quinta-feira, 7 de novembro de 2019

Camarate, a verdade inconveniente!!!



Um país de mistérios em que, muita coisa está ainda por explicar, ora vamos lá falar de um caso em particular, um caso cuja resolução muito teria contribuído para a derrocada do sistema cleptocrático, se não, de todo o sistema, pelo menos teria trazido uma brisa de honestidade ao mesmo, desmontando pelo menos uma parte do circo em que se tornou a política neste pequeno rectângulo.

Refiro-me a um caso em particular, a morte de Amaro da Costa e Sá Carneiro, sim, a morte destas duas individualidades, não é que seja grande admirador da figura de Sá Carneiro, pois não teve tempo de mostrar as suas virtudes, mas pela linha seguida pelos seus comparsas da ala liberal, fica-me no mínimo a suspeita que seria apenas mais um, igual a tantos outros que navegam actualmente nas águas turvas da política, mas adiante...


Quanto a Amaro da Costa é do domínio público que tinha nas mãos dois processos,um o da passagem das armas para o Irão, outro, o do "fundo do ultramar", um fundo milionário do qual pouco se sabe, sabe-se sim que estamos a falar de muitos milhões de contos, a quem serviram esses milhões?
Alguém se perguntou, pelo que, e quem esteve realmente por trás deste lamentável acontecimento?, quais os autores?, quem beneficiou?
Porquê sermos nós a fazer o trabalho sujo dos EUA, porquê serem eles a fornecer as armas ao Irão, quando tinham um embargo em curso, porquê sermos nós a servir de testas de ferro, o que beneficiámos com essa situação, ou melhor, quem se beneficiou com essa situação?


Creio não ser muito difícil chegar a uma conclusão, afinal quando todos comem da mesma gamela é sempre mais fácil eliminar o delator, creio não estar muito longe da verdade, com uma cajadada mataram dois coelhos, abafaram o processo do Fundo do Ultramar, e ao mesmo tempo, calaram a opinião publica mundial, deixando perdurar o politicamente correcto ao ocultar a passagem por Portugal das armas para o Irão!!!
Uma outra questão está por explicar, o que foi feito das testemunhas, o que lhes aconteceu?
Como é do domínio, senão público, pelo menos de alguns mais informados, muitas casas de alto luxo foram compradas e construídas na zona de Sintra sem haver investigação à origem do capital que permitiu a sua aquisição, por que terá sido essa a forma de actuar da justiça ou das autoridades, furtando-se ao seu dever, quem protegiam, e porquê?
Por que razão tanto secretismo sobre o dito fundo?
Por que razão os governantes nos anos que sucederam o acidente não aprofundaram a questão?
Por que razão, desde os Presidentes da Republica, até aos chefes de governo ou da magistratura nunca pugnaram por trazer a verdade à luz do dia?
Só me ocorre uma situação, um pensamento, este regime já nasceu inquinado, um regime que mais não é do que uma farsa em que apenas se governa o país com o objectivo de depauperação do povo, bem como se trata de um assalto legalmente autorizado à coisa publica.


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Este regime de democracia só tem mesmo o nome, e mesmo esse está completamente deturpado se tomarmos como exemplo este mesmo país, onde tudo de positivo foi arrumado na gaveta ou então então definitivamente enterrado, o regime do mal, o regime em que perdemos tudo, desde os territórios ultramarinos, a nossa soberania, a nossa autonomia financeira, a nossa paz no seio das nossas famílias e sobretudo a esperança no futuro, um país em que a juventude vive apenas o dia de hoje, pois o amanhã está completamente envolto numa neblina indissipável, uma juventude apática e pouco ou nada interventiva, lamento, mas este é o retrato que faço da situação actual.


Para quando a reposição da verdade e da justiça neste país?, enquanto o não fizermos nada feito, nunca se conseguirá construir um Portugal novo sem os erros do passado serem esmiuçados ou resolvidos, urge trazer à luz do dia a verdade,enquanto o não fizermos, nada feito!!!
Como vemos, temos um verdadeiro terrorismo contra a verdade, fazemos o jeito à cambada sionista a quem a corja que nos governa há 45 anos se vendeu, lamentável e vergonhoso a ocultação da verdade, vivemos uma mentira, obrigaram-nos a engolir uma mentira acerca do passado recente deste país, fomos traídos pela cambada que se beneficiou com o negócio da traição ao povo português, essa é a mais pura das verdades.


Pensem nisto.


Alexandre Sarmento




Suicídio Colectivo!!!

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«Uma civilização que renuncia à possibilidade de recorrer à violência nos seus pensamentos e acções destrói-se a si mesma. Transforma-se num rebanho de carneiros a degolar pelo primeiro que passe. O mesmo acontece com os homens.»
Arturo Pérez-Reverte

sexta-feira, 1 de novembro de 2019

A Grande Máfia, o Clube Bilderberg!!!


Não há almoços grátis!!!

Aqui está um pouco daquilo a que temos assistido sem saber as verdadeiras razões...
O porquê de estarmos nesta valente merda!!!
Abram os olhos, pensem um pouco...



Lista dos participantes portugueses nas reuniões de Bilderberg e "coincidências".

