quinta-feira, 30 de maio de 2019

Uma nação envergonhada!!!



No passado exultámos com as nossas vitórias em combate, com os nossos feitos, com as nossas conquistas e com aquilo que nos definiu como raça e nação!!!

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Hoje temos um povo merdificado e uma (não)nação que exulta com uma mísera vitória de um clube de futebol, com assuntos mesquinhos, com factos que em nada contribuem para nos melhorar ou que sirva de verdadeiro motivo de orgulho, exultamos com qualquer porcaria de competição a nível nacional ou internacional com resultados perfeitamente manipulados, será que a nossa forma de ser e estar como portugueses apenas se faz notar em assuntos meramente acessórios, fúteis e sem o mínimo interesse, que em nada nos engrandecem ou acrescentam!!!
Será isto normal, ontem havia um orgulho nacional, havia espírito de nação, hoje estamos reduzidos a meros indivíduos sem alma nem vontade própria, vogamos ao sabor da maré, deixamo-nos manipular, aliás somos nós próprios a ter esse desejo, isentamo-nos de pensar, isentamo-nos de responsabilidades, somos hoje um povo amorfo e resignado, o que aconteceu, porque o permitimos, porque adoramos a nossa escravatura moral, mental e física, teremos degenerado, terá o nosso ADN sido manipulado, teremos perdido a identidade, será que perdemos ou vendemos a alma?
Quem somos, de onde vimos, para onde vamos???
Realmente esta é uma pergunta que muitas vezes coloco a mim próprio, conscientemente penso, é hora de pensar muito a sério, é tempo de recordar que se mantivermos esta atitude estaremos irremediávelmente perdidos como nação outrora unida, nobre e imortal, porque perdemos o espírito de tribo, o espírito guerreiro, porque perdemos a união que sempre nos caracterizou, porque perdemos a vontade de assumir o leme, o controle, de mostrar e ter orgulho em sermos nós mesmos, portugueses de sangue e alma nobre!!!
Porque será que hoje apenas nos unimos na nossa pequenez e esquecemos a nossa grandiosidade de outrora, teremos nós vergonha dos feitos dos nossos antepassados ou mesmo daquilo que sempre definiu, seremos hoje um povo medíocre e adorador da mediocridade, quem sabe, deixo aqui a pergunta!!! Pela parte que me toca, nunca me resignarei, nunca renegarei nem terei vergonha dos nossos idos e dos seus feitos, sim, eu sou o produto de um milénio de gente forte, de gente guerreira, de gente inteligente, de gente que nunca se deixou vergar nem dominar, de verdadeiros portugueses de verdadeiros seres humanos, tenho sangue, alma e o orgulho de ser português.


Porque, verdadeiros portugueses, ainda os há!!!

Alexandre Sarmento



A razão porque ainda hoje somos portugueses!!!



"(...)Nós nunca fomos muitos, mas enquanto soubemos ser todos, nós fomos sempre os bastantes."

José Hermano Saraiva

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quinta-feira, 23 de maio de 2019

Inversão de Valores...

