depois usarem este caso para descredibilização do contingente, tal como fizeram, são altamente especializados nestas brincadeiras.
Pensar-se que este pobre diabo possa estar envolvido em tráfico de diamantes em larga escala, em lavagens de dinheiro aos muitos milhões de Angola, etc… parece-me coisa de tolos...
... quando nem sequer percebeu que foi ludibriado por uns quaisquer africanos, simples cafres, com um truque e diamantes lixo, vulgares em zonas de diamantes, como era em Angola na zona da Diamang.
O objectivo de tudo isto foi criar um caso, ao qual a ingenuidade de Portugal deu a dimensão irracional que deu, a montanha pariu um rato de 290 euros, os militares portugueses ficaram desprestigiados, e o drama agora gira em torno dum patético Presidente a dizer que nada sabia, quando não há hipótese nenhuma de o seu Chefe da Casa Militar não lhe ter dito."
JLDCS

Nem tudo o que nos apresentam é realidade, vivemos num mundo estranho, vivemos numa realidade aparente, vivemos uma valente farsa, vivemos dias conturbados, resta saber em que condições e com quais meios nos poderemos defender!!!
Não poderia deixar de agradecer mais uma vez ao meu querido amigo e companheiro de luta, o caríssimo Comandante José Luís da Costa Sousa por mais uma vez ter disponibilizado um dos seus impagáveis e verídicos testemunhos. Meu caríssimo, que nunca lhe doa a voz, ou à falta da voz, qua essa mão não perca o jeito para a pena, grande abraço.

Alexandre Sarmento

quinta-feira, 18 de novembro de 2021

No paraíso dos parolos!!!

 

O regime da bosta.

A culpa de estarmos a viver este tempo de abutres e vampiros, não é exclusiva do Costa, do Sócrates, nem do Passos, nem de qualquer outro poltrão da República.

A culpa é essencialmente do Povo Português que se habituou à mama e quer viver bem sem trabalhar; que quer continuar a viver na ilusão alimentada por um decrépito e insolvente estado social em que o trabalho, o mérito, a competição e a empresa, são absolutamente desvalorizados.

Também poderemos assacar responsabilidades às pretensas elites académicas, intelectuais, sociais e económicas que se renderam covardemente ao social-parasitismo, ao embuste, à corrupção cultural e de costumes e ao chico-espertismo saloio duma mafiosa classe politica.


Hoje em dia, Portugal virou um um antro, um prostíbulo no qual a desonestidade se tornou uma virtude e o cidadão trabalhador, honesto e consciente se tornou uma espécie de aberração, chegando mesmo a ser apelidado de anti-social ou mesmo de "fachista"...um radical e um terrorista.

...e viva a demo-cracia, quiuspariu!!!

Pois, resta saber até quando vai durar este estado de graça? Na minha modesta opinião, há muito que chafurdamos num pantanoso estado de desgraça, mas isto sou eu a falar, sou "fachista", dizem!!!

Revolução ou morte, mas enquanto houver o ópio da bola e uns trocados prá bejeca, até lá, tá-se bem!!!

Alexandre Sarmento

Memória curta!!!

 

Uma Nação de curta memória!!!

Enquanto as gerações que viveram e sofreram com a Primeira Republica (1910-26) existiram, o Estado Novo manteve-se firme.
Assim que essas gerações morreram, desapareceu a memória do abuso, extorsão, violência e ruína!
Um dos nossos grandes e mais graves problemas, pouco ou nada aprendermos com o passado!!!
Infelizmente, parece-me ser genético, vem de longe...

...e continua!!!

Alexandre Sarmento

quarta-feira, 17 de novembro de 2021

Estado de Impunidade Total!!!

 