Lista dos portugueses de Bilderberg:
Francisco Pinto Balsemão, participante permanente desde 1988, é ele que escolhe os portugueses que todos os anos participam.
1959: Manoel Maria Sarmento Rodrigues
1960: Manoel Maria Sarmento Rodrigues
1962: Marcello Mathias
1963: Marcello Mathias
1966: Manuel Espírito Santo Silva
1967: Alberto Franco Nogueira
1968: Alberto Franco Nogueira
1972: Alberto Franco Nogueira e Manuel Espírito Santo Silva
1977: José Medeiros Ferreira
1978: Vítor Constâncio
1979: Vítor Constâncio
1980: José Medeiros Ferreira
1981: Francisco Pinto Balsemão
1982: Rogério Martins e Alexandre de Azeredo Vaz Pinto
1983: Francisco Pinto Balsemão e Rogério Martins
1984: Francisco Pinto Balsemão, André Gonçalves Pereira e
Emílio Rui Vilar
1985: Francisco Pinto Balsemão, José Manuel Torres Couto e Ernâni Lopes
1986: Artur Santos Silva e Leonardo Mathias
1987: Francisco Pinto Balsemão, José Eduardo Moniz e
Fernando Faria de Oliveira
1988: Francisco Pinto Balsemão, Vitor Constancio e Francisco Lucas Pires
1991: Francisco Pinto Balsemão, Carlos Monjardino e Carlos Pimenta
1992: Francisco Pinto Balsemão, António Barreto e Roberto Carneiro
1993: Francisco Pinto Balsemão, Nuno Brederode Santos e Fernando Faria de Oliveira
1994: Francisco Pinto Balsemão, José Manuel Durão Barrosso e Miguel Veiga
1995: Francisco Pinto Balsemão, Luis Amaral, Maria Carrilho e José Cutilero
1996: Francisco Pinto Balsemão, Margarida Marante e António Vitorino
1997: Francisco Pinto Balsemão, António Borges e José Galvão Teles
1998: Francisco Pinto Balsemão, Vasco Coutinho, Miguel Horta e Costa e Marcelo Rebelo de Sousa
1999: Francisco Pinto Balsemão, Joaquim Freitas do Amaral, João Cravinho, Eduardo Grilo, Vasco Mello, Francisco Murteira Nabo, Ricardo Espirito Santo Salgado, Jorge Sampaio, Nicolau Santos, Artur Santos Silva
2000: Francisco Pinto Balsemão, Teresa Patrício Gouveia
2001: Francisco Pinto Balsemão, Guilherme de Oliveira Martins e Vasco Graça Moura
2002: Francisco Pinto Balsemão, António Borges e Elisa Ferreira
2003: Francisco Pinto Balsemão, Eduardo Ferro Rodrigues, Jorge Sampaio e José Durão Barroso
2004: Francisco Pinto Balsemão, José Sócrates, Pedro Santana Lopes e António Vitorino
2005: Francisco Pinto Balsemão, José Durão Barroso, António Guterres e Nuno Morais Sarmento
2006: Francisco Pinto Balsemão, Augusto Santos Silva e José Pedro Aguiar-Branco
2007: Francisco Pinto Balsemão e Leonor Beleza
2008: Francisco Pinto Balsemão, Rui Rio e António Costa
2009: Francisco Pinto Balsemão, Manuela Ferreira Leite e Manuel Pinho
2010: Francisco Pinto Balsemão, Paulo Rangel e Teixeira dos Santos
2011: Francisco Pinto Balsemão, Clara Ferreira Alves e António Nogueira Leite
2012: Francisco Pinto Balsemão, Jorge Moreira da Silva e
Luís Amado
2013: Francisco Pinto Balsemão, Paulo Portas e António José Seguro
2014: Francisco Pinto Balsemão, Paulo Macedo e Inês de Medeiros
2015: Francisco Pinto Balsemão, José Manuel Durão Barroso
e António Vitorino
2016: José Manuel Durão Barroso, Maria Luís Albuquerque e Carlos Gomes da Silva
2017: José Manuel Durão Barroso e José Luís Arnault
2018: José Manuel Durão Barroso, Paula Amorim e Isabel Mota
2019: José Manuel Durão Barroso, Estela Barbot e Fernando Medina
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Para quem gosta de "coincidências" estrangeiras:
Coincidências?Bill Clinton que participa no encontro Bilderberg na Alemanha em 91 foi eleito presidente dos Estados Unidos da América em Agosto de 1992.
Tony Blair que participa no encontro Bilderberg na Grécia em 93 torna-se líder do partido em Julho de 94 torna-se primeiro-ministro em Maio de 97.
Jack Santer o anterior chefe de estado (demitido por corrupção) participou no encontro Bilderberg na Alemanha em 91 e torna-se presidente da UE em Janeiro 95.
Romano Prodi participou no encontro Bilderberg em Portugal em Junho de 99 toma posse como presidente da UE em Setembro de 99.
George Robertson participa no encontro Bilderberg na Escócia em 98 e toma posse como secretário-geral da NATO em 99.Outra GRANDE coincidências é que desde ‘71 todos os líderes da NATO, pertenciam à Bilderberg.
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Para quem gosta de "coincidências" portuguesas:
Na reunião que teve lugar de 3 a 6 de Junho, em Stresa, em Milão, Santana Lopes e José Sócrates estiveram presentes, juntamente com Pinto Balsemão. Curiosamente, Santana seria primeiro-ministro dois meses depois e nem passaria um ano para José Sócrates chefiar o Governo. Outros três intervenientes na crise política de 2004, o Presidente da República, Jorge Sampaio, Durão Barroso, então primeiro-ministro, e Ferro Rodrigues, então líder do PS, também estiveram em reuniões de Bilderberg. Sampaio esteve presente em 1999, na reuniãode Sintra. Durão é um velho conhecido de Bilderberg, tendo estado presente em 1994, 2003 e já este ano, na Alemanha, na qualidade de presidente da Comissão Europeia. Já Ferro Rodrigues esteve presente na reunião de 2003.
Os últimos quatro primeiros-ministros portugueses ascenderam ao cargo após terem participado nos encontros. António Guterres participou, em 1994, na conferência realizada em Helsínquia, na Finlândia, juntamente com Durão Barroso e com o advogado portuense e militante do PSD Miguel Veiga. No ano seguinte, em 1995, após a vitória do PS nas legislativas, Guterres é convidado a formar governo e Barroso, que era ministro dos Negócios Estrangeiros no terceiro Governo de Cavaco Silva, passou à oposição.
Decorridos seis anos, António Guterres demite-se do governo, na sequência da derrota eleitoral do PS nas autárquicas de 2001. Eduardo Ferro Rodrigues assume a chefia do executivo até à realização de eleições legislativas e também a liderança do PS. Jorge Sampaio — também ele um convidado de Bilderberg, tendo participado na conferência de 1999, realizada em Sintra — marca as eleições para 17 de Março de 2002. O PSD ganha as eleições e Durão Barroso, presidente do partido desde 1999, é convidado a formar governo.
No ano seguinte, em 2003, Durão Barroso compareceu no encontro do grupo de Bilderberg, realizado em Versailles, em França. Desta vez foi acompanhado por Eduardo Ferro Rodrigues. Mas perspectivou-se aí uma nova missão para o primeiro-ministro. Barroso não leva o mandato até ao fim e pede a demissão para desempenhar o cargo de presidente da Comissão
Europeia
Em 2004, Jorge Sampaio decide reconduzir o PSD, rejeitando a hipótese de convocação de eleições antecipadas, o que leva Ferro Rodrigues a demitir- se de secretário-geral do PS. Pedro Santana Lopes, então presidente da Câmara Municipal de Lisboa, foi convidado a participar na conferência do grupo Bilderberg, que se realizou no início de Junho, em Stresa, Itália. Um mês depois Santana Lopes forma governo, a convite do Presidente da República. Mas o novo presidente do PSD e novo primeiro-ministro não se deslocou sozinho a Itália. Foi com ele José Sócrates, antigo ministro do Ambiente de António Guterres e que seria eleito três meses depois secretário-geral do PS.
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Na delegação portuguesa de 2004, além do sempre presente Francisco
Pinto Balsemão, participou também pela segunda vez numa conferência de Bilderberg António Vitorino. A sua estreia ocorreu em 1996, em Toronto, no Canadá, quando era vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa do Governo de António Guterres. Na altura, também o acompanhou a jornalista Margarida Marante.
Depois da saída de António Vitorino do governo, em 1997, ocupou nos dois anos seguintes o lugar de presidente da Portugal Telecom Internacional e o de presidente da assembleia geral do Banco Santander Portugal. Cargos que deixou para ser empossado como comissário europeu, na Comissão presidida por Romano Prodi. Na reunião de 2004, Vitorino era comissário responsável pela Justiça e Assuntos Internos em fim de mandato e o seu nome era avançado como candidato possível à presidência da Comissão europeia e à eleição de 2006 para a Presidência da República portuguesa.
A estada de Santana Lopes no governo é breve. Dissolvida a Assembleia da República e convocadas eleições legislativas, José Sócrates, já então secretário-geral do PS, conquista a maioria absoluta em 20 de Fevereiro de 2005. Para a conferência Bilderberg, que decorreu em Maio desse ano, em Rottach-Egern, na Alemanha, foram convidados o presidente da Comissão europeia e mais dois candidatáveis, um a uma instância internacional e outro à liderança do PSD.
Durão Barroso acompanhou o seu amigo pessoal Nuno Morais Sarmento, que é, no entanto, ultrapassado em Portugal na corrida para a direcção do PSD por Luís Marques Mendes. Pelo contrário, António Guterres é confirmado em Maio para o cargo de Alto Comissário da ONU para os Refugiados.
Mas Bilderberg serve também para afastar quem não se enquadre nos objectivos definidos. Foi o que aconteceu a Margareth Tatcher ao manifestar reservas a uma crescente integração europeia. O mesmo poderá ter acontecido a Ferro Rodrigues, quando nas eleições de 2004 para o Parlamento Europeu se manifestou contra a venda de 49 por cento do capital da empresa Águas de Portugal. Posição essa que contraria a política comunitária e os objectivos capitalistas. José Sócrates nomeia-o chefe da delegação portuguesa junto da Organização de Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) em Paris. Os acontecimentos dão consistência à tese da governação mundial capitalista. Daí que se perceba o secretismo que envolve os conclaves de Bilderberg.
Para que o silêncio seja assegurado, participam nos encontros representantes dos maiores grupos de comunicação social, tanto administradores como jornalistas. Mas participam igualmente para se informarem sobre o que interessa à agenda mediática. Entre os portugueses contam-se Margarida Marante (encontro de 1996), Nicolau Santos (1999) Nuno Brederode Santos (1993) e o próprio Pinto Balsemão, patrão do grupo Impresa.
Alexandre Sarmento

