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| A CUF no barreiro. |
"A verdade, a decisão, o empreendimento, saem do menor número; o assentimento, a aceitação, da maioria. É às minorias que pertencem a virtude, a audácia, a posse e a concepção." Charles Maurras



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| A CUF no barreiro. |

«... Ora, Portugal foi vítima de um ludíbrio gigantesco, os portugueses foram enredados num logro colossal. As forças que atacavam Portugal, e os seus agentes, criaram na consciência colectiva, quanto à visão do País, uma fractura entre o consenso nacional histórico e o consenso nacional contemporâneo. Não foi por acaso que se procurou, e ainda procura, apagar e fazer esquecer a história de Portugal, e deste facto é a tentativa de destruir a figura de Camões, o símbolo mais expressivo: àquelas forças importa que Portugal se transforme numa terra sem história. Essa fractura levou a uma visão a curto prazo, e a permitir que se sacrificassem os interesses futuros para satisfação de interesses imediatos. Julgou-se que ambos coincidiam - e não coincidiam. Parece que hoje alguns, se não muitos, estão arrependidos: mas é irreversível o que se fez e o arrependimento não modificará a realidade das coisas. Por outro lado, um outro facto não era perdido de vista: os interesses gerais de um Ocidente em que Portugal estava inserido. Que a descolonização portuguesa, no momento em que foi efectuada e pela forma por que o foi, afectou gravemente os interesses ocidentais, parece não carecer de demonstração. E é seguro que muitos no Ocidente estão igualmente arrependidos. E também se afigura não carecer de prova o facto dessa descolonização não haver garantido a paz nos territórios, o seu progresso, a sua independência efectiva, o respeito pelos direitos humanos dos seus habitantes.

Estamos hoje perante factos consumados. Angola e Moçambique, e os demais territórios, foram proclamados independentes em condições deploráveis, e antes que fosse completado um processo sociológico evolutivo que daria base sólida a essa independência. Deverá lamentar-se o facto: porque não foram defendidos interesses legítimos portugueses, que em nada ofendiam a soberania ou afectavam a independência das antigas províncias: e porque as populações destas têm sido vítimas, nos planos político, económico e humano, de sofrimento sem conta. Em face das realidades, todavia, caberá agora afirmar e desenvolver uma cooperação entre todos - se os Portugueses quiserem, se os Angolanos e Moçambicanos quiserem - pondo nessa cooperação absoluta lealdade, boa-fé, espírito de fraternidade e entreajuda, para benefício de todos. Se se partir de uma base realista; se se encararem os problemas numa perspectiva de longo alcance; se não se misturarem preconceitos ideológicos nas questões em aberto: se, precisamente no respeito pela independência de todos, não se procurar interferir nos negócios internos de cada um; se a cooperação entre Portugal, Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné e S. Tomé puder ser expandida sem que se olhe ao regime interno vigente em cada momento; se for criado um clima de confiança recíproca, na certeza de que nenhum tem o que quer que seja a recear dos outros - uma grande e larga política poderá ser feita para vantagem de todos».
Franco Nogueira («Diálogos Interditos. A Política Externa Portuguesa e a Guerra de África», Vol. I).

«Se alguém quisesse acusar os portugueses de cobardes, destituídos de dignidade ou de qualquer forma de brio, de inconscientes e de rufias, encontraria um bom argumento nos acontecimentos desencadeados pelo 25 de Abril.
Na perspectiva de então havia dois problemas principais a resolver com urgência. Eram eles a descolonização e a liquidação do antigo regime.
Quanto à descolonização havia trunfos para a realizar em boa ordem e com a vantagem para ambas as partes: o exército português não fora batido em campo de batalha; não havia ódio generalizado das populações nativas contra os colonos; os chefes dos movimentos de guerrilha eram em grande parte homens de cultura portuguesa; havia uma doutrina, a exposta no livro Portugal e o Futuro do general Spínola, que tivera a aceitação nacional, e poderia servir de ponto de partida para uma base maleável de negociações. As possibilidades eram ou um acordo entre as duas partes, ou, no caso de este não se concretizar, uma retirada em boa ordem, isto é, escalonada e honrosa.
Todavia, o acordo não se realizou, e retirada não houve, mas sim uma debandada em pânico, um salve-se-quem-puder. Os militares portugueses, sem nenhum motivo para isso, fugiram como pardais, largando armas e calçado, abandonando os portugueses e
africanos que confiavam neles. Foi a maior vergonha de que há memória desde Alcácer Quibir. Pelo que agora se conhece, este comportamento inesquecível e inqualificável deve-se a duas causas. Uma foi que o PCP, infiltrado no exército, não estava interessado num acordo nem numa retirada em ordem, mas num colapso imediato que fizesse cair esta parte de África na zona soviética.




