quarta-feira, 11 de março de 2020

11 de Março, um relato na primeira pessoa!


Texto escrito pela pena de um amigo que muito considero, um homem vertical, um homem verdadeiro, um homem honesto e frontal, um homem sem as palas do politicamente correcto, um homem consciente e um ser humano ímpar a quem agradeço o favor de ser meu amigo.

Aqui fica o meu agradecimento ao meu caríssimo amigo José Luiz da Costa Sousa por me ter permitido publicar este verídico testemunho, deixo aqui um grande abraço e obrigado por existir, meu Comandante.

Alexandre Sarmento


Resultado de imagem para 11 de Março 1975



Objectivos do 11Mar75: 

1º Neutralizar fisicamente (prender) todos os militares e civis relevantes, identificados como potenciais opositores ao processo descolonizador pró URSS, enjaulando-os em Caxias, até finalização da descolonização.
2º Acelerar o processo descolonizador o mais possível.
3º Acelerar o processo de comunização em geral de Portugal, e consolidar o poder do PCP.
O 11Mar75 e o 25Nov75 foram duas ocorrências extraordinárias do processo revolucionário iniciado em 25Abr74, nas quais as tropas Paraquedistas foram magistralmente manipuladas e usadas para fins políticos complexos, de que estas, eventualmente, não tiveram consciência plena, nem no acto e, porventura, nem á posteriori.
Ambos estes eventos se complementaram em termos dos interesses políticos, internacionais e nacionais, despoletados pelo 25Abr74 e, foram apenas capítulos diferentes e críticos dum mesmo plano geral e obra dos mesmos planeadores, que não foram os ditos e reditos à opinião pública, estes, foram meros “executores desses planos”, uns mais conscientes e outros menos ou zero.
Nada em tais processos aconteceu por geração espontânea ao acaso das políticas em curso, ou dos Capitães em movimento, não, havia planos e planos para os planos, vindos da URSS, pelas mãos dos agentes portugueses.
As versões oficiais destes eventos contam outras histórias mais conformes com os interesses formais dos vencedores dos mesmos, mas, nada demais, são apenas as sabidas e consabidas duas faces da política, uma, o “show da correção política” das ribaltas dos média e dos políticos para consumo e manipulação do Povinho e, a outra, é a “Real Politik”, a mais das vezes muito diversa se não oposta á oficial, hermética, quiçá dita conspiracionista e, como tal, desconhecida e não considerada.
O 11Mar75 foi uma clássica “golpada” política, uma armadilha primária e básica, para neutralizar adversários e avançar com urgentes objectivos políticos, que ultrapassavam, e muito, os interesses de Portugal.
A estratégia destas “golpadas” consiste em pré planear e gerar intencionalmente factos políticos, que choquem dramaticamente a opinião pública, e que propiciem a sua imediata manipulação pela comunicação social e pelos políticos de serviço ao golpe, para lhe criar paixões, opiniões e atitudes, orientadas no sentido político pretendido.
Construída e dirigida a opinião do Povo para os objectivos pré-definidos, depois é só executá-los através desse mesmo povo, ou com ele, ou pelo menos com o seu beneplácito, caso do 11Mar75.
Esta “estratégia golpista” foi usada em Portugal pós 25Abr74, no 28Set74, no 11Mar75, no 07Set74 em Moçambique e no 25Nov75.
É uma das “engenharias” sistemáticas e standard das grandes políticas internacionais, chamam-lhe em gíria “false flag attacks”, ou sejam “ataques de bandeira falsa”, executam-se sob as tais bandeiras falsas, para depois inculpar e ou eliminar os donos reais dessas bandeiras, por norma, inocentes no caso.
Porquê o 11Mar75, e como é que foi montado?
Logo após o 25Abr74, o poder político em Portugal ficou controlado por “gentes e agentes” da URSS, uns mais conscientes disso e outros menos, cujos objectivos prioritários eram garantir a entrega imediata das nossas colónias aos movimentos da URSS lá existentes, através da chamada descolonização.
Mas algumas das figuras relevantes do 25Abr74 e do País mantiveram consciência dos superiores interesses nacionais, e manifestavam oposição à consumação de tais objectivos, como por exemplo, o General A. Spínola e muitos outros militares e civis, que defendiam outras soluções, sob a bandeira de Portugal.
Havia, pois, que os afastar ou neutralizar, como?
Usando a estratégia da “golpada” política atrás referida e metê-los em “enxovias”, sossegados pelas grades, até á descolonização final; assim aconteceu.
Os estrategas da “golpada” definiram os agentes a usar, os inimigos a eliminar, o tipo de “facto político” a produzir para esse fim, o lugar e o tempo próprios para o levar à execução.
Os paraquedistas foram os agentes a usar, por serem uma tropa especial de intervenção, prestigiada, de elevada visibilidade e com impacto forte garantido na opinião pública, tendo sido atempadamente infiltrados e doutrinados politicamente para o efeito, em particular, as suas classes de base.
Foi decidido também que o facto político a criar seria uma “emboscada político militar” contra os Paraquedistas, a executar no dia 11Mar75 com um qualquer isco, e a montar no RALIS, Unidade Militar em Lisboa, onde se aquartelava um irresponsável extremismo revolucionário.
Entre os portugueses conscientes do desastre político em curso em Portugal, e que detinham algum poder para a ele se oporem, em particular à descolonização e à sovietização do País, militares e civis, foi fácil criar entre eles uma predisposição de vontades para se fazer algo que o travasse, e como tal se manifestaram, foram referenciados e listados como reacionários.
Os “inimigos” a neutralizar estavam definidos.
O General Spínola, ao resignar da Presidência da República em 30Set74, tornou-se o polarizador destes descontentamentos, que nunca passaram do verbo, mas, se lhes surgisse uma oportunidade iriam talvez aproveitá-la, na medida do possível, para contrariar a tragédia nacional em curso.
Essa oportunidade foi pré planeada e criada, e foi-lhes oferecida na bandeja da armadilha “político militar” no RALIS, contra os paraquedistas, mas que aparentou, inicialmente, ser uma oportunidade de travar os radicalismos revolucionários em curso.
O contexto político e o tempo útil para descolonizar em favor exclusivo da URSS passava, e urgia levar à execução a tal golpada, para acelerar as descolonizações, em particular as duas mais relevantes, Moçambique e Angola, que ocorreram logo a seguir, em Junho e Novembro.
Especialistas do KGB (o Cor. Mankeiev, etc.), os “agentes” portugueses da URSS e acólitos vários, desenharam a manobra, simples e primitiva, mas efectiva.
O local escolhido para a dita “emboscada político militar”, o RALIS (Regimento de Artilharia Ligeira à saída de Lisboa), era controlado por um visio revolucionário radical, cognominado popularmente pelo “Fittipaldi das Chaimites”, por óbvias razões, e que serviu caninamente tal desiderato.
Ele e um seu adjunto foram ambos promovidos por distinção, pelos feitos e contrafeitos do 11Mar75; pois desempenharam os seus papéis a preceito.
O isco utilizado para a armadilha foi infantil, mas funcionou; puseram a correr o rumor que o RALIS acoitava um grupo de “Tupamaros”, guerrilheiros comunistas sul-americanos, que tinham vindo a Portugal para executarem a “Matança da Páscoa”, ou seja, a eliminação física dos tais opositores potenciais à descolonização e à sovietização de Portugal, demonizados, entretanto, como anti conquistas de Abril, e feitos constar numa célebre “Lista da Matança da Páscoa”, também posta a correr, com o General Spínola à cabeça.
