segunda-feira, 11 de janeiro de 2021

Tempo de Escolha.

 


Cada vez mais me revejo na opinião do sociólogo António Barreto, por sinal um antigo militante e mesmo ministro de um governo de esquerda, felizmente a mente humana evolui, o ser humano evolui.
Tenho hoje um grande respeito e admiração por esta figura, gosto muito da forma honesta e explícita com a qual faz passar a mensagem, da forma como nos passa o seu conhecimento e experiência, sim é isto que falta a este povo, evolução, especialmente a nível intelectual, a nível de consciência, uma sociedade funcional, em evolução, uma sociedade atenta aos erros cometidos no passado, uma sociedade avisada para no futuro não voltar a insistir nos mesmos erros, aprender com o passado, e para finalizar, uma sociedade capaz de admitir os seus erros, as suas falhas, basta de assacar sempre as culpas a outrem, é hora de começarmos a assumir as nossas responsabilidades, é hora de mudar de vez de atitude!!!

«A desculpa externa, o bode expiatório externo, a culpa que vem do exterior sempre funcionou em Portugal. Inimigos, riscos e perigos vêm sempre de fora. O que corre mal, para quem está no poder, vem de fora. Comunistas, terroristas, colonizadores, imperialistas, exploradores, extorsão financeira, exploração, ágio e ideias subversivas: vêm sempre do exterior. Mas a verdade, em última linha, com excepção da agressão pura e simples, é a de que a culpa vem sempre de nós, das nossas falhas, das nossas insuficiências, dos nossos erros e das nossas dívidas. E a dificuldade em encontrar quem reconheça as suas faltas, as nossas faltas, a fim de as corrigir e evitar no futuro, fundamenta um pessimismo de rigor.»

(António Barreto, in Tempo de Escolha)

A propósito, recomendo a leitura desta obra, pois dá-nos o perfeito retrato da forma como chegámos a este marasmo.
Parabéns ao António Barreto por nos disponibilizar mais uma obra a meu ver absolutamente indispensável.

Alexandre Sarmento

domingo, 10 de janeiro de 2021

Vera Lagoa, o comunismo.

 

Nenhuma ideologia política produziu tanta miséria, repressão extrema e simples violência quanto o comunismo. País após país, passando por uma imensidão de diferentes nacionalidades, tradições e etnias, os comunistas sempre se envolveram em violações chocantes dos direitos humanos mais básicos, desde a liberdade de expressão ao direito de reunião, da livre imprensa ao direito de propriedade, dos direitos de consciência à liberdade religiosa.

Comunismo é contra-natura, é anti-humano, é criminoso.

Alexandre Sarmento


«Nenhum povo é, voluntariamente, comunista. Mostrem-me um que o seja. Sem cortinas de ferro ou de água. Sem muros de vergonha, sem aparelhos policiais e militares essencialmente repressivos, sem ditaduras, sem uma classe política opressora e monolítica.
O comunismo é aberrante e antinatural. Portanto, antipopular. Falo do Povo, não das massas alienadas por slogans e lavagens ao cérebro. Falo do Povo, não de populações controladas, vigiadas, sem alma e sem carácter próprios. Falo do Povo e não de rebanhos. Falo do Povo, portanto de Autenticidade e de Verdade, nas suas glórias e misérias. Falo do Povo, daquele Povo que revela na sua espontaneidade natural a sabedoria de séculos, que é a expressão de uma vontade projectada para o futuro. Falo do Povo e não de uma sociedade mecanizada pela ditadura burocrática. Falo do Povo e não de massas embalsamadas, museu de cera de personagens míticas ou artificiais que nos contam uma História que não foi nem será nunca. Falo do Povo - alma e essência - e não de quantidades-número apenas expressas e contabilizadas em função limitada da matéria, somatório do consumo e da produção».


Vera Lagoa («A Cambada»).

Revolução Russa, a Grande Farsa!!!

 Mais um episódio desconhecido da grande maioria, mais uma das grandes manipulações da História.

Um episódio que mais uma vez comprova que as ideologias são um meio de controle das massas, são uma forma de vergar as massas à vontade dos donos do sistema, são a forma de actuação de um governo global que manobra na sombra, o domínio dos senhores do capital, dos senhores de Wall Street, os plutocratas, quem na verdade cria as leis, cria as crises, faz as guerras e no fim aparece como salvador a recolher os despojos!!!

Abram os olhos, recordo uma frase de Emma Goldman, "a ignorância é o elemento mais violento da sociedade!"

Esqueçam as direitas, as esquerdas, os socialismos, os comunismos, os fascismo, a democracia, pois na verdade, apenas andamos iludidos, fracturados como sociedade e no fundo fazemos o jogo de uma pequena elite, a elite da alta finança sionista que tem como mais alto expoente o eixo Rothschild/Rockefeller!!!

Política, desenganem-se, quem manda nisto tudo é o poder do capital, tudo o resto é fantasia!!!

«Entre os mais próximos colaboradores de Lenine, contam-se Lev Borisovich Kamenev e Grigori Evseyevich Zinoviev. Como exemplo do terror imposto por Estaline às suas vítimas indefesas, fiquemos com este exemplo «retirado dos processos verbais do Primeiro Processo de Moscovo, ou Processo do “Centro Terrorista Trotskista-Zinovievista”» (in Os Anos de Salazar, Centro Editor PDA, 2008, n.º 4, pp. 112-113):

«Vichinsky: Que apreciação deveria ser feita dos artigos e declarações que o senhor escreveu em 1933, nos quais expressava lealdade ao partido? Fraude?

Kamenev: Não, pior que fraude.

Vichinsky: Perfídia?

Kamenev: Pior.

Vichinsky: Pior que fraude, pior que perfídia – encontre a palavra. Traição?

Kamenev: Encontrou-a.

Vichinsky: Acusado Zinoviev, confirma isto?

Zinoviev: Sim.

Vichinsky: Traição, perfídia, desonestidade?

Zinoviev: Sim.

Curiosamente, diz-nos Antony Sutton que a razão fundamental das acusações stalinistas nos julgamentos dos anos 30, estivera particularmente relacionada com o capitalismo internacional, posto terem sido os trotskistas financiados por interesses capitalistas estrangeiros para fazer a Revolução Bolchevista na Rússia. Aliás, K. G. Rakovsky, um dos réus acusados em 1938, confessara o seguinte: «Nós éramos a vanguarda da agressão estrangeira, do fascismo internacional, não só na URSS mas também em Espanha, China e em toda a parte do mundo» 

(cf. Antony Sutton, Wall Street and the Bolchevik Revolution, Clairview, 2011, pp. 35-36).

Portanto, retirem as vossas conclusões.

