domingo, 8 de março de 2020

Afinal, o que é uma ditadura?


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Conceito de ditadura...

O conceito de ditadura tem origem na Roma antiga. Em latim, a palavra era "dictatura". Entretanto, o significado moderno do conceito é completamente diferente da instituição que ele designava na Antiguidade. De qualquer modo, uma comparação entre ditadura antiga e moderna pode ajudar a compreender melhor o sentido que o termo adquiriu nos dias de hoje.

Para começar, a ditadura romana era uma instituição de carácter extraordinário. Só era activada em circunstâncias excepcionais, para fazer frente a situações de emergência, como uma crise interna ou uma guerra. O ditador era nomeado por um ou pelos dois cônsules - os chefes do governo romano -, de acordo com o senado e por processos definidos constitucionalmente. Da mesma maneira, também eram definidos os limites de sua actuação.

Ainda assim, os poderes do ditador eram muito amplos e os seus decretos, o que ele "ditava" (e vem daí "ditadura") tinham o valor de lei. Apesar disso os seus poderes não eram ilimitados, o ditador não podia revogar ou mudar a Constituição, declarar guerra, criar novos impostos para os cidadãos romanos, nem exercer o papel de juiz nos casos de direito civil. Finalmente, a ditadura tinha sua duração explicitamente fixada: não podia durar mais de seis meses.

Estamos portanto a falar de uma forma de regulação do poder, ou seja, quando as coisas descambavam, lá vinha uma ditadura repor a ordem, penso ser exactamente isso o que necessitamos neste momento e neste país.

Alexandre Sarmento

quarta-feira, 4 de março de 2020

A morte anunciada de uma civilização milenar!!!



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Enquanto andamos aqui divididos e acantonados, cada um a defender a sua dama, está em curso uma brutal operação que visa aniquilar a cultura europeia, o catolicismo, a nossa identidade cultural, em suma, estamos a falar da destruição de tudo aquilo que nos define como europeus, estamos a falar do futuro dos nossos descendentes, estamos a falar de uma morte anunciada, de um banho de sangue, de uma luta fratricida, um genocídio, pois é exactamente disso que se trata!!!

Não adianta culpar estes ou aqueles, falo de povos que estão a entrar na Europa como refugiados, gente do Médio Oriente, de África e outros, os verdadeiros culpados são todos aqueles que promovem e apoiam, seja de que forma for esta triste e lamentável situação, gente que sabe exactamente aquilo que está a fazer, estamos a falar de criminosos, gente que está a promover um crime contra a humanidade, gente que está a levar os seus próprios povos a uma morte anunciada, são exactamente estes os que temos como governantes, desde, presidentes, ministros, deputados, organizações ditas humanitárias e também as grandes corporações, bancárias, comerciais ou mesmo industriais.
Vivemos uma farsa brutal da qual não temos a mínima noção, vivemos alheados da realidade, tudo isto, claro, manipulado pelos media, os acontecimentos manipulados, os desportos de massas, e os programas imbecilizantes para nos manterem ocupados, é este o retrato desta sociedade, uma sociedade apática e imbecilizada e incapaz de distinguir o real do virtual.

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Começamos a ser manipulados desde muito novos, começando pelo próprio sistema de ensino, um sistema em que nos despejam conteúdos, e ao mesmo tempo nos inibem de pensar, ou mesmo nos incapacitam de ter opinião e vontade própria.

Perguntam-me, e agora, que fazer?

Na minha opinião só há uma forma de debelar ou tentar minimizar os estragos do processo em curso, informação, mostrar o que realmente está em curso, alertar, e dizer de uma vez por todas e sem receios o que está realmente se passa ao nosso redor, só desta forma poderemos em conjunto tomar as medidas adequadas para que realmente se possa induzir ou promover uma mudança, mudança esta que terá que começar na atitude, é hora de agir, é hora de acordar, é hora de dizer, estamos aqui e vamos lutar por tudo aquilo que somos e que fomos, lutar pela nossa identidade, lutar por tudo aquilo que nos define!

Um povo sem identidade, não é um povo, é um rebanho, e isso, é tudo aquilo em que nos querem tornar!!!

Acordem, partilhem e divulguem!!!

Alexandre Sarmento

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2020

A verdade da mentira!!!



Afirmou Chris Gupta:

"A constituição de uma «Democracia Representativa» "consiste na fundação e financiamento pela elite do poder de dois partidos políticos que surgem aos olhos do eleitorado como antagónicos, mas que, de facto, constituem um partido único. O objectivo é fornecer aos eleitores a ilusão de liberdade de escolha política e serenar possíveis sentimentos de revolta..."


...agradar a gregos e a troianos, é disso que se trata!!!

O povo é sereno, e manso!!!


Alexandre Sarmento


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quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

Do "orgulhosamente sós" ao "democraticamente lixados"



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Do "orgulhosamente sós" ao "democraticamente lixados", evidentemente, lixados com efe!!!

Outrora fizemos frente ao mundo, a um mundo cego de paixões baixas, despertado pela ideia do assalto que julgou fácil, enlouquecido pela ambição da rapina e do domínio ou estupidificado pela ignorância do que somos, do que valemos e do que queremos.


Depois fomos nós, o mesmo povo de outrora "democraticamente unido", a permitir que esse mundo cego pela cobiça dos bens alheios, pelo domínio e pelo controle total, entrasse em nossa casa e se servisse, levando tudo, as jóias, o território, os nossos irmãos, a nossa identidade e até a nossa dignidade, e nós,  sempre, quase 50 anos depois, a assistir impávida e serenamente, tanto tempo depois, ainda continuamos embriagados com o perfume dos cravos da democracia.


Na verdade só houve um período ou um interregno nos últimos dois séculos, em que nos pudemos sentir orgulhosos daquilo que fomos e somos, infelizmente esse tempo já não volta, e a esse tempo dizem alguns iluminados, fomos atrasados e vimos o nosso povo ser explorado e maltratado, a esse tempo uns clamam com saudade, outros com ressentimento, com o ódio dos ignorantes, e sem sequer saberem o porquê, esse foi o tempo do salazarismo!!!

Nesse tempo podíamos ter o orgulho de termos um império, de termos mostrado ao mundo que era possível ter uma Nação em territórios espalhados pelo mundo, um Nação multi-étnica, uma Nação multi-religiosa, uma Nação multi-cultural, e exactamente por termos conseguido provar que seria possível uma aproximação à sociedade perfeita, onde cada qual tinha a sua quota parte de responsabilidade e de liberdade, os donos do mundo assim não o entenderam, e vimos a vil traição dos outrora nossos aliados e companheiros de armas, assim assistimos à morte daquilo que tanto custou a construir, com sangue, suor e lágrimas, assistimos à morte do nosso Portugal, e ao mesmo tempo feriram de morte a Nação Portuguesa.
Fomos vitimas da inveja e da cobiça dos nossos inimigos, alguns deles nossos parceiros durante séculos, e pior, fomos culpados porque o permitimos, somos culpados pela covardia, pela conivência, pela apatia com a qual assistimos a todo este processo, e por este andar, num futuro próximo, este ainda jardim à beira mar plantado deixará de ser a nossa Pátria, a nossa casa.

Só que desta vez, já não temos as caravelas e já não há mais mundo para descobrir, seremos nós os escravos na nossa própria terra.

Desculpem o desabafo, mas pelo que vejo, este povo não passa de um reles resquício daquilo que foi outrora, quiçá, os bons, os verdadeiros portugueses, tenham mesmo partido nas caravelas...

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«— (...) Uma civilização que renuncia à possibilidade de recorrer à violência nos seus pensamentos e acções destrói-se a si mesma. Transforma-se num rebanho de carneiros a degolar pelo primeiro que passe. O mesmo acontece com os homens.»
Arturo Pérez-Reverte

Alexandre Sarmento

Eutanásia, ou no futuro, o fim do prazo de Validade!!!

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Se tivéssemos uma sociedade mais consciente e menos normativas, menos leis, teríamos sem duvida uma sociedade muito mais justa, humana e funcional!!!

...e neste caso, deveria haver liberdade, cada indivíduo deveria ter o poder de decidir sobre o seu futuro, neste caso a morte, e desde que não envolvesse fisicamente nesse processo, terceiros, pois é ingrato da forma como está a ser posta a questão para aqueles que ministram cuidados de saúde.


Ressalvando ainda, alguns poucos casos, em que um ser humano objecto de eutanásia seja portador de enfermidade mental, permanente ou temporária, nesse caso sem capacidade intelectual para tomar uma decisão desta responsabilidade, pois é incapaz de medir as consequências e decidir por si próprio, e por isso mesmo deverá ser impedido, neste caso legalmente de tomar esta decisão que é, permanente e irreversível, só se morre uma vez.

Nenhum ser humano deveria ter poder para decidir se o seu próximo deve morrer, mas, é claro que o sistema pugna por razões as quais bem sabemos, pretende reduzir drasticamente os custos com todos aqueles que já não são capazes de produzir e de contribuir, o grande problema neste caso será o abrir de um precedente, deixando a particularidade neste caso das enfermidade e passar a ser o modus operandi de forma geral, assim uma coisa estilo fim do prazo de validade.

A verdade que muitos teimam em não ver, é que, o sistema pretende impor quotas, pretende diminuir a população do planeta de forma drástica e vale-se de tudo aquilo que tem ao seu alcance, juntando a isto os já conhecidos acéfalos, os tais ditos vanguardistas, os inteligentes, ou para ser verdadeiro, um bando de suicidas, inconscientes e inconsequentes.
Infelizmente temos uma sociedade ausente, isenta de valores e desprovida de sentimentos, meramente materialista, que neste momento olha para este assunto por uma óptica meramente economicista, e quando as coisas assim acontecem, os legisladores e os políticos tiram vantagem, legislam de forma arbitrária ou fazem verdadeiras campanhas de formatação da opinião pública com um fim que não será difícil de adivinhar...

Também não devemos reduzir este assunto a uma questão religiosa ou política, creio nem ser sequer ser assunto para debate publico neste momento, pois, da forma que vemos mediatizar este assunto, e quando sabemos ter um povo ignorante, imbecilizado e conformado com tudo aquilo que outros decidem por si, o tal risco da representatividade por parte de gente sem escrúpulos e sem princípios!

Bom seria um despertar da sociedade para estas assuntos, assuntos complexos e muito do foro pessoal, individual, pois, não se trata aqui de maiorias ou minorias, trata-se de consciência individual e colectiva, trata-se de um assunto que mexe e muito com as liberdades individuais e com valores que deveriam ser intocáveis e imutáveis, um deles o conceito de família, afinal somos seres humanos, não somos meros objectos descartáveis.

Portanto, temos exactamente o fruto daquilo que semeámos, deve ser isto a tal democracia, a ditadura do número, e sem dúvida que a grande maioria é formada por imbecis, e corremos o risco de nos submeter à vontade daqueles que nem sequer têm noção dos assuntos em que decidem ou opinam!!!

Alexandre Sarmento

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020

Envelhecimento, ou morte assistida de uma Nação?

Estamos a morrer.

As razões para o nosso envelhecimento e no limite, as razões do nosso desaparecimento como Nação, como povo, como clã, como tribo e como família.


Viveremos nós mais felizes do que outrora?


Viveremos nós melhor do que outrora?


Viveremos mais confortáveis do que outrora?


Vivemos para quê afinal, qual o sentido da vida actualmente?


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Uma das questões na ordem do dia é a do decrescimento demográfico e do envelhecimento da população nacional, juntando a esses dois factores a desertificação do interior, do Portugal profundo.