O Comandante do Regimento de Paraquedistas em Tancos, na manhã de 11Mar75, recebeu uma mensagem oficial classificada, chegada na noite de 10 para 11Mar pelas transmissões militares, oriunda do Chefe do Estado Maior da Força Aérea, e que ordenava o avanço imediato dos paraquedistas sobre o Ralis, para ali neutralizarem os “Tupamaros”.
O Comandante Rafael Durão confirmou tal ordem com as respectivas fontes, tendo-lhe sido garantido que o próprio Presidente da República, General Costa Gomes, estava ciente de tal acção e, militar como era, mandou aprontar e avançar as tropas.
Uma Companhia de paraquedistas embarcou em helicópteros e deslocou-se para o RALIS, para cumprir a missão.
Ali desembarcados, os paraquedistas foram cobardemente emboscados pela História; valeu o bom senso, que se releva como de excepção, do Comandante Paraquedista da Operação.
Os autores da “golpada” tinham já em espera e pré posicionados no exterior do RALIS, a Televisão e o “Povo” previamente convocados, actores e factores críticos e essenciais destas manigâncias políticas.
Por testemunho pessoal e presencial, na pessoa do adjunto do “Fittipaldi das Chaimites”, sei que este célebre Capitão do RALIS, nesse dia, chegou às 7 da manhã ao quartel, onde por norma chegava bem mais tarde; porquê?
Chegou e chamou de imediato os quarteleiros do material de guerra a quem ordenou a instalação de metralhadoras normais e antiaéreas em posições estratégicas no interior do quartel, guarnecidas com munições reais e atiradores, em espera.
O distinto Capitão sabia, pois, da vinda dos Paraquedistas e dos aviões da FAP, os T6´s, que ainda sobrevoaram o RALIS, para eventual apoio aéreo aos paraquedistas, e estava instruído para actuar como o fez, ou seja, fazia parte da emboscada contra os paraquedistas.
Heli desembarcados os paraquedistas, frente ao quartel e aos “actores do evento “: - o Povo, a TV e outros Média, estes já emboscados em posição no palco do terreno, prontos a entrarem em acção em cumprimento do “guião/script do PCP”, logo começou a peça de teatro ensaiada em formato de tragédia grega, mas à portuguesa.
Em revolta, de alma revolucionária ao peito, o Povo avança para os paraquedistas e grita, chora, lamenta, implora, ameaça e, abrenúncio, chama-os de reaccionários, traidores do povo, e cruz credo, anti conquistas de Abril!
Face a tal choro e ranger de dentes da arraia miúda, não há paraquedista que resista!
Arrasados psicologicamente, os paraquedistas abraçam-se aos manipulados e manipuladores “povinhos” e vice-versa e, foram neutralizados.
A TV e afins tudo filmavam, reportavam e transmitiam Portugal fora, para manipulação da opinião pública, repetindo intensiva e continuadamente tratar-se dum golpe da Direita contra as “conquistas de Abril”, liderado pelos “reaccionários”, os tais da Lista da Matança da Páscoa, ou sejam, todos aqueles que os agentes da e pró URSS pretendiam neutralizar, por os considerarem opositores á descolonização e à sovietização do País.
Enraivecidos, intoxicados e cegos pela propaganda mediática, os militares “progressistas” e a acéfala turba multa do “zé povinhos” desceram às ruas em incontroladas ferocidades revolucionárias e iniciaram a “caça às bruxas”, perseguindo e prendendo todos os que encontraram da dita lista e não só.
A Prisão de Caxias, nesses tempos áureos de amplas liberdades de Abril, em oposição à feroz ditadura salazarista, encheu-se com “opositores políticos”, culpados de nada a não ser de pensarem, e ali foram enfiados sem mandado de prisão e sem quaisquer procedimentos legais, apanhados ao molho, onde calhou, pela marabunta Zé Povinha e Zé Militar, em paroxismos psicopáticos de sovietismos e maoismos agudos e galopantes, dos cérebros invalidantes; e ali ficaram esquecidos nas enxovias, mais de um ano!
Um degradante espectáculo pré-medieval, anti todas as democracias, todos os direitos ou tortos e todas liberdades alegadas e por alegar.
Nessa noite, a loucura revolucionária, em clímax, ejaculou-se plenamente numa Assembleia Geral do Movimento das Forças Armadas, dita selvagem, os militares votaram, maioritariamente, a favor do fuzilamento dos prisioneiros, militares e civis!
Por “milagre” houve figuras revolucionárias, com algum bom senso remanescente, o então Presidente da República, general Costa Gomes e um conhecido Capitão de Abril, que se opuseram com força e sucesso a tal barbaridade, pois sabiam da tramoia, ou seja, da inocência dos potenciais fuzilados.
Mas a discussão foi acesa, houve cadeiras no ar no decurso da refrega do fuzilar ou não e, finalmente, as cadeiras no ar mais contundentes decidiram democraticamente não fuzilar. Inacreditável, mas verdade!
O General Spínola helitransportou-se à pressa em fuga para Espanha, no percurso aterrou em Tancos, para que o Comandante do Regimento de Paraquedistas, Coronel Durão, com ele fugisse também.
Militar por excelência e condição, na alma e na atitude, o Comandante dos Paraquedistas recusou a fuga e disse: -
“Fico, não vou! Pois apenas cumpri ordens legais!
O Comandante Rafael Durão do Regimento dos Paraquedistas e S.Exa. o General Spínola.
Honre-se a Pátria de tal Gente! Mas tal madrasta Pátria meteu-O na prisão de Caxias, juntamente com todos os outros, conforme os planos, e por ali jazeram até se finalizarem as descolonizações pró URSS, não fossem eles perturbar o processo.
O 11Mar75 foi obra e sucesso total da URSS, do PCP e seus agentes em Portugal e nunca, mas nunca, dos ditos reacionários da lista e, muito menos, dos Paraquedistas.
Consumada a descolonização em favor total da URSS, sendo a última a de Angola a 11Nov75, começaram então a soltar “sorrateiramente” todos os prisioneiros do 11Mar74 ditos reacionários, um a um, pois já não constituíam obstáculo a nada.
Mandaram-nos embora assim, sem julgamento, sem explicações, sem compensações, depois de presos quase um ano, sem qualquer acusação formal, à boa laia feudal, anterior ao habeas corpus.
E digo “sorrateiramente”, porque havia sido prometido mil vezes ao Povo, um julgamento intransigente e exigente do 11Mar75.
Por exemplo, o Coronel paraquedista Rafael Durão, Comandante do Regimento de Paraquedistas de Tancos, meu Comandante em Angola, e que foi dos mais dignos, competentes, patrióticos e nobres militares de sempre em Portugal, foi atraiçoado e cobardemente preso nesta circunstância.
Prometeram-lhe julgamento, que nunca aconteceu; um ano depois foram-lhe dizer ao cárcere que podia sair em liberdade, disse que nunca o faria antes de ser julgado… permaneceu preso… pediram-lhe por favor para sair e não insistir no julgamento… recusou-se novamente e permaneceu preso… só depois, quando um seu amigo oficial paraquedista foi lá explicar que nunca haveria julgamento nenhum por razões políticas, só então, sem outra solução, aceitou sair.
Como é óbvio o julgamento de tal mentira não podia ser feito, e nunca o foi, não fosse saber-se esta verdade, aqui explanada.
O 11Mar75 foi usado para afastar quem poderia complicar ou atrasar a descolonização e para a acelerar e garantir que seria feita total e exclusivamente a favor da URSS, e ainda para acelerar a “comunização” do País, tendo-se nacionalizado de imediato e selvaticamente a Banca, as grandes empresas, feita a pseudo “reforma agrária”, etc… enfim, foi o destruir total da economia nacional.
Os objectivos pré planeados para o 11Mar75 foram totalmente atingidos. Foi de facto uma obra prima golpista da URSS/ PCP.
Foi isto o 11Mar75; o da versão oficial, é apenas uma “nuance política” fabricada à medida pelos vencedores, para a História politicamente correta em que habitamos, em enganos de alma ledos e cegos, como diria Camões.