Alexandre Sarmento



Muitos universitários honestos, estudiosos da História, sustentam que a guerra de 1914-18 deflagrou com o único objectivo de obter um ponto de apoio geográfico na Rússia imperial capaz de permitir a implantação do comunismo. O assassínio em Serajevo do Arquiduque Francisco Fernando de Habsburgo constituiu a razão alegada para o deflagrar do conflito. Habitualmente, quando alguém é assassinado, príncipe ou mendigo, compete à Justiça actuar, perseguindo o criminoso, fazendo-o pagar, bem caro, o erro cometido. Em vez disso – sem contar com os sofrimentos de numerosas famílias que não podem ainda que, ao de leve, ser avaliados -, de 1914 a 1918, 55 de milhões de pessoas perderam a vida. Toda a fina flor da juventude masculina europeia veio a ser sacrificada. E esta tragédia seguiu-se à morte de um só homem! É absurdo pensar, um minuto sequer, que este assassínio esteve na origem da guerra de 1914. No início de 1917 parecia que tudo ia terminar (sem vencedores nem vencidos), que uma paz negociada seria assinada e que nenhum beligerante se declararia vencedor. Tal não veio a ser permitido pois que desta forma o comunismo jamais poderia ser implantado no Império russo. Uma só chave permitia introduzir o comunismo na Rússia imperial: obrigar os Estados Unidos a entrar na guerra – empresa difícil uma vez que 99% dos americanos não só eram hostis à aproximação com a Europa como opinavam que a América não devia imiscuir-se nos conflitos internos europeus.

Em 1916 realizaram-se eleições presidenciais. E Wilson, o vencedor, de acordo com os seus propagandistas, encontrou um mote aliciante: proclamar, a torto e a direito, que evitaria o envolvimento da América na guerra europeia. Com tão solene promessa foi fácil augurar-lhe a vitória. O eleitor médio jamais suspeitou que os preparativos para a entrada do seu país no conflito estavam, praticamente, ultimados. O ardil utilizado para que os americanos mudassem de opinião foi o do torpedeamento do Lusitânia no porto de Cork, na Irlanda, torpedeamento que provocou a perda de numerosas vidas – entre eles súbditos americanos. Mas o facto mais extraordinário é que o Lusitânia tinha sido metido a pique dois anos antes, em Maio de 1915 (1). Antes do navio se fazer ao mar, os alemães publicaram, nos jornais de Nova Iorque, páginas inteiras com prevenções à população civil, pondo-a de sobreaviso, de que não devia embarcar nesse barco, pois que transportava armamento e viria a ser, por certo, torpedeado. Apesar disso, o embuste teve pleno êxito, uma vez que em 1917 os americanos, embora de má vontade, entraram no conflito europeu e, segundo declararam, «para acabar, de vez, com todas as guerras»…

Mais um herói de papelão, um criminoso, um subversor às ordens dos senhores da alta finança sionista, um lacaio dos senhores do mundo, dava pelo nome de Lev Davidovich Bronstein(judeu), hoje reconhecido pelo nome de Leon Trotsky.

No início de 1917 Trotsky morava em Nova Iorque. Fazia-se passar por um pobre jornalista – escrevia, de tempos a tempos, um artigo num jornal comunista. No entanto, mesmo com actividade jornalística tão diminuta, vivia num sumptuoso apartamento, com criado e motorista. Quando regressou à Rússia fez-se acompanhar de um carregamento de armas e de 277 terroristas revolucionários muito bem treinados. Esta oferta, bem como um utilíssimo financiamento, ficou a dever-se ao banco Kuhn, Loeb & C.ª, propriedade de dois irmãos Warburg, naturais de Berlim. Outro sócio destes beneméritos cavalheiros foi o banqueiro Jacob Schiff. João Schiff, neto de Jacob, em 23 de Fevereiro de 1949, declarou ao jornal novaiorquino «América»: «Calcula-se hoje que meu avô dissipou vinte milhões de dólares para assegurar o triunfo final do bolchevismo na Rússia» (citado por Gary Allen no seu livro «None dare call it conspiracy»).


Onde vivia Lenine no momento em que Trotsky arrumava os seus negócios em Nova Iorque e conseguia, até, obter passaporte americano embora tivesse permanecido apenas três meses na América? Lenine estava na sempre doce e tranquila Suíça. Os dois irmãos Warburg (que tinham ajudado a financiar a estadia novaiorquina de Trotsky), e com a preciosa ajuda de outro mano que continuou a viver na sua terra natal, Berlim, de acordo com o Alto Comando Alemão, azafamaram-se em instalá-lo num confortável vagão, com selos de chumbo, entregando-lhe oito milhões de libras-oiro e assegurando-se que a carruagem selada iria, directamente, até Moscovo. E durante a viagem ninguém se atreveu a meter o nariz nela. Os dois comparsas, Lenine e Trotsky, bem como muitos outros que os esperavam, encontraram-se em Moscovo. Há, entretanto, um facto semi-burlesco a anotar. Embarcado no Cristiania com o seu carregamento de armas, e os seus bandidos profissionais assalariados e os seus vinte milhões de dólares, Trotsky fez escala em Nova Scotia, no Canadá. A guarda costeira canadiana, com a sisudez meticulosa que caracteriza os povos americanos, burocratizados, deu-lhe voz de prisão, temerosa, e bem, de que se preparava um golpe sujo. Mas Trotsky não suportou os rigores de uma prisão canadiana senão por poucos dias. E encontrou meio de utilizar, largamente, o telefone! E para quem pensais que teria telefonado? Naturalmente, e em primeira mão, para Wall Street e, acreditai ou não, para Washington (um cidadão normal pode sempre tentar fazê-lo uma vez – com êxito?!).

Por incrível que pareça, Trotsky alcançou a liberdade por ordem pessoal do presidente Wilson. É necessário salientar que a filha de Jacob Schiff casou com um dos irmãos Warburg, Felix de seu nome. Com o seu irmão Paulo, Felix emigrou para Nova Iorque nos fins do século XIX. Ambos se aconchegaram na firma Kuhn, Loeb & C.ª. Max, também banqueiro, ficou em Berlim. Rica família! – que a terra lhes seja pesada… (2).

Compreendemos agora, claramente, que o vírus marxista foi inoculado no desgraçado povo russo à custa de enormes quantias e por intermédio de uma organização extremamente poderosa, com ramificações tentaculares. O general Arséne de Goulevitch, russo branco, escreveu no seu livro «O Czarismo e a Revolução»: «Os principais financiadores da revolução russa, não foram nem os extravagantes milionários russos nem os bandidos armados de Lenine. As grandes somas monetárias vieram, sobretudo, de certos círculos anglo-americanos, que desde há muito tempo dispensavam o seu apoio à causa revolucionária russa. A parte mais importante, jogada pelo rico banqueiro americano Jacob Schiff, nesta aventura já não constitui segredo, embora ainda subsistam muitos pontos obscuros!...» E a 7 de Abril de 1917, o general Janin anota no seu diário «Le Monde Slave – Au C.Q.G. russo» (volume 2 – 1927, pp. 296-297): «Longa entrevista com R que me confirmou o que antes já me havia sido dito pelo senhor M. Após ter-se referido ao ódio que os alemães lhe votavam, a ele e à sua família, passou a ocupar-se da Revolução, que, segundo ele, tinha sido desencadeada pelos ingleses e mais precisamente por Sir George Buchanan e Lord Alfred Milner (3). Petrogrado nessa época enxameava de ingleses. Ele garantiu-me que podia enumerar as ruas e as residências em que agentes britânicos se encontravam alojados. Tinham mesmo sido vistos, durante as amotinações, a distribuir dinheiro aos soldados, incitando-os a revoltarem-se. Confidencialmente, Lord Milner informou-me que gastou mais de vinte milhões de rublos no financiamento da revolução de Outubro».


