segunda-feira, 20 de abril de 2020

As Três Espécies de Portugueses



As Três Espécies de Portugueses

Há três espécies de Portugal, dentro do mesmo Portugal; ou, se se preferir, há três espécies de português. 

Um começou com a nacionalidade: é o português típico, que forma o fundo da nação e o da sua expansão numérica, trabalhando obscura e modestamente em Portugal e por toda a parte de todas as partes do Mundo. Este português encontra-se, desde 1578, divorciado de todos os governos e abandonado por todos. Existe porque existe, e é por isso que a nação existe também.

Outro é o português que o não é. Começou com a invasão mental estrangeira, que data, com verdade possível, do tempo do Marquês de Pombal. Esta invasão agravou-se com o Constitucionalismo, e tornou-se completa com a República. Este português (que é o que forma grande parte das classes médias superiores, certa parte do povo, e quase toda a gente das classes dirigentes) é o que governa o país. Está completamente divorciado do país que governa. É, por sua vontade, parisiense e moderno. Contra sua vontade, é estúpido.

Há um terceiro português, que começou a existir quando Portugal, por alturas de El-Rei D. Dinis, começou, de Nação, a esboçar-se Império. Esse português fez as Descobertas, criou a civilização transoceânica moderna, e depois foi-se embora. Foi-se embora em Alcácer Quibir, mas deixou alguns parentes, que têm estado sempre, e continuam estando, à espera dele. Como o último verdadeiro Rei de Portugal foi aquele D. Sebastião que caiu em Alcácer Quibir, e presumivelmente ali morreu, é no símbolo do regresso de El-Rei D. Sebastião que os portugueses da saudade imperial projectam a sua fé de que a família se não extinguisse.

Estes três tipos do português têm uma mentalidade comum, pois são todos portugueses mas o uso que fazem dessa mentalidade diferencia-os entre si. O português, no seu fundo psíquico, define-se, com razoável aproximação, por três característicos: 

(1) o predomínio da imaginação sobre a inteligência. 
(2) o predomínio da emoção sobre a paixão.
(3) a adaptabilidade instintiva. 
Pelo primeiro característico distingue-se, por contraste, do grego antigo, com quem se parece muito na rapidez da adaptação e na consequente inconstância e mobilidade. Pelo segundo característico distingue-se, por contraste, do espanhol médio, com quem se parece na intensidade e tipo do sentimento. Pelo terceiro distingue-se do alemão médio; parece-se com ele na adaptabilidade, mas a do alemão é racional e firme, a do português instintiva e instável.

A cada um destes tipos de português corresponde um tipo de literatura.

O português do primeiro tipo é exactamente isto, pois é ele o português normal e típico. O português do tipo oficial é a mesma coisa com água; a imaginação continuará a predominar sobre a inteligência, mas não existe; a emoção continua a predominar sobre a paixão, mas não tem força para predominar sobre coisa nenhuma; a adaptabilidade mantém-se, mas é puramente superficial — de assimilador, o português, neste caso, torna-se simplesmente mimético.

O português do tipo imperial absorve a inteligência com a imaginação — a imaginação é tão forte que, por assim dizer, integra a inteligência em si, formando uma espécie de nova qualidade mental. Daí os Descobrimentos, que são um emprego intelectual, até prático, da imaginação. Daí a falta de grande literatura nesse tempo (pois Camões, conquanto grande, não está, nas letras, à altura em que estão nos feitos o Infante D. Henrique e o imperador Afonso de Albuquerque, criadores respectivamente do mundo moderno e do imperialismo moderno) (?). E esta nova espécie de mentalidade influi nas outras duas qualidades mentais do português: por influência dela a adaptabilidade torna-se activa, em vez de passiva, e o que era habilidade para fazer tudo torna-se habilidade para ser tudo.

Fernando Pessoa, ' Sobre Portugal - Introdução ao Problema Nacional '

sábado, 18 de abril de 2020

Mestre João Núncio, um grande português.


João Branco Núncio, uma figura incontornável da nossa tauromaquia, um grande português, um grande empresário, um homem exemplar, um grande ser humano. Infelizmente morreu por um único motivo, a sede de destruição e o apagar de tudo aquilo que foi marcante e positivo que se fez no passado deste país até ao dia da fatídica e vergonhosa revolução.




"Dos muitos casos de violência, de roubo, de confisco da propriedade privada, ocorridos no Alentejo, alguns há que não podem ser facilmente esquecidos. Encontra-se nesta circunstância, o assalto à residência de mestre João Branco Núncio, já depois de lhe terem extorquido as suas bens exploradas empresas agrícolas e o seu semental de gado bravo. Dando vazão a ódios recalcados, a vinganças que se achavam adormecidas, manipulados politicamente, tomam-lhe alguns trabalhadores a casa de assalto, depradando-a pela forma mais selvática que se pode imaginar. A pretexto (aparece sempre um pretexto) da equívoca explosão de um engenho no Centro da Reforma Agrária, de Alcácer do Sal, indivíduos, na sua maioria estranhos à vila, para o efeito devidamente instrumentalizados, assaltam-lhe a residência particular, o que lhe restava, e à numerosa prole ainda a seu cargo. A pau e à navalha, destroem-lhe peças de mobiliário, o seu pequeno museu de recordações tauromáquicas, praticamente desfeito numa fúria selvagem, a que não foi poupado sequer um retrato a óleo, da autoria de Eduardo Malta, da figura em corpo inteiro do nosso maior mestre de toureio equestre de todos os tempos, o qual foi furiosamente golpeado à navalhada. A cabeça embalsamada do seu primeiro touro, como debutante, foi destruída à paulada, com ferocidade...

Praticamente sem recursos com que valer à família numerosa ainda a suas expensas - como era o caso do seu filho e jovem cavaleiro José Núncio, inválido, como se sabe, em consequência de grave queda quando montava a cavalo - mestre João fora de alongada até à Golegã, hospedando-se em casa de seu cunhado Patrício Cecílio. Das suas montadas, de alta escola e apuro, apenas uma lhe ficou. Com ela se estava treinando, na esperança moça dos seus mais de 70 anos de voltar aos redondéis e amealhar uns tostões para não morrer à míngua. No entanto, não resistiria à dolorosa situação em que se achava. Um colapso cardíaco, surpreende-o a viver essa fagueira esperança de um regresso que, por desígnio de Deus, não se viria a consumar. Ficou de mestre Núncio, um nome honrado, uma grande simpatia humana e uma saudade que o tempo jamais apagará. Morto pelo ódio e não pelo amor dos homens!"


João M. da Costa Figueira

sexta-feira, 17 de abril de 2020

25 de Abril, a grande aldrabice!!!




Não aconteceu nenhuma revolução, aconteceu sim uma verdadeira traição contra um país, uma cultura e uma nação outrora um exemplo para a humanidade, um exemplo de humanidade, boa convivência e verdadeiro desenvolvimento humano, tanto a nível cultural como material...
Valores princípios éticos e morais, normas e avanço civilizacional e tecnológico, aspectos em que sempre estivemos na vanguarda, fomos talvez o povo mais avançado durante alguns séculos, tudo isto sem beliscar e sempre respeitando as outras nações ou civilizações.
Estamos hoje abandonados à nossa sorte, somos hoje um resquício daquilo que fomos outrora, estamos hoje infinitamente mais pobres do que outrora, resta-nos a nossa história, a nossa cultura, mas pergunto eu, até quando???

A imagem pode conter: 1 pessoa, texto que diz "TIME LISBON'S TR ROIKA RED THREAT INPORTUGAL"

«Em 25 de Abril ocorreu realmente a revolução da perfídia. Toda ela estava viciada, chocou-se um ovo monstro no nosso ventre que, quando a casca se partiu, rapidamente cresceu e nos quis devorar. Os portugueses resistiram e fizeram-lhe frente, mas dos seus tentáculos cortados escorreu um visco venenoso que ainda hoje se agarra a tudo e nos tolhe os movimentos. Fomos aldrabados por "heróis" de pacotilha que se encheram de honras e de dinheiros fáceis. O sonho rapidamente se transformou em pesadelo e aqueles que já acordaram rangem os dentes de impotência. Era bom voltar a sonhar com outros protagonistas: a verdade, a humanidade e a justiça. Mas dizem-nos dos bastidores que essa peça não está no reportório desta companhia de teatro. Só temos guarda-roupa para interpretar peças de vilões e de perfídia.

Expresso | Capitães de abril recebem aplauso de pé no regresso ao ...

Teremos que continuar com a "revolução da perfídia", peça estreada há mais de trinta anos, de autor estrangeiro, sempre com protagonistas que se esquecem de olhar para o público, nem nisso estão interessados pois o público, embora remoendo impropérios, não tem outro espectáculo para ver.

(...) Existem ainda umas dúzias de pessoas e de grupos interessados em manter vivas as festividades do 25 de Abril. São todos os que querem fazer passar a ideia de que foram figuras de proa no pronunciamento que derrubou o salazarismo/marcelismo e que publicitam anualmente o seu feito às novas gerações; querem ser conhecidas como fazedoras da história.

Mas, se atentarmos na lógica da tese apresentada neste livro, melhor fora que se escondessem para ajudar a esquecer uma revolução e uma data que nada teve de patriótica nem de libertadora. Na verdade, a revolução do 25 de Abril foi planeada por estrangeiros que pretendiam, primeiro, ganhar o controlo das então portuguesas terras ultramarinas e, por fim, estabelecer no nosso país uma linha avançada do comunismo na Europa. Os encenadores estrangeiros fizeram entrar em palco os actores portugueses na altura que mais lhes conveio e eles limitaram-se a apresentar a tragicomédia e vir à boca de cena receber os aplausos, sem se darem conta do que se passava nos bastidores nem dos interesses do público.

O 25 de Abril, hora a hora, explicado por Salgueiro Maia

Mas foi pelo 25 de Abril que conquistámos a liberdade, dirão alguns. Também aqui estão errados e também aqui não têm razões para comemorar pois tudo havia sido preparado para implantar em Portugal uma ditadura férrea que faria do salazarismo um regime benévolo e de grande transigência. Os jornais da época mostram que estivemos muito próximo de esse objectivo ser cumprido, não fosse a tomada de consciência dos portugueses que se empertigaram e disseram que não era aquilo que queriam no 25 de Novembro.

Não há pois razões para continuar a comemorar a Revolução da Perfídia que não foi da libertação para Portugal nem para os "descolonizados à força" dos actuais novos países de expressão portuguesa.

Ultrapassemos os fantasmas, dialoguemos com verdade e olhemos de frente os nossos sonhos do futuro».


General Silva Cardoso («25 DE ABRIL DE 1974: A REVOLUÇÃO DA PERFÍDIA»).

A tomada da Igreja Católica pela maçonaria...

JOÃO PAULO I, MORTE E MISTÉRIO NO VATICANO - virtualia

No fundo tudo foi tomado pela maçonaria no século XX, nem a igreja católica ficou imune!!!

«Aldo Moro, historiador maçónico bastante rigoroso, sugere a iniciação de Paulo VI na Maçonaria. O mesmo corrobora o padre Malachi Martín no seu romance, Vatican [Editora Secker e Warburg], publicado em Nova Iorque em 1986, em que acusa Paulo VI de pertencer a uma loja secreta. Também encontramos referências semelhantes no livro All'ombra del Papa Inferno [2001], no qual é mencionada a existência de dois grupos muito diferentes no Vaticano: por um lado, o grupo "maçónico-curial", formado pelos prelados e pelos membros da Cúria afectos à Maçonaria e, por outro, os sacerdotes que pertencem ao Opus Dei. Ambos os grupos se movimentam numa luta permanente pelo poder no Vaticano. O referido livro faz referência à existência de uma organização chamada Loggia Ecclesia, que estaria activa no Vaticano desde 1971 e da qual fariam parte mais de cem pessoas, cardeais, prelados e monsenhores da Cúria. O livro pormenoriza inclusivamente que as reuniões se realizavam nas noites de quinta-feira, num sotão do Arquivo Secreto do Vaticano, e insinua que o cardeal Samore era o responsável por manter um contacto aberto com o Grão-Mestre da Grande Loja Unida de Inglaterra, o duque de Kent.

Em 1976 aparece uma lista [publicada pela Publia Gazette e pelo Bulletin de l'Occident Chrétien, de origem francesa, lista que Ricardo de la Cierva reproduz no seu livro La Masoneria Invisible, Editora Fénix, 2002] dos prelados que pertenciam à citada loja secreta do Vaticano. Perante esta situação, o cardeal Siri encarregou o general Mino de investigar a Cúria e a eventual infiltração da Maçonaria no Vaticano. O general Mino nunca chegou a entregar o resultado da sua investigação, porque morreu num estranho acidente rodoviário em 1977.

A citada lista que o grupo Cephas Ministry publica na Internet inclui os seguintes nomes:

BISPOS: Alberto Albondi, bispo de Livorno; Fiorenzo Angelini; Salvatore Baldassarri, bispo de Ravena; Luigi Bettazzi, bispo de Ivera; Gaetano Bonicelli, bispo de Albano; Michele Buro; Mario Ciarrocchi; Donate de Bous; Aldo Del Monte, bispo de Novara; Angelinin Fiorenzo; Antonio Mazza, bispo de Velia; Luigi Maverna, bispo de Chiavari; Marcello Morgante, bispo de Ascoli Oiceno; Francesco Salerno; Mario Schierano, bispo de Acrida e Dino Trabalzini, bispo de Rieti.

