segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Plano Kalergi, ainda um desconhecido!!!



A IMIGRAÇÃO EM MASSA É UM FENÓMENO CUJAS CAUSAS A ELITE AINDA ESTÁ INTELIGENTEMENTE A ESCONDER AO PÚBLICO AO MESMO TEMPO QUE A PROPAGANDA MULTICULTURAL TENTA RETRATÁ-LA COMO INEVITÁVEL. COM ESTE ARTIGO TENCIONAMOS PROVAR DUMA VEZ POR TODAS QUE A IMIGRAÇÃO EM MASSA NÃO É UM FENÓMENO ESPONTÂNEO, AQUILO QUE A ELITE TENTA APRESENTAR COMO UMA CONSEQUÊNCIA INEVITÁVEL DA VIDA MODERNA, MAS SIM UM PLANO CONCEBIDO EM TORNO DUMA MESA, PREPARADO HÁ DÉCADAS ATRÁS, COLOCADO EM PRÁCTICA COM O PROPÓSITO DE DESTRUIR A FACE DO CONTINENTE EUROPEU.
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Poucas pessoas sabem que um dos principais iniciadores do processo de “integração Europeia” foi também o homem que planeou o genocídio do Povos Europeus. Ele foi uma pessoa sombria cuja existência é desconhecida pelas massas mas que a elite considera como fundador da União Europeia. O seu nome é Richard Coudenhove Kalergi. O seu pai foi um diplomata Austríaco chamado Heinrich von Coudenhove-Kalergi (com ligações à família Bizantina dos Kallergis) e a sua mãe foi uma Japonesa com o nome de Mitsu Aoyama.
Graças ao contacto próximo com todos os aristocratas e políticos Europeus, e devido aos relacionamentos do seu pai nobre-diplomata, e também por se movimentar longe dos holofotes, longe do olhar público, Kalergi conseguiu atrair as figuras de Estado mais importantes para o seu plano, tornando-os em apoiantes e colaboradores do “projecto para a integração Europeia”.
Em 1922 ele fundou o movimento “Pan-Europeu” em Viena, que tinha como propósito a criação da Nova Ordem Mundial tendo como base uma federação de Nações liderada pelos Estados Unidos. A integração Europeia seria, na verdade, o primeiro passo para a criação do governo mundial. Entre os seus apoiantes iniciais contavam-se os políticos Checos Tomáš Masaryk e Edvard Beneš e o banqueiro Max Warburg, que investiu os primeiros 60,000 Marcos. O Chanceler Austríaco Ignaz Seipel e o próximo presidente da Áustria, Karl Renner, assumiram a responsabilidade de liderar o movimento “Pan-Europeu”. Mais tarde, políticos Franceses, tais como Léon Bloum, Aristide Briand, Alcide De Gasperi, etc, iriam disponibilizar a sua ajuda.
Com a ascenção do Fascismo na Europa, o projecto foi colocado de lado e o movimento “Pan-Europeu” foi forçado a dissolver-se; depois da Segunda Guerra Mundial, no entanto, e graças à frenética e incansável actividade e apoio de Winston Churchill, da Loja Maçónica Judaica B’nai B’rith e de jornais importante tais como o New York Times, o plano consegue ser aceite pelo Governo dos Estados Unidos. Mais tarde, a CIA compromete-se a concluir o projecto.
A essência do plano Kalergi
No seu livro “Praktischer Idealismus”, Kalergi indica que os residentes dos futuros “Estados Unidos da Europa” não serão as pessoas do Antigo Continente, mas um tipo de sub-humanos, produtos da miscigenação. Ele claramente declara que as pessoas da Europa devem-se cruzar com os Asiáticos e com as raças coloridas, criando assim um rebanho multicultural sem qualidade e mais facilmente controlável por parte da elite governante.
Kalergi proclama a abolição do direito de auto-determinação, e posteriormente a eliminação das nações, através do uso de movimentos separatistas étnicos e através da imigração em massa. De maneira que a Europa seja controlada por uma elite, ele quer transformar as pessoas numa mistura homogénea de Negros, Brancos e Asiáticos.
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Quem será a elite, portanto? Kalergi é particularmente revelador neste ponto.
O homem do futuro será de raça mista. As raças e as pessoas de hoje irão gradualmente desaparecer devido à eliminação do espaço, do tempo e do preconceito. O Negróide-Euroasiano do futuro, semelhante em aparência com os Antigos Egípcios, irá substituir as pessoas e a diversidade de indivíduos. Em vez de destruir o Judaísmo Europeu, a Europa, e contra a sua vontade. refinou e educou estas pessoas, levando-as para o seu futuro estatuto de nação-líder através deste processo evolutivo artificial.
Não é algo surpreendente o facto das pessoas que escaparam da Prisão-Guetto se tenham tornado na nobreza espiritual da Europa. Os cuidados compassivos dados pela Europa, portanto, causaram o aparecimento duma nova aristocracia. Isto ocorreu quando a aristocracia feudal Europeia entrou em colapso devido à emancipação dos Judeus [devido à acções levadas a cabo pela Revolução Francesa.
Embora nenhum livro escolar mencione Kalergi, as suas ideias são os princípios orientadores da União Europeia. A crença de que os povos da Europa se devem cruzar com os Africanos e com os Asiáticos, destruindo a nossa identidade e gerando uma raça mestiça, é a base de todas as políticas comunitárias que têm como propósito proteger as minorias. Isto não é feito por motivos humanitários mas sim devido às directrizes emitidas pelo Regime brutal que planeia o maior genocídio da História.
O Prémio Europeu Coudenhove-Kalergi é conferido de dois em dois anos a Europeus que se excederam na promoção deste plano criminoso. Entre aqueles que o receberam encontram-se os nomes tais como Angela Merkel e Herman Van Rompuy.
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O incitamento ao genocídio é também a base do apelo constante das Nações Unidas para que aceitemos milhões de imigrantes como forma de nos ajudar em relação à baixa natalidade da União Europeia. Segundo um relatório publicado em Janeiro de 2000 no «Population division» Review das Nações Unidas, em New York, sob o título de “Immigration replacement: A solution to declining and aging population,” até 2025, a Europa irá precisar de 159,000,000 novos imigrantes.
Não deixa de ser estranho haver tal precisão nas estimativas em torno da imigração, e ele não ser um plano premeditado. É claro que a baixa taxa de natalidade poderia ser facilmente revertida com medidas de apoio familiar apropriadas. Também é claro que a contribuição de genes estrangeiros não irá proteger a nossa herança genética, mas sim contribuir para a sua extinção. O propósito único destas medidas é o de distorcer por completo o nosso povo, transformá-lo num grupo de pessoas sem identidade, histórica e cultural, anulando inclusivamente os nacionalismos.
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Resumidamente, as políticas do plano Kalergi foram, e ainda são, a base para as políticas governamentais oficiais feitas com o propósito do genocídio dos Povos da Europa através da imigração em massa. G. Brock Chisholm, antigo director da Organização Mundial de Saúde, prova que ele aprendeu bem a lição de Kalergi quando diz:
O que os povos por todo o lado têm que fazer é limitar as suas taxas de natalidade e promover casamentos mistos (entre as raças), uma mestiçagem na minha opinião, isto tem como propósito a criação duma raça única no mundo controlada por uma única autoridade central.
Se nós olharmos em nosso redor, o plano Kalergi parece estar totalmente realizado, enfrentamos uma fusão da Europa com o Terceiro Mundo e o casamento inter-racial produz anualmente jovens de raça mista, “As crianças de Kalergi”. Sob a pressão dupla da má-informação e da estupefacção humanitária, promovida pelos média, os Europeus estão a ser ensinados a renunciar as suas origens e a sua identidade nacional.Os senhores da globalização estão a tentar convencer-nos de que negar a nossa identidade é um acto progressivo e humanitário, e que o “racismo” está errado, porque querem que sejamos consumidores cegos. Hoje mais do que nunca, é necessário contrariar as mentiras do sistema e acordar o espírito revolucionário dos europeus. Todos nós temos que olhar para a verdade, e ela é que a integração europeia significa genocídio. Não temos outra opção e a alternativa é o genocídio nacional.
Não pretendo com este texto criar algum tipo de atrito ou segregação, apenas pretendo alertar para o processo que está em curso, enquanto andarmos entretidos com questões menores este processo vai ganhando raízes, realmente, enquanto todos andarmos divididos e atentos a coisas fúteis sem qualquer importância, os chamados fait divers, o plano da Nova Ordem Mundial vai sendo instaurado, espero ainda acordarmos a tempo, mas só poderemos fazer algo com união, com organização, com nacionalismo verdadeiro e não com o nacionalismo que o sistema promove…
Acordar é preciso, ir à fonte do problema é fundamental…
Alexandre Sarmento

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"A chuva que irriga os centros de poder imperialista afoga os vastos subúrbios do sistema. Do mesmo modo, e simetricamente, o bem-estar de nossas classes dominantes – dominantes para dentro, dominadas para fora – é a maldição de nossas multidões, condenadas a uma vida de bestas de carga." 

