
"A verdade, a decisão, o empreendimento, saem do menor número; o assentimento, a aceitação, da maioria. É às minorias que pertencem a virtude, a audácia, a posse e a concepção." Charles Maurras


O regime da bosta.
A culpa de estarmos a viver este tempo de abutres e vampiros, não é exclusiva do Costa, do Sócrates, nem do Passos, nem de qualquer outro poltrão da República.
A culpa é essencialmente do Povo Português que se habituou à mama e quer viver bem sem trabalhar; que quer continuar a viver na ilusão alimentada por um decrépito e insolvente estado social em que o trabalho, o mérito, a competição e a empresa, são absolutamente desvalorizados.
Também poderemos assacar responsabilidades às pretensas elites académicas, intelectuais, sociais e económicas que se renderam covardemente ao social-parasitismo, ao embuste, à corrupção cultural e de costumes e ao chico-espertismo saloio duma mafiosa classe politica.

Hoje em dia, Portugal virou um um antro, um prostíbulo no qual a desonestidade se tornou uma virtude e o cidadão trabalhador, honesto e consciente se tornou uma espécie de aberração, chegando mesmo a ser apelidado de anti-social ou mesmo de "fachista"...um radical e um terrorista.
...e viva a demo-cracia, quiuspariu!!!
Pois, resta saber até quando vai durar este estado de graça? Na minha modesta opinião, há muito que chafurdamos num pantanoso estado de desgraça, mas isto sou eu a falar, sou "fachista", dizem!!!
Revolução ou morte, mas enquanto houver o ópio da bola e uns trocados prá bejeca, até lá, tá-se bem!!!
Alexandre Sarmento

Uma Nação de curta memória!!!
Enquanto as gerações que viveram e sofreram com a Primeira Republica (1910-26) existiram, o Estado Novo manteve-se firme.
Assim que essas gerações morreram, desapareceu a memória do abuso, extorsão, violência e ruína!
Um dos nossos grandes e mais graves problemas, pouco ou nada aprendermos com o passado!!!
Infelizmente, parece-me ser genético, vem de longe...
...e continua!!!
Alexandre Sarmento








A trama Maçónica.
Toda a república passa por diversas fases.
(1) A primeira compreende os primeiros dias de loucura dum cego que se atira para a direita e para a esquerda. A segunda
é a da demagogia, de onde nasce a anarquia; depois vem inevitavelmente o despotismo, não um despotismo legal e franco, mas um despotismo invisível e ignorado, todavia sensível ; despotismo exercido por uma organização secreta, que age com tanto menos escrúpulo quanto se acoberta por meio de diversos agentes, cuja substituição não só a não a prejudica, como a dispensa de gastar seus recursos, recompensando longos serviços.
Quem poderá derrubar uma força invisível? Nossa força é assim. A franco-maçonaria externa serve unicamente para cobrir nossos desígnios ; o plano de ação dessa força, o lugar que assiste, são inteiramente ignorados do público.
A própria liberdade poderia ser inofensiva e existir no Estado, sem prejudicar a liberdade dos povos, se repousasse nos princípios da crença em Deus, na fraternidade humana, fora da ideia de igualdade contrariada pelas próprias leis da criação , que estabelecem a subordinação.
Com tal fé, o povo se deixaria governar pela tutela das paróquias e marcharia humilde e tranquilo sob a direcção de seu pastor espiritual, submetido à distribuição divina dos bens deste mundo. Eis porque é preciso que destruamos a fé, que arranquemos do espírito dos cristãos o próprio princípio da Divindade e do Espírito, a fim de substituí-lo pelos cálculos e pelas necessidades materiais (2).
Para que os espíritos dos cristãos não tenham tempo de raciocinar e observar, é necessário distraí-los pela indústria e pelo comércio. Desse modo, todas as nações procurarão suas vantagens e, lutando cada uma pelos seus interesses, não notarão o inimigo comum. Mas para que a liberdade possa, assim, desagregar e destruir completamente a sociedade dos cristãos, é preciso fazer
da especulação(3) a base da indústria. Desta forma nenhuma das riquezas que a indústria tirar da terra ficará nas mãos dos industriais, mas serão sorvidas pela especulação, isto é, cairão nas nossas burras.
A luta ardente pela supremacia, os choques da vida económica criarão e já criaram sociedades desencantadas, frias e sem coração. Essas sociedades terão uma profunda repugnância pela política superior e pela religião.
Seu único guia será o cálculo, isto é, o ouro, pelo qual terão verdadeiro culto (4), por causa dos bens materiais que pode proporcionar. Então, as classes baixas dos cristãos nos seguirão em nossa luta contra a classe inteligente dos cristãos no poder, nossos concorrentes, não para fazer o bem, nem mesmo para adquirir a riqueza, mas simplesmente por ódio dos privilegiados.
(1) Kadmi-Cohen, “Nômades”, págs. 152,153: “De
modo geral, por toda a parte, os judeus são republicanos.
A república, que tende ao nivelamento, foi sempre
uma de suas mais caras aspirações.” - “Seu ódio de
toda autoridade dinástica ou pessoal, seu sincero amor
das instituições republicanas, sua repulsa por toda injustiça
acham sua explicação no unitarismo, ideal de
sua raça.” Óptimo! República para os outros se esfacelarem;
autocracia para o seu domínio...
(2)Por isso, declara E. Fleg. na “Antologie Juive”,
pág. 261: “O judaísmo orienta-se unicamente para o
futuro terrestre.” Por isso, numa conferência sob o patrocínio
da loja La Parfaite Union , de Mulhouse (França)
a 26 de maio de 1927, dizia o maçon senador Bréhier:
“Durante dois séculos, nossa mais perigosa inimiga foi
a Igreja”. Por isso o judaísmo e a Igreja, segundo Kadmi-Cohen,
em “Nômades”, pág. 181: “São dois contrá-
rios, duas antinomias, dois blocos que se defrontam”.
Por isso o “Rituel du 33ème. degré du Grand Orient de
France” declara: “Aniquilar o catolicismo contra o qual
todos os meios são bons”.
(3) Diz o judeu Kadmi-Cohen, “Nômades”, págs.
88-89 “Tudo no semita é especulação, de idéias ou de
negócios, e, sob este último aspecto, que hino vigoroso
não canta ele à glorificação do interesse terrestre!”
Batault diz em “Le problème juif”, pág.39: “Na
finança, tudo se concentrou em algumas mãos invisí-
veis, tudo se trama no silêncio e na noite. Cúmplices e
solidários, os autores são secretos e discretos. O instrumento
são as operações anónimas da bolsa; compra e
venda, venda e compra. Sob acções invisíveis, os pratos
da balança do Destino oscilam.Contra a autoridade tirâ-
nica, contra o domínio do Económico, é possível achar
armas - o coração dos homens e a alma dos povos, mas
deixam-nas enferrujar na bainha...”
(4) O culto do ouro pelo judeu começa na Bíblia,
com a adoração do Bezerro fundido por Aarão. Desde
a mais alta antiguidade, o judeu cultiva e manobra o
ouro. Por que razão os judeus intentaram um processo
ao pretor Flaccus? (**Época do Império Romano**) Respondia
Cícero, seu advogado, no “Pro Flacco”: “Vendo
que o ouro era, por conta dos judeus, exportado todos
os anos da Itália e de todas as províncias para Jerusalém,
Flaccus proibiu por um édito a saída do ouro da
Ásia”.
Bernard Lazare, “L’Antisémitisme”, vol I, pág. 174:
“A medida que se avança, vê-se com efeito, crescer nos
judeus a preocupação da riqueza e toda sua actividade
prática se concentrar em um comércio especial, refiro-me
ao comércio do ouro.”. Pág,.187 : “O ouro deu aos
judeus um poder que todas as leis políticas e religiosas lhes recusavam... Detentores do ouro, tornaram-se Senhores
de seus Senhores...”
Jack London, em “Le peuple de l’Abime”: “O ouro
é o passaporte do judeu”.
in Protocolos dos Sábios de Sião