ARCEBISPOS: Mario Brini; Annibale Bugnini; Enzio D'Antonio; Alessandro Gottardi; Albino Mensa; Aurelio Sabbatini; Mario Giuseppe Sensi; Antonio Travia e Lino Zanini.

CARDEAIS: Augustin Bea; Sebastiano Baggio; Agostino Casaroli; Achille Liénart; Pasquale Macchi; Salvatore Pappalardo; Michele Pellegrino; Ugo Peletti; Leo Suenens e Jean Villot.

PRELADOS, NÚNCIOS E OUTROS: Ernesto Basadonna, prelado de Milão; Mario Bicarella, prelado de Vicenza; Luigi Dadagio, núncio do Papa em Espanha; Pio Laghi, núncio apostólico delegado na Argentina; Virgillio Levi, de L'Osservatore Romano; Paul Marcinkus; Dante Pasquinelli, conselheiro do núncio de Madrid; Roberto Tucci, director da Rádio Vaticano.

iCatolica.com: Museu dedicado a João Paulo I será inaugurado na Itália

Actualmente alguns já faleceram e outros já não ocupam os cargos que constavam na lista da época. A lista publicada na Internet ascende a cento e dezasseis membros da cúria.

João Paulo I passou pelo Vaticano tão fugazmente como um meteorito. Foi eleito pela sua honestidade e pela sua sinceridade, era um homem coerente e franco, mas os seus detractores viam nele um populista que nunca entenderia os assuntos políticos da Santa Sé.

Era um homem de grande humildade, a tal ponto que não queria que os guardas suiços do Vaticano se ajoelhassem à sua passagem. Assim que tomou posse do trono do Vaticano iniciou algumas inovações teológicas que produziram profunda preocupação entre o clero conservador, que não estava disposto a tolerar mudanças relevantes. João Paulo I era partidário do controlo artificial da natalidade, pois estava consciente dos milhares de crianças que morriam de fome por esse mundo fora. Mas também - e isso originou ainda mais preocupação - se mostrou disposto a efectuar uma limpeza no Vaticano, visando especialmente os movimentos especulativos e financeiros. Provavelmente o seu erro foi antecipar-se aos factos, ao anunciar que algumas cabeças iriam rolar. Na lista figurava o cardeal secretário de Estado J. Villot, de quem se suspeitava pertencer à loja maçónica do Vaticano conhecida por Ecclesia. Outra cabeça que poderia rolar era a do bispo Marcinkus, devido às suas relações com os banqueiros da loja Propaganda Due, Calvi e Sidona. Também figurava entre os "sujos" o bispo Chicago, monsenhor Cody, que esbanjava os fundos da sua igreja com uma amiga que até o acompanhou a Roma, quando foi nomeado cardeal.

Com as suas novas ideias teológicas, e decidido à "limpeza" dos corruptos no Vaticano, João Paulo I assinou a sua sentença de morte.

Por volta de 23 de Setembro, o Papa possuía já bastante informação sobre as manobras financeiras do Vaticano. Inclusivamente, dispunha de referências sobre outra obscura personagem que se movia nas finanças do Vaticano, monsenhor Pavel Hnilica.

Este, fudador do Pro Fratibus, foi o responsável por tentar recuperar a mala que Roberto Calvi levava consigo antes de ser assassinado em Londres. Hnilica estava disposto a pagar milhões por aquela mala, onde supostamente Calvi levava informação valiosa e comprometedora.

O dia 28 de Setembro de 1978 foi o último dia da vida de João Paulo I. Aquele dia, tal como os outros, teve início com uma oração na sua capela privada, um pequeno-almoço frugal, enquanto ouvia as notícias da RAI e procedia ao habitual contacto com os seus secretários, John Magee e Diego Lorenzi. Depois seguiram-se as audiências com o cardeal Bernardin Ganti e o padre Riedmatten. Mais tarde almoçou com os cardeais Jean Villot e os padres Lorenzi e Magee. A seguir ao almoço passeou pelos jardins do Vaticano. Passou a tarde a estudar documentos e teve uma longa conversa com o cardeal Jean Villot, telefonou aos cardeais Giovanni Colombo, arcebispo de Milão e Benelli. Depois, como era seu costume, por volta das oito da noite, retirou-se para rezar o rosário na companhia de duas freiras e dos seus dois secretários. O jantar foi uma sopa de peixe, feijão-verde, queijo fresco e fruta. Seguidamente voltou a ver os noticiários na televisão. E, finalmente, retirou-se para o seu quarto, morrendo cerca das quatro horas da madrugada.

A sua morte foi encoberta desde o início com infindáveis mentiras e explicações confusas. O Vaticano disse que João Paulo I tinha morrido na cama, lendo A Imitação de Cristo, de Tomás de Kempis, uma das obras da literatura cristã mais divulgadas depois da Bíblia, no qual o autor apresenta a vida de Cristo como exemplo. No entanto, mais tarde presumiu-se que aquela versão não seria verdadeira. A madre Vicenza encontrou-o morto no seu escritório, supostamente enquanto examinava um documento secreto enviado pela Secretaria de Estado. E, se era verdade que na sua mesa-de-cabeceira tinha o livro A Imitação de Cristo, o facto é que a causa da morte de João Paulo I não foi esclarecida e o testamento que tinha redigido após a sua nomeação também desaparecera. O seu irmão, Eduardo, de setenta e quatro anos, tinha-o visitado três dias antes da sua morte e explicou: "Nunca nos tínhamos beijado nem abraçado, mas naquela tarde ele quis beijar-me e abraçar-me com força. Perguntei-lhe se estava bem e ele respondeu-me que sim. Mas parti com um estranho pressentimento". Eduardo conta que no decorrer da conversa que teve com o irmão este terá desabafado: "Até os bancos fundados pelos católicos, que deveriam dispor de gente de confiança, se apoiam em pessoas que de católicos nem o nome têm".

O abade Ducaud-Bourget diria acerca da morte de João Paulo I: "Com tantas criaturas do diabo a habitar no Vaticano, torna-se difícil acreditar que se tratou de uma morte natural". David A. Yallop investigou esta morte a fundo e recordou numa entrevista que nenhum médico da Cúria assumiu a responsabilidade de confirmar a sua morte, assinando a certidão de óbito. O seu médico de sempre, o doutor Antonio Da Ros, recusou a hipótese de o Papa sofrer do coração.

Mas estas não foram as únicas contradições suscitadas pela morte de João Paulo I. No seu livro La Santa Allianza, Eric Frattini explica que o termo do café que soror Vicenza levava todas as manhãs ao Pontífice estava intacto quando se descobriu o cadáver, tendo desaparecido depois sem deixar rasto. Também tinham sido substituídos os homens responsáveis pela vigilância habitual do Papa, sem qualquer explicação sobre quem havia dado tal ordem. Hans Roggan, oficial da guarda Suíça, afirmou mais tarde que, no momento em que informou Paul Marcinkus sobre a morte do Pontífice, este não mostrou qualquer admiração. Também ocorreram outros indícios suspeitos, como afirmarem que não tinha havido qualquer autópsia, quando na realidade foram feitas três. Os resultados das referidas autópsias nunca foram tornados públicos.

Relembremos finalmente que foi o padre Giovanni da Nicola quem informou o Sumo Pontífice dos desvios financeiros de Paul Marcinkus e dos seus sócios, através do IOR. Quatro dias depois da morte de João Paulo I, Giovanni da Nicola apareceu enforcado num parque de Roma muito frequentado por travestis e prostitutas. Havia vestígios de luta e tinha o pescoço rasgado, mas a polícia italiana encerrou o caso considerando-o suicídio. O homem que além de Papa mais sabia sobre os segredos do IOR e sobre Paul Marcinckus também tinha sido assassinado.

Para averiguar as causas da morte do Papa João Paulo I foi criada uma comissão de cardeais, dirigida por Silvio Oddi e Antonio Samore. A investigação concluiu que se tratou de "morte natural por enfarte", mas ainda ficavam muitas perguntas sem resposta e demasiados assuntos sem esclarecimento. A pasta da investigação foi classificada como "segredo pontifício", tal como ordenou João Paulo II, e foi arquivada numa obscura estante do Arquivo Secreto do Vaticano».

Jorge Blaschke («O Fim da Igreja e o Último Papa»).


https://observador.pt/2019/10/30/mafioso-diz-em-livro-de-memorias-que-assassinou-o-papa-joao-paulo-i/


quinta-feira, 16 de abril de 2020

A mentira da democracia socialista!!!


Arquivo berlinense documenta inferno stalinista | Notícias sobre ...


A mentira da democracia...

Socialismo é por definição uma corrente ou ideologia política na qual o comum cidadão nada possui que possa considerar verdadeiramente seu, na verdade o comum cidadão paga uma renda vitalícia por tudo aquilo que considera seu, ou deveria considerar o cidadão é um mero objecto ou melhor dizendo neste sistema a propriedade privada é inexistente, o livre pensamento e liberdade de expressão também, o socialismo é um sistema de organização social e económica fundado na propriedade pública e na administração colectiva ou estatal dos meios de produção. Trata-se de uma teoria filosófica e política desenvolvida pelo filósofo alemão Karl Marx, mais um farsante, um embuste parido no seio sionista, um subversor, quem sabe apenas um social parasita, um hipócrita como tantos ao longo da historia como bem sabemos pela sua historia pessoal, arrisco dizer, mais um "iluminado"!!!
As definições de socialismo foram sofrendo alterações ao longo da história e consoante o interlocutor. A sua doutrina tende a ser associada à procura do bem comum, à igualdade social e ao intervencionismo estatal, por exemplo.
O socialismo nasceu como um sistema anti-capitalista, embora nas últimas décadas tenham surgido movimentos que começaram a expressar certas divergências. Em termos políticos, a sua intenção é de construir uma sociedade sem classes subordinadas umas às outras, seja através da revolução, da evolução social ou de reformas institucionais.
As conversões para o socialismo tradicional tornaram-se mais evidentes a partir da Segunda Guerra Mundial, com a Guerra Fria e, posteriormente, com a desintegração da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (U.R.S.S.). Desde então, os regimes socialistas têm vindo a adoptar posturas mais flexíveis.
Relembro a barbárie e desumanidade deste processo de comunização, milhões de mortos, números algures entre 100 e 200 milhões de vitimas, dizem que foram apenas dados estatísticos, na verdade o que sucedeu foi o eliminar de tudo e todos aqueles que de alguma forma tentaram resistir a este processo demoníaco, relembro os "campos da morte" no Cambodja, os Gulags na URSS, ou o verdadeiro holocausto, o "Holodomor" na Ucrânia, entre muitos outros mais recentes tais como o que se passou com o genocídio dos povos nas nossas ex-colónias.

Holodomor: Unique photos from Austrian engineer

Nos dias que correm, países como Cuba, a China, a Coreia do Norte, Venezuela auto denominam-se socialistas.
Como todos bem sabemos na verdade esta ideologia nunca deu resultados positivos, foi mesmo a ideologia que levou ao assassinato, genocídio ou outras formas de promoção de miséria ou morte entre os humanos, falamos portanto de um valente embuste em que a liberdade é apenas uma questão de demagogia, uma questão de domínio de uma sociedade marxizada e portanto culturalmente atrasada, é esse o modus operandi desse sistema, o mais completo desrespeito pela vida e valores humanos, uma ideologia contra-natura!!!
Resumindo, o comuno-socialismo é na verdade a antítese daquilo que por norma o define, falamos na verdade de um capitalismo de estado, falamos de um sistema no qual os lideres tomam o lugar o lugar dos verdadeiros capitalistas, senão vejamos, no capitalismo só os ricos são poderosos, no caso do comuno-socilalismo, só os poderosos são ricos!!!
Portanto meus caros, as utopias não passam disso mesmo e neste caso atentam contra tudo aquilo que define uma verdadeira comunidade humana, atentam contra todas as liberdades individuais, atentam contra todos os nossos direitos, condenam-nos a ter apenas obrigações, a obrigação de servir o sistema, exactamente aquilo que hoje vivemos, somos na verdade escravos voluntários crendo termos a possibilidade de escolher o nosso próprio rumo através do voto, a farsa da democracia, votamos na verdade naqueles que alguém previamente escolheu, ou seja, somos manipulados nesta sociedade dita livre e democrática, a mentira em que vivemos!!!
Portanto pensem naquilo em que este país se está a tornar, belo fruto o da "revolução", acordem...

Alexandre Sarmento

terça-feira, 14 de abril de 2020

A gratidão pertence à História, não à política.


SALAZAR NA HISTÓRIA» - portugal dos pequeninos

"Um decreto a reconhecer a cidadania faz-se em minutos e pode fazer-se já; um cidadão, isto é, o homem pleno e conscientemente integrado numa sociedade política civilizada leva séculos a fazer."



Frase pertinente de Salazar, lembrei-me desta frase no contexto actual, a sociedade actual e os lamentáveis eventos sucedidos nos últimos dias, senão vejamos:

-Que tipo de sociedade se esperava depois de cinco décadas de desconstrução, ou melhor, da destruição de um trabalho de uma atitude civilizadora e portadora de paz e desenvolvimento de quase nove séculos?

-Para que plano foram relegados os valores morais, a ética, as regras de boa convivência, o respeito, a tradição, a espiritualidade e tudo aquilo que nos definiu como nação, família, tribo ou clã?