A título de mera curiosidade vale a pena notar que na Conferência da Paz, que se realizou em Paris em 1919, e que (de forma tão admirável…) preparou os planos da guerra de 1939/1945, figuravam nomes como esse Lord Alfred Milner, assim como os três irmãos Warburg – Paulo, Feliz e Max. Sem estes milionários, sempre aptos, tanto no aspecto monetário como logístico, a revolução não teria tido êxito. Onde é que os povos, pretensamente oprimidos, encontrariam os milhões de dólares e organizações, com tão primorosas engrenagens, se não fossem os super-ricos. E o leitor, agora, tem o pleno direito de formular a pergunta: mas porquê? Por que motivo os super-ricos forneceram armas aos que juraram massacrá-los na cama? Não esqueçamos que a revolução russa podia ter sido sufocada, em poucos meses, se uma ajuda financeira, em massa, vinda dos já referidos sectores, não a tivessem prolongado indefinidamente. Nos anos 20 esses criminosos inundaram a Rússia soviética com milhões de libras e de dólares para manterem o que Lenine chamou o seu «Novo Plano Económico» (NEP), salvando assim os soviéticos de um completo colapso. E porque é que milionários como os Rothschild, Rockefeller, Schiff, Warburg, Milner e Harriman (4), tomaram tão a peito salvar os sovietes, cuja finalidade é a de (eles o proclamam bem alto) despojar os ricos das suas fortunas, a fim destas serem distribuídas a cada um, segundo as suas necessidades? É por demais manifesto que se esses homens implantaram o comunismo e lhe facultaram o seu primeiro ponto de apoio geográfico na Rússia é porque não receiam que nada de mal lhes possa acontecer e que, de facto, dominam todos os seus movimentos. Como Gary Allen o explica, e posto que não fosse o seu objectivo principal, colectivizando a Rússia, os «Iniciados» adquiriram imensos domínios que encerram riquezas minerais fabulosas, por uma quantia calculada em trinta a quarenta milhões de dólares. Só se podem tecer suposições acerca da forma como o domínio é exercido. O Professor A. Sutton, do Instituto Hoover, que gastou mais de vinte anos a estudar documentos oficiais governamentais e outros materiais irrecusáveis, relacionados com a ajuda económica, de considerável proporção, que o Ocidente dispensou aos soviéticos, redigiu vários trabalhos sobre este candente tema. A explicação mais reveladora, respeitante ao motivo que levou à destruição da Rússia dos Czares para a implantação do comunismo, é-nos patenteada num livro notável, Genève contre la Paix, do Conde de Saint-Aulaire, embaixador da França na Grã-Bretanha de 1920 a 1924. O diplomata relata os comentários proferidos, no decorrer de um grande jantar, por um revolucionário judeu que participou no efémero Governo comunista de Bel Kuhn, na Hungria, em 1919. Este revolucionário transformou-se, pouco depois, no director de um grande banco de Nova Iorque – um dos que financiaram a revolução bolchevique. Quando um dos convidados lhe perguntou: «Como é possível que a Alta Finança proteja o comunismo?» ele respondeu: «Se o uso de muito sal queima a carne, a sua escassez corrompe-a. O mesmo se passa em relação aos espíritos e aos povos. Nós aplicamos, sabiamente, esta máxima – aqui, o sal é o símbolo da sabedoria. Misturámo-lo discretamente no pão dos homens; só o ministramos em dose corrosiva em casos excepcionais, quando se trata de queimar restos de um impuro passado – como, por exemplo, a Rússia dos Czares. E isto explica, um pouco, por que é que o bolchevismo é a arma, simultaneamente, defensiva e ofensiva, o escudo e o gládio. O marxismo está nos antípodas do capitalismo. E é precisamente pelo facto de estarem nos antípodas um do outro, que nos entregam os dois pólos do planeta e nos permitem estarmos no eixo. Esses dois contrários encontram, no bolchevismo e nós, a sua identidade na Internacional. Na administração de uma Nova Ordem Mundial… a nossa organização, para propagar a revolução, manifestou-se pelo bolchevismo destruidor e pela construção, pela criação da Sociedade das Nações que é obra nossa».


Professor Sutton editou um estudo, em três volumes, intitulado «Western Technology and Soviet Economic Development» (a tecnologia ocidental no desenvolvimento económico soviético) que demonstra, com provas irrefutáveis, que a URSS foi inteiramente construída pelos Estados Unidos. Como os argumentos aduzidos pelo Professor Sutton são irrefutáveis, ele é completamente ignorado pelos mass media, que são, como é por demais evidente, os porta-vozes dos plutocratas que edificaram a formidável e actual guerra da URSS. O Prof. Sutton é autor de dois outros livros: «Wall Street and the Bolshevik Revolution» (Wall Street e a Revolução Bolchevista) «Wall Street and the rise of Hitler» (Wall Street e a Ascensão de Hitler). É inútil salientar que estas obras não são mencionadas em nenhuma das boas revistas literárias. De facto não são mencionadas em parte nenhuma. Perante os inefáveis críticos literários Sutton não existe. Na verdade, a imprensa dos nossos dias, distraída, avidamente, com sensacionalismos e «scoops» espectaculares, não encontrou qualquer jornalista, mais ou menos astucioso, capaz de abordar o Professor Sutton para lhe formular não só perguntas indiscretas como para publicar as suas respostas! É verdade que este Professor, e outros escritores corajosos, denunciam os malefícios do mundialismo e conseguem mesmo descobrir editores, igualmente corajosos, interessados na publicação das suas obras. Mas não é menos verdade também que existem milionários vigilantes que tomam medidas apropriadas para que apenas uma pessoa, entre cem, ouça falar de semelhantes livros – e a ínfima percentagem que tem acesso e lê essas obras jamais poderá esclarecer os restantes 99%.

O livro de Sutton, «Wall Street e a Ascensão de Hitler», demonstra, sem sombra de dúvida, que foram estes mesmos milionários que patrocinaram Hitler, a fim de estarem bem seguros de que a Segunda Guerra Mundial eclodiria na hora H. Os objectivos que escondem o desencadeamento da guerra de 1939/1945 são os mesmos que permitem o comunismo na Europa Central com o êxito sabido – e que, por acréscimo, se estenderam, também, à China. Adiante dedicaremos um capítulo à China e à forma como esse imenso continente foi entregue aos marxistas, graças à acção subterrânea de poderes e lobbies que agiram em nome de mundialistas que ocupavam os mais altos postos do governo de Washington.

