sábado, 12 de setembro de 2026

11 de Setembro, a grande farsa!!!

 


Como Refutar a Termite no 11 de Setembro

[Nota minha: Eis um interessante e bem documentado artigo acerca do 11 de Setembro. Com esta publicação encerro o tema, pelo menos até ao próximo ano em que, sem qualquer dúvida, voltarão a manifestar-se milhares de crédulos.]

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As provas da presença de termite no World Trade Center (WTC) em 11 de Setembro são extensas e convincentes. Estas provas acumularam-se a tal ponto que podemos dizer que a presença de termite no WTC já não é uma hipótese, mas sim uma teoria testada e comprovada.

Por conseguinte, não é fácil refutá-la. Mas a maneira de o fazer não é difícil de compreender.

Para refutar a teoria da termite, é preciso, em primeiro lugar, compreender as provas que a sustentam e, em seguida, demonstrar como todas essas provas estão erradas ou podem ser explicadas por outros fenómenos. Aqui estão as dez principais categorias de provas da presença de termite no WTC.

1. Metal fundido: Existem numerosas fotografias e testemunhos oculares da presença de metal fundido no WTC [1º comentário], tanto nos edifícios como nos escombros [2º comentário]. Não foi apresentada qualquer explicação legítima para estas provas, para além da reacção exotérmica da termite que gera as temperaturas requeridas e produz ferro fundido como produto.

2. Os incêndios no Ground Zero não puderam ser extintos durante vários meses. Apesar da aplicação de milhões de galões de água à pilha de escombros, de vários episódios de chuva no local e da utilização de um agente químico de extinção de incêndios, os incêndios não se extinguiam. Imagens térmicas captadas por satélite mostraram que as temperaturas na pilha de escombros estavam muito acima das esperadas nos escombros de um incêndio típico numa estrutura. Só a termite, que contém o seu próprio oxidante e, portanto, não pode ser extinta por abafamento, pode explicar esta evidência.

3. Numerosas testemunhas oculares que fugiam da zona descreveram a massa de ar como um vento quente cheio de partículas em chamas.[1] Esta evidência está de acordo com a presença de grandes quantidades de subprodutos da termite no ar, incluindo microesferas metálicas quentes e aglomerados de termite ainda em reacção.

4. Numerosos veículos ficaram chamuscados ou incendiados na área. As provas fotográficas mostram que os carros estacionados nas áreas de garagem dos pisos inferiores do complexo do WTC arderam como se tivessem sido atingidos por um vento extremamente quente, tal como o descrito pelas testemunhas oculares. Todas as peças não metálicas dos carros, incluindo o plástico, a borracha e o vidro, foram completamente queimadas por uma rajada de calor.

5. Estava presente um «fumo branco» diferente — claramente diferente do fumo causado por um incêndio estrutural normal —, conforme indicado pelas testemunhas oculares e pelas provas fotográficas.[2] O segundo produto principal da reacção da termite é o óxido de alumínio, que é emitido como um sólido branco pouco depois da reacção.

6. Investigações científicas revistas por pares confirmaram a presença de temperaturas extremamente elevadas no WTC [3º comentário]. As altas temperaturas foram comprovadas pela presença de microesferas metálicas e de outro tipo, juntamente com metais e silicatos evaporados. Estas conclusões foram confirmadas pelos investigadores do 11 de Setembro e por cientistas de uma empresa independente e do United States Geologic Survey.

7. A composição elementar das microesferas metálicas [4º comentário] provenientes do pó do WTC corresponde à das microesferas metálicas produzidas pela reação da termite.

8. Os dados ambientais recolhidos no Ground Zero nos meses que se seguiram ao 11 de Setembro indicam que ocorreram incêndios violentos, como os produzidos pela termite, em datas específicas. Análises científicas revistas por pares [5º comentário] destes dados mostram que os componentes da termite atingiram níveis extraordinários em datas específicas, tanto no ar como nas emissões de aerossóis no Ground Zero.


9. Foram encontrados nanotubos de carbono na poeira do WTC e nos pulmões dos socorristas do 11 de Setembro [6º comentário]. A formação de nanotubos de carbono requer temperaturas extremamente elevadas, catalisadores metálicos específicos e compostos de carbono exactamente iguais aos encontrados nas formulações de nanotermite. Os investigadores descobriram que a nanotermite produz os mesmos tipos de nanotubos de carbono [7º comentário]. Essa descoberta foi confirmada por uma análise independente realizada num laboratório comercial contratado.