Desculpem o vernáculo, mas que mais é possível dizer, ou fazer-se?
Dos pequenos vermes abrileiros e da "escola" por onde passaram os doutores, os inteligentes, os políticos, os corruptos e os bem pagos juízes, advogados, procuradores e fazedores de leis desta República, para não dizer, os energúmenos que tal como ténias se vão alimentando de porcaria pelos tribunais, tão ou mais criminosos do que aqueles que se sentam no banco dos réus?
É para isto que serve a independência da Justiça?
Isto hoje, contrariamente ao que dizem as más línguas em nada se assemelha ao que acontecia no tempo de Salazar, pelo menos, havia vergonha, hoje inverteram-se os papeis e aquele que faz o papel do envergonhado é a própria vítima, quantas vezes crucificada em praça pública por ter beliscado a figura virginal de um político ou de um corrupto de alto gabarito, o que no final acabam por ser sinónimos!!!
Perante o caso do momento, o caso do pobre desgraçado "44", aquele que há anos, vive recorrentemente de milhões emprestados por amigos e simpatizantes solidários com mais esta vítima da justiça, bem diz o ditado, quem tem amigos, não morre na cadeia!!!
E pelo calibre destes amigos, ainda vamos ver o "injustiçado", receber uma choruda indemnização e certamente, por ser um tipo porreiro com uns laivos de vaidade, a concorrer a Presidente da Republica, aliás, com um povo masoquista e ignorante a meter o papel na urna, nada me admiraria que este "injustiçado" filho de um cabresto viesse a ser o mais alto magistrado da Nação, é Portugal, já nada me espanta!!!

Para concluir, por que não mandar os doutos intervenientes, os senhores doutores, os branqueadores, os lixiviadores da porcaria nesta Republica das Bananas para grande meretriz que os pariu?
Fiquemo-nos com as nossas rotinas, enquanto os impostos e os votos forem alimentando as cáfilas instaladas, com destaque para o corpo de juízes, a par de uma elite política, suficientemente ardilosa que legisla em causa própria e defende sempre os seus camaradas, para nós, o povinho, a ralé, resta-nos o papel de gramar com a bucha, o papel de alimentadores de parasitas de alta craveira, nós roemos umas côdeas de pão ressequido, enquanto patrocinamos umas valentes contas em offshore, os Maseratis e os Ferraris, as mansões e o caviar e a lagosta de muitos daqueles que pagamos principescamente para gerir aquilo que nos pertence, a coisa pública!!!
Quem sabe, se aplique na perfeição o Síndrome de Estocolmo, adoramos e somos solidários com aqueles que nos lixam com "f", bate-me que eu gosto, os Zezitos 44, os Varas e os Salgados, agradecem!!!

Irra, que é demais...e ainda se queixam os parasitas de terem sido julgados em praça pública, pela parte que me toca, haja justiça popular e que os pelourinhos deixem de ser meros adornos e monumentos das nossas vilas e cidades...

A bem da Nação.

Alexandre Sarmento

Nota:
Pelourinho
Um Pelourinho é uma coluna de pedra colocada num local público de uma cidade ou vila, tradicionalmente em frente da Câmara Municipal ou de outros organismos oficiais, onde eram punidos e expostos os criminosos ou delinquentes para a vergonha pública.
Os presos eram amarrados às argolas desses pelourinhos e açoitados ou mutilados. Sendo considerados como o padrão ou o símbolo da liberdade municipal, eram erigidos após a elevação de uma localidade a sede de concelho.

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domingo, 14 de novembro de 2021

Anatomia de um Traidor.

 

Mário Soares visto pelo então jornalista António Marinho e Pinto (ex-Bastonário da Ordem dos Advogados), no «Diário do Centro» de 15 de Março de 2000

MÁRIO SOARES E ANGOLA

A polémica em torno das acusações das autoridades angolanas segundo as quais Mário Soares e seu filho João Soares seriam dos principais beneficiários do tráfico de diamantes e de marfim levados a cabo pela UNITA de Jonas Savimbi, tem sido conduzida na base de mistificações grosseiras sobre o comportamento daquelas figuras políticas nos últimos anos.
Espanta desde logo a intervenção pública da generalidade das figuras políticas do país, que vão desde o Presidente da República até ao deputado do Bloco de Esquerda, Francisco Louçã, passando pelo PP de Paulo Portas e Basílio Horta, pelo PSD de Durão Barroso e por toda a sorte de fazedores de opinião, jornalistas (ligados ou não à Fundação Mário Soares), pensadores profissionais, autarcas, «comendadores» e comentadores de serviço, etc.
Tudo como se Mário Soares fosse uma virgem perdida no meio de um imenso bordel.
Sei que Mário Soares não é nenhuma virgem e que o país (apesar de tudo) não é nenhum bordel. Sei também que não gosto mesmo nada de Mário Soares e do filho João Soares, os quais se têm vindo a comportar politicamente como uma espécie de versão portuguesa da antiga dupla haitiana «Papa Doc» e «Baby Doc».