Eduardo Galeano


domingo, 14 de outubro de 2018

Hipocrisia...




Passa hoje um ano sobre os incêndios de 15 de Outubro de 2017.
Data que não podemos nem nos deixam esquecer pois devido ao estrago provocado e ao número de vítimas é-nos impossível apagar da memória tal tragédia.
Para aqueles que não conhecem as zonas afectadas digo com verdadeira mágoa, nunca mais as coisas serão como foram, desde a paisagem ás pessoas que viveram esse triste episódio, não bastou ver tudo destruído pelas chamas, não bastou ver entes queridos e amigos serem vítimas deste infame acontecimento, vitimas da incúria, da avareza, da maldade humana e da avidez do ser humano por ganhos, sejam eles de que espécie forem, a verdade é que essas populações continuam abandonadas, tendo as suas aldeias e terrenos ainda bem marcados por tão triste evento, muitas dezenas ou centenas de casas, estábulos, armazéns estão ainda na mesma condição em que ficaram desde o fatídico dia, coisa impensável num país que dizem ser funcional e onde os seus habitantes deveriam acreditar no sistema que os deveria proteger, neste caso as instituições do Estado Português que neste caso e mais uma vez se furtam ao seu papel, ao seu verdadeiro papel, papel esse que deveria ser a defesa e protecção da nação portuguesa.
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Mais uma vez, falha a prevenção, falham os meios de defesa e pior falha todo o aparelho que à falta dos anteriores deveria pelo menos diminuir o impacto das falhas anteriormente descritas.
Constatei que há bem pouco tempo algumas das povoações ainda não tinham visto restabelecida a normalidade em termos de comunicações, temos portanto mais uma vez o grave sinal de um país real completamente ao abandono pelo poder central e pelas instituições que afinal apenas servem para "derreter" e distribuir pela cambada do sistema o que o aparelho do Estado nos saca em impostos, somos portanto roubados pelo sistema afim de beneficiar uns poucos, tal como disse e muito bem dito por um amigo que andou nas lides políticas durante algumas décadas, "quem está com o governo come, quem não está, cheira", é isto, é isto a tal demo...cracia tão propalada, a democracia que nos venderam como sendo um regime perfeito, mas que na realidade não passa de uma farsa. Falou-se de descentralização, mas qual descentralização se todos os portugueses são taxados mais ou menos de igual forma e por fim acabam sendo discriminados consoante a área onde vivem?
Pergunto eu o porquê, se pagamos todos por igual, porque razão não havemos de ter todos direito a transportes públicos, protecção social, acesso à saúde, acesso à cultura e mais uma panóplia de mordomias que nós os habitantes do interior e Portugal profundo nem sequer cheiramos?
Outro aspecto chocante é depois de tudo o que veio a espaço de debate sobre a monocultura do eucalipto, observar que terrenos outrora com pinheiros ou espécies autóctones estarem hoje a ser plantados com os malditos eucaliptos, o que me deixa uma leve suspeita, afinal sempre houve alguém beneficiado com estes mega incêndios, não será muito difícil de adivinhar quem perdeu e quem ganhou, mas isto sou apenas eu a conjecturar!!!
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A verdade é que estamos a ser corridos do interior deste país, estamos votados ao abandono, estamos a ser enxotados, estamos a ser obrigados a sair da nossa terra, qual o objectivo afinal?
Plantio de eucaliptos, baixar o preço de vastas áreas no interior para que sejam vendidas a grandes corporações, ou no limite colocarem nas nossa casas os pobres coitados dos ditos "refugiados"?
Afinal somos o quê, capachos, escravos ou seres absolutamente descartáveis com apenas um préstimo para o sistema, apenas contribuintes sem direitos alguns, uns párias num país em que uns são filhos da mãe e outros não passam de filhos da puta, gostaria de ter uma franca conversa em público com um dos nossos governantes, Primeiro Ministro ou Presidente, gostaria que me dissessem na cara qual o nosso papel afinal e porque estamos a ser empurrados para fora do nosso espaço ancestral, porque razão nos estão a desenraizar e porque razão estão a matar a nossa cultura, alma e raça...
Não é o problema dos fogos apenas, temos um fogo lento a consumir este país há décadas, estão a matar o nosso Portugal há décadas, estamos num processo terrível de auto-destruição, sim, não duvidem somos co-responsáveis neste triste e lamentável processo, temos governantes corruptos que servem interesses corporativos, servem interesses internacionais e nós piamente vamos votando, vamos participando nesta farsa, vamos defendendo este sistema podre e corrupto, vamos alinhando neste circo, nesta palhaçada!
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Mas que povo somos nós hoje?
O que queremos como futuro?
Que mais será necessário acontecer para que nos unamos de verdade e digamos basta, quantos mais terão que morrer para que púnhamos um fim a este circo onde nós somos aqueles que estão no centro da arena a enfrentar as feras, até onde iremos resistir, meus caros é hora de dizer basta!
Alexandre Sarmento

sábado, 13 de outubro de 2018

Inversão de papeis desta vez da forma correcta!!!


Alguém disse em tempos que havia de meter os fascistas no Campo Pequeno, essa hora chegou!!!
Está na hora de passar à acção e meter a cambada fasco-comuna que nos desgoverna nesse mesmo espaço...
Começando na cambada abrileira e acabando nos deputados, autarcas do regime, juízes e todos aqueles que nos meteram na lamentável situação em que nos encontramos, o que faz falta é...
...uns campos de trabalhos forçados, espoliar essa cambada e familiares de todos os bens, retirar-lhes todos os direitos de cidadania, fazer-lhes o mesmo que fizeram a milhões de portugueses, isto para não falar dos milhões de autóctones das nossas ex-colónias vítimas de genocídio...
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Está na hora, mais do que na hora, ou agimos já, ou estaremos para sempre condenados à escravatura deste sistema maçónico-sionista, usando terminologia mais inteligível, um regime comuno-socialista marxista, estamos hoje a viver a ilusão da democracia e liberdade enclausurados num gulag sem vedações e sem guardas, perfeitamente manipulados e amansados pelo sistema, enquanto andamos entretidos e desviados da realidade vamos sendo subjugados sem que demos conta da realidade.
Dão-nos pão e circo, essa é a verdade, e nós imbecilmente cá vamos cantando e rindo!!!
Será que o nosso ADN sofreu mutações, será que o sangue dos nossos nobres e valorosos antepassados apodreceu, ou será que o verdadeiro sangue português foi aquele que partiu nas caravelas em busca de outras paragens e de glória?
Onde estão hoje a Alma e a Raça Lusitana, somos o quê hoje, Homens, ou coisas, somos hoje seres humanos com vida e vontade própria ou meros objectos?
Será que não conseguimos inverter este processo involutivo, será que perdemos a capacidade de reacção e de raciocínio, será que virámos adoradores da nossa própria escravatura?
Não vejo alternativas, ou tomamos uma atitude positiva, uma atitude enérgica, vamos à luta, ou então teremos morrido como nação, teremos morrido como família, teremos morrido como tribo, é o fim da linha, nada mais nos restará senão ajoelhar às ordens dos nossos amos e senhores...
Caso para grande reflexão, está na hora.
Alexandre Sarmento

sexta-feira, 12 de outubro de 2018

Querem matar a nossa raça e alma!!!