José Luiz da Costa Sousa

Capitão Paraquedista à data do 11Mar75

terça-feira, 10 de março de 2020

Descolonização, o Processo da Traição.






Processo desconhecido da grande maioria dos portugueses, processo o qual foi ocultado ou ao qual não foi dado espaço mediático, bem sabemos o porquê, e quais os condicionalismos que levaram a que assim acontecesse, pois poria em causa toda a farsa que suportava e suporta este regime saído de uma coisa a que chamaram de revolução!!!

Na minha opinião, uma revolução que não passou de um golpe palaciano, uma revolução com aparência de golpe de estado, que no fundo não passou de ser o resultado da manipulação por interesses obscuros ao legislar com o intuito de lançar a confusão e discórdia na instituição militar, o tal artº 353/73, artigo esse que disponibilizo mais abaixo. 
A tal revolução dos cravos, cravos esses patrocinados quiçá pelos mesmos que pugnaram pelo fabrico e aprovação do referido artigo, a alta finança, os senhores de Wall Street, a família Rothschild, que teria como símbolo do seu poder exactamente o cravo vermelho, juntando a tudo isto o facto de naquele tempo não existirem em Abril cravos vermelhos em Portugal, sabendo-se hoje qual a sua proveniência e quantidade, muitos milhares e chegados em contentores provenientes da Colômbia e distribuídos pela capital por viaturas militares ligadas a um exercício que decorria nessa data no âmbito NATO, "Dawn Patrol" era o nome dessa operação, mais um embuste que tinha como objectivo garantir que o golpe correria de acordo com o programado.

...e, infelizmente assim aconteceu!!!

Já vem de trás, bem escreveu um dia o grande Camões, "Entre os portugueses traidores houve algumas vezes", e esta foi sem duvida uma dessas vezes!!!

Escusado dizer que o processo contra os traidores ficou em "águas de bacalhau"!!!

Alexandre Sarmento

O Processo da traição.

Esta parte sobre a «descolonização exemplar» finda com um brevíssimo apontamento sobre o processo corajosamente intentando por um grupo de patriotas contra os principais responsáveis.

Já Amorim de Carvalho, no seu livro O Fim Histórico de Portugal, deu a um dos capítulos o título de O Processo da Traição. Este poderia muito adequadamente ser a designação dessa causa posta nos tribunais - embora desta primeira vez sem êxito. No final deste livro, aliás, vai sugerida uma sanção talvez mais expressiva do que a da cadeia: o Juízo da História.

Resumo desse processo:

a) - Data da queixa à Polícia Judiciária: 28 de Dezembro de 1979;

b) - Síntese da queixa:

- Prática do crime previsto no art.º 141.º do Código Penal, punido pelo art.º 55  do mesmo diploma, crime consubstanciado em documentos de que os acusados foram signatários, em pareceres dados no exercício de funções oficiais, e em declarações prestadas publicamente, usando assim de meios fraudulentos com vista à separação de parcelas do território português, objectivo que conseguiram alcançar em directa colaboração com os que pretendiam por acções violentas a apropriação das províncias ultramarinas, como eram designadas na Constituição então vigente.

c) - Despacho do Juiz do 3.º Juízo de Instrução Criminal de Lisboa, de 23/2/80, ordenando o arquivamento do processo com o fundamento de que, ainda que fossem provados os factos denunciados, eles deixaram de ter relevância jurídica em face do art.º 5 da actual Constituição.

d) - O recurso para a Relação de Lisboa foi negado por acordão de 23/4/80, porque os factos participados estavam amnistiados, nos termos do n.º 1º da Lei n.º 74/79, de 23 de Novembro.

e) - O Supremo Tribunal de Justiça, em acordão de 20/1/82, entendeu que: «De qualquer modo, a Constituição de 1976 ratificou expressamente a descolonização levada a efeito nos anos de 1974 e 1975». A terminar lê-se: «Se porventura houve erros ou desvios no processo da descolonização, a História não deixará de fazer sobre eles o seu Julgamento».




Foram participantes:

1. Silvino Silvério Marques, general na reserva;

2. Leonel Luís Nunes Vieira de Aguiar Câmara, engenheiro agrónomo;

3. Gilberto de Santos e Castro;

4. António Augusto dos Santos, general na reserva;

5. João Diogo Alarcão de Carvalho Branco, editor;

6. Adriano Augusto Pires, general na reserva;

7. Rodrigo Emílio Alarcão de Melo, jornalista;

8. António da Cama Ochoa, professor;


9. Fernando Alves Aldeia, tenente-coronel na reserva;

10. Pedro Alexandre Brum de Canto e Castro Serrano, brigadeiro na reforma;

11. Zarco Moniz Ferreira, bancário;

12. Eduardo Luís de Sousa, Gentil Beça, coronel de artilharia na situação de reserva;

13. Duarte Amarante Pamplona, major na reforma extraordinária;

14. Manuel Almeida Damásio, professor universitário;

15. José Pinheiro da Silva, inspector superior ultramarino;

16. Vasco António Martins Rodrigues, oficial da armada na reserva;

17. Miguel Ângelo da Cunha Teixeira e Melo, economista;

18. Camilo Rebocho Vaz, coronel na reserva.




Foram acusados:

1. Dr. Mário Soares, que foi ministro dos Negócios Estrangeiros ao tempo em que ocorreram os factos denunciados e Secretário Geral do Partido Socialista;

2. Dr. António de Almeida Santos, que foi ministro da Coordenação Interterritorial ao tempo em que ocorreram os mesmo factos;

3. Ernesto Augusto de Melo Antunes, que foi membro do Conselho de Estado ao tempo em que ocorreram os mesmo factos e é actualmente presidente da Comissão Constitucional e membro do Conselho da Revolução;

4. Francisco da Costa Gomes, que foi Presidente da República ao tempo em que ocorreram os mesmos factos;

5. António Alva Rosa Coutinho, que foi presidente da Junta Governativa de Angola ao tempo em que ocorreram os mesmo factos;


6. Vítor Manuel Trigueiro Crespo, que foi Alto-Comissário em Moçambique, ao tempo em que ocorreram os mesmos factos;

7. Otelo Nuno Romão Saraiva de Carvalho, que foi Comandante Adjunto do Copcon, ao tempo em que ocorreram os mesmo factos;

8. Mário Lemos Pires, que foi governador de Timor ao tempo em que ocorreram os mesmos factos.

A referida queixa foi apresentada contra todos os indivíduos que tiveram participação activa nos factos criminosos denunciados, e que foram referenciados expressamente no corpo da peça processual, nomeadamente:

1. Coronel Pires Veloso, que foi Alto-Comissário em S. Tomé e Príncipe;

2. Vicente de Almeida d'Eça, que foi Alto-Comissário em Cabo Verde;

3. António da Silva Cardoso, que foi Alto-Comissário em Angola:

4. Leonel Cardoso, que foi alto-Comissário em Angola;

5. Os membros da Junta de Salvação Nacional que se venha a apurar tenham dado pareceres favoráveis aos Acordãos da Descolonização;

6. Os membros do Conselho de Estado que se venha a apurar terem dado pareceres favoráveis aos mesmos Acordãos;

7. Os membros dos Governos Provisórios que se venha a apurar terem dado pareceres favoráveis aos mesmos Acordãos;

8. Os membros do Conselho da Revolução que se venha a apurar sejam autores da Lei Constitucional 7/74 


(in José Dias de Almeida da Fonseca, «LIVRO NEGRO DO "25 DE ABRIL"», Edições Fernando Pereira).

segunda-feira, 9 de março de 2020

Uma definição de democracia e socialismo...