Vejamos então por que é que eu não gosto dele(s).
A primeira ideia que se agiganta sobre Mário Soares é que é um homem que não tem princípios mas sim fins.
É-lhe atribuída a célebre frase: «Em política, feio, feio, é perder».
São conhecidos também os seus zigue-zagues políticos desde antes do 25 de Abril. Tentou negociar com Marcelo Caetano uma legalização do seu (e de seus amigos) agrupamento político, num gesto que mais não significava do que uma imensa traição a toda a oposição, mormente àquela que mais se empenhava na luta contra o fascismo.
JÁ DEPOIS DO 25 DE ABRIL, ASSUMIU-SE COMO O HOMEM DOS AMERICANOS E DA CIA EM PORTUGAL E NA PRÓPRIA INTERNACIONAL SOCIALISTA. Dos mesmos americanos que acabavam de conceber, financiar e executar o golpe contra Salvador Allende no Chile e que colocara no poder Augusto Pinochet.
Mário Soares combateu o comunismo e os comunistas portugueses como nenhuma outra pessoa o fizera durante a revolução e FOI AMIGO DE
NICOLAU CEAUCESCU, FIGURA QUE CHEGOU A APRESENTAR COMO MODELO A SER SEGUIDO PELOS COMUNISTAS PORTUGUESES.
Durante a revolução portuguesa andou a gritar nas ruas do país a palavra de ordem «Partido Socialista, Partido Marxista», mas mal se apanhou no poder meteu o socialismo na gaveta e nunca mais o tirou de lá. Os seus governos notabilizaram-se por três coisas: políticas abertamente de direita, a facilidade com que certos empresários ganhavam dinheiro e essa inovação da austeridade soarista (versão bloco central) que foram os salários em atraso.

INSULTO A UM JUIZ

Em Coimbra, onde veio uma vez como primeiro-ministro, foi confrontado com uma manifestação de trabalhadores com salários em atraso. Soares não gostou do que ouviu (chamaram-lhe o que Soares tem chamado aos governantes angolanos) e alguns trabalhadores foram presos por polícias zelosos. Mas, como não apresentou queixa (o tipo de crime em causa exigia a apresentação de queixa), o juiz não teve outro remédio senão libertar os detidos no próprio dia. Soares não gostou e insultou publicamente esse magistrado, o qual ainda apresentou queixa ao Conselho Superior da Magistratura contra Mário Soares, mas sua excelência não foi incomodado.
Na sequência, foi modificado o Código Penal, o que constituiu a primeira alteração de que foi alvo por exigência dos interesses pessoais de figuras políticas.
Soares é arrogante, pesporrento e malcriado. É conhecidíssima a frase que dirigiu, perante as câmaras de TV, a um agente da GNR em serviço que cumpria a missão de lhe fazer escolta enquanto presidente da República durante a Presidência aberta em Lisboa: «Ó Sr. Guarda! Desapareça!». Nunca, em Portugal, um agente da autoridade terá sido tão humilhado publicamente por um responsável político, como aquele pobre soldado da GNR.
Em minha opinião, Mário Soares nunca foi um verdadeiro democrata. Ou melhor é muito democrata se for ele a mandar. Quando não, acaba-se imediatamente a democracia. À sua volta não tem amigos, e ele sabe-o; tem pessoas que não pensam pela própria cabeça e que apenas fazem o que ele manda e quando ele manda. Só é amigo de quem lhe obedece. Quem ousar ter ideias próprias é triturado sem quaisquer contemplações.
Algumas das suas mais sólidas e antigas amizades ficaram pelo caminho quando ousaram pôr em causa os seus interesses ou ambições pessoais.
Soares é um homem de ódios pessoais sem limites, os quais sempre colocou acima dos interesses políticos do partido e do próprio país.