Sinto-me cada vez mais um outsider nesta sociedade em que todos os valores éticos e morais foram completamente invertidos, apagados ou subvertidos, temos hoje uma sociedade invertida e de invertidos, uma sociedade absolutamente materialista e desumana, castradora e impostora, a sociedade do ter, em vez da sociedade do ser, temos hoje coisas a ser amadas e pessoas a ser usadas, quando, a ordem natural e lógica seria, as pessoas existirem para  ser amadas e as coisas para ser usadas. 
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O motivo do mundo estar neste caos é porque as pessoas estão sendo usadas e as coisas estão sendo amadas, vivemos hoje uma sociedade do espectáculo, a sociedade do individualismo inconsciente, mas não do individual, não a sociedade do individuo, não a sociedade da diferença em que cada ser humano é  único e com vontade e capacidade de raciocínio autónomo, inconscientemente estamos a desumanizar-nos, estamos a isolar-nos, estamos a fazer o jogo do sistema, estamos a ser manipulados em direcção a um stardard satânico no qual perdemos a nossa capacidade reivindicativa e todas as nossos direitos, liberdades e garantias, perdemos o rumo de forma acelerada, muito devido a uma verdadeira era da informação, ou melhor, uma era de desinformação atroz, a era da formatação em vez de formação, na verdade estamos a cair numa matrix. 
Parafraseando Agostinho da Silva, "Tu podes, com certeza, conviver com os outros, mas nunca seres os outros. Eles podem ser muito bons, mas tu és sempre melhor porque és diferente e o único com as tuas características."
Por muitos apelos que façam, à tolerância, à boa convivência entre diferentes etnias, entre as mais diversas culturas ou religiões, será impossível de um modo espontâneo ou natural inverter tendências ou atitudes que nos são intrínsecas há séculos ou mesmo milénios, temos uma memória, não só genética mas também cultural, muitas marcas, cataclismos, fome, dificuldades, conflitos do passado, vitórias, derrotas, traições, tudo isso nos modelou, tudo isso faz parte da massa da qual hoje somos feitos!!!
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Na minha modesta opinião, não poderemos nunca misturar o imiscível, nunca poderemos ter a pretenção de fazer uma sociedade mestiça e amorfa, descurando as características intrinsecas de cada individuo, ou de cada grupo, sem que se percam a identidade cultural e as características que nos tornaram naquilo que hoje somos, a nossa historia, os nossos habitos, a nossa tradição. 
Por alma de quem haveremos de ser todos iguais, seremos nós meras cabeças de gado para termos que obedecer a standards ou estalões, sou determinante contra, absolutamente contra!!!
Temos uma identidade, usos, costumes, culturas e línguas próprias, temos riqueza cultural e intelectual a defender, para quê rumarmos a uma sociedade cinzenta quando na realidade o que nos fez evoluir foi exactamente o contraste, foram as diferenças ambientais foram as formas de viver diversas, foi a capacidade de adaptação ao meio, foi a busca de pontos de convergência e lá vem de novo a identidade e a forma como nos identificamos com os nossos semelhantes, sim a identidade que comprovadamente nos fez agrupar e agregar dando-nos o espírito de nação, o orgulho de sermos quem somos, mais uma vez ressalvo, vencemos e ultrapassámos no passado grandes barreiras e obstáculos, desde doenças, cataclismos, guerras ou outras situações.
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Uma nação e a sua identidade funcionam num espírito de familia, num espírito de grupo, temos várias coisas que nos identificam tais como a religião, a crença, a língua e até a nossa forma de interagir, a forma como interagimos, a forma como aceitamos as diferenças culturais, mas isso não quer dizer que nos deixemos arrastar para a tal sociedade amorfa e cinzenta, temos uma consciencia colectiva, somos um todo, somos uma nação, é esse espírito que nunca poderemos esquecer, se tal acontecer estaremos irremediávelmente condenados ao fracasso, seremos apenas números e dados estatísticos, meros objectos ao serviço do sistema, serviremos um sistema que nos manipula e inibe de quaisquer liberdades individuais, inclusivamente a liberdade de pensamento, portanto meus caros, se querem continuar esta empresa de séculos ou milénios, está na hora de mudar de atitude, de mudar de paradigma, puxem pela cabeça, raciocinem, usem o cérebro, afinal é por isso mesmo que nos consideramos inteligentes, será que o somos realmente?

segunda-feira, 20 de maio de 2019

Miséria Nacional...



A imagem pode conter: uma ou mais pessoas, pessoas em pé, multidão, noite e ar livre

Quando num país temos:
Fome.
Miséria. 
Desemprego.
Gente a dormir nas ruas.
Gente a morrer em macas num corredor de hospital.
Gente que sofre as atrocidades do terrorismo de Estado.
Gente que morre impunemente quando as entidades de protecção civil falham.
Idosos abandonados assim que acabam a sua carreira contributiva e apenas começam a dar despesa.
Uma assimetria brutal entre ricos e pobres.
Um país em que a corrupção deixou de ser crime e passou a ser um motivo de orgulho e de status.
Um país no qual a justiça faz distinção entre ricos e poderosos e o pobre cidadão, vitima ele mesmo desses ricos e poderosos.
Um país sem soberania nem vontade popular.
Um país onde nos castraram todas as liberdades, direitos e garantias, onde nem sequer há direito a liberdade de expressão.
Um país, em que nos impõem uma ideologia do género, onde um rapaz já não pode ser um rapaz e uma menina uma menina.
Um país onde não existe um verdadeiro sistema de ensino, temos na verdade um verdadeiro sistema de manipulação e e formatação, um sistema que inibe as nossas crianças e jovens de pensar de forma autónoma e racional, melhor dizendo, onde são intelectualmente castrados.
Um país onde se define por cultura uma serie de aberrações importadas, reallity shows, novelas, filmes e uma miríade de porcarias que atentam contra a dignidade e sanidade mental e material dos verdadeiros humanos.
Um país decadente em que tudo atenta contra a nossa identidade ou matriz cultural e espiritual.
Um país onde nos roubam tudo e tu ficas impávido e sereno, pior, onde comes o que não gostas e agradeces, participas, votas, apoias e no final, ainda gritas golo!!!
Mas que mais se poderia esperar, afinal, temos o país que escolhemos, temos o país que fizemos, não adianta assacar culpas a ninguém, excepto a nós próprios, ou será que deixamos de ter vontade própria e a preguiça mental e as parcas migalhas que o sistema nos vai dando são o suficiente para nos manter entretidos?
Pão e circo, uma feira de vaidades onde apenas o aparente conta, vivemos apenas para ostentar, para mostrar ao vizinho que somos melhores e mais bem sucedidos, uma miséria, uma sociedade miserável no qual o ter se sobrepôs ao ser, uma sociedade do espectáculo, como e muito bem escreveu um dia Guy Debord, o mundo da aparência, o mundo da hipocrisia...
Creio ter-me excedido um pouco, alonguei-me mais uma vez nestes meus lamentos, bem sei, poucos, muito poucos se darão ao trabalho de ler, quem sabe, "As tardes da Julia", ou "A mão na bola e a canelada no artelho", sejam muito mais importantes do que falar, ler ou escrever sobre aquilo que realmente conta, o que interessa, ou seja, o que vivemos hoje e o que escolhemos como futuro.
Viva o Benfica, viva o futebol, viva o Socras, viva o Vara, viva o Berardo!!!