sexta-feira, 25 de outubro de 2019

Processo de Merdificação em Curso!!!



"Os homens só existem pelo que os distingue: clã, linhagem, história, cultura, tradição. Não há uma resposta universal às questões da existência e do comportamento. Cada povo dá as suas respostas, sem as quais os indivíduos, homens ou mulheres, privados de identidade e de modelos, são precipitados numa perturbação sem fundo. Como as plantas, os homens não podem prescindir de raízes. Mas as suas raízes não são apenas as da hereditariedade, às quais se pode ser infiel; são também as do espírito, isto é, da tradição que cabe a cada qual reencontrar."

Dominique Venner


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Pela enésima vez, seja neste blog, ou em qualquer outra plataforma, tenho a coragem e a frontalidade de afirmar, que, desde 1974, a fatídica data, vivemos num regime comunista, ainda por cima, num daqueles regimes, pensado e posto em prática por trampolineiros insaciáveis, dispostos a tudo fazer para se manterem à tona, que para se manterem intocáveis, fazem até pactos com o diabo!!!
Pensando bem, já todos recebemos avisos ou convites dessa cambada, e pelo que nos vamos apercebendo, muitos de nós vão continuar a recebê-los, mas agora de outra forma, mais velada, hoje é perfeitamente normal, vindos da parte de quem vieram, escroques e corruptores, vampiros e sanguessugas, e destinando-se a corromper , ou a "namorar" parte de uma outrora nação, parasitas que na verdade não passam de um grupelho de pulhas e vendidos, os quais, segundo reza o adágio popular, "dá o cu e cinco tostões" para ter direito a participar na festa, por essas e por outras, temos  hoje uma sociedade sem valores, pejada de corruptos, de imbecis ostentadores e parasitas sociais, não é verdade? 
Um belo resultado, o do processo de merdificação da sociedade, iniciado, ou talvez não, com o malfadado 25 de Abril, na minha opinião, talvez esse processo de merdificação em curso apenas tenha tido nessa data fatídica o seu ponto mais alto, ou seja, a data da consolidação do processo.
Bem sabemos que, os que fogem à norma, aqueles que, com determinação se recusam a ser merdificados e corrompidos por esta espécie anómala de regime, e de sociedade, são apelidados, ou conotados de forma negativa, por fascistas, extremistas, racistas, xenófobos e uma miríade de adjectivos, os quais são desprovidos de nexo, pois os próprios autores dessas atuardas, por norma desconhecem o seu significado, apenas os utilizam como estratégia de intimidação, ou mera provocação, típico de papagaios e lobotomizados complexados de esquerda, e pasme-se, até alguns, ditos de direita, os tais democratas, os idiotas úteis do regime,  habituados a décadas de audição de uma cassete de feira encravada e fedorenta, a já conhecida cassete da treta, ou a cassete dos tretas, a cassete marxista que hoje serve a todos desde que tenha por objectivo a defesa do seu tacho!!!
Com papas e bolos lá enganaram os tolos, e com a treta do "povo unido, nunca mais será vencido", convenceram um povo outrora humilde e trabalhador de que, afinal, em todo o seu passado tinha sido escravizado, e que uma nação se defende com uns míseros e apodrecidos cravos vermelhos misteriosamente aparecidos em Lisboa numa data de má memória!!!