Ora, o Professor Sutton prova, de forma iniludível, que a Segunda Guerra Mundial não só estava muito bem programada como foi, também, pecuniariamente, do maior proveito para um pequeno grupo seleccionado dos «Iniciados» pertencentes à Finança. Procurando reconstituir, metodicamente, esse segredo, tão bem guardado, recorrendo a documentos originais, indesmentíveis e a testemunhas oculares, o Prof. Sutton descreve, com grande clareza, o papel desempenhado por J. P. Morgan, T. W. Lamont, os Rockefeller, a General Electric Company, a Standard Oil, o First National City Bank, o Chese and Manhattan Banks e, como era de esperar, os inevitáveis Kuhn, Loebb & C.ª e toda uma superabundância de homens de negócios. Na capa do livro «Wall Street e a Ascensão de Hitler» escreve-se: «este livro demonstra como a guerra mais mortífera e destruidora da história foi financiada e provocada». Pensavam, ingenuamente, os editores da obra que tal afirmação deveria provocar desmentido, furibundo, tempestuoso. Obteve, é evidente, o habitual tratamento – o silêncio mais completo e sepulcral. Uma vez mais se utilizou a arma infinitamente mais eficaz do que a dos desmentidos ou dos debates apaixonados.



No capítulo intitulado «Quem financiou Hitler?», Sutton pergunta: Como se pode provocar a existência de transferências de fundos em favor de certos movimentos políticos? E que esses fundos surgiram nessa época? E o autor oferece-nos preciosas informações acerca do banco incumbido de levar a efeito essas operações bancárias: «Existem entre os documentos relativos ao “Processo de Nuremberga” os originais das notas discriminativas de transferências levadas a efeito pela divisão bancária da I. G. Farben e de outros bancos, inscritos na página 10 e dirigidos a Delbrück Schickler Bank em Berlim, informando de uma transferência de fundos, proveniente da Dresdner Bank e de outros estabelecimentos bancários, lançados na sua conta ao "National Treuhand" (fundo eleitoral de Hitler, administrado por Hjalmar Schaht e Rudolf Hess). Por ocasião das eleições, essa conta era alimentada, de forma muito especial de maneira a cobrir os gastos com a propaganda do Partido Nacional-Socialista. Rudolf Hess incumbiu-se dessa missão».


«Quando se examinam os nomes citados no primeiro círculo Kepple – o original – antes de 1933 e o segundo muito mais completo após 1933, que tomou a designação de círculo Keppler-Himmler, apercebemo-nos que as multinacionais de Wall Street estão largamente representadas, em bem maior número do que qualquer outro grupo. Escolhamos, em seguida, cada uma das multinacionais de Wall Street ou dos seus associados alemães, cada uma por seu turno – as identificadas no capítulo 7 como ligadas ao financiamento de Hitler – e examinemos quais são os seus liames com Keppler e Himmler».E o Prof. Sutton prova, sem sombra de dúvida, que Hitler foi seleccionado e empurrado para desencadear a guerra, um pouco à maneira como se organiza um desafio de boxe entre Cassius Clay e um adversário de certa nomeada, para que a contenda pugilística desperte interesse.

[…] E na página 126 Sutton salienta:

O único receio dos «Iniciados» é o de que alguém descubra o poder de que dispõem, desnecessariamente grande e aparentemente sem limites. Cada parcela desse poder pode ser utilizado não só para lançar a confusão nos espíritos simples (a maioria das pessoas) como para persuadir que tudo o que ocorre de desagradável no mundo é fruto de mero acaso – inevitável acaso…

Afirma-se que a prostituição é a mais velha profissão do mundo mas as desgraçadas meretrizes que vendem o seu corpo são, em muitíssimos casos, mais dignas de piedade do que de censura. E há outras formas de prostituição. É o caso de algumas universidades, de numerosos intelectuais e editores e dos mass media na sua maioria. Muitos destes «prostitutos» podem viver bastante melhor do que a amante de um homem rico – se se conduzirem de forma concordante com a ideologia do ambiente e não se afastarem, em caso algum, do «bom caminho».

No New York Times, um dos Secretários da redacção, durante trinta anos, conduziu-se de forma a não perder o emprego. Quando não pôde suportar mais malabarismos pediu a demissão e escreveu um livro intitulado «All the News that fits» (As informações que convêm). O New York Times desempenhou importante papel em todo o processo de dominação de Cuba pelos comunistas. Sem descanso, a propósito e quase sempre a despropósito, o jornal não cessou de incensar Fidel Castro. Colunas e colunas clamaram que era um idealista, que estava doutrinariamente afastado, o mais possível, do marxismo – apenas defendia uma «justa reforma agrária». Muitos se surpreenderam que Fidel Castro, logo que conquistou o poder, tenha declarado uma fidelidade de há muitos anos ao comunismo. Ignorava-o o New York Times?! Whattaker Chambers conta, no seu livro, «Witness» (Testemunho), que quando era editor do jornal comunista de Nova Iorque, um jovem secretário de redacção em estágio foi avisado para ter sempre cuidado de ler o New York Times. Encontraria, com efeito, nesse jornal a orientação a seguir sem correr os riscos de cometer desvios.

Na verdade, o mundo de hoje proporciona constantemente a imagem de uma vasta casa de tolices onde tudo está à venda. Se os que dispõem ainda de autoridade tivessem falado alto e firmemente nunca teria eclodido a Primeira Guerra Mundial e o Império dos Czares jamais teria sido entregue aos comunistas – tal como veio a acontecer com outras nações. O certo é que apenas os Sumos Pontífices, desde 1946, tiveram a coragem moral de advertir o mundo sobre o perigo comunista. Já em datas anteriores, os pontífices romanos, através das encíclicas, puseram de sobreaviso os católicos, apontando a perversidade das sociedades secretas. Mas o certo é que, nessa altura, apenas um católico entre cada cem ouvira falar de semelhantes documentos papais, nem sequer conhecendo o seu conteúdo. Até alguns clérigos e muitos professores católicos não se aperceberam da importância destes avisos.

Ocorre a muitos perguntar: a Igreja não pôde formar jovens, mais dedicados do que certos quadros comunistas, patenteando-lhes que podiam estar seguros que lhes caberia pregar a palavra de Deus? Incumbidos de tão importante missão não se teriam tornado ardentes prosélitos? Será possível que tenha sido nessa época que os conspiradores ou «Iniciados» se infiltraram no interior da Igreja, com o único e exclusivo objectivo de enterrar para todo o sempre a sua admirável doutrina, exposta nas encíclicas romanas? 

(in Deirdre ManifoldFátima e a Grande Conspiração, Edições Fernando Pereira, Lisboa, pp. 75-82).


Notas:

(1) O presidente Wilson e Winston Churchill foram os instigadores do torpedeamento.

(2) Jacob Schiff, os irmãos Warburg, Trotsky (cujo verdadeiro nome era Bronstein), Jivotsky (sogro de Trotsky) e Rotschild eram judeus.

(3) Lord A. Milner foi o grande vigilante da Grande Loja, hoje unida, da Inglaterra. Estava encarregado, pelo seu governo, para, com o seu companheiro Sir G. Buchanan, fazerem a colecta de fundos, provenientes do Consórcio Morgan, Rotschild, Lazard C.ª para financiar a revolução russa.

(4) Averill Harriman foi um emissário, pouco sagaz, enviado por Roosevelt a Estaline. Harriman disse a várias pessoas que Estaline não era um comunista revolucionário mas somente um nacionalista russo! E confidenciou ao embaixador da Polónia que nem uma só vez, nas suas conversas com Estaline, este indicou que a velha política leninista da revolução mundial fosse ainda o objectivo da Rússia estalinista.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2021

A Grande Farsa, a Crise!