10. Uma publicação científica revista por pares identificou a presença de nanotermite [8º comentário] no pó do WTC. Um dos aspectos fundamentais desse artigo foi confirmado por um cientista independente [9º comentário]. A comparação visual entre os resíduos de nanotermite e as partículas encontradas [10º comentário] no pó do WTC é notável.

Há também muitas provas indirectas a favor da teoria da termite. Estas incluem as tentativas da agência governamental NIST de minimizar as provas a favor da termite. Incluem também coisas como o fraco esforço do National Geographic Channel, de Rupert Murdoch, para desacreditar a capacidade da termite de cortar aço estrutural, o que foi, por sua vez, categoricamente refutado por um investigador independente [11º comentário]. É agora inquestionável que a termite pode cortar aço estrutural, tal como necessário para uma demolição.

Por conseguinte, refutar a teoria da termite no WTC não é fácil, mas é muito simples. Fazê-lo requer, simplesmente, abordar as provas acima enumeradas ponto por ponto e demonstrar, em cada caso, como uma hipótese alternativa pode explicar melhor essas provas. Dada a base científica da teoria da termite, o uso do método científico, incluindo experiências e publicações revistas por pares, seria essencial para qualquer esforço de refutação.

É quase certo que é por isso que não vimos essa refutação. Em vez disso, as pessoas que trabalham para refutar a teoria da termite no WTC recorreram ao que poderia chamar-se um estudo de caso sobre como NÃO responder a provas científicas.

Os refutadores fracassados da teoria da termite produziram:

• Milhares de comentários em salas de chat e outras publicações, mas nem um único artigo científico revisto por pares.
• Hipóteses alternativas que têm pouca ou nenhuma evidência que as sustente. Por exemplo, a hipótese da mini-bomba nuclear [12º comentário] e a hipótese do «Raio da Guerra das Estrelas».
• Cientistas do governo a declarar [13º comentário] que as evidências simplesmente não existem.
• Tentativas de exagerar o significado das evidências, por exemplo, afirmando que a termite ou a nanotermite não poderiam ter causado todos os efeitos observados no WTC.
• Esforços enganosos para apresentar os contratados do governo [14º comentário] que elaboraram os relatos oficiais como cientistas independentes.

O último destes métodos tem sido o mais popular. Na tentativa de refutar a décima prova da presença de termite no WTC, o contratado do NIST, James Millette, elaborou um artigo não revisto que alega replicar a descoberta de nanotermite no pó do WTC. Aparentemente, isto foi organizado na esperança de que tal acção pudesse desacreditar todas as provas da presença de termite no WTC.

Millette é muito conhecido por ter ajudado a elaborar os relatórios oficiais sobre a análise do pó do WTC [15º comentário]. Foi responsável pela elaboração do formulário usado para a triagem prévia de todos os materiais encontrados na poeira, antes de qualquer análise por parte dos investigadores oficiais. Esses relatórios oficiais não mencionaram nenhuma das provas acima enumeradas, em particular não referindo as abundantes microesferas de ferro espalhadas pela poeira do WTC. Além disso, a equipa do relatório oficial de Millette não encontrou quaisquer lascas vermelho-acinzentadas, muito menos nanotermite.

Enquanto trabalhava para refutar a investigação sobre a termite no WTC, Millette continuava sem conseguir encontrar quaisquer microesferas de ferro. No entanto, afirmou ter finalmente encontrado as lascas de cor vermelho-acinzentada. Curiosamente, não tentou replicar os testes que iriam determinar se essas lascas eram de natureza termítica.

Alegando ter encontrado as lascas, Millette realizou uma análise XEDS para determinar a composição elementar, mas não realizou nenhum dos outros testes, incluindo BSE, DSC, o teste da chama, o teste MEK ou a medição da resistividade das lascas. Tendo inexplicavelmente «incinerado» as lascas a 400 °C num forno de mufla, provando assim que não se tratavam dos materiais em questão (que se inflamam a 430 °C), Millette ignorou o restante do estudo que se tinha proposto replicar.

