terça-feira, 5 de novembro de 2024

Mostrando as garras...

 

Meus amigos, mais uma vez vou deixar aqui bem expresso, não me considero, nem de esquerda, nem de centro, nem de direita.
A única ideologia que sigo é a da minha consciência, sigo aquilo que sinto ser a linha mais humana, a mais adequada à situação.
Raramente faço juízos de valor e baseio a minha opinião normalmente em documentação ou relatos de fonte fidedigna.
Portanto não queiram fazer de mim aquilo que não sou, apenas devo obediência a mim próprio, tenho os meus princípios e sigo os meus princípios, se alguém houver que não se sinta bem com a minha opinião, é fácil ou contra-argumenta pacificamente baseado em factos ou informação verídica, ou então desampare-me a loja pois tenho muito em que perder o meu tempo.
Mentira e embuste não são mesmo a minha praia.
A verdade mesmo que inconveniente está acima de tudo, muito embora grande parte das vezes seja mais fácil ladear com a mentira, acreditar na falsidade, pois muitas vezes o problema mesmo é a preguiça mental ou a falta de curiosidade em ir mais além, esse é o verdadeiro mal, o ignorar, o aceitar tudo aquilo que nos enfiam pelos olhos dentro, ou seja deixarmo-nos influenciar ou mesmo formatar.
É preciso mesmo é que cada um comece a pensar por si e não siga o rebanho, pois um mau "pastor" poderá acabar por levar o rebanho a um suicídio colectivo..
Uma sociedade é certo que aje como um todo, mas se esse todo for mais culto, mais participativo, mais activo e especialmente mais humano, teremos decerto uma sociedade muito mais funcional, aprendamos com os erros do passado para que não voltemos a cometê-los de novo, será ao mesmo tempo uma grande perda de recursos e muito pouco dignificante, estúpido mesmo, digo eu!!!
Assim sendo cada um terá que assumir o seu papel, um papel activo, participativo, usar das suas capacidades, usar da sua inteligência, contribuindo para uma sociedade funcional e justa.

Alexandre Sarmento

segunda-feira, 4 de novembro de 2024

O que é a verdade?

 


"O que é a verdade? Para a multidão é aquilo que continuadamente lê e ouve. Uma pequena gota perdida pode cair algures e reunir terreno para determinar “a verdade”, mas o que obtém é apenas a sua verdade. A outra, a verdade pública do momento, que é a única que interessa para resultados e sucessos no mundo dos factos, é, hoje em dia, um produto da imprensa. O que a imprensa quer torna-se verdade. Os seus dirigentes evocam, transformam, permutam verdades. Três semanas de trabalho da imprensa, e a verdade passa a ser reconhecida por toda a gente."

Oswald Spengler



Estou de volta!!!


Ao que parece os Pókemons, os Mineons, os Avatares comunas-xuxas-fasco-sionistas e outras bichezas e invertebrados que nem vou enumerar, andam de candeias às avessas com a minha pessoa.
Sinceramente, será que aquilo que publico ou comento é assim tão perigoso para o sistema, será que dizer a verdade hoje é condição necessária e suficiente para que se exerça esta censura, esta castração de direitos, o ataque pessoal, o cercear do direito à livre expressão e no limite, exactamente o que tem acontecido, a perda do direito de resposta, ao que parece, nesta rede anti-social, à falta de argumentos, opta-se por silenciar os que apresentam argumentação, os que são intelectualmente superiores ou os que pensam e agem fora da caixa!!!
Lamento, nunca fui e nunca o serei, consensual, manipulável e hipócrita, serei sempre igual a mim mesmo, um ser humano consciente e de mente aberta que pensa e age de forma autónoma, sem ter que me vergar a regras com as quais discordo em absoluto, em suma, sou e serei sempre um livre pensador, defenderei sempre a verdade, não a verdade parcial, pois busco sempre a verdade factual, a verdade verdadeira, sei que muitos discordam, mas, infelizmente para eles, temos pena!!!

Cortem as amarras, esqueçam o rebanho, usem a vossa cabeça, quem sabe, um dia olhem para trás e digam, aquele grande maluco é que tinha razão, independência intelectual e consciência conquista-se, mas não se esqueçam, dá muito trabalho...

Não é a rede social que nos censura, são aqueles que se sentem diminuídos intelectualmente e a quem faltam argumentos, uma biblioteca dava jeito a tanta gente!!!

Alexandre Sarmento

Salazar, cada vez mais presente.

 


«Salazar impõe-se naturalmente, e impor-se-á cada vez mais com o rodar dos tempos, à medida que assente a poeira das paixões, serenem os espíritos e avultem ainda mais as lições dos acontecimentos por ele tão percucientemente antevistos. São, aliás, numerosíssimos e impressivos os depoimentos de prestigiosas figuras nacionais e estrangeiras em que lhe é prestada justiça. Afiguram-se-me, por exemplo, flagrantes de oportunidade as apreciações que, sobre Salazar, o Prof. António José Saraiva faz no jornal Expresso, de 22 de Abril de 1989. 

Num primoroso artigo, o autor da História da Cultura em Portugal aí fala dos Discursos e Notas de Salazar, "pela limpidez e concisão do estilo, a mais perfeita e cativante prosa doutrinária que existe em Língua Portuguesa, atravessada por um ritmo afectivo poderoso" e, assim, «por esse lado, merecedora de um lugar de relevo na nossa História da Literatura (e só considerações de ordem política a têm arredado do lugar que lhe compete)»; aí acentua que "Salazar foi, sem dúvida, um dos homens mais notáveis de Portugal, possuindo uma qualidade que os homens notáveis nem sempre têm - a recta intenção", "além de qualidades de administrador miraculosamente raras junto a uma igualmente rara integridade"; e aí se lembra que, graças a Salazar, "se conseguiram coisas hoje inconcebíveis, como a neutralidade na II Guerra Mundial" e se "conseguiu também, e pela primeira vez desde Pombal, pôr fim à tutela inglesa, que fora confirmada com sangue na Primeira Grande Guerra". 