É disso mesmo que se trata, retirar-nos a identidade, apagar a nossa herança cultural, alterar a nossa matriz...
Hoje o processo começa desde muito tenra idade, para ser verdadeiro, desde o berço pois a geração pós "vintecinco" já cresceu ou "involuiu" sob a batuta deste sistema imbecilizante, deste desenraizar constante, desta morte assistida de uma civilização ou neste caso de uma cultura outrora riquíssima em todos as vertentes socio-culturais, um legado único, um enorme motivo de orgulho para qualquer português digno de o ser, mas em sério risco de se diluir ou extinguir perante o bombardeamento constante de que somos alvo diariamente.
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Comecemos pelo vil ataque à nossa língua, mais uma verdadeira traição com contornos ainda hoje mal definidos, mas que não será muito difícil calcular, porque assim é, interesses corporativos, aliás, como sempre desde que estamos sob o domínio da batuta da maçonaria sionista, triste realidade, uma língua que nos definiu, uma língua que serviu de lingua "universal" no nosso outrora vasto império, pois foi esta a lingua que permitiu que dezenas de grupos ou etnias com dialectos diferentes podessem entender-se, foco em especial Angola e Moçambique.
Poderemos afirmar que se fez um atentado contra o património cultural da humanidade, afinal qual era a língua mãe, afinal, não terá sido do galaico-português que saiu a nossa língua pátria, porque razão teremos nós que adaptar a lingua "pura" a meras variantes ou mesmo "regionalismos" ou dialectos regionais?
Fala-se de organizações ditas defensoras da matriz cultural da nossa portugalidade de aquém e além-mar, meros enfeites, meras pseudo organizações que apenas têm como designio defender os interesses de alguém ou assegurar um tacho para uma miríade de boys do sistema, esquecendo no fundo o cerne da questão, a defesa das língua e cultura portuguesas, defesa do nosso sangue, defesa da genética dos bravos que correram e desbravaram mundos longínquos, os que portaram uma nova forma de estar, diálogo entre "raças", religiões e culturas diversas, fomos na verdade os primeiros globalizadores, os verdadeiros globalizadores, não a globalização tal como hoje a entendemos, não uma globalização em que há efectivamente uma grave perda de identidade ou miscigenação de culturas com a subsequente "amorfização cultural" ou perda de identidade ou seja, durante quinhentos anos corremos mundo sem nunca impor algum tipo de superioridade fosse racial, moral ou cultural, chegámos mesmo a mestiçar-nos sem algum tipo de pretenciosismo ou qualquer tipo de segregação, exactamente o oposto daquilo que hoje é ensinado aos nossos filhos nas escolas, uma tentativa de assassinato moral de um passado quase sem mácula, esquecem-se propositadamente de contextualizar, querem fazer-nos esquecer que fomos na verdade pioneiros, até na extinção da escravatura!
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Basta de hipocrisia, basta de fazer de nós os coitadinhos, os culpados dos males deste mundo porque na verdade, fomos um exemplo, marcámos pela positiva todos os territórios por onde passámos e isso é fácil de comprovar, pena não terem feito a desejada continuação da obra por nós deixada.
Identidade, lingua, religião, folclore, gastronomia, música, hábitos e rituais, tudo faz parte da nossa forma de ser e estar no mundo, a nossa tão invejada forma de sermos portugueses, essa é a verdade somos ricos, muito ricos, por isso nos invejam tanto, por isso nos têm tanta raiva, somos bons, fomos bons, realmente muito bons, inimitáveis, sempre pela positiva salvando muito raras excepções pois perfeito só mesmo Deus...
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É hora de mostrar que ainda temos vontade própria e que não é por decreto que se mata a identidade de uma nação, não é com tretas de Planos Nacionais de Leitura, não é com problemas como a igualdade ou ideologia de género com problemas complexos de adultos que vamos formar os homens e mulheres de amanhã, cada coisa no seu tempo!
Não é com o destruir do direito das crianças à sua liberdade, ao livre crescimento intelectual com o seu direito à diferênça, o seu direito ao crescimento como seres humanos seja físico, intelectual ou mesmo sexual, direito às suas opções, e um direito que considero inalienavel o direito a pensar de forma autónoma, exactamente o que o sistema hoje tenta mitigar ou no limite manipular no sentido da aberração do políticamente correcto, ou seja tentar fazer das nossas hoje crianças perfeitos autómatos no futuro, objectos ou coisas sem vida própria e meros instrumentos nesta merda de sociedade de consumo, ou seja estamos hoje a reduzir-nos a meras unidades productivas e consumidoras ao mesmo tempo, uma sociedade em que nos afastamos do mundo real, o mundo da família, o mundo do clã, o mundo da tribo, o mundo dos laços familiares ou culturais para passarmos a ser absolutamente individualistas e a viver uma perfeita realidade virtual, sem ligações, sem sentimentos, sem afectos, no fundo estamos a ficar pior do que animais, tudo isto fruto da manipulação e do marxismo cultural promovido pela elites que governam este mundo, resumindo tudo a uma mera questão material, somos na verdade governados a favor das grandes corporações, governados apenas com o objectivo de alimentar o vício, ostentação e mordomias de uma pequena elite.
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Somos hoje descartáveis e com prazo de validade definido, e porquê?
Certamente porque o permitimos, de forma voluntária ou por nos ausentarmos, por facilitismo ou preguiça, portanto, vendo por este prisma, somos e fomos coniventes com a nossa própria decadência, somos os culpados do nosso declínio como civilização, deixámos de pensar por nós, esquecemo-nos do que somos, seres humanos de corpo e alma, seres pensantes, seres com responsabilidade e com consciência, pois somos os únicos seres vivos com capacidade de programar ou modelar o futuro, portanto, o que nos falta para mudar de paradigma e dizer basta???

Alexandre Sarmento

terça-feira, 9 de outubro de 2018

25 de Novembro, a verdade!


25 de Novembro, o que realmente esteve na sua origem, um texto um pouco longo mas esclarecedor de tudo aquilo que estava em cima da mesa, quais os interesses em jogo e o risco que este país corria.
Aqui fica o meu sincero agradecimento a todos aqueles que intervieram nos acontecimentos desse dia que por bem ficou na história de Portugal.
Uma agradecimento muito especial ao saudoso Jaime Neves.
«O Partido Comunista mostra, desde a primeira hora, enormes aptidões para comover oficiais menos seguros de si. A sua arte consiste em pôr-se, na aparência, atrelado ao carro do MFA. As fortalezas melhor se tomam do interior. Com a vantagem de o MFA ser uma casa de vento.
Prestáveis, envolvendo os oficiais em celofane e cantos de sereia, os comunistas fazem uma colagem ao MFA. O sentido último é o da osmose com a estrutura partidária e sindical.
Na sua vasta finura, Álvaro Cunhal socorre-se de um trato pessoal bem cultivado. Põe todo o seu talento nessa operação de charme, e os cuidados de um jardineiro da Babilónia.
"Nunca lhes prodigalizei", afirma Mário Soares, referindo-se aos militares, "os sorrisos aliciantes de um Cunhal, jamais avaro de superlativos para qualquer oficial no activo".
O Partido Comunista delegava as suas obrigações revolucionárias nos oficiais devotos. Os militares eram os procuradores da sua revolução.
O gonçalvismo, para além de uma excessiva mácula pessoal, não tem assim qualquer marca de pecado original. É um subsistema político, derivado da estratégia do Partido Comunista.