Na minha óptica, são problemas que vêm de longa data, dizem os estupidamente inteligentes que é fruto de políticas erradas e do atraso do país no Estado Novo, erros de Salazar e dos seus colaboradores.
Dizem eles que, tudo se deve ao baixo nível de escolaridade, da problemática do não trabalho fora de casa das nossas mulheres, da política de família do regime de então, do atraso estrutural, da falta de cuidados de saúde e mais alguns factores como descreverei adiante.
Só para relembrar aos mais esquecidos, pergunto, em alguma fase da nossa história houve maior convergência em termos de desenvolvimento humano com os países mais desenvolvidos, do que no tempo que mediou desde o fim da Primeira Republica até uma coisa a que deram o nome de Revolução dos Cravos?
Quando foram construídas as escolas primárias que hoje vemos a servir de equipamentos sociais com outros fins e outras votadas ao abandono?
Quando foram construídos os ainda hoje hospitais de referência, por exemplo, o Hospital de Santa Maria em Lisboa, ou o Hospital de São João no Porto?
Quando se construíram as pequenas unidades de saúde em todos os concelhos deste país, quando se construíram as instalações de apoio a mães solteiras, orfãos, infantários e outras tais como as maternidades?
Pergunto, no contexto da época estaríamos assim tão atrasados em relação aos outros países?
O que se fez no pós 25 de Abril tendendo a contribuir para a normalidade em termos de crescimento demográfico?
Falam de baixos salários, de condições de vida primárias e indignas, pergunto, se assim era, hoje, 45 anos volvidos o que mudou então para melhor, a meu ver, nada, absolutamente nada, o Estado investiu milhares de milhões pretensamente para melhorar os serviços e as condições de vida e subsistência das populações, mas, há um grande problema, todos esses milhões foram utilizados, onde e como?
Pois, dizem, reitero, dizem que montaram o Sistema Nacional de Saúde, mas montaram mesmo, ou não passou de uma brutal campanha de propaganda socialista apenas com o fim de justificar o valente rombo, ou roubo e o assalto aos cofres públicos, abrindo dessa forma a porta para que a máfia do sistema, vulgo cambada maçónica e seus acólitos se beneficiassem do brutal esforço financeiro dos contribuintes para os cofres do Estado? 
Foi sem dúvida isso, mais uma golpada do gang do avental, mais um golpe da cambada dita democrática e democrata, os amigos do povo, ou, a meu ver, os verdadeiros amigos do alheio, os criminosos de colarinho branco que se apoderaram do controle do país, os senhores, ou os vigaristas que desenharam uma Constituição e um Código Penal por medida, para dessa forma ficarem imunes e impunes pelos crimes por eles mesmos perpetrados e pelos seus cúmplices na actividade criminosa de gestão danosa e apropriação indevida de bens e equipamentos pertencentes à Nação!

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Passando adiante, afinal qual a razão para os portugueses terem deixado de ter filhos, qual a razão para que os portugueses tenham abandonado o interior do país, qual a razão de terem desaparecido as famílias numerosas?


Como é óbvio, a primeira razão é de cariz monetário, a verdade é que hoje ganhamos menos do que há 45 ou 50 anos, a carga fiscal é exorbitante, é um verdadeiro saque, trabalhamos, não para viver condignamente com um pouco de conforto, mas sim, para sustentar uma brutal máquina fiscal, somando a isso as brutais assimetrias dentro do território e entre os salários dos mais variados sectores, ou seja, temos os sectores das massas, dos sobreviventes, daqueles que vivem no limiar ou abaixo do limiar da pobreza e os sectores dos tecnocratas, burocratas, políticos e demais parasitas sociais, esses extremamente organizados e com as suas ordens e associações bem representadas por parte daqueles que ocupam hoje os corredores do poder, os boys do sistema!!!


Na prática sucede que, os salários não acompanham nem acompanharam o desenvolvimento da economia desde a tal dita de Revolução, pois em vez de convergirmos com outros países, vamos ficando cada vez mais um exemplo de regressão em termos sócio-económicos a todos os níveis, ou seja, estamos cada vez mais pobres e em contrapartida, temos uma pequena elite de cada vez mais ricos, se isto é democracia, se isto é a tal, liberdade, igualdade e fraternidade, sinceramente, só se for mesmo a de um sistema comuno-socialista ou no limite a de um verdadeiro sistema capitalista, o que no fundo vai dar ao mesmo, pois bem sabemos que num sistema socialista quem detém o poder, detém o capital, e num sistema capitalista, quem detém o capital, detém o poder, portanto creio ser uma boa altura para rever aquilo que tínhamos como conceitos, pois como e muito bem disse Salazar num dos seus discursos...


"Não há regimes eternos, não há regimes perfeitos, não há regimes universais. Não há regimes eternos mas há regimes estáveis e instáveis; não há regimes perfeitos mas há-os que servem e os que desservem as Nações; não há regimes universais, mas há os que consideram e outros que desconhecem a particularidade das circunstâncias e a universalidade do factor humano".


Mas isto acontecia antigamente, quando tínhamos governantes e uma nação valente, quando cada um sabia o lugar que lhe cabia na sociedade, quando havia controle, havia vontade e havia espírito de sacrifício, hoje, o que acontece, é que nos tornámos um feudo de interesses obscuros, somos alimento para os senhores do capital e servimos os lacaios, vulgo governantes que por sinal, inconscientemente vamos elegendo!!!


Se contextualizarmos, notaremos que houve uma efectiva regressão nos serviços prestados pelo estado à nação, seja em termos de cuidados de saúde, educação ou apoios sociais, este ultimo ponto, tem contornos bastante caricatos, pois, e mais uma vez vou colocar o dedo na ferida, bem sabemos que há todo o tipo de apoios para as minorias étnicas, particularmente para aqueles de etnia cigana, apoios de todo o género, que vão desde a habitação, cuidados de saúde, educação e a já, mais do que revoltante protecção ou o fechar de olhos por parte da justiça.


Pergunto, por alma de quem terão estes indivíduos direitos aos quais os "portugueses" não têm acesso, estranho, serão os direitos diferenciados consoante a origem ou cor da pele?

Já vimos que o problema do decrescimento demográfico se deve principalmente a questões monetárias, mas algo não bate certo, criaram-se condições para migrantes, os tais ditos, refugiados, que, como bem sabemos, são prioritários em termos de apoios sociais e bem estar, eu pergunto, porque não criar então condições para que os casais portugueses possam ter filhos, ou será que, se os portugueses tivessem acesso às subvenções, aos subsídios e outras mordomias que são dadas a ciganos, refugiados e outras espécies de parasitas da coisa pública, não procriariam?
Não voltaríamos a ter famílias numerosas como outrora?

Não se trata de uma questão cultural, trata-se sim de uma questão de sobrevivência, trata-se de uma situação completamente lógica, se temos uma sociedade em que o custo de vida é altíssimo, ao nível do dos povos mais ricos, e os salários ou rendimentos são dos mais baixos da Europa, como pretender que os portugueses tenham famílias numerosas e contribuam para o crescimento demográfico, como?

Como podemos constatar, o salário médio dos portugueses está a anos luz dos salários dos deputados ou governantes, saberão os nossos políticos, ou terão a real noção das dificuldades das famílias para sobreviver com os parcos rendimentos do trabalho que actualmente auferem? 

Há um par de anos um destacado político e sindicalista afirmou que o salário mínimo neste país, olhando para o crescimento económico e para o desenvolvimento do país, o valor do salário deveria estar acima dos 1200 euros, bem sabemos que o custo de vida subiu para um patamar consentâneo com um rendimento dessa monta, mas também sabemos que o tal salário mínimo ronda metade do valor que seria expectável, portanto, há por aqui uma falha, de quê, e de quem, e porquê?


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Os portugueses têm que suportar despesas infinitas, habitação, saúde, educação, transportes, alimentação, água, luz, rendas e impostos com o seus parcos rendimentos, muito acima das suas capacidades, somos uns ginastas, pois conseguimos esticar os salários e para o rendimento que auferimos ainda conseguimos viver com um mínimo de dignidade, à custa de enorme contenção e sacrifícios, bem o sentimos na pele, e porquê ser desta forma, eu respondo, fazendo uma questão, porque razão não se importam os nossos governantes com a morte anunciada de uma nação, a sua escravatura ou a perda da sua identidade?


Bem sei que há situações que não se mudam por decreto, nem de uma dia para o outro, mas também sei que há quase cinco décadas, não existem neste país políticas de apoio à natalidade, falta de cuidados de saúde, o encerramento de maternidades, posso dizer que este povo está abandonado à sua sorte, um povo que tem pela frente um custo de vida altíssimo e ao mesmo tempo os salários mais baixos da Europa, ou seja, somos cidadãos europeus enquanto contribuintes e somos cidadãos do terceiro ou quarto mundo em termos de direitos, e continuamos a assistir sem contestação à retirada dos parcos direitos que ainda nos assistem, falam-nos do atraso de antigamente, falam de uma agricultura de subsistência, falam de famílias numerosas a viver sem condições de conforto à luz dos padrões de hoje, mas na verdade havia espírito de família, havia entreajuda, havia uma sociedade funcional e desprovida do materialismo e consumismo exacerbado a que hoje assistimos, éramos muito mais felizes com muito menos, essa é a verdade.


Hoje falam de muitos factores, impõem-nos regras e mais regras, uniformizaram-nos e retiraram-nos a identidade, perdemos a noção de família, clã ou tribo, individualizaram-nos e tornaram-nos desprovidos de sentimentos, outrora houve um rumo, houve o culto da família, e hoje?

Hoje cultivamos estupidamente materialismo, o culto do conforto e do bem estar imediato, esquecendo o futuro, esquecendo que se não nos multiplicarmos iremos num futuro próximo sofrer na pele, ainda na nossa geração, pois se não tivermos gente que nos substitua no trabalho, que substitua o nosso espaço como mão de obra, não haverá quem contribua na hora em que deixemos de ser produtivos, na altura da nossa reforma, na altura de nossa velhice.

Talvez seja por isso mesmo que, os iluminados, os nossos governantes se debrucem tanto sobre o tema da eutanásia, ou seja, a promoção da nossa morte assim que deixemos de ter forças para trabalhar, ou para ser mais objectivo, para quando deixarmos de contribuir com impostos para a manutenção do sistema, somos descartados, pois seremos ou já somos olhados pelos governantes como um fardo, como despesa, como algo sem préstimo.

O que estamos a ver num futuro próximo, ao o permitirmos, é passarmos a ter prazo de validade, tal como um mercadoria, esquecendo o tal factor humano.

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Dizem os entendidos, os inteligentes do sistema que estamos neste processo de decrescimento demográfico porque evoluímos, porque a vida moderna não instiga a que os casais se reproduzam, porque as mulheres hoje trabalham e são mais cultas, mas, pergunto, que raio de argumentação é esta, como assim?

Então vão dizer-me que os outros países desenvolvidos estão também em processo de regressão demográfica, pura mentira, dizer que nós estamos a avançar em termos de desenvolvimento humano e a regredir em número e os outros evoluem em termos demográficos, algo não bate certo! 
Sabendo nós que, estamos a um passo de ser os campeões no envelhecimento da população, portanto, não adianta ir buscar justificações sem nexo, sem fundamento, absolutamente descabidas e hipócritas, pois, em duas frases defino aquilo a que hoje assistimos, ou temos governantes incompetentes, que os temos, não tenho a mínima duvida, ou estamos a ser vítimas de um programa de extermínio programado, da morte anunciada de uma nação, por parte de quem e porque razão, também não será difícil desvendar quem está por trás de tudo isto!

Portanto, não é uma questão espontânea, é mesmo parte de um plano, a mestiçagem, um assassinato de um povo, de uma identidade e de uma cultura, é disso que se trata, mais uma vez vou mencionar o Plano Kalergi, por sinal seguido à risca pelos nossos governantes, pois bem sabemos que hoje nada mais importa do que cumprir integralmente os ditames dos donos do mundo, resumindo, deixámos de ser pessoas, seres humanos, e passámos a ser números e dados estatísticos, fomos uniformizados, manipulados, e induzidos numa sensação de felicidade virtual, cumprimos agendas, e perdemos todos os nossos direitos liberdades e garantias,...