"No momento em que Portugal está a caminho de ficar sob tutela internacional, que outro espírito pode e deve e tem, necessariamente, de animar-nos (e cada vez mais, daqui por diante), senão aquele puro espírito que, na manhã de 1 de Dezembro de 1640, conduziu este Povo à restauração da independência nacional, ao cabo de sessenta anos de presúria e de ocupação estrangeiras?!...
Portugal é hoje, e de novo, um país ocupado por forças e por ideologias que nos são, de resto, muitíssimo mais estranhas, e que se têm revelado incomparavelmente mais devastadoras e espoliatórias do que o foram as de há 336 anos — ao ponto de estarmos agora, para aqui, à beira de deixarmos de ser coisa que se veja... Tanto ou talvez mais do que sob a dominação dos Filipes, o nosso país, a estas horas, é fronteira aberta ao invasor — que nos ocupou, física, psíquica e metafisicamente, confiscando-nos parasitariamente o sangue e o suor de cinco séculos de História honrosamente acumulados.
Atentaram mortalmente contra o território, invadiram-nos a alma e o pensamento. Dir-se-ia que fomos acometidos de uma amnésia de quinhentos anos de passado glorioso."
Manuel Maria Múrias
in "A Rua", n.º 35, pág. 1, 02.12.1976.
Na minha mais sincera opinião, estamos hoje infinitamente pior do que em 1640, hoje não temos, nem um povo que lute pelo seu próprio interesse, nem elites, muito menos um escol, as elites aproximaram-se das massas a todos os níveis, uma espécie de processo de merdificação ao qual chamaram de democracia!!!
A morte anunciada de uma Nação, o fim do sonho, o fim de uma obra de quase 9 séculos, um suicídio colectivo...
Alexandre Sarmento
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| 1911: Estaline nas mãos da polícia russa em São Petersburgo. |

«Só vivem os povos que sabem viver. E saber viver não é arrastar uma existência subalterna de país tolerado, sem mais direito a dirigir-se e a ter-se em conta de autónomo que a condescendência um tanto duvidosa dos vizinhos. É essa hoje, infelizmente, a nossa desgraçada situação. Levamos a carreira doida do abismo numa farândola de insensatos que se afundam, cantando e rindo, tal como os bailarinos macabros da lenda. Ninguém se crispa num gesto que ao menos nos salve a dignidade! Tomou-nos a moleza do invertebrado. E como invertebrados sofremos sem reacção os vexames dum destino que é já de mais para a nossa honra de homens de bem, quanto mais de cidadãos livres duma terra livre!»
António Sardinha
Salazar, deu dez a zero a todos os vultos da economia do século XX, aplicou as suas políticas económicas e demonstrou estarem correctas, f...