 



Abram os olhos, deixem-se esquerdas e direitas, reparem bem qual a verdadeira instituição que nos governa, os parlamentos nacionais neste mundo não passam de meros palcos onde se travam batalhas que não passam de meras fraudes para o povo se entreter.
Enquanto os povos se entretêm em tricas políticas, os verdadeiros governantes vão levando avante as suas políticas, para quando um olhar critico e objectivo em relação aos verdadeiros assuntos ligados ao acto de governação?, quando deixaremos de acreditar em tudo aquilo que nos contam?,quando começaremos a pensar pela nossa própria cabeça?
Aqui fica a questão, em vez de andarmos sempre a lamentar-nos em relação a políticas que não têm passado de meras fraudes, embustes, porque não ocuparmos um papel activo na sociedade, o nosso papel, a nossa obrigação.
«O modelo bélico clássico foi substituído pela crise económica. Os grupos de poder e as nações mais poderosas declaram-nos uma guerra financeira, intervêm e impõem as leis que, segundo eles, devem legislar o país intervencionado para recuperar do problema que eles causaram.
Em 2010, em plena crise, criou-se na Europa uma instituição supranacional e não democrática, a troika (formada pelo BCE, o FMI e a Comissão Europeia), que interveio na soberania dos países. Em troca da oferta de ajuda económica obrigou-os a ajustes cruéis: subida de impostos, cortes nos gastos da educação, da saúde, das prestações sociais, do desemprego e das pensões, redução do número de funcionários públicos, redução ou estagnação dos salários... Estas leis afectaram os aspectos fundamentais da vida das pessoas. E ainda que não fosse ético, sim, era legal. Antes da crise criaram as estruturas legislativas e judiciais com as quais obteriam o máximo benefício desta catástrofe. Só depois de aprovado o Tratado de Lisboa, no ano de 2007 (a Constituição Europeia), é que principiou a crise, no ano de 2008. É, no mínimo, suspeito.

Alexandre Sarmento


(...) Para os senhores do poder, a guerra é um instrumento de organização social e, neste processo, a crise é uma intervenção criada com vários fins. É uma guerra económica para estabelecer uma escravidão humana mais sofisticada, concordante com o seu conceito de sociedade global.
Atacam-nos por todos os flancos socioeconómicos. Primeiro, "oferecem-nos" o dinheiro, ao abrir de modo desafogado os créditos. Depois mudam as condições das hipotecas subscritas, com a subida dos juros, ou seja, do preço do dinheiro emprestado. A prestação mensal de uma hipoteca média passou de 400 para 1200 euros mensais. Em paralelo, de forma brusca, restringiram o crédito, produzindo a paralisação ou a estagnação da actividade económica. A seguir chegou o efeito devastador do desemprego.
(...) O segundo passo deu-se quando os bancos privados receberam uma série de ajudas públicas para compensar o incumprimento das hipotecas e o impacto da crise imobiliária. Converteram-se em receptores das ajudas e nos donos de todas as casas hipotecadas não pagas e embargadas. Os bancos privados ficaram com as ajudas públicas e com as casas de todas essas pessoas que, ao verem-se sem trabalho, as perderam, continuando todavia devedoras das entidades financeiras porque a garantia prestada não foi aprovada.
Na fase das execuções por incumprimento os bancos avaliaram os imóveis a preço de crise, como uma enorme depreciação do valor pelo qual foram comprados. Assim, no momento de execução das hipotecas, a perda do imóvel não cobre, na maioria dos casos, a totalidade da dívida contraída com a entidade financeira. O resultado é que a pessoa embargada não só perde a habitação como continua a dever dinheiro ao banco. O negócio da banca privada foi perfeito. Ficou com:
- As ajudas públicas
- Os imóveis
- E continuam a ter uma quantidade imensa de pessoas presas por uma dívida, escravas dessa dívida.


(...) Por seu lado, o BCE regula os tipos de juros e injecta dinheiro nos bancos para o seu resgate, o seu saneamento. Em síntese, e tomando como modelo o ocorrido em Espanha, a banca privada, animada pela bolha imobiliária, começou por socializar os empréstimos: dinheiro fácil e rápido para toda a gente. A seguir provocou uma subida gradual dos tipos de juro. Depois, ou ao mesmo tempo, reduziu drástica e repentinamente o empréstimo e a bolha imobiliária rebentou. O resultado foi o aumento dramático do desemprego e das execuções hipotecárias maciças perante a falta de pagamento e a altíssima morosidade.
Por fim veio o resgate bancário por parte do Estado, com o dinheiro dos contribuintes. Através do BCE, o Governo de Espanha recebeu uma série de ajudas que foram parar à banca privada (às entidades bem e mal geridas) com o argumento, ainda não demonstrado, de que a queda de certos bancos provocaria um dano maior. A consequência última é a depressão económica.


(...) O que se fez foi seguir as directrizes do FMI, do BCE e da Comissão Europeia: subir impostos, fazer reformas laborais, das pensões, etc. As ajudas não chegaram à economia doméstica nem às pequenas e médias empresas. Há uma restrição absoluta. A juntar a uma das pressões fiscais mais elevadas da Europa, acompanhada por uma taxa de desemprego igualmente alta. Estamos numa situação de colapso e de depressão económica desorbitada e dramática.

Draghi será convidado a falar a legisladores alemães

(...) A Espanha está à venda. Como o resto dos países europeus a que o império Bilderberg declarou guerra económica, que baptizei com o nome de Eurosul: Grécia, Itália, Portugal, para além da Irlanda e de Chipre, com o escândalo do ataque que sofreram os aforradores em Março de 2013. O presidente Nicos Anastasiades foi obrigado a comunicar ao país que aceitara "a opção menos dolorosa", ou seja, o resgate, e que estava disposto a assumir o preço político" da decisão, ou seja, que os cipriotas não o reelejam nas próximas eleições. O Eurogrupo concedia-lhe um resgate de 10.000 milhões de euros em troca dos clientes dos bancos pagarem um imposto. Segundo Anastasiades, o dinheiro deste imposto seria recuperado com acções dos bancos resgatados, cujo valor está garantido com o retorno que o Estado cipriota espera obter da exploração de umas jazidas de gás recentemente descobertas.
Aí estava outra armadilha: a guerra pelos recursos. Endividam os países e apropriam-se de parte da sua soberania, do seu dinheiro e das suas riquezas naturais - no caso do Chipre, do gás - ao decidirem por eles. Outra jogada de mestre dos desenhadores do sistema.
Na Grécia, dois políticos alemães instaram-na a vender as ilhas para saldar a dívida. Já nem dissimulam. O descaramento não tem limites. A Grécia possui edifícios, empresas, e ilhas desabitadas, que poderiam ser utilizadas para o pagamento das dívidas, declararam o deputado liberal Frank Schäffler e o democrata-cristão Josef Schlarmann ao diário alemão Bild, segundo o jornal Abc. Ainda de acordo com o diário espanhol, o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros grego, Dimitris Droutsas, respondeu numa entrevista à televisão ARD TV que, no momento, não lhe parecia uma sugestão adequada.
É nesta conjuntura que os bancos centrais, como na Europa o BCE, oferecem dinheiro e ajuda (os famosos resgates) em troca da cessão, ou da compra, da soberania nacional. E daí a referida frase de Draghi, o presidente do BCE: "Os Estados devem compreender que há tempo que perderam a sua soberania".
Quando é que a perdemos? Quando, sem informarem correctamente os cidadãos, os responsáveis europeus, muitos deles membros de Bilderberg, como o presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, aprovaram o Tratado de Lisboa, ou o Tratado de Maastricht, onde se incluía uma drástica cedência de soberania. Tudo se desenhou sem contar com o povo, nas costas dele. Ingenuamente ou através de enganos, o povo confiou numa série de políticos que representam os interesses do poder económico em vez daqueles que os elegeram nas urnas. A democracia é uma grande mentira. Não há democracia.
O resgate é a marca dos poderosos na Europa. Na realidade é uma perda de soberania e o fracasso da União Europeia como a venderam e continuam a vender os seus criadores: um projecto de paz, democracia, liberdade e direitos humanos, nas palavras de uns e de outros. Que mentira mais refinada, que sofisticação, que marketing mais esplêndido. Os cidadãos perguntam-nos: para quê tanta União Europeia e liberalização de mercados se, no fim, somos mais desiguais que antes, mais pobres que antes, mais escravos? Porque, como nos níveis da pirâmide, a União Europeia não está nas mãos do povo europeu, mas do império Bilderberg».