E o general Vasco Gonçalves é simultaneamente um rosto e uma máscara.
O rosto de um médio burguês idealista, um engenheiro cambista no socialismo da velha escola soviética.
A máscara do partido que o empurrou e o manteve politicamente à tona.
Assim pagou também Vasco Gonçalves o odioso atribuível a outras personagens menos expostas.
Não tardaram as turras entre os militares. O contencioso entre os oficiais na orla do Partido Comunista e os moderados data, com gravame, de Novembro de 1974. O diálogo de Vítor Crespo com Vasco Gonçalves começou a ser espinhoso. O major Melo Antunes esboçara já um temível perfil de social-democrata.
Tudo por falinhas mansas.
Mas a ofensiva a oeste foi lançada na noite de 11 de Março. O MFA é institucionalizado no Centro de Sociologia Militar, no meio de grande exaltação.
Oficiais exigem a pena de morte para Spínola e os seus amigos. Listas de militares a eliminar, tivessem ou não a ver com o 11 de Março, foram brandidas por gonçalvistas em cólera.
A caça às bruxas começava. Chegara a hora, aproveitando a limpeza geral, de varrer os moderados. Nessa noite ia tudo na corrente. Em triunfo, agradecendo a Spínola a dádiva celeste que lhes permitia purificar as fileiras do MFA, os gonçalvistas pretendem excluir, do Conselho da Revolução, Vítor Crespo, Melo Antunes e Vítor Alves.
A perversão tinha início. Mas Crespo, ao tempo alto-comissário em Moçambique, não se deixou enrolar. Meteu-se no primeiro avião e apareceu no Conselho da Revolução, à hora marcada. Sentou-se no seu lugar com cara de poucos amigos.
Rosa Coutinho, porta-voz dos gonçalvistas, assegurou-lhe que teria assento no CR logo que acabasse a sua missão em Lourenço Marques. Crespo, porém, não foi no engodo. Ele e Sousa e Castro só deixaram de batalhar quando ficou claro que os três expurgados teriam no CR cadeira própria e sem favor.
Os moderados rejeitavam a primeira camisa de forças. Os gonçalvistas encolhiam ligeiramente as garras. Crespo, Antunes e Alves reagiram como quem está a perder o pé. Mas também já com a noção de que o 25 de Abril se afunilava sem eles.
Começou aqui, para nove conselheiros, um demoníaco jogo de poder. Meses depois, no pino do Verão, os cartoons no matutino gonçalvista O Século retratá-los-ão a conspirar na praia com o embaixador Frank Carlucci. Eram os fiéis servidores da reacção mais negra.
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A Assembleia do MFA, num tempo em que a fogosidade do verbo substituía a competência militar e a qualidade humana, transformou-se num inamovível parlamento.
Duzentos e quarenta activistas das Forças Armadas, saídos em golpe do vazio de poder numa noite de Março, erigiam-se em orgãos de soberania. O País não lhes passou procuração.
(...) Mas que faz correr Vasco Gonçalves?
A fé no socialismo de modelo soviético, a que outros chamam capitalismo do Estado monopolista.
A tese central é a do atraso da consciência das massas. A maioria do povo não possui a elucidação e a maturidade políticas para construir o socialismo por suas mãos.
Sendo assim, a construção do socialismo carece de um aparelho de vanguarda, teoricamente dotado e clarividente, que agregue a capacidade doutrinária e o poder militar.
A construção do socialismo passa ainda por uma revolução cultural, que dilate a base social e dê às massas incultas a noção do seu próprio dever histórico.
A vanguarda auto proclamada defenderá, a todo o transe, os interesses mais profundos das massas adormecidas.
Os meios de produção são entretanto apropriados pelo Estado, máquina que dilata as suas malhas burocráticas, age com as suas polícias e tem sempre razão.
A apropriação dos meios de produção deixa de ser individual, como nos países capitalistas, e passa a ser feita pelo Estado, ou seja, por uma nova burguesia burocrática que controla os orgãos do Estado e representa o povo.