Em 1980, não hesitou em APOIAR OBJECTIVAMENTE O GENERAL SOARES CARNEIRO CONTRA EANES, NÃO POR RAZÕES POLÍTICAS MAS DEVIDO AO ÓDIO PESSOAL QUE NUTRIA PELO GENERAL RAMALHO EANES. E como o PS não alinhou nessa aventura que iria entregar a presidência da República a um general do antigo regime, Soares, em vez de acatar a decisão maioritária do seu partido, optou por demitir-se e passou a intrigar, a conspirar e a manipular as consciências dos militantes socialistas e de toda a sorte de oportunistas, não hesitando mesmo em espezinhar amigos de sempre como Francisco Salgado Zenha.
Confesso que não sei por que é que o séquito de prosélitos do soarismo (onde, lamentavelmente, parece ter-se incluído agora o actual presidente da República – Cavaco Silva), apareceram agora tão indignados com as declarações de governantes angolanos e estiveram tão calados quando da publicação do livro de Rui Mateus sobre Mário Soares. NA ALTURA TODOS METERAM A CABEÇA NA AREIA, INCLUINDO O PRÓPRIO CLÃ DOS SOARES, E NEM TUGIRAM NEM MUGIRAM, APESAR DE AS ACUSAÇÕES SEREM ENTÃO BEM MAIS GRAVES DO QUE AS DE AGORA. POR QUE É QUE JORGE SAMPAIO SE CALOU CONTRA AS «CALÚNIAS» DE RUI MATEUS?».
«DINHEIRO DE MACAU»


Anos mais tarde, um senhor que fora ministro de um governo chefiado por MÁRIO SOARES, ROSADO CORREIA, vinha de Macau para Portugal com uma mala com dezenas de milhares de contos. *A proveniência do** dinheiro era tão pouco limpa que um membro do governo de Macau, ANTÓNIO **VITORINO, *foi a correr ao aeroporto tirar-lhe a mala à última hora.
Parece que se tratava de dinheiro que tinha sido obtido de empresários chineses com a promessa de benefícios indevidos por parte do governo de Macau. Para quem era esse dinheiro foi coisa que nunca ficou devidamente esclarecida. O caso EMAUDIO (e o célebre fax de Macau) é um episódio que envolve destacadíssimos soaristas, amigos íntimos de Mário Soares e altos dirigentes do PS da época soarista. MENANO DO AMARAL chegou a ser responsável pelas finanças do PS e Rui Mateus foi durante anos responsável pelas relações internacionais do partido, ou
seja, pela angariação de fundos no estrangeiro.
Não haveria seguramente no PS ninguém em quem Soares depositasse mais confiança. Ainda hoje subsistem muitas dúvidas (e não só as lançadas pelo livro de Rui Mateus) sobre o verdadeiro destino dos financiamentos vindos de Macau. No entanto, em tribunal, os pretensos corruptores foram processualmente separados dos alegados corrompidos, com esta peculiaridade (que não é inédita) judicial: os pretensos corruptores foram condenados, enquanto os alegados corrompidos foram absolvidos.
Aliás, no que respeita a Macau só um país sem dignidade e um povo sem brio nem vergonha é que toleravam o que se passou nos últimos anos (e nos últimos dias) de administração portuguesa daquele território, com os chineses pura e simplesmente a chamar ladrões aos portugueses. E isso não foi só dirigido a alguns colaboradores de cartazes do MASP que a dada altura enxamearam aquele território.
Esse epíteto chegou a ser dirigido aos mais altos representantes do Estado Português. Tudo por causa das fundações criadas para tirar dinheiro de Macau. Mas isso é outra história cujos verdadeiros contornos hão-de ser um dia conhecidos. Não foi só em Portugal que Mário Soares conviveu com pessoas pouco recomendáveis. Veja-se o caso de BETINO CRAXI, o líder do PS italiano, condenado a vários anos de prisão pelas autoridades judiciais do seu país, devido a graves crimes como corrupção. Soares fez questão de lhe manifestar publicamente solidariedade quando ele se refugiou na Tunísia.
Veja-se também a amizade com Filipe González, líder do Partido Socialista de Espanha que não encontrou melhor maneira para resolver o problema político do país Basco senão recorrer ao terrorismo, contratando os piores mercenários do lumpen e da extrema direita da Europa para assassinar militantes e simpatizantes da ETA.
Mário Soares utilizou o cargo de presidente da República para passear pelo estrangeiro como nunca ninguém fizera em Portugal. Ele, que tanta austeridade impôs aos trabalhadores portugueses enquanto primeiro-ministro, gastou, como Presidente da República, milhões de contos dos contribuintes portugueses em passeatas pelo mundo, com verdadeiros exércitos de amigos e prosélitos do soarismo, com destaque para jornalistas. São muitos desses «viajantes» que hoje se põem em bicos de pés a indignar-se pelas declarações dos governantes angolanos.
Enquanto Presidente da República, Soares abusou como ninguém das distinções honoríficas do Estado Português. Não há praticamente nenhum amigo que não tenha recebido uma condecoração, enquanto outros cidadãos, que tanto mereceram, não obtiveram qualquer distinção durante o seu «reinado». Um dos maiores vultos da resistência antifascista no meio universitário, e um dos mais notáveis académicos portugueses, perseguido pelo antigo regime, o Prof. Doutor Orlando de Carvalho, não foi merecedor, segundo Mário Soares, da Ordem da Liberdade. Mas alguns que até colaboraram com o antigo regime receberam as mais altas distinções. Orlando de Carvalho só veio a receber a Ordem da Liberdade depois de Soares deixar a Presidência da República, ou seja logo que Sampaio tomou posse. A razão foi só uma: Orlando de Carvalho nunca prestou vassalagem a Soares e Jorge Sampaio não fazia depender disso a atribuição de condecorações.