Não nos proibiram de ter bebés, mas retiraram-nos as condições para os termos, retiraram-nos a vontade de os termos, temos hoje uma série de gadgets para nos entreter e muitos de nós têm como companhia e como família um animal de estimação, e no futuro pelo que posso constatar, veremos humanos a viver maritalmente com esses mesmos animais, o sistema está a tratar de nos levar nessa direcção, portanto, se isto é a evolução da humanidade, estaremos sem duvida à beira do apocalipse, deixámos de ser homens e mulheres e passámos a bestas, animais, mas, com a agravante que até os nossos instintos básicos foram absolutamente corrompidos, hoje a noção de casal, condição sine qua non para a procriação deixou de existir, e, creio, num futuro não muito distante, deixaremos de ter os caracteres que nos definem como homens, ou mulheres, dizem que é isto um grande passo para a humanidade, eu eu digo, não é um grande passo para a humanidade, é o caminho para o controle demográfico, só restarão no planeta os seres humanos necessários para servir uma pequena elite, é disto que se trata, acordem, reflictam, busquem a verdade e tomem medidas, desliguem do sistema, tentem reaver a auto-suficiência e a capacidade de auto-critica e de raciocinar individualmente.


Alexandre Sarmento





quinta-feira, 30 de janeiro de 2020

Hipocrisias.


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Factos que a história ignora, claro que a história é sempre contada à feição dos vencedores, ou seja, muitas vezes um embuste...
Esta situação faz-me lembrar o que se passou depois do 25 de Abril, situação em que os factos históricos foram deturpados, e por incrível que pareça pela mão dos historiadores, historiadores da treta, digo eu, meros parasitas ao serviço do regime.

Reescrever a História

4 a 6 Milhões de Alemães morreram nos dois anos após o fim da guerra.

O cômputo geral de alemães mortos, entre prisioneiros de guerra e refugiados, às mãos dos americanos, ingleses, franceses e soviéticos, nos dois anos após o fim da guerra é estimado entre 4 a 6 milhões.

Aposto que não encontra esta informação em nenhum documento sobre o Holocausto. No entanto, é verdadeira.

Seriam os aliados assassinos implacáveis, jurados em exterminar os alemães? Seriam os campos de concentração aliados "gigantescas máquinas de morte"?

Quando interrogado sobre como foi possível aos americanos terem deixado morrer um milhão de prisioneiros de guerra, o presidente Johnson desculpou-se na "impreparação do exército", na "falta de meios para combater as doenças", e "numa atitude negligente" dos seus oficiais.

No mínimo, trata-se de negligência criminosa. Abriu-se algum inquérito para se apurarem responsabilidades? Claro que não! Os vencedores nunca são julgados.

Alexandre Sarmento

Holocausto, desmontar a mentira






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Holocausto, desmontar o mito!


"Se contares uma grande mentira vezes sem conta, tende a ser reconhecida como verdadeira"
Joseph Goebels


"A mentira das câmaras de gás Nazis, será um dia reconhecida como um dos mais fabulosos embustes da história."
Robert Faurisson, historiador.




Acima, a chaminé à direita, foi adicionada depois da guerra e nem está anexada ao prédio. Os russos construíram isso para manter o conto de fadas do extermínio dos judeus.

Se vivemos em democracia, com liberdade de expressão e de imprensa, porque razão haveria de ser criminalizada a busca pela verdade sobre o Holocausto Judeu na Segunda Guerra Mundial?


Por que razão é este o único evento da história, do qual estamos determinantemente proibidos de questionar, ou, talvez não queiram mesmo que se questione o Holocausto, pois poderá levar a que se desvende a verdade publicamente, ou, seja desmontada esta monumental mentira.


Além do mais, creio ser ofensivo acreditar que os judeus e os sionistas tenham conseguido persuadir governos como os da Alemanha, da França, da Bélgica e outros 11 países a criminalizar a questão do Holocausto, contrariando o artigo 19º,da Constituição do Direitos Humanos da ONU, na qual está consagrado que, "todos têm direito a liberdade de expressão e de opinião", ou seja, a verdade não tem direito a leis que a protejam, mas a mentira tem a cobertura do sistema judiciário internacional, estranho e absolutamente absurdo!!!


O que leva a que muitos se questionem e queiram aprofundar conhecimentos sobre esta questão, e qual o objectivo de tanto secretismo e manipulação.


Torna-se ainda mais difícil crer nesta verdade que nos querem impingir por todos os meios, só a título de exemplo, a Amazon baniu todos os livros que fizessem uma abordagem crítica ao Holocausto politicamente correcto, ou, que contrariassem ou questionassem a narrativa sionista sobre o assunto, cerca de 100 publicações foram banidas. Se alguém duvidar dos seis milhões de vítimas do Holocausto, não será nos livros da Amazon que encontrará respostas, pois esse assunto é verdadeiro tabu, ou seguem a historieta fabricada pela seita sionista, ou então está-lhes vedado o acesso a algo mais, ou que possa dar uma pista sobre o que verdadeiramente se passou nos campos de concentração alemães.

Um belo exemplo do poder e da natureza dos judeus sionistas, pois fazem sempre uso do seu poder, do poder dos seus lobbyes para mostrar quem realmente detém o poder neste mundo, e, neste caso demonstraram esse poder sobre Jeff Bezos, o dono da Amazon.
A verdade não tem medo de ser escrutinada, mas a mentira sempre se furtou a debate sério publicamente.

https://www.darkmoon.me/2017/amazon-bans-holocaust-denial-shreds-and-incinerates-thousands-of-books/
Estranhamente, livros que façam a apologia do satanismo e da sodomia, livros sobre o Holocausto aliado nos campos de concentração de Eisenhower contra civis alemães, e do holocausto de Israel sobre o povo palestiniano, continuam a ser vendidos pela Amazon. 

A censura é direccionada pelo mote do combate ao ódio e ao anti-semitismo, mas isto é apenas um favor especial, pois livros que fazem apologia ao ódio a alemães, árabes, iranianos, e a alguns povos do sul da Europa, bem como a negação da ressurreição de Jesus Cristo, o que leva a crer que tudo depende de qual o boi a ser adorado, neste caso parece-me que o boi judeu é o preferido, quem sabe seja de raça superior!!!
Isto não passa de um atentado à nossa liberdade de informação e de expressão e deve ser tratado como tal, como já vimos vai em sentido oposto ao artº19 da carta das Nações Unidas, onde diz:
"Todos têm o direito à sua liberdade de expressão, este direito inclui a liberdade de expressar opinião sem interferências e de procurar ou emitir informações ou ideias através de qualquer meio aquém e além fronteiras."


“O primeiro humano que arremessou um insulto ao invés de uma pedra foi o fundador da civilização”

Sigmund Freud



“Se não acreditarmos na liberdade de expressão para pessoas que desprezamos, nós não acreditamos nela de maneira alguma”, diz o linguista e activista político Noam Chomsky. A Human Rights Watch acrescenta: “liberdade de expressão é um indicador: como qualquer sociedade tolera minorias, desfavorecidos ou até mesmo aqueles com pontos de vista desagradáveis irá frequentemente mostrar seu desempenho sobre direitos humanos de forma mais geral”.



Abaixo, trabalhadores em Auschwitz despindo as roupas dos presos do campo. Este foi o sistema usado para matar os piolhos nas roupas, o que ajudou a impedir a propagação de Tifo.


Abaixo um quadro actual dessas mesmas câmaras de despiolhamento, mas com toda a tubagem removida, o que provavelmente encobriria o verdadeiro motivo dessas instalações.




Para impedir a propagação de Tifo, os alemães raparam a cabeça das pessoas e desinfestaram as suas roupas nas câmaras de despiolhamento. Foi a partir dessas instalações de chuveiro que a história dos gaseamentos se originou.




Por que razão questionar a história se poderá tornar um crime?


O Parlamento da Italiano aprovou um projecto de lei (Junho de 2016) que tornava ilegal a negação do holocausto, porquê agora depois de 70 anos?


Poderia ser a reacção ao facto de que, cada vez mais pessoas estão a despertar e a questionar o que foi dito sobre o Holocausto não ser verdadeiro, começando a encontrar respostas através de diálogo e pesquisas. Portanto, se puderem impedir as pessoas de pesquisar, tornando-as ofensas criminais, as pessoas simplesmente não descobrirão a verdade.


Não esquecer que Israel e os judeus construíram e sustentaram o seu estado e modo de vida com base nesta mentira, e, se essa mentira for cabalmente desmontada, pode ser o fim de Israel, e é por isso que esse pequeno território de seis milhões de habitantes tem a pressão judaica dos grupos AIPAC, JINSA etc, que forçam os governos a aplicar essas leis sobre o Holocausto. Infelizmente governos sem espinha dorsal têm medo de enfrentar os judeus, quando um político não é pró-Israel, tal como Jeremy Corbyn (chefe do Partido Trabalhista do Reino Unido), tentam derrubá-lo.


A anterior primeira-ministra britânica, Theresa May e o actual prime minister Boris Johnson são pró-Israel e sionistas, portanto veremos em breve a lei de ódio do Holocausto também aplicada à Grã-Bretanha, o que consagraria o fim da liberdade de expressão e da livre opinião nesse território. Podemos debater se um presidente americano é gay ou tem algum tipo e tara sexual, podemos debater quantos milhões de russos morreram na Revolução Bolchevique de 1917, mas não podemos debater se 6 milhões de judeus efectivamente morreram na Segunda Guerra Mundial, por quê, por que razão não podemos? Tudo porque isso levará à verdade e isso deitará por terra a falsa legitimidade e a estratégia da vitimização tão cara aos judeus sionistas(bem sabemos que essa estratégia sempre foi o modo de manipular dos regimes comuno-socialistas), curiosamente o mesmo método usado pelos marxistas, a manipulação da verdade em função dos seus próprios interesses.

Uma nova lei em Itália persegue todos aqueles que neguem genocídios e crimes contra a humanidade, mas é um facto que os banqueiros e líderes judeus estiveram por trás do assassinato de 40 milhões de cristãos russos entre 1917 e 1950, começando com a Revolução Bolchevique, então que raio de critérios são estes, para uns é crime negar a verdade factual e para outros é uma coisa perfeitamente correcta e ao abrigo da lei, porque razão haver esta dualidade de critérios?

O que há de errado em ligarmos a lógica, a razão e o método científico para chegarmos aos factos?


Usando do senso comum, se os judeus estão a dizer a verdade, se têm razão naquilo que dizem, não precisam de criminalizar a negação da matéria de facto, não têm necessidade de amordaçar e eliminar os negacionistas do Holocausto, simplesmente porque, se alguém nega um facto, basta confrontá-lo com a verdade, e, contra factos, não há argumentos.

Mas como é mais fácil usar o braço forte da lei quando temos poder, os judeus fizeram-no, aliás como sempre fizeram, inacreditável nos dias de hoje e num mundo dito democrático e sem algum tipo de censura.
Eu poderei questionar se o 25 de Abril existiu na realidade, serei eu sancionado por isso, será esse facto razão suficiente para ser enclausurado e silenciado numa cela apenas por ter opinião diversa ou politicamente incorrecta, onde está o meu direito à livre expressão, ou, porque razão terei que alinhar na farsa que me tentam impingir?
Se um evento na história realmente aconteceu, e, há ampla informação, provas ou outras formas de o comprovar e documentar, porque razão teria que haver leis a punir todos aqueles que tenham opinião diversa, porque não deixar as provas e outros documentos falar por si mesmos?
Se os judeus estão certos, estão obrigados a aceitar dialogar publicamente, não será proibindo que se fale de um determinado tema ou acontecimento que será esclarecido o assunto, muito menos criminalizar o simples facto de se questionar a veracidade do evento, pois sabemos haver países, tal como a Alemanha e a Áustria onde é expressamente proibido, é tabu tocar sequer no assunto Holocausto, a Alemanha deixou de existir, deixou de ter uma identidade própria, passou a ser a Judenland, pois a qualquer lugar que nos desloquemos temos monumentos ao Holocausto, difundidos como cogumelos.

"Claro que não há provas físicas nem registos de verificação do alegado homicídio nas câmaras de gás, apesar da sua negação da sua existência por parte de muitos cépticos."
Jason Myers, on the Nuremberg trials
of 1946,Smith’s Report, July 2009.