E a concluir, o Prof. António José Saraiva assinala: "E hoje vemos, com uma dura clareza, como o período da nossa História a que cabe o nome de Salazarismo foi o último em que merecemos o nome de Nação Independente. Agora em plena democracia e sendo o povo soberano, resta-nos ser uma reserva de eucaliptos para uso de uma obscura entidade económica que tem o pseudónimo de CEE".

Ao ler estas palavras pungentemente verdadeiras de alguém cuja probidade e independência de espírito estão fora de toda a discussão, acodem-me à memória estas outras palavras de Salazar, de 1946, terrivelmente proféticas: 

"Tempos houve em que os Portugueses se dividiam acerca da forma de servir a Pátria. Talvez se aproximem tempos em que a grande divisão, o inultrapassável abismo há-de ser entre os que a servem e os que a negam"».

Henrique Veiga de Macedo (in «Salazar visto pelos seus próximos»).

domingo, 3 de novembro de 2024

A triste verdade desta sociedade moderna.


"A conclusão que se deduz nitidamente de tudo isto, é que a uniformidade, para ser possível, suporia seres desprovidos de todas as qualidades e reduzidos a simples «unidades» numéricas; é por isso que uma tal uniformidade nunca é realizável de facto, e todos os esforços feitos para a realizar, nomeadamente no domínio do humano, só podem ter como consequência o desprover mais ou menos completamente os seres das suas qualidades próprias, e desse modo, fazer deles qualquer coisa parecida com simples máquinas, porque a máquina, produto típico do mundo moderno, é bem aquilo que representa, ao mais alto grau jamais atingido, a predominância da quantidade sobre a qualidade. É para isso que tendem, do ponto de vista social, as concepções «democráticas» e «igualitárias», para as quais todos os indivíduos são equivalentes entre si, o que leva à suposição absurda de que todos devem estar igualmente aptos para tudo; esta «igualdade» é algo de que a natureza não oferece nenhum exemplo, pelas razões que acabámos de indicar, já que se assim fosse, ela não seria mais do que uma completa semelhança entre os indivíduos; mas é evidente que, em nome desta pretensa «igualdade», um dos «ideais» ao invés mais caros ao mundo moderno, fazem os indivíduos o mais semelhantes que a natureza permite, e para isso, primeiro que tudo, pretendendo impor a todos uma educação uniforme. É claro que, como não se pode suprimir inteiramente a diferença das aptidões, essa educação não dá em todos os mesmos resultados; mas também é verdade que, se é incapaz de dar a certos indivíduos as qualidades que eles não têm, pelo contrário, é capaz de abafar noutros todas as possibilidades que ultrapassam o nível comum; é assim que o «nivelamento» se faz sempre por baixo."

René Guénon
in "O Reino da Quantidade e os Sinais dos Tempos"



A fraude da democracia socialista!!!

 

Pode ser que a partir daqui alguns entendam verdadeiramente o que é o socialismo, aproveito para dizer que em Portugal o sistema e todos os partidos que nele participam são socialistas, se não acreditam, leiam a merda da Constituição marxista abrileira!!!

Definição de socialismo, por Orlando Vitorino(in O Globo, Quinzenário de 24 de Março a 7 de Abril de 1985, Ano III, n.º 547).
Subscrevo na integra.

"O socialismo é um sistema que se desenvolve em várias fases ou períodos. O 1.º Período é o de empobrecimento da sociedade onde se instalou; é o período em que ele se encontra entre nós: o Governo governa com empréstimos e moeda falsa, a pobreza alarga-se dia a dia, há já manifestações de miséria e fome. O 2.º período é o da servidão generalizada que pode ter várias versões. A que se está a preparar entre nós é a da sujeição dos trabalhadores aos poderes financeiros ou plutocráticos, nacionais ou estrangeiros. E que o socialismo é o sistema ideal para instaurar aquela sujeição. Com as suas «centrais sindicais», os seus contratos colectivos, etc., cria nos trabalhadores a ilusão de que lhes dá meios para eles fazerem valer as suas reivindicações, as quais chegam, de facto, a ser reconhecidas. Os trabalhadores ficam, assim, satisfeitos, mas a última palavra quem a tem é a plutocracia que pode anular tudo o que, pelo socialismo, os trabalhadores tiveram a ilusão de obter. Essa última palavra pode ser, por exemplo, a determinação do valor do dinheiro.
O terceiro é o controlo de toda a existência social pelos planeamentos centrais do Governo. Entre nós, esse controlo já, de vários modos, está preparado. Por exemplo: quando a Constituição declara que a finalidade do ensino é a utilidade social. A partir desse preceito constitucional, os indivíduos podem ficar impedidos de exercer a actividade para que são vocacionados." 

Alexandre Sarmento






sábado, 2 de novembro de 2024

Verdes são os campos...

 


Verdes são os campos,
De cor de limão:
Assim são os olhos
Do meu coração.

Campo, que te estendes
Com verdura bela;
Ovelhas, que nela
Vosso pasto tendes,
De ervas vos mantendes
Que traz o Verão,
E eu das lembranças
Do meu coração.

Gados que pasceis
Com contentamento,
Vosso mantimento
Não no entendereis;
Isso que comeis
Não são ervas, não:
São graças dos olhos
Do meu coração.