Esta vasta felicidade colectiva parece ter sido criada, segundo os devotos, na União Soviética, na Checoslováquia ou na Polónia. Tratava-se agora de aplicar o esquema a Portugal.
Construir o aparelho de vanguarda, eis a prioridade que o gonçalvismo põe em marcha após o 11 de Março.
O estado-maior dos pró-comunistas nas Forças Armadas é o próprio staff do general Vasco Gonçalves, que Álvaro Cunhal articula com mãos de mestre.
As malhas são estendidas com eficácia meticulosa. O domínio da 2.ª Divisão do EMGFA (Informações Militares) e da 5.ª Divisão (Relações Externas) são os focos de onde irradia a revolução ao vento leste.
O COPCON, dirigido por Otelo, surgira como forma de apaziguar fricções entre o general Spínola e a comissão coordenadora do MFA. Contraponto do poder militar do general, o COPCON foi também o preço que Spínola pagou pela crise Palma Carlos e pela ida de Tomás e Caetano para o Brasil.
Mas os cargos de chefes dos estados-maiores do Exército, da Armada e da Força Aérea, ocupados por oficiais graduados do MFA, escapavam igualmente ao presidente Spínola e ao general Costa Gomes, chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas.
O staff de Costa Gomes servia para as ligações à NATO, e pouco mais.
Por estas frestas passou a carga de cavalaria dos gonçalvistas. Na sequência do 11 de Março, Almada Contreiras tomou conta da 2.ª Divisão e Ramiro Correia instalou-se na 5.ª Divisão.
Contreiras chefia o Serviço de Direcção e Coordenação das Informações. O SDCI tem o raio de acção de uma polícia política. E utiliza-o bem.
Correia dirige a Comissão Dinamizadora Cultural do MFA, espécie de Superministério da Cultura. A CODICE vai empenhar-se em galvanizar os cépticos para a empresa da Revolução.
Na Armada, os gonçalvistas edificam uma estrutura centralizada por células de tipo "leninista". Têm a cobertura total do CEMA, almirante Pinheiro de Azevedo.
Colocam Eurico Corvacho na Região Militar do Norte. Infiltram o COPCON para "segurar" Otelo. Tentam controlar o Conselho da Revolução. Empenham-se em que as assembleias do MFA não lhes escapem das mãos.
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O gonçalvismo liga-se, no plano civil, a muitas autarquias locais. Controla-as o MDP, rosto domingueiro do PCP. Os quadros do MDP, partido com 4 por cento dos votos, detêm um poder desproporcional ao seu eleitorado. Povoam zonas consideráveis da administração pública.
O gonçalvismo apoia-se na Intersindical e no ministro do Trabalho, Costa Martins. Numa notável sincronia, ministério e central sindical agem como bombeiros dos conflitos laborais.
É o tempo do Partido Comunista como partido da ordem, ferozmente antigrevista, que atribui o clamor operário às influências da CIA.
O gonçalvismo serve-se da comunicação social e cria entre as redacções dos jornais e a 5.ª Divisão um cordão umbilical.
A RTP e a Emissora Nacional, o Diário de Notícias e O Século destilam um noticiário tendencioso e panfletário. Rui Montês, Faria Paulino, Sobral Costa, são alguns dos oficiais encarregados do controlo.
Correia Jesuíno é o ministro da Comunicação Social. Duran Clemente o telegénico educador do povo.
No SDCI coordenam-se escutas telefónicas. A coacção torna-se frequente. Gente há que age sob ameaças veladas. Na Comissão da Extinção da PIDE/DGS, controlada pelo tenente naval Judas, fabrica-se a chantagem com os dossiers policiais e escondem-se passados não inteiramente meritórios.
(...) A 5.ª Divisão é a oficina ideológica.
Coordena a intoxicação do público e difunde um arremedo de marxismo que nada tem a ver com Marx. Produz textos com ansiedade e mau gosto, em trejeitos juvenis de queimar etapas.
Com perseverança, a 5.ª Divisão torna-se um Estado dentro do Estado e arvora-se em 5.ª força dirigente do aparelho militar.
Fixa antenas nos quartéis, os grupos de dinamização de unidades, destinados à "educação política" dos soldados.
Elabora e distribui, gratuitamente, o Boletim das Forças Armadas, com tiragens superiores a 100 000 exemplares.
Promove estágios para quadros do "futuro MFA", à laia de escolas para comissários políticos.
Lança campanhas de dinamização cultural no Norte, de um conteúdo paternalista, medíocre e deslocado que pouco mais consegue do que irritar as populações camponesas.
Cria e domina as comissões nacionais de sargentos, nos três ramos militares.
Faz tudo isso de forma apressada.
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Num documento exemplar, divulgado em Maio, a CODICE explicava que nas democracias populares o povo é que estava no poder.
"Socialismo proletário é o mesmo que democracia popular. Há socialismo proletário na União Soviética, na Hungria, na Alemanha Oriental, na Bulgária, em Cuba", afirmava-se no texto.
A abertura de espírito da 5.ª Divisão não chegava à Jugoslávia, à Roménia ou à China, países demasiado heterodoxos para o seu gosto.
Em Portugal, garantia a 5.ª Divisão, o 11 de Março tinha criado condições para a democracia popular.
"Uma democracia burguesa é só democracia de nome, de fachada", dizia o texto.
A 5.ª Divisão tinha igualmente ideias sobre a composição do "povo". Segundo os seus ideólogos, pertenciam ao "povo" os operários, os camponeses, os empregados de escritório e os empregados do comércio.
Mas já não pertenciam ao "povo" os "administradores", os "gerentes" e os "encarregados", que eram, sem dúvida, "verdadeiramente lacaios dos exploradores".
A generosidade da 5.ª Divisão ia até aos empregados do comércio.
Mas a 5.ª Divisão ia ainda mais fundo no seu pensamento. Falava do "comunismo" como derradeira etapa do socialismo proletário em construção depois do 11 de Março.
"Então entra-se no comunismo. Aí as riquezas serão abundantes e os trabalhadores estarão educados para não terem exigências supérfluas, pois as suas necessidades nunca visarão o supérfluo, mas sim o essencial.
Saímos então do 11 de Março rumo ao comunismo.
Delirante discurso, o da 5.ª Divisão, num país de camponeses que amam sobretudo a terra e aspiram à sua posse.
Mas a mensagem da 5.ª Divisão era a palavra oficial do tempo.
O Diário do Minho, temeroso, registava as intenções do MFA quanto à sovietização do País. E citava, a medo, discursos de Mário Soares em que o dirigente socialista negava ao modelo de Leste a condição de libertador do homem.
Mas onde vinha esta obra teórica da 5.ª Divisão?
Era, nem mais nem menos, do que a transcrição, sem indicação da fonte, de uma brochura eleitoral do Partido Comunista. Essa brochura foi distribuída pelas comissões concelhias de Alenquer, Sobral de Monte Agraço, Mafra e Torres Vedras.
A 5.ª Divisão copiara-a integralmente, acrescentara-lhe um lead, e toca a andar.
(...) O Partido Comunista visava efectivamente a conquista do poder. Não é outra a sua vocação, e para a cumprir lutou meio século, com o seu património de heróis e mártires, os quatrocentos anos de cadeia evocados como troféu.
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Mas cometeu um erro crasso: aliou-se aos esquerdistas, como quem reúne filhos tresmalhados, e subestimou o peso social da pequena e média burguesia. A aliança com os esquerdistas implicou uma dinâmica de afogadilho que assustou as classes médias.
Numa primeira fase, o PCP queria utilizar os radicais para deteriorar, para desorganizar e para agredir. Numa segunda fase, tinha em mente ceifá-los, tirar-lhes o tapete debaixo dos pés na altura própria e tomar o poder com a face lavada de um partido responsável.
As sereias esquerdistas são fatalmente pequenos capatazes do alarido.
O Partido Comunista é a única organização política capaz de desenhar o ataque aos pontos nevrálgicos e a ruptura nos momentos cruciais. É impossível aos esquerdistas aliarem-se ao PCP sem fazerem o papel de bobos.
O fracasso comunista entre as classes médias deveu-se ao delírio triunfal, ao espírito de igreja fechada, ao aventureirismo ávido dos teóricos de encomenda da 5.ª Divisão, à falta de perspicácia de dirigentes com uma fidelidade sem quebra a Moscovo.
A incompreensão da realidade portuguesa, a falta de respeito pelos valores das classes médias, a intoxicação permanente, tornaram o Partido Comunista extremamente odiado.
A reacção era também necessária para compor esse cenário de papel pintado em que Álvaro Cunhal imaginou o País. Mas essa reacção foi o Partido Comunista que a criou em grande parte, que a estimulou com os seus desvarios de novo-rico.
Ademais, a maioria dos portugueses sem atraso de consciência não pensa que o socialismo da Checoslováquia ou o socialismo da União Soviética sejam empolgantes paradigmas de liberdade humana.
Mas, como em todos os galopes, a prática do Partido Comunista não foi cronometrada, nem isenta de acidentes de percurso.
Houve divergências na sua direcção quanto à utilização da FUR, por exemplo. Em certos momentos, o PCP parecia colhido de surpresa, ultrapassado pelos radicais e sem outro remédio que entrar na barca para tentar domar a onda.
Num primeiro instante, o PCP parecia dirigir e marcar o timing do assalto. Num segundo instante, o PCP pensa em refrear os esquerdistas e lançá-los pela borda fora. Seria assim no 25 de Novembro.
Só que, no 25 de Novembro, o Partido Comunista não teve um segundo instante. Viu que a relação de forças lhe era desfavorável, que do outro lado havia um comando organizado e uma vontade política de lutar - e retirou-se candidamente da cena, como se não fosse nada com ele.
Como diz Melo Antunes, toda a prudência de Álvaro Cunhal, o tacto frio de animal político, não o impediram de, por instantes, ter perdido a noção da realidade portuguesa e acreditado numa ruptura violenta que reeditasse o Outubro de 1917.
A União Soviética, porém, nunca acreditou. Não queria também: ao repartirem o globo como uma melancia, nas novas Tordesilhas de Vladivostoque, o Kremlin e a Casa Branca acordaram na permanência de Lisboa na esfera ocidental.
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Os Soviéticos esperaram para ver. E deram a cumprir ao Partido Comunista uma tarefa estrategicamente mais importante do que um duvidoso Belém vermelho: Angola.
A partir da batalha de Luanda, o PCP e os militares afectos boicotaram os acordos de Alvor. E a investida cubana e soviética em Angola, essa fulminante quão inovadora forma de exportar o socialismo, beneficiou da desastrosa actuação de Henry Kissinger.
Melo Antunes, enquanto ministro dos Negócios Estrangeiros, avistou-se três vezes com o secretário de Estado norte-americano: e encontrou um homem apostado sobretudo nos acordos SALT, disposto mesmo a dar alguns peões a comer à União Soviética, e descrente numa invasão militar de Angola.
Como toda a Administração Ford, Kissinger não percebia África, e somou malogros sobre malogros.
(...) O Partido Comunista tinha um plano sistemático de desorganização das Forças Armadas.
São os radicais do Exército que se apoderam de postos-chave, que fazem a propaganda da insurreição, que enquadram milícias armadas. Mas é o Partido Comunista que colhe os lucros desse trabalho.
O fim último do desgaste é a paralisação do Estado. Pelo caminho, usa-se o terror, a intimidação, a conversão de ateus e o folclore radical. Uma bela manhã, o País surgirá esgotado, minado até à medula, sem oferecer resistência - e sobre o caos constrói o Partido Comunista a nova ordem.
Cunhal dirá mais tarde, depois do vendaval:
"Se o PCP tivesse ido a reboque do radicalismo esquerdista e do desejo de uma aventura de tipo insurreccional, como pretendiam alguns irresponsáveis, o movimento operário iria para um desastre incalculável que abriria as portas ao fascismo".
Está certo. Mas o álibi de Cunhal é mais para consumo interno e está carregado de má consciência. Não foi o secretário-geral do PCP que garantiu a Oriana Fallaci a inviabilidade de uma democracia parlamentar em Portugal?
A partir daí, quem é irresponsável?».

José Freire Antunes («O Segredo do 25 de Novembro»).

O texto com que abri o blog que me censuraram...o meu V-Império!!!