"O controle dos media pelos judeus é uma medida para evitar uma discussão aberta sobre o Holocausto."
Oliver Stone




"Talvez ajudasse a vossa causa se limitassem o vosso número de vítimas a um número que conseguissem comprovar."
Ronald Reagan



“Well, the idea that the concentration camps were for the express purpose of killing Jews and/or other inmates is certainly a categorical lie. I don’t deny that there were millions of Jews imprisoned in these camps. But they were imprisoned because international Jewry had instructed all the Jews in Germany, that if Germany went to war with England, that every Jew in Germany would sabotage the war effort. That made them Traitors to their nation and that’s why they were put in camps. There were NO gas chambers in any concentration camp run by the Germans during World War II, not even in Auschwitz. The evidence is overwhelming. But the Jewish-owned media has learned that if you tell a lie big enough, and often enough, the people eventually will believe it. And if anyone has the audacity to really investigate the matter, looking for the truth, they are called “anti-Semitic.” By playing the victim (of the “Holocaust”) and collecting billions in reparations from Germany, and billions in foreign aid from the U.S., they have been able to steal Palestine and slaughter the Palestinians, to build the Israeli state, from which they plan to take over the entire Middle East, and then the whole world”.

Lorraine Day, University of California, San Francisco, School of Medicine


“If the Jewish claim that they were the victims of a holocaust in Germany is true, then they were consumed entirely by fire. This Jewish claim is unacceptable because there were so many survivors. Not only were the Jews not consumed wholly by fire, as they claim, but, forty years after this non-event, there are more Jews claiming to be survivors of the Holocaust than there were Jews living at the time of the Holocaust. In one small American suburb, Skokie, Ill. are now residing many thousands of healthy Jews who claim to be "survivors" of the Holocaust. For more than thirty years, American voters have mutely accepted the fact that anyone seeking public office in the United States must make a routine pledge of undying allegiance to the State of Israel. Few of these voters realize that these office-seekers must also make a ritual obeisance to the Myth of the Holocaust and swear eternal belief in the doctrine that six million Jews were killed by the Germans during World War II”.

Eustace Mullins, Political Historian.


“Immediately after Germany's surrender, a plane load of American editors and correspondents were flown to the concentration camps, where they were shown huge piles of bones. These were the remains of Russian prisoners of war, but they were filmed and shown all over the United States as 'Jewish bones'. In one of the most revolting attempts to influence public opinion ever known, Jewish owned movie houses showed these gruesome photos over and over again. Once again, we are inundated by the Jewish propaganda, as the ludicrous bone pictures, some of which have been established as having been taken during World War I, become our daily fare”.

Eustace Mullins, Political Historian.


Rosemary Pennington, Author, National Vanguard.org website states the following:
“The alleged “Holocaust” of “6 million Jews” at the hands of Adolf Hitler and National Socialist Germany during WWII is the biggest lie ever foisted upon humanity. The very idea that the Germans organized and executed a complex conspiracy involving “homicidal gas chambers” and other barbaric, sadistic forms of mass murder designed to exterminate European Jewry during WWII is laughable on its face when you stop and objectively think about it.National Socialist Germany and her allies were fighting a multi-front war against some of the most powerful nations in the world at the time, including the United States, the British Empire, and the Soviet Union. The idea that they would divert their precious and extremely scarce resources and manpower towards implementing a systematic campaign of mass murder specifically designed to annihilate European Jewry is absurd. There was no German conspiracy to systematically genocide and destroy European Jewry during WWII. There were no “homicidal gas chambers” utilized to murder Jews and other “undesirables”. The system of concentration camps throughout much of Europe developed and administered by the Germans and their allies during WWII was simply a network of labor, transit, industrial and detention facilities — not “death camps”. Jews, political prisoners and Communist subversives (many of whom were in fact Jewish), homosexuals and many others were detained and either put to work or imprisoned in German-administered concentration camps and industrial facilities throughout Europe.These forced laborers and prisoners were well-cared for, at least until the end of the war when Germany’s supply lines broke down and chaos ensued as a result of the Soviet and Anglo-American invasion of German territory. They were well-fed, well-provided for, and given medical treatment and entertainment. They were allowed to attend concerts, organize plays, make music and play sports. If the Germans were hell bent on murdering these people, why would they provide medical care for them and allow them to entertain themselves?The entire WWII narrative, especially the fake “Holocaust” story, is basically the exact opposite from what we’ve been told and taught.The simple fact of the matter is that the “Holocaust” narrative — 6 million Jews persecuted, abused, and systematically exterminated by “those evil Nazis” during WWII — endlessly promoted and perpetuated by the Jewish-owned mass media, Hollywood and “entertainment” complex, and educational and political establishment is 100% bogus in virtually all respects. The Germans simply wanted the Jews out of Germany, clearly and correctly recognizing them as an alien, hostile and treacherous force working to subvert, pollute and destroy the German nation and Western civilization.Jews were encouraged to leave Germany, and many did. Others were imprisoned or detained in the various labor and concentration camps established and administered by National Socialist Germany, and were well provided for. They were certainly not killed using “homicidal gas chambers” and other sadistic forms of murder in a systematic campaign to eliminate European Jewry”.




Vítimas do tifo numa vala comum.

E os outros Holocaustos?


O governo americano "apagou" cerca de 20 milhões de nativos americanos.

Estaline assassinou mais de 9 milhões de ucranianos entre 1930 e 1933.
Lenine, Trotsky, Estaline e os Judeus Bolcheviques assassinaram pelo menos 40 milhões de cristãos russos.
Em 1920 o governo turco massacrou cerca de 2 milhões de arménios.
Mao Tsé Tung matou mais de 50 milhões de chineses durante a Revolução Cultural.

Porque razão não se fala abertamente sobre estes genocídios, ou serão os Judeus mais importantes do que os outros enquanto seres humanos?


O Holocausto tornou-se um negócio milionário.



"Num passado recente, a indústria do Holocausto tornou-se uma rede de extorsão."

"O Congresso Judeu Internacional(WJC) recolheu nada menos do que 70 biliões de dólares em compensações monetárias da Alemanha."
Norman G. Finkelstein.(professor Judeu, era filho de judeus sobreviventes de Auschwitz.)



Over half a million Jews living in Israel and America have been able to extort lifetime pensions from Germany because they are classed as a ‘Holocaust Survivor’. This has cost Germany over 70 billion dollars. You were classed as a Holocaust survivor if you were a Jew and still alive and living in Europe after the second world war an so eligible for a lifetime pension from Germany. This is just extortion. Christian survivors of the war did not get any compensation. Much of the money was used to fund the new state of Israel. Also another use of the Holocaust is that Prime Minister Netanyahu regularly invokes the Holocaust to justify Israeli attacks upon its neighbours, usually Palestine. Let’s not forget the Jews forced 750,000 Palestinians out of their villages and homes from 1947 on wards and massacring thousands on the way.
Germany was forced to sign the Luxembourg agreement in 1952 and pay massive reparations to any Jew who survived the so called Holocaust. This has cost Germany about 89 billion dollars and I got that figure from the timesofisrael website itself.

In 2012 another agreement between the Jews and Germany was reached for 80,000 Jews who we are told fled Eastern Europe to Russia because of the advancing German army. These 80,000 Jews have received a one of payment of $3,253 with a total cost to the German government of $260 million. Germany moved across eastern Europe in 1942 to attack Russia which would mean even if one of these Jewish persons was 10 years old that would make them 85 years old now. But obviously there was not 80,000 Jewish 10 year olds so they must be quite a few of them in their 90’s or beyond. Not believable. See how they use the perceived Jewish suffering to get money, what about the 17 million Christian Germans who died in WW2? The Jews receive in their holocaust pension from Germany $382 per month which has just risen from $331 per month, not bad for free. Most of the Christian countries of Europe suffered in WW2 with many of the countries bombed, mostly by the Allies and 70 million Christian deaths but somehow the Jews are the ones who get paid for the whole of their lifetime, its sheer madness.

"Almost all survivors of the Nazi holocaust have already passed away ..." (Norman G. Finkelstein ‘The Holocaust industry. Reflections on the Exploitation of Jewish Suffering’ Verso London 2000 p.138).

One of the “Holocaust survivors” interviewed last year in London by Matthew Tucker, 85-year-old Lily Ebert claims to have received 1000 letters from British schoolchildren telling her how deeply moved they were by listening to her gruesome Holocaust stories. Lily is one of many such Jews who are ferried round British schools, all expenses paid and with a generous lecture fee. This, added to their state pensions and their Holocaust reparations payments from Germany, help to boost their total incomes to more than respectable levels. Can a 85 year old remember in exact detail what happened in their life when they were 9 or 10 because I can’t and I am only 50.

Jewish pensioners, like the plump and prosperous-looking Lily, are incomparably better off than ordinary British taxpayers on the breadline who have to rely on their meager state pensions to make ends meet. In America, big bucks can be made by Holocaust survivors who manage to get on the lecture circuit. According to Norman Finkelstein, Elie Wiesel charges $25,000 a lecture and demands a chauffeur-driven limo.

It is shocking. Why should Holocaust memorials make millions from taxpayers money in memory of people who have died 70 years ago. Are the deaths of Jews more important than the deaths of the other people that died in the Wars. It would seem so but then again that is the power of the Jewish media and organisations.

This is an outrage and nothing but extortion when there is so much evidence now to suggest that not even 1 Jew was ever gassed in the concentration camps as the evidence here will show you. A huge amount of people will feel slightly embarrassed that they have been duped for all these years.

You should read the book by the Jewish Professor Norman Finkelstein titled “The Holocaust Industry: Reflections on the Exploitation of Jewish Suffering” which denounced what he called exploiting its memory as a “ideological weapon,” enabling Israel, “one of the world’s most formidable military powers, with a horrendous human rights record, to cast itself as a victim state immune to criticism.
”



As câmaras de gás.


A área das alegadas câmara de gás não tinha sistema de exaustão para remover o gás. Simplesmente tinha três respiradouros no tecto, supondo que a área fosse usada como uma câmara de gás, levaria quase uma semana para arejá-la antes que qualquer humano pudesse entrar para remover qualquer coisa que estivesse dentro da área da câmara!!!

É preciso perguntar como, por exemplo, no caso de Auschwitz II ou Birkenau, se poderia levar 2.000 pessoas para uma sala medindo 210 metros quadrados de área e, em seguida serem gaseados com pesticida Zyklon B e depois imediatamente após a morte das vítimas, uma equipa de trabalho sem máscaras de gás entrar na sala para retirar os corpos completamente saturados e contaminados com cianeto. É simplesmente absurdo, porque as pessoas que entrassem em contacto com o cianeto ao remover os corpos morreriam de imediato. 
Havia dois drenos na área que supostamente era a câmara de gás, esses drenos foram ligados ao sistema de drenagem principal do campo, Fred Leuchter, que fez os testes científicos no campo, testemunhou que, se a área fosse utilizada como uma câmara de gás, o gás cianeto de hidrogénio condensado líquido entraria nos drenos, se misturaria com a água e acabaria por ir parar ao sistema de esgotos e águas pluviais o que não tem lógica alguma, até porque o dito Zyklon B se espalharia por todo o complexo. 
Os drenos impossibilitavam a utilização da sala como câmara de gás, também é sabido que se o Zyklon-B for usado regularmente numa sala, as suas paredes ficarão azuis e as paredes da sala supostamente usadas para os gases não ficaram azuis, o que foi observado quando os testes científicos foram realizados por Fred Leuchter. Também os cadáveres ficariam rosados ​​se a morte ocorresse com o Zyklon-B (cianeto) e não há evidências de que nenhum dos cadáveres encontrados nos campos tivesse ficado de cor rosada.  

Aqui está uma foto da famosa "câmara de gás" exibida de forma fraudulenta a milhões de turistas em Auschwitz nos últimos 70 anos:


Na verdade, esta área foi um abrigo antiaéreo e neste espaço nunca foi gaseado um único judeu. As autoridades de Auschwitz admitiram ter mentido ao público durante décadas, provavelmente intimidadas pelo estado de Israel e pelos judeus internacionais com o fim de manter a sua narrativa, o embuste. 
Até hoje, guias e professores informam regularmente gente crente e ignorante, dizendo:
"Esta é a câmara de gás na qual milhares de judeus eram mortos todos os dias!"
Até porque a porta abre para dentro, o que constitui um absurdo, já que os cadáveres espalhados pelo chão teriam impedido que ela se abrisse, facto.

Abaixo, os prisioneiros de Auschwitz libertados pelos russos em 1945, podemos ver como eles parecem bem alimentados e estão em boas condições contrariando aquilo que os média propagam.