Luís de Camões

Despesas excepcionais, ou roubo encapotado?

 


Um roubo ao erário público ou melhor dizendo, ao bolso do contribuinte, à boa moda da partidocracia parida no pós 25 de Abril.

Não estamos a falar de trocos, falamos de 13 mil milhões de euros que ninguém sabe a que bolso irão parar. Para sermos verdadeiros até sabemos, uma das entidades será a Parvalorem a máquina de lavar dos activos tóxicos do buraco da banca (BPN, Banif, CGD), o tal jogo escondido deste sistema corrupto e criminoso. 4 mil milhões servirão para aumentos de capital de empresas que ninguém sabe quem são, mas poderemos imaginar, os boys dos partidos bem precisam de ser bem alimentados, as empresas que foram criadas exactamente para justificar a sangria dos cofres públicos, os asilos dos incompetentes e corruptos do sistema!

Quanto ao restante imaginamos que irá servir para sustentar as actividades pouco honestas de organismos que apenas servem para benefício da cambada dos partidos políticos, não é de estranhar, pois, nenhum, reitero, nenhum dos partidos protestou, pediu explicações ou fez uma qualquer demanda em relação a esta situação absolutamente criminosa, reitero, a dita oposição (oposição de faz de conta neste regime corrupto e imoral), todos eles, desde o Chega, Partido Socialista, passando pelo PCP, restantes micro parasitas democráticos e acabando no Bloco de Esquerda, todos calaram, nenhum se pronunciou, nenhum mencionou uma palavra que fosse sobre este assunto. São portanto, todos eles coniventes, são companheiros de crime, são cúmplices neste roubo da coisa pública, portanto, todos diferentes, todos igualmente criminosos, note-se, sem excepções!!!

Estamos a falar de mais de 10% do valor total do Orçamento de Estado, um valor próximo daquele que o Estado Português gasta com a saúde dos portugueses, muito mais do que o valor que pagamos de juros da nossa dívida soberana, 13 mil milhões que foram sorrateiramente subtraídos aos portugueses para benefício dos mesmos que há 50 anos tomaram de assalto o governo deste país!

Num país a sério esta soma astronómica serviria para alavancar a economia, para fazer verdadeiras obras sociais ou até e por que não, reformar o moribundo Serviço Nacional de Saúde ou reestruturar o sector da educação, tanto há a fazer, pena não haver interesse em que este país saia do marasmo.

Palavras para quê, só não vê quem não quer, uns porque a idiotia não lhes permite ver mais longe, outros pela estupidez da ideologia, outros porque sofrem de partidarite aguda, o país está em queda livre e um bando de inconscientes e inconsequentes continua a teimar em participar especialmente através do voto em qualquer um dos partidos deste regime de partido único travestido. 

Vergonhoso e lamentável, em 50 anos, nada aprenderam, é revoltante para qualquer cidadão com um pingo de honestidade e amor à pátria. 

Pobre Portugal.

Alexandre Sarmento



sexta-feira, 1 de novembro de 2024

Contra os porcos do regime.

 


Quer-me parecer que há por aí uns promotores da "democracia" que ficam agastados com os meus comentários e publicações apelando à cultura, pensamento, consciência...
Dizem que estou a promover um regime totalitário, uma ditadura, como assim?
Uma ditadura só vinga numa sociedade atrasada e desinformada, temos exactamente o retrato disso na situação democrática que se vive hoje neste país, alguém duvida?
O pior que pode acontecer a uma sociedade é não ter sequer capacidade de fazer opções, fazer as suas escolhas por falta de conhecimentos, uma sociedade em que o grau de inconsciência individual se manifesta de forma exponencial no conjunto da forma que bem sabemos, tornámo-nos escravos de um sistema que no fundo não compreendemos, mas que no fundo, por ausência, falta de conhecimento e a merda do seguidismo tende a eternizar-se.
Afinal como ficamos, qual será o melhor sistema, aquele em que o vulgar imbecilizado pelo sistema continua alegremente a votar nos seus carrascos, portanto, mais do mesmo, ou então termos gente culta, informada e consciente, capaz de se galvanizar e promover um sistema funcional que sirva a todos, um sistema em que alguém com capacidade, carisma, honestidade e espírito de nação, acima de tudo alguém responsável, alguém que sinta o pulsar do seu país, da sua nação como de um dos seus, ou mesmo como se de um filho se tratasse?
No fundo um verdadeiro líder, não o que manda, não aquele que obriga, mas aquele que tem capacidade para mostrar o caminho, capacidade para em conjunto encontrar soluções, aquele que consiga unir a nação, aquele que consiga promover o bem estar, a equidade e a justiça...
Pensem nisto, já chega de embarcar em semântica vã, já chega de acreditar na retórica demagógica de um sistema que comprovadamente apenas pretende dominar e auto promover-se, um sistema totalitário, um regime comuno-marxista travestido, resumindo, uma ditadura travestida de democracia, basta de mentira, basta de embuste...
Acordem para a realidade, esqueçam a trampa da ideologia e façam o mesmo em relação às organizações mafiosas que são os partidos políticos.
Alexandre Sarmento

quinta-feira, 31 de outubro de 2024

Mariquices.