António José Saraiva, in Diário de Notícias de 26 de Janeiro de 1979.
Uma "Estória" muito mal contada, uma revolução que nunca passou de uma encenação, e depois, há sempre aquela suspeita, ou muito mais do que isso em relação ao que se passou nos últimos anos do antigo regime! Tudo infiltrado pela cambada do PCP, ao serviço de Moscovo, isto no que aos militares e elementos da PIDE diz respeito, e por outro lado a corrupção de muitas das figuras chave por parte dos amigos americanos, os assalariados da CIA!
Isto para já não falar que quem mexia os cordelinhos era gente muito bem instalada na vida, os plutocratas, os donos disto tudo, tudo um jogo de interesses no qual os portugueses da metrópole e dos territórios ultramarinos não passaram de meros peões, perfeitamente descartáveis.
...E assim se fez a maior traição a uma Nação com nove séculos de existência, e ao que parece, ainda há quem alinhe na farsa da democracia socialista e aplauda aqueles que lhes vão apertando o garrote no pescoço, lamento, mas somos um povo de suicidas, pagamos sem dúvida o preço da ignorância e da ganância, do viver bem sem trabalhar, por isso mesmo hoje estamos escravos de uma elite que nos subjugou através de uma impagável dívida!!!
Já o diziam os romanos, um povo que não se governa, nem se deixa governar!!!
Alexandre Sarmento

«Spínola, quando chegou à Guiné, fez uma coisa revolucionária: considera que uma guerra daquele tipo só se ganhava politicamente e nunca militarmente. A única coisa que ele pedia aos militares era que não perdêssemos a guerra para lhe darmos tempo para a resolver politicamente. A partir disso, toda a manobra militar da Guiné esteve subordinada à manobra política do general. Ele traçou a sua manobra política, à qual a manobra militar ficou subordinada. [...] Spínola ouvia muito o Ricardo Durão e o Rafael Durão. Ao núcleo duro do staff dele pertenciam eu, o Carlos Morais, mais tarde o Dias de Lima quando o Carlos Morais acabou uma comissão, o Carlos Azeredo, o João Almeida Bruno, o Firmino Miguel e o Pereira da Costa. O Azeredo tinha uma certa "pancada", mas o resto era gente normal. Uma noite este grupo, exceto Dias de Lima, reuniu-se em Bissau, depois de fazer um estudo exaustivo do que se estava a passar no país e nas colónias, e chegou à conclusão que a maneira de resolver o problema nacional era destituir o Governo e substituí-lo por alguém que quisesse resolver os problemas nacionais, como era o caso do Spínola. Puseram-se várias hipóteses, até que assentámos no projecto de transformar Spínola numa figura nacional, de tal maneira importante que eles não pudessem pô-lo numa prateleira, quando ele regressasse a Lisboa. Quando o Spínola tem uma posição importante em Lisboa, ia colocar os seus homens de confiança, que eram muitos, nos lugares importantes.
No momento em que ele achasse que tinha o espaço nacional coberto por pessoas da sua confiança, subia a escadaria de São Bento, batia à porta e dizia ao Marcello: "Gostei muito deste bocadinho, mas vá-se embora porque quem manda agora sou eu " Seria um golpe de Estado típico. Seria um golpe de Estado típico. Isto falhou porque o Spínola, apesar de ter ido para um lugar importante, que foi criado de propósito para ele - vice-chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas -, nunca conseguiu pôr uma pedra dele em nenhum sítio porque não o colocou. Entretanto, mobilizaram-se jornalistas, portugueses e estrangeiros. O Dominique de Roux , francês, era um dos homens que estava connosco. O Victor Direito, do República , também ».
Carlos Fabião («Milícias negras», in José Freire Antunes, «A Guerra de África - 1961-1974», Vol. I).
Para bom entendedor, Spínola foi comido de cebolada!!!
Alexandre Sarmento
"E hoje vemos, com uma dura clareza, como o período da nossa História a que cabe o nome de Salazarismo foi o último em que merecemos o nome de Nação Independente. Agora em plena democracia e sendo o povo soberano, resta-nos ser uma reserva de eucaliptos para uso de uma obscura entidade económica que tem o pseudónimo de CEE".
"Salazar foi, sem dúvida, um dos homens mais notáveis de Portugal, possuindo uma qualidade que os homens notáveis nem sempre têm - a recta intenção".
"(...)além de qualidades de administrador miraculosamente raras junto a uma igualmente rara integridade".
Comentários de António José Saraiva, reconhecido anti-salazarista, membro do Partido Comunista, e, segundo poderemos constatar, depois de confrontado com a farsa abrileira, com a trama, com a traição, mudou radicalmente de posição, despertou para a realidade, e como homem de carácter, deu a mão à palmatória, assumiu-se, aliás como é característica de seres humanos dotados de carácter e verticalidade.
Alexandre Sarmento