A Alma e a Raça Lusitana.
«Ser português não se explica, sente-se»
Já o dizia o nosso grande Luís de Camões.
Um sentimento que nos está cravado nas entranhas,
visceral, gravado no nosso espírito de quase nove
séculos como nação forte, unida, coesa, um grande
exemplo, tivemos maus momentos é certo, mas sempre,
sempre soubemos ultrapassar as dificuldades. fossem elas
da forma e gravidade que fossem, desde que nos formamos
como estado soberano nunca renunciando às nossas
raízes, à nossa matriz, lutando sempre por manter viva a
nossa independência tanto cultural como territorial e inclusivamente religiosa.
Matriz esta que está em risco nestes tempos conturbados
que nos assolam, atacados por todos os lados e de formas
variadas, tentando destituir-nos de tudo aquilo que nos
caracteriza como nação una e coesa quase milenar, um verdadeiro exemplo para todos os demais povos à face
da terra.
Note-se que fomos realmente o grande povo globalizador,
servindo de exemplo para os demais, lembram-se de algum
povo colonizador que se tivesse mestiçado e tivesse tratado
os povos colonizados como iguais, não, não creio, pois apenas difundimos os nossos ideais e a nossa cultura, o nosso ser português sem com isso beliscar a cultura existente nesses territórios.
Sejamos verdadeiros, alguma vez se viu algum relato em que
em algum território por nós colonizado alguma vez tivesse existido algum tipo de segregação, desde racial até religiosa, é essa tolerância e integração que estão na verdade gravados no nosso íntimo, terá sido porventura essa a forma de estar e de ser que nos manteve até aos dias de hoje como nação integra e soberana, um verdadeiro exemplo para toda a humanidade, fomos realmente nós os portugueses que demos novos mundos ao mundo, numa época em que globalizar era real, difundir valores reais, verdadeiramente interagir e tantas vezes aprender e ensinar demonstrando que de forma cordial e sem imposições
era realmente possível coabitarmos um espaço comum.
Em jeito de finalização, custa-me realmente entender esta ausência de sentido crítico, esta apatia, esta latência, esta letargia em relação aos verdadeiros problemas que nos afligem nos dias de hoje, será que estamos a renegar ou a esquecer aquilo que realmente somos, portugueses, o que nos tornou grandes
outrora, onde estão os genes, onde está a raça, será que se perdeu ou desvaneceu, não creio, creio sim,estarmos adormecidos à espera de um sinal, de um acordar para a realidade e penso ser este o momento certo para nos voltarmos
a mobilizar e lutar contra todos os males que nos assolam.
Força portugueses, não deixemos que nos espezinhem que nos retirem aquilo que tanto custou conquistar, façamos de novo uma grande nação, um grande país, um grande povo, o nosso Portugal, vamos arregaçar as mangas e fazer aquilo que sempre soubemos fazer, trazer a ordem quando impera a desordem, trazer de novo a chama, a vontade e o orgulho de ser quem somos, portugueses, mostrar que temos sangue, não um sangue qualquer, mas um sangue verdadeiro, o sangue dos nossos antepassados que tantas guerras e sacrifícios passaram para nos manter como nação una e independente, honremos os nossos idos, vamos à luta.
Viva Portugal
Alexandre Sarmento

sábado, 6 de outubro de 2018

No reino da impunidade...


Ora vamos lá verificar uma questão...

Contem-me lá, porquê e a quem pagámos todos nós 600 milhões de euros, contratos assinados pelo actual Primeiro Ministro António Costa por um sistema de alerta e comunicações em caso de calamidade, emergência ou caso de risco de segurança nacional?
Sim calamidade, com uma situação caricata, a qual ainda não vi ninguém esclarecer cabalmente o povo português, como assim se o sistema que deveria resistir a tudo ou quase tudo, o último bastião em caso de emegência tem uma clausula no contrato que isenta de responsabilidades o sistema em caso de falha em situação de crise ou calamidade, muito sinceramente, parece-me uma perfeita andota e um gozo com a cara de quem o sistema é suposto proteger!!!                                                                                Um caso caricato é mesmo o haver efectivamente as antenas previstas e contratualizadas, mas e onde estavam os alimentadores de corrente eléctrica a essas mesmas antenas, onde estavam os geradores que constavam do contrato, ou seriam estas antenas tão hi-tech que já nem precisavam de alimentação? Isto é um verdadeiro gozo, aliás uma brincadeira que começou há quatro décadas, ou seja desde que deixámos de ter protecção por via constitucional, desde que deixámos de ter uma Constituição da Republica Portuguesa que realmente pugnasse pelos interesses da nação portuguesa, nós portugueses deixámos de ter quaisquer direitos e passámos a ter apenas a obrigação de sustentar uma ineptocracia/cleptocracia mafiosa e maçónica, quem nos defende, quem defende os nossos direitos, onde está a justiça e a quem serve neste país?
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Só realmente no país de faz de conta, no país dos tótós se poderia imaginar semelhante situação, para que serve este sistema afinal, se em caso de crise ou calamidade não funciona de todo?
Serviram então para quê os 600 milhões de euros num negócio que segundo um dos financiadores do mesmo ficaria funcional com um investimento de 80 milhões de euros, estou a falar do vigarista Oliveira e Costa, o senhor BPN, que quer-me parecer assim sendo pessoa muito mais séria do que o nosso actual Primeiro Ministro, esse senhor, Oliveira e Costa, afirmou perante a comissão de inquérito o valor real e total do sistema, pronto a funcionar, quem mente afinal, investigou-se ou não, esclareceu-se a questão, ou não?
Onde estão os culpados, onde estão os responsáveis, onde estão os responsáveis pelas vítimas causadas pela inoperância do sistema, pois é, mais uma vez pagámos um bem que nos deveria servir, mas que no final apenas serviu para engordar uma série de empresas e individualidades, os do costume, os comensais, a cambada da maçonaria, essa é a verdade, pergunto eu, até quando iremos permitir esta impunidade, até quando permitiremos que nos entrem nos bolsos, pior ainda até quando iremos permitir que joguem com a nossa segurança, e no limite e tal como aconteceu, com as nossas vidas?
Quantos mortos afinal, quantas foram as vítimas causadas pela inoperância ou falha de um sistema que tal como hoje sabemos tinha sido mal-parido, um nado-morto?
Falam em 64 vítimas, mas não será preciso ser muito inteligente, pois basta fazer uma busca a dados estatísticos na internet para se concluir que na realidade o numero de vítimas ronda as centenas, algures entre 200 a 400 vítimas, um numero atrevido, dirão alguns, mas façam as devidas buscas e retirem daí as vossas conclusões...
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Foi na realidade um assassinato em massa, uma morte anunciada, só não se sabia quando e onde, o certo é que aconteceu e até hoje não há responsáveis, desde o raio, a velhinha a assar as sardinhas, a linha da REN, os madeireiros, pois, grande treta, a culpa, mais uma vez vai morrer solteira, alguém duvida?
Onde anda o dinheiro dos donativos, alguém me sabe explicar, pois, sempre a mesma merda, tudo se aproveita da miséria dos outros, tudo serve para se sacar mais algum, neste caso de fundos queserviriam para mitigar parte dos estragos patrimoniais de centenas de portugueses como nós, apenas isso, pois a vida humana, essa não tem preço...ouvi falar em 70 ou 80 mil euros, será verdade, vergonha é aquilo que sinto do meu país, vergonha é o que sinto da minha nação, somos o quê afinal, somos animais amestrados que tudo permitem, ou somos seres humanos com direitos, liberdades e garantias, seres completos com corpo e alma, com capacidade de fazer escolhas e pensamento autónomo?
Culpados neste e noutros casos, evidentemente, nós!!!
Quando nos furtamos às nossas responsabilidades, quando nos escusamos a fazer escolhas, somos co-responsáveis daquilo que nos possa suceder, essa é a verdade, pagamos o preço da nossa apatia, o preço da nossa irresponsabilidade, no fundo o preço da nossa ignorância voluntária!!!
Para finalizar, se pagámos 600 milhões e o estado detém apenas 33% do SIRESP, qual é afinal o valor do sistema???
Querem que vos responda, zero, zero funcionalidade, zero eficiência, e centenas de milhões de lucros para alguém...
É este o custo da democracia que escolhemos, é este o custo da ditadura partidária em que votamos, é este o custo de termos um governo que apenas serve os interesses das grandes corporações e lojas maçónicas, é este o custo de termos entregue a nossa soberania à máfia internacional...
Obrigado senhores Bilderbergers!!!
Alexandre Sarmento

sexta-feira, 5 de outubro de 2018

Triste Portugal profundo e esquecido!!!


Regressei a casa depois de uma curta viagem ao país real, venho profundamente triste e revoltado com o que vi, com o que constatei, um país deserto, um país sem jovens, um país esquecido por todos aqueles que ocupam lugares de chefia, desde a cambada que pomposamente se passeia pela Assembleia da Republica, Ministros, Secretários de Estado, mas também por uma miríade de outros organismos que afinal apenas servem de sorvedouros de dinheiros públicos, organismos esses criados para cuidar ou assegurar o bem estar das populações.