As mulheres, crianças e idosos foram supostamente gaseados ao entrar nos campos, no entanto, veja a foto abaixo no dia da libertação.






Tantos em tão pouco tempo.

De acordo com os contadores de histórias do Holocausto, apenas 6 campos foram montados como campos de extermínio e estes foram Auschwitz-Birkenau, Treblinka, Sobibór, Belzec, Madjanek (Lublin) e Chelmno, todos esses campos estavam situados na Polónia e depois de 1945, a Polónia foi controlada pelos russos comunistas. Os outros campos conhecidos, como Bergen-Belsen, estavam localizados na Alemanha, não havia evidências de gaseamento nos campos alemães, então o foco estava nos campos na Polónia, muitos desses campos na Polónia foram reconstruídos pelos russos após a guerra, o que contribuir para que as pessoas acreditassem que os gaseamentos tenham efectivamente ocorrido. 
Geralmente, acredita-se que os supostos gaseamentos ocorreram entre 1942 e 1944, então, como seria possível 6 milhões de pessoas terem sido exterminadas em 2 anos e em apenas 6 campos, não se esquecer que seis milhões é o equivalente à totalidade da população de alguns países. Supostamente, isso foi feito com apenas um número limitado de funcionários e guardas nos campos, seria necessário literalmente milhares de pessoas para ajudar no extermínio e na eliminação de tal quantidade de cadáveres, isso por si só mostra o quão absurdo, fantasioso e manipulador é o número dos 6 milhões.


O mito dos 6 milhões de vítimas.


O número de 6 milhões não passa de um mito, pois existem literalmente dezenas de referências aos 6 milhões de Judeus em numerosos artigos de jornais, pelo menos desde 1890, números que estranhamente e sem qualquer base factual são de forma inusitada lançados para praça pública.

Aqui estão alguns artigos de jornais onde os tais 6 milhões são o número de referência, estranhamente, alguns desses artigos foram publicado muito antes de Hitler chegar ao poder.







Aqui mais um artigo de jornal datado de 1919, no qual é mencionado que 6 milhões de Judeus estão em sério risco na Ucrânia, mais uma vez o misticismo do número 6 milhões ...estranhamente 14 anos antes de Hitler ascender ao poder.






Mais um artigo dos tais...






Como prova adicional para destruir o mito desses 6 milhões, assista ao vídeo abaixo, onde um homem realmente mostra os jornais físicos dos anos 1920.


https://www.brighteon.com/ba15f32c-75c2-49a0-87d1-2c5a2a44e4cf

No final da Segunda Guerra Mundial, a primeira reivindicação dos 6 milhões de judeus que realmente teriam morrido, foi publicada em Janeiro de 1945 pelo correspondente comunista Jacob Lestchinsky do New York Jewish Daily Forward. Novamente a mentira, porque os campos de concentração não foram libertados antes de Abril de 1945. 



To add further proof to the fictitious 6,000,000 number here is Mart H.Glynn (Jewish) former NY Governor stating in 1918 that six million are under threat. 


“In the face of death, in the throes of starvation there is no place for mental distinctions of creed, no place for physical differentiations of race. In this catastrophe, when six million human beings are being whirled toward the grave by a cruel and relentless fate, only the most idealistic promptings of human nature should sway the heart and move the hand. Six million men and women are dying from lack of the necessaries of life; eight hundred thousand children cry for bread. And this fate is upon them through no fault of their own, through no transgression of the laws of God or man; but through the awful tyranny of war and a bigoted lust for Jewish blood”. 


Se atribuirmos alguma credibilidade ao número mítico de 6 milhões, sempre que foi usado desde 1900, o número total de vítimas judias deverá exceder 60 milhões e não apenas os 6.000.000 ... eis uma curta lista que documenta alguns dos casos mais conhecidos da utilização do número de 6 milhões usado pelas organizações sionistas e pela Indústria do Holocausto desde Junho de 1900.


1 - JUNE 11, 1900 - NEW YORK TIMES - page 7 - Rabbi Wise's Address 

"There are 6,000,000 living, bleeding, suffering arguments in favor of Zionism." 


2 - JANUARY 14, 1915 - NEW YORK TIMES - page 3 - Louis Marshall: "JEWS INDIFFERENCE TO WAR AID REBUKED" 

"In the world today there are about 13,000,000 Jews, of whom more than 6,000,000 are in the heart of the war zone; Jews whose lives are at stake and who today are subjected to every manner of suffering and sorrow." 


3 - September 29, 1919 - NEW YORK TIMES - page 7 - "Felix M. Warburg tells sad plight of Jews" 

"The successive blows of contending armies have all but broken the back of European Jewry,' he said, 'and have reduced to tragically unbelievable poverty, starvation and disease about 6,000,000 souls, or half the Jewish population of the earth." 


4 - October 31, 1919 - THE AMERICAN HEBREW - page 582 - Martin H. Glynn: "The Crucifixion of Jews Must Stop!" 

"From across the sea 6,000,000 men and women call to us for help [...] 6,000,000 men and women are dying [...] in the threatened holocaust of human life [...] 6,000,000 famished men and women." 


5 - April 21, 1920 - NEW YORK TIMES - Editorial, page 8 - "A WORK OF MERCY" 

"In Europe there are today more than 5,000,000 Jews who are starving or on the verge of starvation, and many are in the grip of a virulent typhus epidemic." 


6 - May 1, 1920 - NEW YORK TIMES - page 8 - "Just Another Drive" 

"But the Lives of 6,000,000 Human Beings Wait Upon the Answer". 


7 - May 2, 1920 - NEW YORK TIMES - Section 2, page 1 - "JEWS ASK PUBLIC TO AID WAR VICTIMS" 

"Dr. Boris B. Bogen writes: 'Hunger, cold rags, desolation, disease, death - 6,000,000 human beings without food, shelter, clothing or medical treatment in what now are but the wastes of once fair lands, lands ravaged by long years of war or blighted by its consequences!". 


8- March 25, 1936 - Chaim Weitzman, president of the World Zionist Organization testified in front of the Peel Commission: 

"It is no exaggeration to say that 6,000,000 million Jews are sentenced to be imprisoned in this part of the world (Palestine), where they are unwanted, and for whom the countries are divided into those, where they are unwanted and those, where they are not admitted." 


9 - December 13, 1942 - NEW YORK TIMES - page 21: 

"Authenticated reports point to 2,000,000 Jews who have already been slain by all manner of satanic barbarism, and plans for the total extermination of all Jews upon whom Nazis can lay their hands. The slaughter of a third of the Jewish population in Hitler's domain 3 X 2,000,000 = 6,000,000 and the threatened slaughter of all is a holocaust without parallel."


Sabemos que os recortes de jornais 1-8 acima, dos 6 milhões que foram exterminados estava longe de corresponder à verdade, mas podemos crer que o número 9 até poderia corresponder à verdade, embora com números empolados, não esquecer que a maioria dessas mentiras vem do New York Times, de propriedade judaica. Os sionistas judeus simplesmente não desistem das suas mentiras, dirão qualquer coisa para fins de propaganda, a fim de fazer o resto do mundo lutar contra seus chamados inimigos. Até alegaram que o Iraque tinha câmaras de gás em 1991 durante a guerra do golfo, o que obviamente não era verdade. 
Se as pessoas não conseguem ver a verdade sobre essas mentiras das câmaras de gás da Segunda Guerra Mundial, não conseguirão certamente deixar de acreditar numa ilusão.



Qual é o significado dos "Seis Milhões", poderemos questionar, afinal qual é o significado da figura 'Seis milhões' e qual a sua origem?"

A mítica figura dos “Seis Milhões” tem origens intrigantes, os judeus enfatizaram firmemente a figura de 6.000.000 numa campanha de propaganda atroz entre os anos de 1890 e 1945, pesquisas mostram que a razão dessa bizarra fixação judaica no número 6.000.000 tem como principal origem numa antiga profecia religiosa da Torá. Segundo algumas fontes, a profecia previa que, antes que o povo judeu pudesse recuperar e reconquistar a Palestina para estabelecer uma pátria judaica chamada "Israel", 6.000.000 de judeus teriam que perecer queimados pelo fogo (ou seja, "Holocausto"), como sacrifício à sua divindade tribal sanguinária, YHWH.

Esse número de seis milhões foi utilizado novamente no final da Segunda Guerra Mundial e fomos informados de que todos os cadáveres nos campos de concentração foram vítimas de gaseamento, mas vamos olhar para as provas para ver se o foram realmente.  
Não há nada errado com o pensamento crítico, apenas que, em vez de acenarmos com a cabeça e seguir o que alguém nos contou, sem nenhuma pesquisa e sem provas, de acordo com as provas que temos, era materialmente impossível matar 6 milhões de judeus, até porque em todos os países ocupados por Hitler havia apenas 4.500.000 judeus, isto de acordo com as estatísticas oficiais. Mesmo se ele os prendesse todos, não conseguiria chegar a 6 milhões,  6.000.000 é apenas uma figura mítica que os judeus usam sempre que são expulsos de um país ou lhes são impostas restrições. Ou acham que Hitler foi o primeiro a forçar os judeus a sair do seu país, proponho fazerem algumas pesquisas porque os judeus enfrentaram a expulsão de todos os países da Europa nos últimos 2000 anos e alguns mais de uma vez,  podem e devem investigar o porquê? 
Pois, bem sabemos, quando os judeus se mudam para um país, avançam às custas da população desses países (não-judeus) e assumem posições-chave no país anfitrião, como leis, bancos, medicamentos, média, sindicatos e depois incitam revolução, comunismo e assassinatos, é essa a sua forma de estar, isso aconteceu na Rússia em meados do século XIX e o Czar forçou-os a sair, e bem sabemos como se vingaram depois!!!
No entanto, Hitler foi demonizado repetidamente nos média por fazer a mesma coisa. 
Os judeus já voltaram a fazer a mesma coisa na América actual, pois controlam quase tudo, senão vejamos, Política, Hollywood, Jornais, Universidades, T.V, sistema monetário e até o IRS,  controlam o governo a tal ponto que os Estados Unidos dão a Israel 3 biliões de dólares todos os anos para financiar a sua industria de extermínio de tudo e todos os que se atravessem na frente  dos seus interesses, bem sabemos o que tem acontecido aos estados que fazem fronteira com Israel, já nem falo do povo palestiniano, falo de intervenção em todo o Médio Oriente.

Os judeus por trás dos campos de extermínio.

O falso holocausto de "seis milhões" serve como uma distracção e uma cobertura para os verdadeiros crimes contra a humanidade cometidos sob o comunismo judaico, quase todos  já ouvimos falar de "Auschwitz", mas quantos ouviram falar das atrocidades cometidas contra gentios em Kolyma, o mais notório campo de trabalho escravo dos Gulag, administrado e operado por judeus no extremo nordeste da Sibéria? 
Ou o genocídio sistemático do povo da Ucrânia posto em prática pelo comunismo judeu, o Holodomor onde entre 9 e 11 milhões de ucranianos pereceram, se  quiserem investigar os campos de extermínio de judeus, talvez devam ler o livro da Dr. Herman Greife.




Os judeus que dirigiam os Gulags soviéticos eram Jagoda (judeu, chefe da GPU), Lazar Kaganovitch (cunhado judeu do ditador Joseph Stalin), judeu, Simon Firin e judeu Lazarus Josephsohn Kagan (chefe de construções nos acampamentos) . 
O judeu Grigorij Davidsohn Afanasjew era engenheiro-chefe dos campos de concentração. O G.P.U era a polícia secreta, os outros judeus no controle dos campos de concentração foram Matwej Davidsohn Berman, um alto funcionário da G.P. U. e o judeu Jacob Davidsohn Rappoport, chefe assistente da G.P. U. Judeu Jagoda (Hershel Jehuda) Chefe da Cheka. 

“Milhões de pessoas desapareceram no primeiro estado marxista do mundo, e milhões terão que sacrificar as suas vidas sob o domínio judeu enquanto esse sistema diabólico puder existir ”.
  
Dr. Herman Greife

“Quase todos os chefes dos campos de concentração(Gulags) eram judeus. Os mais infames foram: Naftali Frenkel, Matvei Berman, Aaron Soltz, Yakov Rappaport, Lazar Kagan. 
Segundo o pesquisador e publicitário judeu Arkadi Vaksberg, onze dos doze chefes de campo dos Gulags eram judeus ”
Lina Juri - 'Sob o signo do escorpião'. 