A mentira da democracia...quando o socialismo se torna o único objectivo, o escravizar da espécie humana.
Socialismo é por definição uma corrente ou ideologia política na qual o comum cidadão nada possui que possa considerar verdadeiramente seu, na verdade o comum cidadão paga uma renda vitalícia por tudo aquilo que considera seu, ou deveria considerar, o cidadão é um mero objecto ou melhor dizendo neste sistema a propriedade privada é inexistente, o livre pensamento e liberdade de expressão também, o socialismo é um sistema de organização social e económica fundado na propriedade pública e na administração colectiva ou estatal dos meios de produção. Trata-se de uma teoria filosófica e política desenvolvida pelo filósofo alemão Karl Marx, mais um farsante, um embuste parido no seio sionista, um subversor, ou, quem sabe apenas um social parasita, um hipócrita como tantos outros ao longo da historia, como bem nos poderemos aperceber pela sua historia pessoal, arrisco mesmo dizer, mais um "iluminado"!!!
As definições de socialismo foram sofrendo alterações ao longo da história e consoante o interlocutor. A sua doutrina tende a ser associada à procura do bem comum, à igualdade social e ao intervencionismo estatal, por exemplo.

Resultado de imagem para gulag

O socialismo nasceu como um sistema anti capitalista, embora nas últimas décadas tenham surgido movimentos que começaram a expressar certas divergências. Em termos políticos, a sua intenção é de construir uma sociedade sem classes subordinadas umas às outras, seja através da revolução, da evolução social ou de reformas institucionais, mas sempre com o objectivo do nivelamento por baixo da espécie humana, a desconstrução do individuo e isentá-lo de quaisquer liberdades individuais, remetendo-o à condição de mero objecto, contribuinte ou obreiro...
As conversões para o socialismo tradicional tornaram-se mais evidentes a partir da Segunda Guerra Mundial, com a Guerra Fria e, posteriormente, com a desintegração da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (U.R.S.S.). Desde então, os regimes socialistas têm vindo a adoptar posturas mais flexíveis.
Relembro a barbárie e desumanidade deste processo de comunização, milhões de mortos, números algures entre 100 e 200 milhões de vitimas, dizem que foram apenas dados estatísticos, na verdade o que sucedeu foi o eliminar de tudo e todos aqueles que de alguma forma tentaram resistir a este processo demoníaco, relembro os "campos da morte" no Cambodja, os Gulags na URSS, ou o verdadeiro holocausto, o "Holodomor" na Ucrânia, entre muitos outros mais recentes tais como o que se passou com o genocídio dos povos nas nossas ex-colónias.
Nos dias que correm, países como Cuba, a China, a Coreia do Norte, Venezuela auto denominam-se socialistas.
Como todos bem sabemos na verdade esta ideologia nunca deu resultados positivos, foi mesmo a ideologia que levou ao assassinato, genocídio ou outras formas de promoção de miséria ou morte entre os humanos, falamos portanto de um valente embuste em que a liberdade é apenas uma questão de demagogia, uma questão de domínio de uma sociedade marxizada e portanto culturalmente atrasada, é esse o modus operandi desse sistema, o mais completo desrespeito pela vida e valores humanos, uma ideologia contra-natura!!!

Resultado de imagem para holodomor

Resumindo, o comuno-socialismo é na verdade a antítese daquilo que por norma o define, falamos na verdade de um capitalismo de estado, falamos de um sistema no qual os lideres tomam o lugar o lugar dos verdadeiros capitalistas, senão vejamos, no capitalismo só os ricos são poderosos, no caso do comuno-socialismo, só os poderosos são ricos!!!
Portanto meus caros, as utopias não passam disso mesmo e neste caso atentam contra tudo aquilo que define uma verdadeira comunidade humana, atentam contra todas as liberdades individuais, atentam contra todos os nossos direitos, condenam-nos a ter apenas obrigações, a obrigação de servir o sistema, exactamente aquilo que hoje vivemos, somos na verdade escravos voluntários crendo termos a possibilidade de escolher o nosso próprio rumo através do voto, a farsa da democracia, votamos na verdade naqueles que alguém previamente escolheu, ou seja, somos manipulados nesta sociedade dita livre e democrática, a mentira em que vivemos!!!
Portanto pensem naquilo em que este país se está a tornar, belo fruto o da "revolução", acordem...
Alexandre Sarmento

domingo, 8 de março de 2020

...(...) e os racistas somos nós???


Tenham juízo.

Não entendo o porquê de tanta indignação, sobretudo porque não me considerando racista, nem xenófobo, subscrevo as palavras da historiadora Fátima Bonifácio!!!
Faço esta publicação por varias razões, uma delas, porque me recuso a ser tratado de forma diferenciada, ou mesmo tendo direitos e tratamento diferentes perante o Estado e suas instituições, não admito como português ver tratados ou melhor, serem discriminados negativamente em relação a grande parte daqueles que nunca foram, nem serão portugueses de verdade!!!
Para se ser português, há que cumprir com regras básicas, ou seja direitos e deveres iguais para "todos", pergunto aos racistas de serviço, designadamente a cambada do BE e a sua mascote, um tal de Mamadou Ba, quem são aqui os racistas, quem esta a promover o racismo e clivagens na sociedade, quem pretende de todas as formas atacar a nossa matriz, a nossa identidade e não raras vezes a nossa historia, invertendo o papel civilizador que tivemos outrora?
Pergunto, pode esta gente garantir-me igual tratamento no país de origem destas pobres vitimas de racismo, reitero, que nós portugueses de verdade sustentamos?
Não creio ser a etnia ou a cor da pele condição para beneficiar nem prejudicar ninguém, para mim há apenas uma forma de aceder a melhores condições de vida, de aceder ao ensino superior, de aceder a benefícios e apoios sociais, o mérito, nada mais...
Não queiram mestiçar-nos, não queiram diluir a nossa identidade, não misturem o imiscível, e para terminar, não nos nivelem por baixo, estamos entendidos senhores políticos e governantes de avental e luva branca, se querem cumprir agendas, cumpram-nas vocês, comecem por dar uma imagem séria de vos próprios, pois este povo começa a entender muito bem o vosso jogo baixo, as vossas jogadas de bastidores, as vossas trafulhices...

SOS Racismo apresenta queixa-crime contra Fátima Bonifácio

Por tudo isso, je suiss, Fátima Bonifácio!!!
«A comparação com a igualdade ou paridade de género é inteiramente falaciosa. As mulheres, que sem dúvida têm nos últimos anos adquirido uma visibilidade sem paralelo com o passado, partilham, de um modo geral, as mesmas crenças religiosas e os mesmos valores morais: fazem parte de uma entidade civilizacional e cultural milenária que dá pelo nome de Cristandade. Ora isto não se aplica a africanos nem a ciganos. Nem uns nem outros descendem dos Direitos Universais do Homem decretados pela Grande Revolução Francesa de 1789. Uns e outros possuem os seus códigos de honra, as suas crenças, cultos e liturgias próprios.