-O que esperar desta sociedade quando estamos a ser reduzidos a meros objectos, a verdade é que estamos hoje subjugados por um sistema que nos inibe de pensar autonomamente, estamos mentalmente castrados, rendidos, conformados e acomodados a este sistema que nos transmite uma falsa sensação de conforto e segurança, que nos entretém com futilidades e nos abstrai do essencial, um sistema montado de forma a que sejamos efectivamente escravos sem que nos demos conta de o sermos, um esquema ardiloso, montado com propósitos bem definidos por uma proto-elite que sob o manto de regimes de falsas liberdade e falso bem estar, usam como leitmotiv, a igualdade e a utópica democracia, uma farsa que apenas tem como objectivo desconstruir a ordem e as nações, bem sabemos o que cozinham há décadas, para não dizer séculos, objectivo final, instaurar um Governo Global, uma Nova Ordem Mundial.


Toca do Coelho Voador: Morreu o illuminati David Rockefeller ...

Serei breve, o importante que entendam o assunto da dialéctica hegeliana, ou seja o processo que nos trouxa a este marasmo a este caos civilizacional, este foi processo de como todo o poder se controlou a humanidade através dos séculos,

assim sendo a dialéctica hegeliana pode ser resumida em numa simples equação básica: tese + antítese = síntese.


Assim se montou uma farsa na qual os povos, as civilizações ou nações foram sistematicamente escravizados, as "elites" criaram intencionalmente duas forças opostas, assistem remotamente e em grande luxo a guerra de forças opostas que eles mesmos criaram ou promoveram, assistem impávidos e serenos a lutas fratricidas, nações, raças e famílias que lutam entre si, até que ambos os lados se tornem vulneráveis e fiquem incapacitados de reagir tomando assim territórios e escravizando as populações seja pelo capital, força ou domínio intelectual das massas, criando escravos voluntários tal a predisposição a que a derrota, enfraquecimento e exaustão a todos os níveis levou os agora derrotados ou subjugados. Assim sendo, promoveram a enfermidade com o objectivo de aplicarem a terapêutica, a deles, pois está claro, estando numa posição estratégica têm toda a vantagem e assim podem oferecer o que parece ser a adequada solução, uma falsa solução previamente planeada, ou seja, bem visto mas no fundo, lobos em pele de cordeiro...

O grande problema perante isto está na forma agradecida e benevolente como o verdadeiro escravo olha o seu dono ou mestre, na renuncia a reagir, na falta de reacção e na cabal aceitação da sua nova condição como parte da humanidade, desmistificando ou desambiguando a situação, renunciamos a todas as nossas liberdades e submetemo-nos ou acedemos de forma voluntariosa a um sistema que no meio de tanto conflito e confusão vai aos poucos ganhando poder e colhendo dividendos.

Reportando-me a tempos modernos foi isto que se passou exactamente nos últimos 150 anos, em que caímos debaixo do jugo da elite de grandes banqueiros e corporações sionistas...


Wall Street volta às quedas e regista pior semana desde 2008 ...

Portanto meus caros, o que se nos apresentou nestes últimos dia nada mais foi do que o culminar de um processo de destruição da identidade cultural e da matriz civilizacional desta Europa hoje decadente e ferida de morte, na verdade estamos em guerra e lamentavelmente a grande maioria ainda não entendeu o que se passa no mundo a sua volta, tal a anestesia, tal o bombardeamento por parte dos media, tal a manipulação, tal o medo, tal a forma como somos manipulados, e neste momento assistimos ao culminar do processo com esta pandemia de Covid 19, uma pandemia providencial, fabricada por medida para deitar por terra o sistema económico e financeiro. 

Perguntar-me-ão, qual a solução, poderá haver, certamente haverá mas não será com divisões, preconceitos, complexos, sectarismos ou facciosismos, será com união, será com uma consciência individual e colectiva, será com o restaurar do espírito de nação, do colectivo, de clã, de família, e de Deus...

Expresso | Quando a CIA usou a cultura como arma contra Salazar


«Devo à Providência a graça de ser pobre: sem bens que valham, por muito pouco estou preso à roda da fortuna, nem falta me fizeram nunca lugares rendosos, riquezas, ostentações. E para ganhar, na modéstia a que me habituei e em que posso viver, o pão de cada dia não tenho de enredar-me na trama dos negócios ou em comprometedoras solidariedades. Sou um homem independente. Nunca tive os olhos postos em clientelas políticas nem procurei formar partido que me apoiasse mas em paga do seu apoio me definisse a orientação e os limites da acção governativa. Nunca lisonjeei os homens ou as massas, diante de quem tantos se curvam no Mundo de hoje, em subserviências que são uma hipocrisia ou uma abjecção. Se lhes defendo tenazmente os interesses, se me ocupo das reivindicações dos humildes, é pelo mérito próprio e imposição da minha consciência de governante, não por ligações partidárias ou compromissos eleitorais que me estorvem. Sou, tanto quanto se pode ser, um homem livre. Jamais empreguei o insulto ou a agressão de modo que homens dignos se considerassem impossibilitados de colaborar. No exame dos tristes períodos que nos antecederam esforcei-me sempre por demonstrar como de pouco valiam as qualidades dos homens contra a força implacável dos erros que se viam obrigados a servir. E não é minha culpa se, passados vinte anos de uma experiência luminosa, eles próprios continuam a apresentar-se como inteiramente responsáveis do anterior descalabro, visto teimarem em proclamar a bondade dos princípios e a sua correcta aplicação à Nação Portuguesa. Fui humano».


Oliveira Salazar



Deus, pátria e família, assim se repôs a ordem num determinado período da nossa historia, infelizmente muitos, seja por preconceito, deformação ou formatação assim o não entendem. Verdade, uma nação de homens conscientes e integrados numa sociedade civilizada não se fazem por decreto, demora séculos a fazer, subscrevo assim as palavras de Salazar, sempre lúcido, lógico e verdadeiro, na verdade está na hora de repor esta nação no rumo certo, seremos ainda poucos os que estão despertos e conscientes, mas cabe-nos o papel de motores, de despertadores de consciências e das forças há muito ocultas desta outrora mui nobre nação.


A bem da nação.


Alexandre Sarmento

Agostinho da Silva, ainda um ilustre desconhecido.

Um Agostinho da Silva que desmente a narrativa "vermelha" acerca da sua pessoa...

É Realizações | Agostinho da Silva

“…a ideia geral talvez fosse, e eu próprio a defendia e procurei no princípio da guerra em Angola, junto de autoridades portuguesas, por exemplo de um embaixador no Rio, pôr-lhes essa ideia na cabeça... fazer das colónias e de Portugal uma comunidade de língua portuguesa. Ideia que expus a Franco Nogueira quando vim a Portugal, em 1962, convidado pelo Governo português para discutir o estatuto do Centro de Estudos Portugueses em Brasília. O ministro Franco Nogueira, ministro dos Estrangeiros nessa altura, recebeu-me e pudemos conversar com toda a franqueza, perguntando-me ele se eu achava que a ideia de uma comunidade luso-brasileira seria bem recebida no Brasil, respondi-lhe que não. Exactamente por causa da atitude que Portugal estava a tomar com as colónias, com Angola naquela ocasião, o Brasil de nenhuma maneira ia aceitar isso, pois recordava-se muito bem que tinha sido colónia. A meu ver, Portugal tratou o Brasil muito bem quando foi colónia e se não tivessem sido os portugueses, o Brasil não se teria constituído. Mas o Brasil muitas vezes achava que os portugueses tinham tido defeitos na colonização — a meus olhos esses defeitos não existiram, embora houvesse muita coisa individual de tipo geralmente conotado com a colonização rapinante dos países. Mas não me parecia que naquela altura aceitassem uma coisa dessas. Mas havia algo que achava que aceitavam e que tomava a liberdade de expor a Franco Nogueira, que de resto tinha tido relações com um grande amigo meu, o poeta Casais Monteiro, e, portanto, eu podia falar com uma certa liberdade, por isso disse-lhe que o que me parecia que se devia fazer era uma comunidade luso-afro-brasileira com o ponto africano muito bem marcado. Quer dizer, se pudesse, eu poria o ponto central da comunidade, embora cada um dos países tivesse a sua liberdade, a sua autonomia, em África, talvez Luanda ou no interior de Angola, no planalto, de maneira que ali se congregassem Portugal e o Brasil para o desenvolvimento de África e para que se firmasse no Atlântico um triângulo de fala portuguesa — Portugal, Angola, Brasil — que pudesse levar depois a outras relações ou ao oferecimento de relações de outra espécie aos outros países. Então Franco Nogueira disse-me que isso era completamente impossível, que Portugal não se podia dividir e que não havia nada a fazer nesse ponto. De maneira que eu continuo a pensar que, aquando da revolução em 1974, se poderia talvez ter tentado isso. No entanto, é muito possível que a situação tivesse avançado tanto, que a guerra tivesse castigado tanto, quer os africanos, quer os portugueses, que o que cada um queria era ver-se livre do outro. Portanto, não havia já nenhuma possibilidade de fazer senão o que se fez, uma descolonização decerto apressada, mas trazida pelas circunstâncias; parecia que não podia ser de outro modo e, no entanto, talvez a coisa pudesse ter tido outro caminho. Quanto a Timor, achava que podia ter sido incluído num quadro futuro de uma comunidade de língua portuguesa e desempenhar um papel importante.


Não, não me pareceu que a revolução de 1974 tal como estava a ser feita, conduzisse a alguma coisa em que valesse a pena colocar essas ideias. Pareceu-me que era um pronunciamento militar sem grande largueza política (…).

segunda-feira, 13 de abril de 2020

Desmontando o Holocausto.







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Holocausto, desmontar o mito!


"Se contares uma grande mentira vezes sem conta, tende a ser reconhecida como verdadeira"
Joseph Goebels


"A mentira das câmaras de gás Nazis, será um dia reconhecida como um dos mais fabulosos embustes da história."
Robert Faurisson, historiador.




Acima, a chaminé à direita, foi adicionada depois da guerra e nem está anexada ao prédio. Os russos construíram isso para manter o conto de fadas do extermínio dos judeus.

Se vivemos em democracia, com liberdade de expressão e de imprensa, porque razão haveria de ser criminalizada a busca pela verdade sobre o Holocausto Judeu na Segunda Guerra Mundial?

Por que razão é este o único evento da história, do qual estamos determinantemente proibidos de questionar, ou, talvez não queiram mesmo que se questione o Holocausto, pois poderá levar a que se desvende a verdade publicamente, ou, seja desmontada esta monumental mentira.

Além do mais, creio ser ofensivo acreditar que os judeus e os sionistas tenham conseguido persuadir governos como os da Alemanha, da França, da Bélgica e outros 11 países a criminalizar a questão do Holocausto, contrariando o artigo 19º,da Constituição do Direitos Humanos da ONU, na qual está consagrado que, "todos têm direito a liberdade de expressão e de opinião", ou seja, a verdade não tem direito a leis que a protejam, mas a mentira tem a cobertura do sistema judiciário internacional, estranho e absolutamente absurdo!!!

O que leva a que muitos se questionem e queiram aprofundar conhecimentos sobre esta questão, e qual o objectivo de tanto secretismo e manipulação.

Torna-se ainda mais difícil crer nesta verdade que nos querem impingir por todos os meios, só a título de exemplo, a Amazon baniu todos os livros que fizessem uma abordagem crítica ao Holocausto politicamente correcto, ou, que contrariassem ou questionassem a narrativa sionista sobre o assunto, cerca de 100 publicações foram banidas. Se alguém duvidar dos seis milhões de vítimas do Holocausto, não será nos livros da Amazon que encontrará respostas, pois esse assunto é verdadeiro tabu, ou seguem a historieta fabricada pela seita sionista, ou então está-lhes vedado o acesso a algo mais, ou que possa dar uma pista sobre o que verdadeiramente se passou nos campos de concentração alemães.
Um belo exemplo do poder e da natureza dos judeus sionistas, pois fazem sempre uso do seu poder, do poder dos seus lobbyes para mostrar quem realmente detém o poder neste mundo, e, neste caso demonstraram esse poder sobre Jeff Bezos, o dono da Amazon.
A verdade não tem medo de ser escrutinada, mas a mentira sempre se furtou a debate sério publicamente.

https://www.darkmoon.me/2017/amazon-bans-holocaust-denial-shreds-and-incinerates-thousands-of-books/
Estranhamente, livros que façam a apologia do satanismo e da sodomia, livros sobre o Holocausto aliado nos campos de concentração de Eisenhower contra civis alemães, e do holocausto de Israel sobre o povo palestiniano, continuam a ser vendidos pela Amazon.
A censura é direccionada pelo mote do combate ao ódio e ao anti-semitismo, mas isto é apenas um favor especial, pois livros que fazem apologia ao ódio a alemães, árabes, iranianos, e a alguns povos do sul da Europa, bem como a negação da ressurreição de Jesus Cristo, o que leva a crer que tudo depende de qual o boi a ser adorado, neste caso parece-me que o boi judeu é o preferido, quem sabe seja de raça superior!!!
Isto não passa de um atentado à nossa liberdade de informação e de expressão e deve ser tratado como tal, como já vimos vai em sentido oposto ao artº19 da carta das Nações Unidas, onde diz:
"Todos têm o direito à sua liberdade de expressão, este direito inclui a liberdade de expressar opinião sem interferências e de procurar ou emitir informações ou ideias através de qualquer meio aquém e além fronteiras."