FUNDAÇÃO COM DINHEIROS PÚBLICOS

A pretexto de uns papéis pessoais cujo valor histórico ou cultural nunca ninguém sindicou, Soares decidiu fazer uma Fundação com o seu nome. Nada de mal se o fizesse com dinheiro seu, como seria normal.
Mas não; acabou por fazê-la com dinheiros públicos. SÓ O GOVERNO, DE UMA SÓ VEZ DEU-LHE 500 MIL CONTOS E A CÂMARA DE LISBOA, PRESIDIDA PELO SEU FILHO, DEU-LHE UM PRÉDIO NO VALOR DE CENTENAS DE MILHARES DE CONTOS. Nos Estados Unidos, na Inglaterra, na Alemanha ou em qualquer país em que as regras democráticas fossem minimamente respeitadas muita gente estaria, por isso, a contas com a justiça, incluindo os próprios Mário e João Soares e as respectivas carreiras políticas teriam aí terminado. Tais práticas são absolutamente inadmissíveis num país que respeitasse o dinheiro extorquido aos contribuintes pelo fisco.
Se os seus documentos pessoais tinham valor histórico Mário Soares deveria entregá-los a uma instituição pública, como a Torre do Tombo ou o Centro de Documentação 25 de Abril, por exemplo. Mas para isso era preciso que Soares fosse uma pessoa com humildade democrática
e verdadeiro amor pela cultura. Mas não. Não eram preocupações culturais que motivaram Soares. O que ele pretendia era outra coisa.
Porque as suas ambições não têm limites ele precisava de um instrumento de pressão sobre as instituições democráticas e dos órgãos de poder e de intromissão directa na vida política do país. A Fundação Mário Soares está a transformar-se num verdadeiro cancro da democracia
portuguesa.»


O livro de Rui Mateus, que foi rapidamente retirado de mercado após a celeuma que causou em 1996 (há quem diga que “alguém” comprou toda a edição), está disponível em:

As diversas fases de uma República

 

A trama Maçónica.

Toda a república passa por diversas fases.

(1) A primeira compreende os primeiros dias de loucura dum cego que se atira para a direita e para a esquerda. A segunda
é a da demagogia, de onde nasce a anarquia; depois vem inevitavelmente o despotismo, não um despotismo legal e franco, mas um despotismo invisível e ignorado, todavia sensível ; despotismo exercido por uma organização secreta, que age com tanto menos escrúpulo quanto se acoberta por meio de diversos agentes, cuja substituição não só a não a prejudica, como a dispensa de gastar seus recursos, recompensando longos serviços.
Quem poderá derrubar uma força invisível? Nossa força é assim. A franco-maçonaria externa serve unicamente para cobrir nossos desígnios ; o plano de ação dessa força, o lugar que assiste, são inteiramente ignorados do público.
A própria liberdade poderia ser inofensiva e existir no Estado, sem prejudicar a liberdade dos povos, se repousasse nos princípios da crença em Deus, na fraternidade humana, fora da ideia de igualdade contrariada pelas próprias leis da criação , que estabelecem a subordinação.
Com tal fé, o povo se deixaria governar pela tutela das paróquias e marcharia humilde e tranquilo sob a direcção de seu pastor espiritual, submetido à distribuição divina dos bens deste mundo. Eis porque é preciso que destruamos a fé, que arranquemos do espírito dos cristãos o próprio princípio da Divindade e do Espírito, a fim de substituí-lo pelos cálculos e pelas necessidades materiais (2).
Para que os espíritos dos cristãos não tenham tempo de raciocinar e observar, é necessário distraí-los pela indústria e pelo comércio. Desse modo, todas as nações procurarão suas vantagens e, lutando cada uma pelos seus interesses, não notarão o inimigo comum. Mas para que a liberdade possa, assim, desagregar e destruir completamente a sociedade dos cristãos, é preciso fazer
da especulação(3) a base da indústria. Desta forma nenhuma das riquezas que a indústria tirar da terra ficará nas mãos dos industriais, mas serão sorvidas pela especulação, isto é, cairão nas nossas burras.
A luta ardente pela supremacia, os choques da vida económica criarão e já criaram sociedades desencantadas, frias e sem coração. Essas sociedades terão uma profunda repugnância pela política superior e pela religião.
Seu único guia será o cálculo, isto é, o ouro, pelo qual terão verdadeiro culto (4), por causa dos bens materiais que pode proporcionar. Então, as classes baixas dos cristãos nos seguirão em nossa luta contra a classe inteligente dos cristãos no poder, nossos concorrentes, não para fazer o bem, nem mesmo para adquirir a riqueza, mas simplesmente por ódio dos privilegiados.