Resultado de imagem para racismo  ciganos portugal

Os ciganos, sobretudo, são inassimiláveis: organizados em famílias, clãs e tribos, conservam os mesmos hábitos de vida e os mesmos valores de quando eram nómadas. E mais: eles mesmos recusam terminantemente a integração. É só ver a quantidade de meninas ciganas que são forçadas pelos pais a abandonar a escola a partir do momento em que atingem a puberdade; é só ver a quantidade de meninas e meninos ciganos que abandonam os estudos, apesar dos subsídios estatais de que os pais continuam a gozar para financiar (ou premiar!) a ida dos filhos às aulas; é só ver o modo disfuncional como se comportam nos supermercados; é só ver como desrespeitam as mais elementares regras de civismo que presidem à habitação nos bairros sociais e no espaço público em geral. Os ciganos não praticam a bárbara excisão genital das mulheres. Mas, em vez desta brutal mutilação, vulgar e imperativa nas tribos muçulmanas, aos casamentos entre ciganos segue-se, no dia seguinte, obrigatoriamente, a humilhante demonstração da virgindade da noiva, cujo sangue de desfloramento, estampado nos lençóis, é orgulhosamente exibido perante a comunidade. O que temos nós a ver com este mundo? Nada. O que tem o deles a ver com o nosso? Nada.
Podemos? Claro que podemos!
Podemos? Claro que podemos!
Africanos e afro-descendentes também se auto-excluem, possivelmente de modo menos agressivo, da comunidade nacional. Odeiam ciganos. Constituem etnias irreconciliáveis, e desta mútua aversão já nasceram, em bairros periféricos e em guetos que metem medo, batalhas campais só refreadas pela intervenção policial. Os africanos são abertamente racistas: detestam os brancos sem rodeios; e detestam-se uns aos outros quando são oriundos de tribos ou “nacionalidades” rivais. Há pouco tempo, uma empregada negra do meu prédio indignou-se: “Senhora, eu não sou preta, sou atlântica, cabo-verdiana.” Passou-se comigo. A cabo-verdiana desprezava as angolanas porque eram africanas, não atlânticas, e muito mais pretas...

Resultado de imagem para racismo portugal

Os partidos, nomeadamente o PS, confessam que, para o fim inconfesso de conquistar mais alguns votos, se vêem hoje obrigados a “assegurar a representatividade das diferentes origens étnico-raciais”. Não por acaso, na entrevista com Pena Pires, a visibilidade dessas diferentes origens aparece imediatamente relacionada com a facilitação do acesso ao ensino superior, que deveria abrir-se a todos os alunos, “independentemente da sua nota final” no 12.º ano. “Se fizermos uma política de alargamento de acesso ao ensino superior, já resolvemos parte do problema.
§Não faz sentido ter um ensino virado para os melhores alunos, mas sim para todos os que têm as condições mínimas para entrar.” Pena Pires não explica que condições são essas. Possivelmente, o simples facto de existirem jovens que, apesar de incapazes e preguiçosos, aspiram a um diploma universitário! Pelos vistos, o facilitismo que já reina hoje em dia nas universidades ainda não chega: para resolver “os problemas de racismo e xenofobia” que afligem a esquerda bem-pensante da nossa democracia, teremos de criar um passe de livre-trânsito entre o secundário e a universidade. Quando esta política for oficialmente consagrada e der os seus resultados, teremos um Parlamento ainda mais ignorante e incompetente do que já temos – sem que o País deixe de “ter um problema de xenofobia e racismo”.
A título de complemento do acesso irrestrito ao ensino superior, Pena Pires recomenda também a criação de “um observatório do racismo e da discriminação junto a uma universidade”. Mas como é que se observa o racismo e a discriminação a partir dos gabinetes almofadados onde se sentariam os observadores? A única maneira de observar uma matéria tão fugidia e evanescente é frequentar feiras e supermercados baratos, é entrar nos bairros em que nem a polícia se atreve a pôr os pés. Mas isto é tremendamente maçador e, sobretudo, exige muita coragem física. O observatório não observaria nada e seria perfeitamente inútil, a não ser – isso sim – para criar mais alguns jobs for the boys.»
Fátima Bonifácio

Afinal, o que é uma ditadura?


Resultado de imagem para ditaduras

Conceito de ditadura...

O conceito de ditadura tem origem na Roma antiga. Em latim, a palavra era "dictatura". Entretanto, o significado moderno do conceito é completamente diferente da instituição que ele designava na Antiguidade. De qualquer modo, uma comparação entre ditadura antiga e moderna pode ajudar a compreender melhor o sentido que o termo adquiriu nos dias de hoje.

Para começar, a ditadura romana era uma instituição de carácter extraordinário. Só era activada em circunstâncias excepcionais, para fazer frente a situações de emergência, como uma crise interna ou uma guerra. O ditador era nomeado por um ou pelos dois cônsules - os chefes do governo romano -, de acordo com o senado e por processos definidos constitucionalmente. Da mesma maneira, também eram definidos os limites de sua actuação.

Ainda assim, os poderes do ditador eram muito amplos e os seus decretos, o que ele "ditava" (e vem daí "ditadura") tinham o valor de lei. Apesar disso os seus poderes não eram ilimitados, o ditador não podia revogar ou mudar a Constituição, declarar guerra, criar novos impostos para os cidadãos romanos, nem exercer o papel de juiz nos casos de direito civil. Finalmente, a ditadura tinha sua duração explicitamente fixada: não podia durar mais de seis meses.

Estamos portanto a falar de uma forma de regulação do poder, ou seja, quando as coisas descambavam, lá vinha uma ditadura repor a ordem, penso ser exactamente isso o que necessitamos neste momento e neste país.

Alexandre Sarmento

quarta-feira, 4 de março de 2020

A morte anunciada de uma civilização milenar!!!



Resultado de imagem para invasão muçulmana da europa

Enquanto andamos aqui divididos e acantonados, cada um a defender a sua dama, está em curso uma brutal operação que visa aniquilar a cultura europeia, o catolicismo, a nossa identidade cultural, em suma, estamos a falar da destruição de tudo aquilo que nos define como europeus, estamos a falar do futuro dos nossos descendentes, estamos a falar de uma morte anunciada, de um banho de sangue, de uma luta fratricida, um genocídio, pois é exactamente disso que se trata!!!

Não adianta culpar estes ou aqueles, falo de povos que estão a entrar na Europa como refugiados, gente do Médio Oriente, de África e outros, os verdadeiros culpados são todos aqueles que promovem e apoiam, seja de que forma for esta triste e lamentável situação, gente que sabe exactamente aquilo que está a fazer, estamos a falar de criminosos, gente que está a promover um crime contra a humanidade, gente que está a levar os seus próprios povos a uma morte anunciada, são exactamente estes os que temos como governantes, desde, presidentes, ministros, deputados, organizações ditas humanitárias e também as grandes corporações, bancárias, comerciais ou mesmo industriais.
Vivemos uma farsa brutal da qual não temos a mínima noção, vivemos alheados da realidade, tudo isto, claro, manipulado pelos media, os acontecimentos manipulados, os desportos de massas, e os programas imbecilizantes para nos manterem ocupados, é este o retrato desta sociedade, uma sociedade apática e imbecilizada e incapaz de distinguir o real do virtual.

Resultado de imagem para invasão muçulmana da europa

Começamos a ser manipulados desde muito novos, começando pelo próprio sistema de ensino, um sistema em que nos despejam conteúdos, e ao mesmo tempo nos inibem de pensar, ou mesmo nos incapacitam de ter opinião e vontade própria.