“O primeiro humano que arremessou um insulto ao invés de uma pedra foi o fundador da civilização”

Sigmund Freud



“Se não acreditarmos na liberdade de expressão para pessoas que desprezamos, nós não acreditamos nela de maneira alguma”, diz o linguista e activista político Noam Chomsky. A Human Rights Watch acrescenta: “liberdade de expressão é um indicador: como qualquer sociedade tolera minorias, desfavorecidos ou até mesmo aqueles com pontos de vista desagradáveis irá frequentemente mostrar seu desempenho sobre direitos humanos de forma mais geral”.


Abaixo, trabalhadores em Auschwitz despindo as roupas dos presos do campo. Este foi o sistema usado para matar os piolhos nas roupas, o que ajudou a impedir a propagação de Tifo.


Abaixo um quadro actual dessas mesmas câmaras de despiolhamento, mas com toda a tubagem removida, o que provavelmente encobriria o verdadeiro motivo dessas instalações.



Para impedir a propagação de Tifo, os alemães raparam a cabeça das pessoas e desinfestaram as suas roupas nas câmaras de despiolhamento. Foi a partir dessas instalações de chuveiro que a história dos gaseamentos se originou.



Por que razão questionar a história se poderá tornar um crime?

O Parlamento da Italiano aprovou um projecto de lei (Junho de 2016) que tornava ilegal a negação do holocausto, porquê agora depois de 70 anos?

Poderia ser a reacção ao facto de que, cada vez mais pessoas estão a despertar e a questionar o que foi dito sobre o Holocausto não ser verdadeiro, começando a encontrar respostas através de diálogo e pesquisas. Portanto, se puderem impedir as pessoas de pesquisar, tornando-as ofensas criminais, as pessoas simplesmente não descobrirão a verdade.

Não esquecer que Israel e os judeus construíram e sustentaram o seu estado e modo de vida com base nesta mentira, e, se essa mentira for cabalmente desmontada, pode ser o fim de Israel, e é por isso que esse pequeno território de seis milhões de habitantes tem a pressão judaica dos grupos AIPAC, JINSA etc, que forçam os governos a aplicar essas leis sobre o Holocausto. Infelizmente governos sem espinha dorsal têm medo de enfrentar os judeus, quando um político não é pró-Israel, tal como Jeremy Corbyn (chefe do Partido Trabalhista do Reino Unido), tentam derrubá-lo.

A anterior primeira-ministra britânica, Theresa May e o actual prime minister Boris Johnson são pró-Israel e sionistas, portanto veremos em breve a lei de ódio do Holocausto também aplicada à Grã-Bretanha, o que consagraria o fim da liberdade de expressão e da livre opinião nesse território. Podemos debater se um presidente americano é gay ou tem algum tipo e tara sexual, podemos debater quantos milhões de russos morreram na Revolução Bolchevique de 1917, mas não podemos debater se 6 milhões de judeus efectivamente morreram na Segunda Guerra Mundial, por quê, por que razão não podemos? Tudo porque isso levará à verdade e isso deitará por terra a falsa legitimidade e a estratégia da vitimização tão cara aos judeus sionistas(bem sabemos que essa estratégia sempre foi o modo de manipular dos regimes comuno-socialistas), curiosamente o mesmo método usado pelos marxistas, a manipulação da verdade em função dos seus próprios interesses.
Uma nova lei em Itália persegue todos aqueles que neguem genocídios e crimes contra a humanidade, mas é um facto que os banqueiros e líderes judeus estiveram por trás do assassinato de 40 milhões de cristãos russos entre 1917 e 1950, começando com a Revolução Bolchevique, então que raio de critérios são estes, para uns é crime negar a verdade factual e para outros é uma coisa perfeitamente correcta e ao abrigo da lei, porque razão haver esta dualidade de critérios?

O que há de errado em ligarmos a lógica, a razão e o método científico para chegarmos aos factos?

Usando do senso comum, se os judeus estão a dizer a verdade, se têm razão naquilo que dizem, não precisam de criminalizar a negação da matéria de facto, não têm necessidade de amordaçar e eliminar os negacionistas do Holocausto, simplesmente porque, se alguém nega um facto, basta confrontá-lo com a verdade, e, contra factos, não há argumentos.
Mas como é mais fácil usar o braço forte da lei quando temos poder, os judeus fizeram-no, aliás como sempre fizeram, inacreditável nos dias de hoje e num mundo dito democrático e sem algum tipo de censura.
Eu poderei questionar se o 25 de Abril existiu na realidade, serei eu sancionado por isso, será esse facto razão suficiente para ser enclausurado e silenciado numa cela apenas por ter opinião diversa ou politicamente incorrecta, onde está o meu direito à livre expressão, ou, porque razão terei que alinhar na farsa que me tentam impingir?
Se um evento na história realmente aconteceu, e, há ampla informação, provas ou outras formas de o comprovar e documentar, porque razão teria que haver leis a punir todos aqueles que tenham opinião diversa, porque não deixar as provas e outros documentos falar por si mesmos?
Se os judeus estão certos, estão obrigados a aceitar dialogar publicamente, não será proibindo que se fale de um determinado tema ou acontecimento que será esclarecido o assunto, muito menos criminalizar o simples facto de se questionar a veracidade do evento, pois sabemos haver países, tal como a Alemanha e a Áustria onde é expressamente proibido, é tabu tocar sequer no assunto Holocausto, a Alemanha deixou de existir, deixou de ter uma identidade própria, passou a ser a Judenland, pois a qualquer lugar que nos desloquemos temos monumentos ao Holocausto, difundidos como cogumelos.

"Claro que não há provas físicas nem registos de verificação do alegado homicídio nas câmaras de gás, apesar da sua negação da sua existência por parte de muitos cépticos."
Jason Myers, on the Nuremberg trials
of 1946,Smith’s Report, July 2009.


"O controle dos media pelos judeus é uma medida para evitar uma discussão aberta sobre o Holocausto."
Oliver Stone




"Talvez ajudasse a vossa causa se limitassem o vosso número de vítimas a um número que conseguissem comprovar."
Ronald Reagan



“Well, the idea that the concentration camps were for the express purpose of killing Jews and/or other inmates is certainly a categorical lie. I don’t deny that there were millions of Jews imprisoned in these camps. But they were imprisoned because international Jewry had instructed all the Jews in Germany, that if Germany went to war with England, that every Jew in Germany would sabotage the war effort. That made them Traitors to their nation and that’s why they were put in camps. There were NO gas chambers in any concentration camp run by the Germans during World War II, not even in Auschwitz. The evidence is overwhelming. But the Jewish-owned media has learned that if you tell a lie big enough, and often enough, the people eventually will believe it. And if anyone has the audacity to really investigate the matter, looking for the truth, they are called “anti-Semitic.” By playing the victim (of the “Holocaust”) and collecting billions in reparations from Germany, and billions in foreign aid from the U.S., they have been able to steal Palestine and slaughter the Palestinians, to build the Israeli state, from which they plan to take over the entire Middle East, and then the whole world”.

Lorraine Day, University of California, San Francisco, School of Medicine


“If the Jewish claim that they were the victims of a holocaust in Germany is true, then they were consumed entirely by fire. This Jewish claim is unacceptable because there were so many survivors. Not only were the Jews not consumed wholly by fire, as they claim, but, forty years after this non-event, there are more Jews claiming to be survivors of the Holocaust than there were Jews living at the time of the Holocaust. In one small American suburb, Skokie, Ill. are now residing many thousands of healthy Jews who claim to be "survivors" of the Holocaust. For more than thirty years, American voters have mutely accepted the fact that anyone seeking public office in the United States must make a routine pledge of undying allegiance to the State of Israel. Few of these voters realize that these office-seekers must also make a ritual obeisance to the Myth of the Holocaust and swear eternal belief in the doctrine that six million Jews were killed by the Germans during World War II”.

Eustace Mullins, Political Historian.


“Immediately after Germany's surrender, a plane load of American editors and correspondents were flown to the concentration camps, where they were shown huge piles of bones. These were the remains of Russian prisoners of war, but they were filmed and shown all over the United States as 'Jewish bones'. In one of the most revolting attempts to influence public opinion ever known, Jewish owned movie houses showed these gruesome photos over and over again. Once again, we are inundated by the Jewish propaganda, as the ludicrous bone pictures, some of which have been established as having been taken during World War I, become our daily fare”.

Eustace Mullins, Political Historian.


Rosemary Pennington, Author, National Vanguard.org website states the following:
“The alleged “Holocaust” of “6 million Jews” at the hands of Adolf Hitler and National Socialist Germany during WWII is the biggest lie ever foisted upon humanity. The very idea that the Germans organized and executed a complex conspiracy involving “homicidal gas chambers” and other barbaric, sadistic forms of mass murder designed to exterminate European Jewry during WWII is laughable on its face when you stop and objectively think about it.National Socialist Germany and her allies were fighting a multi-front war against some of the most powerful nations in the world at the time, including the United States, the British Empire, and the Soviet Union. The idea that they would divert their precious and extremely scarce resources and manpower towards implementing a systematic campaign of mass murder specifically designed to annihilate European Jewry is absurd. There was no German conspiracy to systematically genocide and destroy European Jewry during WWII. There were no “homicidal gas chambers” utilized to murder Jews and other “undesirables”. The system of concentration camps throughout much of Europe developed and administered by the Germans and their allies during WWII was simply a network of labor, transit, industrial and detention facilities — not “death camps”. Jews, political prisoners and Communist subversives (many of whom were in fact Jewish), homosexuals and many others were detained and either put to work or imprisoned in German-administered concentration camps and industrial facilities throughout Europe.These forced laborers and prisoners were well-cared for, at least until the end of the war when Germany’s supply lines broke down and chaos ensued as a result of the Soviet and Anglo-American invasion of German territory. They were well-fed, well-provided for, and given medical treatment and entertainment. They were allowed to attend concerts, organize plays, make music and play sports. If the Germans were hell bent on murdering these people, why would they provide medical care for them and allow them to entertain themselves?The entire WWII narrative, especially the fake “Holocaust” story, is basically the exact opposite from what we’ve been told and taught.The simple fact of the matter is that the “Holocaust” narrative — 6 million Jews persecuted, abused, and systematically exterminated by “those evil Nazis” during WWII — endlessly promoted and perpetuated by the Jewish-owned mass media, Hollywood and “entertainment” complex, and educational and political establishment is 100% bogus in virtually all respects. The Germans simply wanted the Jews out of Germany, clearly and correctly recognizing them as an alien, hostile and treacherous force working to subvert, pollute and destroy the German nation and Western civilization.Jews were encouraged to leave Germany, and many did. Others were imprisoned or detained in the various labor and concentration camps established and administered by National Socialist Germany, and were well provided for. They were certainly not killed using “homicidal gas chambers” and other sadistic forms of murder in a systematic campaign to eliminate European Jewry”.



Vítimas do tifo numa vala comum.

E os outros Holocaustos?

O governo americano "apagou" cerca de 20 milhões de nativos americanos.
Estaline assassinou mais de 9 milhões de ucranianos entre 1930 e 1933.
Lenine, Trotsky, Estaline e os Judeus Bolcheviques assassinaram pelo menos 40 milhões de cristãos russos.
Em 1920 o governo turco massacrou cerca de 2 milhões de arménios.
Mao Tsé Tung matou mais de 50 milhões de chineses durante a Revolução Cultural.

Porque razão não se fala abertamente sobre estes genocídios, ou serão os Judeus mais importantes do que os outros enquanto seres humanos?

O Holocausto tornou-se um negócio milionário.


"Num passado recente, a indústria do Holocausto tornou-se uma rede de extorsão."

"O Congresso Judeu Internacional(WJC) recolheu nada menos do que 70 biliões de dólares em compensações monetárias da Alemanha."
Norman G. Finkelstein.(professor Judeu, era filho de judeus sobreviventes de Auschwitz.)



Over half a million Jews living in Israel and America have been able to extort lifetime pensions from Germany because they are classed as a ‘Holocaust Survivor’. This has cost Germany over 70 billion dollars. You were classed as a Holocaust survivor if you were a Jew and still alive and living in Europe after the second world war an so eligible for a lifetime pension from Germany. This is just extortion. Christian survivors of the war did not get any compensation. Much of the money was used to fund the new state of Israel. Also another use of the Holocaust is that Prime Minister Netanyahu regularly invokes the Holocaust to justify Israeli attacks upon its neighbours, usually Palestine. Let’s not forget the Jews forced 750,000 Palestinians out of their villages and homes from 1947 on wards and massacring thousands on the way.
Germany was forced to sign the Luxembourg agreement in 1952 and pay massive reparations to any Jew who survived the so called Holocaust. This has cost Germany about 89 billion dollars and I got that figure from the timesofisrael website itself.

In 2012 another agreement between the Jews and Germany was reached for 80,000 Jews who we are told fled Eastern Europe to Russia because of the advancing German army. These 80,000 Jews have received a one of payment of $3,253 with a total cost to the German government of $260 million. Germany moved across eastern Europe in 1942 to attack Russia which would mean even if one of these Jewish persons was 10 years old that would make them 85 years old now. But obviously there was not 80,000 Jewish 10 year olds so they must be quite a few of them in their 90’s or beyond. Not believable. See how they use the perceived Jewish suffering to get money, what about the 17 million Christian Germans who died in WW2? The Jews receive in their holocaust pension from Germany $382 per month which has just risen from $331 per month, not bad for free. Most of the Christian countries of Europe suffered in WW2 with many of the countries bombed, mostly by the Allies and 70 million Christian deaths but somehow the Jews are the ones who get paid for the whole of their lifetime, its sheer madness.

