domingo, 19 de abril de 2026

A Verdade Proibida: O Bem que Salazar Fez a Angola

 





A Verdade Proibida: O Bem que Salazar Fez a Angola

Frente à crise que, em 1961, ameaçava desagregar o Mundo Português construído ao longo de mais de meio milénio, o Presidente do Conselho, Professor Oliveira Salazar, não hesitou. Perante massacres selvagens, manipulações internacionais e a cobiça de potências estrangeiras que queriam a todo o custo destruir o que Portugal edificara, Salazar tomou a única decisão possível: defender Angola. Defender aquilo que era português por direito histórico, por construção civilizadora e por séculos de trabalho árduo de várias gerações de portugueses.

Convém recordar, embora muitos prefiram convenientemente esquecer, que Angola, tal como todas as Províncias Ultramarinas, não existia antes de Portugal lá chegar. Não havia Estado, não havia fronteiras, não havia cidades, não havia estruturas. Não foi “invadida”; foi desbravada, organizada, civilizada por portugueses de coragem, visão e grandeza. Por isso Portugal justamente a reclamava como parte integrante do seu mundo: porque Angola foi construída por Portugal, e não por aqueles que em 1975, num acto criminoso e oportunista, se apoderaram violentamente de uma terra que não desenvolveram e da qual nada sabiam administrar.

E foi nesse contexto que Salazar, o homem que a propaganda barata de há 50 anos insiste, falsamente e sem vergonha, em chamar “fascista” e “ditador”, enviou tropas para Angola. Não por ambição, não por crueldade, mas porque civis inocentes estavam a ser massacrados por grupos terroristas negros, armados e financiados por interesses estrangeiros. Massangano e Nambuangongo não foram “revoltas”: foram massacres brutais, com assassinatos à machadada, mutilações grotescas, execuções sumárias de homens, mulheres e crianças. Uma barbárie indescritível, cuja violência ainda hoje envergonha qualquer pessoa de bem.

É exactamente aqui que se revela o carácter de Salazar: um homem firme, moralmente formado no Cristianismo, de profundo sentido humanista e com uma visão extraordinária da missão histórica de Portugal. Ditador? Fascista? Apenas na cabeça dos ignorantes e mal-intencionados. Se o fosse, não teria mandado prender Francisco Rolão Preto, líder do movimento fascista português; nem teria mantido distância crítica de Mussolini; nem teria rejeitado sempre qualquer forma de totalitarismo. Salazar era um estadista, dos maiores do século XX, e acreditava naquilo que hoje chamariam “democracia cristã”, ainda que desconfiando da corrupção dos partidos.

Foi este homem, de inteligência raríssima, trabalhador incansável e com uma nobreza de carácter que poucos compreendem, que em 1961 correu em defesa de Angola. Não o fez por capricho, mas por profunda convicção no imperativo da história e na justiça da causa portuguesa. Angola era parte viva de Portugal, possuía já elevada autonomia administrativa, e era defendida por soldados de todas as raças, aliás, no Exército Português havia mais angolanos negros a combater contra os terroristas do que entre os próprios “movimentos de libertação”. Essa realidade é incómoda, por isso é silenciada.

Graças à acção do Estado Novo, Angola viveu, entre 1961 e 1974, um desenvolvimento material e económico absolutamente espantoso. Um verdadeiro fenómeno africano. Escolas primárias, liceus, escolas técnicas, missões de ensino estruturadas com padrões europeus; hospitais, bairros modernos, serviços de alto nível; portos capazes de receber navios gigantes; estradas que cruzavam o território de norte a sul, de leste a oeste; linhas férreas eficientes; produção agrícola de primeira linha, Angola tornou-se um dos maiores produtores mundiais de café e algodão, uma potência emergente que o mundo admirava.

E tudo isto foi possível porque portugueses, angolanos, brancos, pretos e mulatos trabalhavam lado a lado, em comunhão de objectivos. Era uma sociedade com uma prosperidade real, palpável, que nada tinha a ver com o desastre absoluto que os incompetentes sanguinários do MPLA instaurariam após 1975.

Quer gostem, quer não, Salazar foi um dos maiores responsáveis pelo desenvolvimento de Angola até 1975, mesmo tendo falecido em 1970. Foi graças à sua decisão firme de 1961, à sua capacidade de governo e à sua visão do Mundo Português que Angola pôde continuar a crescer e a prosperar. Deixou aos seus inimigos, terroristas, comunistas e oportunistas, um território altamente desenvolvido, organizado e promissor. O que eles fizeram depois dispensa comentários: destruíram quase tudo.

Os angolanos de hoje, muitos deles alimentados por propaganda anti-portuguesa, não fazem a menor ideia do bem colossal que Salazar fez àquela terra africana. Ironia suprema: se Angola, à data da sua independência em 1975, nasceu como um país moderno, foi por causa daquele estadista que tantos gostam de humilhar, mas que, perante a verdade histórica, continua a erguer-se gigante.

E assim ficou a memória daquele homem que muitos caluniam mas que, na hora decisiva, ergueu sozinho a bandeira do Mundo Português para defender Angola. Ficaram as estradas, os portos, as escolas, as cidades que ele impulsionou e que ainda hoje murmuram, silenciosas, o nome de quem acreditou nelas antes de todos. Ficou também o vazio deixado pelos que destruíram o que não construíram. Mas a verdade permanece: quando Angola mais precisava, foi Salazar quem lhe deu o futuro. E mesmo que tentem apagar essa verdade, ela continuará inscrita na própria terra, como cicatriz e como testemunho de um tempo em que Portugal ainda sabia ser grande.

Aproveitamos para agradecer o envio deste texto absolutamente pertinente a @Ecos de Angola.

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