sexta-feira, 7 de agosto de 2026

Quando todos fomos os bastantes!!!

 


Tal como um dia num discurso o nosso saudoso e ilustríssimo José Hermano Saraiva definiu a nossa índole, a nossa raça e alma, a nossa Nação Valente e Imortal, quando fomos verdadeiramente Portugueses...

"Nós nunca fomos muitos, mas enquanto soubemos ser todos, fomos sempre os bastantes"

Realmente, nunca nos demarcámos pela quantidade, mas sim, pela qualidade, pela tenacidade, pela fibra, pela vontade, pela resiliência e pelo orgulho da nossa herança genética, a nossa história, pelo orgulho nos nossos idos e pelo sangue, suor e lágrimas por eles derramado.
Temos em José Hermano Saraiva e António de Oliveira Salazar dois grandes exemplos daquilo que fomos e do que deveríamos ser, verdadeiros exemplos, homens de sabedoria, inteligentes, honestos e verdadeiros exemplos para as futuras gerações, homens que tudo fizeram, tudo deram pelo futuro da Nação, homens de verdade, que falavam verdade, tal como umas palavras um dia proferidas por Salazar, infelizmente por muitos esquecidas...

"É preciso que gritemos tão alto a verdade, que demos tal relevo à verdade que os surdos a ouçam e que os próprios cegos a vejam."

Aqui fica um testemunho sobre a índole e honestidade moral e material de Salazar pela voz do grande historiador...

«Como ministro pouco contacto tive com ele [Oliveira Salazar]. A ideia que tinha dele era realmente a de um justo, no sentido religioso do termo. E uma homem com uma inteligência privilegiada. Grande escritor e de um grande humanismo - naqueles 40 anos não há "casos", não houve nada disso. Muito coerente, não era democrata, não acreditava na democracia. Mas alguém acredita? Contam-se umas tretas, convence-se uma malta... Mas voltando ao Salazar, penso que o país lhe deve muito. E chegou ao fim na miséria. Eu ajudei a pagar a conta dele do Hospital da Cruz Vermelha. Não há outro caso de estadista deste género. Era um homem com um grande respeito pela verdade.»

Alexandre Sarmento 

Sem comentários:

Enviar um comentário

Quando todos fomos os bastantes!!!

  Tal como um dia num discurso o nosso saudoso e ilustríssimo José Hermano Saraiva definiu a nossa índole, a nossa raça e alma, a nossa Naçã...