Muito mais poderia dizer, mas para quê, gastar o teclado para quê, perder o meu tempo para quê, para me chamarem maluco, alarmista, extremista, fascista, ou outra merda qualquer, desenganem-se, a mudança não está lá fora, não esta na TV, nos jornais ou noutra porcaria qualquer, a mudança começa em cada qual, no mudar de consciências, na mudança de paradigma de cada um...

Alexandre Sarmento


sábado, 4 de maio de 2019

Nacionalismo, dinâmica e tradição.


"Nacionalismo é também preocupar-se com a defesa do património intelectual, moral, político, religioso e artístico que define a matriz nacional e torna uma nação diferente de qualquer outra, assim como um indivíduo é diferente de qualquer outro, com personalidade própria, com uma identidade própria. Não há diferença entre nacionalismo e Tradição.

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Até hoje, as nações foram mortas por conquista, isto é, por penetração, tomada, invasão... Mas põe-se aqui uma grande questão: poderá uma nação morrer em seu próprio solo, na sua pátria, na aplicação de factores externos, transplante ou penetração e apenas pelo estagnamento e putrefacção, permitindo que o seu cerne social (a Família e as suas Corporações) seja corrompido, atingindo assim o ponto central e os princípios originais e constitutivos que compõem o que ela é? Sim, na minha opinião sim.

O factor religioso ou espiritual deve também ele ajudar os líderes políticos a medir os limites de seu poder temporal. No caso português, poderemos enumerar uma matriz cristã, se bem que também judaica ou mesmo pagã e nesse caso também islâmica, remontando às nossas origens ancestrais. Muito embora estas últimas não representem Tradição nenhuma. A Tradição é viva e dinâmica e uma doutrina de Fé morta para a generalidade das comunidades, morta há centenas de anos, não faz parte das forças vivas determinantes da Nação. Mas sim da sua História ancestral. Aqui há que perceber que os factores antigos que não sejam parte da herança de valores ou fundamentos sociais existenciais, não são dinâmicos nem tradicionais (consuetudinários), logo não caracterizam formas de valores existenciais vivos e marcantes em termos comunitários. No caso do islamismo, é residual e o que cá havia antes a considerar é isso mesmo, residual, tolerante e respeitador (Xiismo Ismaelita) e só não o é mais pelos esforços aturados do Estado Liberal em importar "comunidades" sunistas extremistas e wahhabistas, dando força à Comunidade Islâmica (Sunita extremista) e a Planos maquiavélicos de alteração da matriz cultural e ideológica por vanguardas iluminadas...

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Mantendo-se independente de oligarquias, sejam elas, políticas, filosóficas, étnicas ou económicas, o nacionalismo é doutrinal e não ideológico e pugna pelo interesse das Comunidades Locais, ou seja, independente e ao mesmo tempo um "concentrado", uma síntese de tudo isto, sempre mantendo o carácter e o espírito identitário da Nação, garantindo essencialmente a justiça social, pois, sem justiça social, não há coesão nacional e sem coesão nacional, nenhuma nação será suficientemente forte para se opor ao ataque de ameaças externas, tais como as dos interesses capitalistas, das grandes corporações ou mesmo nos dias de hoje a ameaça globalista e sionista.

O Nacionalismo, que só pode ser comunitário e Orgânico, pretende substituir-se ao sistema democrático inorgânico enganoso que começou em Portugal em 26 de Maio de 1834, com a capitulação de D. Miguel I, o último Rei Legítimo, propondo-se induzir um retorno à estrutura corporativa de Base e a organizações municipais e nacionais de caracter funcional imperativo e de deliberação directa, adaptadas aos tempos modernos, usando a imensidade eficaz das novas tecnologias.