(1) Kadmi-Cohen, “Nômades”, págs. 152,153: “De
modo geral, por toda a parte, os judeus são republicanos.
A república, que tende ao nivelamento, foi sempre
uma de suas mais caras aspirações.” - “Seu ódio de
toda autoridade dinástica ou pessoal, seu sincero amor
das instituições republicanas, sua repulsa por toda injustiça
acham sua explicação no unitarismo, ideal de
sua raça.” Óptimo! República para os outros se esfacelarem;
autocracia para o seu domínio...
(2)Por isso, declara E. Fleg. na “Antologie Juive”,
pág. 261: “O judaísmo orienta-se unicamente para o
futuro terrestre.” Por isso, numa conferência sob o patrocínio
da loja La Parfaite Union , de Mulhouse (França)
a 26 de maio de 1927, dizia o maçon senador Bréhier:
“Durante dois séculos, nossa mais perigosa inimiga foi
a Igreja”. Por isso o judaísmo e a Igreja, segundo Kadmi-Cohen,
em “Nômades”, pág. 181: “São dois contrá-
rios, duas antinomias, dois blocos que se defrontam”.
Por isso o “Rituel du 33ème. degré du Grand Orient de
France” declara: “Aniquilar o catolicismo contra o qual
todos os meios são bons”.
(3) Diz o judeu Kadmi-Cohen, “Nômades”, págs.
88-89 “Tudo no semita é especulação, de idéias ou de
negócios, e, sob este último aspecto, que hino vigoroso
não canta ele à glorificação do interesse terrestre!”
Batault diz em “Le problème juif”, pág.39: “Na
finança, tudo se concentrou em algumas mãos invisí-
veis, tudo se trama no silêncio e na noite. Cúmplices e
solidários, os autores são secretos e discretos. O instrumento
são as operações anónimas da bolsa; compra e
venda, venda e compra. Sob acções invisíveis, os pratos
da balança do Destino oscilam.Contra a autoridade tirâ-
nica, contra o domínio do Económico, é possível achar
armas - o coração dos homens e a alma dos povos, mas
deixam-nas enferrujar na bainha...”
(4) O culto do ouro pelo judeu começa na Bíblia,
com a adoração do Bezerro fundido por Aarão. Desde
a mais alta antiguidade, o judeu cultiva e manobra o
ouro. Por que razão os judeus intentaram um processo
ao pretor Flaccus? (**Época do Império Romano**) Respondia
Cícero, seu advogado, no “Pro Flacco”: “Vendo
que o ouro era, por conta dos judeus, exportado todos
os anos da Itália e de todas as províncias para Jerusalém,
Flaccus proibiu por um édito a saída do ouro da
Ásia”.
Bernard Lazare, “L’Antisémitisme”, vol I, pág. 174:
“A medida que se avança, vê-se com efeito, crescer nos
judeus a preocupação da riqueza e toda sua actividade
prática se concentrar em um comércio especial, refiro-me
ao comércio do ouro.”. Pág,.187 : “O ouro deu aos
judeus um poder que todas as leis políticas e religiosas lhes recusavam... Detentores do ouro, tornaram-se Senhores
de seus Senhores...”


Jack London, em “Le peuple de l’Abime”: “O ouro
é o passaporte do judeu”. 


in Protocolos dos Sábios de Sião


O repugnante mundo novo!

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