«O general Spínola tem duas fases na vida dele. Uma, em que se dedicou à Guiné, à parte militar, ao desenvolvimento social - foi a fase nobre da vida dele. Depois, deixou-se deslumbrar pela política, com influência de alguns deputados da ala liberal. Ele nunca me mostrou as cartas que tinha recebido. Depois disse-me que tinha recebido directivas, mas que continuava fiel ao presidente do Conselho. Mas o general Spínola, com todas as qualidades que tem, tem um defeito: é muito vaidoso. A certa altura, deixámo-nos de falar, e ele criou aquele mito da impossibilidade da defesa militar da Guiné, que o levou a ser substituído pelo general Bethencourt Rodrigues que, pelo contrário, dizia que a Guiné era susceptível de ser defendida desde que tivesse mais meios - e os meios ainda foram conseguidos no meu tempo. A última vez que fui à Guiné foi em 1972. Senti que o general Spínola estava diferente. Quando ele levantou o problema do colapso militar, eu estava na última fase como ministro do Ultramar. Mas mandou-se à Guiné o general Costa Gomes que, quando regressou, disse que a Guiné era perfeitamente defensável desde que se mudasse o dispositivo. Foi na altura em que se resolveu substituir o governador. Fui eu que fiz o convite ao Bethencourt Rodrigues para ir para a Guiné. Eu combinei com ele falar num sítio onde não houvesse muita gente, e fomos para São Julião da Barra. Mas estava cá uma esquadrilha inglesa de acrobacia aérea, e foi um inferno para lá chegar.
Cheguei a São Julião da Barra, ele estava lá e eu disse-lhe: "Trago-lhe uma boa notícia. Você vai para a Guiné. Nós precisamos de si na Guiné. Diga que sim". Ele aceitou. Foi à Guiné, fez um estudo da situação, veio cá e disse, confirmando o que o Costa Gomes tinha dito: "A Guiné é defensável, mas tem que se mudar o dispositivo. E têm que ser reforçados certos meios de defesa". Mas a partir de certa altura, quando começou a cair a vontade de luta do general Spínola, começou-se a dizer que a guerra subversiva não era susceptível de ser vencida. Não é verdade: os ingleses venceram a guerra subversiva no Quénia, na Malásia... Na guerra subversiva, a tendência é para se passar para a guerra convencional, porque a guerra subversiva provoca a desordem mas não consegue dominar o território. Eles passaram a vida a dizer que a guerra subversiva não era susceptível de ser vencida, e quando, na Guiné, passaram para a guerra convencional, começaram a dizer que a guerra convencional não era susceptível de ser vencida. Foi quando começaram a evocar a falta de material, argumento que nós anulámos porque conseguimos o material. O Bethencourt Rodrigues foi informado de que estava em preparação a remessa de material, para além de termos mandado muito material disponível, que fazia parte da defesa do continente. Disse-me que ia mudar o dispositivo e que aquilo seria perfeitamente dominável.