 


MARIQUICES

1 - Pedir meias doses. Se se chama dose, é porque está calculado: é uma dose. Um homem, uma dose! Quem pede meia dose é meio homem. Por exemplo, cozido à portuguesa: é comida de homem. Meia dose de cozido… é mariquice! O pior é pedir meia dose de qualquer comida terminada em “inho” ou “inhos”: meia dose de bifinhos, meia dose de lulinhas… Comidas que são de homem, para além do cozido: feijoada, mão de vaca, coelho à caçador e todas as partes do porco. Tudo o que tiver porco, é de homem.
2 - Chegar aos trinta anos e não ter barriga. É panasca!
3 - Comer cornetos e outras tretas dessas. As únicas coisas que um homem pode chupar são patas de sapateira, percebes, cabeças de pescada e charutos.
4 - Ter gatos. Um gato não passa dum cão abichanado: tem guizo; toma banho com a própria língua, come peixinho e nunca se embebeda. Ou seja, um homem que tenha um gato em casa está no fundo a viver uma intensa relação homossexual. O dono dum cão chama-o com dignidade masculina: “Savimbi, anda cá meu sacana!” E assobia: “Aqui já !” O dono dum gato chama-o “Bsss-bsss-bsss-bsss-bsss, bichaninho”. Ridículo!
5 - Não ir à caça porque não há sítio para fazer as necessidades. Um homem fá-lo quando e onde lhe apetece. Quem nunca experimentou atingir um javali a zagalote com as calças em baixo não sabe o que é ser homem. O que as mulheres não sabem é que a caça é apenas uma grande desculpa para o homem poder ir para o mato mijar para marcar território.
6 - Ver o correio todos os dias… É mariquice! Um gajo chega a casa depois de oito horas de trabalho e três de copofonia, cansado e meio grosso, cheio de fome e qual é a primeira coisa que faz? Um homem só abre o correio quando lhe cortarem a água, a luz ou o gás. E que homem é que consegue pegar numa chave do correio…? Aquilo é feito para dedos de gaja.
7- Pedir garotos… É de homossexual!!! Ou bicas escaldadas, ou bicas cheias, ou duplas, ou cariocas, ou italianas ou abatanados… Café é café! A única coisa que se pode acrescentar a um café é um bagaço ou um uísque. Mas o pior de tudo são os descafeinados: “Ai, menino, tire-me a cafeína do meu café”. É mariquice!
8 -Deixar que uma gaja nos esprema as borbulhas… É totalmente maricas! As borbulhas de um homem não são para espremer! Um homem é uma máquina auto-suficiente em termos de saúde e higiene. Os homens só vão ao médico e tomam banho porque senão as gajas não se deitam com eles.
9 -Saber o nome de mais de quatro bolos de pastelaria … Um homem que é homem só sabe o nome da bola de Berlim, do bolo de arroz, do croquete e do rissol. E mesmo assim só para poder pedir uma sandes de torresmo com rissol. Ver um… “homem”… entrar numa pastelaria e dizer: “Olhe, se faz favor, embrulhe-me aí dois garibaldis, uma pirâmide, um éclaire…” Com plantéis de 24 jogadores e 18 equipas na primeira liga, quem é que ainda tem espaço na memória para decorar nomes de bolos?
10 -Pescar à linha… É maricas! Uma coisa é sair para o mar alto às duas da manhã com doze mânfios perdidos de bêbedos para deitar redes e cargas ao mar numa traineira chamada “Barba de Goraz”... Outra é ir aos domingos para a Barragem de Fagilde de carro com uma caninha, umas minhocas, um tupperware para guardar os peixinhos e um lanchezinho para meio da tarde. O bom da pesca é irem quinze gajos para alto mar e não se saber quantos é que vão voltar.
11- Alimentar o cão com latinhas de comida para cão… É mariquice! A comida para cão é uma invenção das multinacionais para enganar bichos e rabichos. Não há cá comida para cão. Os cães comem o que cai no chão ou o que desenterram. É que depois de comerem aquelas mixórdias, começam a ficar esquisitos. Deixam de beber água do esgoto, já não tocam em nada que esteja podre, e começam a deixar os gatos a meio.
12 -Ir à Feira do Livro. É ma-ri-qui-ce! Para quê gastar 300 ou 400 euros em livros quando se pode ir à Ovibeja e trazer uma ovelha para casa? Ir a uma feira de homens é acordar bêbedo às sete e meia da manhã, calçar umas galochas, pôr uma broa debaixo do braço e ir à Feira do Queijo da Serra ou da Mação do Bravo de Esmolfe. Ou, aos sábados de manhã, de trator cortar pinheiros para a lenha de inverno. Feira de homens pressupõe porrada, coiratos, chouriços, botas caneleiras e bonés. Não é cá livros do dia e gajos amaricados magrinhos de óculos e sessões de autógrafos!
13 -Conduzir com as duas mãos no volante. É maricas! Então se os “cóbois” conseguem laçar um bisonte só com uma mão, porque é que um homem há-de precisar das duas para agarrar o volante? O último sítio onde um homem precisa de ter as duas mãos é no volante. O volante só serve para duas coisas: ultrapassar ou buzinar. De resto, a mão direita é para andar livre, para a poder meter na tranca da gaja que vai ao lado, sintonizar a rádio no relato de futebol, agarrar na cervejola, falar ao telemóvel e dar calduços nos putos.
14 -Passear cães com trela. Os cães são para andar soltos. Passear um cão é uma actividade de risco. O giro é não saber nunca se o cão vai voltar a casa, esfacelar a perna de um bófia, atirar velhas ao chão ou ser atropelado por um combóio. As trelas são para miúdos e não há mais conversa.
15 -Gostar de Fado de Coimbra. … da-se…!!!! O fado é para ser cantado em tascas por gabirus com gajas por conta, que só conhecem sete letras do abecedário e que julgam que tremoço é marisco. E o fado não é cá para falar de amores de estudante. O fado é para contar histórias com porradaria, campinos, naifadas, marinheiros, gajas, sarjetas e vinho tinto.
16 -Combinar encontros com homens à porta de cafés, cinemas ou centros comerciais. “Ai filho, vem ter comigo à porta da pastelaria “PENAD’ALVA”?! Eu não me encontro com um homem à porta de sítio nenhum. Homem que é homem marca encontros é na estrada para Sezures, no quilómetro quatro ao pé do cão morto. Mais nada!
17 -Dormir com o cãozinho aos pés da cama… Uma merda! Um cão é para ficar no quintal ou fechado na marquise a ladrar a noite inteira para moer a cabeça aos vizinhos. Os únicos mimos que um homem dá a um cão são estaladões ou ossos gamados no talho. Brincar com o cão, é soltá-lo no galinheiro do vizinho.
18 -Usar calçadeira. A calçadeira é a vaselina dos pés! Se um homem tem problemas em enfiar um pé num sapato à força, é claramente panasca. Os sapatos foram feitos para cheirar mal e andar com 120 quilos em cima a arrastarem-se pela calçada em cima do que acabámos de vomitar.
19 -Comer em restaurantes chineses COM PAUZINHOS!!! Um homem a agarrar em pauzinhos??? A única coisa delicada que um homem é capaz de segurar nas mãos é uma chave de rodas e é para a torcer. Nunca ninguém viu um estivador, um tractorista, um calceteiro, ou um gajo dos altos-fornos a comer com pauzinhos!
20 -Usar shampoo e amaciador para o cabelo. Um homem que se preocupa em ficar bonito tem de ser rabicho. “Ai, mas é bom porque o cabelo fica mais fofinho…”?! Um homem que é homem não quer ter nada no corpo que seja fofinho.
21 -Ter uma carrinha familiar. Ter uma carrinha é um anúncio público de que se é casado e de que se tem filhos. Ora, o único homem que pode querer que isso se saiba é o larilas, para despistar.
22 -Usar cigarreira ou uma boquilha… “Ai não, é mais higiénico porque os maços apanham humidade e podem contaminar os cigarros com bactérias. Ai, não, assim assimilo menos nicotina” Bactérias?! Nicotina??!! Um gajo anda a descarregar quilos de alcatrão para dentro dos pulmões há vinte ou trinta anos e está preocupado com uma bicharada que só se vê ao microscópio?
23 -Pedir descontos… Ai, não me faz uma atençãozinha?” Mas isto é conversa de homem???
24 -Não ser emigrante e falar francês. O francês é a língua oficial dos rotos e a mais apasnacada do mundo. Nem uma avó balhelhas a falar com um recém-nascido usa tantos “nhô nhôs” e “bibidus” como um francês.
25 -Estar mais de seis minutos e meio na Internet sem ver gajas nuas. E não há cá desculpas de que é a pagar e não sei quê, e que não quero dar o número do cartão de crédito.
26 - Usar guarda chuva..Porra! Homem que é homem anda à chuva, suporta o frio de peito ao léu e mata a sede roendo gelo! O homem é um guerreiro e chuva civil não molha militares.
Pronto! perceberam? ou querem ler outra vez?
PS: MARICAS: pessoa que se preocupa com pequenas coisas ou com coisas consideradas sem importância; tendência para ser demasiado sensível ou sentimentalista."
Maravilhoso texto partilhado há um bom par de anos pelo saudoso António da Silva Laires, o meu querido tio que infelizmente já não se encontra fisicamente entre nós, deixou saudades, e que saudades, até sempre.

