Os sinais continuam a manifestar-se. Todos os dias, a todos os instantes. E, embora sejam tão notórios, tão flagrantes, as massas continuam cegas, ou em negação, e mergulhadas na mais patética ignorância.
O preço dos combustíveis a subir em flecha (para o qual o governo aconselha as pessoas a poupar!), o custo de vida cada vez mais insuportável para uma grande percentagem da população (a quem o governo atira, em cínicos gestos filantrópicos e natalícios, uma esmola!), o serviço nacional de saúde a afundar-se (que o governo constantemente promete melhorar!), os mosquitos largados na capital (com todas as justificações sonantes, menos a verdadeira!). Estes são apenas alguns dos exemplos incontestáveis de que a agenda globalista/elitista/sionista continua a avançar impávida, serena e implacavelmente.
Portugal já não engana ninguém. A destruição paulatina do país é notória. A (in)acção do governo demonstra, sem qualquer equívoco, que o país obedece e implementa a agenda segundo as instruções da elite globalista/sionista. Perdeu, não só a soberania, como também a identidade nacional e cultural, e mergulhou na mais humilhante vassalagem a todos os execráveis do planeta. E as massas, essas, na sua esmagadora maioria mentalmente mutiladas e reprogramadas, ainda acreditam que governos e partidos são a solução, ainda acreditam que a Rússia é o inimigo, que os muçulmanos são todos terroristas, que a Covid existe e que as injecções letais contra o pretenso vírus são vacinas seguras e eficazes, ainda acredita que buzinões e marchas lentas são formas de luta eficientes.
A cada fechar de olhos à iniquidade, a cada desculpar da perversidade, a cada fortalecimento de dogmas e crenças, a cada acto de acreditar na mentira e descartar a verdade, a cada assentimento e seguimento das narrativas e das propagandas, a cada encolher de ombros perante a perfídia, o crime e a corrupção, mais se consolida o ambiente propício para o desenrolar de um sinistro Armagedão orquestrado.
Isabel Conde