Cristina Martín Jiménez («O Clube Secreto dos Poderosos. Os Planos Ocultos de Bilderberg»).

Miguel Torga e a miséria de Abril!!!

 


«A pátria assiste pasmada, com a epiderme coberta de chavões, a esta orgia verbal, a ver cada um apenas ocupado em conferir o seu radicalismo pelo do vizinho. Quem se desvia do rigor sumário da cartilha fica logo excomungado»

«Apetece fugir, deixar de vez esta pátria que mais ninguém sabe reconhecer gramatical, cívica e humanamente...»

Miguel Torga (pensamentos decorrentes do estado da nação a seguir ao 25 de Abril)

segunda-feira, 4 de janeiro de 2021

Agostinho da Silva e os Partidos!!!

 

Agostinho da Silva – RTP Arquivos

"No partido, a intensa opinião se fragmenta e apuramos aquilo em que diferimos dos outros homens, não aquilo em que lhes somos irmãos; guiamo-nos por um ser geral que nos supera e por ele nos substituímos; vive em nós a tribo, muito mais do que a humanidade. Mas é num mundo de partidos que vivemos […]; não temos portanto outra possibilidade senão a de aceitar o jogo tal como ele se põe, exactamente como partimos de uma economia capitalista ou socialista para a economia da automação. O melhor será que não pertençamos a partido algum, porque a política não é uma essência de ser, como a religião, a ciência ou a arte, nas quais todos deveríamos estar: é uma pura fatalidade histórica, como a economia, ou a administração, como também a medicina ou a engenharia; que não pertençamos a nenhum dos partidos plurais e que não estejamos em nenhum partido único ou no seu, ou seus, contrários. A nossa acção, quanto a eles, tem de ser dupla: a de tentar que a cada momento, pelo que somos de capacidade de pensar libertos, influamos a sua liberdade, na sua largueza de entender e na sua generosidade de proceder; e a de, no momento de escolha, e no partido único a escolha é sempre abstenção, quer ela apareça ou não nos resultados oficiais, irmos por aquele que mais de acordo esteja com o que pensarmos e, sobretudo, com o que formos. Bom seria, por outro lado, que se defendesse o direito de se intervir na política, de se fazer política, sem pertencer a partido algum, criando-se condições eleitorais em que as máquinas partidárias não tivessem que entrar, nem se tivesse que pertencer ao governo para triunfar junto do povo. Uma política sem partidos, nem sequer o único, é a condição indispensável para que o Reino se instaure e para que, instaurado, seja. Acima de tudo, combatemos o que separa: e não são as opiniões individuais, mas as opiniões de grupo, o que realmente separa homem de homem; arregimentados, nos perderemos no melhor que temos: o ser irmão do mundo"
- Agostinho da Silva, “Ecúmena” [1964], in Textos e Ensaios Filosóficos II, pp. 199-200.

O mundo ao Contrário!!!

 


1º de Janeiro de 2021.... o que somos hoje e para onde vamos... reflexões simples dum simplório.
Afinal o que é que está a acontecer ao Mundo em que nascemos, nós os velhos, nascidos nos anos 40, 50 e 60?
Nasci no fim dos anos 40, entre os simples das aldeias, convivi com as suas realidades, as suas alegrias e os seus sofreres, os seus saberes, as suas verdades, os seus sonhos, esperanças e perspectivas de futuros.
Essas simplicidades e certezas de vidas de então são hoje apenas saudosas memórias; já nada é certo e já nada é simples como dantes; tudo se foi, tudo os ventos da História e das Políticas globais levaram, como soe dizer-se.
O presente e o futuro são hoje incógnitas imprevisíveis e irresolúveis; as políticas do poder global, dirigidas por elites mega criminosas anti humanidade, que habitam e dominam as sombras de todos os poderes e democracias do mundo, feitas de banqueiros judeus askhenazis e dos seus serventes pseudo intelectuais, políticos e outros, que destruíram todas as certezas e todas as simplicidades das vidas passadas, e só eles sabem o que planeiam para todos nós, planos minuciosamente preparados desde séculos atrás, passámos a ser meras cobaias das suas experimentações políticas, engenharias económicas, ambientais, de saúde e sociais, engenharias do género, engenharias das opiniões públicas e outras anti humanas e multi barbaridades incontáveis.
Era um mundo lindo e simples, feito de trabalho, de regras bem definidas, onde cada um buscava nesses tempos passados, entre as terras, as fábricas e outras empresas, o pão com que alimentava a família, para o que bastava ser trabalhador, honesto e ter as qualificações bastantes, nada mais.
Nesses tempos, hoje politicamente malditos e ostracizados, todos nós sabíamos que bastaria ter o diploma da antiga 4ª classe, ou quaisquer outras habilitações académicas até às licenciaturas, para ter garantido um emprego compatível com tais habilitações, e eram empregos por norma certos e permanentes para a vida inteira, condição “sine qua non” para se ser feliz.
E assim, embora sem luxos, as vidas corriam serenas, calmas, sem sobressaltos, felizes, onde as preocupações maiores de cada um eram apenas a família, instituição sagrada então que não hoje, o trabalho e pouco mais; o futuro de cada um e seus descendentes era e seria muito igual, mas evoluía sempre para melhor e quase nunca para pior.
Hoje tudo são incertezas, tudo é precário, a verdade de hoje é a mentira de amanhã e vice versa, já ninguém sabe nada de nada, porque tudo é passageiro, fugaz, transitório, mutante, fluído, etc….
... somos pois habitantes dum novo, desconhecido, tenebroso, maquiavélico e doentio mundo feito de dúvidas, de imprevisibilidades, de grandes maldades e catástrofes, sistemáticas e contínuas, ...
... um mundo feito da destruição de todos os valores, de todos os princípios, do Cristianismo, de todas as morais, todas as éticas, todas as verdades, todas as realidades do passado e do presente, entrámos no reino mundial do salve-se quem puder…
... e, passámos a ser inimigos cordiais uns dos outros … competidores permanentes por empregos, negócios e oportunidades, que só existem para os militantes e filhos, afilhados e sobrinhos do nepotismo democrático dominante.