Os sistemas de gulag da antiga URSS eram os verdadeiros campos da morte. Milhões de pessoas morreram nesses campos de extermínio: Orotukan, Polyarny Spring, Svistoplyas, Annushka e Kolyma. 
Mais de três milhões de pessoas foram sistematicamente assassinadas pelo regime comunista judaico apenas em Kolyma, e Kolyma era apenas um desses campos na União Soviética. 
Todas as atrocidades que os judeus cometem,  habilmente culpam os terceiros, se alguém fizer uma pesquisa suficientemente aprofundada, chegará à conclusão que os campos de trabalho escravo/morte são realmente uma ideia e uma invenção judaicas, e existiram muito antes dos supostos campos nazis. O que apenas serve de distracção e desvia a atenção da população dos crimes reais cometidos em defesa dos interesses sionistas. 
Desde o fim da Segunda Guerra Mundial, somos bombardeados regularmente pela  Jew Hollywood, filmes após filmes, documentários e outras publicações que retratam o suposto "holocausto" dos judeus nas mãos da Alemanha nazi. Isso tem actuado como a grande distracção, que, entre muitas outras coisas ao longo dos anos serviu para desviar a atenção dos verdadeiros campos da morte.
Muito antes de Adolf Hitler chegar ao poder, já esses campos de extermínio de escravos estavam em pleno funcionamento, além disso, tudo o que os judeus acusam os nazis de fazer, já eles mesmos o faziam desde 1920, basta uma pequena pesquisa para chegarmos a essa conclusão. 


As vítimas dos campos de trabalho comunistas, controlados pelos judeus, não receberam nada, nem indemnizações, nem ajudas, as famílias sobreviventes não receberam nada, e o pior é o facto lamentável de nenhum dos criminosos judeus ter sido julgado por crimes contra a humanidade. 
Enquanto os média controlados pelos judeus divulgam histórias e mais histórias dos chamados "criminosos de guerra nazis" julgados, e as verdadeiras caças ao homem a que esses supostos criminosos foram sujeitos, não houve justiça alguma para com as vítimas dos gulag que totalizaram muitos milhões nos países comunistas, e nem sequer se fala no assunto, um branqueamento de um verdadeiro genocídio.
Além disso, o público continua ignorante e apenas está focado nos nazis e desconhece as vítimas reais, os milhões de mortos nos verdadeiros "Holocaustos". 
Esse tipo de doutrinação pró-judaica e sionista é aplicado ou forçado nas escolas onde o comuno-socialismo é ensinado como algo bom, e positivo, perfeitamente humano, uma acção posta em prática por professores e adeptos de ideologias que apenas pugnam por destruir o ser humano e distribuir equitativamente a morte e a miséria, resumindo, o comunismo é um programa judaico/sionista de escravidão e morte.

"O seu maior ódio, a sua mais cruel demonstração do seu veneno, é reservada aos poucos destemidos que ousam revelar ao mundo os crimes hediondos cometidos pelo Poder Judaico nos Gulag Comunistas, especialmente o assassinato sionista de 66 milhões de homens, mulheres e seus filhos, muitos deles cristãos que acreditavam na Bíblia. 
Igualmente odiados são homens como Ernst Zundel, do Canadá, que questionaram se seis milhões de judeus teriam realmente morrido no Holocausto nazi, mas mesmo que esses seis milhões tivessem morrido no Holocausto nazi, pergunto, e então os sessenta e seis milhões que morreram no Gulag judeu? 
E, lembremo-nos, milhares de nazis foram perseguidos e punidos pelos seus crimes relatados como sendo contra a humanidade, pergunto, por que razão nenhum judeu sionista foi levado à justiça pelos crimes hediondos cometidos nos Gulag comunistas-judeus?
Por quê? 
Há quase seis décadas que a América e outros países apontam o dedo aos alemães, lembrando-os dos terríveis crimes dos seus antepassados nazis, será justo que apontemos o dedo apenas a uns, e desculpar outros por crimes ainda mais graves do que os dos primeiros, e, pergunto, por que razão esquecer ou ocultar o Holocausto Comunista nos Gulag, por que razão ocultar os crimes dos judeus  e os seus crimes monstruosos, lembremos aos judeus de hoje que os seus ancestrais também eles foram criminosos, pois fizeram sessenta e seis milhões de vítimas inocentes, a maioria delas  cristãos. 
Também não será hora de exigir a construção de um Museu do Holocausto Cristão em Washington, DC, ao lado do Museu do Holocausto Judaico, ou somente o sofrimento dos judeus é digno de ser relembrado, e a dor e o sofrimento de tantos outros grupos étnicos e religiosos, incluindo o dos cristãos russos e do leste europeu durante a era judaica bolchevique, será essas dezenas de milhões de seres humanos mortos e torturados não merecem ser também eles lembrados?"

Texe Marrs (Historiador)




Na foto, uma rapariga a ser fumigada para controle da praga de piolhos.


Vejamos o que aconteceu com um homem inocente que ousou questionar o Holocausto. 

Ernst Zundel foi um grande homem, um grande paladino da verdade que faleceu em Agosto de 2017, Ernst Zundel nasceu na Alemanha em 1939, mudou-se para o Canadá já na casa dos 20 anos, casou e teve dois filhos. 

Entrevistou muitos sobreviventes da Segunda Guerra Mundial na Alemanha e realizou pesquisas em muitas bibliotecas de prestígio, mas o que é surpreendente é o que Zundel passou depois de questionar o holocausto e ousar pôr em dúvida os supostos "6 milhões de judeus mortos em câmaras de gás". O governo canadiano recusou-se a renovar-lhe o passaporte e começou a restringir impiedosamente os seus movimentos. Foi condenado e preso por mais de um ano no Canadá por disseminar "notícias falsas", o governo canadiano empenhou-se em destruir, isolar e levá-lo à falência, forçando-o a esgotar todas as suas economias no combate a uma série de acusações artificiais de "crime de delito de opinião". 
Quando Zundel casou com sua terceira esposa Ingrid e se mudou para os Estados Unidos, passaram a viver no Tennessee, um dia oficiais da imigração dos EUA chegaram à sua porta e levaram Ernst, isso apesar do facto de ele ter recebido um cartão da segurança social, ter recebido permissão para trabalhar e ter todos os direitos de cidadania de um vulgar cidadão americano. Acabaram por deportá-lo para o Canadá, sem sequer ter direito a qualquer tipo de defesa ou tivessem permitido que ele fosse ouvido pela justiça, levaram-no para o Canadá, apesar de ele ser cidadão alemão de nascimento. 
No Canadá de imediato foi detido por dois anos, depois de ter cumprido esses dois anos de pena foi transportado para sua Alemanha natal num jacto particular fretado apenas para o seu transporte, viajou algemado de braços e pernas como se se tratasse de um serial killer.
Uma vez na Alemanha, foi mantido numa prisão alemã por mais cinco anos! 
Isto apenas demonstra o poder dos judeus sionistas, a sua casa no Canadá foi saqueada e depois queimada, perdendo-se assim os mais de 30 anos de arquivos de pesquisas por si efectuadas, foi impedido de renovar o passaporte canadiano, sendo repetidamente acusado de crimes falsos, voltando a ser preso por mais alguns anos.
Qual foi o crime de Zundels? 
Ele não prejudicou nem matou nenhum ser humano, apenas pesquisou o Holocausto e questionou a sua veracidade, tudo isto em países como o Canadá e os EUA alegadamente democráticos e com liberdade de expressão. 
Outra pessoa que foi enviada para a prisão por ter dito que Auschwitz era um campo de trabalho forçado e não um campo de extermínio foi uma alemã de 85 anos, Ursula Haverbeck, a ironia é que Zundel e Haverbeck são ambos alemães.

Quantos morreram?

Vamos dar uma olhada ao número de judeus que morreram nesses campos, a Cruz Vermelha Internacional visitou os campos e efectuou registos meticulosos das identidades daqueles que morreram e porquê. 
Não se descobriu ninguém que tenha morrido em câmaras de gás, mas o número total de mortos segundo o que a Cruz Vermelha informou em 1993 para todos os campos foi de 271.000, note-se, não eram apenas judeus, eram de várias nacionalidades e origens. 
O New York Times noticiou a 3 de Março de 1991 que 403.713 morreram nos campos alemães entre 1935 e 1945. 
Segundo dados alemães, havia 4.536.500 judeus sob controle alemão durante a Segunda Guerra Mundial, após a guerra, 4.384.138 judeus fizeram pedidos de indemnização ao governo alemão. 
A diferença entre esses dois números é de 152.000 e provavelmente é o número de judeus que morreram no sistema de campos durante esses anos, portanto, mesmo se considerarmos o número mais alto sugerido pelo New York Times de 403.713 e o mais baixo de 152.000, ainda é muito menor que o mítico 6.000.000 

Abaixo, registos da Cruz Vermelha Internacional para os campos de concentração, os quais indicam 271.000 mortes em todos os campos.







Após a Segunda Guerra Mundial, a Cruz Vermelha Internacional emitiu um relatório sobre as condições dos campos de concentração da Alemanha que a Cruz Vermelha visitou a partir de 1941. Aqui estão alguns detalhes do Relatório de três volumes do Comité Internacional da Cruz Vermelha sobre suas actividades durante a Segunda Guerra Mundial, Genebra, 1948. O Relatório da Cruz Vermelha indica as circunstâncias legítimas sob as quais os judeus foram detidos em campos de concentração. 
Ao descrever as duas categorias de reclusos civis, o Relatório distingue o segundo tipo como "Civis deportados por motivos administrativos (em alemão," Schutzhäftlinge "), que foram presos por motivos políticos ou raciais, ou porque sua presença era considerada um perigo para o Estado ou as forças de ocupação. " 
Em 1942, o CICV obteve importantes concessões por parte da Alemanha, foram autorizados a distribuir embalagens de alimentos para os principais campos de concentração na Alemanha a partir de Agosto de 1942 e, a partir de Fevereiro de 1943, essa concessão foi estendida a todos os outros campos e prisões. 
O Relatório da Cruz Vermelha afirma que "9.000 embalagens foram enviadas diariamente. Do outono de 1943 até maio de 1945, cerca de 1.112.000 pacotes com um peso total de 4.500 toneladas foram enviados para os campos de concentração" (Vol. III, p. 80) 
Além de alimentos, estes continham roupas e suprimentos farmacêuticos, as encomendas foram enviadas para Dachau, Buchenwald, Sangerhausen, Sachsenhausen, Oranienburg, Flossenburg, Landsberg-am-Lech, Flöha, Ravensbrück, Hamburgo-Neuengamme, Mauthausen, Theresienstadt, Auschwitz, Bergen-Belsen, para campos próximos a Viena e no centro e sul da Alemanha . Os principais beneficiários foram belgas, holandeses, franceses, gregos, italianos, noruegueses, polacos e judeus apátridas "(Vol. III, p. 83).

A Cruz Vermelha entregaria estes pacotes aos judeus se eles fossem apenas destinados a ser gaseados ao entrar nos campos? 
Um dos aspectos mais importantes do Relatório da Cruz Vermelha é que esclarece a verdadeira causa das mortes que, sem dúvida, ocorreram nos campos no final da guerra. 
O relatório declara: "Na condição caótica da Alemanha após a invasão durante os últimos meses da guerra, os campos não receberam suprimentos de comida e a fome reivindicou um número crescente de vítimas".

A Cruz Vermelha é bastante explícita ao afirmar que os suprimentos de comida cessaram nesse momento devido ao bombardeamento aliado do sistema de transportes alemão e, chegando os judeus internados a protestar a 15 de Março de 1944 contra os "bárbaros bombardeamentos dos aliados". 