"Almost all survivors of the Nazi holocaust have already passed away ..." (Norman G. Finkelstein ‘The Holocaust industry. Reflections on the Exploitation of Jewish Suffering’ Verso London 2000 p.138).

One of the “Holocaust survivors” interviewed last year in London by Matthew Tucker, 85-year-old Lily Ebert claims to have received 1000 letters from British schoolchildren telling her how deeply moved they were by listening to her gruesome Holocaust stories. Lily is one of many such Jews who are ferried round British schools, all expenses paid and with a generous lecture fee. This, added to their state pensions and their Holocaust reparations payments from Germany, help to boost their total incomes to more than respectable levels. Can a 85 year old remember in exact detail what happened in their life when they were 9 or 10 because I can’t and I am only 50.

Jewish pensioners, like the plump and prosperous-looking Lily, are incomparably better off than ordinary British taxpayers on the breadline who have to rely on their meager state pensions to make ends meet. In America, big bucks can be made by Holocaust survivors who manage to get on the lecture circuit. According to Norman Finkelstein, Elie Wiesel charges $25,000 a lecture and demands a chauffeur-driven limo.

It is shocking. Why should Holocaust memorials make millions from taxpayers money in memory of people who have died 70 years ago. Are the deaths of Jews more important than the deaths of the other people that died in the Wars. It would seem so but then again that is the power of the Jewish media and organisations.

This is an outrage and nothing but extortion when there is so much evidence now to suggest that not even 1 Jew was ever gassed in the concentration camps as the evidence here will show you. A huge amount of people will feel slightly embarrassed that they have been duped for all these years.

You should read the book by the Jewish Professor Norman Finkelstein titled “The Holocaust Industry: Reflections on the Exploitation of Jewish Suffering” which denounced what he called exploiting its memory as a “ideological weapon,” enabling Israel, “one of the world’s most formidable military powers, with a horrendous human rights record, to cast itself as a victim state immune to criticism.”


As câmaras de gás.

A área das alegadas câmara de gás não tinha sistema de exaustão para remover o gás. Simplesmente tinha três respiradouros no tecto, supondo que a área fosse usada como uma câmara de gás, levaria quase uma semana para arejá-la antes que qualquer humano pudesse entrar para remover qualquer coisa que estivesse dentro da área da câmara!!!

É preciso perguntar como, por exemplo, no caso de Auschwitz II ou Birkenau, se poderia levar 2.000 pessoas para uma sala medindo 210 metros quadrados de área e, em seguida serem gaseados com pesticida Zyklon B e depois imediatamente após a morte das vítimas, uma equipa de trabalho sem máscaras de gás entrar na sala para retirar os corpos completamente saturados e contaminados com cianeto. É simplesmente absurdo, porque as pessoas que entrassem em contacto com o cianeto ao remover os corpos morreriam de imediato. 
Havia dois drenos na área que supostamente era a câmara de gás, esses drenos foram ligados ao sistema de drenagem principal do campo, Fred Leuchter, que fez os testes científicos no campo, testemunhou que, se a área fosse utilizada como uma câmara de gás, o gás cianeto de hidrogénio condensado líquido entraria nos drenos, se misturaria com a água e acabaria por ir parar ao sistema de esgotos e águas pluviais o que não tem lógica alguma, até porque o dito Zyklon B se espalharia por todo o complexo. 
Os drenos impossibilitavam a utilização da sala como câmara de gás, também é sabido que se o Zyklon-B for usado regularmente numa sala, as suas paredes ficarão azuis e as paredes da sala supostamente usadas para os gases não ficaram azuis, o que foi observado quando os testes científicos foram realizados por Fred Leuchter. Também os cadáveres ficariam rosados ​​se a morte ocorresse com o Zyklon-B (cianeto) e não há evidências de que nenhum dos cadáveres encontrados nos campos tivesse ficado de cor rosada.  

Aqui está uma foto da famosa "câmara de gás" exibida de forma fraudulenta a milhões de turistas em Auschwitz nos últimos 70 anos:


Na verdade, esta área foi um abrigo antiaéreo e neste espaço nunca foi gaseado um único judeu. As autoridades de Auschwitz admitiram ter mentido ao público durante décadas, provavelmente intimidadas pelo estado de Israel e pelos judeus internacionais com o fim de manter a sua narrativa, o embuste. 
Até hoje, guias e professores informam regularmente gente crente e ignorante, dizendo:
"Esta é a câmara de gás na qual milhares de judeus eram mortos todos os dias!"
Até porque a porta abre para dentro, o que constitui um absurdo, já que os cadáveres espalhados pelo chão teriam impedido que ela se abrisse, facto.

Abaixo, os prisioneiros de Auschwitz libertados pelos russos em 1945, podemos ver como eles parecem bem alimentados e estão em boas condições contrariando aquilo que os média propagam.



As mulheres, crianças e idosos foram supostamente gaseados ao entrar nos campos, no entanto, veja a foto abaixo no dia da libertação.




Tantos em tão pouco tempo.
De acordo com os contadores de histórias do Holocausto, apenas 6 campos foram montados como campos de extermínio e estes foram Auschwitz-Birkenau, Treblinka, Sobibór, Belzec, Madjanek (Lublin) e Chelmno, todos esses campos estavam situados na Polónia e depois de 1945, a Polónia foi controlada pelos russos comunistas. Os outros campos conhecidos, como Bergen-Belsen, estavam localizados na Alemanha, não havia evidências de gaseamento nos campos alemães, então o foco estava nos campos na Polónia, muitos desses campos na Polónia foram reconstruídos pelos russos após a guerra, o que contribuir para que as pessoas acreditassem que os gaseamentos tenham efectivamente ocorrido. 
Geralmente, acredita-se que os supostos gaseamentos ocorreram entre 1942 e 1944, então, como seria possível 6 milhões de pessoas terem sido exterminadas em 2 anos e em apenas 6 campos, não se esquecer que seis milhões é o equivalente à totalidade da população de alguns países. Supostamente, isso foi feito com apenas um número limitado de funcionários e guardas nos campos, seria necessário literalmente milhares de pessoas para ajudar no extermínio e na eliminação de tal quantidade de cadáveres, isso por si só mostra o quão absurdo, fantasioso e manipulador é o número dos 6 milhões.


O mito dos 6 milhões de vítimas.

O número de 6 milhões não passa de um mito, pois existem literalmente dezenas de referências aos 6 milhões de Judeus em numerosos artigos de jornais, pelo menos desde 1890, números que estranhamente e sem qualquer base factual são de forma inusitada lançados para praça pública.
Aqui estão alguns artigos de jornais onde os tais 6 milhões são o número de referência, estranhamente, alguns desses artigos foram publicado muito antes de Hitler chegar ao poder.







Aqui mais um artigo de jornal datado de 1919, no qual é mencionado que 6 milhões de Judeus estão em sério risco na Ucrânia, mais uma vez o misticismo do número 6 milhões ...estranhamente 14 anos antes de Hitler ascender ao poder.





Mais um artigo dos tais...





Como prova adicional para destruir o mito desses 6 milhões, assista ao vídeo abaixo, onde um homem realmente mostra os jornais físicos dos anos 1920.

https://www.brighteon.com/ba15f32c-75c2-49a0-87d1-2c5a2a44e4cf
No final da Segunda Guerra Mundial, a primeira reivindicação dos 6 milhões de judeus que realmente teriam morrido, foi publicada em Janeiro de 1945 pelo correspondente comunista Jacob Lestchinsky do New York Jewish Daily Forward. Novamente a mentira, porque os campos de concentração não foram libertados antes de Abril de 1945.


To add further proof to the fictitious 6,000,000 number here is Mart H.Glynn (Jewish) former NY Governor stating in 1918 that six million are under threat. 


“In the face of death, in the throes of starvation there is no place for mental distinctions of creed, no place for physical differentiations of race. In this catastrophe, when six million human beings are being whirled toward the grave by a cruel and relentless fate, only the most idealistic promptings of human nature should sway the heart and move the hand. Six million men and women are dying from lack of the necessaries of life; eight hundred thousand children cry for bread. And this fate is upon them through no fault of their own, through no transgression of the laws of God or man; but through the awful tyranny of war and a bigoted lust for Jewish blood”. 


Se atribuirmos alguma credibilidade ao número mítico de 6 milhões, sempre que foi usado desde 1900, o número total de vítimas judias deverá exceder 60 milhões e não apenas os 6.000.000 ... eis uma curta lista que documenta alguns dos casos mais conhecidos da utilização do número de 6 milhões usado pelas organizações sionistas e pela Indústria do Holocausto desde Junho de 1900.


1 - JUNE 11, 1900 - NEW YORK TIMES - page 7 - Rabbi Wise's Address 

"There are 6,000,000 living, bleeding, suffering arguments in favor of Zionism." 


2 - JANUARY 14, 1915 - NEW YORK TIMES - page 3 - Louis Marshall: "JEWS INDIFFERENCE TO WAR AID REBUKED" 

"In the world today there are about 13,000,000 Jews, of whom more than 6,000,000 are in the heart of the war zone; Jews whose lives are at stake and who today are subjected to every manner of suffering and sorrow." 


3 - September 29, 1919 - NEW YORK TIMES - page 7 - "Felix M. Warburg tells sad plight of Jews" 

"The successive blows of contending armies have all but broken the back of European Jewry,' he said, 'and have reduced to tragically unbelievable poverty, starvation and disease about 6,000,000 souls, or half the Jewish population of the earth." 


4 - October 31, 1919 - THE AMERICAN HEBREW - page 582 - Martin H. Glynn: "The Crucifixion of Jews Must Stop!" 

"From across the sea 6,000,000 men and women call to us for help [...] 6,000,000 men and women are dying [...] in the threatened holocaust of human life [...] 6,000,000 famished men and women." 


5 - April 21, 1920 - NEW YORK TIMES - Editorial, page 8 - "A WORK OF MERCY" 

"In Europe there are today more than 5,000,000 Jews who are starving or on the verge of starvation, and many are in the grip of a virulent typhus epidemic."

6 - May 1, 1920 - NEW YORK TIMES - page 8 - "Just Another Drive" 

"But the Lives of 6,000,000 Human Beings Wait Upon the Answer". 


7 - May 2, 1920 - NEW YORK TIMES - Section 2, page 1 - "JEWS ASK PUBLIC TO AID WAR VICTIMS" 

"Dr. Boris B. Bogen writes: 'Hunger, cold rags, desolation, disease, death - 6,000,000 human beings without food, shelter, clothing or medical treatment in what now are but the wastes of once fair lands, lands ravaged by long years of war or blighted by its consequences!". 


8- March 25, 1936 - Chaim Weitzman, president of the World Zionist Organization testified in front of the Peel Commission: 

"It is no exaggeration to say that 6,000,000 million Jews are sentenced to be imprisoned in this part of the world (Palestine), where they are unwanted, and for whom the countries are divided into those, where they are unwanted and those, where they are not admitted." 


9 - December 13, 1942 - NEW YORK TIMES - page 21: 

"Authenticated reports point to 2,000,000 Jews who have already been slain by all manner of satanic barbarism, and plans for the total extermination of all Jews upon whom Nazis can lay their hands. The slaughter of a third of the Jewish population in Hitler's domain 3 X 2,000,000 = 6,000,000 and the threatened slaughter of all is a holocaust without parallel."


Sabemos que os recortes de jornais 1-8 acima, dos 6 milhões que foram exterminados estava longe de corresponder à verdade, mas podemos crer que o número 9 até poderia corresponder à verdade, embora com números empolados, não esquecer que a maioria dessas mentiras vem do New York Times, de propriedade judaica. Os sionistas judeus simplesmente não desistem das suas mentiras, dirão qualquer coisa para fins de propaganda, a fim de fazer o resto do mundo lutar contra seus chamados inimigos. Até alegaram que o Iraque tinha câmaras de gás em 1991 durante a guerra do golfo, o que obviamente não era verdade. 
Se as pessoas não conseguem ver a verdade sobre essas mentiras das câmaras de gás da Segunda Guerra Mundial, não conseguirão certamente deixar de acreditar numa ilusão.



Qual é o significado dos "Seis Milhões", poderemos questionar, afinal qual é o significado da figura 'Seis milhões' e qual a sua origem?"

A mítica figura dos “Seis Milhões” tem origens intrigantes, os judeus enfatizaram firmemente a figura de 6.000.000 numa campanha de propaganda atroz entre os anos de 1890 e 1945, pesquisas mostram que a razão dessa bizarra fixação judaica no número 6.000.000 tem como principal origem numa antiga profecia religiosa da Torá. Segundo algumas fontes, a profecia previa que, antes que o povo judeu pudesse recuperar e reconquistar a Palestina para estabelecer uma pátria judaica chamada "Israel", 6.000.000 de judeus teriam que perecer queimados pelo fogo (ou seja, "Holocausto"), como sacrifício à sua divindade tribal sanguinária, YHWH.