Perguntam-me, e agora, que fazer?

Na minha opinião só há uma forma de debelar ou tentar minimizar os estragos do processo em curso, informação, mostrar o que realmente está em curso, alertar, e dizer de uma vez por todas e sem receios o que está realmente se passa ao nosso redor, só desta forma poderemos em conjunto tomar as medidas adequadas para que realmente se possa induzir ou promover uma mudança, mudança esta que terá que começar na atitude, é hora de agir, é hora de acordar, é hora de dizer, estamos aqui e vamos lutar por tudo aquilo que somos e que fomos, lutar pela nossa identidade, lutar por tudo aquilo que nos define!

Um povo sem identidade, não é um povo, é um rebanho, e isso, é tudo aquilo em que nos querem tornar!!!

Acordem, partilhem e divulguem!!!

Alexandre Sarmento

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2020

A verdade da mentira!!!



Afirmou Chris Gupta:

"A constituição de uma «Democracia Representativa» "consiste na fundação e financiamento pela elite do poder de dois partidos políticos que surgem aos olhos do eleitorado como antagónicos, mas que, de facto, constituem um partido único. O objectivo é fornecer aos eleitores a ilusão de liberdade de escolha política e serenar possíveis sentimentos de revolta..."


...agradar a gregos e a troianos, é disso que se trata!!!

O povo é sereno, e manso!!!


Alexandre Sarmento


Resultado de imagem para joacine e ventura

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

Do "orgulhosamente sós" ao "democraticamente lixados"



A imagem pode conter: 1 pessoa, céu

Do "orgulhosamente sós" ao "democraticamente lixados", evidentemente, lixados com efe!!!

Outrora fizemos frente ao mundo, a um mundo cego de paixões baixas, despertado pela ideia do assalto que julgou fácil, enlouquecido pela ambição da rapina e do domínio ou estupidificado pela ignorância do que somos, do que valemos e do que queremos.


Depois fomos nós, o mesmo povo de outrora "democraticamente unido", a permitir que esse mundo cego pela cobiça dos bens alheios, pelo domínio e pelo controle total, entrasse em nossa casa e se servisse, levando tudo, as jóias, o território, os nossos irmãos, a nossa identidade e até a nossa dignidade, e nós,  sempre, quase 50 anos depois, a assistir impávida e serenamente, tanto tempo depois, ainda continuamos embriagados com o perfume dos cravos da democracia.


Na verdade só houve um período ou um interregno nos últimos dois séculos, em que nos pudemos sentir orgulhosos daquilo que fomos e somos, infelizmente esse tempo já não volta, e a esse tempo dizem alguns iluminados, fomos atrasados e vimos o nosso povo ser explorado e maltratado, a esse tempo uns clamam com saudade, outros com ressentimento, com o ódio dos ignorantes, e sem sequer saberem o porquê, esse foi o tempo do salazarismo!!!

Nesse tempo podíamos ter o orgulho de termos um império, de termos mostrado ao mundo que era possível ter uma Nação em territórios espalhados pelo mundo, um Nação multi-étnica, uma Nação multi-religiosa, uma Nação multi-cultural, e exactamente por termos conseguido provar que seria possível uma aproximação à sociedade perfeita, onde cada qual tinha a sua quota parte de responsabilidade e de liberdade, os donos do mundo assim não o entenderam, e vimos a vil traição dos outrora nossos aliados e companheiros de armas, assim assistimos à morte daquilo que tanto custou a construir, com sangue, suor e lágrimas, assistimos à morte do nosso Portugal, e ao mesmo tempo feriram de morte a Nação Portuguesa.
Fomos vitimas da inveja e da cobiça dos nossos inimigos, alguns deles nossos parceiros durante séculos, e pior, fomos culpados porque o permitimos, somos culpados pela covardia, pela conivência, pela apatia com a qual assistimos a todo este processo, e por este andar, num futuro próximo, este ainda jardim à beira mar plantado deixará de ser a nossa Pátria, a nossa casa.

Só que desta vez, já não temos as caravelas e já não há mais mundo para descobrir, seremos nós os escravos na nossa própria terra.

Desculpem o desabafo, mas pelo que vejo, este povo não passa de um reles resquício daquilo que foi outrora, quiçá, os bons, os verdadeiros portugueses, tenham mesmo partido nas caravelas...

A imagem pode conter: ar livre


«— (...) Uma civilização que renuncia à possibilidade de recorrer à violência nos seus pensamentos e acções destrói-se a si mesma. Transforma-se num rebanho de carneiros a degolar pelo primeiro que passe. O mesmo acontece com os homens.»
Arturo Pérez-Reverte

Alexandre Sarmento

Eutanásia, ou no futuro, o fim do prazo de Validade!!!

Resultado de imagem para família, idosos




Se tivéssemos uma sociedade mais consciente e menos normativas, menos leis, teríamos sem duvida uma sociedade muito mais justa, humana e funcional!!!

...e neste caso, deveria haver liberdade, cada indivíduo deveria ter o poder de decidir sobre o seu futuro, neste caso a morte, e desde que não envolvesse fisicamente nesse processo, terceiros, pois é ingrato da forma como está a ser posta a questão para aqueles que ministram cuidados de saúde.


Ressalvando ainda, alguns poucos casos, em que um ser humano objecto de eutanásia seja portador de enfermidade mental, permanente ou temporária, nesse caso sem capacidade intelectual para tomar uma decisão desta responsabilidade, pois é incapaz de medir as consequências e decidir por si próprio, e por isso mesmo deverá ser impedido, neste caso legalmente de tomar esta decisão que é, permanente e irreversível, só se morre uma vez.

Nenhum ser humano deveria ter poder para decidir se o seu próximo deve morrer, mas, é claro que o sistema pugna por razões as quais bem sabemos, pretende reduzir drasticamente os custos com todos aqueles que já não são capazes de produzir e de contribuir, o grande problema neste caso será o abrir de um precedente, deixando a particularidade neste caso das enfermidade e passar a ser o modus operandi de forma geral, assim uma coisa estilo fim do prazo de validade.

A verdade que muitos teimam em não ver, é que, o sistema pretende impor quotas, pretende diminuir a população do planeta de forma drástica e vale-se de tudo aquilo que tem ao seu alcance, juntando a isto os já conhecidos acéfalos, os tais ditos vanguardistas, os inteligentes, ou para ser verdadeiro, um bando de suicidas, inconscientes e inconsequentes.
Infelizmente temos uma sociedade ausente, isenta de valores e desprovida de sentimentos, meramente materialista, que neste momento olha para este assunto por uma óptica meramente economicista, e quando as coisas assim acontecem, os legisladores e os políticos tiram vantagem, legislam de forma arbitrária ou fazem verdadeiras campanhas de formatação da opinião pública com um fim que não será difícil de adivinhar...

Também não devemos reduzir este assunto a uma questão religiosa ou política, creio nem ser sequer ser assunto para debate publico neste momento, pois, da forma que vemos mediatizar este assunto, e quando sabemos ter um povo ignorante, imbecilizado e conformado com tudo aquilo que outros decidem por si, o tal risco da representatividade por parte de gente sem escrúpulos e sem princípios!

Bom seria um despertar da sociedade para estas assuntos, assuntos complexos e muito do foro pessoal, individual, pois, não se trata aqui de maiorias ou minorias, trata-se de consciência individual e colectiva, trata-se de um assunto que mexe e muito com as liberdades individuais e com valores que deveriam ser intocáveis e imutáveis, um deles o conceito de família, afinal somos seres humanos, não somos meros objectos descartáveis.