A 2 de Outubro de 1944, o CICV alertou o Ministério das Relações Exteriores da Alemanha sobre o colapso iminente do sistema de transporte alemão, declarando que a fome e falta de medicamentos em toda a Alemanha estavam a tornar-se inevitáveis. 
O Relatório de três volumes do Comité Internacional da Cruz Vermelha não encontrou nenhuma evidência nos campos do Eixo que ocupavam a Europa de uma política deliberada para exterminar os judeus, em todas as suas 1.600 páginas, o Relatório nem sequer menciona uma câmara de gás, ele admite que os judeus, como muitos de outras nacionalidades, durante a guerra, sofreram rigores e dificuldades, mas o seu completo silêncio sobre o assunto do extermínio planeado é uma ampla evidência de que o gaseamento dos seis milhões não aconteceu. 
O Relatório aponta que a maioria dos médicos judeus dos campos estariam a ser usados para combater o tifo na frente oriental, de modo que não estavam disponíveis quando a epidemia de tifo de 1945 eclodiu nos campos. 
Charles Biedermann foi nomeado delegado do Comité Internacional da Cruz Vermelha (CICV) em 1981 e nomeado director do Serviço Internacional de Rastreamento (ITS), em 1985, e deu como provado o que consta do relatório do Comité Internacional da Cruz Vermelha.
No julgamento de Ernst Zundel em 1988, quando foi chamado como testemunha por Ernst Zundel, o CICV tinha registos oficiais de execuções nos campos por enforcamento ou tiro, esses documentos não foram marcados como secretos, foi sugerido no julgamento a Biedermann que, se tivesse existido extermínio de presos não registados nos campos, o CICV tinha contactos na Europa capazes de esclarecer a questão. Segundo Biedermann, nunca houve qualquer indicação da Cruz Vermelha em todos os seus relatórios de que câmaras de gás tivessem existido ou sido usadas durante a guerra.


Reconstruções para "inglês ver"!

Biedermann afirmou (sob juramento) que numa conferência internacional realizada pelo Comité Internacional dos Campos em Viena, em 1977, o então director do Serviço Internacional de Rastreamento, Albert de Cocatrix, proferiu um discurso afirmando que, em 31 de dezembro de 1976, No total, 357.190 nomes de pessoas que morreram em campos de concentração haviam sido registados no Registo Especial. 

Mais tarde, Biedermann confirmou que esses números eram realmente provenientes do Serviço Internacional de Rastreamento da Cruz Vermelha (ITS). 
De acordo com a Cruz Vermelha, em 31 de dezembro de 1976, possuía os nomes de 357.190 indivíduos que morreram (de todas as causas) no sistema alemão de campos de concentração. (preparado pelo Arquivo Federal de Koblenz e publicado em 1962 como um presente da República Federal da Alemanha a Israel). O livro regista os nomes daqueles judeus que morreram no sistema de campos de concentração alemães e contém cerca de 129.000 nomes.

Emil Aretz fornece os seguintes cálculos no seu livro Hexeneinmaleins einer Luge 
“Em 1933, havia 5.600.000 judeus na Europa (excluindo a Rússia). Destes, 1.440.000 emigraram nos anos 1933-45. 
Como resultado da divisão da Polónia e da ocupação da Lituânia, Estónia, Letónia e Bessarábia, 1.300.000 caíram nas mãos da Rússia, isso deixou cerca de 2.350.000 judeus na esfera de influência alemã, além de 510.000 em países neutros, desses 286.000 morreram de causas naturais ou morreram em consequência de bombardeamentos ou acidentes, 61.000 foram mortos em combate, 18.000 no cerco de Varsóvia, 12.000 no cerco de Lemberg, 8.000 nos pogroms nos países bálticos, Polónia, Hungria e Iugoslávia, e 10.000 foram condenados e executados por espionagem, actividades partidárias e sabotagem. 
As vítimas da guerra judaica totalizam, portanto, cerca de 395.000 ”.





As estatísticas abaixo sobre prisioneiros no campo de Auschwitz são obtidas directamente do material de arquivo soviético, agora disponível em microfilme pelos antigos arquivos centrais soviéticos. registos agora localizados nos arquivos centrais da Rússia. 
Total de não-judeus em Auschwitz, 1940-1944: 161.785 
Total de judeus em Auschwitz, 1941-1944: 173.000 
Total de mortes por tifo em Auschwitz, 1941-1944: 103.429 
Total de mortes de judeus por tifo em Auschwitz, 1942-1944: 58.240 
Total transferido de Auschwitz, 1940-1944: 121.453 
Número total de judeus transferidos de Auschwitz, 1941-1944: 100.743 
Total de polacos executados: 1.485 
Total de judeus executados: 117 
Total de russos executados: 19 
Total de checos executados: 5 Total de ciganos executados: 20 
Número total de presos executados: 1.646 

Resumo dos prisioneiros judeus no sistema de campos de Auschwitz, 1941-1944: 

Total de judeus IN: 173000 OUT: 161164 
De acordo com várias Enciclopédias da época, o número total de judeus que viviam na Europa antes da guerra era de 6.500.000. 
De acordo com o livro 'Did Six Million Really Die' de Richard Harwood: 1.500.000 judeus emigraram para a Grã-Bretanha, Suécia, Espanha, Portugal, Austrália, China, Índia, Palestina e Estados Unidos entre 1933 e 1945, e isso foi dos próprios dados estatísticos dos judeus. 
Desses emigrantes, aproximadamente 400.000 vieram da Alemanha antes de Setembro de 1939. Além dos judeus alemães, 220.000 do total de 280.000 judeus austríacos haviam emigrado até Setembro de 1939. 
A partir de Março de 1939, o Instituto de Emigração Judaica em Praga havia garantido a emigração de 260.000 judeus da antiga Checoslováquia, isto é reconhecido pelo Congresso Judaico Mundial em sua publicação Unity in Dispersion 
Ao todo, apenas 360.000 judeus permaneceram na Alemanha, Áustria e Checoslováquia após Setembro de 1939. 
Da Polónia, estima-se que 500.000 emigraram antes do início da guerra. 
Os emigrantes judeus de outros países europeus (França, Holanda, Itália, países da Europa Oriental etc.) foram de aproximadamente 120.000. O censo da população judaica de 1931 para a Polónia colocou o número de judeus em 2.732.600, muitos judeus polacos fugiram para a União Soviética depois de 1939 para escapar aos alemães. 
É sabido que 1.250.000 judeus migraram da Polónia para a Rússia depois de 1939. Portanto, esses números sugerem: 
Judeus que migraram da Alemanha: 400.000 
Judeus que migraram da Áustria: 220.000 
Judeus que migraram da Checoslováquia: 260.000 
Judeus que migraram de outros países europeus: 120.000 
Judeus que migraram da Polónia: 1.750.000 Judeus na Europa: 6.500.000 
Judeus que migraram da Europa: 2.750.000 
Judeus que ficaram na Europa: 3.750.000


Portanto, é óbvio que a Alemanha não poderia ter exterminado em qualquer lugar perto de 6 milhões de judeus, porque, de acordo com esses números, apenas 3.750.000 judeus estavam sob sua influência, situados em países que a Alemanha ocupava. Embora os próprios líderes alemães digam 4.536.500 judeus estavam sob controle alemão durante a Segunda Guerra Mundial, mesmo se considerarmos o número maior, ele não chega a 6 milhões. Acrescente a isso que mais de 4 milhões de judeus reivindicaram indemnização da Alemanha. Desde o início, o Mito do Holocausto teve problemas com o "jogo dos números". 
Não foi fácil vender a história do "extermínio" de um povo inteiro, quando esse povo é mais numeroso, mais visível, mais próspero e mais poderoso em mais países do que em qualquer outro momento da sua história. É ainda mais difícil vender a história de "sobreviventes de campos de extermínio", que sobreviveram, não um ano, mas permanecem de quatro a seis anos em "campos de extermínio", nos quais, segundo o testemunho de "Sobreviventes", "estávamos a ser assassinados todos os dias", sobrevivência, não apenas num "campo da morte", mas em cinco ou seis campos ao longo de um período de quatro a seis anos. 
Os 4 milhões de mentiras em Auschwitz, a placa em exibição em Auschwitz até 1989 declarou que 4.000.000 de judeus haviam morrido, este numero foi impresso nas placas exibidas aos turistas que visitavam Auschwitz e foi repetida como “facto” por governos, historiadores, jornalistas, políticos e estadistas durante 45 anos. Em 1990, tudo foi exposto como uma grande mentira quando o Museu Estatal de Auschwitz reviu oficialmente o número de mortos de 4.000.000 para 1,1 milhão, dos quais 960.000 são considerados judeus, então, durante 45 anos eles mentiram, isso é um facto indesmentível.
Gostaria de saber quantas mais mentiras existem, A Encyclopaedia Britannica imprime na sua edição de 1963, na qual afirma que 2.000.000 de pessoas, a maioria judias, foram exterminadas pelos nazis em Mauthausen, um campo de concentração na Áustria. Esse número absurdo foi oficialmente bastante revisto, agora, alega-se que apenas 95.000 pessoas morreram em Mauthausen, das quais apenas 14.000 eram judeus, apenas um "pequeno" exagero de 1.905.000! 

Abaixo da placa em Auschwitz, declarando que 4.000.000 de judeus haviam morrido nesse campo de concentração.



Abaixo da placa de 1989 em Auschwitz, declarando que 1.500.000 judeus haviam morrido, o que mais uma vez é mentira.


O Almanaque Mundial de 1933 mostra que a população judaica do mundo é de 15.315.359. O Almanaque Mundial de 1948, três anos após a conclusão da guerra, mostra a população judaica do mundo em 15.753.658. Então, como seis milhões poderiam perecer? Bem, eles não podiam.





Podemos acreditar que havia 15,3 milhões de judeus em 1933, 6 milhões foram exterminados entre 1942 e 1945, o que deixaria 9 milhões e, em 1948, 15,7 milhões de judeus?
Não é possível, a menos que todas as mulheres judias tivessem cerca de 10 bebés recém-nascidos num período de três anos, absolutamente impossível. 
A 22 de Março de 1916, ou seja, durante a Primeira Guerra Mundial, o jornal britânico The Daily Telegraph publicou um artigo alegando falsamente que os alemães haviam assassinado 700.000 sérvios em câmaras de gás. A 25 de maio de 1942, ou seja, durante a Segunda Guerra Mundial, o mesmo jornal informou que os alemães haviam assassinado 700.000 judeus na Polónia em câmaras de gás. 
Como dizer que a segunda história é verdadeira, se sabemos que a primeira é uma mentira? Segundo os historiadores do Holocausto, os judeus foram enviados a Auschwitz para trabalhar e, se não pudessem, eram imediatamente mortos. No entanto, os registos de mortes no campo de Auschwitz, que foram escondidos por mais de 40 anos na União Soviética, lançaram sérias dúvidas sobre essas reivindicações amplamente aceites. 
Os volumes do registo de óbitos caíram nas mãos dos soviéticos em Janeiro de 1945, quando as forças do Exército Vermelho capturaram Auschwitz, permaneceram inacessíveis nos arquivos soviéticos até 1989, quando autoridades em Moscovo anunciaram que detinham 46 dos volumes, registando a morte de 69.000 detidos de Auschwitz. 
De acordo com os registos de Sterbebuch, outros documentos alemães da época da guerra mostram que uma percentagem muito alta dos presos judeus em Auschwitz não conseguiu trabalhar e, no entanto, não foram mortos, por exemplo, uma mensagem de telex alemã datada de 4 de Setembro de 1943, do chefe do departamento de Alocação de Trabalho do Escritório Central Administrativo e Económico da SS (WVHA), relatou que de 25.000 presos judeus em Auschwitz, apenas 3.581 foram capazes de trabalhar. Todos os presos judeus restantes, cerca de 21.500, ou cerca de 86%, não conseguiram trabalhar. Isso também é confirmado num relatório secreto datado de 5 de Abril de 1944, sobre "medidas de segurança em Auschwitz" por Oswald Pohl, chefe da agência da WVHA responsável pelo sistema de campos de concentração, ao chefe da SS Heinrich Himmler, Pohl relatou que havia um total de 67.000 presos no complexo do campo de Auschwitz, dos quais 18.000 foram hospitalizados ou incapacitados. 
No campo de Auschwitz II (Birkenau), supostamente o principal centro de extermínio, havia 36.000 presos, a maioria mulheres, dos quais "aproximadamente 15.000 não conseguem trabalhar". As provas mostram que Auschwitz-Birkenau foi, de facto, estabelecido principalmente como um campo para judeus que não podiam trabalhar, incluindo doentes e idosos, bem como para outros que aguardavam temporariamente a ida para outros campos.
Outro facto a considerar é que os alemães eram meticulosos em manter registos de tudo. Depois dos Aliados tomarem a Alemanha, depois da guerra, ninguém jamais encontrou documentação ou ordem escrita de Hitler dizendo que os judeus tinham que ser gaseados ou exterminados em campos de concentração. 