A Revolução dos Cravos e a comemoração de 25 de abril em Portugal ...

Passámos de um povo, pobre, e dizem eles, atrasado, mas alegre orgulhoso do pouco que tinha e a pulso ia conquistando, a um povo que hoje vive a crédito e um país que vive de mão estendida no qual inconscientemente se condenaram as futuras gerações à escravatura  de uma dívida impagável, uma dívida feita por medida, e o pior, o ataque ao que nos define como Nação, a língua, a nossa cultura a nossa identidade.

Na verdade acabo por me sentir superior, acabo por me sentir como parte de uma pequena elite, um grupo de excluídos, ou auto-excluídos de uma sociedade podre e decadente, na qual já não há respeito, nem amor próprio, uma sociedade, do quanto pior, melhor, a sociedade dos ignorantes e dos mentecaptos, a sociedade daqueles que vivem o presente, o imediato, os imbecilizados pelos me(r)dia e que desde tenra idade foram formatados por um sistema de ensino formatador, acefalizante e inibidor de pensamento autónomo e lógico, uma carneirização de massas ao serviço do sistema, que infelizmente e assumidamente apenas olham pugna por eternizar-se, mantendo a oligarquia, mantendo um regime ditatorial encapotado no que vivemos há quase cinco décadas!!!
Enfim, o que esperar de uma sociedade na qual uma grande parte confundiu tudo, liberdade com libertinagem, progresso com riqueza material, educação com escolaridade e cultura com futebol, novelas ou reallity shows, um povo realmente culto e civilizado, ou será curto e imbecilizado?!
Na verdade, o mérito que outrora caracterizava um bom cidadão e um bom profissional, hoje resume-se, a ter ou não, a simpatia de alguém ou de alguma organização, um cartão do partido, a militância numa loja maçónica ou a simpatia por parte de algum político ou organização, hoje não somos reconhecidos nem promovidos pelo mérito, somos premiados pela nossa subserviência ou pela participação na farsa, um país no qual a incompetência impera e até temos universidades fabricadas por medida, como instrumentos de fabrico de habilitações académicas de grande parte dos nossos gestores, políticos e governantes. 
Temos hoje uma miríade de ignorantes diplomados, formados pelo sistema gramciano, exactamente à imagem dos seus professores e promotores neste completo apocalipse civilizacional e cultural que nos foi apresentado, vivemos hoje a hipocrisia do politicamente correcto e do números de uma estatística de dados martelados.
Somos hoje um povo acomodado, conformado e apático, seremos, quem sabe, talvez o povo que sempre fomos, com uma pequena diferença, hoje não temos referências, falta-nos um escol, ou talvez esse escol exista, mas ocultado, manietado e silenciado pelos poderes instituídos, quem sabe se uma atitude ou uma busca do comum cidadão por uma sociedade decente, equilibrada e verdadeiramente livre fizesse com que a verdadeira nata da sociedade viesse a terreiro fazer o papel que sempre fez e lhe competia no passado.

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O grande problema, foi o termos passado, do rabo do arado para São Bento, ou da carroça para o Mercedes, sem que houvesse um cabal acompanhamento dessa transição a nível cultural, tudo se resumiu à questão material e ao bem estar físico, um hedonismo bacoco, similar ao que assistimos no mundo dos animal de quinta, pois, desde que sejam alimentados, terão sempre no seu dono a figura paternal e super protectora, e, bem sabemos qual o destino desses animais, muitos acabam em chouriças ou outras iguarias, acabam no prato dos seus donos! 

Facto que me preocupa, pois numa sociedade destas, sinto-me quase como sendo um frango destinado a ser assado no forno com um limão enfiado num sítio pouco confortável, ou um leitão a quem, além de ter sido sodomizado com um pau de loureiro, ainda tem direito a estar calado enquanto tosta, devido a lhe terem introduzido na boca uma deliciosa maçã!!!
Deixámos de ter uma sociedade vertical, passámos a ter uma sociedade horizontal na qual imperam a mediocridade, a inveja e a ostentação, uma sociedade que vive de aparência, de imagem e de rótulos, em que se relegou para segundo plano a essência e o essencial.
Infelizmente todos aqueles que fogem à regra são excluídos, são rotulados e proscritos, ao mesmo tempo, em que os que vogam ao sabor da maré se vão prostituindo à espera que a migalhita caia da mesa do seu dono!
Graças a Deus, ainda vai havendo resistência por parte dos tais "fascistas", aqueles que não se vendem, nem pela migalha, nem pelo bife com o ovo a cavalo, nem pelo Ferrari, nem pelos milhões depositados numa conta offshore, enquanto assim for, haverá ainda uma réstia de esperança, embora que ténue, que extinga este PMEC (Processo de Merdificação Em Curso),  debelando-o e arrumado-o ad eternum na gaveta, e fazendo com que o mesmo apenas venha a fazer parte do espólio de muitas bibliotecas publicas e privadas, e para que se lembre às gerações futuras que estivemos em condição de quase morte como Nação, uma Nação outrora grandiosa, invencível e que deu novos mundos ao mundo.
Pela parte que me toca, tenho todo o orgulho do mundo em ser português, tenho todo o orgulho do universo em ter nascido português, tenho inegavelmente um orgulho indescritível no ADN legado pelos meus antepassados, tenho orgulho na minha raça e alma lusitana.
Nunca permitirei, enquanto o sangue dos nossos idos me correr nas veias, que uma corja de mutantes e parasitas matem a minha Nação. 