Alexandre Sarmento


Apenas um desabafo!!!

 

Uma das mais simples mas eficazes tácticas das elites para manobrar o cidadão comum é a chamada dialéctica hegeliana, baseando-se nela as elites muito resumidamente criam um problema, condicionam a reacção e depois apresentam a solução que eles desejam, sendo esta imposta à sociedade que a aceita sem questionar.
Como já por diversas vezes aqui mencionei, as elites por intermédio das suas teias de sociedades secretas controlam todos os poderes e governos mundiais, dando muitas evidências desse facto, desde logo, começando pelo controle dos me(r)dia, que em vez de informar, manipulam a opinião publica, apenas cumprem as ordens dos seus donos e transformam "artistas" de segunda ou terceira categoria em verdadeiras superstars, manipulação de massas, processos complexos de controle mental, mas isso, e como já é habitual em comentários às minhas publicações, não passam de teorias de conspiração, o alienado devo ser eu, nada de admirar, pois não me insiro nesta sociedade, há muito que me tornei voluntariamente um outsider, e pelo que muitos pensam e dizem, devo estar a tornar-me um perigo para a sociedade, um "incendiário", um agitador, ou mesmo, um apóstolo da desgraça!!!
Na verdade, nada tenho a ver com a vida dos outros, o que me deixa lixado com "f", é ver o meu futuro, futuro dos meus filhos e netos comprometido pela atitude de gente passiva, acomodada, resignada e conformada com tudo aquilo que vai acontecendo à sua volta, tal como diz o adágio, "todo o burro come palha, só é preciso saber dar-lha!", assim são os humanos, pelo menos a grande maioria, mesmo aqueles que batendo com a mão no peito, juram a pés juntos não alinharem na farsa deste sistema, resumindo, além de termos uma miríade de perfeitos suicidas, temos uma legião de hipócritas, enfim, queixar-me para quê, é esta a merda de gente que temos...
Desculpem o mau jeito.

Alexandre Sarmento

quarta-feira, 30 de outubro de 2024

A formatação marxista já vinha de trás!!!

Dizem que a malha da censura era apertada, e que essa mesma censura e controle por parte do Estado Novo de Salazar era uma das características do regime, será que era mesmo assim?