Como não realizou o teste DSC, não pôde efectuar a análise XEDS das esferas formadas a partir das lascas. Uma vez que ainda não tinha encontrado esferas no pó, não pôde testá-las, o que lhe permitiu ignorar a análise das esferas resultantes da reacção da termite.

Millette baseou a sua argumentação na FTIR, análise que eu também realizei em pedaços do pó do WTC, mas com um resultado muito diferente. Tal como o artigo de Millette, o meu trabalho de FTIR ainda não faz parte de uma publicação revista por pares e, por conseguinte, não deve ser considerado como prova conclusiva. Tem havido menos urgência neste trabalho complementar porque o que foi feito até à data não recebeu qualquer resposta legítima por parte do governo ou de grande parte da comunidade científica. Esse facto lamentável deveria ser o ponto central de debate hoje em dia.

Em todo o caso, Millette tentou realizar apenas um décimo dos testes na sua tentativa de replicar (ou refutar) um décimo das provas da presença de termite no WTC. A sua «abordagem de um por cento», não revista por pares foi, não obstante, muito convincente para muitas pessoas, incluindo algumas das que elaboraram os relatórios oficiais [16º comentário] sobre o 11 de Setembro. Mas é óbvio para outros que o trabalho de Millette não erau uma replicação em nenhum sentido da palavra.

Aguardo com expectativa o artigo científico revisto por pares que finalmente reproduza o artigo sobre a nanotermite ou qualquer um dos outros artigos científicos revistos por pares que documentem as provas da presença de termite no WTC. Esperemos poder abordar esses esforços sem preocupações quanto às fontes e sem recordar todo o engano e manipulação que os precederam.

Até lá, é importante reconhecer a diferença entre a aparência superficial da ciência e a verdadeira prática da ciência. Ignorar 90 por cento das provas não é científico. E a replicação dos 10 por cento significa, na verdade, repetir o trabalho.

Se os refutadores da termite e os defensores de hipóteses alternativas conseguirem encontrar a coragem e o empenho para enfrentar esse desafio, talvez possam começar a contribuir para o debate.

Kevin Ryan
(Químico, antigo director de laboratório e voz de destaque no movimento pela Verdade sobre o 11 de Setembro. Pode ler mais sobre o seu trabalho no seu blogue [17º comentário]. Pode também ver o seu testemunho nas Audiências de Toronto sobre o 11 de Setembro aqui [18º comentário], o seu vídeo sobre os paralelos entre o 11 de Setembro e a Covid aqui [19º comentário] e a sua entrevista no âmbito da nossa série Covid19/11 aqui [20º comentário].)

29.Setembro.2022

(Tradução de Isabel Conde) 

Notas:
[1] Aqui estão apenas alguns exemplos do vento quente:
«Então, a nuvem de poeira atingiu-nos. Depois ficou mesmo muito quente. Parecia que ia quase incendiar-se.» — Thomas Spinard, FDNY Engine 7
«Uma onda — uma onda de calor quente, densa e negra — atirou-me para o fundo do quarteirão.» — David Handschuh, Daily News de Nova Iorque
«Enquanto corria, algo quente atingiu-me nas costas, porque não tive tempo de voltar a vestir o casaco, e fiquei com algumas — bem, acho que foram queimaduras de primeiro e segundo graus nas costas.» — Marcel Claes, bombeiro do FDNY
«E depois fomos engolidos pelo fumo, o que foi horrível. Uma coisa de que me lembro é que era quente. O fumo era quente e isso assustou-me” – Paramédico Manuel Delgado
“Lembro-me de ter entrado no túnel e de haver uma quantidade incrível de vento, detritos, calor…” – Brian Fitzpatrick, bombeiro do FDNY
“Uma enorme, enorme rajada de vento quente, fumo, poeira e todo o tipo de detritos atingiu-me” – Bombeiro Louis Giaconelli
“Soprou aquele vento extremamente quente e ficou escuro como a noite, e não se conseguia respirar» — Bombeiro Todd Heaney
[2] Por exemplo, ver Joel Meyerowitz, Aftermath: World Trade Center archive. Phaldon Publishing, Londres, p. 178. Ver fotografia do acontecimento de 08/11/01 que mostra uma mudança impressionante e imediata das emissões semelhantes a nuvens provenientes da pilha de escombros, passando de fumo escuro para uma nuvem branca.




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