As árvores morrem de pé, e, só tem Pátria quem sabe lutar, só tem Pátria quem sabe morrer!!!


Alexandre Sarmento





terça-feira, 15 de outubro de 2019

Dois anos depois, pouco ou nada mudou!



Passam hoje dois anos que os incêndios de 15 de Outubro de 2017 deixaram marcas indeléveis na nossa paisagem e nas nossas gentes.

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Data que não podemos nem nos deixam esquecer pois devido ao estrago provocado e ao número de vítimas é-nos impossível apagar da memória tal tragédia.
Para aqueles que não conhecem as zonas afectadas, digo com verdadeira mágoa, nunca mais as coisas voltarão a ser como antes, desde a paisagem, ás pessoas que viveram esse triste episódio, não bastou ver tudo destruído pelas chamas, não bastou ver entes queridos e amigos serem vítimas deste infame acontecimento, vitimas da incúria, da avareza, da maldade humana e da avidez do ser humano por ganhos, sejam eles de que espécie forem, a verdade é que essas populações continuam abandonadas, tendo as suas aldeias e terrenos ainda bem marcados por tão triste evento, muitas dezenas ou centenas de casas, estábulos, armazéns estão ainda na mesma condição em que ficaram desde o fatídico dia, coisa impensável num país, que dizem ser funcional e onde os seus habitantes deveriam acreditar no sistema que os deveria proteger, neste caso as instituições do Estado Português que neste caso e mais uma vez se furtam ao seu papel, ao seu verdadeiro papel, papel esse que deveria ser a defesa e protecção da nação portuguesa.
Mais uma vez, falha a prevenção, falham os meios de defesa e pior falha todo o aparelho que à falta dos anteriores deveria pelo menos diminuir o impacto das falhas anteriormente descritas.
Constatei que há bem pouco tempo algumas das povoações ainda não tinham visto restabelecida a normalidade em termos de comunicações, temos portanto mais uma vez o grave sinal de um país real completamente ao abandono pelo poder central e pelas instituições que afinal apenas servem para "derreter" e distribuir pela cambada do sistema o que o aparelho do Estado nos saca em impostos, somos portanto roubados pelo sistema afim de beneficiar uns poucos, tal como disse e muito bem dito por um amigo que andou nas lides políticas durante algumas décadas, "quem está com o governo come, quem não está, cheira", é isto, é isto a tal demo...cracia tão propalada, a democracia que nos venderam como sendo um regime perfeito, mas que na realidade não passa de uma farsa.

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Falou-se de descentralização, mas qual descentralização se todos os portugueses são taxados mais ou menos de igual forma e por fim acabam sendo discriminados consoante a área onde vivem?
Pergunto eu o porquê, se pagamos todos por igual, porque razão não havemos de ter todos direito a transportes públicos, protecção social, acesso à saúde, acesso à cultura e mais uma panóplia de mordomias que nós os habitantes do interior e Portugal profundo nem sequer cheiramos?
Outro aspecto chocante é depois de tudo o que veio a espaço de debate sobre a monocultura do eucalipto, observar que terrenos outrora com pinheiros ou espécies autóctones estarem hoje a ser plantados com os malditos eucaliptos, o que me deixa uma leve suspeita, afinal sempre houve alguém beneficiado com estes mega incêndios, não será muito difícil de adivinhar quem perdeu e quem ganhou, mas isto sou apenas eu a conjecturar!!!

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A verdade é que estamos a ser corridos do interior deste país, estamos votados ao abandono, estamos a ser enxotados, estamos a ser obrigados a sair da nossa terra, qual o objectivo afinal?
Plantio de eucaliptos, baixar o preço de vastas áreas no interior para que sejam vendidas a grandes corporações, ou no limite colocarem nas nossa casas os pobres coitados dos ditos "refugiados"?
Afinal somos o quê, capachos, escravos ou seres absolutamente descartáveis com apenas um préstimo para o sistema, apenas contribuintes sem direitos alguns, uns párias num país em que uns são filhos da mãe e outros não passam de filhos da puta, gostaria de ter uma franca conversa em público com um dos nossos governantes, Primeiro Ministro ou Presidente, gostaria que me dissessem na cara qual o nosso papel afinal e porque estamos a ser empurrados para fora do nosso espaço ancestral, porque razão nos estão a desenraizar e porque razão estão a matar a nossa cultura, alma e raça...
Não é o problema dos fogos apenas, temos um fogo lento a consumir este país há décadas, estão a matar o nosso Portugal há décadas, estamos num processo terrível de auto-destruição, sim, não duvidem somos co-responsáveis neste triste e lamentável processo, temos governantes corruptos que servem interesses corporativos, servem interesses internacionais e nós piamente vamos votando, vamos participando nesta farsa, vamos defendendo este sistema podre e corrupto, vamos alinhando neste circo, nesta palhaçada!
Mas que povo somos nós hoje?
O que queremos como futuro?
Que mais será necessário acontecer para que nos unamos de verdade e digamos basta, quantos mais terão que morrer para que ponhamos um fim a este circo onde nós somos aqueles que estão no centro da arena a enfrentar as feras, até onde iremos resistir, meus caros é hora de dizer basta!

Alexandre Sarmento

Facebook, a nova KGB!!!