Havia muitos problemas administrativos que superavam os problemas militares. E militares que pediram que o novo ministro da Defesa fosse um civil. Quem pressionou mais a solução civil foi o próprio Costa Gomes. Eu, na altura, já estava no Governo há doze anos, só desejava sair e voltar à minha vida profissional. E só fui por causa da conjuntura e da situação em que estava o País, porque não ia abandonar num momento difícil. E fiquei, o que me valeu dois anos na cadeia, depois do 25 de Abril. Depois de tomar posse, cheguei à conclusão de que a situação era preocupante porque havia o problema do armamento - nós tínhamos dificuldade em conseguir o armamento que os militares diziam que precisavam. Havia um agravamento da situação em Moçambique, na zona de Vila Pery, que era necessário eliminar. Eu tinha que tirar razão aos militares quando eles diziam: "Não temos meios". E só o conseguiria criando os meios. Foi o que fiz: tentei suprir a falta de armamento para lhes tirar o argumento do "nós não nos podemos bater como deve ser porque não temos armamento". E o armamento conseguiu-se. Mas o que aconteceu foi que, quando apareceram os mísseis terra-ar Strela, na Guiné, aquilo criou um alarme excessivo. Também apareceram Strela em Angola e não houve aquela reacção. Nessa altura, dediquei-me ao problema do armamento e estabeleci ligações com o ministro da Defesa da África do Sul, Pieter Botha, que veio cá tão discretamente que ninguém deu por nada. Estivemos dois dias fechados no Forte de São Julião da Barra a discutir os problemas. Eu fui nomeado ministro da Defesa em 7 de Novembro de 1973 e isto passou-se logo a seguir. Discutimos o problema do armamento. A África do Sul tinha comprado duas baterias de mísseis terra-ar Crotale em França - eu consegui que eles desistissem de uma, e comprámo-la nós, directamente aos franceses. Pagámos a bateria aos franceses, os trinta por cento que estavam no contrato, e chegámos a mandar o pessoal para ser treinado. A bateria dos Crotale era para proteger o aeroporto de Bissau. Havia na Guiné aviões MIG, que eram da República da Guiné, mas podiam ser usados lá.


[...] Em determinado momento, o almirante Crespo disse que o general Spínola estava a escrever um livro e que não havia muita vantagem em que o livro fosse publicado. Isto passou-se quando eu ainda estava no Ministério do Ultramar. Uma tarde, chegou um despacho do general Costa Gomes, dizendo que o livro do Spínola estava pronto para ser publicado. Eu disse: "Ele não pode publicar o livro sem eu o ter lido". Os militares no activo não podem publicar nada sem autorização superior. Mas Spínola recusou-se a dar-me o livro para ler, embora ele minta e diga que eu tinha conhecimento do livro, insinuando que tinha sido por intermédio da DGS. Mas a DGS também não sabia do livro. Fui ter com Marcello Caetano e disse-lhe: "O livro não pode ser publicado sem autorização, mas ele recusou-se a entregar-mo". Então, Marcello Caetano respondeu-me: "Para não estarmos a criar um problema, você encarrega o general Costa Gomes - que era o superior hierárquico do general Spínola - de ler o livro e de lhe dar um parecer". Então chamei o general Costa Gomes e ele deu-me um parecer favorável. Nessa altura, despachei nestes termos: "Embora não tenha conhecimento do livro, porque não me foi facultado para ler, confio no parecer do chefe de Estado-Maior General das Forças Armadas. Publique-se».
Silva Cunha («África a arder», in José Freire Antunes, «A Guerra de África - 1961-1974», Vol. I).

O livro simultaneamente mais interessante e mais valioso entre tantos que, depois de Abril de 1974, se escreveram sobre Portugal, é sem dúvida o de Dominique de Roux, «Le Cinquième Empire» (Ed. Belfont, Paris).
A tese do autor é a seguinte: Portugal foi o último dos impérios e seu termo, dado agora, abre a história da humanidade para o Quinto Império, aquele que, anunciado nos libros da tradição mais sagrada e mais secreta, será o império da universalidade. Em termos mais correctos: encerrado o longo ciclo de imperialismo, a humanidade vai entrar no ciclo do universalismo. Ao poder na terra e no tempo, sucederá o poder do uno e do espírito. A dissolução do último império terrenal, equivale à putrefacção, ou saturnificação, onde germinará a flor.


Dominique de Roux era uma personalidade enigmática: jornalista de celebridade mundial, era também «intelectual», de um tipo que os jornalistas nunca são; nos campos de guerra em África, entrevistava, antes do 25 de Abril, Kaulza, Spínola e Otelo, e, depois do 25 de Abril, Jonas Savimbi, mas ao mesmo tempo fundava e dirigia a colecção «10-18», que todos nós conhecemos, e organizava os sucessivos números da revista «Exil». Nos primeiros dias que se seguiram ao golpe de Abril, três diários comunistas publicavam a várias colunas da 1.ª página o seu retrato com a legenda: «à solta em Portugal um dos principais agentes da reacção internacional...». Tinha preocupações de aristocrática elegância e havia quem dissesse que era um dirigente da polícia secreta francesa, o que este seu livro permite confirmar... Morreu de repente, quando acabava de publicar o «Cinquième Empire» e dias depois da invasão do Congo pelos comunistas de Angola. Há quem diga que foi assassinado.

