terça-feira, 11 de agosto de 2026

O ataque terrorista do 15 de Março de 1961

 


«Na manhã de 15 de Março de 1961, 200 portugueses de raça branca e 300 portugueses de raça negra foram selvaticamente assassinados no decurso de uma incursão terrorista no Norte de Angola. Nessa manhã, um grupo de 4000 terroristas atacou a roça experimental situada na pequena aglomeração de Nova Caipemba. Um sobrevivente, Manuel Lourenço Alves conta os seguintes factos: "O assalto começou às seis horas da manhã em todas as casas pertencentes à roça, fossem elas ocupadas por europeus, negros ou mulatos - todas elas foram atacadas ao mesmo tempo. As mulheres foram arrastadas para fora das suas casas com os seus filhos. Perante as suas mães, os terroristas começaram então a cortar os braços e as pernas das crianças e divertiram-se a brincar com os membros em pedaços numa imitação grotesca do jogo de futebol. Depois as mulheres e as raparigas foram despidas, violadas e cortadas aos bocados. Isto é um exemplo do que se passa nos nossos dias um pouco por toda a parte do mundo. Estes actos, de uma incrível selvajaria, são realizados, de uma maneira deliberada e premeditada, por homens cujo único fim é o da destruição dos valores humanos e da vida humana. Os patrões velhacos, que financiam, fiscalizam e encorajam por toda a parte a causa comunista, vivem nos seus palacetes particulares no Oeste, sem que os títeres, que fazem o seu repugnante trabalho, tenham a menor suspeita do papel que desempenham. Os patrões dos bonecos zombam perdidamente da morte violenta de milhões de seres tal como de moscas se tratasse. A sua guerra é total: as suas vítimas mais débeis e mais impotentes são crianças, tanto a Este como a Oeste"».

Deirdre Manifold («Fátima e a Grande Conspiração»).

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