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Voto de protesto ao meu novo bloqueio de 30 dias no meu perfil principal.(e por inerência nos meus 3 perfis)

Chamam a isto uma rede social, eu arrisco chamar-lhe a PIDE do sistema, a PIDE deste regime comunista, a PIDE da ditadura comuno-fascista instaurada há décadas neste país!!!
Vergonha, um regime que se diz de liberdade usar deste método castrador das liberdades individuais, neste caso a liberdade de expressão.
Reprovo a atitude e replico, de que têm medo, têm medo da verdade, têm medo que a verdade deite por terra a mentira que há demasiado tempo suporta o sistema?
Abram os olhos, portugueses, vivemos um regime totalitário e não tarda alguns de nós vão começar a desaparecer, estão a tentar silenciar a nossa voz e acção por todos os meios, um jogo viciado em que deixámos de ter voz activa e vontade própria e passámos a ser objecto da violência deste regime parasita e totalitário, e para terminar, dizem que vivíamos em ditadura no tempo de Salazar, então hoje vivemos o quê?

"Esta rede social desrespeita a liberdade de expressão consagrada no artº37º da Constituição da Republica Portuguesa, como tal incorre no crime de atentado à liberdade de expressão, muito gostaria de saber em que aspecto faltei ou incorri em falta, com esta e outras publicações, tudo o que está no texto está devidamente fundamentado, tudo é verdade, tudo factual, terei de por em questão a idoneidade da equipa de revisores desta rede social, terei eu que promover um abaixo assinado e levar este assunto da censura desta rede social à Assembleia da Republica?
Esta rede social da forma como manipula e modela a opinião e a percepção das realidade está a meu ver a funcionar como uma verdadeira polícia politica, uma CIA, uma Stasi, um KGB, desculpem, meus senhores, mas se o não são, não andarão muito longe disso.
Reprovo o acto, reprovo a vossa atitude, reprovo esta atitude típica de uma instituição ao serviço de um regime comunista e totalitário.
Por que razão temos hoje a nossa voz amordaçada, quem dita as regras, quem são os sensores do regime, quem faz hoje o papel de lápis azul e porquê, sabem responder-me?
E agora, para terminar, bem sei que de nada adianta, mas acham justo calar a opinião que alguém de forma objectiva e idónea proferiu?
Passem bem, meus senhores, metam a mão na consciência, isto se a tiverem, hoje sou eu a calar a minha voz, creio num futuro não muito distante sejam também vocês a ver silenciada a vossa, pensem nisso!!!


Cumprimentos,


Alexandre Sarmento"



Eis o texto que me valeu este bloqueio...

Os verdadeiros "parasitas sociais"!!!

“grupos que, em termos de composição de rendimento, vivem exclusivamente de subsídios do Estado”

"A etnia cigana tem de interiorizar o Estado de direito porque, para eles, as regras não são para lhes serem aplicadas. Há um enorme sentimento de impunidade, sentem que nada lhes vai acontecer"

Declarações originais que constatam uma mera verdade, não consigo entender porque é chamado de racista. Só pessoas que nunca conviveram com os ciganos é que acham que são uns coitados e que se conseguem integrar. Não é fácil de lidar com eles, criam medo, roubam e tratam mal as pessoas porque lhes apetece. Eles próprios isolam-se da sociedade, fecham-se entre si e não querem misturas. Ora, nesta situação não existe racismo, o próprio povo é que não quer ser integrado. Existem cerca de 37 mil ciganos em Portugal, representando cerca de 0,4% da população portuguesa. Em termos numéricos parecem poucos, mas incomodam. Incomodam porque são uma minoria em que a maioria dependem exclusivamente do RSI (Rendimento Social de Inserção). Irónico não é? Uma minoria que a maioria está “à mama do estado”. Mostrando alguns factos interessantes para não dizerem que crítico sem nenhum fundamento. Dos 37 mil ciganos, apenas 8,7% têm o 3º ciclo, ou seja, 91,3% não têm o 3º ciclo do ensino básico. Isto porque as próprias famílias obrigam as crianças a saírem das escolas, roubando o futuro e a possibilidade de escolha para uma vida melhor, negligenciando a importância da infância e do conhecimento. Acham que já aprenderam o suficiente para sobreviver na vida e que não precisam de mais porque a vida deles é aquela, vender nas feiras ou tráfico, casar cedo, terem muitos filhos, vender na feira, casar cedo, terem muitos filhos…. E assim sucessivamente, uma espiral inquebrável e que dura até aos dias de hoje. Reparem, 2/3 da população cigana casa-se com menos de 19 anos, dos quais 16% fizeram-no entre os 12 e os 14 anos, mais um facto que mostra o anacronismo da sua comunidade. É uma cultura que apoia a opressão à mulher. A comunidade cigana tem fama e proveito de serem conhecidos pela forma como tratam as suas mulheres e não são pelas melhores causas. O abandono escolar precoce das raparigas ciganas é muito superior ao dos rapazes. Quando casam estão sujeitos a um teste de virgindade. As viúvas não podem voltar a casar e submetem-se às vontades dos filhos. A violência sobre as mulheres é comum. São obrigadas a casar assim que entram na adolescência. Acho que não preciso de continuar as inúmeras acções que oprimem as mulheres ciganas. Muitos dizem: “não arranjam trabalho porque têm falta de escolaridade….”. Verdade! Mas os culpados são eles próprios como vimos anteriormente e também por falta de interesse. Ah! “Interesse”, uma palavra muito interessante, especialmente entre os ciganos, porquê? Para receberem o RSI tem de estudar, portanto 50% dos ciganos tendem a ficar na escola mais tempo só para beneficiarem do RSI, se não fosse esse “interesse”, nem sequer punham os pés nas escolas. Muitos perguntam o que é que os ciganos fazem, a reposta é muito simples, em termos sociais eles não fazem nada são parasitas do estado. Não fazem descontos como todos os outros mesmo sendo “empresários em nome individual”, já que não querem trabalhar por contra de outrem. Não contribuem mas preocupam-se em usufruir. Vejamos dois exemplos: Uma pessoa que trabalha, recebe um salário mínimo, tem 2 crianças no ensino básico com esperança de dar a melhor educação, paga impostos, contribui para sociedade, tem responsabilidade social, claramente precisa de algum apoio financeiro, mas esta não é concedida porque por alguma razão não satisfaz todos os requisitos necessários e não tem direito ao RSI. Um cigano, não desconta, tem 3 ou 4 filhos, faz algumas vendas nas feiras e pior, incentiva o trafico de produtos ilegais, tudo o que ele ganha é líquido, porque não paga impostos e ainda recebe RSI e uma casa comparticipada pela câmara. Paro um pouco e penso, mais vale ser cigano, não ter de trabalhar, viver do RSI e ter uma casa de borla. Trabalhar e pagar impostos para que os outros não trabalhem?! Claramente estou do lado errado da equação! Mais um exemplo triste foi o caso das piscinas de Estremoz em 2015. Foram expulsos pela câmara. E agora? A Câmara é racista xenófoba? Eu até acho que foi um ato corajoso para proteger a restante população, quer biologicamente quer psicologicamente! Eles usufruíam das piscinas como banheiras para os seus banhos, mas acima de tudo achavam que estavam perante uma toilette, onde faziam as suas necessidades fisiológicas. O ponto positivo é que são biodegradáveis. Contudo nem todos os ciganos têm esta natureza, mas dos poucos que ainda sentem alguma responsabilidade social e que pretendem sair do ciclo vicioso de ser um cigano são excomungados. Claro esta minoria de ciganos dentro desta minoria étnica é irrisória. A comunidade cigana devia estar mais que agradecida à sociedade que os acolhe sem lhes impor qualquer tipo de contrapartida, como o povo Português. Pelo menos deviam contribuir para o desenvolvimento social do país nem que seja pagarem por aquilo que usufruem. Exigir sem dar nada em troca achando que tudo o que tocam lhes pertence é uma atitude que também é fruto desta nossa sociedade tolerante. A culpa também é nossa, de todos, porque foi-lhes permitido tudo aquilo que são hoje, permitindo que haja excepções no Estado de Direito e criando este parasita social. (texto roubado num blog amigo e pelos vistos também ele de um autor atento a estas assincronias sociais, a esta dualidade de critérios seja em termos de assistência social, saúde, educação ou mesmo pelo tratamento privilegiado perante as forças de segurança e justiça)