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Triste panorama o deste país em que se constroem depósitos para gente idosa ou em fim de vida e se abandona a juventude à sua sorte, ou seja, trata-se dos idosos, aguardamos a sua morte e ao mesmo tempo corremos com os nossos jovens, não lhes proporcionando condições para que se fixem no nosso país em especial no interior, com uma agravante, esse o grande problema neste país pobre e envelhecido, a falta de condições e consequente falta de medidas que promovam a natalidade, assim sendo, pergunto eu, Portugal, que futuro?
Passando aos factos, depois de uma visita ao local em que vivi e vi os meus filhos crescer, local no qual ainda hoje possuo uma casa, numa aldeia do norte de Portugal, no concelho de Montalegre, na qual já há um par de anos não tinha o grande prazer de trocar impressões, de me aperceber exactamente do processo em que este país mergulhou, uma aldeia cujos habitantes no passado criavam gado barrosão e tinham como principal produção a exelente e bem reputada batata de semente e consumo, hoje infelizmente relegada para segundo plano devido à falta de apoios, insuficiente promoção dos produtos nacionais e chegando ao cúmulo de se promover e proteger a importação de bens agrícolas e industriais.
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Fiquei chocado com o estado de abandono das casas e terrenos, fiquei mais chocado ainda ao constatar que no segundo maior concelho em área, e um dos concelhos com maior número de aldeias está a morrer, um grande número de aldeias estão desertas ou para lá caminham, um concelho no qual morrem anualmente largas dezenas ou centenas de pessoas e no qual não há nascimentos, fácil perceber do que estou a falar, infelizmente uma morte anunciada, triste fim para um dos poucos territórios em que a natureza ainda permanece quase intocada, com animais, vegetação, ar puro e paisagens de cortar a respiração, somos o quê afinal, cegos, imbecis, masoquistas ou suicidas?
Porque razão este abandono do país real, porque razão se abandona toda a população de uma região culturalmente riquíssima e interessante, estarão a matar a identidade cultural do povo português, qual o propósito desta situação, quem serão os beneficiados, gostaria que a cambada que se diz governante deste país me explicasse exactamente o que pretendem com este crime contra a humanidade, este atentado contra a nação portuguesa e arrisco mesmo dizer um atentado contra a portugalidade.
Na realidade apercebi-me que estamos a ser traídos por gente que se diz guardiã dos interesses da nação, senão vejamos, temos hoje no paraíso natural dos territórios de Montalegre e Boticas, uma vasta área concessionada a empresas estrangeiras para a exploração do subsolo, estou a falar neste caso de uma das maiores jazidas de ouro e lítio da Europa, será o tal abandono das populações uma questão de estratégia para forçar ou promover a desertificação desses territórios, será que estamos a ser expulsos da nossa terra sem darmos conta, será tudo isto uma forma de sairmos voluntáriamente dos territórios que ocupamos e desenvolvemos à quase um milénio sem que haja necessidade de ressarcimento ou indeminização ou muito menos de acções de despejo com os custos e alarme social que todas essas situações acarretam?
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Temos um país num processo de desertificação rápido, se não é pelo abandono e falta de apoios é pelos fogos florestais sistemáticos, tudo menos fruto do acaso, afinal tudo obedece a uma agenda, uma agenda para a qual muitos de nós estão perfeitamente na ignorância, andamos distraídos com outros assuntos secundários e descuramos o essêncial, andamos anestesiados pelos media, andamos hipnotizados por discursos perfeitamente desfasados da realidade, na verdade há muito estamos a ser manipulados pelo jogo politico, pela farsa da democracia, pelo jogo combinado das associações criminosas que têm por nome partidos políticos, a máfia maçónica e as suas negociatas hoje já não tão secretas, hoje negócios feitos nas nossas barbas e com a protecção ou mesmo conivência do sistema da justiça, vivemos assim num antro em que os criminosos actuam na mais completa impunidade, um país no qual todos aqueles que verdadeiramente trabalham, deixaram de ter direitos e passaram a ter apenas deveres, o dever de sustentar esta ineptocracia, esta cleptocracia, esta ditadura encapotada.
Posto isto, muito mais haveria a dizer, mas ficará para outra ocasião ou ocasiões onde poderemos ir debatendo e explicando este descalabro ponto por ponto, fica assim lançado o debate, ficam assim abertas as hostilidades...

Alexandre Sarmento





quarta-feira, 3 de outubro de 2018

Racismo em Portugal???


Mas existirá maior racista do que aquele que se entretem a denunciar o racismo?
Haverá maiores racistas do que aqueles que se preocupam em diminuir o povo português e a sua cultura milenar, diga-se de passagem, um exemplo para a humanidade neste campo, corremos mundo, mestiçámo-nos, fizemos pontes, fomos mesmo os primeiros a abolir a escravatura e somos acusados de racistas, xenófobos e intolerantes em relação a grupos étnicos, as tais ditas minorias étnicas.
Como assim, racistas e xenófobos se somos nós os racistas e xenófobos que sustentamos essas ditas minorias, somos efectivamente nós que os suportamos materialmente, somos nós quem lhes paga a habitação, a saúde e a educação!
Terão os pertencentes a essas ditas etnias alguma autoridade moral para se dirigirem a quem os acolheu desta forma, em que contribuem afinal para o bem estar e progresso da sociedade, em que contribuem para o progresso do país?
Parasitismo, chulice, é o que me ocorre, gente que vive de expediente e das mordomias que através de muito sacrifício lhes proporcionamos, relembro haver milhões de portugueses a viver abaixo do limiar da pobreza que trabalham todos os dias e do pouco rendimento que auferem ainda têm que suportar uma cambada de parasitas sociais, gente que nada produz, gente que se dedica ao crime organizado, gente com tempo livre de sobra para gozar os rendimentos que todos nós lhes proprcionamos indevidamente. Há neste país milhares, ou milhões de portugueses que depois de toda uma vida de trabalho auferem uma magra reforma, em muitos casos de cerca de duzentos euros, que eu saiba esses portugueses que contribuiram e tiveram o seu papel positivo na nação são hoje os excluidos, são hoje abandonados, são aqueles, que hoje necessitam de ajuda e de apoio, mas infelizmente apoio esse que está a ser canalizado para aqueles que nada fizeram por o merecer, por sinal aqueles que estão à cabeça do crime organizado, tráficos de armas e droga, roubos e atentados contra o património e pessoas, triste país este com tanta tolerância, tanta compaixão por quem não merece.
Temos hoje uma determinada facção política que dá cobertura a esta aberração, dá cobertura a esta dualidade de critérios, dá cobertura a este crime, dá cobertura ao empobrecimento material e imaterial da nação portuguesa, mas somos o quê afinal, seremos nós os contribuintes a escória da sociedade, seremos nós os carrascos dessas ditas minorias, ou seremos na verdade as vítimas dessa cambada de parasitas e inuteis?
Porque razão teremos que nos sentir inferiores ou culpados de algo que apenas diz respeito à forma de estar dessa franja de marginais voluntários?
Só me falta agora a cambada política e as instituições que dão cobertura a esta lamentável situação, dizerem-nos que temos culpa de termos nascido caucasianos, brancos na gíria, mas que culpa tenho eu e os restantes portugueses que haja gente de várias "cores", teremos sido nós quem os originou, teremos sido nós quem os criou, porque razão teremos que ser induzidos na culpa da sorte dos "coitadinhos", sem problemas de espécie alguma, por alma de quem tenho eu que me sentir inferior ou culpado perante ciganos, pretos ou afins?
Quem são na realidade as vitimas nesta questão, quem são na verdade os beneficiados no meio disto tudo, hipocrisia, manipulação da opinião publica e a vergonha de termos de calar perante este tipo de dualidade de critérios, afinal, somos nós mesmos as vítimas dessas mesmas minorias étnicas, pois somos nós os escravos de um sistema que lhes proporciona uma panóplia de mordomias sem que para isso nem sequer um bom comportamento lhes seja exigido, uma vergonha nacional, uma afronta e um verdadeiro atentado contra a moral e bons costumes, um atentado contra a nação portuguesa, um atentado até contra a cultura portuguesa, quem são os autóctones afinal?
Revolta-me ver organizações tais como o "SOS racismo" referir-se ao pacato povo português e forças de segurança como racistas e xenófobas, pergunto eu, nos países de origem dessa gente terámos nós tratamento semelhante aquele que por cá lhes proporcionamos, seríamos nós protegidos da mesma forma que por cá são protegidos, desenganem-se, pura hipocrisia.
Numa sociedade justa e equilibrada terá que haver um eqilibrio entre direitos, mas sobretudo deveres, o que me parece estar a ser esquecido por todos aqueles que hoje se fazem de vítimas, as pobres vítimas da exclusão social e de racismo...vão mas é trabalhar como fazem as pessoas, ó!!!!
Muito mais haveria a dizer, mas hoje fico-me por aqui, está aberto o debate...