Portanto, temos exactamente o fruto daquilo que semeámos, deve ser isto a tal democracia, a ditadura do número, e sem dúvida que a grande maioria é formada por imbecis, e corremos o risco de nos submeter à vontade daqueles que nem sequer têm noção dos assuntos em que decidem ou opinam!!!

Alexandre Sarmento

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020

Envelhecimento, ou morte assistida de uma Nação?

Estamos a morrer.

As razões para o nosso envelhecimento e no limite, as razões do nosso desaparecimento como Nação, como povo, como clã, como tribo e como família.


Viveremos nós mais felizes do que outrora?


Viveremos nós melhor do que outrora?


Viveremos mais confortáveis do que outrora?


Vivemos para quê afinal, qual o sentido da vida actualmente?


Resultado de imagem para newborn father holding baby in hands photos B& W


Uma das questões na ordem do dia é a do decrescimento demográfico e do envelhecimento da população nacional, juntando a esses dois factores a desertificação do interior, do Portugal profundo.

Na minha óptica, são problemas que vêm de longa data, dizem os estupidamente inteligentes que é fruto de políticas erradas e do atraso do país no Estado Novo, erros de Salazar e dos seus colaboradores.
Dizem eles que, tudo se deve ao baixo nível de escolaridade, da problemática do não trabalho fora de casa das nossas mulheres, da política de família do regime de então, do atraso estrutural, da falta de cuidados de saúde e mais alguns factores como descreverei adiante.
Só para relembrar aos mais esquecidos, pergunto, em alguma fase da nossa história houve maior convergência em termos de desenvolvimento humano com os países mais desenvolvidos, do que no tempo que mediou desde o fim da Primeira Republica até uma coisa a que deram o nome de Revolução dos Cravos?
Quando foram construídas as escolas primárias que hoje vemos a servir de equipamentos sociais com outros fins e outras votadas ao abandono?
Quando foram construídos os ainda hoje hospitais de referência, por exemplo, o Hospital de Santa Maria em Lisboa, ou o Hospital de São João no Porto?
Quando se construíram as pequenas unidades de saúde em todos os concelhos deste país, quando se construíram as instalações de apoio a mães solteiras, orfãos, infantários e outras tais como as maternidades?
Pergunto, no contexto da época estaríamos assim tão atrasados em relação aos outros países?
O que se fez no pós 25 de Abril tendendo a contribuir para a normalidade em termos de crescimento demográfico?
Falam de baixos salários, de condições de vida primárias e indignas, pergunto, se assim era, hoje, 45 anos volvidos o que mudou então para melhor, a meu ver, nada, absolutamente nada, o Estado investiu milhares de milhões pretensamente para melhorar os serviços e as condições de vida e subsistência das populações, mas, há um grande problema, todos esses milhões foram utilizados, onde e como?
Pois, dizem, reitero, dizem que montaram o Sistema Nacional de Saúde, mas montaram mesmo, ou não passou de uma brutal campanha de propaganda socialista apenas com o fim de justificar o valente rombo, ou roubo e o assalto aos cofres públicos, abrindo dessa forma a porta para que a máfia do sistema, vulgo cambada maçónica e seus acólitos se beneficiassem do brutal esforço financeiro dos contribuintes para os cofres do Estado? 
Foi sem dúvida isso, mais uma golpada do gang do avental, mais um golpe da cambada dita democrática e democrata, os amigos do povo, ou, a meu ver, os verdadeiros amigos do alheio, os criminosos de colarinho branco que se apoderaram do controle do país, os senhores, ou os vigaristas que desenharam uma Constituição e um Código Penal por medida, para dessa forma ficarem imunes e impunes pelos crimes por eles mesmos perpetrados e pelos seus cúmplices na actividade criminosa de gestão danosa e apropriação indevida de bens e equipamentos pertencentes à Nação!

Resultado de imagem para idoso  e criança


Passando adiante, afinal qual a razão para os portugueses terem deixado de ter filhos, qual a razão para que os portugueses tenham abandonado o interior do país, qual a razão de terem desaparecido as famílias numerosas?


Como é óbvio, a primeira razão é de cariz monetário, a verdade é que hoje ganhamos menos do que há 45 ou 50 anos, a carga fiscal é exorbitante, é um verdadeiro saque, trabalhamos, não para viver condignamente com um pouco de conforto, mas sim, para sustentar uma brutal máquina fiscal, somando a isso as brutais assimetrias dentro do território e entre os salários dos mais variados sectores, ou seja, temos os sectores das massas, dos sobreviventes, daqueles que vivem no limiar ou abaixo do limiar da pobreza e os sectores dos tecnocratas, burocratas, políticos e demais parasitas sociais, esses extremamente organizados e com as suas ordens e associações bem representadas por parte daqueles que ocupam hoje os corredores do poder, os boys do sistema!!!


Na prática sucede que, os salários não acompanham nem acompanharam o desenvolvimento da economia desde a tal dita de Revolução, pois em vez de convergirmos com outros países, vamos ficando cada vez mais um exemplo de regressão em termos sócio-económicos a todos os níveis, ou seja, estamos cada vez mais pobres e em contrapartida, temos uma pequena elite de cada vez mais ricos, se isto é democracia, se isto é a tal, liberdade, igualdade e fraternidade, sinceramente, só se for mesmo a de um sistema comuno-socialista ou no limite a de um verdadeiro sistema capitalista, o que no fundo vai dar ao mesmo, pois bem sabemos que num sistema socialista quem detém o poder, detém o capital, e num sistema capitalista, quem detém o capital, detém o poder, portanto creio ser uma boa altura para rever aquilo que tínhamos como conceitos, pois como e muito bem disse Salazar num dos seus discursos...


"Não há regimes eternos, não há regimes perfeitos, não há regimes universais. Não há regimes eternos mas há regimes estáveis e instáveis; não há regimes perfeitos mas há-os que servem e os que desservem as Nações; não há regimes universais, mas há os que consideram e outros que desconhecem a particularidade das circunstâncias e a universalidade do factor humano".


Mas isto acontecia antigamente, quando tínhamos governantes e uma nação valente, quando cada um sabia o lugar que lhe cabia na sociedade, quando havia controle, havia vontade e havia espírito de sacrifício, hoje, o que acontece, é que nos tornámos um feudo de interesses obscuros, somos alimento para os senhores do capital e servimos os lacaios, vulgo governantes que por sinal, inconscientemente vamos elegendo!!!


Se contextualizarmos, notaremos que houve uma efectiva regressão nos serviços prestados pelo estado à nação, seja em termos de cuidados de saúde, educação ou apoios sociais, este ultimo ponto, tem contornos bastante caricatos, pois, e mais uma vez vou colocar o dedo na ferida, bem sabemos que há todo o tipo de apoios para as minorias étnicas, particularmente para aqueles de etnia cigana, apoios de todo o género, que vão desde a habitação, cuidados de saúde, educação e a já, mais do que revoltante protecção ou o fechar de olhos por parte da justiça.


Pergunto, por alma de quem terão estes indivíduos direitos aos quais os "portugueses" não têm acesso, estranho, serão os direitos diferenciados consoante a origem ou cor da pele?