Mais uma vez fica desmontada parte da narrativa dos mentirosos e propagandistas deste regime saído da dita Revolução dos Cravos, uma revolução que não passou de um mero golpe de Estado que na prática resultou na morte de um império e nos reduziu à condição de coitadinhos da Europa, sem dignidade e sem soberania!!!
Aos poucos foram apagando a nossa identidade, a nossa cultura, temos que agradecer à classe dos ditos intelectuais de esquerda, meros imbecis a fazer o papel para o qual foram criados!!!


«A contribuição marxista para a deturpação da cultura portuguesa foi feita através de uma organização de escritores, jornalistas, professores e editores que recebeu a designação, primeiro, de "novo humanismo" (cujas manifestações foram coligidas num livro que se deixou esquecer, Por um Novo Humanismo, da autoria de Rodrigo Soares, pseudónimo de um professor da Universidade de Coimbra) e, depois, de "neo-realismo".

Augusto da Costa Dias, recentemente falecido, descreve-nos, num livro editado em 1975 com o título de Literatura e Luta de Classes, a história deste neo-realismo. Logo em 1930, "à nascença - diz-nos Costa Dias - o neo-realismo é contemporâneo dos primeiros esforços para a reorganização do partido comunista e destina-se a ser a sua expressão na batalha cultural e ideológica" (p. 65). É neste sentido que actua e se desenvolve. Faz da "sua imprensa uma via de difusão das consignas políticas" (p. 73), "combateu as ideologias e filosofias burguesas (que se situavam) à margem do fascismo, sem compromissos mas também sem conflitos com ele" (p. 66); "difundiu as ideias marxistas na universidade de Coimbra numa data que podemos calcular entre fins da década de 30 e os dois primeiros anos da seguinte" (p. 79); "desenvolveu um imenso labor de animação cultural-política em múltiplos planos: imprensa regional, organização de bibliotecas, trabalhos em clubes, palestras, cursos, exposições"; "controlava e dirigia colaboração para variadíssimos jornais da província" e "em comissões, discutia, planeava os temas dos artigos a enviar, notícias sobre os livros recentes do neo-realismo [...], debatia o tipo de linguagem mais adequado e acessível [...] recrutava, entre jovens, divulgadores, escritores que balbuciavam os primeiros passos, para um trabalho de anonimato, escondido em pseudónimos" (p. 80/81); combateu, entre as "ideologias e filosofias burguesas", os escritores e artistas "sem qualquer identidade com a luta de classes" (p. 66), escritores e artistas que Costa Dias não nomeia mas que são, ou porque são, os que compõem a teoria da nossa autêntica cultura: os modernistas do Orfeu, como Pessoa, Sá-Carneiro e Almada, os epígonos da Renascença Portuguesa e os próprios Leonardo Coimbra e Pascoaes, os poetas e romancistas da Presença, então em pleno vigor especulativo, como Branquinho da Fonseca, Gaspar Simões e, sobretudo, José Régio, finalmente os pensadores da "filosofia portuguesa" tendo à frente José Marinho e Álvaro Ribeiro. Sobre os três primeiros grupos, a sanha da organização obedecia a uma consigna, durante todos esses anos extensiva a qualquer escritor ou obra independente, que Costa Dias exprime nestes termos grosseiros: "As suas interrogações (as desses escritores e artistas) dirigiam-se às cisternas da vida íntima (individual, em todas as suas fermentações e decomposições onde explodiam e bufavam apenas angústias, impotências, rebeldias privadas sem qualquer identidade com o pesadelo da luta de classes" (p. 66). Sobre o último daqueles grupos, a vesânia junta-se à sanha e Costa Dias orgulha-se de ter sido o bloco marxista do neo-realismo que impediu os pensadores da "filosofia portuguesa" de exercerem o magistério, ou apenas a influência, que, a avaliar pelas obras de Álvaro Ribeiro e José Marinho, o leitor verificará como teria sido libertador. Deles diz Costa Dias: "Aos homens do neo-realismo se deve o não passarão às filosofias fascistas. Nunca excederam as fronteiras das suas ilhotas. A sua última tentativa - "a filosofia portuguesa" de Álvaro Ribeiro, António Quadros, Orlando Vitorino e consortes [sic] - não chegou a escapulir-se da sua lura de traficantes de mercado negro ideológico" (p. 85).

Pois bem: todo este trabalho de deturpação era realizado, desde 1930, em pleno domínio "fascista", com censuras, polícias, perseguições de que Costa Dias faz mais uma vez, e muitas vezes, o aparatoso rol e que deveriam, naturalmente, impedir que as suas vítimas, os neo-realistas, tivessem qualquer possibilidade de acção. Ora não foi isto o que aconteceu. O trabalho fez-se durante 44 anos, ininterruptamente, espectacularmente, como Costa Dias descreve e nós sabemos que foi. Durante 44 anos o bloco marxista pesou, omnipotente e esmagador, sobre a cultura portuguesa, e Eduardo Lourenço não podia deixar de ter razão e razões para denunciar, como também Costa Dias nos informa, que "os neo-realistas eram terroristas" (p. 84). Não passará de uma suspeita justificada ou será uma conclusão necessária que um acordo, talvez tácito, mas comprovadamente eficaz se estabeleceu entre os governantes ou o establishment fascista e a organização marxista para a deturpação da cultura? Como, de outro modo, será possível explicar tudo o que Costa Dias orgulhosamente descreve e o mais esconde ou cala e nós ainda não esquecemos? Como sem esse acordo, explicar, por exemplo, que as "filosofias fascistas", como C. Dias diz, pudessem, em tempo de fascismo, serem fechadas "na sua lura" pelos marxistas enquanto estes se exprimiam, expandiam e dominavam com a amplitude que também C. Dias nos descreve? Não era a "filosofia portuguesa" e a liberdade de pensamento da literatura e da arte o temeroso inimigo comum a marxistas e salazaristas? Aliás, o próprio Costa Dias confirma, de algum modo, a existência desse acordo quando se indigna com o facto de "prolongando-se o neo-realismo em manifestações ricas" [sic] desde 1930, os governantes fascistas tenham, nos anos 60, "facilitado a liberdade de imprensa [...] para se declarar [como Eduardo Lourenço fez] que os neo-realistas eram terroristas" (p. 84), o que claramente significa que sem liberdade de imprensa que os governantes "fascistas" controlavam não seria possível declarar o que o neo-realismo era.»