Esse número de seis milhões foi utilizado novamente no final da Segunda Guerra Mundial e fomos informados de que todos os cadáveres nos campos de concentração foram vítimas de gaseamento, mas vamos olhar para as provas para ver se o foram realmente.  
Não há nada errado com o pensamento crítico, apenas que, em vez de acenarmos com a cabeça e seguir o que alguém nos contou, sem nenhuma pesquisa e sem provas, de acordo com as provas que temos, era materialmente impossível matar 6 milhões de judeus, até porque em todos os países ocupados por Hitler havia apenas 4.500.000 judeus, isto de acordo com as estatísticas oficiais. Mesmo se ele os prendesse todos, não conseguiria chegar a 6 milhões,  6.000.000 é apenas uma figura mítica que os judeus usam sempre que são expulsos de um país ou lhes são impostas restrições. Ou acham que Hitler foi o primeiro a forçar os judeus a sair do seu país, proponho fazerem algumas pesquisas porque os judeus enfrentaram a expulsão de todos os países da Europa nos últimos 2000 anos e alguns mais de uma vez,  podem e devem investigar o porquê? 
Pois, bem sabemos, quando os judeus se mudam para um país, avançam às custas da população desses países (não-judeus) e assumem posições-chave no país anfitrião, como leis, bancos, medicamentos, média, sindicatos e depois incitam revolução, comunismo e assassinatos, é essa a sua forma de estar, isso aconteceu na Rússia em meados do século XIX e o Czar forçou-os a sair, e bem sabemos como se vingaram depois!!!
No entanto, Hitler foi demonizado repetidamente nos média por fazer a mesma coisa. 
Os judeus já voltaram a fazer a mesma coisa na América actual, pois controlam quase tudo, senão vejamos, Política, Hollywood, Jornais, Universidades, T.V, sistema monetário e até o IRS,  controlam o governo a tal ponto que os Estados Unidos dão a Israel 3 biliões de dólares todos os anos para financiar a sua industria de extermínio de tudo e todos os que se atravessem na frente  dos seus interesses, bem sabemos o que tem acontecido aos estados que fazem fronteira com Israel, já nem falo do povo palestiniano, falo de intervenção em todo o Médio Oriente.

Os judeus por trás dos campos de extermínio.

O falso holocausto de "seis milhões" serve como uma distracção e uma cobertura para os verdadeiros crimes contra a humanidade cometidos sob o comunismo judaico, quase todos  já ouvimos falar de "Auschwitz", mas quantos ouviram falar das atrocidades cometidas contra gentios em Kolyma, o mais notório campo de trabalho escravo dos Gulag, administrado e operado por judeus no extremo nordeste da Sibéria? 
Ou o genocídio sistemático do povo da Ucrânia posto em prática pelo comunismo judeu, o Holodomor onde entre 9 e 11 milhões de ucranianos pereceram, se  quiserem investigar os campos de extermínio de judeus, talvez devam ler o livro da Dr. Herman Greife.




Os judeus que dirigiam os Gulags soviéticos eram Jagoda (judeu, chefe da GPU), Lazar Kaganovitch (cunhado judeu do ditador Joseph Stalin), judeu, Simon Firin e judeu Lazarus Josephsohn Kagan (chefe de construções nos acampamentos) . 
O judeu Grigorij Davidsohn Afanasjew era engenheiro-chefe dos campos de concentração. O G.P.U era a polícia secreta, os outros judeus no controle dos campos de concentração foram Matwej Davidsohn Berman, um alto funcionário da G.P. U. e o judeu Jacob Davidsohn Rappoport, chefe assistente da G.P. U. Judeu Jagoda (Hershel Jehuda) Chefe da Cheka. 

“Milhões de pessoas desapareceram no primeiro estado marxista do mundo, e milhões terão que sacrificar as suas vidas sob o domínio judeu enquanto esse sistema diabólico puder existir ”.
  
Dr. Herman Greife

“Quase todos os chefes dos campos de concentração(Gulags) eram judeus. Os mais infames foram: Naftali Frenkel, Matvei Berman, Aaron Soltz, Yakov Rappaport, Lazar Kagan. 
Segundo o pesquisador e publicitário judeu Arkadi Vaksberg, onze dos doze chefes de campo dos Gulags eram judeus ”
Lina Juri - 'Sob o signo do escorpião'.

Os sistemas de gulag da antiga URSS eram os verdadeiros campos da morte. Milhões de pessoas morreram nesses campos de extermínio: Orotukan, Polyarny Spring, Svistoplyas, Annushka e Kolyma. 
Mais de três milhões de pessoas foram sistematicamente assassinadas pelo regime comunista judaico apenas em Kolyma, e Kolyma era apenas um desses campos na União Soviética. 
Todas as atrocidades que os judeus cometem,  habilmente culpam os terceiros, se alguém fizer uma pesquisa suficientemente aprofundada, chegará à conclusão que os campos de trabalho escravo/morte são realmente uma ideia e uma invenção judaicas, e existiram muito antes dos supostos campos nazis. O que apenas serve de distracção e desvia a atenção da população dos crimes reais cometidos em defesa dos interesses sionistas. 
Desde o fim da Segunda Guerra Mundial, somos bombardeados regularmente pela  Jew Hollywood, filmes após filmes, documentários e outras publicações que retratam o suposto "holocausto" dos judeus nas mãos da Alemanha nazi. Isso tem actuado como a grande distracção, que, entre muitas outras coisas ao longo dos anos serviu para desviar a atenção dos verdadeiros campos da morte.
Muito antes de Adolf Hitler chegar ao poder, já esses campos de extermínio de escravos estavam em pleno funcionamento, além disso, tudo o que os judeus acusam os nazis de fazer, já eles mesmos o faziam desde 1920, basta uma pequena pesquisa para chegarmos a essa conclusão. 

As vítimas dos campos de trabalho comunistas, controlados pelos judeus, não receberam nada, nem indemnizações, nem ajudas, as famílias sobreviventes não receberam nada, e o pior é o facto lamentável de nenhum dos criminosos judeus ter sido julgado por crimes contra a humanidade. 
Enquanto os média controlados pelos judeus divulgam histórias e mais histórias dos chamados "criminosos de guerra nazis" julgados, e as verdadeiras caças ao homem a que esses supostos criminosos foram sujeitos, não houve justiça alguma para com as vítimas dos gulag que totalizaram muitos milhões nos países comunistas, e nem sequer se fala no assunto, um branqueamento de um verdadeiro genocídio.
Além disso, o público continua ignorante e apenas está focado nos nazis e desconhece as vítimas reais, os milhões de mortos nos verdadeiros "Holocaustos". 
Esse tipo de doutrinação pró-judaica e sionista é aplicado ou forçado nas escolas onde o comuno-socialismo é ensinado como algo bom, e positivo, perfeitamente humano, uma acção posta em prática por professores e adeptos de ideologias que apenas pugnam por destruir o ser humano e distribuir equitativamente a morte e a miséria, resumindo, o comunismo é um programa judaico/sionista de escravidão e morte.

"O seu maior ódio, a sua mais cruel demonstração do seu veneno, é reservada aos poucos destemidos que ousam revelar ao mundo os crimes hediondos cometidos pelo Poder Judaico nos Gulag Comunistas, especialmente o assassinato sionista de 66 milhões de homens, mulheres e seus filhos, muitos deles cristãos que acreditavam na Bíblia. 
Igualmente odiados são homens como Ernst Zundel, do Canadá, que questionaram se seis milhões de judeus teriam realmente morrido no Holocausto nazi, mas mesmo que esses seis milhões tivessem morrido no Holocausto nazi, pergunto, e então os sessenta e seis milhões que morreram no Gulag judeu? 
E, lembremo-nos, milhares de nazis foram perseguidos e punidos pelos seus crimes relatados como sendo contra a humanidade, pergunto, por que razão nenhum judeu sionista foi levado à justiça pelos crimes hediondos cometidos nos Gulag comunistas-judeus?
Por quê? 
Há quase seis décadas que a América e outros países apontam o dedo aos alemães, lembrando-os dos terríveis crimes dos seus antepassados nazis, será justo que apontemos o dedo apenas a uns, e desculpar outros por crimes ainda mais graves do que os dos primeiros, e, pergunto, por que razão esquecer ou ocultar o Holocausto Comunista nos Gulag, por que razão ocultar os crimes dos judeus  e os seus crimes monstruosos, lembremos aos judeus de hoje que os seus ancestrais também eles foram criminosos, pois fizeram sessenta e seis milhões de vítimas inocentes, a maioria delas  cristãos. 
Também não será hora de exigir a construção de um Museu do Holocausto Cristão em Washington, DC, ao lado do Museu do Holocausto Judaico, ou somente o sofrimento dos judeus é digno de ser relembrado, e a dor e o sofrimento de tantos outros grupos étnicos e religiosos, incluindo o dos cristãos russos e do leste europeu durante a era judaica bolchevique, será essas dezenas de milhões de seres humanos mortos e torturados não merecem ser também eles lembrados?"

Texe Marrs (Historiador)




Na foto, uma rapariga a ser fumigada para controle da praga de piolhos.

Vejamos o que aconteceu com um homem inocente que ousou questionar o Holocausto. 

Ernst Zundel foi um grande homem, um grande paladino da verdade que faleceu em Agosto de 2017, Ernst Zundel nasceu na Alemanha em 1939, mudou-se para o Canadá já na casa dos 20 anos, casou e teve dois filhos.
Entrevistou muitos sobreviventes da Segunda Guerra Mundial na Alemanha e realizou pesquisas em muitas bibliotecas de prestígio, mas o que é surpreendente é o que Zundel passou depois de questionar o holocausto e ousar pôr em dúvida os supostos "6 milhões de judeus mortos em câmaras de gás". O governo canadiano recusou-se a renovar-lhe o passaporte e começou a restringir impiedosamente os seus movimentos. Foi condenado e preso por mais de um ano no Canadá por disseminar "notícias falsas", o governo canadiano empenhou-se em destruir, isolar e levá-lo à falência, forçando-o a esgotar todas as suas economias no combate a uma série de acusações artificiais de "crime de delito de opinião".
Quando Zundel casou com sua terceira esposa Ingrid e se mudou para os Estados Unidos, passaram a viver no Tennessee, um dia oficiais da imigração dos EUA chegaram à sua porta e levaram Ernst, isso apesar do facto de ele ter recebido um cartão da segurança social, ter recebido permissão para trabalhar e ter todos os direitos de cidadania de um vulgar cidadão americano. Acabaram por deportá-lo para o Canadá, sem sequer ter direito a qualquer tipo de defesa ou tivessem permitido que ele fosse ouvido pela justiça, levaram-no para o Canadá, apesar de ele ser cidadão alemão de nascimento.
No Canadá de imediato foi detido por dois anos, depois de ter cumprido esses dois anos de pena foi transportado para sua Alemanha natal num jacto particular fretado apenas para o seu transporte, viajou algemado de braços e pernas como se se tratasse de um serial killer.
Uma vez na Alemanha, foi mantido numa prisão alemã por mais cinco anos!
Isto apenas demonstra o poder dos judeus sionistas, a sua casa no Canadá foi saqueada e depois queimada, perdendo-se assim os mais de 30 anos de arquivos de pesquisas por si efectuadas, foi impedido de renovar o passaporte canadiano, sendo repetidamente acusado de crimes falsos, voltando a ser preso por mais alguns anos.
Qual foi o crime de Zundels? 
Ele não prejudicou nem matou nenhum ser humano, apenas pesquisou o Holocausto e questionou a sua veracidade, tudo isto em países como o Canadá e os EUA alegadamente democráticos e com liberdade de expressão.
Outra pessoa que foi enviada para a prisão por ter dito que Auschwitz era um campo de trabalho forçado e não um campo de extermínio foi uma alemã de 85 anos, Ursula Haverbeck, a ironia é que Zundel e Haverbeck são ambos alemães.

Quantos morreram?

Vamos dar uma olhada ao número de judeus que morreram nesses campos, a Cruz Vermelha Internacional visitou os campos e efectuou registos meticulosos das identidades daqueles que morreram e porquê. 
Não se descobriu ninguém que tenha morrido em câmaras de gás, mas o número total de mortos segundo o que a Cruz Vermelha informou em 1993 para todos os campos foi de 271.000, note-se, não eram apenas judeus, eram de várias nacionalidades e origens. 
O New York Times noticiou a 3 de Março de 1991 que 403.713 morreram nos campos alemães entre 1935 e 1945.
Segundo dados alemães, havia 4.536.500 judeus sob controle alemão durante a Segunda Guerra Mundial, após a guerra, 4.384.138 judeus fizeram pedidos de indemnização ao governo alemão. 
A diferença entre esses dois números é de 152.000 e provavelmente é o número de judeus que morreram no sistema de campos durante esses anos, portanto, mesmo se considerarmos o número mais alto sugerido pelo New York Times de 403.713 e o mais baixo de 152.000, ainda é muito menor que o mítico 6.000.000 

Abaixo, registos da Cruz Vermelha Internacional para os campos de concentração, os quais indicam 271.000 mortes em todos os campos.