Ao lermos o «Cinquième Empire», mais uma vez evocamos o antiquíssimo mito de como tantas vezes se vai procurar longe o que se tem à mão. Procurando a «flor azul» na distância impossível de percorrer», Dominique de Roux só pôde conhecer, do último império, a putrefacção. Nunca foi aonde o mito do império do espírito é todos os anos celebrado, embora ponha em epígrafe do seu livro um poema de Natália Correia, e não mostra conhecer (exceptuada uma apressada alusão a António Telmo) aqueles que, como Agostinho da Silva, melhor lhe poderiam falar. O jornalista atraiçou o intelectual. Ofuscado pelas vedetas, passou ao lado do que buscava e não o viu. Condenou-se a só ver a podridão (in Escola Formal, 1977, n.º 4, p. 19).
Este livro, é tão só uma das melhores obras que li nos últimos tempos, recomendo vivamente, um testemunho na primeira pessoa, o resto, deixo ao vosso critério.
Alexandre Sarmento
Em baixo, o link para download do livro, "O Quinto Império".
https://drive.google.com/file/d/0B3w4NEaIStOJZUFsaEJLYzNGZGM/view





Ainda haverá gente com dúvidas, o regime e a quase totalidade das suas figuras de topo nasceu nasceram de um projecto falhado, podre e inquinado, esperavam o quê de um produto fabricado no laboratório do Largo do Rato, um produto com um ADN comprovadamente corrupto, fabricado de traições, com avental e luva branca, assim sendo, nada haveria a esperar a não ser exactamente aquilo a que estamos a assistir!!!
Nunca o sistema iria deixar cair por terra a sua obra prima, nunca o sistema permitiria que o herdeiro daqueles que mataram Portugal, mataram o império, mataram a nossa identidade e nos tiraram a dignidade fossem condenados pelos crimes cometidos contra a nação e espoliados de todos os bens sonegados de forma criminosa, a corrupção e a impunidade são a imagem de marca deste regime com quase 50 anos, e pelos vistos, está para durar!!!
O povo português vai assistindo impávido e sereno, resmunga nas redes sociais, mas nada mais do que isso, pois, chegada a hora de meter a papeleta na caixinha, lá vão eles em fila indiana cumprir religiosamente a única conquista deste regime democrático, dizem!!!
Nada comprova melhor a veracidade e autenticidade dos adágios populares, e neste caso há um que se aplica na perfeição...
Em terra de cegos quem tem um olho é Rei!!!
Deliciem-se com a galeria abaixo exposta, comentários para quê, é o Sócrates meus morcões...







Dizem vivermos num Estado de Direito, dizem, apenas dizem, pois na prática aquilo que vemos é uma bandalheira na qual os ricos e poderosos ficam imunes à lei, os exemplos são mais do que muitos, desde a vergonha com a Banca, com as Parcerias Público-Privadas, a cambada de pedófilos da Casa Pia, e mais uma série infindável de episódios que envergonhariam qualquer cidadão de bem em qualquer outro país.

Corrupção total, impunidade total, são o lamentável retrato deste país, parafraseando um conhecido criminalista...
"Portugal é hoje um paraíso criminal onde alguns inocentes imbecis se levantam para ir trabalhar, recebendo por isso dinheiro que lhes é roubado pelos criminosos e ajuda a pagar os ordenados aos iluminados que bolsam certas leis!"
Para quando uma verdadeira revolução, porque razão não se copiam os bons exemplos vindos de fora, lembro por exemplo a Islândia, já basta de impunidade neste país, é revoltante a forma como somos roubados, vilipendiados, achincalhados e manipulados por todos aqueles que sendo mandatados por todos nós num regime dito de democrático, que na realidade não passa de uma fraude, e falando especialmente de justiça, e começando pelos magistrados, está a vista de todos, a corrupção é total, temos pois os verdadeiros criminosos a julgar os seus parceiros de crime, avental oblige!!!
...e mais não digo!!!
Alexandre Sarmento
«(...) Muitos dos temas tratados versavam questões de estratégia internacional de um mundo cada vez mais global, outros eram o reflexo da ...