Alexandre Sarmento



segunda-feira, 14 de outubro de 2019

Quem são hoje os racistas?



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Não podia deixar passar em claro, quando o racismo, xenofobia e a segregação racial são o assunto na ordem do dia e foram mesmo o mote da campanha eleitoral por partidos ou figuras mais conotados com as extremas, sejam de direita ou esquerda!

Quando os argumentos se esgotam, quando tudo serve de arma de arremesso, quando se esquecem os valores, quando não existe consciência, ou quando se omite o factor humano, sem dúvida estamos a assistir a uma escalada de uma culpabilização sem nexo, tanto de um lado como do outro, situação na qual os argumentos se esfumam, os argumentos não passam de mais do mesmo, lugares comuns e puro populismo e demagogia, sem que haja à partida forma de gerar consensos, apenas assistimos a uma busca por protagonismo e ao instigar de clivagens e confusões no seio da sociedade.

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Incompreensível, pois nunca os portugueses foram racistas ou xenófobos, fomos mesmo dos poucos povos que se mestiçaram e conviveram com outros povos na base do respeito mútuo, coabitando os mesmos territórios, deixando mesmo o exemplo que é possível fazer uma nação multi-étnica, multi-cultural e multi-religiosa, processo esse que durou 500 anos, muitas gerações em que as várias etnias cresceram e se foram civilizando em conjunto, um esforço com um resultado notável, um exemplo a nível global, exemplo esse que me parece ter incomodado os senhores do mundo, pois poria em risco os interesses de uma determinada elite que vive de parasitismo e manipulação das massas, refiro-me logicamente aos senhores da alta finança, os donos de Wall Street e todos aqueles que falsamente se auto-intitulam paladinos da liberdade e da democracia, ou seja, aqueles neo-colonialistas que sempre usaram a máscara de anti-colonialistas. São exactamente esses senhores quem patrocina todo este regime em que a agitação social e as assincronias que lhe dão origem são exponenciadas, financiam uma e outra parte, promovem esta esquizofrenia colectiva e este esgrimir de não-argumentos.

Assistimos hoje a acusações sobre o nosso passado e sobre aquilo que se passou nos nossos outrora territórios ultramarinos, mais uma vez, tudo baseado no ódio e na mentira instigada por um punhado de parasitas, de mentirosos, de manipuladores e de genocidas, pois foram mesmo esses hipócritas quem promovem a desgraça a que hoje assistimos em África, refiro-me neste caso aos territórios outrora sob administração portuguesa.

Está na ordem do dia o ataque feito a nós portugueses e à nossa história por parte de uma deputada recém eleita por um partido de extrema esquerda, ou melhor, de extrema imbecilidade, pois para mim, não há esquerda ou direita, há sim regimes ou forma de servir a nação.

Não concordo com a forma como as coisas nos são apresentadas e empoladas, seja pelos actores deste circo em que se tornou a política actual, seja pela forma como a comunicação social acirra e bombardeia a opinião pública metralhando o seu público com questiúnculas de segunda ordem, sem que haja seriedade e bom senso, pura provocação e apelo ao extremar de posições, entre elas o apelo ao ódio racial mascarado de tolerância.

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Pergunto, somos acusados de racismo e xenofobia por gente de origem africana, gente de cor negra, sinceramente não entendo, se são esses os mesmos que defendem uma África para os negros e que me deixam surpreso, se África é dos negros, porque razão vêm eles viver para o território dos brancos, se os detestam invocando razões históricas, onde fazem alusão à exploração e à escravatura, pergunto?
Não havia escravatura antes dos portugueses chegarem a esses territórios?
Quem eram os traficantes de escravos antes da nossa chegada?
Quem vendia os escravos aos negreiros árabes antes da nossa chegada? 
Quem pôs fim a esse tráfico e aboliu a escravatura?
Quem tornou os territórios ultramarinos seguros para todos os seus habitantes?
Quem acabou com o tráfico de escravos por parte dos povos árabes?

Pois, o desconhecimento do passado e da nossa história é tramado, tudo isso junto a maldade, imbecilidade e à inconsciência, bem sabemos, alguém retira vantagem da deturpação de factos e do nosso passado, tendo como melhor exemplo o próprio regime podre em que vivemos.