Após a Segunda Guerra Mundial, a Cruz Vermelha Internacional emitiu um relatório sobre as condições dos campos de concentração da Alemanha que a Cruz Vermelha visitou a partir de 1941. Aqui estão alguns detalhes do Relatório de três volumes do Comité Internacional da Cruz Vermelha sobre suas actividades durante a Segunda Guerra Mundial, Genebra, 1948. O Relatório da Cruz Vermelha indica as circunstâncias legítimas sob as quais os judeus foram detidos em campos de concentração. 
Ao descrever as duas categorias de reclusos civis, o Relatório distingue o segundo tipo como "Civis deportados por motivos administrativos (em alemão," Schutzhäftlinge "), que foram presos por motivos políticos ou raciais, ou porque sua presença era considerada um perigo para o Estado ou as forças de ocupação. " 
Em 1942, o CICV obteve importantes concessões por parte da Alemanha, foram autorizados a distribuir embalagens de alimentos para os principais campos de concentração na Alemanha a partir de Agosto de 1942 e, a partir de Fevereiro de 1943, essa concessão foi estendida a todos os outros campos e prisões. 
O Relatório da Cruz Vermelha afirma que "9.000 embalagens foram enviadas diariamente. Do outono de 1943 até maio de 1945, cerca de 1.112.000 pacotes com um peso total de 4.500 toneladas foram enviados para os campos de concentração" (Vol. III, p. 80) 
Além de alimentos, estes continham roupas e suprimentos farmacêuticos, as encomendas foram enviadas para Dachau, Buchenwald, Sangerhausen, Sachsenhausen, Oranienburg, Flossenburg, Landsberg-am-Lech, Flöha, Ravensbrück, Hamburgo-Neuengamme, Mauthausen, Theresienstadt, Auschwitz, Bergen-Belsen, para campos próximos a Viena e no centro e sul da Alemanha . Os principais beneficiários foram belgas, holandeses, franceses, gregos, italianos, noruegueses, polacos e judeus apátridas "(Vol. III, p. 83).

A Cruz Vermelha entregaria estes pacotes aos judeus se eles fossem apenas destinados a ser gaseados ao entrar nos campos?
Um dos aspectos mais importantes do Relatório da Cruz Vermelha é que esclarece a verdadeira causa das mortes que, sem dúvida, ocorreram nos campos no final da guerra.
O relatório declara: "Na condição caótica da Alemanha após a invasão durante os últimos meses da guerra, os campos não receberam suprimentos de comida e a fome reivindicou um número crescente de vítimas".

A Cruz Vermelha é bastante explícita ao afirmar que os suprimentos de comida cessaram nesse momento devido ao bombardeamento aliado do sistema de transportes alemão e, chegando os judeus internados a protestar a 15 de Março de 1944 contra os "bárbaros bombardeamentos dos aliados".
A 2 de Outubro de 1944, o CICV alertou o Ministério das Relações Exteriores da Alemanha sobre o colapso iminente do sistema de transporte alemão, declarando que a fome e falta de medicamentos em toda a Alemanha estavam a tornar-se inevitáveis.
O Relatório de três volumes do Comité Internacional da Cruz Vermelha não encontrou nenhuma evidência nos campos do Eixo que ocupavam a Europa de uma política deliberada para exterminar os judeus, em todas as suas 1.600 páginas, o Relatório nem sequer menciona uma câmara de gás, ele admite que os judeus, como muitos de outras nacionalidades, durante a guerra, sofreram rigores e dificuldades, mas o seu completo silêncio sobre o assunto do extermínio planeado é uma ampla evidência de que o gaseamento dos seis milhões não aconteceu.
O Relatório aponta que a maioria dos médicos judeus dos campos estariam a ser usados para combater o tifo na frente oriental, de modo que não estavam disponíveis quando a epidemia de tifo de 1945 eclodiu nos campos.
Charles Biedermann foi nomeado delegado do Comité Internacional da Cruz Vermelha (CICV) em 1981 e nomeado director do Serviço Internacional de Rastreamento (ITS), em 1985, e deu como provado o que consta do relatório do Comité Internacional da Cruz Vermelha.
No julgamento de Ernst Zundel em 1988, quando foi chamado como testemunha por Ernst Zundel, o CICV tinha registos oficiais de execuções nos campos por enforcamento ou tiro, esses documentos não foram marcados como secretos, foi sugerido no julgamento a Biedermann que, se tivesse existido extermínio de presos não registados nos campos, o CICV tinha contactos na Europa capazes de esclarecer a questão. Segundo Biedermann, nunca houve qualquer indicação da Cruz Vermelha em todos os seus relatórios de que câmaras de gás tivessem existido ou sido usadas durante a guerra.


Reconstruções para "inglês ver"!

Biedermann afirmou (sob juramento) que numa conferência internacional realizada pelo Comité Internacional dos Campos em Viena, em 1977, o então director do Serviço Internacional de Rastreamento, Albert de Cocatrix, proferiu um discurso afirmando que, em 31 de dezembro de 1976, No total, 357.190 nomes de pessoas que morreram em campos de concentração haviam sido registados no Registo Especial.
Mais tarde, Biedermann confirmou que esses números eram realmente provenientes do Serviço Internacional de Rastreamento da Cruz Vermelha (ITS).
De acordo com a Cruz Vermelha, em 31 de dezembro de 1976, possuía os nomes de 357.190 indivíduos que morreram (de todas as causas) no sistema alemão de campos de concentração. (preparado pelo Arquivo Federal de Koblenz e publicado em 1962 como um presente da República Federal da Alemanha a Israel). O livro regista os nomes daqueles judeus que morreram no sistema de campos de concentração alemães e contém cerca de 129.000 nomes.

Emil Aretz fornece os seguintes cálculos no seu livro Hexeneinmaleins einer Luge 
“Em 1933, havia 5.600.000 judeus na Europa (excluindo a Rússia). Destes, 1.440.000 emigraram nos anos 1933-45.
Como resultado da divisão da Polónia e da ocupação da Lituânia, Estónia, Letónia e Bessarábia, 1.300.000 caíram nas mãos da Rússia, isso deixou cerca de 2.350.000 judeus na esfera de influência alemã, além de 510.000 em países neutros, desses 286.000 morreram de causas naturais ou morreram em consequência de bombardeamentos ou acidentes, 61.000 foram mortos em combate, 18.000 no cerco de Varsóvia, 12.000 no cerco de Lemberg, 8.000 nos pogroms nos países bálticos, Polónia, Hungria e Iugoslávia, e 10.000 foram condenados e executados por espionagem, actividades partidárias e sabotagem.
As vítimas da guerra judaica totalizam, portanto, cerca de 395.000 ”.



As estatísticas abaixo sobre prisioneiros no campo de Auschwitz são obtidas directamente do material de arquivo soviético, agora disponível em microfilme pelos antigos arquivos centrais soviéticos. registos agora localizados nos arquivos centrais da Rússia.
Total de não-judeus em Auschwitz, 1940-1944: 161.785
Total de judeus em Auschwitz, 1941-1944: 173.000
Total de mortes por tifo em Auschwitz, 1941-1944: 103.429
Total de mortes de judeus por tifo em Auschwitz, 1942-1944: 58.240
Total transferido de Auschwitz, 1940-1944: 121.453
Número total de judeus transferidos de Auschwitz, 1941-1944: 100.743
Total de polacos executados: 1.485
Total de judeus executados: 117
Total de russos executados: 19
Total de checos executados: 5 Total de ciganos executados: 20
Número total de presos executados: 1.646

Resumo dos prisioneiros judeus no sistema de campos de Auschwitz, 1941-1944:
Total de judeus IN: 173000 OUT: 161164
De acordo com várias Enciclopédias da época, o número total de judeus que viviam na Europa antes da guerra era de 6.500.000.
De acordo com o livro 'Did Six Million Really Die' de Richard Harwood: 1.500.000 judeus emigraram para a Grã-Bretanha, Suécia, Espanha, Portugal, Austrália, China, Índia, Palestina e Estados Unidos entre 1933 e 1945, e isso foi dos próprios dados estatísticos dos judeus.
Desses emigrantes, aproximadamente 400.000 vieram da Alemanha antes de Setembro de 1939. Além dos judeus alemães, 220.000 do total de 280.000 judeus austríacos haviam emigrado até Setembro de 1939.
A partir de Março de 1939, o Instituto de Emigração Judaica em Praga havia garantido a emigração de 260.000 judeus da antiga Checoslováquia, isto é reconhecido pelo Congresso Judaico Mundial em sua publicação Unity in Dispersion
Ao todo, apenas 360.000 judeus permaneceram na Alemanha, Áustria e Checoslováquia após Setembro de 1939.
Da Polónia, estima-se que 500.000 emigraram antes do início da guerra.
Os emigrantes judeus de outros países europeus (França, Holanda, Itália, países da Europa Oriental etc.) foram de aproximadamente 120.000. O censo da população judaica de 1931 para a Polónia colocou o número de judeus em 2.732.600, muitos judeus polacos fugiram para a União Soviética depois de 1939 para escapar aos alemães.
É sabido que 1.250.000 judeus migraram da Polónia para a Rússia depois de 1939. Portanto, esses números sugerem:
Judeus que migraram da Alemanha: 400.000
Judeus que migraram da Áustria: 220.000
Judeus que migraram da Checoslováquia: 260.000
Judeus que migraram de outros países europeus: 120.000
Judeus que migraram da Polónia: 1.750.000 Judeus na Europa: 6.500.000
Judeus que migraram da Europa: 2.750.000
Judeus que ficaram na Europa: 3.750.000


Portanto, é óbvio que a Alemanha não poderia ter exterminado em qualquer lugar perto de 6 milhões de judeus, porque, de acordo com esses números, apenas 3.750.000 judeus estavam sob sua influência, situados em países que a Alemanha ocupava. Embora os próprios líderes alemães digam 4.536.500 judeus estavam sob controle alemão durante a Segunda Guerra Mundial, mesmo se considerarmos o número maior, ele não chega a 6 milhões. Acrescente a isso que mais de 4 milhões de judeus reivindicaram indemnização da Alemanha. Desde o início, o Mito do Holocausto teve problemas com o "jogo dos números".
Não foi fácil vender a história do "extermínio" de um povo inteiro, quando esse povo é mais numeroso, mais visível, mais próspero e mais poderoso em mais países do que em qualquer outro momento da sua história. É ainda mais difícil vender a história de "sobreviventes de campos de extermínio", que sobreviveram, não um ano, mas permanecem de quatro a seis anos em "campos de extermínio", nos quais, segundo o testemunho de "Sobreviventes", "estávamos a ser assassinados todos os dias", sobrevivência, não apenas num "campo da morte", mas em cinco ou seis campos ao longo de um período de quatro a seis anos.
Os 4 milhões de mentiras em Auschwitz, a placa em exibição em Auschwitz até 1989 declarou que 4.000.000 de judeus haviam morrido, este numero foi impresso nas placas exibidas aos turistas que visitavam Auschwitz e foi repetida como “facto” por governos, historiadores, jornalistas, políticos e estadistas durante 45 anos. Em 1990, tudo foi exposto como uma grande mentira quando o Museu Estatal de Auschwitz reviu oficialmente o número de mortos de 4.000.000 para 1,1 milhão, dos quais 960.000 são considerados judeus, então, durante 45 anos eles mentiram, isso é um facto indesmentível.
Gostaria de saber quantas mais mentiras existem, A Encyclopaedia Britannica imprime na sua edição de 1963, na qual afirma que 2.000.000 de pessoas, a maioria judias, foram exterminadas pelos nazis em Mauthausen, um campo de concentração na Áustria. Esse número absurdo foi oficialmente bastante revisto, agora, alega-se que apenas 95.000 pessoas morreram em Mauthausen, das quais apenas 14.000 eram judeus, apenas um "pequeno" exagero de 1.905.000!

Abaixo da placa em Auschwitz, declarando que 4.000.000 de judeus haviam morrido nesse campo de concentração.



Abaixo da placa de 1989 em Auschwitz, declarando que 1.500.000 judeus haviam morrido, o que mais uma vez é mentira.


O Almanaque Mundial de 1933 mostra que a população judaica do mundo é de 15.315.359. O Almanaque Mundial de 1948, três anos após a conclusão da guerra, mostra a população judaica do mundo em 15.753.658. Então, como seis milhões poderiam perecer? Bem, eles não podiam.