E assim, aquele mundo antigo em que habitávamos, feito de certezas e simplicidades de vida, já não existe, foi intencionalmente destruído, com objectivos conhecidos, que prenunciam tempos de horror, infelicidade, desgraças sem fim, que já estamos a viver, embora de forma atenuada, que se agravarão gradualmente, até ao objectivo final, a Nova Ordem Mundial... prevista estar em plenas funções em Abril de 2025
Hoje, o próprio PAPA instalou, entre os Cristãos, dúvidas sobre o Cristianismo que jamais julguei possível, em consequência de tais dúvidas, deixei de acreditar em Cristo, roubou-me tal crença... foi o PAPA que me roubou o meu Deus, que ele é suposto representar nesta Terra... e quer dar-me em contrapartida um qualquer Maomerda...
... os políticos dissolveram-me o meu País, a minha Pátria e a minha Nação, dentro duma União que nos odeia e inunda com milhões e milhões de negros muçulmanos para nos extinguir e substituir, que nos roubou todas as receitas económicas, o mar, os turistas e nos moribundou a economia com uma falsa pandemia, que nos escravizou com uma dívida soberana impagável, e que está a destruir a nossa História…
....em termos de nacionalidade, já não sei quem sou e nem para onde vou… sexualmente, as crianças e adolescentes de hoje já não sabem o que são ou quem são…. híbridos de tudo… em que os machos e as fêmeas de hoje são inversos amanhã, ou outra fluída mutação qualquer… os empregos de hoje deixam de existir amanhã… os amanhãs vão-se desvanecendo… deixam de existir… só existem hojes e agoras…
Sim, já só existe o Agora; os amanhãs e os hojes foram assassinados… pelos donos do mundo.
Vivemos em contínua flutuação das realidades… de todas as realidades… nenhuma escapou… só resta a incerteza… e a certeza do segundo que passa.... que é o tempo de vida do agora.
As meteorologias e as geoengenharias do clima… pela mão dos mega criminosos anti humanidade das elites globalistas transformaram invernos em verões e vice versa…
...todos os ventos passaram a tufões, ciclones e tornados… as chuvas a inundações… desgraçando a vida de milhões de humanos…. os incêndios anuais, mundiais e apocalípticos, claramente produzidos criminosamente, por armas de energia directa, para destruição e terror dos humanos… há dezenas de anos que incineram tudo e todos no Planeta…
....e agora as falsas pandemias…. assumiram novas proporções de desgraças Bíblicas… e tudo isto é planeado e levado à execução, pela mão das elites globalistas de que falámos…
....são essas elites globalistas os Deuses do Mal, são elas que são o presente e futuro da Humanidade.. são elas os demónios de que fala a Bíblia, que todos devíamos tudo fazer para extinguir e eliminar definitivamente... da Terra.
Não acredito que haja salvação da Humanidade para esta transformação global em curso… que vai terminar na Nova Ordem Mundial… e num Governo Único Mundial, dominado pelas tais elites… com apenas 1/15 avos da população actual… nos planos deles, e com uma Europa sem Brancos e sem Cristãos, só com negros, mestiços e muçulmanos.
Acho que a esperança reside apenas na Rússia e na China; penso ainda, que são os únicos Países, que se opõem a esta evolução catastrófica e genocida da Humanidade.
Enfim, pensamentos negativos para aqui botados ao correr do teclado… neste primeiro dia de 2021 espero estar redondamente enganado… mas infelizmente não estou.
José Luís da Costa Sousa

Os Donos Disto Tudo!!!

 


«Imagine o leitor um clube particular em que presidentes, primeiros-ministros, banqueiros internacionais e generais convivem, em que figuras régias graciosas e que servem de companhia garantem que todos se dão bem, e em que as pessoas que mandam nas guerras, nos mercados e na Europa dizem o que nunca se atrevem a dizer em público. Este é o Clube Bilderberg, a mais secreta de todas as organizações em todo o mundo. A razão de ninguém estar disposto a quebrar a conspiração do silêncio deste Clube, nem lhe fazer frente, nas palavras do locutor francês Thierry de Segonzac, é: "Os Bilderberg são demasiado poderosos e omnipresentes para serem expostos".
Os Bilderberg "mandam" nos bancos centrais e estão, por conseguinte, em posição de determinar taxas de desconto, níveis de disponibilidade de dinheiro, taxas de juro, o preço do ouro, bem como quais os países que recebem empréstimos. Ao manipularem o dinheiro acima e abaixo na cadeia empresarial, os Bilderberg criam milhões de dólares para si próprios. A ideologia de dinheiro e desejo de poder impele-os.
Todos os presidentes americanos desde Eisenhower pertencem ao Clube Bilderberg, embora nem todos tenham estado pessoalmente nas reuniões, mas todos mandaram representantes. Outro membro é o agora ex-Primeiro-Ministro Tony Blair, bem como a maioria dos principais membros do governo britânico. Até o anterior e prestigiado Primeiro-Ministro canadiano, Pierre Trudeau, foi membro. Dentre os anteriores convidados do Clube Bilderberg encontram-se Alan Greenspan, antigo presidente da Reserva Federal; Hillary e Bill Clinton; John Kerry; e Melinda e Bill Gates; e Richard Perle.

Daniel Estulin («Toda a Verdade sobre o Clube Bilderberg»).


sexta-feira, 1 de janeiro de 2021

O renascer das cinzas!!!




Vendo bem as coisas, Portugal precisa de um novo PREC, mas ao contrário.
O grande problema é que não se vê quem o possa realizar.

Solução haverá sempre, talvez começando por correr com metade dos deputados da AR, dar de novo voz ao Portugal Profundo, às regiões, criando um Senado com representação regional. Formando governos com gente isenta e honesta com provas dadas, excluindo os já tradicionais parasitas carreiristas da política, os parasitas aos serviço dos partidos detidos pelas lojas maçónicas.
Acabar com exclusividade dos partidos nas candidaturas ao Parlamento e acabar com subsídios aos Partidos, deixando que o suporte financeiro dos mesmos seja feito exclusivamente pela sociedade civil, neste caso pelo seus militantes e simpatizantes.
 
Abrir o sistema eleitoral a candidaturas uninominais, pois se estamos em democracia, por que não, por que razão temos nas candidaturas ao parlamento um feudo dos Partidos Políticos, qual a lógica, têm medo de quê, têm medo de quem?

Acabar com as empresas públicas, fazer concessões ou outsourcing, passando desta forma assim a ser o risco privado. 
Acabar com pelo menos 100 Municípios e reduzir a metade as freguesias.