Orlando Vitorino («A Grande Deturpação», in «Manual de Teoria Política Aplicada»).

 


 

terça-feira, 29 de outubro de 2024

De regresso ao combate.

 

De regresso a casa.

Depois de uma longa pausa neste espaço, decidi voltar, saturei das redes sociais, ou melhor dizendo, anti-sociais, antros pejados de ignorantes, formatados, imbecis e idiotas, mas sobretudo me estou a referir à estupidez, brejeirice e falta de saber estar, falta de nível!

Pior, as redes sociais deram voz, na sua maioria aos curtos de inteligência, deram voz a uma miríade de ovelhinhas perfeitamente amestradas pelos cretinos pastores do sistema, sejam eles a cambada corrupta e criminosa dos partidos políticos ou outros que se beneficiem no sistema ou no regime.

Estou cada vez mais isolado, estou cada vez mais só, mas calma, não atirei a toalha ao chão, continuo a bater-me contra o sistema, contra o regime e contra a filha da putice do politicamente correcto, nunca me vendi, nunca me deixei comprar, continuo, orgulhosamente só, talvez não tão só como parece.

Dos fracos não reza a História, sou avesso às grandes concentrações, sou avesso às massas, sou avesso ao espírito de rebanho, aliás, é dos livros, nunca as massas fizeram algo de positivo pela sociedade. Foram sempre as minorias a induziu as grandes mudanças, os grandes progressos sociais, e porquê, perguntarão, porque as massas não têm capacidade de raciocínio, estão acomodadas, drogadas, embriagadas com os discursos demagógicos e ideológicos dos seus líderes, fieis aos seus donos, eterna e incansavelmente fieis!!!

Curioso, tudo opina, tudo toma partido, tudo e todos estão ou se acham plenamente informados sobre tudo, sobre o mundo à sua volta, pois, a televisão e os media operam milagres, o grande milagre da manipulação das massas, bendita desinformação que consegue fazer os minions adorar os seus carrascos, os mete nojo, párias, parasitas, ténias e outras bichezas em forma de humanos, é triste, muito triste!!!

Voltando ao que interessa, claro que este é um espaço ao alcance de qualquer um que o procure e que se interesse por saber a verdade, ou parte dela, não tenho dúvidas que muitos não se sentirão bem neste espaço, por razões óbvias já anteriormente especificadas. Este espaço serve para todos aqueles que não se deixaram escravizar pelas ideologias, pela partidarite ou por qualquer outra forma de escravatura mental.

É tempo de mudança, é tempo de reagirmos energicamente contra o sistema, contra tudo e contra todos, contra a ditadura globalista que sem que a grande maioria se tenha apercebido foi implantada, foi imposta e curiosamente muitos a aceitaram de forma voluntária, pelo que me tenho apercebido, muitos a apoiam, mas nós, somos os fascistas, os negacionistas e outras nomenclaturas que neste momento não me vêm à cabeça.

Estamos vivos, vamos mostrar que estamos vivos, vamos fazer ouvir a nossa voz, vamos despertar os adormecidos, vamos continuar a fazer o nosso papel, vamos consciencializar a sociedade para o caminho a seguir, vamos trabalhar.

Muito obrigado a todos, desculpem qualquer coisinha.

Alexandre Sarmento


domingo, 27 de outubro de 2024

Um país em estado de sítio, prenúncio de uma morte anunciada.

 