Podemos acreditar que havia 15,3 milhões de judeus em 1933, 6 milhões foram exterminados entre 1942 e 1945, o que deixaria 9 milhões e, em 1948, 15,7 milhões de judeus?
Não é possível, a menos que todas as mulheres judias tivessem cerca de 10 bebés recém-nascidos num período de três anos, absolutamente impossível.
A 22 de Março de 1916, ou seja, durante a Primeira Guerra Mundial, o jornal britânico The Daily Telegraph publicou um artigo alegando falsamente que os alemães haviam assassinado 700.000 sérvios em câmaras de gás. A 25 de maio de 1942, ou seja, durante a Segunda Guerra Mundial, o mesmo jornal informou que os alemães haviam assassinado 700.000 judeus na Polónia em câmaras de gás.
Como dizer que a segunda história é verdadeira, se sabemos que a primeira é uma mentira? Segundo os historiadores do Holocausto, os judeus foram enviados a Auschwitz para trabalhar e, se não pudessem, eram imediatamente mortos. No entanto, os registos de mortes no campo de Auschwitz, que foram escondidos por mais de 40 anos na União Soviética, lançaram sérias dúvidas sobre essas reivindicações amplamente aceites.
Os volumes do registo de óbitos caíram nas mãos dos soviéticos em Janeiro de 1945, quando as forças do Exército Vermelho capturaram Auschwitz, permaneceram inacessíveis nos arquivos soviéticos até 1989, quando autoridades em Moscovo anunciaram que detinham 46 dos volumes, registando a morte de 69.000 detidos de Auschwitz.
De acordo com os registos de Sterbebuch, outros documentos alemães da época da guerra mostram que uma percentagem muito alta dos presos judeus em Auschwitz não conseguiu trabalhar e, no entanto, não foram mortos, por exemplo, uma mensagem de telex alemã datada de 4 de Setembro de 1943, do chefe do departamento de Alocação de Trabalho do Escritório Central Administrativo e Económico da SS (WVHA), relatou que de 25.000 presos judeus em Auschwitz, apenas 3.581 foram capazes de trabalhar. Todos os presos judeus restantes, cerca de 21.500, ou cerca de 86%, não conseguiram trabalhar. Isso também é confirmado num relatório secreto datado de 5 de Abril de 1944, sobre "medidas de segurança em Auschwitz" por Oswald Pohl, chefe da agência da WVHA responsável pelo sistema de campos de concentração, ao chefe da SS Heinrich Himmler, Pohl relatou que havia um total de 67.000 presos no complexo do campo de Auschwitz, dos quais 18.000 foram hospitalizados ou incapacitados.
No campo de Auschwitz II (Birkenau), supostamente o principal centro de extermínio, havia 36.000 presos, a maioria mulheres, dos quais "aproximadamente 15.000 não conseguem trabalhar". As provas mostram que Auschwitz-Birkenau foi, de facto, estabelecido principalmente como um campo para judeus que não podiam trabalhar, incluindo doentes e idosos, bem como para outros que aguardavam temporariamente a ida para outros campos.
Outro facto a considerar é que os alemães eram meticulosos em manter registos de tudo. Depois dos Aliados tomarem a Alemanha, depois da guerra, ninguém jamais encontrou documentação ou ordem escrita de Hitler dizendo que os judeus tinham que ser gaseados ou exterminados em campos de concentração.

Testes científicos não revelam gases

Surpreendentemente, nenhum exame científico havia sido realizado nas supostas câmaras de gás até 1988, quando o americano, Fred Leuchter conduziu testes, e Fred Leuchter era um engenheiro especializado no design e fabricação de equipamentos de execução usado em prisões nos Estados Unidos. De facto, um dos seus projectos foi o design de uma nova câmara de gás na Penitenciária do Estado do Missouri em Jefferson City, ele projectou e construiu grande parte dos meios de execução usados ainda hoje ​​nos EUA.
Leuchter recolheu amostras das supostas câmaras de gás que foram então enviadas para análises forenses e químicas, em 20 e 21 de Abril de 1988, Leuchter assumiu o lugar de testemunha pericial no tribunal de Toronto no caso contra Ernst Zundel, relatou a sua pesquisa e apresentou as suas conclusões. O testemunho de Leuchtner foi directo e ao mesmo tempo sensacional, segundo o Leuchter, nunca houve possibilidade de extermínio em massa de seres humanos, nem em Auschwitz, nem em Birkenau, nem em Maidanek.
Abaixo está a conclusão do relatório Leuchters,
“Depois de rever todo o material e inspeccionar todos os locais de Auschwitz, Birkenau e Majdanek, o autor considera as provas como aceitáveis e verídicas, não havia câmaras de gás de execução em nenhum desses locais. É a opinião de um especialista, este autor diz-nos que as supostas câmaras de gás nos locais inspeccionados não poderiam ter sido em tempo algum utilizadas ou projectadas para funcionar como câmaras de gás para execução dos judeus. ”



Mais uma farsa, um diário escrito com uma "Bic"antes das "Bic" terem sido postas no mercado!!!

Na sequência de Leuchter, o professor James Roth, director de um laboratório químico em Massachusetts, também compareceu a testemunhar para descrever os resultados da sua análise das 32 amostras de alvenaria, cujas origens lhe eram desconhecidas: “Todas as amostras colhidas nas câmaras de gás supostamente usadas para extermínio humano em massa exibiram nenhum ou apenas vestígios insignificantes de cianeto, enquanto a amostra das câmaras de despiolhamento exibiam concentrações altíssimas de cianeto”. Um exame adicional foi realizado por Germar Rudolph e suas conclusões foram as mesmas de Fred Leuchter, no relatório de Rudolph, afirmou. "Nas paredes das supostas 'câmaras de gás', as concentrações de restos de cianeto não são mais alto do que em qualquer outro edifício comum.
Por razões físico-químicas, os gaseamentos em massa com cianeto de hidrogénio (Zyklon B) nas supostas 'câmaras de gás' de Auschwitz reivindicadas pelas testemunhas não ocorreram. ” Perante essas provas, os contadores de histórias do Holocausto mudaram de história e disseram que os gases foram utilizados noutro edifício em Auschwitz, isso foi depois de dizer às pessoas durante 40 anos que os gaseamentos teriam ocorrido naqueles edifícios onde foram realizados os testes forenses. Mais uma mentira desmontada. 
Os judeus não podem argumentar contra as provas científicas, apenas podem ameaçar e assustar as pessoas com sanções e com a prisão, para que não pesquisem ou contestem a sua narrativa, a sua monumental falsificação.

As organizações judaicas lançaram uma campanha cruel para destruir não apenas a reputação de Leuchter, mas também sua capacidade de ganhar a vida, liderando a acusação estava Shelly Shapiro e o seu grupo, os "Sobreviventes do Holocausto e Amigos em Busca da Justiça".
Ao chamar a Leuchter, o designer e construtor mais competente de equipamentos de execução nos Estados Unidos um mentiroso e impostor, esse grupo alegou, que apesar do seu  conhecimento e competência,  ele não possuía qualificações como especialista em equipamentos de execução.
Embora essas acusações sejam totalmente infundadas e não tenham sobrevivido a qualquer verificação legal, a campanha 'get Leuchter', com a cooperação dos principais jornalistas e editores, todos controlados pela "Indústria do Holocausto", foi bem-sucedida. Os contratos de Leuchter com várias autoridades estaduais para a fabricação, instalação e manutenção do hardware de execução foram cancelados, foi forçado financeiramente a sair de sua casa em Massachusetts e teve que encontrar trabalho particular noutro lugar.
Entre 18 de Janeiro e 10 de Março de 1972, dois arquitectos responsáveis ​​pelo projecto e construção dos crematórios em Auschwitz-Birkenau, Walter Dejaco e Fritz Ertl, foram julgados em Viena, Áustria. Durante o julgamento, um relatório de especialistas sobre a possível interpretação das plantas das supostas câmaras de gás dos crematórios de Auschwitz e Birkenau foi apresentado ao tribunal, o relatório concluiu que as áreas em questão não poderiam ter sido usadas como câmaras de gás, nem poderiam ter sido convertidos em câmaras de gás. O Dr. Charles Larson, patologista das Forças Americanas, fez autópsias em milhares de cadáveres dos campos e relatou "nenhum caso de morte por veneno foi encontrado", esses relatórios de autópsia não foram apresentados como prova nos julgamentos de crimes de guerra de Nuremberg.
O Dr. John E. Gordon, professor de Harvard, também estava com as forças dos EUA e relatou que "a maioria das mortes nos campos foi causada não por fome ou maus-tratos, mas por Typhus". O Dr. David Batton entrou nos campos com as forças britânicas e ofereceu-se para ajudar os sobreviventes doentes, testemunhando sob juramento num tribunal de Toronto em 1985, ele disse, "Milhares de prisioneiros que morreram no campo de concentração de Bergen-Belsen durante a Segunda Guerra Mundial não morreram de fome deliberadamente, mas morreram devido a uma vaga de doenças".



Prisioneiros no campo de concentração.

Conclusão 

Esta secção sobre o Holocausto judeu provou os fatos abaixo.

1.Hitler queria remover os dissidentes e judeus da Alemanha. Isso ele fez com o acordo Haavara e colocou-os em campos de trabalho.

2. Os judeus declararam guerra à Alemanha em 1933 e não o contrário.

3.O número de 6.000.000 é um número mítico que os judeus usam repetidamente ao longo da história sempre que se sentem perseguidos.

4.O Holocausto forneceu incontáveis ​​milhões de dólares ao povo judeu e ao estado de Israel a partir de pensões extorquidas à Alemanha e memoriais em todo o mundo, geralmente pagos pelo dinheiro dos contribuintes.

5.O número de judeus que morreram na guerra está entre 150.000 e 400.000, como provam os registos da Cruz Vermelha, do Almanaque Mundial e dos próprios registos da Alemanha. Também a Alemanha recebeu 4,3 milhões de pedidos de indemnização dos judeus após a guerra e havia apenas 4,5 milhões de judeus sob seu controle durante a guerra.

6. Testes científicos conduzidos por Fred Leuchter em 1988 provaram que não houve gaseamento em Auschwitz.

7. Os testes de radar terrestre em 1999 em Treblinka provaram que não há corpos ou ossos de corpos enterrados no local de Treblinka. 850.000 estão supostamente enterrados lá.

8. Ao contrário do que as pessoas aprenderam, os campos de concentração tinham instalações como jogos de futebol, instalações de natação, maternidades, Bar Mitzvahs e os alemães deram-se ao trabalho de imprimir dinheiro para ser usado nos campos.

9. As supostas testemunhas do Holocausto mentiram várias vezes. Centenas de milhares de pessoas não podem ser mortas pelo monóxido de carbono. Os corpos não podem ser cremados em 30 minutos, 3 e 4 de cada vez.

10. Typhus foi o verdadeiro assassino da maioria dos prisioneiros nos campos.

É um facto pouco conhecido da história que a história da “câmara de gás” de Auschwitz teve origem num relatório soviético (autorizado pelos mentirosos e assassinos conhecidos Joseph Stalin e Lazar Kaganovich).
Acreditar nesses dois assassinos que mataram cerca de 9 milhões de ucranianos em 1930-32, é de todo muito estranho.
Foi então divulgado pelo NY Times, de propriedade judaica, a propaganda aliada e russa/judaica retratará falsamente as mortes dos detidos dos campos de concentração como um extermínio deliberado dos judeus, na verdade isso foi feito para encobrir as atrocidades que os aliados haviam cometido na destruição completa de 160 das maiores cidades da Alemanha e no assassinato de 2 milhões de civis alemães no processo.
Também desviará a atenção do mundo das atrocidades russas no leste, como o massacre de Katyn, onde os russos assassinaram 20.000 soldados e oficiais polacos.
Isso também traria a simpatia do mundo pelos judeus, para que eles pudessem entrar na Palestina e remover 750.000 palestinianos de suas casas e terras.
A lenta evolução do desvendar do tal Holocausto está condicionada por mentirosos, todos cúmplices da mesma farsa, nem eles mesmos sabem como manter a mentira, por isso tentam calar todos aqueles que conseguem provar a farsa de forma inquestionável, bem tentam deturpar a verdade e manipular a opinião pública, mas há uma coisa que não conseguirão combater, o tempo, o tempo da história, pois o tempo mostrará de que lado está a razão, a verdade.

"Deveríamos dizer que os judeus foram queimados vivos, mortos a tiros, electrocutados, queimados no vapor ou mortos no lixo ou descartados em câmaras de gás?
Qual é a melhor forma de fazer o público acreditar que nossas mentiras são a verdade?"
Na versão iídiche original de Elie Wiesel, os judeus foram mortos  queimados vivos em fogueiras, depois veio o vapor, depois água a ferver, depois era electrocução, e, finalmente, os americanos decidiram que teria que ser em câmaras de gás.
Por que razão os EUA têm quase uma dúzia de museus judaicos do Holocausto, quando o holocausto dos judeus ocorreu a milhares de quilómetros de distância, mas nenhum museu sério dedicado ao extermínio dos índios, os peles vermelhas (cerca de 20 milhões morreram) ou da raça negra (milhões morreram durante a escravatura, nos EUA)foram construídos?

A mentira das câmaras de gás nazis, cairá um dia na história como tendo sido uma das mentiras mais fabulosas de todos os tempos, uma mentira que se desenvolveu lentamente, um embuste, um branqueamento, uma conspiração, e o mais grave, sem que o público em geral tivesse tomado consciência que tinha sido perfeitamente manipulado.

Nota:

Não pretendo com este artigo defender ou atacar quem quer que seja, apenas pretendi esclarecer, ou tentar alertar para a mega-hiper fraude que foi montada em torno dos Campos de Concentração alemães, e desmontar acusações infundadas contra o povo alemão e os seus governantes à época.
Atrocidades, sem duvida que foram cometidas, mas afinal, em que teatro de guerra não se cometem atrocidades e atropelos às mais básicas necessidades e direitos humanos?
Este trabalho baseou-se numa aturada pesquisa e interpretação de várias fontes fidedignas, umas particulares, outras de organizações isentas e insuspeitas de manipular os factos ocorridos, fiz o melhor que pude, fiz o melhor que sabia, fiz aquilo que a minha consciência me ditou, tentei, trazer a verdade a público, tal como o faço há um bom par de anos, é o meu dever como cidadão e como ser humano consciente, pugnar por defender até ao limite das minhas forças a verdade factual, a verdade histórica, a verdade universal.
Sei que este é um tema fracturante, tema capaz de gerar confusão e discórdia, mas é um tema que deve ser abordado com cautela, de forma objectiva e isenta, pois, só dessa forma poderemos contribuir para que o mesmo seja cabalmente apurado e se possa acabar de uma vez por todas com o misticismo em torno do mesmo.

A bem da verdade.

Alexandre Sarmento





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