Assim, as partes ideológicas, as "divisões de Poder de classe" - referindo-me logicamente aos partidos políticos - deixarão de ser considerados nos propósitos de Poder indirecto e de controlo do Estado e da Administração comunitária. Porque representam os fundamentos da "guerra civil" constante pelo Poder vertical, vanguardista e Absoluto no Estado, o que impede qualquer política de âmbito orgânico ou corporativo e integral, por causa do exercício exclusivo do Poder de classe e ao factor ideológico no fundamento do Poder político, cujo garante é o sufrágio universdal individualista. Eles andarão por ali algum tempo, até naturalmente cairem pela ausência de motivação e impossibilidade de serem Poder".


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"A representatividade nacional deve ser feita através das comunidades locais corporativas, não das partes ideológicas: câmaras corporativas, comércio, industria, agricultura, tudo por município e tendo especial atenção aos interesses regionais ou provinciais. Bem sabemos o estado de abandono e degradação a que o nosso interior esta votado. Preconiza o Tradicionalismo Integralista, a proximidade entre as várias sociedades (a começar pelo cerne nacional, a Família), e aqueles que vão exercer a representação directa do Poder das Comunidades Locais ou a gestão da Res publica (coisa publica), pugnando por reduzir as assimetrias e propondo uma base orgânica municipalista. A responsabilidade deliberativa será portanto apenas das populações, organizadas nos seus Municípios ou destes a nível Nacional, havendo uma real partilha e capacidade de reivindicação por parte dos Municípios e das Famílias e suas Corporações internamente. Partindo assim sempre desde a Base, a responsabilização pelos actos de gestão, assume uma pirâmide invertida, excepto no seu vértice, no que toca à gestão do que é transversal á Nação - a todos os Municípios - a saber: Forças Armadas, Justiça e Diplomacia. Uma proximidade administrativa na qual os problemas locais serão de imediato notados e subsequentemente levados a debate ou mesmo resolvidos na hora, havendo assim um harmonizar dos interesses gerais da Nação, pois as várias regiões e municípios comunicam entre si e resolvem os problemas comuns ou genéricos.

Um Regime Tradicionalista, pretende erradicar o poder dos media nas mãos de oligarquias financeiras, filosóficas, partidárias e cosmopolitas, que caracterizam o Liberalismo. Assim, não há manipulação de "eleitores" (indivíduos) porque não há sufrágio universal! Os interesses corporativos específicos, individualizados e especuladores (que é o factor mais deprimente que justifica o Capitalismo) deixam de ter lugar...


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Objectivamente falar da "revolução nacional" é ouvir e consultar as Famílias e as suas Corporações em cada Município (e não "os cidadãos individualmente, como sucede com as partes ideológicas individualistas e de "classe") e agir de acordo com as realidades específicas e regionais ou comunitárias que são apresentadas e não a palhaçada, o circo a que estamos sujeitos neste regime Liberal, dito de democracia partidária (representação indirecta e absoluta), quando todos sabemos ao descalabro institucional e moral a que chegou o nosso país. Uma total ausência de seriedade moral e material por parte dos políticos profissionais e gestores "públicos" que por sinal o eleitorado individual (as "massas arrebanhadas" indiferenciadas) imbecilmente elege, alinhando assim com o seu próprio inimigo, alimentando o seu parasita de estimação, o democrata, o plutocrata, o maçónico, os "donos do regime".

Assim, o Regime Tradicionalista (onde o Estado é apenas aquilo que administra o que é transversal a toda a Nação), tem como objectivo permanente, o interesse nacional (comunitário) contra qualquer interferência de interesses externos ou estrangeiros e visa promover acordos económicos e políticos com outras Nações amigas e com os seus Estados "relacionalmente e diplomaticamente compatíveis".

O nacionalismo não é uma ideologia (nem abstracta, nem concreta!), mas sim uma doutrina existencial, uma ética dinâmica sempre em evolução, cujos valores tendem à "unidade existencial comunitária" entre as várias sociedades. A resolução dos problemas sociais é pragmática e concreta, local e regional ou nacional, realizada à luz das lições e experiências da história consuetudinária.

Muito mais haveria a dizer, mas mesmo assim, o texto esticou um pouco. Serve este mesmo texto a uma base de reflexão metodológica: o "nacionalismo" nada tem de ideológico: extremas direitas ou esquerdas e meios termos assim assim... O nacionalismo tal como o próprio nome indica, é Tradição, integralidade, comunitarismo, vontade de Poder das Comunidades Locais no seu todo e manutenção dos valores inerentes e dinâmicos, expressos permanentemente pelas Forças Vivas nas várias comunidades, orgânica e nacionalmente constituídas".


Alexandre Sarmento


O repugnante mundo novo!

  Aldous Huxley, autor de ‘Admirável Mundo Novo’, enviou carta para o aluno George Orwell após ler ‘1984’ Por Vitor Paiva Quando um autor la...