Já vimos que o problema do decrescimento demográfico se deve principalmente a questões monetárias, mas algo não bate certo, criaram-se condições para migrantes, os tais ditos, refugiados, que, como bem sabemos, são prioritários em termos de apoios sociais e bem estar, eu pergunto, porque não criar então condições para que os casais portugueses possam ter filhos, ou será que, se os portugueses tivessem acesso às subvenções, aos subsídios e outras mordomias que são dadas a ciganos, refugiados e outras espécies de parasitas da coisa pública, não procriariam?
Não voltaríamos a ter famílias numerosas como outrora?

Não se trata de uma questão cultural, trata-se sim de uma questão de sobrevivência, trata-se de uma situação completamente lógica, se temos uma sociedade em que o custo de vida é altíssimo, ao nível do dos povos mais ricos, e os salários ou rendimentos são dos mais baixos da Europa, como pretender que os portugueses tenham famílias numerosas e contribuam para o crescimento demográfico, como?

Como podemos constatar, o salário médio dos portugueses está a anos luz dos salários dos deputados ou governantes, saberão os nossos políticos, ou terão a real noção das dificuldades das famílias para sobreviver com os parcos rendimentos do trabalho que actualmente auferem? 

Há um par de anos um destacado político e sindicalista afirmou que o salário mínimo neste país, olhando para o crescimento económico e para o desenvolvimento do país, o valor do salário deveria estar acima dos 1200 euros, bem sabemos que o custo de vida subiu para um patamar consentâneo com um rendimento dessa monta, mas também sabemos que o tal salário mínimo ronda metade do valor que seria expectável, portanto, há por aqui uma falha, de quê, e de quem, e porquê?


Resultado de imagem para família portuguesa antigamente


Os portugueses têm que suportar despesas infinitas, habitação, saúde, educação, transportes, alimentação, água, luz, rendas e impostos com o seus parcos rendimentos, muito acima das suas capacidades, somos uns ginastas, pois conseguimos esticar os salários e para o rendimento que auferimos ainda conseguimos viver com um mínimo de dignidade, à custa de enorme contenção e sacrifícios, bem o sentimos na pele, e porquê ser desta forma, eu respondo, fazendo uma questão, porque razão não se importam os nossos governantes com a morte anunciada de uma nação, a sua escravatura ou a perda da sua identidade?


Bem sei que há situações que não se mudam por decreto, nem de uma dia para o outro, mas também sei que há quase cinco décadas, não existem neste país políticas de apoio à natalidade, falta de cuidados de saúde, o encerramento de maternidades, posso dizer que este povo está abandonado à sua sorte, um povo que tem pela frente um custo de vida altíssimo e ao mesmo tempo os salários mais baixos da Europa, ou seja, somos cidadãos europeus enquanto contribuintes e somos cidadãos do terceiro ou quarto mundo em termos de direitos, e continuamos a assistir sem contestação à retirada dos parcos direitos que ainda nos assistem, falam-nos do atraso de antigamente, falam de uma agricultura de subsistência, falam de famílias numerosas a viver sem condições de conforto à luz dos padrões de hoje, mas na verdade havia espírito de família, havia entreajuda, havia uma sociedade funcional e desprovida do materialismo e consumismo exacerbado a que hoje assistimos, éramos muito mais felizes com muito menos, essa é a verdade.


Hoje falam de muitos factores, impõem-nos regras e mais regras, uniformizaram-nos e retiraram-nos a identidade, perdemos a noção de família, clã ou tribo, individualizaram-nos e tornaram-nos desprovidos de sentimentos, outrora houve um rumo, houve o culto da família, e hoje?

Hoje cultivamos estupidamente materialismo, o culto do conforto e do bem estar imediato, esquecendo o futuro, esquecendo que se não nos multiplicarmos iremos num futuro próximo sofrer na pele, ainda na nossa geração, pois se não tivermos gente que nos substitua no trabalho, que substitua o nosso espaço como mão de obra, não haverá quem contribua na hora em que deixemos de ser produtivos, na altura da nossa reforma, na altura de nossa velhice.

Talvez seja por isso mesmo que, os iluminados, os nossos governantes se debrucem tanto sobre o tema da eutanásia, ou seja, a promoção da nossa morte assim que deixemos de ter forças para trabalhar, ou para ser mais objectivo, para quando deixarmos de contribuir com impostos para a manutenção do sistema, somos descartados, pois seremos ou já somos olhados pelos governantes como um fardo, como despesa, como algo sem préstimo.

O que estamos a ver num futuro próximo, ao o permitirmos, é passarmos a ter prazo de validade, tal como um mercadoria, esquecendo o tal factor humano.

Resultado de imagem para portugueses hoje


Dizem os entendidos, os inteligentes do sistema que estamos neste processo de decrescimento demográfico porque evoluímos, porque a vida moderna não instiga a que os casais se reproduzam, porque as mulheres hoje trabalham e são mais cultas, mas, pergunto, que raio de argumentação é esta, como assim?

Então vão dizer-me que os outros países desenvolvidos estão também em processo de regressão demográfica, pura mentira, dizer que nós estamos a avançar em termos de desenvolvimento humano e a regredir em número e os outros evoluem em termos demográficos, algo não bate certo! 
Sabendo nós que, estamos a um passo de ser os campeões no envelhecimento da população, portanto, não adianta ir buscar justificações sem nexo, sem fundamento, absolutamente descabidas e hipócritas, pois, em duas frases defino aquilo a que hoje assistimos, ou temos governantes incompetentes, que os temos, não tenho a mínima duvida, ou estamos a ser vítimas de um programa de extermínio programado, da morte anunciada de uma nação, por parte de quem e porque razão, também não será difícil desvendar quem está por trás de tudo isto!

Portanto, não é uma questão espontânea, é mesmo parte de um plano, a mestiçagem, um assassinato de um povo, de uma identidade e de uma cultura, é disso que se trata, mais uma vez vou mencionar o Plano Kalergi, por sinal seguido à risca pelos nossos governantes, pois bem sabemos que hoje nada mais importa do que cumprir integralmente os ditames dos donos do mundo, resumindo, deixámos de ser pessoas, seres humanos, e passámos a ser números e dados estatísticos, fomos uniformizados, manipulados, e induzidos numa sensação de felicidade virtual, cumprimos agendas, e perdemos todos os nossos direitos liberdades e garantias,...


Não nos proibiram de ter bebés, mas retiraram-nos as condições para os termos, retiraram-nos a vontade de os termos, temos hoje uma série de gadgets para nos entreter e muitos de nós têm como companhia e como família um animal de estimação, e no futuro pelo que posso constatar, veremos humanos a viver maritalmente com esses mesmos animais, o sistema está a tratar de nos levar nessa direcção, portanto, se isto é a evolução da humanidade, estaremos sem duvida à beira do apocalipse, deixámos de ser homens e mulheres e passámos a bestas, animais, mas, com a agravante que até os nossos instintos básicos foram absolutamente corrompidos, hoje a noção de casal, condição sine qua non para a procriação deixou de existir, e, creio, num futuro não muito distante, deixaremos de ter os caracteres que nos definem como homens, ou mulheres, dizem que é isto um grande passo para a humanidade, eu eu digo, não é um grande passo para a humanidade, é o caminho para o controle demográfico, só restarão no planeta os seres humanos necessários para servir uma pequena elite, é disto que se trata, acordem, reflictam, busquem a verdade e tomem medidas, desliguem do sistema, tentem reaver a auto-suficiência e a capacidade de auto-critica e de raciocinar individualmente.


Alexandre Sarmento





O ataque terrorista do 15 de Março de 1961

  «Na manhã de 15 de Março de 1961, 200 portugueses de raça branca e 300 portugueses de raça negra foram selvaticamente assassinados no decu...