A Região de Lisboa e bairros limítrofes está a ferro e fogo, pedra e pauladas, catanadas e facadas... andam por aí, pela calada da noite, bandos de alienígenas enlouquecidos, anencefalizados, carregados de ódios de morte, raivas cegas e surdas, quais feras à solta, incontroláveis...
... espalhando a violência, a destruição, o terror e o caos entre os cidadão inocentes, pacíficos e trabalhadores da região de Lisboa, os cidadãos que com os seus impostos pagam os rendimentos mínimos dos "desempregados" alienígenas que ora os esfaqueiam, brutalizam, lhes destroem os teres e haveres, etc.... cidadãos que os receberam e continuam a receber de braços abertos, neste País outrora um jardim de beleza, de paz e segurança pública quase total, à beira mar plantado...
Ao que parece todas estas acções de inqualificável terrorismo anti cidadãos de Lisboa e arredores, foram desencadeadas como vingança e retaliação, pura e dura, contra a intervenção de um agente da autoridade, que terá dado ordem de parar a um senhor condutor alienígena, por este ter transgredido regras de trânsito, o qual não obedeceu, fugiu, terá batido em viaturas estacionadas, etc... e, o agente da PSP, em circunstâncias que desconheço, usou a sua arma de fogo para se fazer cumprir, tendo daí resultado a morte do condutor em questão.
Fui 19 anos oficial da PSP, tendo sido Cmdt das mais diversas unidades de polícia nacionais e internacionais; digamos que estou à vontade para ter uma opinião válida acerca deste assunto.
1º Reconheço que, numa análise imediata do caso, o agente da autoridade se excedeu no uso da força e que, aparentemente, nada terá justificado o uso da arma de fogo, como tal, a Instituição PSP cumpriu urgente os seus deveres, abriu um processo disciplinar interno, colocou o agente numa situação de "não prestação de serviços" em casa, a PJ averiguou as circunstâncias do incidente mortal, e o caso está no Ministério Público.
2º Temos pois que a Instituição PSP, a PJ e o Ministério Público, têm dado execução às suas responsabilidades relativas ao caso, com uma eficácia notável, o que permitirá, quer à PSP, quer ao Tribunal, aplicar ao agente da PSP as medidas, que a Disciplina interna da PSP/MAI e a Justiça exijam.
3º Resumindo, se o agente da PSP efectivamente errou, como tudo parece indicar, tendo daí resultado a morte da vítima desta ocorrência... a Justiça está a actuar com invulgar celeridade, e será seguramente justa.
4º Daqui se infere que, face ao incidente em questão, o Estado, PSP e Poder Judicial, estão a cumprir com rigor e óptima prontidão, as suas responsabilidades.
5º Importa fazer uma chamada à razão dos grupos de alienígenas e terroristas, que se divertem em Lisboa e arredores, noites dentro a destruir bens privados de pessoas inocentes, pelo fogo e pela violência e, a agredir e esfaquear infelizes cidadãos passantes, (há um motorista da carris, à beira da morte)... dos seguintes particulares do caso:-
- O caso triste da morte de um senhor deles, na sequência duma intervenção da PSP, foi e é apenas (1) uma intervenção, entre os muitos milhares de intervenções feitas pela PSP, diariamente, em todo o território nacional e ilhas adjacentes. Há sempre uma % de intervenções com desenvolvimentos imprevistos e infelizes, foi o caso.
Infalível só mesmo Deus e os alienígenas, como sabemos; falando de simples mortais, como são os agentes da PSP, alguns por vezes falham, com consequências imprevisíveis.
- O agente que se terá excedido no uso da arma de fogo, é apenas 1 agente, de entre os mais de 23.000 agentes da PSP, que cobrem o território urbano nacional e garantem a lei e a ordem 24 horas por dia, 7 dias por semana; não param e não dormem, excepto por turnos.
- Embora este aspecto não justifique de modo algum o uso da arma de fogo pelo agente da PSP, o facto é que, caso o senhor que foi morto tivesse obedecido às ordens da autoridade, nada tinha acontecido.
- Como é óbvio, quando há falhas por parte dos agentes da autoridade no terreno, a responsabilidade imediata é desses agentes e do seu enquadramento hierárquico no local; para isso, todos eles recebem formação mais que bastante, teórica e prática, para cumprirem as suas funções, nos termos das leis em vigor. (fui Director de Ensino da Escola Prática da PSP)
Embora o assunto justifique um romance, limito-me a dizer que, o controle dos ataques terroristas dos alienígenas que, pelos vistos continuam e terão tendência para se espalharem, não será fácil, só o seria com o uso da necessária e suficiente força para travar tais anencefálicos seres.
Qualquer elemento da força de polícia nomeada para controlar no terreno, os actos terroristas em curso, sabe que se usar qualquer tipo ou grau de força, bastão, arma, balas de borracha, etc . ..
.. caso haja o azar de daí resultar morte ou ferimento grave num dos terroristas... esse agente e quem o Comanda vão ter de se haver com a eventual expulsão da PSP, perda do pão e da sobrevivência... e prisão...
... quando se inicia um processo do uso da força, o seu desenvolvimento é sempre imprevisível, arriscar, só com a certeza que a Instituição que se serve, o Poder Judicial, os Média, a opinião pública e o Poder Político estão de pedra e cal em apoio dos agentes no terreno, cumpridas que sejam as limitações da lei... mas... não estão...
... o poder político segue lógicas eleitoralistas e populistas, os média obedecem aos seus patrões e escrevem o que vende mais papel, o Poder Judicial segue as interpretações dos códigos nos conformes dos modismos e modernismos de novas ideias que por aí andam à solta...
... certo certinho para os agentes nas frentes de combate contra a criminalidade, é que se fizer arrisca-se a que.... se nada fizer nada lhes acontece... convinha que os cidadão que agora perderam já os seus carros, que foram esfaqueados e brutalizados e todos os outros pensem nisto...
... os agentes de qualquer autoridade só estarão fortemente motivados para se fazerem cumprir, se tiverem uma retaguarda (instituição, judicial, políticos, média, opinião pública...) que os defenda em caso de intervenções que corram menos bem, desde que claro cumpram as regras estabelecidas, mas... os teóricos não sabem... os práticos sim... no aceso destas e outras refregas, como o enfrentar os loucos varridos incendiários das noites de Lisboa... a probabilidade de casos de excessos é elevadíssima... excepto ... se os agentes da autoridade se contiverem e deixarem arder.... ou se deixarem agredir e pisar, quiçá matar...
Temos o que merecemos...
Escrito ao correr da pena.... desabafos... que Deus proteja os cidadãos de Lisboa, os agentes das autoridades várias.... e que trave os loucos... que metemos dentro da nossa casa, pelas mãos políticas.
Mas eles continuam a chegar..

José Luiz da Costa Sousa

Os Pormenores Ocultados da Guerra Colonial

  «(...) Muitos dos temas tratados versavam questões de estratégia internacional de um mundo cada vez mais global, outros eram o reflexo da ...