Terminar com a já tradicional burocracia, todos sabemos que para se tratar do que quer que seja estamos sujeitos a intermináveis barreiras, aprovar um projecto ou resolver qualquer assunto inclusivamente na justiça leva anos, além do valor que pagamos, o que vai para sustentar a máquina disfuncional de um Estado Vampiro, agilizar os processos e mexer onde estão os bloqueios na legislação, licenciar em Portugal, é ter que alinhar com corrupção ou compadrio, só assim se consegue agilizar o processo de apreciação, aprovação ou financiamento de um qualquer projecto!

Dar incentivos à agricultura, tornar de novo o país auto suficiente, deixando de parte as tais directivas comunitárias que levaram ao descalabro e aos perfeitos atentados ambientais neste país! Falta planeamento, os projectos viáveis são por norma reprovados por normativas que não estão adequadas, nem ao nosso território nem à nossa estrutura de propriedade. Urge implementar verdadeiros planos de fomento, aliás, à imagem daquilo que se fez neste país no tempo do Estado Novo. 
Reverter os negócios ruinosos que retiraram ao controle dos portugueses sectores  de importância nacional, dou como exemplo as barragens, poderei também indicar o sector energético e a gestão dos recursos hídricos.



Deixar mais dinheiro nas mãos dos particulares, baixar substancialmente a pesada carga fiscal, fazendo dessa forma que a iniciativa privada se substitua em parte a uma máquina do Estado já sobejamente conhecida por ser um sumidouro do dinheiro dos contribuintes sem que haja percepção ou melhoria dos serviços e da administração pública, na prática em vez de sermos servidos pela máquina do Estado, passámos a ser nós os servidores do Estado, ou seja vivemos num Estado que tudo domina, vivemos num Estado parasitário, para ser franco, vivemos num sistema comunista no qual a propriedade privada nos está vedada, passámos a ser arrendatários daquilo que julgamos ser nosso!!!

Olhando para as empresas de capital público ou misto, só não vê quem não quer, os nossos governantes privatizaram os lucros e nacionalizaram os prejuízos, olhemos para a TAP, Carris, Metro, CP, RTP e tantos outros sumidouros dos dinheiros públicos, e já agora, a tal questão do utilizador pagador, quem usa ou usufrui desses serviços que os pague!!! Que sentido faz, alguém que vive no interior do país, gente que nunca utilizou, nunca teve acesso e não necessitou de um determinado serviço ser taxado em impostos para pagar aquilo a que nunca teve direito ou utilizou?


Poderemos deixar aqui outra achega, as tais de PPP´s rodoviárias, porque razão não se acaba com essa pouca vergonha, que sentido faz, nas regiões do interior do país e sem que haja alternativas termos que pagar taxas de portagem exorbitantes, falam-nos de utilizador pagador, mas então em que ficamos, pagamos por utilizar estas vias e ainda pagamos as mordomias dos eleitores dos grandes centros, e depois admiram-se de ver o interior a ficar envelhecido e demográficamente numa miséria, um deserto!!!
Privatizem-se as empresas públicas, deixem de fora apenas aquelas que tenham a ver com estratégia nacional, neste caso, as do sector energético, a saúde e a gestão dos recursos hídricos.
Fazer uma gestão da nossa Zona Económica Exclusiva, fazer uma gestão integrada dos nossos recursos subaquáticos, relançar o sector das pescas, a transformação e devolver aos portugueses o direito a pescar nas nossas águas, isto de ter a maior plataforma marítima da Europa e importarmos a grande maioria do pescado que consumimos é senão muito estranho, é anedótico, até porque muito do peixe que importamos é pescado nas nossas próprias águas, enfim!!!


Dar mais poder aos municípios, tendo em especial atenção o sector do urbanismo, não entendo como se continua a dar alvarás para novas construções quando vemos os núcleos habitacionais ao abandono, basta olharmos para o estado miserável dos centros de algumas das nossas cidades, vilas e aldeias, se olharmos com atenção em breve os outrora núcleos serão meros vazios, ruínas, espaços vazios onde antigamente havia o movimento proporcionado pelo pequeno comércio, pelos serviços e sobretudo pela habitação nesses mesmos espaços.

 Poderemos também abordar o tema da banca que tanta tinta tem feito correr, uma vergonha, quiçá o maior exemplo da falta de justiça neste país, um sector parasita dos cofres públicos, falo neste caso de Banca Privada, se eram bancos privados, porque razão teremos que ser nós, os contribuintes a pagar o monumental buraco deixado por razões diversas, começando por gestão danosa, e acabando na prostituição entre a política e a finança. Quem não se lembra do BANIF, do BPP, do BPN, do BES e outros, neste caso sou bastante pragmático, nacionalizem-se a totalidade dos bancos, já que somos nós os contribuintes a suportar as suas perdas, porque não sermos nós os donos e usufrutuários dos serviços dos mesmos?
Com um buraco monumental, com pornográficas injecções de capital, e sabendo nós que os donos ou gestores desses bancos estão imunes à justiça, acho tudo muito estranho, não se nota indignação, não se vê protestos nem arruadas, tudo continua impávido e sereno!!!


Para concluir, apesar de muito mais haver a dizer, andamos drogados, é o COVID, é o futebol, é a palhaçada, o circo da política, exultamos com tudo isso, seguimos ufanos, alienados da realidade, continuamos a olhar para o lado, a pobreza é real, segundo a estatística já temos um terço da população a viver abaixo do limiar da mesma, as filas para a sopa dos pobres já começam a ser uma das imagens do regime, e paradoxalmente insistimos em negar o óbvio, este país está a naufragar, tempos difíceis virão.
Não pensem que voltaremos ao nível de vida anterior ao desta crise montada pelos donos do sector financeiro, na verdade tudo isto foi bem estudado, mais uma vez, e como em outras alturas da História, seremos vergados pela fome, pela necessidade, a História da Humanidade caracteriza-se pelos seus ciclos, enfim, vamos continuar a viver impávidos e serenos este paradigma, ou vamos começar a pensar pelas nossas cabeças e a regressar ao espírito de comunidade que nos caracterizou outrora?

Recordo-vos uma frase do saudoso Professor Hermano Saraiva.

"Nunca fomos muito, mas enquanto fomos todos, fomos sempre os bastantes!"

Quis o grande vulto da nossa cultura dizer, enquanto andar-mos a olhar para o nosso umbigo, enquanto não nos unirmos, enquanto não formarmos uma verdadeira comunidade todos a lutar por um bem comum, nunca seremos nada, não passaremos de um rebanho tresmalhado e à mercê de todas as ameaças!
O espírito de uma democracia partidária destruiu o espírito de Nação, voltou os portugueses uns contra os outros, fizeram de nós um povo individualista, vaidoso, ignorante e invejoso...

Por enquanto continuamos o mesmo povo de mansos, resta saber até quando!!!!

Estamos no início de um novo ano, por que não nos esforçarmos por que seja este o ponto de viragem, o início de uma nova era, o renascer desta Nação?

Bom ano a todos.

Desculpem qualquer coisinha.

Alexandre Sarmento

Como apareceram os socialistas.

  COMO APARECERAM OS SOCIALISTAS Originalmente os humanos começaram a organizar-se em pequenos grupos de caçadores/recolectores nómadas. No ...