quarta-feira, 9 de dezembro de 2020

Um Cavalo de Tróia da NOM, a grande farsa!!!

 


«Caros amigos, “inimigos” e demais semelhantes,
Eu sou burra. Muito burra mesmo. É que, por muito que me esforce, há coisas que não me entram, não lhes vejo nexo, não as compreendo. E além de muito burra, sou obstinada que nem uma mula e tenho uma vontade férrea de compreender. Prefiro marrar inflexivelmente até que se faça luz no intuito, quiçá vão, de não morrer tão burra.
Não descanso, portanto, até que o meu cérebro se acalme com uma explicação lógica, naturalmente advinda de uma ponderada reflexão sobre a razão de ser das coisas. E, como além de burra e obstinada sou distraída, parece que, a cada pedra em que tropeço no meu ameno e jumentil percurso quotidiano, surge uma coisa nova e incompreensível.
Outra agravante lhes acrescento: é que quanto mais mexo nas coisas, na tentativa quase desesperada de lhes encontrar, à luz do meu burrical cérebro, um só sentidozinho que seja, mais elas começam a feder, mais peçonhentas se tornam, e mais se emaranham com outras que, até aí, não haviam todavia espicaçado a minha asnática curiosidade.
Que pena tenho de ser tão burra. Se tivesse ao menos a inteligência da maioria das pessoas podia ser que conseguisse compreender. E é neste sentido, confiada na inteligência que por aí pulula, que lhes venho pedir, com a maior humildade e franqueza, que me respondam a estas questões, que dilapidem as minhas dúvidas quanto ao difícil momento que estamos a viver. São perguntas básicas, próprias da minha asnice. Vejamos então:
- Se passear o cão é permitido, por que não dar uma volta de carro ao fim-de-semana, nos feriados?
- Se a tua máscara te protege, por que precisas que os outros usem uma?
- Se não podes estar em ajuntamentos de pessoas, por que é que vais às grandes superfícies apinhadas de gente fazer compras antes da hora de começar o confinamento?
- Por que é que podes fazer compras em grandes superfícies, com quantidades enormes de pessoas, mas “não deves” passar o Natal com os teus? Será que a tua família é composta pelo mesmo número de pessoas que fazem compras ao mesmo tempo que tu? Ou pelo mesmo número de pessoas com quem te “enlatas” nos transportes públicos?
- Por que é podes tomar o pequeno almoço, almoçar, lanchar e jantar com a tua família, mesmo que muito numerosa – tal como podes tomar o pequeno almoço, almoçar lanchar e jantar fora com numerosas pessoas que não conheces -, e podes celebrar aniversários por exemplo, mas “não deves” passar o Natal com os teus?
- Se não podes ir para outros concelhos porque não tens uma justificação para isso, o que te garante que as pessoas que estão autorizadas a fazê-lo não vão ser agentes de contágio?
- Se não podes ir a restaurantes porque estão sob regras estritas de funcionamento, porque podes ir lá na mesma buscar comida quando tantas outras pessoas o fazem ao mesmo tempo que tu?
- Por que é que depois das inúmeras manifestações populares na Europa, com milhares de pessoas sem máscara e sem distanciamento, não foram reportados incrementos avassaladores no número de contágios?
- Por que é que todas as ditas vítimas mortais do vírus tinham patologias sérias associadas? E por que é que pessoas saudáveis que foram infectadas facilmente se recuperam em casa?
- Por que é que os números diários de infectados mostram uma proporcionalidade muito directa com o número de testes PCR efectuados? E por que é que essa variação nunca é comunicada com transparência?
- Por que é que existe um recolher obrigatório se é sabido que a grande maioria da população não frequenta a via pública durante a noite?
- Por que é que se tentam calar cientistas e especialistas de várias nacionalidades, que tentam explicar o que se passa baseados em factos e evidências científicas, desligadas, porém, da estratégia política global?


- Por que é que a gripe “desapareceu”?
- Se se trata de uma “pandemia” de um vírus altamente contagioso e perigoso, por que é que as máscaras são deitadas no lixo comum e até na via pública?
- Se Wuhan acabou com a pandemia sem vacina, por que precisas de tomar uma?
- Se há uma pandemia a nível global, por que é que as farmacêuticas não cooperam entre si para criar uma vacina única para “salvar” a humanidade, mas, pelo contrário, competem ferozmente umas com as outras?
- Por que é que te mandam ficar em casa, mas não te informam sobre como reforçar o sistema imunitário? Por que é que te bombardeiam com campanhas de medo nos meios de comunicação em vez de te bombardearem com conselhos sobre vitaminas, alimentação e hábitos saudáveis?
Juro que tenho mais dúvidas, mas não quero cansar as pessoas que, amavelmente e por caridade, me vão dar as respostas que tanto anseio. Uma vez dilucidadas todas as minhas dúvidas e respondidas todas as minhas perguntas ficarei eternamente agradecida a todos aqueles que, fazendo-o, contribuirão para um decréscimo da minha jumental condição. Desde já, pois, lhes expresso a minha gratidão.»

Fazendo a devida vénia à autora e agradecendo a disponibilização deste texto, o qual subscrevo na íntegra, o meu muito obrigado à amiga Isabel Conde.

Alexandre Sarmento

2 comentários:

  1. E já'gora... Porque será que eu sempre pensei exatamente assim?
    Até cheguei a pensar que a minha ignorância era solitária!!!...

    ResponderEliminar
  2. Estas duvidas aqui expostas, são também as minhas...

    ResponderEliminar

Nos 100 anos da Revolução de 28 de Maio de 1926.

  CEM ANOS DA REVOLUÇÃO DE 28 DE MAIO DE 1926 O QUE TERIA SIDO DA REVOLUÇÃO SEM SALAZAR???!!! ANTÓNIO DE OLIVEIRA SALAZAR assumiu a pasta d...