Alexandre Sarmento

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terça-feira, 2 de outubro de 2018

A Líbia que a cambada sionista matou!


NUNCA HOUVE POVO NENHUM NA HISTÓRIA COM A QUALIDADE DE VIDA E BENESSES DO ESTADO COMO NA LÍBIA COM KADAFFI

A bem conceituada revista suiça "Schweiz Magazin" publicou um artigo enumerando as "crueldades" de Muamar Kadafi para com o seu povo.

Eis alguns dos "sofrimentos" que o tirano (segundo os media ocidentais) provocou durante 4 décadas:

01. Não havia conta de luz na Líbia, porque a electricidade era gratuita para todos.

02. Créditos bancários, dos bancos estatais, eram sem juros (para todos, por lei expressa).

03. Casa própria era considerada direito humano, universal, e o governo fornecia uma casa ou apartamento para cada família.

04. Recém casados recebiam US$ 50.000,00 para comprar casa e iniciar a vida familiar.

05. Educação e saúde eram gratuitas, da pré-escola à universidade.

Antes de Kadafi: 25% dos líbios eram alfabetizados. Até o ano de 2010, 83% eram alfabetizados.

06. Agricultores iniciantes recebiam terra, casa, equipamentos, sementes e gado gratuitamente.

07. Quem não encontrou formação ou tratamento desejados recebia financiamento para ir ao exterior, adicionalmente US$ 2.300,00 mensais para moradia e carro.

08. Na compra de automóvel, o estado contribui com subvenção de 50%.

09. O preço de gasolina, o litro: 0,10 Euro

10. Faltando emprego após a formação profissional, o estado pagava salário médio da classe até conseguir a vaga desejada.

11. A Líbia não tinha dívida externa - as reservas de U$ 150 bilhões.

Após a ocu
pação os valores foram retidos ou desviados pelos bancos estrangeiros, incluindo investimentos em bancos estrangeiros e reservas em ouro.

12. Parte de toda venda de petróleo era directamente creditada na conta de cada cidadão.

13. Mãe que dava à luz, recebia US$ 5.000,00.

14. 25 % da população líbia tem curso superior.

15. Kadhafi construiu o projecto GMMR (O Grande Rio Artificial), transportando água dos lençóis subterrâneos do Rio Nilo para as cidades e agricultura, irrigando as principais cidades do país e parte do deserto.

16. Não havia qualquer imposto na Líbia.

A Líbia sofrerá um atraso de muitas décadas mas, olá!, os desinteressados governos dos EUA, da França e da Inglaterra agora vendem muito mais armas e vão passar a sugar o petróleo e o gás natural da tal Líbia por mais algumas boas décadas. Tudo boa gente ao serviço de uma elite sobejamente conhecida, a cambada que pretende instalar a NOM, ou estarei eu a delirar?


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Idolatria...


Que fazer quando temos uma sociedade que idolatra criminosos, traidores, genocidas, ladrões, mentirosos, pedófilos e mais uma parafernália de gente que nem encontro adjectivação que os consiga definir.
Mandela, Che, Castro, Estaline, Pol Pot e não deixando de parte os caseiros Mário Soares, Cunhal, cambada fandanga abrileira e os merdopolíticos que nos desgovernam, mas afinal que nação é esta que esquece os seus verdadeiros heróis e personagens de referência, chegando mesmo ao ponto de renegar o nosso glorioso passado, renegar o sangue, suor e lágrimas derramados pelos nossos ancestrais, só encontro um termo que nos defina na perfeição, fomos verdadeiramente merdificados, somos hoje meros bonecos na mão do sistema, somos hoje um povo acarneirado, acomodado, imbecilizado, incapaz de fazer opções, um povo sem vontade própria, um povo ignorante, um povo que chegou ao cúmulo de se auto-imbecilizar, um povo sem auto-estima, um povo sem orgulho, um povo que apenas vegeta, um povo que aos poucos caminha para a sua auto-extinção, estamos a perder a identidade, estamos a perder a alma que sempre nos caracterizou, estamos num caminho do qual não vejo retorno, muito sinceramente começo a pensar que já não vamos a tempo, vamos ter que dar com as ventas na merda, teremos que primeiro ser humilhados, espezinhados e destruídos como nação para que no futuro surja um punhado de homens e mulheres valentes e determinados a fazer a reconquista daquilo que fomos outrora, o refazer de uma nova nação, um renascer das cinzas, a reposição da ordem a seguir ao caos, infelizmente é isto o que me ocorre, lamento, mas não vejo hoje vontade para que este caos em que vivemos se altere, mais uma vez vou por o dedo na ferida e correr o risco de mais uma vez ser atacado por alguns elementos ditos nacionalistas e patriotas, a verdade é que não existe neste país verdadeiros nacionalistas nem patriotas, o que vejo é uma feira de vaidades, um punhado de gente em busca de protagonismo, mais do mesmo, gente em busca de um lugar ao sol, nada mais!!!
Só há uma forma de alterar este estado de sítio, informar esta gente, mostrar em que estado estamos e por que razão assim estamos, a partir daí, definir objectivos, trabalhar, criar condições de subsistência e cortar o cordão umbilical com organizações, com ideologias puramente demagógicas, utópicas e desumanizantes que estão na base daquilo que hoje estamos a viver.
Temos hoje um povo sem rumo,um povo sem cultura, um povo sem esperança que vive apenas o momento esquecendo que é hoje que se faz o futuro, é com as atitudes e feitos de hoje que moldamos o nosso futuro, todos os nossos actos de hoje terão sem sombra de dúvida repercussões no futuro, sofreremos no futuro o resultado dos erros que hoje cometemos, por isso mesmo está na hora de tomarmos consciência que somos nós próprios hoje e não os nosso vindouros quem terá que iniciar o processo de reconversão, o processo de despertar para a realidade, o reinício de um novo ciclo, o reinício de uma nova era, o início de um novo império, o império da consciência, uma nova fase da humanidade, uma fase em que cada qual por sua própria vontade ocupe um lugar activo, tenha uma voz activa e seja um verdadeiro ser humano com pensamento autónomo, uma sociedade em que as diferenças ,sejam elas étnico-culturais, religiões ou filosofias possam coabitar este planeta, cada um ocupando o seu espaço e mantendo as características que nos definem, um mundo multicolorido, sim será sempre melhor ter uma infindável paleta de cores do que ter apenas cinzento à nossa volta, há que contrariar a mestiçagem e perda de identidade que o sistema hoje nos proporciona, arrisco mesmo dizer que o sistema nos obriga, somos seres humanos com direitos, liberdades e garantias, somos ou temos uma miríade de capacidades que hoje vemos mitigadas e controladas pelo sistema que no fundo apenas pretende fazer de nós meras máquinas ou unidades produtivas, portanto meus amigos só temos dois caminhos, é tempo de fazer escolhas, temos o caminho fácil para a escravatura ou teremos então o tortuoso caminho para a liberdade, há que definir, há que escolher e esse tempo é agora!!!
Alexandre Sarmento

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Os Pormenores Ocultados da Guerra Colonial

  «(...) Muitos dos temas tratados versavam questões de estratégia internacional de um mundo cada vez mais global, outros eram o reflexo da ...