Facto curioso, os que mais nos criticam e acusam de xenofobia e racismo, são exactamente os mesmos que não servem de exemplo para ninguém, gente que se auto-exclui, gente que não cumpre com as suas obrigações para com a sociedade, gente que não aceita inserir-se e cospe no prato onde come, não pode exigir, não deve ter acesso às benesses aos quais os portugueses e estrangeiros que vivem e trabalham em Portugal, os que contribuem de alguma forma e que muitas vezes não têm acesso. 

Tomemos como exemplo grande parte dos membros da comunidade cigana residente em Portugal, comunidade que se recusa determinantemente a ter um papel activo e positivo na nossa sociedade, arrisco mesmo dizer que se auto-excluem ou recusam assumir obrigações, apenas exigindo direitos e benesses.
O mais difícil é tentar incluir numa sociedade todos aqueles que de qualquer forma se recusam a aceitar normas e a respeitar os demais, ou seja, tudo se resume a respeito e não a tolerância, pois como bem sabemos temos hoje o resultado dessa tolerância, uma sociedade desestruturada e desigual.

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Quanto aos de origem africana apenas deixo uma questão, se não gostam de Portugal e dos portugueses, se nos acusam de exploradores, racistas e xenófobos, porque razão não ficaram em África, porque razão não vão lutar pelos seus direitos e igualdade nos territórios dos seus ancestrais, podem acusar-me de tudo, menos de hipocrisia, xenofobia e racismo, reitero, ou estamos perante um grupo de racistas, xenófobos, complexados, ignorantes, ou teremos aqui o perfeito exemplo do síndrome de Estocolmo, estará esta gente apaixonada pelos que segundo dizem os roubaram, espoliaram, escravizaram e exploraram no passado?
Por que não aproveitaram o desenvolvimento e as infraestruturas que os portugueses por lá deixaram, porque razão não continuaram a desenvolver o território dos seus ancestrais que teimam em ser apenas seu por direito?

...ou estaremos nós a assistir a uma vingança sem motivo, aí sim, racismo, xenofobia ou supremacia racial, quiçá por uma questão apenas relacionada com o complexo de inferioridade?

Na realidade o povo português nunca foi racista, mas somos sem duvida vitimas de racismo e de descriminação, o mais grave é sermos vítimas de racismo na nossa própria terra e sem direito a reclamar, um sistema que promove essa situação, no qual muitos se alimentam dessa situação, desde, observatórios, IPSS, e fundações, sem duvida, um negócio em torno de um tema que seria marginal numa sociedade informada e consciente na qual cada um tivesse pensamento autónomo e vontade própria.

O racismo é fruto da ignorância e da manipulação.

Termino com uma pergunta, alguém tem culpa de ter nascido verde, azul, vermelho, branco, preto ou amarelo?

Alexandre Sarmento










sexta-feira, 11 de outubro de 2019

Angola, todos perdemos com a descolonização.

                                                                             
                                                          Foto de Luanda 1970


Para sermos verdadeiros, o fruto de 500 anos de bons serviços prestados à humanidade, resume-se a isto!!!


Por isso hoje estamos nesta miséria, por isso hoje não passamos de um pequeno território com um povo que vive de mão esticada a pedir esmola, agradeçam ao tão festejado e aclamado 25 de Abril e aos seus autores e promotores!!!


Pergunto, quem foram os verdadeiros beneficiados, quem alem dos traidores, vendedores da Pátria e genocidas se beneficiou com esta vergonhosa descolonização?

Nós, portugueses com certeza que não, os autóctones muito menos, deixo-vos então a questão, não será difícil a resposta!!!

Estes dados são um verdadeiro e importante documento, leiam com atenção e divulguem...


«A entrega de Angola, da forma como foi realizada, leilão de bens pilhados, tornou Portugal mais pequeno e mais pobre. Sem o aval do Ultramar, o País definhou. Como Povo "fazedor de nações", deitou fora a expansão da indústria, da agricultura, do comércio, da cultura.

Os refugiados "exploradores" ergueram obra que dignifica, engrandece e redime um país.»
Pompílio da Cruz («Angola: Os Vivos e os Mortos»).

«(...) Portugal é hoje um país empobrecido, muito para além da realidade aparente. Abandonámos o Ultramar, simplesmente, sem negociação; e estamos endividados para gerações. Repito: para gerações. Isto basta para nos aterrar, para nos alarmar».

Franco Nogueira («Juízo Final»).

Segundo os dados fornecidos pelo Gabinete do Secretário de Estado dos Retornados, departamento do Ministério dos Assuntos Sociais, os valores deixados só pelo sector empresarial são os seguintes:

























Só para se ter uma noção da realidade dos valores de então aqui fica uma pequena ressalva, segundo a Pordata os valores na época, teriam a equivalência a qualquer coisa em torno de  245.782.713.620,78 €.


Ou seja, tanto como aquilo que hoje temos como monumental dívida soberana, faltam neste valor muitas outras parcelas da equação, mas dá para ver que aquilo que está na base da miséria à qual fomos reduzidos, foi gerada por uma descolonização feita sem critério, a qual não respeitou os portugueses "continentais" e muito menos respeitou os interesses dos povos autóctones, deixando-os abandonados à sua sorte, e como bem sabemos no decorrer deste processo milhões foram assassinados, refiro-me portanto a um genocídio a coberto do manto da ONU, organização que apenas pugnou pelos interesses dos seus donos, as grandes corporações e os senhores do grande capital, os donos de Wall Street, e por aqui me fico para não ferir susceptibilidades!!!



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                                              Foto dos arredores de Luanda actualmente



Prometo num futuro próximo retomar o tema de uma forma mais abrangente, tentando englobar todos os territórios ultramarinos e o valor que nos seria devido quando da nossa saída dos mesmos.


Descolonização, obviamente, reprovo o acto!!!


Alexandre Sarmento







Os Pormenores Ocultados da Guerra Colonial

  «(...) Muitos dos temas tratados versavam questões de estratégia internacional de um mundo cada vez mais global, outros eram o reflexo da ...