Testes científicos não revelam gases


Surpreendentemente, nenhum exame científico havia sido realizado nas supostas câmaras de gás até 1988, quando o americano, Fred Leuchter conduziu testes, e Fred Leuchter era um engenheiro especializado no design e fabricação de equipamentos de execução usado em prisões nos Estados Unidos. De facto, um dos seus projectos foi o design de uma nova câmara de gás na Penitenciária do Estado do Missouri em Jefferson City, ele projectou e construiu grande parte dos meios de execução usados ainda hoje ​​nos EUA. 

Leuchter recolheu amostras das supostas câmaras de gás que foram então enviadas para análises forenses e químicas, em 20 e 21 de Abril de 1988, Leuchter assumiu o lugar de testemunha pericial no tribunal de Toronto no caso contra Ernst Zundel, relatou a sua pesquisa e apresentou as suas conclusões. O testemunho de Leuchtner foi directo e ao mesmo tempo sensacional, segundo o Leuchter, nunca houve possibilidade de extermínio em massa de seres humanos, nem em Auschwitz, nem em Birkenau, nem em Maidanek. 
Abaixo está a conclusão do relatório Leuchters, 
“Depois de rever todo o material e inspeccionar todos os locais de Auschwitz, Birkenau e Majdanek, o autor considera as provas como aceitáveis e verídicas, não havia câmaras de gás de execução em nenhum desses locais. É a opinião de um especialista, este autor diz-nos que as supostas câmaras de gás nos locais inspeccionados não poderiam ter sido em tempo algum utilizadas ou projectadas para funcionar como câmaras de gás para execução dos judeus. ”



Mais uma farsa, um diário escrito com uma "Bic"antes das "Bic" terem sido postas no mercado!!!

Na sequência de Leuchter, o professor James Roth, director de um laboratório químico em Massachusetts, também compareceu a testemunhar para descrever os resultados da sua análise das 32 amostras de alvenaria, cujas origens lhe eram desconhecidas: “Todas as amostras colhidas nas câmaras de gás supostamente usadas para extermínio humano em massa exibiram nenhum ou apenas vestígios insignificantes de cianeto, enquanto a amostra das câmaras de despiolhamento exibiam concentrações altíssimas de cianeto”. Um exame adicional foi realizado por Germar Rudolph e suas conclusões foram as mesmas de Fred Leuchter, no relatório de Rudolph, afirmou. "Nas paredes das supostas 'câmaras de gás', as concentrações de restos de cianeto não são mais alto do que em qualquer outro edifício comum. 
Por razões físico-químicas, os gaseamentos em massa com cianeto de hidrogénio (Zyklon B) nas supostas 'câmaras de gás' de Auschwitz reivindicadas pelas testemunhas não ocorreram. ” Perante essas provas, os contadores de histórias do Holocausto mudaram de história e disseram que os gases foram utilizados noutro edifício em Auschwitz, isso foi depois de dizer às pessoas durante 40 anos que os gaseamentos teriam ocorrido naqueles edifícios onde foram realizados os testes forenses. Mais uma mentira desmontada.  
Os judeus não podem argumentar contra as provas científicas, apenas podem ameaçar e assustar as pessoas com sanções e com a prisão, para que não pesquisem ou contestem a sua narrativa, a sua monumental falsificação.

As organizações judaicas lançaram uma campanha cruel para destruir não apenas a reputação de Leuchter, mas também sua capacidade de ganhar a vida, liderando a acusação estava Shelly Shapiro e o seu grupo, os "Sobreviventes do Holocausto e Amigos em Busca da Justiça". 
Ao chamar a Leuchter, o designer e construtor mais competente de equipamentos de execução nos Estados Unidos um mentiroso e impostor, esse grupo alegou, que apesar do seu  conhecimento e competência,  ele não possuía qualificações como especialista em equipamentos de execução.
Embora essas acusações sejam totalmente infundadas e não tenham sobrevivido a qualquer verificação legal, a campanha 'get Leuchter', com a cooperação dos principais jornalistas e editores, todos controlados pela "Indústria do Holocausto", foi bem-sucedida. Os contratos de Leuchter com várias autoridades estaduais para a fabricação, instalação e manutenção do hardware de execução foram cancelados, foi forçado financeiramente a sair de sua casa em Massachusetts e teve que encontrar trabalho particular noutro lugar. 
Entre 18 de Janeiro e 10 de Março de 1972, dois arquitectos responsáveis ​​pelo projecto e construção dos crematórios em Auschwitz-Birkenau, Walter Dejaco e Fritz Ertl, foram julgados em Viena, Áustria. Durante o julgamento, um relatório de especialistas sobre a possível interpretação das plantas das supostas câmaras de gás dos crematórios de Auschwitz e Birkenau foi apresentado ao tribunal, o relatório concluiu que as áreas em questão não poderiam ter sido usadas como câmaras de gás, nem poderiam ter sido convertidos em câmaras de gás. O Dr. Charles Larson, patologista das Forças Americanas, fez autópsias em milhares de cadáveres dos campos e relatou "nenhum caso de morte por veneno foi encontrado", esses relatórios de autópsia não foram apresentados como prova nos julgamentos de crimes de guerra de Nuremberg. 
O Dr. John E. Gordon, professor de Harvard, também estava com as forças dos EUA e relatou que "a maioria das mortes nos campos foi causada não por fome ou maus-tratos, mas por Typhus". O Dr. David Batton entrou nos campos com as forças britânicas e ofereceu-se para ajudar os sobreviventes doentes, testemunhando sob juramento num tribunal de Toronto em 1985, ele disse, "Milhares de prisioneiros que morreram no campo de concentração de Bergen-Belsen durante a Segunda Guerra Mundial não morreram de fome deliberadamente, mas morreram devido a uma vaga de doenças".



Prisioneiros no campo de concentração.

Conclusão 

Esta secção sobre o Holocausto judeu provou os fatos abaixo. 


1.Hitler queria remover os dissidentes e judeus da Alemanha. Isso ele fez com o acordo Haavara e colocou-os em campos de trabalho. 


2. Os judeus declararam guerra à Alemanha em 1933 e não o contrário. 


3.O número de 6.000.000 é um número mítico que os judeus usam repetidamente ao longo da história sempre que se sentem perseguidos. 


4.O Holocausto forneceu incontáveis ​​milhões de dólares ao povo judeu e ao estado de Israel a partir de pensões extorquidas à Alemanha e memoriais em todo o mundo, geralmente pagos pelo dinheiro dos contribuintes. 


5.O número de judeus que morreram na guerra está entre 150.000 e 400.000, como provam os registos da Cruz Vermelha, do Almanaque Mundial e dos próprios registos da Alemanha. Também a Alemanha recebeu 4,3 milhões de pedidos de indemnização dos judeus após a guerra e havia apenas 4,5 milhões de judeus sob seu controle durante a guerra. 


6. Testes científicos conduzidos por Fred Leuchter em 1988 provaram que não houve gaseamento em Auschwitz. 


7. Os testes de radar terrestre em 1999 em Treblinka provaram que não há corpos ou ossos de corpos enterrados no local de Treblinka. 850.000 estão supostamente enterrados lá. 


8. Ao contrário do que as pessoas aprenderam, os campos de concentração tinham instalações como jogos de futebol, instalações de natação, maternidades, Bar Mitzvahs e os alemães deram-se ao trabalho de imprimir dinheiro para ser usado nos campos. 


9. As supostas testemunhas do Holocausto mentiram várias vezes. Centenas de milhares de pessoas não podem ser mortas pelo monóxido de carbono. Os corpos não podem ser cremados em 30 minutos, 3 e 4 de cada vez. 


10. Typhus foi o verdadeiro assassino da maioria dos prisioneiros nos campos.

É um facto pouco conhecido da história que a história da “câmara de gás” de Auschwitz teve origem num relatório soviético (autorizado pelos mentirosos e assassinos conhecidos Joseph Stalin e Lazar Kaganovich). 
Acreditar nesses dois assassinos que mataram cerca de 9 milhões de ucranianos em 1930-32, é de todo muito estranho. 
Foi então divulgado pelo NY Times, de propriedade judaica, a propaganda aliada e russa/judaica retratará falsamente as mortes dos detidos dos campos de concentração como um extermínio deliberado dos judeus, na verdade isso foi feito para encobrir as atrocidades que os aliados haviam cometido na destruição completa de 160 das maiores cidades da Alemanha e no assassinato de 2 milhões de civis alemães no processo. 
Também desviará a atenção do mundo das atrocidades russas no leste, como o massacre de Katyn, onde os russos assassinaram 20.000 soldados e oficiais polacos. 
Isso também traria a simpatia do mundo pelos judeus, para que eles pudessem entrar na Palestina e remover 750.000 palestinianos de suas casas e terras. 
A lenta evolução do desvendar do tal Holocausto está condicionada por mentirosos, todos cúmplices da mesma farsa, nem eles mesmos sabem como manter a mentira, por isso tentam calar todos aqueles que conseguem provar a farsa de forma inquestionável, bem tentam deturpar a verdade e manipular a opinião pública, mas há uma coisa que não conseguirão combater, o tempo, o tempo da história, pois o tempo mostrará de que lado está a razão, a verdade.

"Deveríamos dizer que os judeus foram queimados vivos, mortos a tiros, electrocutados, queimados no vapor ou mortos no lixo ou descartados em câmaras de gás? 

Qual é a melhor forma de fazer o público acreditar que nossas mentiras são a verdade?" 
Na versão iídiche original de Elie Wiesel, os judeus foram mortos  queimados vivos em fogueiras, depois veio o vapor, depois água a ferver, depois era electrocução, e, finalmente, os americanos decidiram que teria que ser em câmaras de gás. 
Por que razão os EUA têm quase uma dúzia de museus judaicos do Holocausto, quando o holocausto dos judeus ocorreu a milhares de quilómetros de distância, mas nenhum museu sério dedicado ao extermínio dos índios, os peles vermelhas (cerca de 20 milhões morreram) ou da raça negra (milhões morreram durante a escravatura, nos EUA)foram construídos?

A mentira das câmaras de gás nazis, cairá um dia na história como tendo sido uma das mentiras mais fabulosas de todos os tempos, uma mentira que se desenvolveu lentamente, um embuste, um branqueamento, uma conspiração, e o mais grave, sem que o público em geral tivesse tomado consciência que tinha sido perfeitamente manipulado.

Nota:


Não pretendo com este artigo defender ou atacar quem quer que seja, apenas pretendi esclarecer, ou tentar alertar para a mega-hiper fraude que foi montada em torno dos Campos de Concentração alemães, e desmontar acusações infundadas contra o povo alemão e os seus governantes à época.

Atrocidades, sem duvida que foram cometidas, mas afinal, em que teatro de guerra não se cometem atrocidades e atropelos às mais básicas necessidades e direitos humanos?
Este trabalho baseou-se numa aturada pesquisa e interpretação de várias fontes fidedignas, umas particulares, outras de organizações isentas e insuspeitas de manipular os factos ocorridos, fiz o melhor que pude, fiz o melhor que sabia, fiz aquilo que a minha consciência me ditou, tentei, trazer a verdade a público, tal como o faço há um bom par de anos, é o meu dever como cidadão e como ser humano consciente, pugnar por defender até ao limite das minhas forças a verdade factual, a verdade histórica, a verdade universal.
Sei que este é um tema fracturante, tema capaz de gerar confusão e discórdia, mas é um tema que deve ser abordado com cautela, de forma objectiva e isenta, pois, só dessa forma poderemos contribuir para que o mesmo seja cabalmente apurado e se possa acabar de uma vez por todas com o misticismo em torno do mesmo.

A bem da verdade.


Alexandre Sarmento














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